Reavivados por Sua Palavra


II Samuel 6 – segunda, 14.01.2013 by Jeferson Quimelli
13 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico à II Samuel 6
Texto de hoje do blog da Bíblia:

Honrar a Deus sempre ocupou o lugar mais importante na mente de Davi. Foi o Senhor quem concedeu a Davi força e vitória, estabelecendo o seu reinado. Agora a paz envolvia o reino de Israel e o sonho, há muito acalentado de Davi, de realocar para um local digno a arca de Deus, um símbolo da presença de Deus, estava prestes a acontecer.
Duas tentativas foram feitas para a mudança da arca de Deus, cada uma delas acompanhada com claras lições para que todos pudessem aprender. Na primeira tentativa, 30.000 israelitas foram escolhidos para a mudança, a arca de Deus foi colocada em um carro novo, e Davi e toda a casa de Israel se alegraram diante do Senhor. No meio do caminho, Uzá foi morto por não seguir estritamente as instruções sobre a manipulação da arca! Davi percebeu ali, como nunca havia percebido antes, a santidade da lei de Deus e a necessidade de obediência estrita.
Encorajados pelas bênçãos recebidas pela casa de Abinadabe, onde a arca havia sido guardada, outra tentativa foi feita, três meses depois, para transportar a arca. Desta vez, Davi e seu povo seguiram cuidadosamente todas as instruções que eles conheciam e com sucesso levaram a arca do Senhor para Jerusalém. Davi estava tão emocionado que saltava de alegria diante do Senhor, vestido de uma roupa sacerdotal [éfode] de linho. Ele também ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas perante o Senhor. A celebração deste evento foi significativa em dirigir os corações de Israel para a verdadeira adoração do Senhor.
Na primeira tentativa, a desobediência trouxe angústia e confusão para Davi. No entanto, a obediência explícita de Davi fez da transferência da arca uma ocasião muito agradável e esta celebração deixou uma impressão duradoura sobre Israel e às gerações que se seguiram. Nós também encontraremos prazer e alegria completa em render obediência incondicional ao Senhor.
Infelizmente, a filha de Saul, Mical, justamente aquela a quem Davi pedira como condição para a unificação do reino, não se uniu com ele na celebração do evento mais sagrado. Ela repreendeu Davi por se expor, “como um homem vulgar” (v. 20 NVI), perdendo a sua dignidade por pular de alegria diante do Senhor. O orgulho e a arrogância de Mical bloquearam o caminho para que ela recebesse as bênçãos do Senhor. Como resultado, a Bíblia registra que, infelizmente, Mical não teve filhos.

Samuel Wang
Centro para o Trabalho no Leste da Ásia

Taiwan
Trad JAQ – Rev GASQ


Comentários bíblicos selecionados:
3 carroção novo. Davi segue o exemplo dos filisteus (v. 1Sm 6.7) e não as instruções em Êx 25.12-14; Nm 4.5,6,15, que exigem que a arca seja levada nos ombros dos levitas (v. 1Cr 15.13-15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).


II Samuel 5 – domingo, 13.01.2013 by Jeferson Quimelli
12 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico à II Samuel 5
Texto de hoje do blog da Bíblia:

Embora Davi tenha sido primeiramente ungido enquanto ainda jovem pelo profeta Samuel, e novamente ungido rei de Judá, agora ele foi ungido pela terceira vez para reinar sobre todo o Israel e Judá. Não foi através de conquista militar que Davi subiu ao trono, mas foram as tribos de Israel que o elevaram ao trono com base na promessa do Senhor de fazê-lo pastor e príncipe do povo de Israel.

Agora tornou-se necessário mudar a capital para um lugar mais apropriado. Os jebuseus foram expulsos e Jerusalém, ou, mais poeticamente Sião, foi feita a nova capital. Davi se tornava cada vez mais forte.

O fato de Hirão, o rei de Tiro, ter enviado mensageiros a Davi e construído uma casa para ele, foi percebido por Davi como a confirmação do Senhor para fazê-lo rei sobre Israel, e exaltar o seu reino por amor do seu povo Israel. Esta amável oferta também reflete a intenção do rei de Tiro de formar uma aliança amigável com Israel. No entanto, os filisteus não ficaram contentes com isso e vieram combater com Davi. Davi consultou ao Senhor cada vez antes de se envolver em batalha com os filisteus. Por duas vezes o Senhor lhe deu a vitória.

Davi não assumiu o trono simplesmente porque ele havia sido ungido, mas porque esperou no Senhor para que a porta lhe fosse aberta. A humildade de Davi e sua total confiança no Senhor foi agradável aos olhos de Deus. Está registrado que “o Senhor, Deus dos exércitos, era com ele” (v. 10).

