Reavivados por Sua Palavra


Levítico 1 – comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
10 de outubro de 2015, 0:45
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Começamos hoje o estudo de um livro bíblico ignorado, desprezado e rejeitado por muitos cristãos e líderes religiosos. Contudo, ele é tão inspirado quanto Gênesis e Êxodo, tão atual como Mateus e Apocalipse, pois a Palavra de Deus nunca caduca, perde a validade ou desvaloriza.

Timothy Keller diz que “a Bíblia não é um conjunto de regras, é a linda história da redenção. Francis Schaeffer declara que “a glória da Bíblia é que ela é suficiente para cada época e suficiente para cada pessoa”.

Levítico é parte da Bíblia, inspirado pelo Espírito Santo para alimentar nossa alma e orientar nossa vida. Diz Andrew Bonar: “Em toda a extensão do volume inspirado que o Espírito Santo nos confiou, não há outro livro como Levítico, com tantas palavras proferidas pelo próprio Deus”.

A Bíblia toda é inspirada (com exceção dos Dez Mandamentos que Deus mesmo escreveu). Homens santos foram escolhidos por Deus para receber mensagens e transmiti-las. Em contrapartida, em Levítico Deus “é o orador direto em quase todas as páginas, e Suas palavras foram registradas exatamente como as pronunciou. Este fato não nos deixa outra escolha, a não ser estudar Levítico como todo interesse e atenção” (Bonar).

Começaremos no primeiro capítulo, que dá orientações quanto ao holocausto utilizado os seguintes seres vivos:

1. Um novilho (vs. 1-9).
2. Um carneiro ou cabrito (vs. 10-13)
3. Uma rolinha ou pombinha (vs. 14-17)

Embora houvesse sangue, sacrifícios de vida, horrores no estrangular o pescoço de seres vivos criados por Deus, os holocaustos resultavam em cheiro/aroma suave/agradável ao Senhor, que três vezes é citado no texto pelo próprio Deus (vs. 9, 13, 17).

Embora não havia nada de atraente à vista humana no ritual do Santuário, tudo o que Deus pediu para fazer era-Lhe agradável; porque apontava para o plano de salvar o pecador que merecia a morte, mas poderia reverter esse destino caso aceitasse o plano divino.

O imperfeito pecador deveria levar uma oferta perfeita ao Senhor, a qual demonstrava sua confiança total na providência do Salvador.

Este capítulo revela a graça divina; o sacrifício é o meio de Deus mostrar que o transgressor que merece a morte pode ser absolvido pela morte de um substituto. Este substituto apontava para a morte de Cristo.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 40 by Jeferson Quimelli
9 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Êxodo 35-40 reflete os padrões do culto que deveria ter lugar na experiência da nação israelita. Era plano de Deus que Seu povo em cada geração fosse educado quanto ao plano de salvação que Ele tinha providenciado para eles. Deus ainda deseja permanecer com o Seu povo hoje e nos dá instruções através de Sua Palavra. Como aos artesãos trabalhando na construção do santuário, nos é dado o conhecimento e a sabedoria para fazer a Sua obra nesta terra.

Êxodo 40 é a consumação dessa relação entre o homem e o seu Criador. Vemos o santuário e todos os seus móveis serem ungidos e consagrados. Eles são feitos santos e purificados na preparação para receber a presença de Deus. O trabalho do artista encontra a plena aprovação de Deus quando Ele abençoa o santuário e o preenche com Sua presença. Sua presença guia Seu povo com uma nuvem durante o dia e uma coluna de fogo à noite.

Não há dúvida de que Deus é amor quando Ele busca a intimidade e o restabelecimento de um relacionamento conosco. Através do santuário Ele Se aproxima para guiar, proteger e dar às pessoas um propósito maior de vida e salvação.

Hoje Jesus serve como nosso Sumo Sacerdote no santuário celestial ministrando em nosso favor, enquanto permanecemos nesta terra. Seu objetivo final é habitar conosco.

Um dia a Nova Jerusalém virá para repousar nesta terra (Ap 21:2-4). Seu trono será levantado, e habitaremos na mesma Terra Prometida para sempre.

