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Quando uma criança rebelde volta para casa, o que acontece na família? Celebração! Da mesma forma, quando Deus viu o trabalho feito por Seu povo, Ele lhes disse: “Estou feliz. Estou com vocês! Estou feliz não porque o que vocês fizeram foi perfeito, ou impecável. Mas estou feliz porque vocês retornaram para mim”.
“Olhem para o novo templo”, Deus diz, “ele pode ser comparado com a sua primeira glória?” “Não”, respondeu o povo. Mas o Senhor disse-lhes: “Eu estou com vocês”, portanto, sejam fortes … e trabalhem. Quando o povo obedeceu ao Senhor e fez o que Ele lhes pediu para fazer, Ele revelou o seu segredo e prometeu que, em pouco tempo, o Desejado de todas as nações viria para preencher de glória este Templo. E a sua glória futura haveria de superar a sua glória passada. Aleluia!
Toda a prata e ouro pertencem a ele. Tudo o que Deus precisa de nós, hoje, é a entrega total de nossos corações e mentes a ele. Nossa oração deve ser: “Senhor, por favor, burila-nos à sua própria maneira”
Como um povo que aguarda a segunda vinda do Desejado de todas as Nações, demos de bom grado nossos corações a Deus. Subamos as montanhas para trazer madeira para a construção do templo. O principal templo que precisamos construir hoje é a nossa vida espiritual, o nosso relacionamento com o nosso amoroso Criador que nos levará a trabalharmos de coração para Ele.
Se aceitarmos este desafio e entregarmos completamente o coração ao Senhor, então nos últimos dias, o Senhor nos dirá, eu vou levá-lo para o meu reino e farei de você o meu sinete, o meu anel de selar.
“Querido Senhor Jesus, entregamos nosso coração a Ti. Aceita-nos e permita que Jesus, o Desejado de todas as Nações, nos molde e nos cubra com o Seu manto de justiça. Torna-nos especiais em Teu serviço, como um sinete real”
Emmanuel S. D. Manu
Traduzido por JDS
Texto bíblico: Ageu 2
Comentário em áudio
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Comentário devocional:
Ezequiel 46 continua a descrição do templo restaurado e enfatiza como a adoração deveria ocorrer e de que modo as ofertas deveriam ser preparadas. A partir das orientações dadas chegamos a diversas conclusões importantes. Em primeiro lugar, a adoração deve ocorrer de maneira ordenada e de acordo com as regras estabelecidas. Em segundo lugar, observamos como o sábado e a adoração estão intimamente ligados. O sábado ocupa um lugar de destaque no Templo renovado de Israel e sacrifícios especiais deveriam ser oferecidos nesse dia. Em terceiro lugar, destaca-se a importância dos detalhes e da sua observância. Todos estes princípios podem e devem ser seguidos até hoje.
Também é interessante ver neste capítulo, nos versos 19 a 24, o papel que as cozinhas desempenhavam. Não só os sacerdotes do templo têm cozinhas especiais (versos 19 e 20), mas nos quatro cantos do átrio exterior existem grandes cozinhas, que são utilizadas para cozinhar para as pessoas (versos 21 a 24). Enquanto os holocaustos eram queimados em sua totalidade no altar, as ofertas pacíficas em sua maioria eram comidas pelos sacerdotes e pelo povo. Os sacerdotes oficiantes ficavam com a coxa, o peito ia para outros sacerdotes, e o restante era comido pelo povo (Levítico 7:31, 32 e 10:14).
Aos sábados e nos dias das festas religiosas, então, havia festividades e maravilhosa comunhão. Depois do solene sacrifício dos animais em expiação pelo pecado, acontecia um momento de celebração. O príncipe e as pessoas em geral alegremente compartilhavam do alimento na presença de Deus. Na cultura hebraica e bíblica, comer juntos faz parte da verdadeira adoração e comunhão. Devemos manter esta tradição e separar dias para comermos juntos como irmãos em Cristo.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/46/
Comentários selecionados:
1 porta do pátio interno. Enquanto a porta leste do pátio externo ficava fechada de modo permanente (44.2), a porta leste do pátio interno podia ser aberta nos dias de festa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
lua nova. a lua nova inicia um mês novo, cujo primeiro dia é festa. Bíblia Shedd.
2 ficará junto ao batente. A partir daí, o príncipe podia observar os sacrifícios sendo oferecidos no grande altar no pátio interno, mas não lhe era permitido entrar no pátio interno propriamente dito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 um him de azeite. É a sexta parte do bato, e dá 3,66 litros. Não há equivalente para as medidas secas, de maneira que a medida de 3,66 kg chama-se “a sexta parte de um efa”, v. 14. Bíblia Shedd.
