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1877 palavras
Este capítulo é o clímax da primeira seção do Livro, os 16 capítulos que apresentam o caminho de acesso a Deus, do qual este ritual é o mais solene e eficaz, realizado uma vez ao ano, pelo qual o sumo sacerdote entrava no santuário para fazer expiação pelo povo. Bíblia Shedd.
O Dia da Expiação [Yom Kippur], em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita, era o dia mais santo do calendário do Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.
Ver 23.26-32; 25.9; Êx 30.10; Nm 29.7-11; Hb 9.7. A ordem do dia para o Dia da Expiação era a seguinte:
- O sumo sacerdote ia até a bacia no pátio, retirava suas vestes regulares, lavava-se (v. 4) e entrava no Lugar Santo para vestir as roupas especiais para o Dia da Expiação (v. 4).
- Saía para sacrificar o novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes (v. 11).
- Entrava no Lugas Santíssimo com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto (v. 12,13). O incenso era colocado sobre as brasas vivas, e a fumaça do incenso ocultava a arca à vista.
- Aspergia parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca e diante dela (v. 14).
- Saía para fora do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deles devia ser sacrificado e qual deles devia ser o bode emissário [para Azazel] (v. 7, 8).
- Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote sacrificava o bode para a oferta pelo pecado do povo e, pela segunda vez, entrava no Lugar Santíssimo, desta vez para a aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca e sobre ela (v. 5, 9, 15, 16a).
- Voltava ao Lugar Santo (chamado “Tenda do Encontro” no v. 16) e aspergia ali o sangue do bode (v. 16b).
- Saía até o altar do holocausto e o aspergia (v. 18) com o sangue do novilho (a favor dele mesmo, v. 11) e do bode (a favor do povo, v. 15).
- Enquanto estava no pátio, punha as duas mãos no segundo bode, simbolizando, assim, a transferência a este do pecado de Israel, e o mandava embora ao deserto (v. 20-22).
- O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a sua tarefa, lavava a si mesmo e suas roupas fora do acampamento (v. 26) antes de voltar a ficar entre o povo.
- O sumo sacerdote entrava no Lugar Santo para tirar as vestes especiais (v. 23).
- Saía até a bacia para lavar-se e vestir suas vestes sacerdotais regulares (v. 24).
- Para o sacrifício final, saía até o grande altar e oferecia um carneiro (v. 3) como holocausto a favor de si mesmo e outro carneiro (v. 5) a favor do povo (v. 24).
- A conclusão do dia inteiro era a remoção dos sacrifícios que representavam as ofertas pelo pecado a um lugar fora do arraial, e ali o homem que cumpria esse ritual banhava-se e lavava as suas roupas (v 27, 28) antes de voltar a ficar entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-25 De acordo com o Talmude, o sumo sacerdote passava a semana precedente ao Dia da Expiação em um quarto reservado para ele nos aposentos destinados aos sacerdotes, envolvido em meditação e oração e revisando cuidadosamente o ritual do dia. Ele podia pensar somente no significado do serviço que estava prestes a desempenhar. CBASD, vol.1, p. 839.
Arão tinha que passar horas se preparando para se encontrar com Deus. Mas nós podemos nos aproximar de Deus a qualquer momento (Hb 4:16). Que privilegio! Nos é oferecido acesso a Deus mais fácil do que o do sumo sacerdote dos tempos do Antigo Testamento! Ainda assim, não devemos nunca esquecer de que Deus é santo e de que este privilégio deve nos fazer nos aproximar de Deus com muito cuidado e respeito. O caminho para Deus foi-nos aberto através de Cristo. Mas fácil acesso a Deus não elimina nossa necessidade de preparar nossos corações ao nos aproximarmos em oração. Life Application Study Bible.
1 Falou o SENHOR a Moisés. Embora Arão fosse o escolhido como sumo sacerdote, Deus mantinha Moisés como líder e, através dele, dava instruções a Arão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 835.
2 que não entre… para que não morra. Isso foi logo após a morte dos dois filhos de Arão, registrada no capítulo 10. Embora ainda houvesse alguns meses até o Dia da Expiação, Deus instruiu Arão em relação a isso, para que se familiarizasse com o ritual. CBASD, vol. 1, p. 835.
dentro do véu. O véu em questão aqui é o … que ficava diante do propiciatório (Êx 26:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 835.
propiciatório (ARA; NVI: “tampa da arca”). V Êx 25.17 e nota. O sangue aspergido na tampa da arca fazia expiação a favor de Israel no Dia da Expiação (v. 15-17). Na Septuaginta (versão do AT em grego) a palavra traduzida por “tampa da arca” é a mesma aplicada a Cristo e traduzida por “sacrifício para propiciação” em Rm 3.25. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O propiciatório, heb kapporeth, lit “cobertura”. A tradução grega [Septuaginta, LXX] o chama de hilasterion, “propiciação”, a mesma palavra usada para descrever o Senhor Jesus Cristo em Rm 3.25. … Era a tampa da arca, e o lugar da expiação. Bíblia Shedd.