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

 

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Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/exo/40 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/40/
Tradução/adaptação: JQuimelli
Texto bíblico: Êxodo 40
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.13



Êxodo 40 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
9 de outubro de 2015, 0:45
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Beleza, recursos, talentos, materiais não foram economizados na construção do Santuário, nem mesmo nas roupas dos sacerdotes. Para Deus tudo precisa ser feito com qualidade – mesmo enfrentando a dureza e a aridez do deserto, onde deveria economizar devido à incerteza quanto à pobreza.

Segue abaixo o esboço deste capítulo traçado por Douglas K. Stuart:

1. Moisés levanta o Tabernáculo, investe aos sacerdotes e coloca todos os materiais (vs. 1-33);

• Mandato de Deus para erguer o Tabernáculo (vs. 1-16);
• Moisés ergue o Tabernáculo (vs. 17-33).

2. A nuvem da glória do Senhor cobre o Tabernáculo (vs. 34-38).

O Tabernáculo estava erguido, o Santuário recebeu a presença do Santo Deus. O sistema de adoração estava completo. “E assim o livro de Êxodo narra a história do povo de Deus desde a libertação do Egito até o término da construção do tabernáculo ao pé do Monte Sinai” comentou William MacDonald.

Nota-se em todo tempo Moisés, líder de uma grande nação, com humildade e disposição de seguir detalhadamente as especificações dadas por Deus. É por isso que, no final do livro de Êxodo, Deus enche com Sua majestosa presença a tenda levantada e projetada para Ele.

Teologicamente, este livro apresenta Deus como o libertador, capacitador e abençoador. O Deus Criador, poderoso e santo organizou em nação a um povo escravizado/humilhado/desprezado no Egito, portanto, miserável. Ao fazer uma aliança de amor e compromisso com o povo através de uma Legislação ímpar, Deus revelava ao mundo Seu plano de salvação.

Com o santuário Deus orientava o sistema de adoração daquele que aceitava o plano de salvação. Assim, os ex-escravos seria prova do poder de Deus e o Santuário a revelação do caráter do verdadeiro Deus ao mundo. De escravos do Egito a servos do Senhor, o impacto deveria impressionar ao mundo inteiro.

Nas palavras de Eugene H. Merrill “o livramento do êxodo está para o Antigo Testamento assim como a morte e ressurreição de Cristo estão para o Novo Testamento […]. O livramento no êxodo, a aliança sinaítica, a experiência no deserto e a promessa de uma terra fornecem modelos da vida cristã àquele que crê […] empreendendo o próprio ‘êxodo’, deixando de ser escravo do pecado e do mal para servir sob a nova aliança”.

Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.



Êxodo 40 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
9 de outubro de 2015, 0:30
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1-38 Descreve a finalização da construção e a inauguração do tabernáculo. O v. 34 foca no elemento central da descrição: o enchimento do tabernáculo com a glória de Deus. Deus está agora visivelmente acampando com Seu povo, um tipo do futuro Emanuel ("Deus conosco"), Jesus (Mt 1:23). João 1:14 descreve a Palavra Se tornando carne em terminologia de acampamento ("habitar" é, literalmente, "tabernacular" ["habitar em tendas"]). Andrews Study Bible.

2 No primeiro dia do primeiro mês. Era o primeiro dia do ano religioso, antecipando por duas semanas o dia em que Deus salvou Seu povo da escravidão física, do Egito (12.2-6), com grande obras milagrosas. Muito justa é a escolha deste dia para a construção do santo edifício, que, em todos os seus detalhes, revela ensinamento sobre Cristo, que nos concede a liberdade integral da escravidão do pecado, tanto aqui como na eternidade, Jo 8.31-36. Bíblia Shedd.

Certamente não poderia haver tarefa melhor para o povo no primeiro dia de um novo ano do que começar a construir esse local de adoração. CBASD, vol. 1, p. 742.

3 Porás, nele, a arca do Testemunho. A arca da aliança era o objeto mais importante de todos no tabernáculo, o coração do santuário, a base da aliança (Dt 4:12, 13), o lugar da presença de Deus entre Seu povo (ver Êx 25:8, 21, 22). Portanto, foi a primeira mobília a ser levada ao tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 742.

e a cobrirás com o véu. Significa esconder com o véu, isto é, levantando-o para separar o Santo do Santos do Lugar Santo. Bíblia Shedd.

5 Porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do Testemunho. Não estava no Santo dos Santos, mas era lá que o perfume do incenso entrava, assim como a oração é feita na terra, mas se dirige aos céus. Bíblia Shedd.

