Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de dezembro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 6 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CRÔNICAS 6 by Luís Uehara
23 de dezembro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1cr/6

Os levitas não receberam parte da terra quando ela foi dividida entre as demais tribos. Em vez disso, Deus os distribuiu nas cidades de Israel, para que influenciassem as vidas dos demais cidadãos. Esta distribuição mostra como Deus tem um lugar especial para os seus obreiros e também se preocupa de um modo especial com Seus servos comprometidos em tempo integral com o trabalho do ministério. Isto nos serve como um lembrete, hoje, para que sustentemos os envolvidos no ministério através de nossos dízimos e ofertas.

No versículo 15 encontramos uma referência ao cativeiro do povo de Deus nas mãos de Nabucodonosor. Isso indica que as Crônicas foram escritas relativamente perto dos últimos registros do Antigo Testamento*. A genealogia de Crônicas traça cuidadosamente a linhagem de Cristo, especialmente o sacerdócio, primeiro de Adão a Arão e até Davi. Esta prova adicional de confiabilidade dos antigos registros é mais uma confirmação de que as promessas de Deus são verdadeiras, de que Ele tem um plano e que nesse plano temos esperança e redenção.

À luz do plano de redenção, Deus nos tem dado promessas que nos trazem ânimo e encorajamento para os repassarmos aos que nos rodeiam. Podemos reconhecê-las?

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

* NT: Durante o domínio persa, antes dos domínios grego e romano.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/6
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de dezembro de 2022, 0:50
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1266 palavras

O cap. 6 trata da tribo de Levi, seus descendentes e suas cidades. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 142.

Um longo relato sobre a tribo de Levi provê o pano de fundo quanto à disposição dos encarregados do templo na comunidade restaurada, após o exílio na Babilônia. O autor faz uma vinculação da monarquia davídica [v. 31, 32] com a adoração no templo, em sua concepção de um povo restaurado. As considerações abrangem povos e territórios (1.5; 2.3-9.1). A atenção dada a Levi revela a importância do templo e do sacerdócio. Se os exilados que voltaram quisessem ter a bênção de Deus, então a família real (Judá) e os encarregados pelo templo (Levi) também deviam continuar suas funções apropriadas (29.22, nota). A narrativa abrange os sacerdotes que descendiam de Arão, uma pesquisa sobre os três clãs de Levi, os músicos do templo designados por Davi (6.31-47) e os deveres dos filhos de Arão e de outras famílias. Essa narrativa provê um argumento racional para o funcionamento da tribo de Levi no período após o exílio da Babilônia. Bíblia de Genebra.

4 Eleazar. A linhagem o acompanha, visto que seus irmãos mais velhos, Nadabe e Abiú, foram mortos pelo Senhor, no deserto, por comportamento irreverente, e não deixaram filhos (Lv 10.1,2; Nm 3.4). A lista [não completa] de sumos sacerdotes que se segue (vv 4-15) acompanha-os durante os 860 anos entre o Êxodo e a queda de Jerusalém. Bíblia Shedd.

8 Zadoque. Sumo sacerdote no tempo de Davi e Salomão, 970 a.C. Bíblia Shedd.

Esse Zadoque era um dos dois sacerdotes de Davi (18.16; 2Sm 8.17). Enquanto Abiatar, o outro sacerdote de Davi, apoiou a rebelião de Adonias, Zadoque apoiou Salomão (1Rs 1). Depois da expulsão de Abiatar (1Rs 2.26,27), Zadoque detinha sozinho o cargo (1Cr 29.22), que continuou dentro da linhagem dele (1Rs 4.2). … Esdras fez questão de remontar sua linhagem sacerdotal a essa casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Azarias. Um interesse pelos preparativos do templo de Salomão como um modelo a ser seguido pela comunidade que retornara do exílio explica a relevância de um comentário sobre Azarias. Bíblia de Genebra.

