Filed under: submissão, Vida Cristã, vitória | Tags: brigas, egoísmo, orgulho, Submissão, submissão a Deus, vitória
Comentário devocional:
Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: “Qual a origem das brigas, guerras e contendas?” (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva.
Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente.
O que a Bíblia quer dizer ao afirmar que Deus é zeloso pelos seus filhos (v. 5)? Significa que Deus anseia em estabelecer um relacionamento com eles. Ele deseja ter uma conexão significativa conosco para que possa nos ajudar a crescer até o nosso pleno potencial. Então Ele graciosa e livremente oferece Sua maravilhosa graça para nos ajudar a mudar e amadurecer. As Escrituras dizem que Deus concede a Sua graça àqueles se submetem a Ele (v. 7a). Ele não oferece a mesma graça ao orgulhoso e arrogante. Não se trata de Ele não estar disposto a dar-lhes Sua graça; é que eles não iriam reconhecê-la e submeterem-se ao poder transformador de Deus.
A chave para tudo isso é a nossa vontade. Precisamos render nossa vontade a Deus e estabelecer uma resistência mental ao diabo e suas tentações. Quando fazemos isso de forma consistente, em nome de Cristo, o demônio acabará por fugir de nós (v. 7b).
Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus (vs. 11-12).
Em resumo, devemos rejeitar tudo o que é mau à nossa volta e deixar que Deus purifique nossos processos de pensamento. Acima de tudo, precisamos parar de tentar manter um pé no mundo e outro pé na igreja. Não podemos amar o mal e a Deus ao mesmo tempo.
Querido Deus, purifica nossos motivos e palavras para que possamos glorificar o Teu nome.
Robin Pratt
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Tiago 4
Comentário em áudio
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1 De onde. O apóstolo fala dos males específicos dentro da igreja, produto de línguas desenfreadas e corações facciosos. A causa de toda divisão e contenda é o egoísmo (Tg 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 579.
Nos vossos membros. Referência ao corpo propriamente dito ou à igreja. A despeito da interpretação, o egoísmo que constantemente busca reconhecimento e satisfação é a fonte de todo conflito pessoal que, com frequência, leva a discussões. CBASD, vol. 7, p. 579.
3 Não recebeis. Respostas à oração dependem tanto da natureza dos pedidos quanto do espírito com que se pede (Lc 11:9). CBASD, vol. 7, p. 580.
4 Amizade do mundo. Isto é, amizade com o mundo. O principal objetivo do “mundo” é satisfazer o desejo de complacência pessoal. O evangelho convida o ser humano a servir ao próximo. Entre o espírito e a prática do “mundo” e o da igreja deve haver uma diferença marcante (I Jo 2:15). CBASD, vol. 7, p. 580.
6 Graça. Do gr. charis (Rm 3:24). Devido ao amor de Deus por Seu povo, continuamente se renova e se amplia entre eles a graça para habilitá-lo a resistir às tentações mundanas. Aquele que, com sinceridade ora pela graça, estará constantemente desenvolvendo o caráter cristão. Deus pede obediência completa, mas também provê força suficiente para nos capacitar a obedecer (Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 581.
7 Sujeitai-vos. Tiago dá início a uma série de dez imperativos, aos quais todo membro de igreja sujeito ao perigo de se tornar “amigo” do mundo (v. 4) faria bem em atentar. Para que Deus conceda Sua “graça”, (v. 6) os “humildes” devem estar dispostos a submeter sua vontade ao plano divino. Submissão implica confiança plena de que todos os desígnios de Deus são para o bem (Hb 12:9). CBASD, vol. 7, p. 581.
10 Humilhai-vos. Ver Mt 11:29; 23:12; Tg 1:9. Tiago resume desta forma as várias admoestações sobre a lealdade completa à vontade de Deus. Para quem é honesto consigo mesmo, sua deplorável condição produz um espírito humilde diante de Deus, que está sempre disposto a perdoar (Is 57:15). CBASD, vol. 7, p. 582.
11 Não faleis mal. Ou, “parai de falar mal” ou “deixai de difamar”. Tiago deixa de se ocupar dos deveres dos membros da igreja para com o Senhor, a quem professam servir, e condena alguns males específicos que prejudicam a igreja. A falta de humildade perante Deus inevitavelmente leva a uma falta similar perante o semelhante. A prática de criticar os irmãos de fé revela flagrante egoísmo e se torna fonte de dissensão na igreja (Tg 3:2-6). CBASD, vol. 7, p. 583.
