Reavivados por Sua Palavra


Isaías 47 by Jeferson Quimelli
12 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Temos visto um crescendo desde Isaías 40: Judá está em um momento de grande angústia e incerteza – a nação deve esperar no Senhor (Isa 40); Ciro, um dia libertará o oprimido povo de Deus (Isa 41); Ciro é um tipo do Messias por vir, nosso poderoso libertador do pecado! (Isa 42); O remédio para o pecado de Israel incluiu o cativeiro na Babilônia (Isa 43); Deus derramará o Seu Espírito sobre Seus filhos! Eles não precisam confiar nos ídolos feitos pelo homem (Isa 44). Deus prometeu agir através de Ciro – lembre-se que foi Ele quem criou todas as coisas! (Isa 45). Os deuses dos babilônios serão carregados após a derrota da nação, enquanto o povo de Deus será carregado no colo   pelo Senhor (Isa 46).

Finalmente, Isaías 47 descreve a queda de Babilônia. A “filha virgem” de Babilônia (as prostitutas cultuais dos templos pagão eram muitas vezes chamados de “virgens sagradas”) cairia e finalmente acabaria sentada no pó (v.1). Se este capítulo soa familiar é porque muitas de suas frases, palavras e pedaços são também mostrados no livro do Apocalipse. Isaías e Jeremias falam da Babilônia histórica, enquanto Apocalipse refere-se à Babilônia espiritual no tempo do fim.

Babilônia vive “na glória e luxo” (Ap 18:7 NVI), mas agora ela “não será mais chamada mimosa e delicada” (Isa 47:1 NVI). Ela se vangloriava: “jamais ficarei viúva nem sofrerei a perda de filhos” (v. 8 NVI; ver Apoc 18:7), mas Deus a fará desolada (v.11). E tudo isso acontecerá “num mesmo instante, num único dia” (v.9 NVI), de fato, “em apenas num só dia … em apenas uma hora” (Apoc 18:8, 10 e  17, 19).

Uma das coisas mais intrigantes a respeito de Deus é como Ele usa os maus para cumprir Seus propósitos, em benefício de Seus filhos. Como é importante guardarmos isso em nossas mentes. Grande parte da miséria que nos cerca pode ser o meio que Deus usará para o nosso bem. Não é de admirar que sejamos aconselhados a não nos preocuparmos, pois ”a ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas Jesus vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio.” (O Desejado de Todas as Nações, p.330). 

E agora, atente e aplique à sua vida o encerramento deste pensamento: “Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra de Deus o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés.”

Confie nEle. Confie nEle! Fale para si mesmo as promessas de Deus até que você confie nEle. Faça isto hoje.

Ron E M Clouzet
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/47/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 47 



Isaías 46 by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Bel era um dos principais deuses dos babilônios. Bel, assim como Baal, significa “senhor”, e era também o título aplicado ao principal deus deles, Marduk (Jer. 50:2 ), e a seu filho Nebo, o deus do conhecimento e da literatura. Os babilônios costumavam peregrinar até à cidade de Bel, no início de cada ano, levando as imagens em carroças puxadas por animais (v. 1). Mas esses deuses e todo esse esforço não conseguiriam evitar a queda de Babilônia. 

A história revela que quando o rei assírio Senaqueribe destruiu Babilônia cerca de um século antes, levou o ídolo Marduk como despojo de guerra. Deus estava dizendo através de Isaías que o mesmo que acontecera no passado aconteceria de novo com os deuses de babilônia: “eles mesmos vão para o cativeiro” (v. 2b NVI).

E o maravilhoso Deus de Israel vai ainda mais longe ao contrastar os deuses incompetentes da Babilônia consigo mesmo. Enquanto os deuses dos pagãos precisavam ser carregados de um lugar para outro por animais de carga (v. 1b), o próprio Deus carrega Seus adoradores no colo, desde o nascimento até a morte! “Escute-me, ó casa de Jacó, todos vocês que restam da nação de Israel, vocês, a quem tenho sustentado desde que foram concebidos, e que tenho carregado desde o seu nascimento. Mesmo na sua velhice, quando tiverem cabelos brancos, sou eu aquele, aquele que os susterá. Eu os fiz e eu os levarei; eu os sustentarei e eu os salvarei. ” (v. 3-4 NVI).