6 Porás o altar do holocausto diante da porta da congregação. Lembra-nos que não há maneira de entrar em contato com as coisas de Deus, sem primeiro aceitar o sacrifício de Cristo por nós. Bíblia Shedd.

9 óleo da unção. A unção é um ato de consagração. Era necessário para a separação exclusiva, tanto de objetos (o Tabernáculo com seus móveis, como também de pessoas (o Sumo Sacerdote, Arão e seus filhos). Na Nova Aliança do NT a consagração é realizada, não através de óleo, mas pela unção do Espírito Santo. Sem ele não podemos adorar a Deus (Jo 4.23, 24), não podemos participar da salvação (Jo 3.3, 5), não podemos compartilhá-lo com outros (Jo 7. 38, 39). Sem o Espírito Santo não existe santidade (2Ts 2.13, 1Pe 1.2) e sem santidade não há acesso ao Céu (Hb 12.14). É por isso que apagar o Espírito Santo (1Ts 5.19) ou entristecê-Lo (Ef 4.30), quando pecamos deixando de glorificar a Deus (1Co 6.19, 20), é uma ofensa gravíssima (cf Mt 12.32). Bíblia Shedd.

9-16 A unção do tabernáculo, todos os seus utensílios, assim como dos sacerdotes atendentes, marca a santificação geral e a separação da estrutura e seu pessoal. Uma descrição mais detalhada pode ser encontrada em Lev. 8. A concordância de Moisés com a ordem divina é repetidamente mencionada no presente capítulo. Andrews Study Bible.

10 e o altar se tornará santíssimo. Não porque fosse mais santo que os outros artigos do tabernáculo, todos eram "santíssimos" (Êx 30:29). Foi designado assim para que o povo constantemente se conscientizasse de sua natureza sagrada, uma vez que tinham mais contato com o altar do que com o santuário e seus artefatos. CBASD, vol. 1, p. 742.

16 Moisés fez tudo conforme o Senhor lhe havia ordenado. A obediência à ordem de Deus é um tema-chave do capítulo final do livro de Êxodo (cf. v. 19, 21, 23, 25, 27, 29, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés foi cuidadoso em obedecer às ordens de Deus nos mínimos detalhes. Note que ele não fez uma cópia aproximada da descrição divina, mas uma cópia exata. Nós deveríamos seguir o exemplo de Moisés e sermos bastante detalhistas com respeito à nossa obediência. Se Deus falou para você fazer algo, faça-o, corretamente e completamente. Life Application Study Bible NVI.

19 a tenda sobre o tabernáculoa coberta. Aqui se esclarece a distinção entre "tenda", "tabernáculo" e "coberta". A "tenda" era a cobertura de pelo de cabra e a estrutura de madeira que a sustentava. Sobre ela estava a "coberta" de peles de carneiro e de peles finas (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 742.

17-33 O cuidado físico do tabernáculo exigia uma longa lista de tarefas, cada uma importante para o trabalho da casa de Deus. Este princípio é importante para lembrar hoje, quando a casa de Deus é a igreja. Há tantas tarefas aparentemente sem importância que devem ser realizadas para a manutenção do edifício de sua igreja. Lavar pratos, pintar paredes ou retirar neve podem não parecer tarefas espirituais. Mas elas são vitais ao ministério da igreja e desempenham um importante papel em nossa adoração a Deus. Life Application Study Bible NVI.

34-38 a glória do Senhor. Com quanta ansiedade o povo deve ter se reunido para contemplar a sagrada estrutura. E enquanto observava com satisfação reverente, a coluna de nuvem flutuou de forma majestosa sobre o santuário e o envolveu. Assim Deus demonstrou aprovação por tudo que tinha sido feito. O Senhor aceitou a morada preparada para Ele, e entrou nela. Com profunda emoção o povo contemplou o sinal de que a obra se suas mãos havia sido aceita (PP, 349, 350). Agora sabiam que o próprio Deus habitava com eles e os acompanharia (Nm 9:15-23). O livro de Êxodo finaliza com uma sublime manifestação da glória e do poder de Deus. Ele termina como a história deste mundo irá terminar, com a descida da glória do Senhor para morar com a humanidade (Ap 21:3; 22:5). CBASD, vol. 1, p. 743.