14 E logo se dissipa. Isto é, a vida humana começa a desaparecer quase tão logo quanto se inicia. Como o vapor, a vida pode se dissipar repentinamente. CBASD, vol. 7, p. 584.
16 Pretensões. Do gr. alazoneiai, “alardes”. Está implícita a confiança presunçosa na esperteza, habilidade e força. Esses membros que confiavam em si mesmos agiam como se o futuro estivesse nas mãos deles e seu êxito dependesse de sua capacidade. CBASD, vol. 7, p. 584.
17 E não o faz. Aqueles que são apenas “ouvintes” e não “praticantes” mostram que sua religião é “vã” (Tg 1:23, 26). Uma pessoa de fé pervertida confia apenas no conhecimento e prova sua falsidade quando evita atos que o crente sincero faria com alegria (Tg 2:17, 20, 26). Esta também é uma repreensão para quem negligencia o estudo da Palavra de Deus, tendo em vista que mais conhecimento aumentaria sua obrigação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 585.
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Comentário devocional:
Mateus 26 discorre sobre as horas finais da vida terrena de nosso Senhor. Neste capítulo encontramos a conspiração para matar Jesus, a Páscoa, a Ceia do Senhor, a traição e prisão de Jesus e a negação de Pedro. O simbolismo da Páscoa e da Ceia do Senhor são altamente familiares, portanto, vamos nos concentrar na dinâmica da conspiração para matar a Jesus.
Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. Jesus viveu uma vida de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo, um homem inocente. Eles procedem deste modo porque Jesus foi percebido como uma ameaça ao poder deles sobre as pessoas. Que contrassenso! Os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos!
Quando a religião torna-se uma ferramenta para o auto-engrandecimento e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender ferrenhamente. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação.
Os ensinos e exemplo de Jesus seriamente desafiou a identidade sacerdotal como peritos revestidos de autoridade do céu, com poder sobre o povo. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais.
Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo.
Somente a comunhão diária e a submissão de todos os aspectos de nossa vida ao Salvador nos permitirão colocar os conceitos e valores do reino de Deus acima dos nossos, para a Sua glória e a salvação de muitos.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/26/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25
Comentário em áudio
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Comentário devocional:
Como? Jerusalém, uma prostituta? Isso é difícil de acreditar. Qual marido de respeito não ficaria incomodado com a ideia de que sua esposa se vende para estranhos? No entanto, esta não é a primeira vez que Ezequiel falou desta forma a respeito de Jerusalém (ver Ez 16).
O quadro é ainda mais sombrio porque esta também é a história de sua irmã, Samaria. E descobrimos que a prostituição dessas duas irmãs não é coisa nova. Ela remonta ao tempo em que elas moravam no Egito.
Cobiça, a destruidora da vida e da família. Os assírios pareciam tão bonitos em seus belos uniformes, assim como os babilônios. Qual mulher casada não cairia de amores por eles? Por que se resguardar e investir em um relacionamento quando uma solução rápida sedutora está à disposição? Mesmo quando o desejo não é sexual, o desejo pela segurança que esse exército pode fornecer é sedutor. Mesmo países cristãos sucumbiram à sua cobiça por poder militar.
A história de Amnon e Tamar nos lembra como o sexo ilícito pode levar da cobiça à repulsa e até mesmo ao ódio (2 Sam 13:15). Coloque a sua confiança no mundo e um dia ele se voltará contra você e o devorará. Mas, se no dia da batalha – e contra o pecado, todo o dia é dia da batalha – você estiver ao lado do Senhor, você nunca será derrotado ou exposto.
Se, no entanto, você cair, saiba que o fundo do poço não é o fim. Ali é onde o pecador vê que somente Deus o pode levantar. E o pecador que clama a Ele por ajuda nunca será rejeitado!
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/23/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 23
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Os profetas não só deviam entregar suas mensagens verbalmente, mas, às vezes, eram desafiados a dramatizar suas mensagens. Jeremias 27 é uma profecia encenada que teve como propósito alertar as pessoas sobre o próximo período de cativeiro sob os babilônios.
Em nossos dias houve uma época em que a pregação chamava a atenção de todos em uma cidade. Hoje, isto já não acontece mais. Enquanto a pregação continua sendo o método principal, alguns encontraram formas criativas de apresentar a mensagem para chamar a atenção das pessoas.