13 Hilquias. Descobriu o livro da lei no templo, no reinado de Josias (2Rs 22; 2Cr 34). Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Seraías. [O último sumo sacerdote do primeiro templo, de Salomão] Foi levado para Ribla [Síria] e ali executado por ordem da Nabucodonosor. Bíblia Shedd.

Executado pelos babilônios depois da conquista de Jerusalém em 586 a.C. (2Rs 25.18-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

14-15. Jeozadaque. A linhagem sumo sacerdotal foi acompanhada até Jeozadaque, pai de Josué, que foi o sumo sacerdote no começo do período que se seguiu ao exílio babilônico (Ed 3:2; 5.2; 10.18; Ag 1.1; Zc 3.1; 6.11). Bíblia de Genebra.

15 Jeozadaque foi levado cativo. Ele devia ser bem jovem nessa época (586 a.C.). CBASD, vol. 3, p. 143.

16-48. Outros levitas, não da privilegiada família sacerdotal, realizavam deveres secundários no templo, como o canto (31). Davi teria instituído o culto musicado no templo, conforme existia nos dias do cronista, em caráter definitivo… . Nomes de famílias proeminentes entre os cantores eram Hemã (33), Corá (37), Asafe (39) e Etã (44); ver os títulos dos salmos 73-83, 88 e 89. Bíblia Shedd.

27-28 Elcana … Samuel. 1Sm 1.1 Faz Elcana e seus ancestrais remontar a Zofia (Zufe) como efraimitas. Essa designação pode ter indicado a localização onde ele morava e não a sua tribo. Bíblia de Genebra.

31 Davi constituiu. Davi nomeou alguns dos levitas para atuar como cantores no templo. Muitas cerimônias e festas religiosas eram acompanhadas por apresentações vocais e instrumentais. Bíblia de Estudo Andrews.

Davi nomeou grupos de cada um dos três clãs de Levi como músicos (15.16-26; 2Cr 35.3): a família de Hemã, de Coate …, a família de Asafe, de Gerson … e a família de Etã, de Merari… . É salientada a importância da música na adoração a Deus (15.16, nota), e o que é dito também fornece uma base para as funções desses clãs no período que se seguiu ao exílio babilônico. Bíblia de Genebra.

31-48. A menção frequente do papel dos levitas tem levado muitos a tomar por certo que o autor era um membro dos músicos … . Essa genealogia parece funcionar como meio de legitimar os levitas do período da restauração (Ed 2.40, 41; Ne 7.43, 44; 10.9-13, 28, 29; 11.15-18; 12.24-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

32 Tabernáculo. Depois da entrada em Canaã, o tabernáculo [ou Tenda da Congregação] que Moisés tinha feito foi estabelecido em Siló e ainda estava nesse lugar nos dias de Eli (Js 18:1; Jz 18:31; 1Sm 1:3). Mais tarde, foi transferido para Nobe, conforme fica evidente pela menção dos pães da proposição nessa localidade (1Sm 21:1, 4, 6). Na época de Davi, mesmo depois de a arca ter sido levada a Jerusalém (1Cr 13:5-14; 15:1-16:6), o tabernáculo e o altar do holocausto estavam em Gibeão (1Cr 21:29). O tabernáculo parece ter permanecido ali até o reinado de Salomão (2Cr 1:3), que finalmente o transferiu para o novo templo (2Cr 5:5). CBASD, vol. 3, p. 143.

33 Hemã.  Neto de Samuel, o qual escreveu o Sl 88. Bíblia Shedd.

Asafe. Cantor e vidente (2Cr 29.30) que nos é conhecido como autor de muitos salmos (50.73-83). Bíblia Shedd.

49-53 Repete v. 4-8, mas presumivelmente tem uma funçãi diferente: a de legitimar a linhagem de Zadoque, que é levada adiante até os dias de Salomão, como a única divisão legítima autorizada a oferecer sacrifícios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

53 Zadoque. A consideração sobre as famílias dos levitas é concluída observando-se o direito exclusivo dos zadoquitas de oferecerem sacrifícios por serem descendentes diretos de Arão. Talvez tenha havido alguma controvérsia entre as famílias dos levitas sobre isso no tempo em que o livro estava sendo escrito. Bíblia de Genebra.