Você já ouviu falar do Poema das Pegadas? Certamente já. “Uma noite eu sonhei que estava andando na praia com o Senhor…” Às vezes, o autor (quem quer que seja), ao olhar para trás, só podia discernir um par de pegadas na areia, e isso o incomodava, porque ele imaginava que o Senhor o tinha deixado a andar sozinho durante o período mais difícil de sua vida. Finalmente, o Senhor lhe sussurrou: “Quando você viu apenas um par de pegadas, foram os momentos em que Eu te carreguei no colo.”

Como é difícil para nós lidar com o silêncio de Deus! Quão natural é para nós a ceder ao desânimo quando as coisas ao nosso redor parecem dar errado, quando a noite escura da alma parece habitar em nosso coração!

Deus, através de Seu servo Isaías, recorda-nos que fazer deuses a partir daquilo que Ele criou não é razoável nem trará a solução aos nossos problemas (v. 5-7). Apeguemo-nos Àquele que conhece o fim “desde o princípio” (v. 10 ARA), tendo a certeza de que a Sua salvação “não está distante” (v.13 NVI). 

Concentremo-nos diariamente em Deus e lembremo-nos de que Sua libertação está próxima.

Ron E M Clouzet

EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/46/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 46 



Isaías 45 by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Este capítulo é tão rico que é difícil escrever um comentário limitado a poucas palavras.

Em primeiro lugar encontramos novamente a figura de Ciro. Os evangelistas atuais citam Isaías 44:26 a 45:1 e, efetivamente, impressionam sua audiência ao contar a história da conquista da Babilônia e como havia sido profetizada por Isaías, 150 anos antes de realmente acontecer. O nome do conquistador, os reis e nações subjugados, o rio desviado, os portões deixados abertos e a declaração de que Jerusalém e seu Templo seriam reconstruídos – tudo isso está contido nesses versículos.

A versão de Ciro, escrita no Cilindro de Ciro, agora no Museu Britânico, fala da conquista da Babilônia sem uma batalha sequer e a subsequente libertação dos cativos para adorarem como bem entendessem em suas próprias terras.

O historiador grego Heródoto, fornece mais alguns detalhes. Enquanto Ciro estava sitiando a cidade de Babilônia o seu cavalo favorito se afogou no rio Eufrates. Chateado com o rio, ele colocou seus homens a cavar canais para desviar o seu curso. O Eufrates corria então sob os muros e através da cidade, e quando o nível da água caiu o suficiente para permitir que o exército de Ciro foi capaz de percorrer o leito do rio e encontrar os portões internos da cidade aberta. Naquela noite o rei de Babilônia foi morto (Dan 5:30) .

Muitos eruditos liberais assumiram a posição de que a seção dos capítulos 40-66 de Isaías não podia ter sido escrita pelo profeta Isaías, mas, sim, por um “segundo” Isaías. Uma das principais razões é a menção de Ciro antes de seu nascimento, os detalhes desta profecia e o fato de que em vários lugares o texto fala do exílio na Babilônia e do retorno dos exilados. A conclusão errônea destes estudiosos é que esta parte de Isaías foi escrita dois séculos mais tarde, quando esses eventos já estavam ocorrendo, e não antes.

Contudo existem razões sólidas para creditar a Isaías a autoria também desta porção, uma delas é que o apóstolo João cita Isaías 6 e Isaías 53 como sendo de um único autor (veja João 12:38-41). Além disso, o livro de Isaías encontrado entre os Manuscritos do Mar Morto, copiado 150 anos antes de Cristo e descoberto em 1947, não dá nenhuma indicação de haver divisões no livro ou da existência de vários autores.