Lit “tampa da expiação” (Êx 25.17, nota). Essa tampa de ouro puro servia para tampar a arca e como base para os dois querubins [em heb, cherubim, plural de cherub] de ouro. A presença divina aparecia acima da tampa da arca (Êx 25.22; Sl 99.1). Arão salpicava o propiciatório com sangue no Dia da Expiação. Simbolicamente, Deus revelou o evangelho através dessa cobertura da arca. A arca continha as duas tábuas de pedra da lei, inscritas pelo dedo do próprio Deus, representando a eterna lei moral de Deus (Dt 10.1-5). Visto que todos os seres humanos violam a lei, a justiça de Deus requer a morte deles (Ez 18.20; Rm 6.23). Mas Deus providenciou um meio de expiação para o Seu povo escolhido e para a reconciliação com Ele – o sangue da expiação sobre a tampa da arca. Essa tampa recoberta com sangue era o ponto de encontro entre o santo Deus com o Seu povo pecador. Simbolizava o santuário celeste que Cristo entrou com o Seu próprio sangue (Hb 9.12), sangue eficaz para a expiação de todos os pecados do Seu povo, no passado, no presente e no futuro (Rm 3.21-26; Hb 9.15). Bíblia de Genebra.
3 Arão tinha de oferecer um touro como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto [oferta totalmente queimada] por si mesmo e pela sua família antes de oferecer um bode pelo povo (v. 5). Em contraste, Jesus Cristo, o mediador da nova aliança, não tinha pecado e, por conseguinte, ofereceu sacrifício unicamente pelo povo. Bíblia de Genebra.
5 dois bodes como oferta pelo pecado. Um era a oferta usual pelo pecado (v. notas em 4.3, 5) e o outro era um bode emissário. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os dois bodes representavam os dois modos pelos quais Deus estava tratando com os pecados dos israelitas: (1) Ele estava perdoando os pecados deles através do primeiro bode, que era sacrificado, e (2) Ele estava removendo a culpa deles através do segundo bode, que era enviado ao deserto. Life Application Study Bible.
6 expiação (ARA; NVI: “propiciação”). Heb kippêr, “encobrir”. Um sacrifício expiatório cobre a transgressão, para nunca ser considerada e, portanto, punida. Este foi feito por Cristo de maneira eficaz, quando sacrificou em prol dos pecadores a Sua própria vida imaculada, de perfeita obediência a Deus, pagando assim uma penalidade que encobre os pecados dos que creem. O justo sofreu vicariamente [substitutivamente] pelo injusto, 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24. … O efeito desta obra de Cristo é a retidão e a vida eterna para os que a aceitam pela fé, Ef 2.8-10. No dia da expiação, os homens tomavam parte numa cerimônia que prenunciava a morte de Cristo; o sangue dos animais não removia o pecado (Hb 10.4), mas sim, a obra de Cristo, da qual era símbolo, é que o removia. Bíblia Shedd.
8 bode emissário (ARA; NVI: “para Azazel”). Heb ‘azazel, … esta cerimônia indicava que a culpa estava sendo simbolicamente afastada da terra e do povo. Bíblia Shedd.
Hebraico “pertencente a Azazel”, do mesmo modo como o outro bode pertencia ao Senhor. … Não sabemos o que o nome “Azazel”significa. “Emissário” é uma tradução proposta do hebraico”Azazel”. Andrews Study Bible.
Alguns teólogos acham que ambos os bodes são símbolos de Cristo e representam as duas fases de Seu trabalho expiatório. Não são poucos, no entanto, que creem que eles representam duas forças opostas, uma força pelo Senhor e a outra para Satanás. A maioria das versões deixa a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel, sem traduzir, já que não há unanimidade em relação ao significado. Alguns estudiosos defendem, com os judeus, que Azazel denota um espírito pessoal, sobrenatural e pérfido; … Como um bode é para o Senhor, um ser pessoal, o outro bode também deve ser para um ser pessoal; e como ambos são, evidentemente, antitéticos [antagônicos, opostos], o ponto de vista mais consistente é que Azazel se opõe ao Senhor, e, portanto, só pode ser Satanás. … O sangue do bode do Senhor purificava (v. 15, 16); o do bode emissário contaminava (. 26). O contraste entre os dois bodes é total (ver 20, 21). CBASD, vol. 1, p. 839.
