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Honrar a Deus sempre ocupou o lugar mais importante na mente de Davi. Foi o Senhor quem concedeu a Davi força e vitória, estabelecendo o seu reinado. Agora a paz envolvia o reino de Israel e o sonho, há muito acalentado de Davi, de realocar para um local digno a arca de Deus, um símbolo da presença de Deus, estava prestes a acontecer.
Duas tentativas foram feitas para a mudança da arca de Deus, cada uma delas acompanhada com claras lições para que todos pudessem aprender. Na primeira tentativa, 30.000 israelitas foram escolhidos para a mudança, a arca de Deus foi colocada em um carro novo, e Davi e toda a casa de Israel se alegraram diante do Senhor. No meio do caminho, Uzá foi morto por não seguir estritamente as instruções sobre a manipulação da arca! Davi percebeu ali, como nunca havia percebido antes, a santidade da lei de Deus e a necessidade de obediência estrita.
Encorajados pelas bênçãos recebidas pela casa de Abinadabe, onde a arca havia sido guardada, outra tentativa foi feita, três meses depois, para transportar a arca. Desta vez, Davi e seu povo seguiram cuidadosamente todas as instruções que eles conheciam e com sucesso levaram a arca do Senhor para Jerusalém. Davi estava tão emocionado que saltava de alegria diante do Senhor, vestido de uma roupa sacerdotal [éfode] de linho. Ele também ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas perante o Senhor. A celebração deste evento foi significativa em dirigir os corações de Israel para a verdadeira adoração do Senhor.
Na primeira tentativa, a desobediência trouxe angústia e confusão para Davi. No entanto, a obediência explícita de Davi fez da transferência da arca uma ocasião muito agradável e esta celebração deixou uma impressão duradoura sobre Israel e às gerações que se seguiram. Nós também encontraremos prazer e alegria completa em render obediência incondicional ao Senhor.
Infelizmente, a filha de Saul, Mical, justamente aquela a quem Davi pedira como condição para a unificação do reino, não se uniu com ele na celebração do evento mais sagrado. Ela repreendeu Davi por se expor, “como um homem vulgar” (v. 20 NVI), perdendo a sua dignidade por pular de alegria diante do Senhor. O orgulho e a arrogância de Mical bloquearam o caminho para que ela recebesse as bênçãos do Senhor. Como resultado, a Bíblia registra que, infelizmente, Mical não teve filhos.
Samuel Wang
Centro para o Trabalho no Leste da Ásia
Comentários bíblicos selecionados:
3 carroção novo. Davi segue o exemplo dos filisteus (v. 1Sm 6.7) e não as instruções em Êx 25.12-14; Nm 4.5,6,15, que exigem que a arca seja levada nos ombros dos levitas (v. 1Cr 15.13-15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
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Embora Davi tenha sido primeiramente ungido enquanto ainda jovem pelo profeta Samuel, e novamente ungido rei de Judá, agora ele foi ungido pela terceira vez para reinar sobre todo o Israel e Judá. Não foi através de conquista militar que Davi subiu ao trono, mas foram as tribos de Israel que o elevaram ao trono com base na promessa do Senhor de fazê-lo pastor e príncipe do povo de Israel.
Agora tornou-se necessário mudar a capital para um lugar mais apropriado. Os jebuseus foram expulsos e Jerusalém, ou, mais poeticamente Sião, foi feita a nova capital. Davi se tornava cada vez mais forte.
O fato de Hirão, o rei de Tiro, ter enviado mensageiros a Davi e construído uma casa para ele, foi percebido por Davi como a confirmação do Senhor para fazê-lo rei sobre Israel, e exaltar o seu reino por amor do seu povo Israel. Esta amável oferta também reflete a intenção do rei de Tiro de formar uma aliança amigável com Israel. No entanto, os filisteus não ficaram contentes com isso e vieram combater com Davi. Davi consultou ao Senhor cada vez antes de se envolver em batalha com os filisteus. Por duas vezes o Senhor lhe deu a vitória.
Davi não assumiu o trono simplesmente porque ele havia sido ungido, mas porque esperou no Senhor para que a porta lhe fosse aberta. A humildade de Davi e sua total confiança no Senhor foi agradável aos olhos de Deus. Está registrado que “o Senhor, Deus dos exércitos, era com ele” (v. 10).
Por outro lado, a descendência de Davi aumentou através das muitas concubinas, mostrando que a fertilidade adicional prenunciava problemas potenciais no futuro. Isto adverte que qualquer desvio da vontade declarada de Deus certamente renderá uma colheita desastrosa.