Outro ponto de destaque neste capítulo pode ser visto nos versos 11 e 12 quando Deus dá duas razões poderosas como prova de Sua divindade e atributos: o fato de que ele pode prever o futuro e que Ele é o criador do universo. Este aspecto é mencionado tantas vezes nestes capítulos que eu acabei chamando-o de: “a Assinatura de Deus”. Ela tem três componentes: 1) Ele criou os céus; 2) Ele criou a terra; e 3) Ele criou a raça humana para encher a terra. Isso é mencionado seis vezes nesta seção de Isaías (42:5; 44:24; 45:12, 18; 51:13, 16), duas vezes neste capítulo! “Fui Eu que fiz a terra e nela criei a humanidade. Minhas próprias mãos estenderam os céus; Eu dispus o seu exército de estrelas” (v.12 NVI).

Uma das experiências mais gratificantes para mim, nos últimos anos, tem sido a de aprender muito mais sobre cosmologia e a grandeza de Deus. O ajuste fino do universo e do planeta em que vivemos, e até mesmo a nossa própria biologia são evidências maravilhosas de que há um só Deus, e de que Ele unicamente tem o poder de colocar em operação tão grande projeto. 

Louvado seja o Seu santo nome! Ele é o Criador!

Ron E M Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo
Professor de Ministério e Teologia do Seminário da Universidade Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/45/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 45 



Isaías 44 by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

O que eu mais gosto neste capítulo é o que ele diz a respeito de meus filhos, hoje já adultos. 

Numa manhã, não muito tempo atrás, acordei cedo preocupado com um de meus filhos. Ao abrir a Bíblia, aconteceu de eu abri-la no capítulo 44 de Isaías, e senti que Deus falou comigo a respeito dos meus três filhos: “derramarei meu Espírito sobre a sua prole, e a minha bênção sobre seus descendentes” (v.3 NVI), e “Um dirá: ‘Pertenço ao Senhor’; outro chamará a si mesmo pelo nome de Jacó; ainda outro escreverá em sua mão: ‘Do Senhor’” (v.5 NVI).

Anos atrás, escrevi os nomes dos meus três filhos ao lado de cada uma dessas três declarações. Nosso mais velho irá dizer: “Eu pertenço ao Senhor.” O nosso filho do meio vai chamar-se pelo nome de Jacó que, é claro, é Israel, “o vencedor”, e nossa filha vai escrever que ela pertence ao Senhor. Quantas vezes eu reivindiquei estas declarações a favor de meus filhos pelos méritos de Jesus Cristo!

Mesmo a expressão rara Jesurum, no versículo 2 (na NVI. “Amado”, na ARA), deve tocar o coração dos pais. A palavra refere-se a Jacó, e significa reto ou digno. No hebraico, o final “un” é um diminutivo de afeto, como “meu pequeno Jacó.” Não é difícil para nós imaginarmos uma jovem mãe contemplando sua bebê ao dormir e desejando muito que ela se torne uma jovem de princípios. Nem é difícil imaginar um pai de meia-idade de joelhos, ao ponto de doerem, orando fervorosamente por seus filhos, agora longe de casa, implorando para que eles se tornem pessoas de caráter. Este é o sentimento que Deus tem por nós, Seus filhos.

Mas há mais em Isaías 44. Esse mesmo Deus que promete derramar o Seu Espírito sobre nossos descendentes afirma claramente que não há ninguém como Ele (v.6), e nos dá uma prova de Sua capacidade de prever o futuro. “Quem há, como eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo?” (v.7 ARA). Deus foi tão específico em suas predições sobre Israel que previu, mais de um século e meio antes, o papel do general medo-persa Ciro na conquista da Babilônia. Predisse ainda que Jerusalém seria habitada novamente e as cidades de Judá seriam reconstruídas! (v. 26-28). O próximo capítulo falará mais sobre este ponto.

Tendo em conta quem Deus é, a adoração de ídolos não faz o menor sentido. Ao lermos acerca da inutilidade dos ídolos, nos versículos 9 a 20, somos tentados a sentir uma falsa sensação de segurança por não adorá-los. Afinal de contas, quem hoje iria se ajoelhar diante de um pedaço de madeira? 