Jeremias foi instruído por Deus : “Faça para você um jugo com cordas e madeira e ponha-o sobre o pescoço” (v. 2 NVI). Jeremias 27 está entre as passagens que apresentam Deus como Criador e Soberano Senhor sobre todas as nações. Deus está no comando. E agora Ele usa Babilônia para punir Judá. Esta não foi uma experiência agradável para Judá. Mas Babilônia, por sua vez, também seria julgada por Deus e dominada pelos medos e persas.
As nações do mundo atual pensam que controlam seus próprios destinos, mas Deus está no comando. Às vezes, Deus envia um alerta para que reconheçamos Sua soberania. O pecado tem causado a deterioração de nosso planeta. Às vezes, Deus tolera que as calamidades aconteçam para trazer as nações do mundo aos Seus joelhos. Em última análise, cada nação e cada indivíduo que vive neste planeta irá reconhecer que Deus está no comando.
A mensagem de Jeremias era que submeter-se ao julgamento de Deus reduziria o nível de sofrimento. E que a rebelião contra o juízo de Deus aumentaria o sofrimento. No verso 12 o rei Zedequias é admoestado: “Coloquem o pescoço sob o jugo do rei da Babilônia, sujeitem-se a ele e ao seu povo, e vocês viverão” (NVI). Através desta disciplina redentora Deus busca restaurar o Seu povo de volta a um relacionamento de aliança saudável com ele.
Há momentos em que temos que nos submeter, individual ou coletivamente, ao julgamento redentor de Deus. Isto pode acontecer através de uma pessoa ou igreja que Deus envia para nos confrontar. Precisamos nos submeter à disciplina de Deus para que assim possamos retornar a um relacionamento saudável com ele.
Os falsos profetas davam a falsa impressão de que estavam defendendo a causa de Deus dizendo, enganosamente, que os recipientes tirados da casa de Deus pelos babilônios seriam devolvidos em breve. Deus havia permitido que os babilônios retirassem esses itens do templo, mas isso não indicava que, ao permitir isso, Ele estava se submetendo a seus deuses. Deus ainda estava no comando, pois Ele diz: “Serão levados para a Babilônia e ali ficarão até o dia em que eu os quiser buscar”, declara o Senhor. “Então os trarei de volta e os restabelecerei neste lugar” (Jer 27:22 NVI).
“Senhor , ajuda-nos a ter fé em Seu plano para nossas vidas e acreditar que a restauração virá exatamente como prometeste. Amém”.
Michael Sokupa
Heidelberg College , África do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/27/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 27
Comentário devocional:
O capítulo começa contando que o jovem rei Uzias, de dezesseis anos, “fez o que era reto aos olhos do Senhor” (v. 4). No entanto, mais tarde ele tornou-se orgulhoso, entrou no santuário e queimou incenso sobre o altar, coisa que só os sacerdotes poderiam fazer. Ele foi, então, atingido com lepra e passou a ser lembrado como o rei orgulhoso que se tornou “leproso até o dia de sua morte” (v. 21). Como a história de Uzias poderia ter sido diferente se ele tivesse lembrado de que tudo o que ele era e tinha conseguido era obra de Deus e não a sua própria.
Se um jovem rei temente a Deus, através do qual Deus realizou tanto, pôde tão facilmente tornar-se orgulhoso, com quanta facilidade nós também podemos cair nesse erro? Nossa única segurança está em lembrarmos que somos “maravilhosamente ajudados” (v. 15) em tudo o que fazemos.
Brandon Schroeder
Geração Juventude para Cristo.
Trad JAQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 26
Fonte: Blog da Bíblia
Comentário devocional:
Após Roboão ter seguido a Deus por três anos, apenas dois anos depois “ele e todo o Israel abandonaram a lei do Senhor” (v.1 NVI) e perderam totalmente a proteção de Deus. Um enorme exército, de 1.200 carros, 60 mil cavaleiros, e um povo incontável de várias nações, liderado por Sisaque do Egito, marchou contra Judá e tomou todas as suas cidades fortificadas.
Quando eles estavam prestes a entrar em Jerusalém, Deus deixou claro através de Semaías, o profeta, por que isso havia acontecido. “Vocês me abandonaram, por isso estou colocando vocês nas mãos de Sisaque.” (v. 5 NKJV).
Rapidamente os líderes e o rei se humilharam. Deus, com Sua graça característica, abrandou-se e disse que eles não seriam destruídos. No entanto, Deus disse que eles iriam experimentar a diferença entre servir a Deus e servir a Sisaque.