Por outro lado, a descendência de Davi aumentou através das muitas concubinas, mostrando que a fertilidade adicional prenunciava problemas potenciais no futuro. Isto adverte que qualquer desvio da vontade declarada de Deus certamente renderá uma colheita desastrosa.

A história de Davi tornando-se rei de todo o Israel e Judá revela quão misericordioso e paciente é o Senhor. Ele não trata o homem como ele merece, mas, sim, derrama graça abundante sobre todos os que confiam e humildemente esperam nEle, apesar de seus erros, assim como no caso de Davi.

Samuel Wang
Centro para o Trabalho no Leste da Ásia

Taiwan
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS


10 Dias de Oração by Jeferson Quimelli
12 de janeiro de 2013, 18:07
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Una-se à igreja mundial do projeto 10 DIAS DE ORAÇÃO pela CHUVA GLOBAL DO ESPÍRITO SANTO.

Na página http://www.tendaysofprayer.org/ você encontrará:
– sermões;
– testemunhos;
– material promocional (folhetos, boletins,postais);
– e-book gratuito Praying for Rain (Orando pela Chuva).
Este projeto será relançado de forma mais ampla na América Sul em fevereiro.


II Samuel 4 – sábado, 12.01.2013 by Jeferson Quimelli
11 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico – II Samuel 4
Texto de hoje do blog da Bíblia:

O capítulo anterior revelou que Davi conquistou os corações de todas as pessoas pelo modo como ele lamentou a perda de Abner. Agora era hora de restaurar o reino de Israel.

Dois filhos de Rimom, o beerotita, mataram Isbosete em seu leito e o decapitaram. Em seguida, eles levaram a cabeça de Isbosete a Davi, pensando que estavam levando boas novas. Porém Davi não podia validar tal ato de traição como um meio de elevar-lhe ao cargo de rei de todo o Israel. Ele ordenou que os dois capitães assassinos fossem executados. Ao fazê-lo, Davi declarou a todos que ele considerava Isbosete “uma pessoa justa” e o sepultou com dignidade. A morte e sepultamento de Isbosete significou o colapso do reino do norte e indicou que o tempo de Davi tornar-se o rei de Israel e Judá estava próximo.

Nota-se aqui a incoerência como Davi lidou com assassinatos de Isbosete por um lado e com o seu próprio sobrinho Joabe, que havia assassinado Abner, por outro lado. Davi parecia ser fraco em lidar com os membros de sua própria família de forma justa e aberta. Esta tendência também se fez notar na forma como Davi lidou com a rebelião e morte de seu próprio filho Absalão. Nunca é honesto tratar de forma diferente aqueles que cometem erros porque são ou não membros da família, não importa a gravidade do erro cometido.

Samuel Wang
Centro para o Trabalho no Leste da Ásia
Taiwan
Trad JAQ – Rev JDS


II Samuel 3 – sexta, 11.01.2013 by Jeferson Quimelli
10 de janeiro de 2013, 23:21
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Texto bíblico – II Samuel 3
Texto de hoje do blog da Bíblia:

O Senhor abençoou a casa de Davi, apesar de suas fraquezas e imperfeições. Davi seguindo o costume da época, recorreu à poligamia para construir uma forte aliança política para fortalecer seu reino, apesar da clara ordem divina para que não se tivessem várias mulheres (Deuteronômio 17:17). Sua insistência de que Abner lhe trouxesse de volta Mical, a filha de Saul, Mical, como uma condição para que fizesse uma aliança com Abner e para reunir todo o Israel também teve motivações políticas. Davi parecia ter feito todos os esforços humanos ao seu alcance e entendimentos para buscar a paz e unidade. Em todos estes arranjos, Davi demonstrou um espírito de perdão, aceitação, e profunda preocupação com o bem-estar do reino. O Senhor entendeu suas intenções e abençoou seu reino, apesar de seus defeitos e erros.

O ambicioso e obcecado por poder, Abner, entretanto, foi a figura principal neste capítulo. Sua aversão contra Davi e sua sede pelo poder levou-o a constituir Isbosete como rei sobre Israel. No entanto, seu comportamento impróprio com uma concubina de Saul e sua resposta irritada para Isbosete evidenciaram que ele não havia honrado ao Senhor e ao seu rei.

Frustrado com o resultado de perda de uma guerra de dois anos de duração que ele mesmo havia iniciado contra Davi e de Judá e insatisfeito com o fraco e incompetente desempenho de Isbosete como rei de Israel, Abner entrou em traição contra Israel e fez uma proposta de aliança a Davi, que a recebeu com honra e que objetivamente abria o caminho para Davi para ser rei sobre todo o Israel.

