Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 21 by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2015, 1:00
Filed under: Cordeiro, cura, Jesus | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O cenário é a promessa e a esperança de todos os cristãos: a vida eterna em um ambiente perfeito, o qual tornou-se possível graças ao poder redentor, restaurador e reconciliador de Jesus Cristo. O novo Céu e a nova Terra são as perspectivas finais do grande plano de Deus para o Novo Éden. O grande conflito terminará e o plano original de Deus para o Éden será completamente restaurado na Terra refeita. A parte mais fantástica disso é que Deus estará conosco – um segundo cumprimento da promessa de Emanuel – “Deus conosco” (Mt 1:23; cf. Is 7:14; 8:8, 10). Cristo tem estado conosco desde o início, como nosso Redentor na Terra, como nosso Sumo Sacerdote em Seu ministério no lugar santíssimo do santuário celestial e estará conosco como nosso Rei e companheiro constante (ver Mt 28:20).

A promessa mais reconfortante é que todas as lágrimas serão enxugadas e o pecado e a morte não mais existirão. A afirmação de Deus que “eu faço novas todas as coisas” (v. 5 ARA) é a confirmação de que a restauração foi definitiva. É humanamente impossível compreender como isso será feito. Apenas aceitamos pela fé que Deus, que é o princípio e o fim – que é eterno – tem o poder de realizar tudo o que é necessário para retornar o universo ao seu estado perfeito. O Espírito de Profecia (Manuscrito 28, 1886) indica, “Esta Terra é o lugar de preparação para o céu. O tempo gasto aqui é o inverno do cristão … Mas, num futuro próximo, quando Cristo vier, a tristeza e o gemido serão exterminados para sempre. Em seguida, virá o verão do cristão. Todas as dificuldades terão acabado e não haverá mais doença ou morte. “

É somente através da graça e méritos de Jesus Cristo, nosso precioso Salvador, que nossos nomes serão escritos no Livro da Vida do Cordeiro, e teremos acesso à Nova Jerusalém. Através de Sua justiça, comunicadas na justificação e santificação, teremos um lugar dentro da Cidade Santa com um “grande e alto muro com doze portas” (v. 12 NVI).

Estou muito animado a respeito dos planos eternos de Deus para nós. Acima de tudo, estou exultante porque o Cordeiro é “a lampada” (v. 23) que ilumina a Nova Jerusalém e estaremos em Sua presença para sempre!

Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Estados Unidos


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/21/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 21 

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Apocalipse 20 by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2015, 1:30
Filed under: adoração, cura, ressurreição | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Este é o único lugar na Bíblia que menciona um período de mil anos após a Segunda Vinda. A Segunda Vinda deixou este planeta totalmente devastado e inabitável. O “poço sem fundo” (KJV) ou “abismo” (NVI) (v. 3) descreve este mundo devolvido a seu estado pré criação sem forma, vazio, escuro e desértico. Satanás será confinado neste planeta em ruínas, sem nada para fazer durante mil anos!

Seus pensamentos durante este tempo serão aqueles de um homem condenado no corredor da morte enquanto contempla a tragédia de sua existência desperdiçada. É como se Deus estivesse dizendo a ele: “Você queria brincar de Deus, então vá em frente! Mostre que você pode transformar este monte de cinzas em um paraíso! Eu fiz isso em seis dias, mas vou dar-lhe todo o tempo que quiser – mil anos, na verdade.” Certamente,  ao final desse período, nem mesmo seus anjos vão acreditar  nele.

O início e o fim dos mil anos são marcados por duas ressurreições: a dos salvos e a dos perdidos. Os salvos ascendem ao céu na vinda de Cristo para reinar com Ele (v. 4-6). Este será um tempo de cura. Imagine como será encontrar pessoas desaparecidas que você esperava  ver lá, e descobrir algumas que você não imaginava encontrar lá. Mas Deus enxugará as nossas lágrimas ao abrir os livros de julgamento, permitindo-nos ver e entender por que Ele julgou assim.

A segunda ressurreição ocorre por ocasião da descida da Nova Jerusalém à Terra. Quando os perdidos voltam à vida (embora eles ainda sejam chamados de “os mortos” v. 5), Satanás os incita a atacar a cidade (vs 7-8). Mas não conseguem prosseguir quando se veem face a face com o divino Juiz em toda a Sua glória. Mais uma vez os livros são abertos e eles têm a oportunidade de ver onde erraram. Quando o drama da salvação é apresentado na “tela de vídeo” dos céus, eles reconhecem como justas as decisões de Deus. Neste ponto, “todo joelho se dobrará [a Jesus] … e toda língua confessará a Deus” (Rm 14:11 ARA).

Quando até o próprio Satanás reconhecer publicamente que Deus é justo e todos os Seus caminhos são corretos, fogo descerá do céu para devorá-los totalmente (v. 9). Isso não durará muito, mas será definitivo – a segunda morte.