A história de Davi tornando-se rei de todo o Israel e Judá revela quão misericordioso e paciente é o Senhor. Ele não trata o homem como ele merece, mas, sim, derrama graça abundante sobre todos os que confiam e humildemente esperam nEle, apesar de seus erros, assim como no caso de Davi.
Samuel Wang
Centro para o Trabalho no Leste da Ásia
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O Senhor abençoou a casa de Davi, apesar de suas fraquezas e imperfeições. Davi seguindo o costume da época, recorreu à poligamia para construir uma forte aliança política para fortalecer seu reino, apesar da clara ordem divina para que não se tivessem várias mulheres (Deuteronômio 17:17). Sua insistência de que Abner lhe trouxesse de volta Mical, a filha de Saul, Mical, como uma condição para que fizesse uma aliança com Abner e para reunir todo o Israel também teve motivações políticas. Davi parecia ter feito todos os esforços humanos ao seu alcance e entendimentos para buscar a paz e unidade. Em todos estes arranjos, Davi demonstrou um espírito de perdão, aceitação, e profunda preocupação com o bem-estar do reino. O Senhor entendeu suas intenções e abençoou seu reino, apesar de seus defeitos e erros.
O ambicioso e obcecado por poder, Abner, entretanto, foi a figura principal neste capítulo. Sua aversão contra Davi e sua sede pelo poder levou-o a constituir Isbosete como rei sobre Israel. No entanto, seu comportamento impróprio com uma concubina de Saul e sua resposta irritada para Isbosete evidenciaram que ele não havia honrado ao Senhor e ao seu rei.
Frustrado com o resultado de perda de uma guerra de dois anos de duração que ele mesmo havia iniciado contra Davi e de Judá e insatisfeito com o fraco e incompetente desempenho de Isbosete como rei de Israel, Abner entrou em traição contra Israel e fez uma proposta de aliança a Davi, que a recebeu com honra e que objetivamente abria o caminho para Davi para ser rei sobre todo o Israel.
No entanto, Joabe, o comandante-chefe de Davi, não estava feliz com Abner e seu plano, pois havia matado seu irmão Asael e constituiria ameaça a liderança militar de Joabe caso Abner efetivamente se juntasse a Davi. Depois de Abner terminar sua conferência com Davi e o deixar, Joabe mandou que mensageiros trouxessem Abner de volta, em Hebrom, e depois o enganou para que saísse da cidade de refúgio, e o matou.
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Taiwan
Trad JAQ – Rev GASQ
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Samuel Wang
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3-25 Em contraste com as consistentes respostas de Deus às consultas de Davi, a linha de comunicação de Saul com Deus está quebrada. Saul matou os sacerdotes de Deus. Samuel está morto e o éfode [estola] sacerdotal está com o sacerdote de Davi, Abiatar. Este capítulo conta a história da consulta de Saul a uma médium espírita de En Dor, o que leva à sua derrota e morte (Andrews Study Bible).
A mediunidade é pecado gravíssimo, condenado pela Bíblia de ponta a ponta, e é castigada com a pena máxima, pena de morte (Lv 20.27; Dt 18.10-12; At 16.18; Ap 21:8). Dizer que Deus permitiu o aparecimento de Samuel mediante a pitonisa (11), é afirmar que Deus permitiu a Samuel pecar gravemente. Consultar os “mortos”, ou os falsos mortos, é pecado igual ao de feitiçaria e ao de idolatria (15.23a). É pecado cuja prática Deus não permitiu a ninguém, absolutamente a ninguém, e muito menos a Samuel, que era o segundo dos profetas, quanto á importância, depois de Moisés do A.T. (Jr 15.1) (Bíblia Shedd).
Saul havia desterrado os médiuns. O espiritismo era uma prática comum entre as nações ao redor, mas Israel recebera a proibição de se envolver com isso (Dt 18:9-14; ver PP, 676) (CBASD, vol. 2, p. 629).
Embora a expulsão por Saul dos médiuns e espíritas esteja em total conformidade com a lei de Moisés (Lv 19.31; 20.6,27; Dt 18.11), isso é só uma demonstração parcial de zelo pela religião de Israel. Saul, ao consultar uma médium, indica claramente sua própria infidelidade e desobediência (1Cr 10.13) (Bíblia de Genebra).
4 Suném … Gilboa. Estas duas cidades ficavam em lados opostos do vale de Jezreel (Andrews Study Bible).
Embora não haja nenhuma declaração definitiva sobre o assunto, o fato dos filisteus conseguirem passar pelo vale de Suném indica que, enquanto Saul estava tão concentrado em envontrar Davi, foi omisso na proteção de suas fronteiras, e os filisteus tiraram vantagem dessa facilidade. A paixão irracional de Saul em eliminar Davi da terra, involuntariamente abriu o país inteiro às invasões filistéias (CBASD, vol. 2, p. 629).
por Urim. As predições dos eventos futuros por meios legítimos não estavam mais disponíveis a Saul. […] Seus sacerdotes podem ter fabricado um éfode em lugar do original (Andrews Study Bible).