A glória de Deus enche o tabernáculo do mesmo modo como aconteceu aproximadamente 500 anos mais tarde durante a inauguração do templo de Salomão(2Cr 5:13-14). A nuvem como indicação da presença divina foi primeiramente vista junto ao Mar Vermelho. Ela guiava o povo durante o dia através do ambiente ermo (e provia sombra; Ex 13:21-22; Sl 78:14; 105:39). Havia aparecido pela última vez em Êx 24, no topo do Monte Sinai. Separada pela falha de fé do povo no episódio do bezerro de ouro, a presença da glória do Senhor também marca a misericórdia e perdão divinos. O enigma da aparente ausência de Deus no primeiro capítulo de Êxodo no Egito foi finalmente resolvido: Deus esteve lá o tempo todo. Como uma fina nuvem, Ele não era ainda notadamente visível. Andrews Study Bible.

Quando Israel se desviou de Deus, Sua glória e presença se afastou do templo e ele foi destruído pelos exércitos invasores (2Rs 25). O templo foi reconstruído em 516 AC. A glória de Deus retornou com ainda maior resplendor aproximadamente cinco séculos mais tarde quando Jesus Cristo, o Filho de Deus, entrou nele e ensinou. Quando jesus foi crucificado, a glória de Deus deixou o templo. Deus não precisa mais de um edifício físico após a ressurreição de jesus dos mortos. O templo de Jesus é agora Sua igreja, o corpo dos crentes. Life Application Study Bible NVI.

Os crentes vão construindo o verdadeiro tabernáculo nos seus íntimos, à medida que se deixam ser tomados pela plenitude de Deus, que o amor de Cristo faz brotar neles, Ef 3.19. Na eternidade, esta glória divina lhes dará esplendor, na presença perpétua de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus (Ap 21.23). Bíblia Shedd.

36, 37. Às vezes, a glória da presença de Deus é um convite a prosseguir para grandiosa obras, é, ás vezes, um incentivo a permanecer paciente e fiel, embora em situação um tanto desagradável, mas obediente à Sua vontade. Bíblia Shedd.

38 em todas as suas jornadas. Não consta de nenhuma promessa que a vida nos dará tudo o que dela exigimos, mas que só a presença de Deus é que nos trará a vitória em quaisquer circunstâncias. Assim, Jesus acompanha os fiéis à medida que avançam proclamando o evangelho: "E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século" (Mt 28.18-20). Bíblia Shedd.

Os israelitas haviam sido escravos dos egípcios que faziam tijolos sem palha. Aqui eles estão, agora, seguindo a coluna de nuvem e de fogo, transportando o tabernáculo que haviam construído para Deus. Êxodo começa em melancolia e termina em glória. Isto faz um paralelo com nossa vida cristã. Começamos como escravos e terminamos nossa peregrinação vivendo para sempre com Deus. A lição que os israelitas aprenderam ao logo do caminho nós também precisamos aprender. Life Application Study Bible NVI.



Êxodo 39 by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

As vestes sacerdotais e coroa eram muito bonitas – elas serviam como um lembrete do reino de Deus que está por vir. Eram lembretes de uma promessa e aliança que Deus tinha com seu povo.

Cada pessoa que recebe a salvação de Cristo irá vestir uma roupa semelhante no céu, receberá um novo nome e terá a inscrição “Santidade ao Senhor” em sua coroa, como na coroa sacerdotal (Nosso Pai Cuida, pp 61-62). Este traje não fazia os sacerdotes terrestres superiores a qualquer outra pessoa, mas mostrava que eles tinham sido escolhidos para representar o povo diante de Deus. As pedras preciosas no éfode [estola sacerdotal] tinha os nomes de cada tribo inscrito neles.

Quando Cristo morreu, ele se tornou o definitivo Sumo Sacerdote. Os nomes daqueles que aceitam o Seu sangue estão inscritos na palma de Suas mãos enquanto Ele intercede em nosso benefício.

“Cristo conservará conSigo os nomes de todos que não consideram nenhum sacrifício demasiado alto para ser oferecido a Ele sobre o altar de fé e amor … Os nomes dos obedientes, abnegados e fiéis serão gravados nas palmas de Suas mãos … Ele intercederá por eles especialmente em Seu nome perante o Pai “. (Testemunhos para a Igreja, 3:250-251).