Sabendo que Deus é misericordioso e justo, tomemos a decisão de servi-lo a amá-Lo de todo o coração. Permitamos que Jesus seja o rei da nossa vida  hoje, para que possamos adorá-lo no futuro na Nova Jerusalém.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/20/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 20 
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Apocalipse 19 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de “aleluias” brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como “o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso” (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque “chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou” (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que “foi-lhe dado linho fino, … os atos justos dos santos” (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.

A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20). 

Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de “Fiel e Verdadeiro” (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, “em Sua cabeça há … um nome que só ELe conhece, e ninguém mais” (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.

Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 19 
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Apocalipse 18 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, “chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!” (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz “em uma hora”, como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: “Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.

Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de “meu povo”. Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.

Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.

A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/18/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Apocalipse 18 
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Apocalipse 17 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Percebe-se claramente que Apocalipse 17 e 18 são uma expansão da sexta e sétima pragas, que retratam a ascensão e queda da Babilônia do fim dos tempos. O capítulo 17, de fato, se desenrola sob a direção de um dos anjos portadores de praga. Os seis primeiros versos introduzem a visão de uma mulher espalhafatosa montada em uma besta com sete cabeças e dez chifres. O nome dela é Babilônia. Ela tem um relacionamento adúltero com reis e embriaga os habitantes do mundo “com o vinho da sua prostituição” (v. 2 NVI). Ela mesma está “embriagada com o sangue … das testemunhas de Jesus” (v. 6 NVI).

O restante do capítulo explica a visão. Uma mulher no simbolismo profético representa o povo que professa ser de Deus – sinceros ou não. Uma besta [animal feroz] geralmente se refere a entidades políticas. Assim, a imagem apresentada é a de uma aliança profana entre Igreja e Estado, produzindo uma bebida intoxicante.

Esta bebida simboliza a corrupção do “vinho novo” (Mt 9:17) do evangelho e a pureza da verdade. O mundo embriagou-se nas filosofias e ensinamentos decorrentes desse casamento adúltero entre a igreja e o mundo. Dela é a religião que questiona nossa pecaminosidade e necessidade de um Salvador, encontrando milhares de outros pretensos caminhos para conseguir a entrada no céu. A religião da prostituta coloca o homem no trono de seu próprio destino, decidindo por si mesmo o que é certo [e o que é errado] e quais são os limites da nossa liberdade. Os mandamentos de Deus são relativizados e a fé de Jesus é desprezada – tudo para atender o orgulho e o esforço humano.

Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional para a batalha do Armagedom. Eles “guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis” (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé. 

Alguém poderia imaginar que a vitória seria desse ilustre e poderoso trio do mal. Mas o Cordeiro vence a besta, e seu fiel remanescente derrota a aliança mundial. 

Jesus vence pelo amor, governa através do serviço, e salva por morrer. O humilde Cordeiro é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/17/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 17 
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Apocalipse 16 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A descrição das sete últimas pragas não é o tipo de histórias que a gente costuma contar para os filhos dormirem. O livro do Apocalipse utiliza com frequência a linguagem simbólica, mas os efeitos dessas pragas serão muito reais e terrivelmente desastrosos. João viu as pragas serem direcionadas especificamente sobre aqueles “que tinham a marca da besta e adoravam a sua imagem” (16:2 NVI). Apocalipse 18:4 indica que essas pragas estão destinadas à Babilônia do tempo do fim e resultarão em sua queda. 

Quatro das pragas são semelhantes às que caíram sobre o Egito, e as duas últimas estão relacionadas com Babilônia. Elas nos lembram do êxodo do povo de Deus do Egito para a Terra Prometida e de sua libertação da Babilônia para voltarem à sua pátria. Essas pragas do tempo do fim preparam o caminho para os santos de Deus serem libertados dos seus inimigos e transportados para o seu eterno lar. No meio de tudo isso, Jesus diz: “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (16:16 ARA). Quando as pragas chegam, estamos vestidos com a justiça de Jesus, prontos para irmos para casa.

Em um último esforço para vencer a batalha pelo controle do mundo, as forças da escuridão – o dragão, a besta e o falso profeta – se unem para conquistar o apoio dos chefes de Estado. Essa aliança internacional tem como alvo o Cordeiro e seus seguidores na batalha do Armagedom. Mas “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (17:14 ARA). Por conseguinte, a tríplice união se desintegra e as capitais das nações e os governos entram em colapso (16:19). Os atos finais do julgamento incluem um terremoto sem precedentes e granizos enormes caem dos céus. Nesse momento, uma voz vinda do trono de Deus pronuncia: “Está feito”, ecoando o poderoso grito do Calvário: “Está consumado”. 

