Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 31 by jquimelli
30 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Este capítulo fornece uma informação importante sobre o chamado de Deus. Ele diz a Moisés: “Eu o tenho chamado pelo nome Bezalel. . . e eu o enchi do Espírito de Deus.“

Você vê Deus chamar as pessoas não apenas para serem pastores, professores e evangelistas. Ele chama a todos de seu povo para usar habilidades e talentos que Ele oferece através do Seu Espírito “para fazer tudo o que vos tenho ordenado” (v. 6). Deus está à procura de artistas e artesãos que, através da arte e da escultura e da mídia, comuniquem a mensagem de Deus ao mundo; construtores que ergam igrejas onde pessoas possam aprender dEle e escolas que promovam Sua obra na vida dos jovens; médicos, enfermeiros e profissionais de saúde que ministrem às pessoas através da cura.

Ele é a fonte da sabedoria, compreensão e conhecimento adquirido em nossas profissões. Ele é também a fonte das habilidades para executar o nosso trabalho.

O que Deus está chamando você para fazer para o seu reino, para preparar os outros para encontrá-Lo quando Ele vier em breve para nos levar para casa?

Michael Hasel
School of Religion
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/31
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/31
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 31
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12



Êxodo 31 – Comentários pr Heber by jquimelli
30 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Para alguns, nem toda palavra que sai da boca de Deus traz vida. Alguns creem que algumas palavras divinas valem menos que heresias humanas. A deterioração teológica parece ter maior valor que as palavras do Senhor prescrita na Bíblia.

Este capítulo não vale muito para quem não dá crédito a totalidade da Palavra de Deus. Contudo, quem compreende a origem divina e sobrenatural da revelação consideram com atenção e submissão estas preciosas e incisivas orientações válidas para todas as nações e gerações.

O assunto “sábado” foi controverso desde que Israel saiu do Egito (Êxodo 16), antes, porém, de Moisés receber de Deus as tábuas dos Dez Mandamentos (Êxodo 20). Inclusive, as maiores controvérsias dos líderes judaicos com Jesus foram sobre sábado; contudo, Jesus não rebaixou a norma. Ele categoricamente declarou:

“O sábado foi feito por causa do ser humano, e não o ser humano por causa do sábado” (Marcos 2:27).

Até hoje os seres humanos confrontam este assunto relevante para Deus, para Jesus Cristo e para o Espírito Santo que inspirou escritores bíblicos a escreverem sobre ele.

Neste capítulo, Deus é direto, taxativo:

“Guardem o sábado: ele é sagrado para vocês. Quem o profanar será condenado à morte. Quem trabalhar nesse dia será condenado à morte” (v. 14, AM).

Por que Deus parece tão enérgico? Imagino que é para despertar nosso interesse! Por que seguir a recomendação divina quanto ao sábado é tão importante?

Porque o sábado…

• …pertence a Deus, não a nós (v. 12);
• …é a aliança de compromisso entre Deus e Seu povo (v. 12);
• …é lembrete de que Deus é quem nos santifica (v. 12);
• …é dia sagrado/santo (v. 14);

Portanto, santificar o sábado é um sinal de pertencer ao dono/Senhor do sábado (vs. 15-16).

Bezalel e Aoliabe foram indicados por Deus e capacitados pelo Espírito Santo para lidar com a construção dos móveis sagrados do santuário (vs. 1-11); todavia, não deviam fazer esse trabalho especial de construção da casa/santuário de Deus no tempo sagrado, no santo sábado (vs. 12-17).

Os Mandamentos não se originam em Moisés. Moisés nem mesmo foi inspirado para escrevê-los. Deus mesmo os escreveu com Seu dedo em pedras; então, entregou-os a Moisés (v. 17).

O sábado não é de Moisés, é de Deus: Santifique-o!



Êxodo 31 – Comentários selecionados by jquimelli
30 de setembro de 2015, 0:30
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1-18 Este capítulo liga espaço sagrado (tabernáculo e seus utensílios) com tempo sagrado (o sábado). Andrews Study Bible.

2 Eis que chamei. Após ter dado instruções detalhadas para a construção do tabernáculo, sua mobília e utensílios, Deus apontou aqueles que deveriam dirigir a obra. Bezalel deveria estar à frente, com Aoliabe como assistente. … A igreja precisa tanto de homens como Bezalel e Aoliabe quanto de pessoas como Paulo e Isaías. Deus somente chama pelo nome aqueles a quem pede algum serviço especial (Êx 3:4; Is 45:1-4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 712.