7-25 A crônica de 7 – 25 fora escrita por uma testemunha ocular: logo, por um dos servos de Saul que o acompanhara à necromante (7,8). Frequentemente, esses servos eram estrangeiros (21.7; 26.6; 2Sm 23.25-39) e quase sempre supersticiosos, crentes no erro (7) – razão por que seu estilo é tão convincente. Esta crônica que é parte da história de Israel, pela determinação divina, entrou no Cânon Sagrado. E deve estar lá, , como lá estão os discursos dos amigos de Jó (42.7), as afirmações do autor de “debaixo do sol” (Ec 3.19; 5:18; 9.7, 9, 10, etc.), a fala da mulher de Tecoa (2 Sm 14.2-21), etc. – palavras e conceitos humanos. Infelizmente, esta crônica é interpretada por muitos sob o mesmo ponto de vista do servo de Saul. Analisando-se o caso, não negamos a sinceridade da mulher (11-14); também a moça de At 16.16-18 foi sincera. […] recorremos […] diretamente à Bíblia que, em si mesma, tem os argumentos necessários para desmentir as afirmações do servo de Saul. […] 1) Argumento gramatical (6) “…O Senhor não lhe respondeu.” O verbo hebraico é completo e categórico. Na situação presente de Saul, Deus não lhe respondeu, não lhe responde e não lhe responderá nunca. […] 2) Argumento exegético (6): “Nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas” – revelação pessoal, sacerdotal (v. 14, 18) ou inspiracional da parte de Deus, respectivamente [frase reescrita para maior clareza]. Fosse Samuel o veículo transmissor, seria o próprio Deus respondendo, pois Samuel não podia falar, senão pela inspiração. E, se não foi o Senhor quem falou, não foi Samuel. 3) Argumento ontológico: Deus se identifica como o Deus dos vivos: de Abraão, de Isaque, de Jacó, etc. (Êx. 3.15; Mt 22.32). Nenhum deles perdeu a sua personalidade, integridade, ou superego. Seria Samuel o único a poluir-se, indo contra a natureza do seu ser, contra Deus (6) e contra a doutrina que ele mesmo pregara (15.23), quando em vida nunca o fez? Impossível. […] 5) Argumento doutrinário: Consultar os “espíritos familiares” é condenado pela Bíblia inteira (ver 28.3). Fossem os espíritos de pessoas, e Deus teria regulamentado a matéria, mas como não o são, Deus o proibiu. Aceitando a doutrina do pseudo-Samuel, cria-se uma nova doutrina, que é a revelação divina mediante pessoas ímpias e polutas. E nesse caso, para serem aceitas as afirmações proféticas como verdades divinas é necessário que sejam de absoluta precisão; o que não acontece no caso presente (Vejam como são precisas as profecias a respeito de Cristo […]). 6) Argumento profético (Dt 18.22): As profecias devem ser julgadas (1 Co 14.29). E essas, do pseudo Samuel, não resistem ao exame. São ambíguas e imprecisas, justamente como as dos oráculos sibilinos e délficos. Vejamos: a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (28.19): a profecia é do estilo sibilino e sugeria que Saul viria a ser supliciado pelos filisteus. Mas o fato é que Saul se suicidou (31.4), e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade (31.11-13). Saul apenas passou pelas mãos dos filisteus. Infelizmente, o pseudo Samuel não podia prever esse detalhe. [..] b) Não morreram todos os filhos de Saul. Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2 Sm 2.8-10), Armoni e Mefibosete (2 Sm 21.8). c) Saul não morreu no dia seguinte (“…amanhã…estareis comigo”, 28.19): Esta é uma profecia do tipo délfico, ambígua. Saul morreu cerca de dezoito dias depois. (ver notas de 30.1, 10, 13, 17; 2 Sm 1.3). Citar em sua defesa Gn 30.33 e Êx 13.14 e afirmar que a palavra hebraica mahar, “amanhã”, aqui, é de sentido indefinido, é torcer o hebraico e a sua exegese, pois todos vão morrer, mesmo, em “algum dia” no futuro; isto não é novidade. d) Saul não foi para o mesmo lugar de Samuel (“…estareis comigo”, 28.19). Outra profecia délfica . (Bíblia Shedd).