Os santos do fim dos tempos que sobrevivem as pragas encontrarão neste período grande encorajamento no Salmo 91. Ele faz referência às pragas e a punição dos ímpios: “Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia” (Salmo 91:5 ARA). Aqueles que fazem de Jesus, hoje, o seu Salvador e refúgio, nada não têm a temer quanto ao futuro.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/16/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Apocalipse 16 
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Apocalipse 15 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

No início de Apocalipse 15, João vê “sete anjos com as sete últimas pragas”, com as quais “se completa a ira de Deus” (v. 1). As sete pragas são a expressão definitiva e completa do juízo divino contra as forças do mal, juízo que culmina com a segunda vinda de Jesus. Este capítulo marca o fim da provação, após a qual “o vinho da ira de Deus” será derramado sem misericórdia sobre os ímpios (ver 14:10).

As pessoas sempre se esforçaram para entender o conceito da ira de Deus. Incapazes de negar o ensino bíblico de um Deus que responde com ira ao mal, alguns tentam redefini-la como sendo mera consequência natural ou, no máximo, a retirada da mão protetora de Deus. Mas não podemos esquecer as expressões muito claras que indicam que Sua ira é o Seu ato divino de justo julgamento sobre o mal e os seus autores. Os juízos de Deus são muito reais e devidamente justificados.

Por esta razão, no verso 2 o foco se move momentaneamente para aqueles que acabarão por ser vitoriosos sobre a besta, sua imagem e sua marca. Eles cantam uma canção reconhecendo a justeza dos julgamentos de Deus nas últimas pragas: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos” (v. 3). Afinal de contas, nós não deveríamos esperar que um Deus santo respondesse com justiça à terrível natureza destrutiva do mal?

Tenha em mente, contudo, que a mão que dirige o derramamento das pragas foi primeiro pregada a uma cruz por esses mesmos pecados que agora estão sendo julgados e punidos. No Calvário foi demonstrado que o Deus que é totalmente justo, também é totalmente misericordioso. Neste último ato de justiça, ninguém poderia levantar um ponto de interrogação sobre sua misericórdia. 

A segunda estrofe da canção diz: “Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiças se tornaram manifestos” (v. 4). 

Tanto justiça quanto misericórdia trazem glória ao Seu nome; ambas são exibidas igualmente em Seus atos de justiça; ambas O revelam como santo. A justiça e a misericórdia estão perfeitamente integradas em Sua natureza divina.

Unamo-nos, salvos de todas as nações, a adorar perante Ele.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 15 
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Apocalipse 14 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O capítulo 14 abre se inicia com uma visão daqueles que têm o Selo de Deus. Retrata “o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai” (v. 1 NVI). Enquanto o mundo inteiro segue a besta e recebe a sua marca, estes “seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá” (v. 4 NVI).

Apocalipse 14 apresenta três anjos cujas mensagens estabelecem uma linha de separação entre os seguidores da besta e os seguidores do Cordeiro. Com a foice na mão, eles são o apelo final de Deus para o Planeta Terra antes de Jesus voltar para colher os habitantes da Terra. A primeira mensagem é um convite para aceitar o evangelho eterno e para dar glória a Deus, nosso Criador. A segunda é uma declaração de que Babilônia caiu. A terceira mensagem angélica é uma advertência contra receber a Marca da Besta. Se acreditamos que somos a última geração antes do fim, essa tríplice mensagem é a mais relevante e a mais urgente que poderíamos considerar.

Aqueles que aceitam o convite do evangelho comunicado pelo primeiro anjo e rejeitam os dogmas da besta condenados pelo terceiro anjo, são descritos em 14:12 como os santos de Deus “que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus”. Por essa razão o nome do Cordeiro e o nome de Deus estão escritos nas suas testas. Sua fé em Jesus leva-os a guardar os mandamentos de Deus, mesmo em face de terrível perseguição. Eles guardam as Suas leis, não a fim de obterem a salvação, mas porque foram salvos. Nas palavras de Efésios 2:8-10, eles são salvos “pela graça… mediante a fé… para boas obras” (ARA).

As questões que desafiam a última geração estão ligadas à fé de Jesus e os mandamentos de Deus. O anticristo é acusado ​​de oferecer caminhos alternativos ao céu – mil invenções para substituir ou complementar a uma solução providenciada por Deus para o problema do pecado. Não há nenhum substituto para Jesus e nada podemos acrescentar a sua obra de salvação. O anticristo é também culpado de adaptar os mandamentos de Deus para atender preferências humanas, ou totalmente descartá-los como uma relíquia do passado. Os santos de Deus, por outro lado, dão glória à Ele por apegarem-se, pela fé, a Jesus como sua única esperança de salvação e por obedecerem aos mandamentos de Deus que foram escritos pelo Espírito em seus corações e mentes.