3 Sabedoria, criatividade e habilidade estão ligadas à criação do tabernáculo. O interesse de Deus em estética, beleza e criatividade já havia sido notada na criação ao redor. O Espírito de Deus (Gn 1:2) está também envolvido na criação do tabernáculo através do ministério de Bezalel. Andrews Study Bible.

Bezalel. Significa “na sombra/proteção de Deus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para elaborar. Embora Moisés houvesse recebido instruções específicas para a construção do santuário e de sua mobília, nada lhe foi dito com respeito a certos detalhes… Muito dependeria da iniciativa, invenção, gosto e arte daqueles a cargo do trabalho. CBASD, vol. 1, p. 713.

Aoliabe. Significa “o pai (divino) é minha tenda/tabernáculo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

da tribo de Dã. É interessante notar que Hirão, o principal artista empregado por Salomão para fazer o trabalho de ornamentação do templo, era também descendente de Dã (2Cr 2:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 713.

7-11 Esses versos contém uma lista resumida de todos os elementos do tabernáculo que precisavam ser criadas e conclui com uma importante lembrança: os artesãos devem seguir explicitamente as instruções claras fornecidas pelo Senhor. Andrews Study Bible.

12-17 O sábado tinha dois propósitos: era um tempo para repousar e um tempo para lembrar do que Deus tem feito. Nós precisamos descansar. Sem retirarmos tempo da correria, a vida perde sentido. Em nossos dias, assim como nos dias de Moisés, não é fácil afastar-se do trabalho. Mas Deus nos lembra que sem os sábados iremos esquecer o propósito de toda a nossa atividade e perder o equilíbrio crucial de uma vida de fé. Certifique-se que o seu sábado tenha tanto momentos de repouso e de lembrança de Deus. Life Application Study Bible NVI.

13 guardem os Meus sábados. As instruções para construir o tabernáculo e para fazer as vestes sacerdotais são encerradas com um apelo aos israelitas quanto à necessidade de guardarem o sábado até mesmo quando realizavam essa tarefa especial. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A importância do sábado no Êxodo é atestada pelas repetidas referências à sua observância (16:22-30; 20:8-11; 23:12; 34:21; 35:2-3). Nenhum outro mandamento do Decálogo é mencionado tão frequentemente. sinal. O mesmo termo é utilizado para descrever as pragas. O termo também aparece em Gn 17:9-14 relacionado com a circuncisão de todos os homens da comunidade da aliança. Aqui, o propósito desse sinal e comando divino é lembrar o povo de Deus de que a santidade não se baseia em esforço pessoal, mas, sim, em ação divina. Essa santidade é profanada quando o sábado não é reconhecido. Para mais sobre o sábado enquanto sinal, ver Ez 20. Andrews Study Bible.

Deus já havia dado aos israelitas a circuncisão como um “sinal” em sua carne da relação de Sua “aliança” com eles (Gn 17:9-14; At 7:8). O sábado devia ser mais um “sinal” desse relacionamento, não na carne, mas no coração (Êx 31:12, 13, 16, 17; Jr 31:31-33; Ez 20:12, 20; 2Co 3:3). CBASD, vol. 1, p. 713.

14 aquele que o profanar. O sábado é santo (Gn 2:1-3); portanto, é pecado realizar nas suas horas sagradas o que é secular (ver com. de Êx 12:16; 16:23). O sábado é profanado quando se realiza nele qualquer tarefa desnecessária. Atos de misericórdia, de necessidade ou de observância religiosa não são proibidos nesse dia (Mt 12:1-13; Mc 2:23-28). CBASD, vol. 1, p. 713.

15 sábado do repouso. Literalmente, “descanso do repouso”. CBASD, vol. 1, p. 713.

Implica completo descanso das preocupações diárias usuais. Andrews Study Bible.

16, 17 aliança … sinal. Israel, no seu ritmo de trabalho e descanso no serviço de Deus, deve seguir o padrão estabelecido por Deus na criação como um sinal perpetuamente renovado da Sua aliança com ele (v. nota em Gn 9.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 descansou. Não há razão mais convincente para cumprir com a ordem divina do que o fato de o próprio Deus ter dado o exemplo (Jo 13:13-15; 1Pe 2:21). CBASD, vol. 1, p. 714.