O cristão de hoje certamente não fará um ídolo ou uma imagem para, diante dele, se prostrar, orar a ele e o adorar. Mas não é o que fazemos com as formas equivalentes de idolatria de hoje? Elas podem estar na forma de esportes, filmes, fantasias, comida ou bebida, ou quaisquer outros meios que utilizamos para escapar das pressões e dores da vida. A quem ou a que recorremos quando desanimados, deprimidos ou derrotados? Aquilo que utilizamos como fonte de conforto ou fuga torna-se o nosso equivalente atual de um deus, o nosso ídolo moderno. 

O Senhor lembra a todos aqueles que se apegam a ídolos que “as coisas que estimam são sem valor” (v.9 NVI). Deus não é apenas nosso Criador, mas também o nosso Redentor (v. 24). Ele está aqui para nos ajudar. Apoiemo-nos nEle hoje e tragamos a Ele o nosso coração sobrecarregado com nossos problemas e preocupações. Aquele que fez o universo, certamente saberá solucionar os nossos problemas.

Ron E M Clouzet
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/44/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 44 



Isaías 43 by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2014, 0:00
Filed under: profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

Neste capítulo e nos outros nesta seção de Isaías, Deus revela os Seus planos de esperança e sua frustração sobre Israel. O capítulo 42 se encerra com a triste declaração de que Deus teria de entregar Israel aos seus inimigos por causa de sua idolatria (42:23-25). Neste capítulo, Ele afirma que Israel era a sua testemunha, o servo que Ele tinha escolhido para revelar às nações pagãs o verdadeiro caráter e natureza de Deus: que Ele era o Senhor, e não havia nenhum salvador além Dele ! (v. 10-11). Mas, como a figueira coberta de folhas e sem fruto, Israel se achou apenas pretensiosa folhagem. Enquanto as nações esperavam obter a vida do Deus de Israel, Israel O manteve escondido do mundo por suas próprias ações e prioridades.

Apesar da infidelidade humana, Deus reafirma a sua fidelidade. “Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não há salvador algum” (v. 11, NVI). “Assim diz o Senhor, o seu Redentor, o Santo de Israel: ‘Por amor de vocês mandarei inimigos contra a Babilônia e farei todos os babilônios descerem como fugitivos nos navios de que se orgulhavam’ ” (v. 14, NVI). Deve ter sido uma grande esperança saber, antes que houvesse o cativeiro, que Deus já predizia a fuga dos captores e a libertação de Israel!

Assim como Deus derrotou no Mar Vermelho o Egito, a maior nação da Terra na época, ele também irá cuidar dos babilônios no tempo devido. Na verdade, Ele diz: “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado” (v.18 NVI), a próxima libertação será “uma coisa nova” (v. 19 NVI).

Deus não decide como nós decidiríamos, nem age como nós agiríamos. Mesmo sabendo da desobediência egoísta e intencional da Sua vontade, por parte do Seu povo, Ele insiste: “Eu não me lembrarei de seus pecados” (v. 25b). Ele é a bondade personificada e Seu amor dura para sempre.

“Sou Eu, Eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões” (v. 25a NVI), ele promete. E a que norma elevada Ele apela para fazer isso? Seria devido a alguma bondade inerente nossa? De modo algum. Eu faço isso, Ele diz: “por amor de mim” (v.25b ARA e NVI). O perdão é concedido com base no mais elevado dos méritos: Seus próprios méritos, os méritos de Jesus Cristo.

Louvado seja Deus, de quem todas as bênçãos fluem!

Ron E M Clouzet
Professor da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/43/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 43 



Isaías 42 by Jeferson Quimelli
7 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Este capítulo contém a primeira das quatro Canções do Servo escritas por Isaías (42:1-9; 49:1-13; 50:4-11; 52:13-53:12). Duas coisas, para mim, se destacam nesta canção: a natureza do Messias e o que eu chamo de “a assinatura de Deus”. Este último ponto comentarei em outro capítulo.