13 A fumaça do incenso cobria a arca da maneira tal que o sumo sacerdote não pudesse ver a gloriosa presença de Deus (v. 2) e viesse a morrer por causa disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 O ato de o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos era uma prefiguração da entrada de Cristo nos céus, depois de Sua morte e ressurreição, Hb 9.11-12. Bíblia Shedd.
16 pelo santuário (ARA; NVI: “pelo Lugar Santíssimo”). O objeto do sacrifício ritual não era somente o povo de Israel, mas o próprio santuário, que tinha sido contaminado pelos pecados do povo. O santuário terrestre era uma representação do santuário celeste (Hb 9.23-24). Bíblia de Genebra.
Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). Aqui e nos vs. 17, 20, 33 o termo significa o Lugar Santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29, 31 se humilharão (NVI; ARA: “afligireis a vossa alma”). V. nota textual NVI [“Ou jejuarão“]. A expressão veio a ser aplicada ao jejum (Sl 35.13). O Dia da Expiação era o único dia regular de jejum estipulado no AT (v. 23.27, 29, 32 e nota Textual NVI), embora a tradição tenha posteriormente acrescentado outros dias de jejum ao calendário judaico (v. Zc 7.5; 8.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 perpétuo. Foi observado até ao Cativeiro na Babilônia (587 a.C.), e recomeçado depois da restauração (538 a.C.), até a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. … O permanecer na Terra Prometida dependia da Aliança condicional baseada na obediência e na fidelidade dos israelitas para com seu Deus. Bíblia Shedd.
sétimo mês. Tisri, o sétimo mês, começa com a Festa das Trombetas (v. nota em 23.24). O Dia da Expiação [interpretado pela IASD como tipo da purificação do santuário celeste, em 1844, e que deu início ao juízo investigativo] segue-se no décimo dia, e no décimo quinto dia começa a Festa das Cabanas (v. 23.23-26) [interpretado pela IASD como tipo da Volta de Cristo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 puros de todos os seus pecados. No dia da Expiação, o israelita arrependido recebia a certeza do perdão dos seus pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 uma vez por ano. Em contraste, Jesus Cristo ofereceu o sacrifício final e completo pelo pecado (Hb 9.23-28). Bíblia de Genebra.
Hb 9.11 – 10.14 ressalta repetidas vezes esse contraste com o sacrifício de Cristo, “uma vez por todas”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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Importante:
Amanhã, domingo, leremos Levítico 16, que trata do Dia da Expiação – Yom Kippur – , o centro da Torah (Pentateuco).
Não perca!
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Comentário devocional:
Levítico 15 fornece instruções sobre impurezas causadas por secreções genitais:
secreções masculinas anormais (versículos 2-15)
….secreções masculinas normais (versos 16-17)
……..secreções normais femininas com masculinas (versículo 18)
….secreções femininas normais (versos 19-24)
secreções femininas anormais (versos 25-30, compare Lc 8:43-48)
[Note a estrutura simétrica, ou “quiástica”, onde os extremos se relacionam]
Em Levítico 18:19 e 20:18, a proibição de relações sexuais com uma mulher menstruada está incluída entre as leis morais permanentes (Ez 18:6). O pecado deliberado de incorrer nesta proibição resultava na pena divina de “ser cortado” [excluído] (Lv 20:18), sem remédio ritual disponível. A impureza temporária mencionada em Levítico 15:24 era a resultante de um eventualidade quando o período de menstruação de uma mulher começava sem ela o saber.
Algumas impurezas do sexo masculino e feminino aconteciam de forma não intencional e algumas impurezas graves requeriam sacrifícios expiatórios para purificação.
Estes fatos foram mal interpretados por muitos cristãos, ao considerarem que os seres humanos pecam também automaticamente [de forma não intencional]. Mas eles não entenderam a diferença entre pecados e impurezas físicas. Atos de pecado são atos [conscientes], e, portanto, não são automáticos. Eles envolvem escolha (Tg 4:17), mesmo que a pessoa não perceba no momento que sua escolha é a errada (Lv 4). Permaneceremos em nosso estado de pecado até que nossos corpos sejam transformados pela Segunda Vinda de Cristo (1 Co 15:51-54), mas Deus é poderoso para guardar-nos de atos de pecado (Judas 24).
Roy Gane
Andrews University
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/15 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/15 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/15/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 15
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.14
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LEVÍTICO 15 – O que precisamos para viver mais e melhor? Quando Deus nos diz não, deveríamos agradecê-Lo. Um “não” de Deus é muito melhor que muito “sim” nosso. Nosso melhor pode não ser bom, mas o melhor de Deus é melhor que o nosso mais nobre melhor.
