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TEXTO BÍBLICO II REIS 21 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II REIS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/21/
“Manassés tinha doze anos de idade quando começou a reinar” (v. 1). Obviamente, ele nasceu durante os últimos 15 anos de vida de Ezequias. E fez o mal aos olhos do Senhor. Por que Manassés fez o mal quando teve todas as oportunidades de fazer o bem? A influência de seu pai Ezequias provavelmente não foi inteiramente positiva. Assim, o bom fundamento que Ezequias estabeleceu se perdeu em uma geração.
Que perda! A Escritura diz: “Manassés os desviou, ao ponto de fazerem pior do que as nações que o Senhor havia destruído diante dos israelitas” (v. 9 NVI). Os líderes têm grandes responsabilidades, e a cobrança de Deus sobre eles é enorme, especialmente quando eles estão liderando a nação. Assim, os líderes devem ser homens de Deus, devem pedir a Deus para que seja seu guia, de modo que não levem pessoas ao erro.
Os líderes também devem ter cuidado com suas ações, porque eles estão sendo observados. O melhor é não se tornar pedra de tropeço para o povo. Às vezes, mesmo que a ação em si não esteja errada, se ela pode ser interpretada de forma errada, os líderes devem evitar estes procedimentos.
Que possamos aprender a sermos líderes sábios, líderes que escutam a Deus e também às necessidades de seu povo.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/21
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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875 palavras
1 doze anos de idade. Manassés nasceu depois da enfermidade grave de Ezequias (v. 20.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
cinquenta e cinco anos. O reinado mais longo de todos os monarcas de Israel e Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
697-642 a.C., incluindo-se uma co-regência de dez anos (697-686) com seu pai Ezequias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Fez ele o que era mau. O reinado de Manassés foi o pior período de apostasia na história de Israel [aqui, no sentido do reino todo, Israel+Judá]. Bíblia de Estudo Andrews.
Este reinado foi o mais negro e ímpio de todos os reinados de Judá. É difícil compreender como um rei tão piedoso [Jotão] (15:34), tenha sido pai de um filho injusto como Acaz (16:2-3). De igual modo Josias, o restaurador do culto no Templo (22.2-7), era filho do idólatra Amom (21:19-22). Talvez as mãos tivessem exercido maior influência do que os próprios reis, na criação dos herdeiros do trono. É interessante notar, nestes capítulos, os nomes das mães (21.1; 21.19; 22.1). Bíblia Shedd.
3 tornou a edificar os altos que Ezequias , seu pai, havia destruído. Manassés desfez as reformas espirituais do reinado de seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.
como fizera Acabe. Manassés era o Acabe de Judá (v. 1Rs 16.30-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.
exército dos céus. O Sol, a Lua e as estrelas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1070.
Manassés inaugurou a adoração a estrelas, prática provavelmente de origem assíria, muito embora Dt 4:19; 17:3 proíba com toda clareza o culto aos corpos celestes. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Quanto à astrologia dos povos de além do rio Eufrates, sem justificar-se os atos de Manassés, pode-se mencionar que ele tinha de obedecer os reis da Assíria, e que o paganismo daquelas bandas tinha livre entrada em Judá. O rei da Assíria, Esarhadão (681-669 a.C.), invadiu ao Egito e incluiu Manassés na suas lista de súditos. Bíblia Shedd.
6 queimou a seu filho. Como Acaz (16.3), Manassés deu-se ao paganismo com todas as suas forças. Abraçou a magia negra do oriente, expressamente proibida pela Lei de Moisés (Dt 18.10-14). Bíblia Shedd.
7 poste-ídolo. Feito para a adoração a Aserá, deusa da guerra e da fertilidade. Bíblia de Estudo Andrews.
11 os amorreus. Designação genérica dos vários grupos étnicos que habitavam Canaã antes da conquista israelita (Gn 15:16). Bíblia de Estudo Andrews.
a Judá fez pecar. Assim como Jeroboão levou Israel a pecar (1 Rs 15.34-16.2), Manassés foi a causa do pecado nacional de Judá; não obstante seus erros, arrependeu-se no cativeiro (2 Cr 33.12-13). Bíblia Shedd.
13 o cordel de Samaria. Metáfora de julgamento. Bíblia de Estudo Andrews.
Deus mediria Jerusalém pelo mesmo padrão que utilizou com Samaria (ver Am 7:7-9; Lm 2:8). Não haveria parcialidade. CBASD, vol. 2, p. 1071.
14 remanescente da minha herança. Quando o Reino do Norte foi destruído, Judá se tornara o remanescente da herança do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma referência ao Cativeiro na Babilônia, para onde muitos judeus foram deportados em 605 a.C. (24.13) e em 587 a.C. (25.11). Bíblia Shedd.
15 A história de Israel era uma história de violações da aliança. Com o reinado de Manassés, a taça da ira de Deus transbordou, e tornou-se inevitável (v. 21.1-4) o castigo do exílio da terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 sangue inocente. A idolatria do rei resultou em violência social. Segundo a tradição judaica, o profeta Isaías sofreu martírio durante o reinado de Manassés. Bíblia de Estudo Andrews.