Agora, todas as peças do tabernáculo estão prontas e adoração a Deus se concentrará no lugar Santíssimo. Aqui os nomes daqueles que se arrependeram e aceitaram a substituição de seus pecados pelo sangue serão apresentados diante de Deus. A oração do pecador, súplica, lutas e desejos serão trazidos diante de Deus. O tabernáculo em sua totalidade era um canal entre o homem e Deus na terra. A adoração estabelecida por meio do tabernáculo era o meio de comunicação entre o homem caído e Deus e uma maneira de restaurar o que foi perdido no Jardim do Éden.

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

 

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Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/exo/39 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/39/

Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli

Texto bíblico: Êxodo 39

Comentário em áudio

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.13



Êxodo 39 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2015, 0:45
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Na Bíblia Jabez ganha apenas dois versículos e na história, vários livros se escrevem sobre ele. Contudo, quase nada se escreveu sobre Bezelel e Aoliabe, os construtores principais do complexo Santuário de Deus na Terra, suas mobílias e as roupas sacerdotais.

Neste capítulo podemos constatar a confecção…

1. Do éfode sacerdotal, com quatro cores: Púrpura, carmesim, branco e azul; com ouro nas lâminas, e uma pedra de ônix em cada ombreira com os nomes das tribos israelitas (vs.1-7);

2. Do peitoral, com doze pedras preciosas, representando cada uma das doze tribos de Israel (vs. 8-21);

3. Da indumentária/vestes, que era uma sobrepeliz da estola/éfode sacerdotal azul, para ser usada embaixo da estola. Em sua orla tinha campainhas de ouro puro e romãs (vs. 22-26);

4. Da túnica de linho fino que deveria ser a primeira parte a ser vestida (vs. 27-29);

5. Do turbante, o qual consistia de uma lâmina de ouro ligada à mitra com a inscrição: “SANTIDADE AO SENHOR” (vs. 30-31).

Os últimos versículos do capítulo falam da inspeção feita por Moisés e sua aprovação que resultou em bênção (vs. 32-43). Palmas para Bezelel e Aoliabe! Eles merecem muitos aplausos. Eles devem ser reconhecidos pela dedicação, empenho e realização.

Para o Santuário utilizou-se o melhor material com objetivo de ter exuberante beleza. Para isso, dentre os construtores, foram escolhidos os mais hábeis, os quais foram capacitados pelo Espírito Santo.

Aplicações: A obra do Senhor…

• …deve ser realizada em harmonia com as orientações do Senhor e dividir tarefas com outros filhos de Deus conforme o talento de cada um (v. 42);
• …deve ser realizada com dedicação e nunca fazer pela metade, relaxadamente ou independentemente (v. 42);
• …deve ser tão bem feita, com o melhor de nosso melhor, mas nunca se esquecer de seguir sempre as especificações dadas por Deus (v. 43);
• …quando feita com sabedoria, dependendo do Espírito Santo, com os melhores recursos e os melhores talentos não ignora a inspeção dos melhores líderes espirituais (v. 43).
• …quando feita com capricho, resulta em bênçãos para todos (v. 43).

Com Bezelel e Aoliabe aprendamos preciosas lições, principalmente a fazer o melhor para Deus, tudo conforme Suas orientações!

Com Bezelel e Aoliabe aprendamos a ser responsáveis na obra de Deus independente de reconhecimento! – Heber Toth Armí.



Êxodo 39 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2015, 0:30
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1 como o Senhor ordenara. Esta expressão se repete sete vezes neste trecho que descreve os atavios sacerdotais (1-31). É para enfatizar que nenhum sacerdote pode vocacionar-se a si mesmo, mas tem de ser chamado por Deus (Hb 5.4-6, onde se vê que o próprio Jesus não arrogou o privilégio a Si mesmo). Bíblia Shedd.

3 de ouro batido. Pela primeira vez explica-se o método pelo qual o fio de ouro era preparado para o bordado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 740.

14 As pedras eram conforme os nomes dos filhos de Israel. A beleza e preciosidade dessas pedras, com os nomes do povo de Deus nela gravados, representavam a glória para a qual Israel deveria ser transformado, como possessão exclusiva de Deus (19.5). De uma forma semelhante os nomes dos doze apóstolos, representando a Igreja de Cristo, estão gravados nas doze pedras preciosas que são os fundamentos da Nova Jerusalém (Ap 21.14-20). Bíblia Shedd.