Este capítulo inspirado revela o quanto Deus está preocupado com a felicidade, bem-estar e saúde de Seu povo. Deus pensa em tudo, até em coisas que jamais pensamos que Ele pensa: Isso sim que é cuidado não exagerado, mas sob medida.
Deus se preocupa com aquilo que contamina o homem e a mulher. São procedimentos higiênicos que lá no deserto, o povo de Israel sob a liderança de Moisés, evitaria doenças e epidemias.
O corpo do filho de Deus é o templo do Espírito Santo, portanto, ele deve ser mantido puro e santo. Portanto,
1. Cuidado com as impurezas masculinas (vs. 1-18)
2. Cuidado com as impurezas femininas (vs. 19-33).
“A natureza humana é desesperadoramente contaminada e contaminadora. Este livro sustenta um espelho fiel contra a humanidade orgulhosa e não deixa à ‘carne’ nada de que se gloriar diante de um Deus santo”, declara Merril F. Unger.
Após dizer isso, Unger comenta: “As secreções corporais mencionadas, tanto voluntárias como involuntárias, tanto normais quanto patológicas, evidenciam o pecado profundamente arraigado na natureza humana e a maldição sobre ele, revelando a necessidade de uma purificação contínua com água (a Palavra) tendo por base o sangue derramado”.
Além da Palavra, a água purificadora pode ser o Cristo (Messias) apontado pelas profecias que veio a este mundo imundo para purificar quem O aceitar. Note o caso da mulher hemorrágica e a mulher samaritana (Marcos 5:24-34; João 4:1-26).
Estamos contaminados pelo pecado, tudo o que fazemos está maculado. Contudo, qualquer pessoa que Deus identifica como imundo neste mundo deve tratar-se da forma em que foi revelada neste capítulo. Seguir as regulamentações divinas evita ou limpa aqueles que vivem neste planeta.
O sangue aponta para o sacrifício de Cristo. Sem ele não haveria meio de purificar-se. Nossa vida para ser santa precisa estar ligada a Cristo até que nossos atos reflitam o Seu caráter. Ele tomou o nosso lugar na cruz para nos purificar, pois até as coisas naturais podem nos contaminar.
Reflita! – Heber Toth Armi.
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Este capítulo aborda a impureza causada pelas emissões dos órgãos sexuais: (a) emissão masculina de longo prazo (p. ex., gonorreia: vs. 2-15); (b) emissão masculina de curto prazo (vs. 16-18); (c) emissão feminina de curto prazo (menstruação, vs. 19-24); (d) emissão feminina de longo prazo (vs. 25-30). É surpreendente que processos perfeitamente naturais como o contato sexual (v. 18) ou a menstruação pudessem tornar alguém imundo (isto é, incapaz de adorar). Mas todos esses casos envolvem a perda de fluidos do corpo (sangue ou sêmen), e qualquer perda de “fluidos da vida” sugere a morte e é incompatível com a presença de Deus, que é vida perfeita. O Novo Testamento nos mostra Deus, o doador da vida perfeita, encarnado em Jesus Cristo, curando os que sofriam a exclusão da sua presença por causa dessas regras do Antigo Testamento (Mt 9.20-22). O programa divino da redenção foi historicamente progressivo. Bíblia de Genebra.
1-3 Certos fluxos do corpo eram normais, mas causavam impureza cerimonial. Outros fluxos eram anormais e indicavam doenças. As doenças venéreas eram usualmente transmitidas através de relações sexuais promíscuas, sendo, pois, claramente associadas ao pecado. Bíblia Shedd.
2 fluxo. [Aqui] se refere a alguma impureza que a Septuaginta traduz “gonorréia”, doença conhecida desde a antiguidade mais remota, sendo tão antiga como o pecado que a produz. Bíblia Shedd.
3 se o seu corpo vaza o fluxo ou o estanca (ARA; NVI: “quer continue ou fique retido”). O homem continuava a constar como imundo até que, fisicamente curado, era também cerimonialmente purificado, 13-15. Bíblia Shedd.
4-12 Regulamentava-se o isolamento completo para essas pessoas doentes. Bíblia Shedd.
4 cama. Algo semelhante a uma esteira (cf 2Sm 11.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 cuspir sobre alguém era um costume oriental que demonstrava desprezo, expressando um insulto (Nm 12.14; Dt 25.9; Jó 30.10; Is 50.6; Mt 26.67). até a tarde. Isto significava a imundície cerimonial até o poente, que era o fim do dia israelita. Durante esse tempo de imundície, a pessoa não podia oferecer sacrifício algum. Bíblia Shedd.