18 as duas tábuas do Testemunho (ARA; NVI: “tábuas da aliança”). A inscrição dos dez mandamentos na pedra (Dt 4:13) indicam seu caráter imutável e eterno (Mt 5:17-19). … As duas tábuas de pedra se juntavam como um livro (PE, 32). CBASD, vol. 1, p. 714



Êxodo 30 – Comentários selecionados by jquimelli
29 de setembro de 2015, 7:40
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1 incenso. Esta fumaça perfumada é o símbolo bíblico da oração dos fiéis (Sl 141.2 e Ap 8.3-4). Este é o sacrifício mais puro, pois a verdadeira oração é o próprio eu se oferecendo em sacrifício integral, entrando em contato imediato com o coração de Deus. Bíblia Shedd.

2 os chifres formarão uma só peça com ele. Ou seja, uma só peça com o altar. Visto que chifres simbolizam poder (ver com. de Êx 27:2), no altar do incenso eles representam o poder da oração (ver Gn 32:24-30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 709.

defronte do véu. O altar do incenso ficava no lugar santo, junto ao “véu”, a cortina que o separava do santíssimo (Êx 40:21-27). Embora estivesse no lugar santo, considerava-se que o altar de incenso pertencia ao santíssimo (Hb 9:3, 4). Esse conceito surgiu do fato de que, quando se aproximavam da presença divina que estava sobre o propiciatório [tampa da arca da aliança/testemunho/dez mandamentos], era do altar do incenso que os sacerdotes se aproximavam (PP, 353). Somente no Dia da Expiação é que podiam chegar mais perto. Esse era o lugar aonde iam para se encontrar com Deus, cuja morada era no santíssimo. O incenso oferecido ali não apenas enchia o lugar santo, mas ascendia e passava por cima do véu para o santíssimo (ver com de Êx 26:32). O fato de o altar estar “diante do propiciatórios” ensina que a oração nos leva á presença de Deus. Embora o “véu” da humanidade (ver 1Co 13:12) impeça que nossos olhos físicos vejam a Deus, a fé e a oração vão onde o corpo não pode ir. CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso contínuo. O incenso devia ser oferecido duas vezes ao dia, no horário da manhã e do crepúsculo da tarde (Êx 30:7, 8). O altar do incenso representava intercessão perpétua. … Seu “contínuo” queimar ensina que a cada dia devemos nos aproximar de Deus em oração (Sl 16:8; 55:17; 1Ts 5:17, 18; PP, 354). Devemos orar “sem cessar” (1Ts 5:17). CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso estranho. Incenso não feito segundo a ordem divina (30.34-38) e não oferecido por sacerdotes consagrados (Nm 16.40). Bíblia Shedd.

10 uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar. De todas as mobílias do tabernáculo, somente a arca com o propiciatório era considerada de mais importância e santidade que o altar de incenso. Isso sugere o quanto Deus valoriza a oração (ver PP, 353). CBASD, vol. 1, p. 710.

Essa cerimônia anual era chamada o Dia da Expiação. Nesse dia, era realizado um sacrifício pelos pecados de toda a nação israelita. Era o único dia em que o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssimo, a parte mais interna do tabernáculo. Aqui, ele pedia que Deus perdoasse o povo. O Dia da Expiação servia como lembrança de que os sacrifícios diários, semanais e mensais poderiam cobrir os pecados somente temporariamente. Ele apontava para Jesus Cristo, a expiação perfeita, que poderia expiar pecados para sempre. Life Application Study Bible NVI.

Este dia da Expiação se descreve em Lv 16.1-34. Bíblia Shedd.

12 recenceamento resgate.  Se baseava no princípio que todo o povo pertencia a Deus e portanto precisava ser resgatado por um sacrifício. Sempre que ocorria um censo, ricos e pobres deveriam pagar um resgate. Deus não faz discriminação de pessoas (ver At 10:34; Gl 3:28). Life Application Study Bible NVI.

Considerava-se que sua vida estava à disposição de Deus até que Ele a reivindicasse. Ao pagar essa soma, reconheciam a bondade e a misericórdia de Deus. CBASD, vol. 1, p. 710.

de si próprio. Isto é, pelo “espírito, alma e corpo” (1Ts 5:23). Este é o significado, pois a declaração se refere ao ser vivo, não a alguma parte inanimada de seu corpo ou a um espírito desencarnado. CBASD, vol. 1, p. 710.