9 o povo da terra. A expressão refere-se [aqui] a todos os que não eram sacerdotes, levitas, profetas ou anciãos. Só mais tarde [o termo] veio a indicar os judeus que tinham permanecido no território nacional, misturando-se com os pagãos, enquanto Ezequiel estava pastoreando os cativos na Babilônia (Ed 9.1-2). Bíblia Shedd.
todo aquele que entrar pela porta norte … sairá pela porta sul. Parece tratar-se de medidas para o controle das multidões. Nesse caso, nessa era futura haveria o povo em massa apinhado no santuário no dia festivo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 no meio deles. O significado parece ser que, nas festividades anuais, o príncipe devia se misturar com o povo, unindo-se a este no culto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 808.
12 oferta voluntária. Uma dádiva não exigida pela lei. O ato de dar graciosamente é algo que Deus ensina pelo exemplo supremo de conceder-nos com Cristo todas as coisas (Rm 8.32). Bíblia Shedd.
17 até o ano da liberdade. É o ano do jubileu descrito em Lv 25.8-34. A terra e suas riquezas pertencem irrevogavelmente a Deus, e quem fizer uso destas, fá-lo-á como peregrino e hóspede na terra. Os homens, mordomos das bênçãos divinas, poderão fazer contratos de empéstimo dos terrenos, por um período máximo de 50 anos, mas nunca haveria um latifundiário, pois que tudo volta à tribo e à família beneficiária, a quem o proprietário, Deus, o cedeu. Bíblia Shedd.
19 Nos cantos do átrio interior estão os cômodos para serem queimadas as ofertas prescritas pela lei, e os cantos do átrio exterior são as “cozinhas” para as ofertas do povo (21-24), as quais o próprio povo consome numa solenidade também festiva (Dt 112.27). Bíblia Shedd.
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Comentário devocional:
Nos dias de Isaías, os etíopes e os egípcios eram nações vizinhas poderosas, apesar de seus altos e baixos. Naqueles dias Ezequias se tornou rei de Judá. Então o Senhor deu uma mensagem a Isaías: “Tire o pano de saco do corpo e as sandálias dos pés” (v. 2 NVI). Sabemos que Isaías se despiu a quase nada e assim ficou, praticamente nu, por três anos.
O Senhor falou novamente, e disse que Isaías se “despiu” como um “sinal e advertência contra o Egito e contra a Etiópia” (v. 3 NVI). Não sabemos se Isaías teve que ir e voltar deste modo até o Egito como ilustração. O mais importante é que Isaías era um símbolo do que estava para acontecer com os judeus quando a Assíria viesse e levasse muitos egípcios como cativos. A Assíria iria levar como escravos “tanto moços como velhos, despidos e descalços e com as nádegas descobertas, para vergonha do Egito” (v. 4 ARA).
Muitas pessoas fiéis haviam migrado de Judá para áreas fora do conflito. Eles contavam com a proteção e segurança dos etíopes no Egito. Entretanto, o Senhor advertiu que “os que confiavam na Etiópia e se vangloriavam no Egito terão medo e ficarão decepcionados” (v. 5 NVI).
De acordo com a vívida ilustração do Senhor através de Isaías, o Egito não lhes proporcionaria a segurança de que precisavam e eles diriam: “vejam o que aconteceu com aqueles em quem confiávamos, a quem recorremos para nos ajudar e nos livrar do rei da Assíria!” E com a má notícia da vitória da Assíria, eles perguntariam: “E agora, como escaparemos?”(v. 6 NVI).
A mensagem do Senhor apresentada por Isaías é clara: Não construa sua esperança nos poderes deste mundo. Construa a sua esperança no Senhor. Os poderes do mundo não podem oferecer qualquer segurança e paz duradoura. Isto vem somente do Senhor.
Querido Deus,
Sabemos como é fácil confiar em nossos próprios sistemas de segurança para nos proteger. Senhor, precisamos ser sempre lembrados de mantermos ligação vital conTigo. És a nossa segurança, a sombra que nos protege da aflição dos últimos dias. Precisamos de Ti, Senhor. Ajuda-nos. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/20/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-20/
Comentário devocional:
O primeiro sonho da Sulamita, em Cantares 3:1-6, apresenta primeiro a ausência do amado e, logo após, a sua presença. No sonho correspondente, no capítulo 5 (versos 2-8), o amado primeiro está presente e, em seguida, ausente. A mulher sonha com a chegada do marido, usando várias palavras de duplo sentido que provavelmente se refiram à relação de amor do casal.
