Reavivados por Sua Palavra


II REIS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II REIS 12 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

II REIS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



II REIS 12 by Luís Uehara
4 de dezembro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/12/

Joás estava ansioso para reparar o templo de Deus. Então pediu aos sacerdotes que recolhessem dinheiro e deu também a sua oferta.

Dinheiro mal utilizado pode causar dor e sofrimento para muitos (1Tm 6:10 NVI). A Bíblia registra os passos tomados pelo sacerdote Joiada para seu controle e uso correto:
1. Uma caixa especial para recolher a oferta.
2. Sacerdotes guardavam a entrada.
3. O dinheiro era contado, trazido para o templo e colocado em sacos.
4. O valor do salário do trabalhador era determinado.
5. O dinheiro era dado aos supervisores para pagar os salários e para todos os itens relacionados com a reforma.
6. O uso do dinheiro era determinado e não podia ser alterado.

Todas estas cuidadosas medidas visavam garantir que o dinheiro de Deus fosse bem gasto. No entanto, a parte mais interessante está no versículo 15: “Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade” (NVI). Os supervisores estavam numa posição que lhes permitiria enganar os seus trabalhadores, mas porque eles eram confiáveis, obviamente tratavam os trabalhadores com honestidade e integridade.

Que o Senhor nos permita desenvolver este tipo de atmosfera de confiança no nosso ambiente de trabalho. E que sejamos honestos conosco mesmos ao lidar com dinheiro.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/12
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2022, 0:50
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424 palavras

não recebais mais dinheiro. O que evidentemente ocorreu foi que os sacerdotes receberam o dinheiro e o utilizaram em benefício próprio. O rei ordenou então que isso parasse, e que o dinheiro fosse entregue para o propósito para o qual fora planejado: reparar o templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1018.

8 O privilégio de receber as ofertas do povo vinculava-se com a responsabilidade de vigiar o estado do Templo. Tais sacerdotes não conheciam o segredo da mordomia, em usar os bens concedidos por Deus de uma maneira que o próprio Deus aprovaria. Parece que as despesas pessoais apresentavam-se sempre em primeiro lugar, e as da construção haveriam de ser feitas num “amanhã” que nunca chegava. Assim também a pessoa não experimentada na comunhão com Deus acaba por perder seus privilégios, para não ter de enfrentar as responsabilidades. Esses sacerdotes ficavam à espera que o dinheiro “sobrasse” após serem feitas suas próprias despesas. Até hoje, porém, as sobras não fazem a obra e Deus. Bíblia Shedd.

15 com fidelidade. Este é um magnífico testemunho do caráter dos escolhidos para essa importante responsabilidade. … É um triste comentário sobre o caráter dos sacerdotes que, por sua infidelidade, tornaram necessária essa medida. CBASD, vol. 2, p. 1019.

20 feriram Joás. Não havia motivo, mesmo em se considerando a apostasia do rei, permitindo a idolatria tão logo [o sacerdote] Joiada morresse (cujo filho fora apedrejado por levantar sua voz em protesto, 2 Cr 24.17-22; comp 2 Rs 12.2). Bíblia Shedd.

Quando os siros se retiraram, deixaram Joás”gravemente enfermo” (2Cr 24:25). Enquanto Joãs estava confinado à cama, os conspiradores o feriram. A conspiração estava ligada à apostasia do rei e ao assassinato de Zacarias, filho de Joiada. Joás devia sua vida e seu trono ao fiel sumo sacerdote. Foi um ato de ingratidão assassinar o filho de seu benfeitor. O sentimento contra Joás era tão forte que, quando morreu, o enterraram “não nos sepulcros dos reis” (2Cr 24:26). CBASD, vol. 2, p. 1020.

Milo. Possivelmente uma área fortificada na parte norte da antiga cidade jebusita conquistada por Davi [Jerusalém]. CBASD, vol. 2, p. 1020.

21 Jozacar. Jozacar que dizer “Yahweh lembrou”. CBASD, vol. 2, p. 1020.

Jozabade. Jozabade quer dizer “Yahweh retribuiu”. Há uma coincidência interessante entre os nomes desses dois conspiradores [Jozacar e Jozabade] e as últimas palavras que o filho de Joiada, Zacarias, proferiu quando foi apedrejado por ordem de Joás: “O SENHOR o verá e o retribuirá” (2Cr 24:22), ou seja, “Que o SENHOR veja e vingue”. O rei Joás falhou em recordar a bondade do sacerdote Joiada para com ele, mas o Senhor Se lembrou e o vingou. CBASD, vol. 2, p. 1020.



2Reis 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de dezembro de 2022, 0:45
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“Também não pediram contas aos homens em cujas mãos entregavam aquele dinheiro, para o dar aos que faziam a obra, porque procediam com fidelidade” (v.15).

A missão de Joás não teve início em seus sete anos de idade, mas nos anos dos quais passou aprendendo aos pés do sacerdote na Casa do Senhor. Joiada foi para ele a figura de um pai e de um amigo fiel. Sua conduta foi pautada nos conselhos do sábio sacerdote. Ao ver o precário estado de conservação do templo, Joás ordenou que o lugar que lhe foi o primeiro lar fosse reformado. A Casa de Deus representava o desejo do Senhor em habitar no meio do Seu povo. Não há paredes que O contenham, mas Ele escolheu o templo como um lugar que representava a Sua presença e como uma escola da verdadeira educação.