9 sela. Heb, merkabh, lit “algo para sentar-se”, traduzido “carro” em 1 Rs 4.26, e “assento” em Ct 3.10. Bíblia Shedd.
12 vaso de barro. Estes vasos porosos retinham a sujeira e deixavam os germes se desenvolverem; haveria muito mais facilidade em lavar e purificar os vasos de madeira e de metal, cf 6.28. Bíblia Shedd.
13 águas correntes. Excelente profilaxia contra as bactérias. Bíblia Shedd.
16 Quando de um homem sair o sêmen. Emissão noturna (comparar com Dt 23:10-11)
banhará todo o seu corpo. A atividade sexual normal e a menstruação da mulher não exigiam nenhum sacrifício, mas somente a lavagem e um período mínimo de impureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 pele (ARA; NVI: “couro”). Estas peles cabeludas eram os assentos e colchões do povo. Bíblia Shedd.
18 e tiver emissão do sêmen (ARA). NVI: “e lhe sair o sêmen”.
Este verso não quer dizer que o sexo é algo sujo ou repugnante. Deus criou o sexo para o prazer de marido e mulher assim como para a continuidade da raça e continuidade da aliança. Tudo deve ser visto e feito tendo em vista o amor e controle de Deus. O sexo não está separado da espiritualidade e do cuidado de Deus. Deus se interessa pelos seus hábitos sexuais. Nós tendemos a separar nossa vida física da espiritual, mas existe uma inseparável ligação entre elas. Deus deve ser o Senhor da nossa vida completa – incluindo nossa vida privada. Life Application Study Bible.
A impureza ritual das relações sexuais não implica que o sexo é algo mau ou “sujo” (ver Cantares de Salomão). Mas, desde a queda no pecado (Gn 3), a reprodução humana cria nova vida que eventualmente irá morrer. Andrews Study Bible.
19 sete dias. V 12.2. Esse regulamento forma os antecedentes históricos de 2Sm 11.4 (Bate-Seba). Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 No caso de o período menstrual da mulher começar durante a relação sexual. A situação é diferente de 18.19 e 20.18. menstruação. Durante a menstruação [período geralmente de grande desconforto], a mulher era protegida contra a atividade sexual. Nenhuma oferta era exigida por causa da impureza contraída por um homem dessa maneira, mas a impureza durava sete dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25-27. Os hebreus tinham sido abençoados com uma revelação particular e específica de Deus, e por isso mesmo, somente a Ele podiam prestar culto. A impureza moral separa o adorador do seu Deus. A impureza física, sem ser estritamente pecado, certamente não podia ser classificada como santidade e, além disso, sugere o pecado. Nunca se deve esquecer do fato de estarmos adorando o Deus da santidade; era esta a razão de ser destes sacrifícios de purificação. Bíblia Shedd.
25 fluxo de sangue por muitos dias. Como, e.g., a mulher em Mt 9.20. além desse período. O fluxo anormal, possivelmente provocado por doença, era tratado como enfermidade e exigia uma oferta quando a mulher sarava (v. 28-30; cf. v.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
todos os dias do fluxo (ARA). NVI: “enquanto durar o corrimento”.
26 toda coisa sobre que se assentar será imunda, conforme a impureza da sua menstruação (ARA). NVI: “tudo sobre o que ela se sentar estará impuro, como durante a sua menstruação”.
30 o sacerdote oferecerá (ARA). NVI: “o sacerdote sacrificará”.
31 separeis os filhos de Israel das suas impurezas (ARA; NVI: “Mantenham os israelitas separados das coisas que os tornam impuros”). Palavras dirigidas aos sacerdotes, ressaltando a importância dos regulamentos. Como Deus habitava no tabernáculo, qualquer falta de santidade, simbolizada pelos fluxos no cap. 15, podia resultar na morte se as pessoas comparecessem na presença divina. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Quem quer que se aventurasse a ir ao tabernáculo quando estivesse contaminado poderia contaminar também o santuário, apesar de, em muitos casos, a imundícia [impureza] ser involuntária e não requerer sacrifício. Essas normas indicam o interesse de Deus na saúde pessoal e na limpeza, ao mesmo tempo em que enfatizam a pureza das coisas sagradas. A impureza cerimonial era um símbolo da impureza moral. nas leis levíticas, a diferença entre o pecado real e a impureza é claramente distinta. Deus odeia o pecado. Ele conhece seu princípio e sabe qual é sua natureza. Ele também abomina toda espécie de impureza, embora nem todas possam ser consideradas como pecado. Deus faz diferença entre pecado e impureza e não classifica como transgressão moral o que é simplesmente imundícia [impureza]. Contudo, nem por isso Ele deixa de mostrar aos seres humanos que aborrece todo tipo de contaminação. Não se deve passar por alto essa lição. Deus exige santidade e pureza, modéstia e humildade. Ele orienta que Seus filhos nada façam para embotar os sentidos de modo a não ouvir claramente a Sua voz. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 833, 834.