Este sonho talvez aponte para os problemas que surgiram no começo do casamento (Salomão chegando tarde da noite e a falta de interesse da esposa). Os versos de 5:9 a 6:13 podem significar uma tentativa de resolver esses problemas através de uma mudança de atitude e ação.
Em nosso casamento iremos enfrentar desafios relacionais, mas pela graça de Deus, podemos encontrar soluções que resultarão em casamentos ainda mais fortes e mais felizes.
A Sulamita descreve com eloquência as qualidades de seu marido (versos 10-16). Ela retrata Salomão, filho de Davi, como “o mais distinguido entre dez mil” e “totalmente desejável” (versos 10 e 16 ARA). Estas frases são também particularmente aplicáveis a Jesus, o Messias, o prometido Filho de Davi. Veja quão similar é a fraseologia que descreve o Messias no Salmo 45:2.
Neste capítulo vamos encontrar marido e mulher se referindo a seu cônjuge com nomes carinhosos. Ele a chama de “minha querida, minha pomba, minha mulher ideal” (v. 2 NVI). Ela o chama de “meu amado, …meu querido”(v. 16 NVI). Ao longo de Cantares os amantes empregam pelo menos catorze diferentes termos carinhosos para se referirem um ao outro!
O Cântico dos Cânticos nos encoraja a encontrar maneiras criativas em nosso casamento de expressar verbalmente o nosso carinho um pelo outro. Qual é o “apelido” que você mais gosta de usar para o seu cônjuge? Eu gosto de chamar minha esposa de “Schatzie“, nome alemão que significa “tesouro”.
Senhor, obrigado por minha querida esposa. E muito obrigado por Jesus, Aquele que é “o mais distinguido entre dez mil” e “totalmente desejável”. Que todos nós olhemos mais constantemente para Seus incomparáveis atrativos e assim sejamos transformados mais e mais à Sua semelhança ! Amém.
Richard M. Davidson
Professor de Interpretação do Antigo Testamento
Seminário Teológico da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/5/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Cantares 5
Comentário devocional:
O segundo capítulo 2 retrata poderosamente a relação de amor entre Salomão e sua amada durante o seu namoro. Usando exemplos da natureza, a Sulamita descreve sua comunhão íntima com Salomão (verso 3). Este retrato da intimidade humana revela a nossa necessidade de termos semelhante intimidade com Cristo:
“Não uma parada momentânea em Sua presença, mas um contato pessoal com Cristo, sentando-nos em Sua companhia – tal é a nossa necessidade. Felizes serão os filhos de nossos lares e estudantes de nossas escolas quando pais e professores aprenderem em sua própria vida a preciosa experiência descrita nestas palavras dos Cantares de Salomão:
‘Qual a macieira entre as árvores do bosque,
Tal é o meu Amado entre os filhos;
Desejo muito a Sua sombra e debaixo dela me assento;
E o Seu fruto é doce ao meu paladar.
Levou-me à sala do banquete,
E o Seu estandarte em mim era o amor.’ Cantares 2:3 e 4”
(Ellen White, Educação, p. 261. Ver tb 7T, p. 69).
A Sulamita também recomenda a suas companheiras não se lançarem precocemente à busca de um relacionamento amoroso. Isso pode ser visto no solene apelo repetido para : “não despertem nem provoquem o amor enquanto ele não o quiser” [ou, melhor: “enquanto não for o momento certo”] (v. 7; ver tb 3:5 e 8:4).
O capítulo também alerta para as “pequenas raposas” (potenciais obstáculos ao relacionamento, v. 15) e ressalta a reciprocidade que deve haver na relação entre homem e mulher: “O meu amado é meu e eu sou dele” (v. 16 NVI, ARA). Estes princípios devem ser aplicados em nossa experiência pessoal.
Pai, ajuda-me a desfrutar diariamente de íntima comunhão com meu amado cônjuge e a passar tempo em íntimo companheirismo com meu Amado Salvador Jesus. Amém.
Richard M. Davidson
Professor de Interpretação do Antigo Testamento
Seminário Teológico da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/2/
Traduzido por JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Cantares 2
Comentário devocional:
Meu marido é um colecionador de coisas ligadas a pessoas importantes. Por exemplo, em uma velha caixa ele guarda uma bola de basquete, protegida da luz e do toque de outros. É autografada por Michael Jordan, o famoso jogador de basquete.
Em outra prateleira, muito acima do alcance dos outros, está um exemplar de uma brochura da primeira edição de um livro também autografado.
Cada um desses itens é uma bom motivo para iniciar uma conversa que pode incluir a viagem ou as circunstâncias nas quais o objeto foi conseguido.