Os primeiros quatro versos de Isaías 42 são citados por Mateus (Mt 12:18-21), e ele especificamente os aplica a Jesus Cristo. Neste capítulo Isaías começa a nos dar um quadro mais completo do Messias e de Sua missão no mundo. O Messias é o Servo de Deus, em quem Deus se deleita de todo o Seu coração (v. 1). Vemos também que o Messias iria receber a plenitude do Espírito de Deus, algo que foi destacado tanto na concepção de Cristo quanto em Seu batismo (Lucas 1:35, 3:16 ).

Cristo, o Messias, iria trazer justiça para as nações, isto é, para o mundo inteiro (v. 1, 4), e não apenas aos judeus. As “ilhas” (NVI) ou “terras do mar” (ARA) do verso 4 é uma expressão comum no Antigo Testamento, para fazer referência a todos os países ao longo da costa do Mediterrâneo: Ásia, Norte da África e países europeus – todos eles países pagãos, exceto Israel.

Mas o que mais me toca nesses versos é a descrição do Messias como uma pessoa. Em vez de assemelhar-se a um forte líder de guerra, que ameaça e infunde medo, Jesus seria alguém de espírito manso que não levantaria a voz. Em vez de ser uma figura terrível em sua jornada de destruição, o Senhor Jesus seria bondoso para com os fracos (“Não quebrará o caniço rachado”, v. 3a NVI), e daria atenção ao abatido e deprimido (“não apagará o pavio fumegante” v. 3b NVI). E ele não vai desistir de nós!  “não mostrará fraqueza … até que estabeleça a justiça na terra. V. 4 NVI). Que maravilhoso Salvador!

Quando se trata de nosso inimigos – Seus inimigos – o Messias “sairá como um homem poderoso, um guerreiro … com forte brado e grito de guerra triunfará” ( v.13 NVI) contra o diabo e aqueles que o seguem. Portanto Jesus é gentil e delicado para conosco e ao mesmo tempo assustador para aqueles que querem nos destruir.

É em Jesus que devemos fixar nossos olhos todos os dias. Ele se compadece de nossas fraquezas e nos liberta de nossas angústias.  Ele mesmo é o Libertador de todos os nossos problemas. Ele vai fazer isso por você e para a glória do Seu nome (v. 8).

E Ron M Clouzet
Professor do Seminário da Universidade Andrews – EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/42/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 42 



Isaías 41 by Jeferson Quimelli
6 de abril de 2014, 0:00
Filed under: profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

O vasto império de Ciro, o grande, se estendia, no seu apogeu, do noroeste da Índia às margens do Mar Egeu, na atual Turquia. Porém, mais de 100 anos antes de seu nascimento Isaías já proferia a primeira profecia registrada na Bíblia sobre este importante general persa (v.2 , 3, 25; 44:28-45:1). Ele viria do leste (v.2), e do norte (v.25), a única rota possível para se chegar a Israel a partir do Crescente Fértil.

E Ciro veio. Ele uniu as várias tribos persas em uma nação. Em 550 a.C., assumiu o Império da Média. Três anos depois derrotou Creso, o poderoso rei da Lídia (Ásia Menor), que governava a partir de Sardes, uma cidade considerada inexpugnável. Em 539 a.C., ele sitiou e tomou a cidade de Babilônia. Seu título era “Rei da Pérsia, Rei de Anshan, Rei da Média, Rei da Babilônia, Rei da Suméria e Acádia, Rei dos quatro cantos do mundo.” O que você acha desses títulos?

Mas Deus simplesmente pergunta: Quem fez isto? “Quem despertou o que vem do oriente …? … entregando-lhe nações e subjugando reis diante dele?” “Quem fez tudo isso?” (v. 2 – 4 NVI). 