No entanto, Joabe, o comandante-chefe de Davi, não estava feliz com Abner e seu plano, pois havia matado seu irmão Asael e constituiria ameaça a liderança militar de Joabe caso Abner efetivamente se juntasse a Davi. Depois de Abner terminar sua conferência com Davi e o deixar, Joabe mandou que mensageiros trouxessem Abner de volta, em Hebrom, e depois o enganou para que saísse da cidade de refúgio, e o matou.

Davi deixou claro publicamente que não tinha nada a ver com o derramamento do sangue de Abner e proferiu uma séria maldição sobre Joabe e seus descendentes. Ele lamentou muito e jejuou pela morte inesperada Abner. Seu reconhecimento magnânimo daquele que tinha sido seu amargo inimigo conquistou a confiança e a admiração de todo o Israel.
Davi não lidou com Joabe diretamente, mas deixou a questão ao Senhor, acreditando que Joabe receberia o retorno de sua maldade ao seu devido tempo.
Davi entendeu o que significava esperar no Senhor para corrigir as coisas e devemos fazer o mesmo.

Samuel Wang
Centro para o trabalho no Leste da Ásia
Taiwan
Trad JAQ


II Samuel 2 – quinta, 10.01.2013 by Jeferson Quimelli
9 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico à II Samuel 2
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Passado o tempo de luto, Davi consultou ao Senhor, perguntando se ele deveria sair do território filisteu, subir para as cidades de Judá e viver de novo entre o seu povo. Embora ungido como rei há muitos anos atrás, Davi não se mostrou presunçoso a ponto de voltar a Judá e tomar o lugar de Saul como rei. Ao contrário, ele mostrou muita prudência em esperar no Senhor em cada movimento que fazia. Então o povo de Judá veio e ungiu Davi como rei sobre a casa de Judá.
A tristeza de Davi pela morte de Saul e Jônatas não era apenas uma demonstração exterior. Sua sinceridade o levou a estender bondade para quem mostrara bondade para com Saul. Antes de ser coroado rei em Gilgal, Saul liderara os filhos de Israel e os homens de Judá a libertar Jabes-Gileade da opressão dos amonitas (1 Samuel 11:1-10). O povo de Jabes-Gileade mostrou seu agradecimento e gratidão a Saul em sua atitude corajosa de recuperar os corpos de Saul e seus filhos, com o risco de suas vidas, e enterrá-los dignamente (1 Samuel 31:11-13). Davi recompensou-os pela sua amabilidade e encorajou-os a ser valentes sob seu reinado.
No entanto, o conflito entre as casas de Saul e Davi continuou. Abner, primo de Saul e o capitão do seu exército, fez Isbosete, filho de Saul rei sobre todo o Israel. Davi foi rei sobre a casa de Judá por um período de sete anos e meio, mas não tomou qualquer ação contra a casa de Israel, provando ser um rei de paz e unidade.
Entretanto, o conflito entre Abner e Joabe começou, evoluindo a uma batalha onde Abner matou Asael, o irmão de  Joabe, porém perdeu mais de 300 homens. Os servos de Davi venceram, mas este incidente somente prenunciava mais conflito à frente. Como são verdadeiras e sábias as palavras: “Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas” (Prov. 17:14).
Samuel Wang
Centro para o trabalho no Leste da Ásia
Taiwan
Trad JAQ – Rev GASQ