13 metade de um siclo. Meio siclo era 5,7 g, e um gera, a décima parte disso. CBASD, vol. 1, p. 710. [Com relação às medidas, recomendamos a leitura do texto bíblico da NVI, por apresentar as medidas no nosso sistema métrico internacional].

15 não dará mais. Como era uma quantia relativamente baixa, o imposto não era pesado para ninguém. … O plano era justo e sugere que toda pessoa tem igual valor ao olhos de Deus (Dt 10:17; At 10:34; Rm 3:22). Todos pecaram, e Deus estende Sua graça a todos. CBASD, vol. 1, p. 710.

18 uma bacia. Não se revela seu tamanho ou sua forma. Era de bronze, feita dos espelhos que as mulheres de Israel deram em oferta voluntária (Êx 38:8). … A bacia simboliza o ato de lavar nossos pecados por meio da fé no sangue derramado por Cristo (At 1Co 6:11; Ef 5:26; Ap 7:14). CBASD, vol. 1, p. 710, 711.

19 lavarão. Lavar as mãos e os pés simbolizava uma reforma de vida. Devido às abluções dos sacerdotes, à morte das vítimas sacrificais e ao aspergir, derramar e verter sangue associados às várias funções do serviço do santuário, a necessidade de água era óbvia (Êx 29:4, 17; Lv 1-5). CBASD, vol. 1, p. 711.

23 mirra. Resina aromática. Cinamomo. Um tipo de canela. Cálamo. Raiz aromática de uma espécie de caniço dos pântanos. Bíblia Shedd.

24 cássia. Árvore com flores amarelas, que dá vagens, cujas sementes são medicinais e perfumadas. him. 3,6 litros. Bíblia Shedd.

34-38 farás incenso. Os israelitas queimavam incenso, mas este incenso sagrado podia ser queimado somente no tabernáculo. Este incenso de aroma doce era queimado em pratos rasos chamados incensários e eram utilizados para demonstrar honra e reverência a Deus. … Este incenso, à semelhança do óleo sagrado de unção, era tão santo que o povo era estritamente proibido de copiá-lo para uso pessoal. Life Application Study Bible NVI.

34 estoraque. Uma resina do Mediterrâneo, chamado também benjoim. ônica. Perfume feito pela queima das partes fibrosas de certas conchas. gálbano. Uma planta umbelífera [família composta por plantas normalmente aromáticas e caule oco, como funcho, salsa, anis] da Pérsia. Bíblia Shedd.

35 temperados com sal. Sal é o símbolo da preservação contra a corrupção. Bíblia Shedd.

O fato de que eram tiradas brasas acesas do altar do holocausto para queimar incenso no altar interior (ver Lv 16:12, 13) ressalta que o coração do adorador deve estar reconciliado com Deus antes que suas orações e devoção possam ser aceitas (Jó 27:8, 9; Sl 66:18; Pv 15:29; 28:9; Is 1:15; Mq 3:4; Jo 9:31). CBASD, vol. 1, p. 711.



Êxodo 30 by jquimelli
29 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

A oração é o modo pelo qual Deus nos convida a nos comunicarmos diretamente com Ele. O incenso que subia do altar, diante do véu, no Lugar Santo, era um símbolo das orações que sempre sobem diante do trono de Deus. Os sacerdotes vinham a este lugar para oferecer incenso (Patriarcas e Profetas, p. 333) que subia por sobre o véu, até o lugar santíssimo, aonde o trono de Deus se localizava, acima do propiciatório. O incenso representava as “orações dos santos” (Ap 8:3-4).

Nós devemos “orar sem cessar” (1Ts 5:17), sabendo que Jesus permanece como nosso Sumo Sacerdote, diante do trono de Deus. “Cristo mistura a elas [nossas orações] os méritos de Sua própria vida de perfeita obediência. Nossas orações são perfumadas por este incenso. Cristo Se comprometeu a interceder em nosso favor e o Pai sempre ouve o Filho.” (Filhos e Filhas de Deus, p.22). Estas orações nos levam à presença de Deus e são unidas aos méritos de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que intercede em nosso favor.

Isto é uma boa notícia para todos nós hoje – não precisamos de intercessor terreno, pois todos temos igual acesso ao poder do Criador do Universo, que prometeu que “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1 Jo 5:14).