24 romãs (heb rimmon). Fruta muito apreciada desde os tempos mais remotos. Várias cidades da Palestina tinham esse nome, por exemplo: Rimon (Js 15.32); Gate-rimon (Js 19.45) e En-rimon (Ne 11.29). Do suco da romã se fazia um refresco saboroso, das sementes um xarope e das flores um remédio adstringente. Romãs ornamentais decoraram também os capitéis das colunas do Templo de Salomão (1Rs 7.20) e o siclo de prata [moeda] que circulava em Jerusalém no segundo século a.C. Bíblia Shedd.

28 mitra. Baseado em Is 22.8 (onde no heb temos a forma verbal), pode-se deduzir que era um turbante enrolado em cima da cabeça. Sobre ela se colocará a "lâmina de ouro", uma espécie de diadema, "coroa sagrada" (30). Foi este último artigo que tinha o significado especial, segundo 28.38 "…para que Arão leve a iniquidade…"; isto é, o sumo sacerdote simbolicamente levava o pecado do povo, como seu representante. Bíblia Shedd.

30 santidade ao Senhor. Quando a coroa real se acrescenta às vestes sacerdotais, há o reconhecimento da intenção divina de fazer de Israel uma nação teocrática, governada soberanamente por Deus, através dos Seus servos escolhidos. Bíblia Shedd.

32 foi encerrada toda a obra do tabernáculo. Relembra as palavras finais da narrativa da criação (v. Gn 2.1-3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cada pequeno detalhe do tabernáculo estava pronto. O Criador do universo estava interessado mesmo nas pequenas coisas. Mateus 10.30 diz que Deus conhece o número de cabelos de nossas cabeças. Isso mostra que Deus se interessa muito por você. Não tenha medo de falar com Ele a respeito de suas preocupações – não importa quão pequenas ou insignificantes elas pareçam. Life Application Study Bible.

Visto que os israelitas não chegaram ao monte Sinai antes do terceiro mês (Êx 19:1) e que Moisés esteve com Deus por cerca de três meses (24:18; 34:28), a construção do tabernáculo começou por volta do sexto ou sétimo mês e foi completada antes do final do ano (Êx 40:2; PP, 349). A construção durou, então, seis meses. A rapidez com que a obra foi completada indica a consagração, habilidade e cooperação fraternal da parte de todos os envolvidos no projeto e as bênçãos de Deus sobre seus esforços. CBASD, vol. 1, p. 740.

33 trouxeram a Moisés. Os componentes finalizados foram trazidos a Moisés para inspeção. Moisés tinha recebido as instruções do Senhor (caps. 25 – 31) e só Moisés podia determinar a precisão do que havia sido feito. Bíblia Shedd.

Em qualquer posição de responsabilidade na qual você se encontre, acompanhe de perto se as tarefas foram completadas como desejado e mostre sua apreciação às pessoas que ajudaram. Life Application Study Bible.

42 segundo o Senhor ordenara a Moisés. A obra de fazer o Tabernáculo era o resultado da revelação (25.40) e da inspiração divina (31.3). Esses dois aspectos atuam na obra de Cristo na formação do templo (que é a Sua Igreja)… (1Pe 2.5; 1Co 6.19-20). Não se pode compreender esta obra tão sublime sem a revelação de Deus registrada nas sagradas Escrituras e aplicada ao nosso entendimento por obra do Espírito Santo. Depois de recebermos a revelação que nos esclarece a vontade de Deus, carecemos encher-nos do Espírito para pô-la em prática, e vivermos a mensagem de Deus, o que nos torna à Sua imagem revelada em Jesus Cristo (Cl 3.10). Bíblia Shedd.

43 A linguagem que aqui se emprega é semelhante à descrição da criação do mundo (Gn 1.31 e 2.3). Sugere que a obra sacerdotal de Cristo, simbolizada pelos vários objetos do Tabernáculo, tem a finalidade de fazer dos homens novas criaturas (2Co 5.17). Bíblia Shedd.