II Samuel 1 – quarta, 09.01.2013 by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico à II Samuel 1
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Após a morte de Saul e seus três filhos na batalha contra os filisteus registrada em 1 Samuel 31, chegou o tempo do reinado de Davi. O primeiro capítulo de 2 Samuel serve como uma transição natural do reinado de Saul para o de Davi.
Davi ainda estava vivendo entre os filisteus quando ouviu falar que os filisteus e os israelitas haviam travado uma grande batalha. Davi deve ter ficado muito ansioso para saber do resultado desta batalha. Ele provavelmente agradeceria qualquer informação vinda do campo de batalha. Esta informação veio justamente através de um dos amalequitas que foram poupados por Saul, em sua desobediência à ordem do Senhor de destruí-los totalmente (1Sam 15:2-3). Independentemente da confiabilidade do relatório, alguns fatos foram revelados: 1) O Rei Saul havia perdido a batalha e sido morto junto com seu filho Jônatas; 2) o portador da informação era um amalequita; e 3) este amalequita pode ter pensado que estava trazendo “boas novas” (2 Samuel 4:10). O fato de ter ele trazido a coroa e o bracelete de Saul a Davi mostra que ele reconhecia a Davi como o próximo rei.
Para sua surpresa, Davi lamentou muito as mortes de Saul, Jônatas e do povo do Senhor. O amalequita não foi recompensado como ele esperava, mas foi executado por ter dito: “Eu matei o ungido do Senhor.”
A tristeza de Davi não foi uma exibição para impressionar as pessoas. Sua dor real e profunda foi evidenciada em sua lamentação no Cântico do Arco. Davi aconselhou Israel a não noticiassem abertamente a morte de Saul, e em vez disso convidou no Cântico que as filhas de Israel também chorassem com ele por Saul (vv. 24). Saul havia tentado matar Davi, em várias ocasiões, mas Davi não se alegrou nem mostrou qualquer desrespeito por Saul. A instrução do Senhor para amar o inimigo havia mudado muito a perspectiva de Davi. A seus olhos, Saul era a “glória” de Israel e “valente”, pois ele era o ungido do Senhor.
Ao louvar as virtudes de seu perseguidor, Davi, na verdade, estava dando glória a Deus, de quem vem “toda boa dádiva e todo dom perfeito” (Tiago 1:17). Nós, também, poderíamos dar glória a Deus ao vermos e falarmos somente sobre as coisas boas dos outros, incluindo nossos “inimigos”.
Em sua lamentação, Davi elogiou Jônatas por sua coragem, seu amor filial a Saul, e sua lealdade comprometida para com o povo. Os leitores quase podem sentir o coração partido de Davi pela perda de um grande amigo e compartilham sua indescritível tristeza.
O conflito entre os dois ungidos, Saul e Davi, é uma reminiscência do conflito cósmico entre Miguel e o Dragão (Apocalipse 12:7-9). Do mesmo modo que Davi lamentou a morte de Saul, assim Jesus chorou por Satanás e todos aqueles que se rebelaram com ele. Do mesmo modo Jesus lamentou sobre a ruína de Jerusalém (Mateus 23:37-39).
A boa notícia é que em breve virá o dia quando todo o conflito terminará e Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem choro, nem dor” (Apoc 21:4 NVI).

Samuel Wang

Centro para o trabalho no Leste da Ásia
Taiwan
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS


I Samuel 28 – Comentários bíblicos selecionados by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2013, 18:59
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3-25 Em contraste com as consistentes respostas de Deus às consultas de Davi, a linha de comunicação de Saul com Deus está quebrada. Saul matou os sacerdotes de Deus. Samuel está morto e o éfode [estola] sacerdotal está com o sacerdote de Davi, Abiatar. Este capítulo conta a história da consulta de Saul a uma médium espírita de En Dor, o que leva à sua derrota e morte (Andrews Study Bible).

3 Samuel. O profeta morrera algum tempo antes (ISm 25:1). Este versículo parece ter sido acrescentado como um parêntese para introduzir o tema principal do capítulo, a visita de Saul à médium de En-Dor (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 629).
A mediunidade é pecado gravíssimo, condenado pela Bíblia de ponta a ponta, e é castigada com a pena máxima, pena de morte (Lv 20.27; Dt 18.10-12; At 16.18; Ap 21:8). Dizer que Deus permitiu o aparecimento de Samuel mediante a pitonisa (11), é afirmar que Deus permitiu a Samuel pecar gravemente. Consultar os “mortos”, ou os falsos mortos, é pecado igual ao de feitiçaria e ao de idolatria (15.23a). É pecado cuja prática Deus não permitiu a ninguém, absolutamente a ninguém, e muito menos a Samuel, que era o segundo dos profetas, quanto á importância, depois de Moisés do A.T. (Jr 15.1) (Bíblia Shedd).
Saul havia desterrado os médiuns. O espiritismo era uma prática comum entre as nações ao redor, mas Israel recebera a proibição de se envolver com isso (Dt 18:9-14; ver PP, 676) (CBASD, vol. 2, p. 629).
Embora a expulsão por Saul dos médiuns e espíritas esteja em total conformidade com a lei de Moisés (Lv 19.31; 20.6,27; Dt 18.11), isso é só uma demonstração parcial de zelo pela religião de Israel. Saul, ao consultar uma médium, indica claramente sua própria infidelidade e desobediência (1Cr 10.13) (Bíblia de Genebra).

4 Suném … Gilboa. Estas duas cidades ficavam em lados opostos do vale de Jezreel (Andrews Study Bible).
Embora não haja nenhuma declaração definitiva sobre o assunto, o fato dos filisteus conseguirem passar pelo vale de Suném indica que, enquanto Saul estava tão concentrado em envontrar Davi, foi omisso na proteção de suas fronteiras, e os filisteus tiraram vantagem dessa facilidade. A paixão irracional de Saul em eliminar Davi da terra, involuntariamente abriu o país inteiro às invasões filistéias (CBASD, vol. 2, p. 629).