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Comentário devocional:
Uma pessoa somente poderia receber purificação ritual depois que a origem de sua impureza física tivesse cessado. A purificação ritual não curava (exceto no caso milagroso de Naamã (2Rs 5), mas apontava para a maior cura – a vida imortal, quando os seres humanos novamente desfrutarão de pleno acesso à santa presença de Deus. A purificação que se seguia à doença de pele enfatizava a gravidade da condição, envolvendo um processo demorado, com várias etapas, para restaurar o acesso à vida normal em casa e dentro da comunidade. Após cada etapa, a pessoa era declarada “pura”, ou seja, pura o suficiente para aquele momento do processo.
Nossa restauração à pureza de coração que nos permite ver a Deus (Mt 5:8) é também um processo, e exige a “oferta pela culpa” (Is 53:10 apresenta a mesma palavra em hebraico) de Cristo. O Senhor nos permite vivenciar vários estágios no processo (Mc 8:23-25), para que possamos compreender a grandeza de Sua obra, através da qual Ele nos limpa com Seu sangue e água (Jo 19:34; 1Jo 5:8; e “com hissopo”, Sl 51:7; Lv 14:4-7) da “lepra” mortal do pecado.
Roy Gane
Andrews University
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Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/lev/14
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 14
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.14
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LEVÍTICO 14 – A sensação de limpeza é agradável seja após um banho ou uma casa após ser lavada. Lembro-me de quando era criança, ajudando na limpeza da casa para o final de semana, quando no pôr-do-sol de sexta-feira já estava tudo limpinho, cheiroso, tomado banho… que satisfação!
A sensação de estar purificado da lepra devia ser bem mais prazerosa que a de uma casa limpa ou a leveza após um banho tomado. Mas, muito além destas sensações é a alegria e paz que inundam o coração de quem foi perdoado e purificado do pecado e restaurado/transformado por Deus.
Este capítulo trata da purificação da lepra, um símbolo do pecado. Nele encontramos os seguintes pontos:
1. O ritual para a limpeza da lepra era complexo. Requeria duas aves: Uma para ser sacrificada como símbolo da purificação e, outra era solta como símbolo da libertação (vs. 1-7);
2. O indivíduo que, ora isolado, vivendo relaxadamente, agora se barbeia e se lava para, então, apresentar uma oferta de expiação e outra pelo pecado (vs. 8-32);
3. Até uma casa poderia ser contaminada e poluída por algum tipo de fungo; objetivando purificá-la, a cerimônia seguia o mesmo padrão exigido para uma pessoa infectada (vs. 33-57).
4. O ritual pela purificação dependia de um sacerdote, estava vinculado a sangue, representava uma forma de transferência, substituição e intercessão. Após todo o procedimento pelo ex-leproso, “o sacerdote fará expiação pela pessoa que está sendo purificada diante do Eterno” (v. 31, AM).
Deus quer pessoas purificadas, não contaminadas pelo pecado. “As leis levíticas tinham o claro objetivo de ensinar aos israelitas como e onde encontrar purificação e como podiam manter-se puros perante o Senhor” diz Leslie Hardinge e Frank Holbrook. Com um olhar neotestamentário, eles ainda afirmaram:
“O caso de todo ser humano será analisado no santuário celestial. O Sumo Sacerdote examinará nossa vida e declarará que somos puros ou impuros […]. Enquanto nossa fé estiver, porém, no poder de Cristo para purificar e preservar, poderemos estar certos de que o nosso Sumo Sacerdote nos declarará limpos”.
• Todo pecador carece de um poder restaurador;
• Todo pecador tem acesso a Cristo, o único Salvador;
• Todo pecador pode ser purificado da lepra do pecado.
• Todo pecador tem possibilidade de experimentar purificação/restauração.
Busque-O imediatamente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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2 lei do leproso. Como o leproso era excluído não apenas do santuário, mas também do acampamento, havia duas cerimônias incluídas na restauração. A primeira o reabilitava a entrar no acampamento e se associar com seus irmãos. A segunda, uma semana mais tarde, era feita no pátio do tabernáculo e o reintegrava plenamente à irmandade, com todos os privilégios do relacionamento do concerto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 829.
purificação. Ser purificado significava começar a vida de novo, uma figura do novo nascimento no Espírito Santo. Bíblia Shedd.