Êxodo 38 by Jeferson Quimelli
7 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Neste capítulo, o escritor bíblico expande sua descrição sobre os móveis e as cortinas do átrio exterior. A primeira peça de mobiliário que se poderia ver neste espaço aberto seria o altar do holocausto [carnes totalmente queimadas]. Em seguida, o lavatório, em um dos lados. A cortina tecida de fios azul, púrpura e escarlate com linho torcido cercaria toda a corte exterior. O israelita comum só veria esses móveis exteriores, porque os sacerdotes eram os únicos autorizados a entrar nos lugares Santo e Santíssimo. Este mobiliário era especial, pois estava coberto de bronze reluzente. Porém, a beleza aqui não era somente estética. Em vez disso, o que acontecia no altar produzia um aperto no coração.

O tabernáculo foi projetado por Deus para a adoração. À luz disto, podemos aprender como enfocar corretamente a adoração hoje. A adoração para os antigos israelitas visava levá-los a refletir sobre o efeito de seus pecados e trazê-los ao arrependimento. Os sacrifícios, os rituais de sangue, o cheiro de carne queimada, tudo era profundamente emocional. O altar deveria ser uma lembrança dolorosa dos efeitos destrutivos do pecado e um lugar onde os pecadores poderiam ser restaurados através do sacrifício substitutivo.

A verdadeira conversão e transformação ainda começa com o arrependimento e uma compreensão de quem somos diante de Deus. Há temor e alegria – mas alegria profunda, não sentimentalismo superficial. Celebrar através do bater das mãos, dançar e regozijar-se, neste contexto, parece uma contradição. Um profundo exame de consciência enquanto nos aproximamos de Deus seria a atitude mais coerente com o modelo de adoração do santuário. A Igreja Adventista do Sétimo Dia é única em sua compreensão da mensagem do santuário e isso a diferencia na sua abordagem sobre o culto.

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

 

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Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/exo/38 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/38/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 38
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.13



Êxodo 38 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
7 de outubro de 2015, 0:45
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Já vi filme e livros de vários personagens bíblicos, como Moisés, Josué, Sansão, Noé, Abraão, Hagar, Rute, mas nunca vi nenhum livro ou filme de Bezalel.

Como alguém que fez tanto pode ser tão ignorado? O que ele fez foi muito mais importante do que Oscar Niemeyer fez. “Bezalel, filho de Uri, neto de Hur, da tribo de Judá, fez tudo o que o Senhor tinha ordenado a Moisés” (v. 22).

Por fazer tudo o que o Senhor ordenou a Moisés Bezalel deveria ser reconhecido, você não acha? Desde o capítulo 31 o texto descreve Bezalel e sua dedicação na realização da obra de Deus, a construção do Santuário no deserto. Oito vezes o verbo fazer está vinculado a ele neste capítulo.

Seu nome significa “à sombra de Deus”. Ele foi cheio do Espírito Santo para preparar o lugar mais santo da Terra, a casa de Deus. Ele “foi o principal artesão e artista do tabernáculo e sua mobília” (Siegfried H. Horn).

“Com ele estava Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, artesão e projetista, e também bordador em linho fino e de fios de tecido azul, roxo e vermelho” (v. 23). Bezalel e Aoliabe, essa dupla desconhecida, ficou especialmente responsável pela construção do sistema de adoração que apresentaria a mensagem de salvação a Israel e ao mundo por muitos anos.

Que responsabilidade! Com dedicação e esmero realizaram conforme Deus pediu, mas são desconhecidos. Assim, quando você fizer algo grande para Deus e não for reconhecido, saiba que Deus prepara a cada nascer do sol uma bela obra e a maioria de sua plateia ainda dorme. Lembre-se também destes dois homens que dedicaram a vida para fazer o único imóvel sob a orientação de Deus, e mesmo tendo caprichado, foram esquecidos.

Aqui neste capítulo temos a…

1. Construção do altar principal (vs. 1-7);
2. Construção da pia de bronze e sua base (v. 8);
3. Construção do Átrio (vs. 9-20);
4. Materiais usados na construção e na mobília do tabernáculo (vs. 21-31).

Era tão bem feita cada parte do tabernáculo que, “qualquer contato com a habitação de Deus causaria uma profunda impressão positiva, devido a sua beleza”, destaca Lawrence O. Richards.

Por mais que não sejamos reconhecidos, caprichemos naquilo que fazemos para Deus! – Heber Toth Armí.