11 O medo de Saul de Samuel não acabou depois da morte do profeta. Compare isto com o medo de Herodes por João Batista (Mat. 14:1-2) (Andrews Study Bible).
13 um deus. Do heb. ‘elohim‘, título usado mais de 2,5 mil vezes para o Deus verdadeiro e, com frequência, para se referir a deuses falsos (Gn 35:2; Êx 12:12; 20:3; etc.). Três vezes, a ARA traduz o termo por “juízes” (Êx 21:6; 22:8, 9). É possível que a palavra pudesse ser traduzida assim neste texto, e a mulher, portanto, diria: “Vejo um juiz que sobe da terra.” (CBASD, vol. 2, p. 633).
subindo. Seria contrário a qualquer princípio da justiça imaginar que uma necromante teria recebido autoridade divina para chamar Samuel de seu lugar de repouso. Pensar que Deus, Aquele que proibiu a necromancia (Dt 18:10-12), cederia ao pedido de uma médium para perturbar o descanso de seu santo Samuel é algo totalmente inconcebível. No entanto, assim como Satanás teve poder para aparecer diante de Jesus no deserto como um anjo de luz, ele ou um de seus agentes poderia, caso permitido, personificar Samuel, tanto em aparência quanto em voz (CBASD, vol. 2, p. 633).
numa capa. Samuel é reconhecido por seu manto que é mencionado em 15:27. Enquanto Saul podia ouvir a voz, somente a mulher podia ver o espírito. Baseado no ensino da Bíblia a respeito do estado dos mortos, Saul não escutou Samuel, mas, sim, um espirito enganador (Andrews Study Bible).
fazendo-me subir. Fica claro que os antigos, de modo geral, imaginavam que uma região subterrânea constituía a morada dos mortos. Caso a doutrina apoiada pela maior parte dos cristãos, de que o justo sobe ao Céu por ocasião da morte […] o pedido seria para fazer Samuel descer, e o espírito que personificou Samuel teria dito: “Por que me inquietaste, fazendo-me descer?” Este único momento no registro já é suficiente para descartar a narrativa como prova da doutrina do estado de consciências (sic) dos justos mortos (CBASD, vol. 2, p. 633).
16 teu inimigo Estas palavras identificam seu autor. A declaração feita neste versículo e nos seguintes ilustra uma estratégia característica do diabo. Desde sua queda, Satanás tenta retratar o caráter divino de maneira distorcida. Ele representa Deus como um tirano vingativo, que empurra para o inferno todos que não O temem (ver GC, 534). Seduz os seres humanos ao pecado e depois apresenta o caso deles como totalmente desprovido de esperança. Insinua que o Senhor não está disposto a perdoar o pecador enquanto existe uma única desculpa para não aceitá-lo. Assim, retrata Deus para as pessoas como se Ele fosse inimigo delas. Tal conceito reside na base das religiões pagãs, as quais ensinam a necessidade de sacrífícios para apaziguar um deus irado. Essa doutrina é absolutamente contrária aos ensinamentos da Bíblia, que mostram Deus estendendo amor a todos e disposto a realizar o sacrifício supremo para salvar os culpados (Jo 3:16; 2Pe 3:9) […] Deus não se tornou inimigo de Saul. Ele simplesmente permitiu que a colheita revelasse a natureza da semente. Saul estava em apuros por escolha própria. O Senhor havia tentado poupá-lo do desastre, enviando diversas advertências e repetidos conselhos, mas ele persistiu em colocar seu julgamento finito em oposição à instrução divina (CBASD, vol. 2, p. 633, 634).
19 dos filisteus. Uma vez que Saul se degradou voluntariamente, colocando-se nas mãos do inimigo, Satanás aproveitou a oportunidade para ridicularizá-lo e desanimá-lo. Com a batalha se aproximando, o diabo levou Saul a sentir que já tinha perdido. Na verdade, o Senhor poderia ter salvado Israel assim como fizera em Mispa (1Sm 7:10). Contudo, naquela ocasião, o povo confessou seu pecado e clamou a Deus. Tivesse Saul confessado seu pecado, reunido todo o Israel, mencionado sua fraqueza e conduzido todo o exército a uma dedicação renovada ao Senhor, o resultado da batalha poderia ter sido completamente diferente. Ao colocar diante do rei a aparente impossibilidade de qualquer perdão e o tamanho de sua rebelião contra Deus, Satanás foi bem-sucedido em desanimar Saul por completo, e em conduzi-lo à ruína (CBASD, vol. 2, p. 634).
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Trad JAQ – Rev JDS
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Possamos nós também depender do Senhor para cada decisão e ação.Compensa servir ao Senhor!