54-81 Cidades e territórios dados aos clãs levíticos (Nm 26.62; Js 21). Bíblia Shedd.

Neste relato (vs. 54-81), fundamentado em Js 21.4-48, o autor salienta a vasta área que pertencera a Levi. Bíblia de Genebra.

Esta lista de cidades levíticas é quase idêntica à apresentada em Js 21. Os levitas não tinham território próprio para a tribo; em vez disso, foram espalhados por todo o Israel. Bíblia de Estudo Andrews.

55 Hebrom. Cidade mais importante da região central de Judá. A terra em volta foi dada aos levitas. Além de ser uma cidade levítica, era também uma das seis cidades de refúgio em Israel (Js 21.3-40). Bíblia de Estudo Andrews.

57 Cidades de refúgio. Havia seis cidades levíticas de refúgio (Êx 21.13; Dt 19.1-13; Js 20.7-9): Hebrom e Siquém (57, 67), Golã (71), Quedes (76), Bezer (78)  e Ramote de Gileade (80). Tinham tal nome porque colocavam sob sua proteção o homicida involuntário que procurasse a qualquer delas, quando perseguido pelo vingador. Na cidade de refúgio o criminoso era julgado. Se inocente, gozava do asilo da mesma. A cidade de refúgio é um belo símbolo de Cristo que, na cruz, absolve e perdoa o pecador que nele se refugia, arrependendo-se de seus pecados e confiando nele. “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo”(Rm 8.1, 2). Bíblia Shedd.

Deus havia dito às tribos que designassem cidades específicas para serem cidades de refúgio (Nm 35). Estas cidades deviam providenciar refúgio para a pessoa que acidentalmente matasse outra. A instrução parecia sem importância quando foi dada – os israelitas não haviam ainda entrado na terra prometida. Às vezes Deus nos dá instruções que não nos parecem ser relevantes no momento. Mas mais tarde podemos ver a importância dessas instruções. Não descarte as lições da Bíblia porque certos detalhes possam parecer irrelevantes. Obedeça a Deus agora – no futuro você terá um entendimento mais claro das razões dessas instruções. Life Application Study Bible Kingsway.

60 arredores. Áreas ao redor das cidades, usadas como pastagem. Bíblia de Genebra.

Anatote. Cidade natal do profeta Jeremias (Jr 1:1), localizada ao norte de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.

66 Algumas das famílias. Os vs. 66 a 81 alistam os nomes das cidades cujos números foram dados nos v 61 a 64 (comparar com Js 21:20-39). Muitas variações ocorrem nos nomes das cidades nas duas listas. Cerca de nove séculos se passaram entre a escrita de Josué e das Crônicas, e nesse período houve muitas mudanças nos nomes das cidades. CBASD, vol. 3, p. 144.



1Crônicas 06 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de dezembro de 2022, 0:45
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“Seus irmãos, os levitas, foram postos para todo o serviço do tabernáculo da Casa de Deus” (v.48).

Os levitas foram escolhidos por Deus para dirigir todo o serviço do santuário, inclusive o serviço de “canto na Casa do Senhor” (v.31). Davi, além de um grande guerreiro e rei, era um músico talentoso. A Bíblia o chama de “mavioso salmista de Israel” (2Sm.23:1). Ele escreveu a maior parte dos Salmos, que compunham o hinário do povo israelita. Ele mesmo quem escolheu os cantores levitas (v.31).

Mas porque Deus escolheu justamente a tribo de Levi para um encargo tão importante? Após o episódio em que o povo de Israel adorou um bezerro de ouro no deserto enquanto Moisés recebia de Deus as tábuas da Lei (Êx.32), ao Moisés notar que o povo estava desenfreado, “pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do Senhor venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi” (Êx.32:26). Deus honrou a atitude daquela tribo, que decidiu permanecer fiel a Ele.