A resposta é: o próprio Deus. Ele pode ter usado Ciro, um rei pagão, mas por trás e acima de tudo estavam os propósitos de Deus. Reis inimigos “ficaram apavorados” diante da inexorável marcha conquistadora de Ciro e fizeram alianças uns com os outros, dizendo: “Sejam fortes!” [tenham bom ânimo!] Também fizeram ídolos de ouro para se proteger (v. 5 -7), porém tudo foi em vão. Nada pode impedir os planos de Deus.

Neste cenário de incerteza, Deus concedeu ao Seu povo uma das maiores promessas de toda a Escritura: “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (v.10 ARA).

Que certeza maravilhosa! O Deus de toda a terra se compromete pessoalmente a salvá-los pelo Seu poderoso braço direito, numa promessa que é estendida também a nós, hoje. Quão grande e bom é o nosso Deus!

Deus, porém, vai além. Ele oferece uma prova de que cumprirá a sua promessa de ajuda. Ele desafia os deuses de todas as nações: “Apresentem as suas provas … Tragam os seus ídolos para nos dizerem o que vai acontecer … revelem-nos o futuro, para que saibamos que eles são deuses” (v. 21 – 23). E prediz o que vai acontecer, provando que só Ele é Deus. E a história provou que Deus estava certo: Ciro conquistou a Babilônia e libertou Israel logo depois.

Muitos anos mais tarde, Jesus esclareceu a razão para Deus ter proclamado Suas profecias: “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais” (João 14:29 NVI). 

As profecias dadas ao povo de Israel se cumpriram integralmente. De igual maneira podemos confiar que Deus cumprirá a Sua promessa de nos ajudar e resgatar deste mundo de pecado. 

Escolha depender dEle hoje!

Ron E M Clouzet
Professor do Seminário da Universidade Andrews – EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/41/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 41 



Isaías 38 e 39 – Sermão testemunho Ezequias – Daise Reis by Jeferson Quimelli
5 de abril de 2014, 18:39
Filed under: Sem categoria
Assista ao sermão de Daise Reis sobre o testemunho do rei Ezequias aos embaixadores da Babilônia e sua aplicação às famílias:



Isaías 40 by Jobson Santos
5 de abril de 2014, 0:15
Filed under: esperança | Tags: , , ,
Comentário devocional:
 
“Consolem, consolem o meu povo!”, é o apelo de Deus a Isaías em um momento de profunda aflição, quando os assírios ameaçavam assumir o controle de Judá, no início do 7o. século AC. Este capítulo de Isaías se tornou a base bíblica para Handel compor a sua famosa peça musical “O Messias”, cantada por milhares de corais em todo o mundo a cada Natal. No final do seu oratório de 259 páginas, composto em apenas 24 dias, Handel escreveu a famosa sigla, “SDG” ou Soli Deo Gloria – somente a Deus a glória.
 
Na verdade, toda a última seção de Isaías, especificamente os capítulos 40 a 55, são tão incríveis, tão grandiosos, tão cheio de esperança e confiança na bondade de Deus, que a resposta de Handel é apropriada para a ocasião. Deus vai consertar as coisas, Ele vai terminar o que começou, Ele vai transformar o caos em algo belo!
 
Judá estava com medo. Israel, o Reino do Norte, havia caído para seus inimigos apenas 20 anos antes, devido aos seus grandes pecados (2 Reis 17). O rei Acaz levara Judá a um naufrágio espiritual sem precedentes. Ezequias era um bom rei, mas as constantes invasões de Judá pelos exércitos assírios não cessavam. Os moradores de Judá, os líderes e até mesmo os pobres, tornaram-se idólatras, egoístas e corruptos; esqueceram-se da justiça (ver Profetas e Reis, p. 305-306).
 
No entanto, a mensagem de Isaías foi “Aqui está o seu Deus!” (v.9), e confia no Senhor (v.31) . É Deus quem perdoará a iniquidade do povo e fará cessar a guerra.  É Ele mesmo que um dia virá para revelar a sua glória (versos 3-5), precedido por João Batista que dirá: “preparem o caminho para o Senhor” (v. 3, NVI). A Sua Palavra permanecerá para sempre (versos 6-8).
 