Garth Bainbridge
Australia


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/14/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 14 
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Apocalipse 13 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Apocalipse 13 nos apresenta a ascensão de uma nova trindade, uma paródia da Divindade.

    – O dragão é Satanás, cuja ambição original era ser “semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14);

    – A besta do mar (vs. 1-8) imita a Cristo: fatalmente ferida, se levanta novamente, recebendo autoridade, poder e um trono do dragão, com autoridade sobre as nações por 42 meses (3 ½ anos). No entanto, ele não é outro senão o blasfemo anticristo;

    – A besta da terra (vs. 11-18) imita a atividade do Espírito Santo, fazendo descer fogo do céu e realizando sinais miraculosos. Assim como o Espírito aponta para Jesus, esta besta aponta para o anticristo. Em Apocalipse 19:20 ela é chamada de o falso profeta, afirmando falar em nome de Deus, mas realmente falando em nome de outro, parecendo um cordeiro, mas falando como o dragão.

Ao longo deste Eixo do Mal e em seus seguidores está o número da besta, o notório 666. A numerologia judaica considerava o número 7 como o número da perfeição e da plenitude. O número de Deus o replicaria três vezes, chegando a 777, refletindo Sua absoluta perfeição e superioridade. O sétimo dia da semana homenageia o Deus único e verdadeiro. Mas aqui temos uma paródia de Deus, uma besta de sete cabeças e um nome de blasfêmia em cada cabeça. Seis é o “número do homem” (v. 18 NVI), tendo em vista que o homem foi criado no sexto dia. O número da besta, um 6 triplicado, reflete as tentativas do homem de subir ao lugar de Deus, apesar de sua depravação absoluta. Tanto Paulo (2 Ts 2:4) quanto João (1 Jo 2:18-19) fala deste anticristo se levantando dentro da igreja. Mas vestes religiosas não santificam o orgulho humano e a ambição profana. Nem concedem permissão para perseguir aqueles que discordam deles.

O anticristo prega um falso evangelho e defende leis antibíblicas em nome de Deus. Todo “evangelho” que nega ou diminui a verdade central da salvação através de Jesus é um falso evangelho e é carimbado com o temido 666. Qualquer coisa que pretenda adicionar algo ao mérito de Jesus, nosso Salvador, na esperança de que Deus o aceite como nossa contribuição, recebe a mesma marca. Para receber o selo da aprovação de Deus, devemos viver pelo hino que diz: “Minha esperança é construída sobre nada menos do que sangue e justiça de Jesus.” (Edward Mote)

Garth Bainbridge
Sidney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/13/
Traduzido por JAQ/GASQ/IB
Texto bíblico: Apocalipse 13 
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Apocalipse 12 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

De Apocalipse 12 em diante, somos apresentados aos principais personagens do conflito entre o bem e o mal e tomamos conhecimento do destino de cada um deles. De um lado encontramos o triunvirato perverso do dragão, da besta e do falso profeta, apoiado pelos reis e habitantes do mundo; do outro lado vemos o Cordeiro,  “os seguidores do Cordeiro”, “uma mulher vestida de sol”, “o remanescente”, e os “144.000”. A despeito das probabilidades, o Cordeiro triunfa sobre a Besta e os remanescentes  compartilham de sua vitória.

Os versos centrais do livro de Apocalipse são 12:7-12 (há 200 versículos antes e 198 versículos após essa parte). Eles contêm uma revelação surpreendente e uma declaração triunfante. A revelação está no verso 7: “E houve guerra no céu.” Essa deve ser classificada como uma das admissões mais surpreendentes das Escrituras. Na presença de Deus, na casa do Príncipe da Paz, no último lugar que seria de se esperar, houve guerra! O mal nasceu no lugar mais sagrado do universo. Os próprios filhos de Deus se tornaram rebeldes. Um terço dos anjos desconfiou do Seu amor e desprezou a Sua autoridade, lançando a sorte com o dragão.

A declaração triunfante vem nos versos 10-11, em meio a uma cena de julgamento: “Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram” (NVI). No centro do livro do Apocalipse, no centro do turbilhão do conflito cósmico, é plantada a cruz do Calvário. A autoridade de Cristo para nos salvar de acusações de Satanás, verdadeiras como possam ser, está  estabelecida em Seu sangue derramado. Não temos nenhum outro argumento contra as acusações. Não podemos desculpar nossos pecados; não podemos minimizá-los; não podemos apagar a lista de nossos erros pelas coisas boas que fazemos. Tudo o que podemos fazer é dar o nosso testemunho pessoal a respeito da morte de Jesus por esses pecados (cf. Rm 10:10). Isso é tudo o que sempre teremos a nosso favor; mas, graças a Deus, isso é tudo o que realmente precisamos.

Garth Bainbridge
Australia




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 12 
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