Os levitas, portanto, receberam o privilégio e a responsabilidade de cuidar da Casa do Senhor e de tudo o que se referisse a sua liturgia. Os filhos de Levi, no entanto, não herdariam a terra. Como bem foi profetizado na bênção de Jacó: “[…] dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:7). Levi e Simeão foram extremamente violentos assassinando todos os homens de uma cidade por causa de sua irmã Diná (Gn.34:25-31). O fato de terem ficado de fora da herança, confirma as palavras de Cristo quanto aos que hão de herdar a terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5).

Toda a ministração do templo estava aos cuidados desta tribo “sem terra”, cujas obras deveriam estar de acordo com a fé que proferiam ter. Interessante que Jesus utilizou um levita e um sacerdote ao proferir uma de Suas parábolas. Ao ser questionado acerca de quem era o nosso próximo, Ele contou a seguinte parábola, que muitos acreditam ter sido uma história baseada em fatos reais (permitam-me parafrasear):

Um homem foi roubado e gravemente ferido em uma estrada. Caído ao chão, quase morto, seu coração clamava por uma alma piedosa que dele se compadecesse. Com muito esforço, abriu os olhos, e vendo aproximar-se um sacerdote, pensou: “Estou salvo! Certamente este homem de Deus irá me ajudar!” Mas o “homem de Deus” o ignorou e passou bem longe dele. Ele quase não acreditou! Aquele que ministrava as coisas sagradas e que sempre o cumprimentava na igreja fez de conta que não o tinha visto. Tremenda foi a sua decepção! Naquele momento ele desmaiou de dor.

Ao começar a recuperar os seus sentidos, ouviu de longe outros passos, e novamente se esforçou para ver quem era. “Graças a Deus!”, pensou ele. “É o levita cantor de minha igreja. Ele sim vai me ajudar!” Mas para sua surpresa, ele tomou a mesma atitude do sacerdote. Pronto! E agora? Tudo estava perdido, até que… surgiu um samaritano. Quem? Um cujo povo era considerado inimigo dos judeus? Pois é! Assim que o avistou, prontamente se aproximou, cuidou de suas feridas, o levou a uma hospedaria e pagou para que cuidassem dele até que ele voltasse. (Lc.10:25-37).

Os levitas lidavam com coisas santas, mas acima de tudo, com o Santo de Israel. Deus deveria ser o primeiro e o último em suas vidas. Sendo assim, deveriam compreender como ninguém o Seu amor e a Sua misericórdia. Mas, com o passar do tempo, tornaram-se os que menos conheciam o real caráter de Deus. Todos corremos o mesmo risco. Vamos à igreja, trabalhamos na igreja, derramamos lágrimas pela causa, damos o suor pelas obras, mas esquecemos do principal: manter um relacionamento diário com o Dono da Casa. O nome já diz tudo: Casa de Deus. Ora, se a Casa é de Deus, Ele deve estar no controle de todas as coisas, inclusive, e principalmente, do nosso coração.

Um verdadeiro adorador do Senhor não é aquele que canta melhor, ou que tem uma oratória que arrasta multidões. O verdadeiro adorador do Deus vivo é aquele que procura viver como Cristo viveu. Cristo não se preocupava em agradar pessoas, Ele veio para salvar pessoas! Essa é a maior confusão que fazemos. Queremos mais agradar, do que ser usados para salvar. Aquele sacerdote e aquele levita da estrada pensaram em todos os contratempos que lhes causariam cuidar daquele ferido. O bom samaritano pensou que não poderia deixar aquele homem morrer se ele tinha nas mãos o poder de fazer algo por ele. Pois “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg.4:17). Compreendem, meus irmãos?