3-8 O primeiro estágio da purificação acontecia fora do acampamento. O homem tomava um banho e lavava as suas roupas e, então, se barbeava. Eram, então, tomadas duas aves. O sangue de uma delas era usado para purificar o homem. A morte dessa primeira ave sugeria o fim da vida antiga do homem fora do acampamento; o vôo para a liberdade da outra ave retratava a libertação dos efeitos da enfermidade. então o homem poderia entrar novamente no acampamento. Bíblia de Genebra.
3 O leproso não podia curar a si mesmo, nem se pronunciar limpo; nem tinha condições de ir procurar o ministro de Deus: o sacerdote é que tinha de ir ao seu encontro, fora do arraial. Bíblia Shedd.
4 duas aves vivas e limpas. Comparar com o par de bodes na cerimônia do Dia da Expiação, um dos quais era morto e o outros mantido vivo (Lv 16). Andrews Study Bible.
Não domesticadas, diz o Talmude. Possivelmente porque uma ave doméstica não fugiria como pedia o simbolismo (v. 7). CBASD, vol. 1, p. 829.
5 que uma das aves seja morta. Doenças e pecado simbolizavam o pecado e tornavam a pessoa cerimonialmente impura. A purificação preceituada incluía sacrifícios bem como lavagens. Bíblia de Estudo NVI Vida.
águas correntes. Literalmente “água viva”, que era apropriada para um ritual que pretendia remover associação com a morte (comparar com 15:13; Nm 19:17). Andrews Study Bible.
A frase dá ideia de uma nascente ou de um córrego, cf Jo 4.10; 7.38. Bíblia Shedd.
6 pau de cedro… estofo carmesim… hissopo. Não há informação a respeito do significado a respeito do significado do pau de cedro, do hissopo e do estofo carmesim. Talvez, o fragrante [perfumado] pau de cedro sugerisse o incenso perfumado usado no santuário. O hissopo é símbolo de purificação (Sl 51:7). O estofo carmesim era uma faixa estreita de lã tingida e dobrada para amarrar o hissopo ao cedro, já que ambos eram mergulhados no sangue. CBASD, vol. 1, p. 829. [Pessoalmente, e com base apenas em intuição pessoal, esses elementos (+ o sangue) me lembram elementos da crucificação de Jesus (Jeferson)].
7 soltará a ave viva. Para levar embora a impureza (comparar com 16:21-22). Andrews Study Bible.
A cerimônia era uma bela representação do que Deus fizera e ainda faria pelo leproso. Um pássaro selvagem era morto e o outro, mergulhado no sangue do primeiro, era libertado. De fato, o leproso estivera ás portas da morte, mas havia sido curado e o milagre da cura relacionava-se à água e ao sangue. Havia apenas um sinal de sangue, uma gota ou duas, mas depois de receber a aspersão, ele era declarado limpo. O sacrifício real ainda não havia sido feito, a pessoa ainda não havia chegado ao altar. O sangue do pássaro selvagem não tinha virtude purificadora, mas no devido tempo, o sacerdote tomaria um cordeiro e o oferecia em holocausto. CBASD, vol. 1, p. 829.
8 Os levitas eram purificados de modo semelhante (ver Nm 8.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Após os rituais do primeiro dia, a pessoas estava pura o suficiente, naquele estágio, e poderia entrar no acampamento, mas não totalmente restaurado para entrar em sua tenda. Estágios adicionais se seguiam no sétimo e no oitavo dias (vs. 9-20). Ao requerer estágios de purificação, Deus mostrou de quão longe Ele trouxera uma pessoas de volta á harmonia com Sua santidade. Comparar com Mc 8:22-25; onde Jesus curou um cego em estágios. Andrews Study Bible.
9-20 No segundo estágio de purificação, o israelita era levado de volta à plena comunhão com Deus. As cerimônias assemelhavam-se à consagração de um sacerdote (cap. 8). O israelita era molhado com sangue e ungido com azeite, ligando-se ao altar, o símbolo da presença de Deus. Uma variação desse procedimento de restauração estava prescrito para os pobres nos vs. 21-31. Bíblia de Genebra.
10 No oitavo dia. Uma semana após a primeira cerimônia, fora do acampamento (v. 3-8), o leproso se dirigia à porta do tabernáculo, para os ritos finais. CBASD, vol. 1, p. 829.
três dízimas de um efa Equivalente a 6,6 litros, o efa sendo de 22 litros. O sextário era uma medida para líquidos, de 0,3 litros. Bíblia Shedd.
12 Este é o único caso de uma vítima inteira ser movida perante o Senhor. Bíblia Shedd.
14 a ponta da orelha direita. Esta parte do ritual era semelhante à da consagração do sacerdote e talvez tivesse o mesmo significado (Lv 8:23). CBASD, vol. 1, p. 830.