6 não lhe respondeu.O Senhor nunca rejeita aquele que se aproxima dEle com humildade e sinceridade. A resposta pode não vir do modo ou tempo esperado, mas Deus atenta à petição e faz o melhor de acordo com as circunstâncias. O apelo frenético de Saul chegou aos ouvidos do Senhor, mas, levando em conta a situação, Ele escolheu não dar a informação que o rei queria. Saul havia se recusado deliberadamente a esperar pelo conselho divino em Gilgal (1Sm 13:8-14) e a aceitar quaisquer mensagens contrárias a suas idéias […] Uma vez que Saul tomara a decisão voluntária de seguir seus próprios impulsos, Deus permitiu que ele colhesse os frutos daquilo que semeara. Se ele tivesse se arrependido e sido submisso, o Senhor poderia ter transformado seus erros em degraus para o sucesso. A experiência de Saul ilustra a verdade: “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7; ver T5, 119) (CBASD, vol. 2, p. 631).
por Urim. As predições dos eventos futuros por meios legítimos não estavam mais disponíveis a Saul. […] Seus sacerdotes podem ter fabricado um éfode em lugar do original (Andrews Study Bible).
7 apontai-me uma mulher que seja médium. Apesar dos elementos desse tipo terem sido expurgados da terra (v.3), Saul parece não ter dúvida nenhuma de que seria possível achar uma médium, e seus atendentes conseguem imediatamente indicar uma (Bíblia de Genebra).

7-25 A crônica de 7 – 25 fora escrita por uma testemunha ocular: logo, por um dos servos de Saul que o acompanhara à necromante (7,8). Frequentemente, esses servos eram estrangeiros (21.7; 26.6; 2Sm 23.25-39) e quase sempre supersticiosos, crentes no erro (7) – razão por que seu estilo é tão convincente. Esta crônica que é parte da história de Israel, pela determinação divina, entrou no Cânon Sagrado. E deve estar lá, , como lá estão os discursos dos amigos de Jó (42.7), as afirmações do autor de “debaixo do sol” (Ec 3.19; 5:18; 9.7, 9, 10, etc.), a fala da mulher de Tecoa (2 Sm 14.2-21), etc. – palavras e conceitos humanos. Infelizmente, esta crônica é interpretada por muitos sob o mesmo ponto de vista do servo de Saul. Analisando-se o caso, não negamos a sinceridade da mulher (11-14); também a moça de At 16.16-18 foi sincera. […] recorremos […] diretamente à Bíblia que, em si mesma, tem os argumentos necessários para desmentir as afirmações do servo de Saul. […] 1) Argumento gramatical (6) “…O Senhor não lhe respondeu.” O verbo hebraico é completo e categórico. Na situação presente de Saul, Deus não lhe respondeu, não lhe responde e não lhe responderá nunca. […] 2) Argumento exegético (6): “Nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas” – revelação pessoal, sacerdotal (v. 14, 18) ou inspiracional da parte de Deus, respectivamente [frase reescrita para maior clareza]. Fosse Samuel o veículo transmissor, seria o próprio Deus respondendo, pois Samuel não podia falar, senão pela inspiração. E, se não foi o Senhor quem falou, não foi Samuel. 3) Argumento ontológico: Deus se identifica como o Deus dos vivos: de Abraão, de Isaque, de Jacó, etc. (Êx. 3.15; Mt 22.32). Nenhum deles perdeu a sua personalidade, integridade, ou superego. Seria Samuel o único a poluir-se, indo contra a natureza do seu ser, contra Deus (6) e contra a doutrina que ele mesmo pregara (15.23), quando em vida nunca o fez? Impossível. […] 5) Argumento doutrinário: Consultar os “espíritos familiares” é condenado pela Bíblia inteira (ver 28.3). Fossem os espíritos de pessoas, e Deus teria regulamentado a matéria, mas como não o são, Deus o proibiu. Aceitando a doutrina do pseudo-Samuel, cria-se uma nova doutrina, que é a revelação divina mediante pessoas ímpias e polutas. E nesse caso, para serem aceitas as afirmações proféticas como verdades divinas é necessário que sejam de absoluta precisão; o que não acontece no caso presente (Vejam como são precisas as profecias a respeito de Cristo […]). 6) Argumento profético (Dt 18.22): As profecias devem ser julgadas (1 Co 14.29). E essas, do pseudo Samuel, não resistem ao exame. São ambíguas e imprecisas, justamente como as dos oráculos sibilinos e délficos. Vejamos: a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (28.19): a profecia é do estilo sibilino e sugeria que Saul viria a ser supliciado pelos filisteus. Mas o fato é que Saul se suicidou (31.4), e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade (31.11-13). Saul apenas passou pelas mãos dos filisteus. Infelizmente, o pseudo Samuel não podia prever esse detalhe. [..] b) Não morreram todos os filhos de Saul. Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2 Sm 2.8-10), Armoni e Mefibosete (2 Sm 21.8). c) Saul não morreu no dia seguinte (“…amanhã…estareis comigo”, 28.19): Esta é uma profecia do tipo délfico, ambígua. Saul morreu cerca de dezoito dias depois. (ver notas de 30.1, 10, 13, 17; 2 Sm 1.3). Citar em sua defesa Gn 30.33 e Êx 13.14 e afirmar que a palavra hebraica mahar, “amanhã”, aqui, é de sentido indefinido, é torcer o hebraico e a sua exegese, pois todos vão morrer, mesmo, em “algum dia” no futuro; isto não é novidade. d) Saul não foi para o mesmo lugar de Samuel (“…estareis comigo”, 28.19). Outra profecia délfica . (Bíblia Shedd).