Precisamos despertar para a mesma atitude daquele verdadeiro servo de Cristo. Nos preocupar menos com as más línguas, e mais com os que perecem pelas estradas deste mundo. Esta obra não é mais conferida apenas aos levitas, mas a todos os que aceitam o sacrifício de Cristo Jesus. Porque a partir do momento em que experimentamos deste amor inigualável, torna-se impossível não querer compartilhá-lo. Somos obreiros do Mestre, e esta obra deve ser iniciada em nosso coração, aperfeiçoada na igreja e praticada por todo o mundo. Portanto, mãos à obra, servos do Deus Altíssimo! Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, bons samaritanos!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CRÔNICAS 5 by Luís Uehara
22 de dezembro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1cr/5

Desde o início, aquelas tribos que escolheram ficar do “outro lado” do rio Jordão foram vistas com suspeita. Eles eram frequentemente considerados menos leais a Deus do que as tribos que atravessaram o Jordão, apesar de terem cumprido sua promessa de ajudar as outras tribos a conquistarem a terra que Deus lhes havia prometido. Embora este capítulo termine com a idolatria e o cativeiro, também fala de vitórias que essas tribos obtiveram pela confiança em Deus.

Existe alguém ou algum grupo de pessoas que você considera estar do “outro lado”? Você questiona a dedicação deles para com Deus? Você questiona se Deus está disposto a trabalhar neles e por meio deles? Os limites que traçamos podem não ser os mesmos que Deus traça. Quando somos muito rígidos na avaliação dos outros, corremos o risco de não perceber o que Deus está fazendo na vida deles. Também corremos o risco de perder as bênçãos que Deus deseja que desfrutemos através das vitórias deles.

Peça a Deus para ajudá-lo a tornar-se mais compreensivo para com aqueles que estão “do outro lado”. Esteja disposto a recebê-los em sua comunidade hoje.

Brent Hamstra
Diretor do Departamento de Química
Southern Adventist University, Tennessee EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/5
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CRÔNICAS 5 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2022, 0:50
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615 palavras

O cap. 5 trata das tribos que se estabeleceram a leste do Jordão: Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés [não confundir com o rei Manassés, da tribo de Judá]. Os v. 3 a 10 apresentam a genealogia de Rúben. Rúben era o primogênito de Lia, que também era a mãe de Judá e Simeão (Gn 35:23), cujas genealogias já foram apresentadas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 138.

1. filhos de José. A herança de uma porção dobrada (Dt 21:15-17), que Rúben tinha perdido por seu pecado (Gn 35:22; 49:4), foi dada aos filhos de José (Gn 48:21, 22). CBASD, vol. 3, p. 138.

não foi contado como primogênito. Como primogênito, Rúben devia estar em primeiro lugar na genealogia, o qual foi ocupado por Judá. CBASD, vol. 3, p. 138.

2 o príncipe. Isto é referência à linhagem real de Davi (ver 1Sm 13:14; Mq 5:2). CBASD, vol. 3, p. 138.

6 Tiglate-Pileser. Trata-se de Tiglate-Pileser III, que investiu contra Israel nos dias de Peca (2Rs 15:29). CBASD, vol. 3, p. 138.

10 hagarenos. Um povo arameu conhecido como Hagarânu nas inscrições assírias de Senaqueribe, em que se diz que viviam na Síria. O Salmo 83:6 parece indicar sua proximidade de Moabe. CBASD, vol. 3, p. 138.

Basã. O antigo domínio de Ogue (Nm 21:33-35; Dt 3:1-12). “Todo o Basã” [“que estava ao norte de Gileade”] foi originalmente dado a Manassés (Dt 3:13; Js 13:30), ao passo que Gade recebeu o território de Gileade (Js 13:24, 25). CBASD, vol. 3, p. 139.

17 Jeroboão. Rei de Israel desde cerca de 793 a 753 a.C. … A frase “inscritos na genealogia”sugere que ele, provavelmente, tenha feito um censo das tribos ao leste do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 139.

22 até o exílio. Os hagarenos foram despojados por completo de seus territórios, e os israelitas dominaram a terra até o cativeiro, nos dias de Tiglate-Pileser (ver os v. 6, 26). CBASD, vol. 3, p. 139.

25 cometeram transgressões. O cronista constantemente aponta os tristes resultados do pecado, esperando, desse modo, despertar Israel para os perigos da transgressão e as bênçãos da obediência. CBASD, vol. 3, p. 139.