No entanto, nenhum dessas coisas poderá nos aproximar ou permitir acesso às pessoas importantes às quais cada tesouro está conectado. Duvido que elas venham nos ajudar ou se prontificariam a nos fazer qualquer favor.
Provérbios 29:26 fala sobre o tema: ” Muitos desejam os favores do governante, mas é do Senhor que procede a justiça” (NVI). No nosso pequeno mundo de itens colecionados, este verso faz muito sentido. Não importa quão valioso seja um item de colecionador, ele não me dá acesso à pessoa associada à ele. Ele não constrói entre nós uma relação especial. Tudo o que tenho é um objeto com sua assinatura.
Como é diferente uma vida selada pelo selo de propriedade de Deus! A minha audiência, o meu tempo com Deus, me concede mais do que um objeto autografado por ele. Quando ele coloca Seu selo em mim, eu pertenço a Ele. Minha vida se torna Sua, eu ganho total e livre acesso ao trono de Deus. E com tal acesso, meu relacionamento com Ele é tão íntimo e pessoal quanto um relacionamento pode ser. Eu tenho acesso ao seu amor e justiça e recebo a garantia de que não importa o que aconteça, Ele me aceita de volta em Sua família.
Querido Deus, como sou pequeno e insignificante perto da Tua grandeza e do Teu universo! No entanto, Tu me amas a ponto de dar Teu Filho para morrer por mim, e colocou Teu selo em mim para ser Teu para sempre. Eu me entrego a Ti. Ajuda-me, através do Espírito Santo, a nunca Te esquecer nem Te deixar até que eu possa Te ver face a face. Amém.
Fylvia Fowler Kline
Hope Channel, EUA.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/29/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Provérbios 29
Comentário devocional:
Davi, o ungido de Deus, era um homem em fuga, um alvo da raiva do rei Saul. Em um momento de turbulência e intensa emoção ao ser perseguido pelo rei Saul no deserto de Judá, Davi resolveu em seu coração apoiar-se no Todo-Poderoso. Ele expressou seu desejo de estar próximo de Deus, ao invés de se desesperar. Ele se deleitava na comunhão de Deus, sabendo que não tinha sido abandonado. Ele declarava sua confiança no Senhor, ao invés de ficar com medo e desanimado.
Davi desejava uma experiência mais profunda com Deus. A relação que ele tinha naquele momento com o Senhor não era suficiente. Ele comparou seu desejo à sede experimentada na seca mais severa, quando o solo está seco e rachado devido a um longo período sem chuva. Ele percebeu, muito antes de Jesus ter caminhado sobre a terra, que esta era uma sede que só podia ser saciada pela Água Viva. Davi tinha prazer na comunhão de Deus e recordava os momentos em que sentira a presença e o poder de Deus mais profundamente. O seu apreço e admiração por Deus são expressos de forma apaixonada, ao ele dar mais valor à bondade divina do que à própria vida (v.4).
Fruto do seu profundo amor e respeito por Deus, Davi louvava continuamente. Ele falou como alguém que tinha experiência na comunhão com Deus. Davi desfrutava prazer em sua comunhão com Deus, fosse em tempo de batalha ou na hora de dormir. Todo momento lhe era adequado para a comunhão. Devido a isso ele experimentou a mão protetora de Deus de diversas maneiras ao longo dos anos. E Ele reconhecia a Sua ajuda, refúgio e cuidado. Neste estado de alegre confiança, ele se recusa a estar desencorajado. Ele sabe que Deus acabará por prevalecer. Davi poderia ter orado por uma série de coisas, mas neste Salmo muito bem escrito, o coração de Davi simplesmente transborda de admiração e gratidão a Deus.
Nas dificuldades do dia-a-dia, o que fala mais alto, o nosso desejo por Deus ou por nosso desespero por alívio? Nos momentos em que Ele silencia escolhemos nos aquecer em Sua comunhão ou preferimos nos sentir abandonados? Ao lutar com as dificuldades existentes diante de nós, somos capazes de confiar plenamente no resultado planejado por Deus? Quando permitimos que Deus aprofunde a nossa experiência com Ele, somos transformados. Desenvolvemos um desejo por intimidade com Ele, não apenas por Suas respostas ou soluções. O nosso maior desejo passa a ser passar mais tempo com Ele e nos tornarmos mais semelhantes a Ele.
Querido Deus, ao passarmos por tristezas, solidão, doença, ou provações, confiamos que Tu estás conosco e nos ajudarás a transpor estas dificuldades. Permita que sintamos Sua presença conosco nestes momentos e que essas experiências contribuam para nos tornarmos mais semelhantes a Ti.