 

Michael Hasel

Departamento de Arqueologia

Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/30

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/30

Tradução: JQuimelli/GQquimelli/IBrossi

Texto bíblico: Êxodo 30

Comentário em áudio

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12



Êxodo 30 – Comentários pr Heber by jquimelli
29 de setembro de 2015, 0:45
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Quem é o maior pedagogo? Quem usou melhor didática ao transmitir com simplicidade assuntos complexos?

Não há como pensar num Ser mais didático que Deus. Sua pedagogia supera a de qualquer pedagogo; Ele extrapola quaisquer didáticas e pedagogias, deixando-nos – além de exemplos sobre didática – preciosos e especiais ensinamentos.

Como mais expoente pedagogo, Deus ensina Moisés a ensinar; é transmitindo ensinamento que alunos aprendem. Sobretudo, Deus usa outros recursos didáticos com profundos significados. Assim, através de Moisés, do Santuário e rituais sagrados Ele quer que aprendamos grandes verdades que farão diferença em nossa vida.

Nós aprendemos ouvindo, ensinando, envolvendo, principalmente fazendo. Como Moisés, devemos ouvir a Palavra de Deus, transmitir aos outros, envolver-nos com ensinamentos divinos e, aplicando-os diariamente.

O Santuário é a didática de Deus para apresentar o plano de salvação, a forma de adoração e o evangelho que liberta da condenação.

1. Deus ensina através da fumaça do altar do incenso que a oração constante deve sempre subir ao céu (vs. 1-10); Deus Se satisfaz com orações assim como era agradável o cheiro de incenso.

2. Deve-se levar a sério a oração, ela deve ser pura, não contaminada com egoísmo e desejos pervertidos (vs. 30-34).

3. Todos somos pecadores e o preço do pecado é a morte; ninguém está livre da condenação, portanto, todos precisam de libertação – ricos não devem menos nem mais que os pobres (vs. 10-16).

4. A bacia de bronze ensinava a necessidade de limpeza, não apenas física, mas da limpeza moral; os germes e bactérias do pecado devem ser lavados de nosso caminhar e proceder (vs. 17-21).

5. A santa unção com óleo é essencial para que haja verdadeira adoração ao Senhor; não devemos deturpar este assunto; é preciso reverência e submissão antes de qualquer ação (vs. 22-33).

Diferentemente do altar de sacrifícios localizado no átrio do Santuário, Deus instruiu Moisés a fazer o altar de incenso dentro do tabernáculo (vs. 1-10). Antes de chegar ao que ele representava, seria necessário passar por todo o processo ritualístico orientado por Deus. Logo, apenas quem foi redimido (vs. 11-16), purificado (vs. 17-21) e ungido (vs. 34-38) aproxima-se de Deus verdadeiramente pela oração, louvor e adoração (vs. 34-38).

Sendo Deus o melhor pedagogo, só não aprende quem não quer! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 29 by jquimelli
28 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Muitos anos após o êxodo, na prática israelita posterior, as instruções a respeito das ofertas de sacrifícios foram desconsideradas, o que levou Malaquias a advertir os sacerdotes por negligência diante de Deus. Naquela época animais coxos, cegos e doentes eram aceitos pelos sacerdotes e sacrificados pelo povo (Malaquias 1:7-8). Deus responde dizendo: “Na hora de trazerem animais aleijados e doentes como oferta, também não veem nenhum mal. Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? “(Ml 1:8 NVI).

Nisto Deus lembra aos sacerdotes de sua responsabilidade diante de Deus e de Seu povo. Eles deviam prover “verdadeira instrução” e andar com Deus “em paz e retidão”, pois os lábios dos sacerdotes deveriam “guardar o conhecimento” (Ml 2:6-7 ARA). Os sacerdotes deveriam sustentar os ritos e as instruções do sistema de sacrifícios perante Israel, até que o Cordeiro, para Quem estes sacrifícios apontavam, viesse.

Há sérias lições para nós hoje, como pastores e líderes em nossas igrejas, para que sempre tenhamos em alta consideração as instruções de Deus sobre a verdadeira adoração, diante de nosso povo. Quão tentador é sermos hoje descuidados em nossas responsabilidades! Deus deseja estrita obediência às Suas ordenanças. Portanto, nos aproximemos dEle, com a admiração e respeito descritos neste capítulo.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/29
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/29
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 29
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12




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