26 Pul. Documentos contemporâneos de Babilônia identificam Pulu, ou Pul, como o nome babilônico de Tiglate-Pileser. … A forma singular do verbo hebraico traduzido aqui: “que os levou cativos” sugere que apenas um rei estava envolvido, e não os dois. CBASD, vol. 3, p. 139.

rubenitas. A submissão e a deportação das dez tribos do norte aconteceram em etapas sucessivas. A deportação das tribos da Transjordânia por Tiglate-Pileser [1ª leva] é descrita aqui. O mesmo rei assírio também invadiu o território das tribos do norte e levou seus povos ao cativeiro (2Rs 15:29) [2ª leva]. Quando Salmaneser fez o ataque final a Samaria (2Rs 18:9) [3ª leva], havia apenas um débil remanescente (ver com [CBASD] de 2Cr 30:6). CBASD, vol. 3, p. 139.

para Hala, Habor. Estes lugares são mencionados em 2 Reis 17:6 como localidades às quais os israelitas foram levados após a conquista de Samaria, em 722 a.C. Acredita-se que Habor seja outro nome para o rio Khabur, que desemboca no Eufrates. O vale de Khabur foi residência temporária de Abraão no seu percurso para Canaã (ver com. [CBASD] de Gn 11:31). CBASD, vol. 3, p. 140.

Gozã. Uma cidade da Mesopotâmia chamada de Guzanu pelos assírios. Ela está perto da nascente do rio Khabur, aproximadamente no meio do caminho entre Nínive e Harã, e é conhecida hoje como Tell Halâf. CBASD, vol. 3, p. 140.

[Nota:  Estas últimas informações são úteis para sabermos para onde foram deportados os israelitas estabelecidos a leste do Jordão (Transjordânia) e no reino do Norte (Samaria) após o exílio assírio. Pode ser também que tenham sido remanejados pelos babilônios, responsáveis pelo exílio do reino do Sul (Judá). Muitas delas aparentemente se perderam e foram chamadas de “as tribos perdidas de Israel”. Entretanto, deve-se notar que durante a crescente apostasia do reino do Norte, muitos israelitas fiéis se juntaram ao reino de Judá, cf. 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4). Portanto, havia representantes de todas as tribos quando do retorno do exílio babilônico.]



1Crônicas 05 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de dezembro de 2022, 0:45
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“Porém cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25).

O capítulo de hoje inicia relatando o desvio de conduta de uma pessoa e termina com o desvio de conduta de um grupo de pessoas. Sendo onisciente, Deus conhece o fim desde o começo. Ele sabia o que Rúben faria, mas não o desamparou por isso. Ele também sabia que aquele grupo das tribos transjordânicas que Lhe foram fiéis na guerra, em tempo de bonança Lhe dariam as costas, mas nem por isso os abandonou na peleja. É por isso que a justiça de Deus se difere da nossa, pois está intrinsecamente ligada à Sua grande misericórdia.

O pecado de Rúben o levou a perder o direito à primogenitura, sendo esta conferida a José, filho de Jacó com Raquel. De Judá nasceria o Príncipe da Paz (Is.9:6), mas a atitude de José o fez maior do que seus irmãos, assim como vimos ontem com Jabez. O direito que Rúben tinha não impediu o Senhor de conferi-lo a José; assim como Davi, o menor dentre os irmãos tornou-se o maior; assim também como Jacó prevaleceu sobre Esaú. A ordem genealógica não concede privilégios a quem vem primeiro, se este não colocar Deus em primeiro lugar em sua vida.

As tribos transjordânicas eram compostas pelos filhos de Rúben, pelos filhos de Gade e pela meia tribo de Manassés. Além de serem “homens valentes, que traziam escudo e espada, entesavam o arco e eram destros na guerra […] capazes de sair a combate” (v.18), formavam um só exército munido da única arma realmente eficaz: confiança em Deus, “porquanto confiaram nEle” (v.20). Na luta, confiaram no Senhor e “de Deus era a peleja” (v.22). E Deus levantou entre eles “guerreiros valentes, homens famosos, cabeças de suas famílias” (v.24).