11 O medo de Saul de Samuel não acabou depois da morte do profeta. Compare isto com o medo de Herodes por João Batista (Mat. 14:1-2) (Andrews Study Bible).

12 tu mesmo és Saul. A informação foi dada de forma sobrenatural; porém, não era de origem divina. […] Há os que defendem que os espíritos dos mortos retornam para se comunicar com os vivos. Afirmam que foi o espírito de Samuel que atendeu ao chamado da médium. Entretanto, uma comunicação da parte de Samuel, em sua função de profeta, seria, de maneira indireta, uma mensagem de Deus e fica claramente expresso que o Senhor havia se recusado a falar com Saul (1Sm 28:6). A Bíblia declara que Saul morreu “porque interrogara e consultara uma necromante e não ao Senhor” (1Cr 10:13, 14). O ensino de que o espírito dos mortos volta para se comunicar com os vivos se baseia na crença de que o espírito do ser humano sobrevive em estado consciente após a morte e de que, na verdade, o espírito é a pessoa. A Bíblia ensina que o espírito volta, por ocasião da morte, a Deus que o deu (Ec 12:7). Mesmo assim, o AT nega enfaticamente que o espírito seja uma entidade consciente (Jó 14:21; Sl 146:4; Ec 9:5,6). O NT ensina a mesma doutrina. Jesus apontou para o momento de Sua segunda vinda, não para a morte, quando se referiu ao instante em que os fiéis estarão com o Senhor (Jo 14:1-3). Caso contrário, Jesus poderia ter confortado os Seus discípulos tristes com o pensamento de que a morte logo os levaria e eles iriam imediatamente para o reino celeste, onde estariam com Ele. Ao confortar os que haviam perdido entes queridos, Paulo claramente declarou não haver precedência dos vivos sobre os mortos, mas que todos se encontrariam com Deus no mesmo momento (1Ts 4:16, 17). Fica evidente, então, que, nessa circunstância, o espírito de Samuel não se comunicou com Saul. Deve-se lembrar, porém, que há uma forma de inteligência que atua no mundo espiritual. As Escrituras revelam que Satanás e seus anjos têm habilidade de dar informações e de alterar sua aparência (ver Mt 4:1-11; 2Co 11:13, 14). A figura que apareceu à médium de En-Dor era uma personificação satânica de Samuel, e a mensagem comunicada, portanto, se originava do príncipe das trevas. Embora diversos fenômenos de sessões espíritas envolvam fraudes e truques, nem todos eles pode ser explicados dessa forma. Muitos dos que investigaram sessões admitem a presença de um poder que não pode ser atribuído a truques ou a leis científicas conhecidas. As Escrituras predizem o aumento das manifestações sobrenaturais nos últimos dias (Mt 7:22,23; 2Ts 2:9. Ap 13:13, 14; 16:14). A única proteção contra esses instrumentos do engano é ter a mente tão fortificada com as verdades da Bíblia, de modo que o tentador seja desmascarado em seu disfarce (CBASD, vol. 2, p. 632, 6334).

13 um deus. Do heb. ‘elohim‘, título usado mais de 2,5 mil vezes para o Deus verdadeiro e, com frequência, para se referir a deuses falsos (Gn 35:2; Êx 12:12; 20:3; etc.). Três vezes, a ARA traduz o termo por “juízes” (Êx 21:6; 22:8, 9). É possível que a palavra pudesse ser traduzida assim neste texto, e a mulher, portanto, diria: “Vejo um juiz que sobe da terra.” (CBASD, vol. 2, p. 633).