Joás aprendeu aos pés de Joiada porque, antes, Joiada aprendeu aos pés do Senhor. A Bíblia afirma que nós somos “casa espiritual” (1Pe.2:5), edificada sobre a Rocha, que é Cristo e Sua Palavra (Mt.7:24). O firme fundamento da igreja não é a sua estrutura, nem tampouco os seus tesouros, pois estas coisas são perecíveis. O fundamento, o alicerce da igreja, é a pessoa de Cristo Jesus! Portanto, se a nossa vida estiver edificada em Jesus, em obediência à Sua Palavra, Ele mesmo reparará os estragos que o pecado tem nos causado e nos conservará como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9).

Sobre a importância de reavivamento e reforma no meio do povo de Deus, Ellen White escreveu: “Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se”. (Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 128).

Toda a nossa vida deve estar depositada “ao pé do altar” (v.9) do Senhor e Ele mesmo operará em nós o reavivamento e a reforma tão necessários. E, neste sentido, não podemos deixar de observar a fidelidade dos tesoureiros. Eram tão honestos que nem precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam. Os filhos do reino, aqueles que um dia receberão coroas de glória, têm a obrigação de agir como aqueles homens, em total fidelidade. Sabemos que o dinheiro sempre foi o principal motivo da corrupção do coração do homem e as Escrituras dizem que “o amor do dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm.6:10). A ganância e a cobiça têm sido muito difíceis de se conter, principalmente em nossos dias, em meio à crise econômica em que vivemos. Mas já pararam para analisar que quanto mais se tem, menos se é feliz? Que a sociedade em que se predomina o consumismo é também a sociedade das doenças emocionais?

Na matemática de Deus menos é mais. Podemos observar isso nas lições deixadas por Cristo: quando exaltou a oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4); quando condenou a avareza (Lc.12:15); quando pediu ao jovem rico que usasse suas riquezas para abençoar aos pobres (Mt.19:21); quando nos advertiu quanto não andarmos ansiosos por coisa alguma (Lc.12:22). Como vimos no início, somos casas espirituais de Deus e, como tais, precisamos confiar a administração de nossa vida a Ele, e Ele suprirá as nossas necessidades. Não é pecado ser rico, amados. Não entendam mal. Pecado é usar as riquezas sem a aprovação de Deus e apenas para propósitos egoístas. Que sejamos moradas do Senhor, valorizando mais as pessoas, e menos as coisas; eis a genuína reforma que repara os estragos de nosso enganoso coração. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#2Reis12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 12 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2022, 0:40
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II REIS 12 – Viver do passado pode implicar valorizar rachaduras, a deterioração provocada pelo tempo, ou o comodismo. Tais problemas o jovem rei Joás precisou enfrentar. Por estes mesmos motivos carecemos de reavivamentos e reformas.

Mais que reforma física e estrutural importa a reforma espiritual (pessoal/coletiva). Por conseguinte, é extremamente sábio considerar com oração este tema.

No reparo do templo através de Joás várias princípios podem ser observados:
• Atitudes proativas e ousadas baseadas na Palavra de Deus são passos essenciais para iniciar uma adoração genuína que eleve da atmosfera terrestre à atmosfera celeste. Natural ou automaticamente nenhum reavivamento e reforma acontece – é fundamental “decisão” e “ação” (II Reis 12:1-8).
• Investimentos financeiros estratégicos são primordiais ao desenvolvimento espiritual. As ofertas precisam ir além das convencionais, devem ser ofertas de sacrifício. Comprometimento integral com Deus promove desprendimento financeiro (II Reis 12:8-16).
• Ameaças e pressões dos inimigos do bem não devem afrouxar nosso compromisso com o Deus que reaviva a fé de pessoas desfalecidas espiritualmente. Se as tentações nos levarem a relaxar espiritualmente daremos brechas para as desgraças – pode ser o triste fim trágico de um começo fantástico (II Reis 12:17-21).

Quando uma reforma espiritual inicia, jamais deveria parar. Algumas pessoas ficam estagnadas no tradicionalismo; entretanto, tal tradicionalismo requer reforma. Outras alegam necessidade de retornar às estratégias que funcionaram no passado; no entanto, os museus revelam que nem tudo o que deu certo antigamente é eficaz na atualidade. Às vezes, para abrir uma mente bitolada, basta ter bom-senso!

“Não somos chamados a adorar e a servir a Deus mediante o uso dos meios empregados em anos anteriores. Hoje requer serviço mais eficiente do que antes. Ele requer o aproveitamento dos dons celestiais. Ele requer o aproveitamento dos dons celestiais. Ele nos colocou em uma posição na qual precisamos de coisas mais elevadas e melhores do que precisávamos antes”, afirma veementemente Ellen White.

Sobre a obra evangelística no tempo do fim, ela também salienta:
“Novos métodos precisam ser introduzidos. O povo de Deus tem que despertar para as necessidades da época em que vive […]. Alguns dos métodos usados nesta obra serão diferentes dos que foram usados na mesma no passado; mas não permitamos que alguém, por causa disto, ponha obstáculos no caminho mediante a crítica”.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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