Porém, bastou a poeira assentar, bastou um momento de descanso das armas, e logo “cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25). Na guerra confiaram em Deus. Na bonança, O trocaram por abominações. Esta é uma realidade que tem se repetido à cada geração. Contudo, só conseguirá perseverar até o fim aquele que dia após dia reveste-se da armadura de Deus: A couraça da justiça, o cinto da verdade, os calçados da preparação do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, a espada do Espírito que é a Bíblia; e orando em todo o tempo, “vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:10-18).

No grande conflito entre o bem e o mal não há quem esteja neutro. Todos nós estamos inseridos na batalha que definirá o nosso destino eterno. E como adquirir a perseverança que precisamos? Eis que a Palavra de Deus nos responde: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Quem lê o versículo 26 do capítulo de hoje sem a exata compreensão do todo, interpreta a ação de Deus como uma punição e não como mais uma oportunidade de conversão.

O povo havia se “prostituído” com outros deuses e o Senhor utiliza esta expressão todas as vezes que Seus filhos trocam a Sua aliança eterna pelas ofertas do deus deste mundo. Esta foi a realidade profetizada por Oseias: “porque a terra se prostituiu, desviando-se do Senhor” (Os.1:2). Mas o desejo de Deus não é o de castigar, mas o de corrigir para salvar: “e acontecerá que, o lugar onde se lhes dizia: Vós não sois Meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo” (Os.1:10). Louvado seja o Nome acima de todos os nomes! Louvado seja o nome do Senhor, que não Se cansa de nos amar!

Eu bem sei que passar pela prova é desconfortável e, por vezes, desesperador, mas também é o momento em que mais nos aproximamos da experiência de sofrimentos de Jesus e, temos a oportunidade de ter nossa esperança e fé aquecidas e fortalecidas, mesmo que nossa vontade não seja atendida. Quando engravidei pela última vez em 2020, e descobri que tinha algo errado em minha gestação, clamei a Deus por um milagre. O milagre não veio da forma que pedi e desejei, mas o fato de ter feito de Deus a minha fortaleza, ainda que eu não compreendesse muitas coisas, me fez perceber que o inimigo pode até nos oprimir a ponto de ficarmos “como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, mas não mortos; entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:9-10). Porque a nossa esperança está além deste mundo; ela está em Cristo e na fiel promessa de habitarmos com Ele para sempre.

Se perseverarmos no reavivamento e reforma através da Palavra de Deus e da oração, alcançaremos a vitória prometida, não por nossas justiças maltrapilhas, mas pela justiça de Cristo que, por Sua graça, venceu a guerra contra o pecado por nós. Mas, até lá, que na provação ou na bonança, estejamos vigilantes, sabendo que há um inimigo ao nosso redor “procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg.1:12). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes na provação!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2022, 0:40
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I CRÔNICAS 6 – A Bíblia não é como gibi, ou jornal, que se lê rapidamente e geralmente sem reflexão. Sua leitura exige tempo, submissão a Deus, abrir o coração, com muita oração… a fim de aprofundar em sua mensagem espiritual.

Observe o todo, avance depois para os detalhes. Perceba o propósito do livro bíblico para que interpretes suas porções corretamente.

Após estas considerações, note que I Crônicas foca a teologia da história do povo de Deus. Por isso, a ênfase está na monarquia e na eclesiologia. Sendo assim, o cronista destaca a tribo de Judá e a de Levi; de Judá, porque o rei seria dessa tribo; de Levi, porque os operários do templo deveriam ser levitas. Por isso, mais espaço é dedicado a essas duas tribos do que às outras (I Crônicas 4:1-23; 6:1-81; compare com 4:24-5:26; 7:1-8:40).

I Crônicas 6 contêm 81 versículos indicando quanta importância o autor concedeu à questão litúrgica ou eclesiástica.