Êxodo 38 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
7 de outubro de 2015, 0:30
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bronze … espelhos. Espelhos de vidro eram desconhecidos na antiguidade, mas o bronze altamente polido dava uma imagem refletida adequada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não foram mencionados antes. Eram de bronze polido e tinham forma oval. Estes espelhos eram usados pelas mulheres do Egito, como em grande parte do Oriente, desde tempos remotos. Visto que Moisés parece não ter ordenado que se dessem estes espelhos, as mulheres devem tê-los oferecido com espírito de consagrada abnegação. Sem dúvida, eram de grande valor e a dedicação deles a Deus foi, portanto, um exemplo de devoção (ver Mt 26:6-13). Essas mulheres piedosas estimavam mais o adorno do espírito do que o da aparência exterior (1Pe 3:1-5). Sua dádiva testificou que amavam mais a Deus do que a si mesmas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 738.

A entrega dos espelhos, feitos de cobre polido, era uma demonstração de um interesse mais sublime do que o pela aparência exterior (cf 1Pe 3.3 com Is 3.16-24). Bíblia Shedd.

cem côvados. O átrio tinha as seguintes medidas: 46 metros de comprimento e 23 de largura. A entrada se voltava para a direção leste, e, consequentemente, os lados norte e sul formavam seu comprimento. Bíblia Shedd.

21 enumeração das coisas. Aqui temos um tipo de relatório contábil, registrando como foram empregados os recursos de mão de obra e de ofertas para a construção do Tabernáculo. Assim também temos de dar conta do bom uso dos talentos que Cristo nos concede (Mt 25.14-30). Tanto as riquezas recebidas dos egípcios como a habilidade recebida da inspiração direta de Deus, tinham sua finalidade para erguer uma casa de adoração. Bíblia Shedd.

Itamar. Na construção do tabernáculo, Moisés estabeleceu os passos a seguir, mas Itamar supervisionou o projeto. Todos temos diferentes talentos e habilidades. Deus não pediu a Moisés para construir ele mesmo o tabernáculo, mas para que ele motivasse especialistas para que o fizessem. Olhe para áreas onde Deus lhe concedeu dons e então busque oportunidades para permitir que Deus use seus dons. Life Application Study Bible.

24 todo o ouro. “Todo o ouro” pesaria pouco mais de uma tonelada. Isso seria um cubo de ouro de 37,25 cm de lado. O ouro abundante no Egito, era importando da Etiópia. CBASD, vol. 1, p. 738.

talentos. Valiam 30 quilos cada um. siclo. Um talento tinha 3.000 ciclos, o que quer dizer que o siclo do santuário pesava cerca de 10 gramas. Bíblia Shedd.

25 a prata. O peso da prata seria de 3 toneladas e 440 kg. CBASD, vol. 1, p. 738.

O ouro provinha de ofertas voluntárias do povo (35.20-29), mas a prata resultava do imposto de recenseamento de cada israelita (30.11-16), resgate que cada um dava ao ser contado. Bíblia Shedd.

26 beca. Moeda de 5 gramas de prata e valor de meio siclo. Os arrolados, de vinte anos de idade para cima, eram 603.550, que dariam 301.775 siclos de prata, ou seja, 100 talentos e 1.775 siclos, que é o total dado no v. 25. Não houve sonegação! Bíblia Shedd.

27 Nenhum siclo dessa oferta sagrada para as coisas de Deus restava depois de completar o Tabernáculo (28). Bíblia Shedd.

29 o bronze, na verdade, era cobre. Era muito menos bronze do que o ouro ou a prata, embora esse metal tivesse menos valor. Isto se explica pelo fato de que outros metais representavam a riqueza portátil, enquanto quase não valia a pena carregar o bronze (cobre). Os utensílios de comer eram de madeira ou barro, e raramente de cobre. Bíblia Shedd.

O peso seria de 2 toneladas e 420 kg. A isso deve ser acrescentado o valor das pedras preciosas, das especiarias, da madeira, dos tecidos, das peles de animais. Isso demonstra a generosidade do povo (ver Sl 105:37). Quando os hebreus deixaram o Egito, pediram tesouros e objetos de valor aos egípcios (ver com de Êx 3:22; 12:35, 36). Sem dúvida também tinham acabado de adquirir muitas riquezas da derrota sobre os amalequitas (Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 738.