15-18 O sacerdote tinha que colocar uma parte do sextário de óleo na palma da sua mão esquerda, uma cerimônia que pertence somente a esta purificação dos leprosos. … Só estes recebiam, além do sangue que, especialmente, indica a reconciliação, o óleo que simboliza o poder tão necessário para ter uma vida de saúde recuperada. Bíblia Shedd.
19 As três qualidades de ofertas para os leprosos eram: 1) a oferta pela culpa, 13; 2) a oferta pelo pecado, 19; 3) o holocausto, 19, com a oferta de manjares, 20. … Com isso, o homem era restaurado ao seu estado legal de pureza e de comunhão com Deus e com os homens. Bíblia Shedd.
21-32 As cerimônias elaboradas e o exames cuidadosos revelam que a pureza é importantíssima, e que não se obtém só por querer, Rm 9.16. A chave das cerimônias é o cordeiro da oferta pela culpa: 1) Foi morto para pagar a culpa; 2) Foi oferecido no lugar da oferta pelo pecado e do holocausto, vinculando estes três sacrifícios, v.13; 3) Foi oferecido no lugar santo (Cristo levou Seu sacrifício até o Santuário eterno, entrando no céu, Hb 9.24-25); 4) Esta oferta pertencia ao sacerdote, assim como a oferta de Cristo é para alimentar o povo de Deus, o sacerdócio real, 1 Pe 2.9; 5) Esta oferta era santíssima, para um povo santo, do tipo que se descreve em 1Pe. Bíblia Shedd.
21 Se for pobre. A pessoa pobre podia oferecer dois pombinhos ou duas rolinhas no lugar dos dois cordeiros exigidos para a oferta pelo pecado. No entanto, não havia substituição para o cordeiro pela oferta pela culpa. CBASD, vol. 1, p. 830.
34 Eu enviar a praga. Deste versículo alguém podia concluir que Deus é a fonte imediata de toda a lepra; precisa-se, porém, ter em mente as seguintes considerações: 1) A Bíblia descreve aquilo que Deus permite dentro da Sua Providência, como “ato de Deus”, Êx 15.26; Dt 7.15; 1 Sm 2.6; Pv 3.33; Is 45.7; 2) Há certos casos onde se vê o homem colhendo os resultados daquilo que semeou, Gl 6.7-8; 3) Em outros casos, não há um elo imediato com algum pecado específico, Jo 9.1-3. Bíblia Shedd.
Isso pode ou não implicar um ato direto de Deus. NA Bíblia, essas expressões ocorrem de modo a não haver referência clara a um ato de Deus. Por exemplo, Deus alimenta as aves (Lc 12:24). Quando uma praga atinge uma casa, pode ser um ato direto dEle ou pode ser resultado da falha humana por não construi-la de modo sábio. CBASD, vol. 1, p. 830, 831.
41 Hoje sabemos que muitas doenças são devidas a bactérias que se multiplicam rapidamente sob condições favoráveis de escuridão e de umidade. Antes de os homens saberem disso, Deus já tinha providenciado leis higiênicas que preservariam os obedientes destas pragas. Bíblia Shedd.
45 A casa profanada pelo mofo, míldio ou fungo seria lugar profanado para alguém morar, de modo que medidas drásticas teriam de ser tomadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 Esse segundo exame era feito para verificar a eficácia da cura. Bíblia Shedd.
54-57 Deus disse aos israelitas como diagnosticar doenças de pele infecciosas e míldio [bolor], de tal forma que eles pudessem adequadamente evitá-los e tratá-los. Essas leis foram dadas para saúde e proteção do povo. Elas ajudavam os israelitas a evitar doenças que eram sérias ameaças naquele tempo e lugar. Apesar deles não entenderem as razões médicas para algumas dessas leis, sua obediência a elas os fariam mais saudáveis. Muitas das leis de Deus podiam parecer estranhas aos israelitas. Essas leis, contudo, os ajudavam a evitar não somente contaminação física, mas também contaminação moral e espiritual. A Palavra de Deus provê um padrão para um viver físico, espiritual e mortal saudáveis. Podemos não entender sempre a sabedoria das leis de Deus, mas se as obedecermos, nós iremos prosperar. Life Application Study Bible.
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Prezado leitor,
Lamentavelmente cometemos ontem o equívoco de traduzir e postar para Levítico 13 o comentário devocional de Levítico 14.
Porém já corrigimos o comentário devocional de Levítico 13.
Desculpem-nos a falha.
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Comentário devocional:
Roy Gane
Andrews University
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/13 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/lev/13
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 13
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.14