14 Como é a sua figura? As perguntas de Saul, somadas às respostas da mulher, evidenciam que ele não viu a aparição (CBASD, vol. 2, p. 633).
subindo. Seria contrário a qualquer princípio da justiça imaginar que uma necromante teria recebido autoridade divina para chamar Samuel de seu lugar de repouso. Pensar que Deus, Aquele que proibiu a necromancia (Dt 18:10-12), cederia ao pedido de uma médium para perturbar o descanso de seu santo Samuel é algo totalmente inconcebível. No entanto, assim como Satanás teve poder para aparecer diante de Jesus no deserto como um anjo de luz, ele ou um de seus agentes poderia, caso permitido, personificar Samuel, tanto em aparência quanto em voz (CBASD, vol. 2, p. 633).

numa capa. Samuel é reconhecido por seu manto que é mencionado em 15:27. Enquanto Saul podia ouvir a voz, somente a mulher podia ver o espírito. Baseado no ensino da Bíblia a respeito do estado dos mortos, Saul não escutou Samuel, mas, sim, um espirito enganador (Andrews Study Bible).

13-19 O diálogo nos versos seguintes entre o suposto Samuel e Saul também foi feito através da mulher, sem ter nenhuma evidência de que o verdadeiro Samuel tenha dito qualquer das coisas mencionadas. Isso sem contar a descrição vaga e imprecisa que a médium dá nos próximos versos da suposta figura de Samuel. Ainda mais, seria incoerente que, uma vez que Saul não foi respondido pelo Senhor por várias formas (nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas, v. 6), venha agora receber uma resposta através do finado profeta Samuel (se fosse mesmo Samuel falando através da necromante, o Senhor agora estaria respondendo, pois Samuel não falaria de si mesmo). O autor de Crônicas, ao relatar as causas da morte de Saul (1 Cr 10.13-14), diz que este morrera porque “interrogara e consultara uma necromante e não ao Senhor” (Bíblia de Genebra).

15 porque você me perturbou? (NVI) Uma óbvia contradição com Ecl. 9:5-6 que ensina que os mortos permanecem em silêncio e repousam sem perturbação (Andrews Study Bible).
Não se deve pensar que o próprio Samuel falou. O escritor descreveu os acontecimentos como eles pareciam, algo normal numa narrativa. A Bíblia também fala sobre o sol nascer e se pôr, assim como nós [falamos]. Ninguém se engana nem se confunde com o fato de falarmos apenas das aparências. Na realidade, não é o sol que nasce e se põe, mas, sim, a Terra que gira. No versículo em análise, o contexto e uma comparação com outras passagens deixam claro que uma personificação de Samuel estava proferindo as declarações atribuídas ao falecido profeta (CBASD, vol. 2, p. 633).
fazendo-me subir. Fica claro que os antigos, de modo geral, imaginavam que uma região subterrânea constituía a morada dos mortos. Caso a doutrina apoiada pela maior parte dos cristãos, de que o justo sobe ao Céu por ocasião da morte […] o pedido seria para fazer Samuel descer, e o espírito que personificou Samuel teria dito: “Por que me inquietaste, fazendo-me descer?” Este único momento no registro já é suficiente para descartar a narrativa como prova da doutrina do estado de consciências (sic) dos justos mortos (CBASD, vol. 2, p. 633).

16 teu inimigo Estas palavras identificam seu autor. A declaração feita neste versículo e nos seguintes ilustra uma estratégia característica do diabo. Desde sua queda, Satanás tenta retratar o caráter divino de maneira distorcida. Ele representa Deus como um tirano vingativo, que empurra para o inferno todos que não O temem (ver GC, 534). Seduz os seres humanos ao pecado e depois apresenta o caso deles como totalmente desprovido de esperança. Insinua que o Senhor não está disposto a perdoar o pecador enquanto existe uma única desculpa para não aceitá-lo. Assim, retrata Deus para as pessoas como se Ele fosse inimigo delas. Tal conceito reside na base das religiões pagãs, as quais ensinam a necessidade de sacrífícios para apaziguar um deus irado. Essa doutrina é absolutamente contrária aos ensinamentos da Bíblia, que mostram Deus estendendo amor a todos e disposto a realizar o sacrifício supremo para salvar os culpados (Jo 3:16; 2Pe 3:9) […] Deus não se tornou inimigo de Saul. Ele simplesmente permitiu que a colheita revelasse a natureza da semente. Saul estava em apuros por escolha própria. O Senhor havia tentado poupá-lo do desastre, enviando diversas advertências e repetidos conselhos, mas ele persistiu em colocar seu julgamento finito em oposição à instrução divina (CBASD, vol. 2, p. 633, 634).

19 dos filisteus. Uma vez que Saul se degradou voluntariamente, colocando-se nas mãos do inimigo, Satanás aproveitou a oportunidade para ridicularizá-lo e desanimá-lo. Com a batalha se aproximando, o diabo levou Saul a sentir que já tinha perdido. Na verdade, o Senhor poderia ter salvado Israel assim como fizera em Mispa (1Sm 7:10). Contudo, naquela ocasião, o povo confessou seu pecado e clamou a Deus. Tivesse Saul confessado seu pecado, reunido todo o Israel, mencionado sua fraqueza e conduzido todo o exército a uma dedicação renovada ao Senhor, o resultado da batalha poderia ter sido completamente diferente. Ao colocar diante do rei a aparente impossibilidade de qualquer perdão e o tamanho de sua rebelião contra Deus, Satanás foi bem-sucedido em desanimar Saul por completo, e em conduzi-lo à ruína (CBASD, vol. 2, p. 634).