Deus virá para cuidar ternamente do seu rebanho (versos 10-11). Ele é muito grande, maior do que os oceanos e as montanhas e maior do que todo o entendimento (versos 12-14). Deus é maior do que as nações que ameaçam o seu povo (versos 15-17). Deus é maior do que os poderosos da terra (versos 21-24). Ele próprio fez o universo ! (versos 25-26).
 
É notável que em meio a apostasia de Judá, a mensagem de Deus para eles, através de Isaías, foram palavras ternas de esperança para confortar-lhes o coração. Quantas vezes temos traçado o nosso próprio curso e nos encontramos em apuros. Quantas vezes temos desprezado ouvir a sabedoria de Deus e caído tão baixo que não conseguimos mais ver a luz. E ao estarmos nesse poço de angústia Deus nos diz: olhe para mim agora, esqueça o seu passado, vou fazer novas todas as coisas.
 
A sabedoria do Criador é insondável. “Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam” (versos 28-31, NVI).
 
Que hoje a esperança reacenda em sua vida, esperança mais forte do que nunca!
 
Ron E M Clouzet
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews
 
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/40/
 
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-40/


Isaías 39 by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2014, 0:00
Filed under: testemunho | Tags: ,

Comentário devocional:

O capítulo 39 de Isaías é pequeno mas nos incentiva a sermos prudentes em nossas palavras e ações. Ezequias havia se recuperado de sua doença por causa da misericórdia de Deus em atender às suas orações. Como resultado deste milagre notável a notícia de sua cura se espalhou. Não muito tempo depois o rei da Babilônia ouviu sobre isso e enviou seu próprio filho e alguns funcionários do governo com uma carta especial e presentes de boa vontade.

No entanto, em vez de contar a esses mensageiros pagãos sobre o grande e verdadeiro Deus, o único que pode curar e libertar (Isa. 37:20), o rei Ezequias glorificou suas riquezas e poder. Ao invés de usar isso como uma oportunidade para testemunhar como Deus havia lhe concedido um prazo maior de vida, Ezequias dirige a atenção dos babilônios para si mesmo e para a glória do seu reino.

“A história da falta de Ezequias em se provar fiel a sua missão ao tempo da visita dos embaixadores, está repleta de importantes lições para todos. Necessitamos, muito mais do que o fazemos, falar dos preciosos capítulos em nossa experiência, sobre a misericórdia e amorável bondade de Deus, as incomparáveis profundezas do amor do Salvador. Quando a mente e o coração estão cheios do amor de Deus, não será difícil partilhar aquilo que faz parte da vida espiritual. Grandes pensamentos, nobres aspirações, clara percepção da verdade, propósitos altruístas, anelos de piedade e santidade, encontrarão expressão em palavras que revelem a qualidade dos tesouros do coração. Aqueles com quem nos associamos dia a dia necessitam de nosso auxílio, nossa orientação. Eles podem encontrar-se em tal condição de mente que uma palavra dita a tempo será como um prego encravado no lugar certo. Amanhã algumas dessas almas poderão estar onde nunca mais as alcançaremos outra vez. Qual é nossa influência sobre esses companheiros de jornada?” Profetas e Reis, p. 347, 348.

De forma análoga, o nosso testemunho tem o potencial de influenciar centenas e milhares de pessoas. Estamos nós aproveitando as oportunidades que recebemos? Ou estamos exaltando a nós mesmos à semelhança de Ezequias quando as pessoas procuram descobrir a razão do sucesso e felicidade de nossas vidas? Tomara que estejamos dirigindo a mente das pessoas para o verdadeiro Deus, o único que pode trazer a cura e a prosperidade para nós. 

Senhor perdoa-nos por tão freqüentemente atribuirmos a nós mesmos a glória que é devida somente a Ti! Perdoa-nos, como cristãos, por desperdiçarmos oportunidades de falar do Teu poder, misericórdia, amor e justiça. Queremos usar nossa influência para conduzir outros a Ti.

Melodious Echo Mason
EUA 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/39/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 39