Com isso, Sisaque marchou contra Jerusalém e despojou a casa do Senhor e a casa do rei de todos os tesouros de ouro que Salomão havia reunido. E os colocou sob tributo.
Você já se iludiu pensando que é difícil servir a Deus? Seu alto padrão de caráter é muitas vezes visto como um muro que limita a nossa liberdade, em vez de ser uma fortaleza que nos protege. No entanto, quando o inimigo nos invade torna-se muito claro que o pecado é realmente o mais cruel de todos os feitores. Ele concede a seus escravos apenas os salários da mágoa, do sofrimento, dos vício e da morte.
Foque, hoje, a sua mente nas alegrias da obediência,. Deste modo você não perderá a sua liberdade em Cristo pela invasão de algum Sisaque estrangeiro em sua vida espiritual.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 12
Fonte: Blog da Bíblia
Comentário devocional:
Salomão se casou com a princesa do Egito por amor? Era ela linda e inteligente ou o casamento aconteceu apenas para aliança política? Embora 2 Crônicas nos poupe de ouvir sobre ela ou sobre as demais “setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas” de Salomão (1 Reis 11:03), o texto nos dá uma pista clara sobre o início de sua queda moral. “Salomão levou a filha do Faraó da cidade de Davi para o palácio que ele havia construído para ela, pois dissera: ‘Minha mulher não deve morar no palácio de Davi, rei de Israel, pois os lugares onde entrou a arca do Senhor são sagrados’ “(2 Crônicas 8:11 NVI).
Aqui Salomão claramente reconhece o seu erro. Ele não podia sequer manter sua esposa na capital pois sabia que não seria adequado mante-la perto do templo do Senhor.
Em algum momento ele tomou a decisão de desobedecer à ordem direta de Deus para não fazer alianças nem casamentos com outras nações. Aquela decisão afetaria o rumo da sua vida e traria a idolatria e sofrimento para Israel por muitas gerações.
Poderia ter sido diferente. Havia ainda oportunidade para arrependimento, ainda havia oportunidade para ajudar sua esposa a pertencer totalmente a Deus e deixar os deuses do Egito completamente para trás. Mas, como muitas vezes acontece, um pecado não totalmente abandonado leva a outro e mais outro até a consciência se encontra completamente abafada e não pode ser ouvida.
Deus o está impressionando a deixar um pecado conhecido? Então não adie o que deve ser feito. Abandone hoje mesmo o seu caminho mau, pela força que Deus concede, e encontre a verdadeira paz interior.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 8
Fonte: Blog da Bíblia
Filed under: Estudo devocional da Bíblia | Tags: biblia, Confiança, Juízes, Submissão
Texto bíblico –> Juízes 3
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Juízes 3 é um lembrete da complexa e plena soberania de Deus. Neste capítulo, vemos um Deus que não fica de braços cruzados, distante, sem envolvimento, passivamente desinteressado das decisões de seu povo. Ele não permite simplesmente que as leis de causa e efeito das decisões de Israel sigam seu curso natural. Em vez disso, vemos um Deus ativamente envolvido tanto na disciplina quanto na libertação do Seu povo. Além de levantar libertadores improváveis como Otniel, Eúde e Sangar, é Deus quem disciplina Israel ao “colocá-los” nas mãos de Cusã-Risataim, rei da Mesopotâmia (v. 8). Também é Deus quem ativamente fortalece a mão de Eglom depois de Israel novamente praticar o mal aos olhos do Senhor.
Perceber que Deus intencionalmente reforçou esses inimigos de Seu povo com o objetivo final de trazer esta nação rebelde para junto de Si me mostra como nosso Deus é não manipulável. Nós não podemos colocá-lo em uma “caixa” e restringir o que ele pode ou não fazer. Atos impensáveis à mente humana estão sendo mostrados aqui como estando perfeitamente de acordo com Seus propósitos e caminhos.
Lendo esses relatos, eu me sinto novamente convidado a submeter-me confiantemente, em silente admiração, à direção daquEle cujas estratégias e ações estão além de minha compreensão.
Como Deus está agindo em sua vida hoje? Será que Ele está testando, disciplinando ou livrando você através de maneiras que você não entende no momento? Você confia nEle independente do que possa acontecer?
Brennon Kirstein
Capelão da Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ-Rev GASQ/JDS