Stephanie Sheehan
Estados Unidos
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/63/
Texto bíblico: Salmo 63
Filed under: adoração, relacionamento, Salmos | Tags: adoração, Comunhão, relacionamento
Comentário devocional:
“O SENHOR é a minha luz e a minha salvação – a quem temerei?” A resposta? Ninguém! Nada!
Qual a realidade que Davi estava enfrentando? Oh, tantas coisas. O que traz mais medo ao seu coração? Davi estava diante de uma série de coisas que poderiam ser assustadoras para nós: inimigos perversos, exércitos e a própria guerra, o dia da angústia, o sentimento de abandono, falsas testemunhas, opressores e violência. Imagine o terror que poderia vir de apenas uma dessas situações! Como poderia qualquer mortal não ter medo?
A resposta de Davi é o Templo, a manifestação da presença de Deus com Seu povo. Isto se tornou o mais fervoroso desejo de Davi, a sua razão de viver. Ele desejava habitar na presença de Deus, para contemplá-Lo em cada dia de sua vida. Poderia haver algo mais impressionante do que viver na santa habitação de Deus?
Mas ainda assim, como isto pode resolver o problema do medo? A que corresponde para nós o Templo de Deus nas situações que golpeiam de medo os nossos corações?
Não importa o perigo que nos confronte, Davi descreve o Templo como o lugar onde Deus nos esconde e nos mantém seguros. O templo não é mais um edifício aqui na terra. O templo está no Céu e em todo o lugar onde a presença de Deus possa estar (Heb 8:1-6, 1 Cor 6:19; 1Pe 2:5).
Então, como é que vamos correr para o templo? Para Davi, estar no templo representava contemplar a beleza do Senhor, buscar a Sua face, meditar na Sua bondade e santidade (Sl 27:4, 8, 11, 13). Assim, corremos para o templo sempre que buscamos ao Senhor. Se todo o nosso coração descansa em Sua paz e alegria completas, o medo não pode encontrar qualquer espaço.
Nós, então, como Davi, podemos cantar louvores, mesmo quando rodeados por inimigos (Sl 27:6). Verdadeiramente Deus é o único capaz de nos salvar de toda e qualquer coisa que possa nos trazer medo. Por isso, permitamos que Ele nos salve! Ao confiarmos em nosso poderoso Refúgio, nossos corações serão encorajados.
Marla Samaan Nedelcu
Universidade Andrews
Tradução JAQ/JDS
Texto original em http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/27/
Texto biblico: Salmo 27
Comentário devocional:
Davi nos mostra neste Salmo o que significa a verdadeira comunhão com o Senhor, o cultivo consciente de uma relação com o Todo-Poderoso. Ele derrama seu coração, honestamente, abertamente, com frequência e com amor. Isto é o que faz de Davi um gigante entre os líderes espirituais porque ele faz investimentos regulares na conta bancária do seu relacionamento com Deus. Quem derá todos nós pudéssemos ser íntimos de Deus como Davi o foi!
As seguintes frases maravilhosas demonstram a atitude de humildade por parte de Davi:
A ti, Senhor, elevo a minha alma.
Em ti confio.
Mostra-me, Senhor, os teus caminhos.
Ensina-me as tuas veredas.
Guia-me com a tua verdade.
A minha esperança está em ti o tempo todo.
Conforme a tua misericórdia, lembra-te de mim.
Guarda a minha vida e livra-me!
Os meus olhos estão sempre voltados para o Senhor.
O que aconteceria se usássemos tal linguagem em nossas preces? Qual seria o resultado se abríssemos nossa coração todas as manhãs perante o Senhor e pedíssemos para Ele esvaziar nosso coração tão cheio de nossas próprias idéias e nos encher com Seus pensamentos divinos de sabedoria? Creio que a nossa vida espiritual seria transformada.
Davi não tem medo de compartilhar os altos e baixos da liderança. Mais para o final do Salmo, ele admite que se sente desamparado e sozinho, apesar de estar cercado por seu exército e seus funcionários. Ele clama a Deus reconhecendo que seus problemas aumentaram. Quantos de nós em cargos de liderança, tais como professores, administradores e pais, também não nos sentimos solitários, por vezes, quando as coisas ficam difíceis? Muitas vezes, a única pessoa a quem recorrer e com quem falar é o Senhor. Como escreveu Davi, todos nós voltamos nossos olhos e esperamos pelo nosso Deus.
Vinita Sauder
Vice-presidente para Iniciativas Estratégicas
Universidade Adventista do Sul
Traduzido por JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/25/
Texto bíblico: Salmo 25