20 tomado de grande medo. A consulta à médium desenganou Saul e tirou dele todas as esperanças de derrotar o inimigo (Andrews Study Bible).
24 bolos asmos [sem fermento]. Pães preparados rapidamente. Esta pode ter sido a última refeição formal de Saul (Andrews Study Bible).


I Samuel 31 – terça, 08.01.2013 by Jeferson Quimelli
7 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico à I Samuel 31
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Como o maligno pretendia com sua previsão da derrota de Saul através da médium de En Dor, Saul estava em desespero antes do início da batalha no Monte Gilboa. Como ele não estava em condições de conduzir suas tropas, a previsão se cumpriu. Israel foi derrotado pelos filisteus e Saul, com seus três filhos e seu guarda-costas, foram mortos.
A derrota de Saul foi um desastre para ele e para o seu povo. Quando os filisteus encontraram seu corpo no dia seguinte, o decapitaram e o prenderam no muro de Beth Shan, uma das suas fortalezas, no centro do país, que os juízes não haviam conquistado. Sua cabeça e armadura foram exibidos em um de seus templos, dando crédito aos seus deuses. O exército de Saul se dispersou, os habitantes das cidades vizinhas fugiram e os filisteus ocuparam suas casas.
Era a desgraça máxima que um corpo ficasse insepulto e exposto ao abutres. Um destaque positivo neste capítulo foi a bravura dos homens de Jabes Gileade. Eles haviam sido resgatados por Saul no início de seu reinado e agora arriscaram suas vidas para resgatar seu corpo e dar-lhe um enterro decente em Jabes.
Que lições podemos aprender com o fim trágico do homem que tinha sido cheio do Espírito Santo? Eu sugiro três: cuidado para não entristecer o Espírito do Senhor, cuidado com o ciúme, que no caso de Saul deixou as fronteiras de seu reino desprotegido enquanto ele perseguia Davi, e muito cuidado para não desobedecer a qualquer instrução explícita de Deus.
 Ralph Neall
Professor aposentado e missionário

Trad JAQ – Rev JDS



I Samuel 30 – segunda, 07.01.2013 by Jeferson Quimelli
6 de janeiro de 2013, 23:02
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Texto bíblico à I Samuel 30
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Quando Davi e seus homens retornaram a Ziclague, para seu horror eles encontraram a cidade queimada e vazia. Suas esposas e filhos haviam sido levados e todos eles choraram. Em sua amargura, os homens de Davi falavam até em apedrejá-lo.
Mas nesta crise Davi não se esqueceu do Senhor. Neste capítulo encontramos o Senhor mencionado em quatro versos: 6, 8, 23, 26 e o versículo 6 diz: “porém Davi se reanimou no Senhor, seu Deus.” Dessa vez Davi se lembrou das promessas do Senhor e as muitas vezes que Ele os havia livrado no passado.
E o Senhor não deixou Davi a lutar sozinho. Então, quando ele perguntou ao Senhor através de Abiatar, o sacerdote que estava com ele, se deveria perseguir o bando invasor, a resposta foi: “Persegue-o, porque, de fato, o alcançarás e tudo libertarás ” (v. 8).
Os soldados encontraram, então, um escravo egípcio meio morto vagando no deserto, abandonado por seu mestre. Ele os levou para o acampamento dos invasores. Com 400 homens, Davi atacou ao entardecer e lutou toda a noite até à tarde do dia seguinte. Ele destruiu todos os amalequitas com exceção de 400 deles que escaparam montados em camelos. Ele libertou todas as mulheres e crianças e levou consigo uma grande quantidade de pilhagem.
Quando Davi voltou a Ziclague, ele repartiu seu saque com 18 cidades e aldeias que o haviam ajudado com suprimentos durante suas andanças. Note-se que dois grupos, os de Queila e os zifeus, não receberam nada, pois não haviam sido fiéis a Davi.
Se Saul houvesse destruído todos os amalequitas quando o Senhor lhe tinha ordenado, esta batalha contra Ziclague nunca teria acontecido.
Por fim, o capítulo 30 relata o sucesso de Davi quando ele confiou no Senhor. O capítulo 31 relata a derrota de Saul e sua morte, porque ele não confiou no Senhor.
Possamos nós também depender do Senhor para cada decisão e ação.Compensa servir ao Senhor!
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – Rev JDS