É possível perceber quatro partes nesse capítulo:
• A genealogia sumo-sacerdotal da linhagem de Arão recebe atenção primária ao tratar dos levitas (I Crônicas 6:1-15).
• A divisão dos filhos de Levi formavam três grupos; cada grupo liderado por um filho de Arão: Gérson, Coate e Merari (I Crônicas 6:16-30).
• Os músicos deviam seguir certas exigências: Ou deveriam ser nomeados por Davi, ou deveriam ser levitas subordinados à linhagem de Arão (I Crônicas 6:31-53).
• As habitações dos levitas deveriam seguir orientações especificadas por Deus, espalhando-se por todo o território geográfico do povo de Deus (I Crônicas 6:54-81).

Observando atentamente estes e outros detalhes do capítulo em análise; pode-se dizer que Deus espera que as coisas sagradas sejam tratadas com o máximo respeito, com total reverência e com absoluta submissão ao Deus que será adorado.

A liderança espiritual não deve ser qualquer um que alegar possuir algum chamado de Deus; os músicos não devem ser qualquer um que alegar ter alguma (ou muita) noção musical; e, a localização geográfica das habitações mostra que não se deve descuidar das heresias e falsas teorias que rondam o povo de Deus.

Todos os ministros do culto devem ser devidamente consagrados a Deus a fim de conduzirem o povo a uma adoração genuína ao Deus verdadeiro! Saiamos da mornidão, reavivemo-nos biblicamente na adoração! Façamos isso… – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2022, 0:40
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I CRÔNICAS 5 – É possível perder privilégios quando perdemos o respeito pelas orientações de Deus. Também podemos perder bênçãos por nossas práticas impróprias durante nossa existência.

A genealogia inicial de I Crônicas 5 mostra que o primogênito de Israel perdeu privilégios da primogenitura, que incluíam porção dupla da herança (Deuteronômio 21:17), devido à postura perversa frente aos princípios divinos. Isso sucedeu por ignorar a legislação divina e seguir seu próprio coração, cometendo incesto com Bila, a concubina de Jacó, seu pai (Gênesis 35:22).

Apesar disso, o texto deixa claro que Deus prosperou a tribo de Rúben, ampliou suas fronteiras, multiplicou seu gado em Gileade (I Crônicas 5:1-10). Deus é mais generoso do que nossa mente egoísta consegue perceber. Ele é mais gracioso do que nossa percepção pecaminosa pode assimilar. Contudo, sua graça e generosidade não premiam a corruptibilidade.

Não é nada bom perder privilégios familiares importantes; pior ainda é perder preciosas bênçãos de Deus por causa de atitudes impróprias e corruptas. A Assíria tomou posse da terra que fora prometida ao povo de Deus, porque esse povo devia ser fiel e submisso ao Soberano Deus; porém, eles seguiram outra direção. Então, colheram as consequências disso; por isso, Israel do Norte, cuja capital era Samaria, foi deportada pela Assíria. Deste modo, não apenas as propriedades foram perdidas, mas também a identidade (I Crônicas 5:6).

O texto segue apresentando a genealogia de Gade e faz referência à descendência das tribos transjordânicas, onde também fica evidente a teologia do plantio e da semeadura que pode ser analisada em cada época e cultura (I Crônicas 5:11-26; Gálatas 6:7-9). Após apresentar os líderes familiares da metade da tribo de Manassés, o texto afirma que embora Deus fosse gracioso e os abençoasse com soldados valentes e liderança destacada, eles “foram infiéis para com o Deus dos seus antepassados e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos que Deus tinha destruído antes deles. Por isso o Senhor incitou Pul, que é Tiglate-Pilesser, rei da Assíria, a levar as tribos de Ruben e de Gade e a metade da tribo de Manassés para Hala, Habor, Hara e para o rio Gozã, onde estão até hoje”.

Nós somos responsáveis por nossos infortúnios; não o Deus que deseja o melhor para nós! Reavivemo-nos, então! – Heber Toth Armí.