Referência a pessoas piedosas, e até mesmo talvez aos profetas, martirizados pela sua oposição às iniquidades de Manassés (cf. v 10, 11). segundo uma tradição judaica (sem substanciarão de outras fontes) Isaías foi serrado pelo meio durante o reinado de Manassés (v. Hb 11.37). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Quanto aos mais atos. Alguns detalhes importantes a respeito de Manssés foram omitidos pelo escritor do livro dos Reis: a sua captura pelos capitães da Assíria, a remoção para babilônia e seu arrependimento ali, a restauração de seu reinado e as reformas religiosas após seu retorno (2Cr 33:11-19). CBASD, vol. 2, p. 1071.
seu pecado. O relato de Manassés, em Reis, apresenta poucos detalhes sobre as iniquidades de seu reinado. Ele não somente ofereceu seu próprio filho como sacrifício humano, mas encorajou tais abominações no vale de Hinom [vale profundo ao sul de Jerusalém] (2Cr 33:6; cf. 2Rs 23:10). Ele permitiu o estabelecimento de casas para os sodomitas nas proximidades do templo (2Rs 23:7) e removeu a arca da aliança do templo (2Cr 35:3). CBASD, vol. 2, p. 1071.
19 Amom. Este nome é idêntico ao nome do deus-sol egípcio Amim. Manassés pode ter escolhido o nome do filho a fim de demonstrar sua relação com essa divindade egípcia. CBASD, vol. 2, p. 1071.
20 Fez [Amom] o que era mau. A apostasia de Manassés imprimiu o mal sobre Amom e moldou sua vida de modo irremediável. Durante a última parte do reinado de Manassés, as festividades idólatras foram controladas (2Cr 33:16), mas, então [com Amom], a idolatria recuperou o controle, e toda a terra foi arrastada numa maré de iniquidade. … O profeta Sofonias, que viveu durante a época de Josias, descreveu essa triste situação (ver Sf 1:8, 9, 3:1-4). CBASD, vol. 2, p. 1071.
Amom não participou do humilde arrependimento que caracterizou Manassés, seu pai, nos dias finais da vida deste (v. 2Cr 33.12-19). Por certo, restaurou as práticas idólatras que manasses abolira – pois estas estavam em prática, de novo, nos dias de Josias (v. 23.5-7, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 povo da terra. A expressão se refere à população em geral. Bíblia de Estudo Andrews.
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“E queimou a seu filho como sacrifício, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro e tratava com médiuns e feiticeiros; prosseguiu em fazer o que era mau perante o Senhor, para o provocar à ira” (v.6).
E a pausa das abominações teve fim mais uma vez. De Ezequias, que andava diante de Deus “com fidelidade, com inteireza de coração” (2Rs.20:3), para Manassés, que fez “o que era mau perante o Senhor” (v.2). Enquanto o pai era um homem de oração, o filho era um adivinho e agoureiro. Enquanto o pai servia somente ao Senhor, o filho servia “a todo o exército dos céus” (v.5). Enquanto o pai consultava o profeta do Senhor, o filho consultava “médiuns e feiticeiros” (v.6). Enquanto o pai pôs abaixo os altos e postes-ídolos, o filho tratou de reerguê-los (v.3).
Manassés começou a reinar em Judá com apenas “doze anos de idade” (v.1). Portanto, ele foi concebido após a cura de Ezequias. O que me faz pensar que Ezequias não precisava da cura para obter a certeza do favor de Deus, mas a misericórdia divina foi tanta para com ele que lhe concedeu o milagre, mesmo sabendo que este geraria um filho ímpio e que levaria o povo a uma degradação sem precedentes. De qualquer forma, teremos uma ideia ainda mais ampla da misericórdia de Deus quando estudarmos a vida de Manassés pelo relato do segundo livro de Crônicas.
Certo é que se Ezequias houvesse morrido daquela enfermidade, Manassés não haveria nascido, porém, ao mesmo tempo, Josias, neto de Manassés, não existiria e não teria deixado um legado tão lindo que estudaremos a partir de amanhã. O povo tinha uma tendência muito forte em seguir o seu rei. O que a liderança fazia, o povo repetia. Tão logo Ezequias morreu, seu filho fez ressurgirem as práticas pagãs. “Manassés de tal modo os fez errar, que fizeram pior do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (v.9).
Quando a liderança do lar é falha, os filhos serão movidos pelas próprias tendências de um caráter mal desenvolvido. Ezequias foi um homem reto diante de Deus, mas o fim de sua vida ao invés de ter sido aproveitado para a instrução de seu novo herdeiro, foi gasto com alianças políticas que de nada serviriam. Assim, a corrente de uma má educação foi transmitida ao filho de Manassés, Amom, que “andou em todo o caminho que andara seu pai” (v.20). É dever dos pais ensinar as Escrituras a seus filhos e incentivá-los cada dia a manterem um relacionamento pessoal com Jesus, e isso pelo exemplo; aproveitar cada oportunidade para gravar-lhes na mente infantil os princípios imutáveis e inegociáveis da Palavra de Deus.
Assim como pesa sobre os pais a responsabilidade de responder pela educação de seus filhos, pastores e líderes também devem corresponder ao seu chamado. Abandonar o posto do dever ou submetê-lo aos critérios da maioria são duas ações condenadas pelo Senhor e que têm levado muitas igrejas à bancarrota. Necessita-se de homens e mulheres que revelem a identidade adventista do sétimo dia por onde quer que andarem. Pastores cujo maior legado seja uma vida de comunhão com Deus. Líderes cujas pegadas revelem a sua jornada pessoal com Cristo. Pois, como diz a revelação: “A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, CPB, p.57).
Manassés foi um dos piores e quem sabe o mais sanguinário rei de Judá, mas bastou uma oração (2Cr.33:12), bastou uma oportunidade, para que o amor perdoador do Senhor o constrangesse e o transformasse. Jesus só espera uma oportunidade para apagar as nossas iniquidades e nos conduzir pelo caminho eterno. Então, a nossa vida refletirá a Sua e ainda que morramos, descansaremos para que, muito em breve, escutemos o eco da voz do Mestre a nos chamar para o início de uma vida sem fim: “Vinde, benditos de Meu Pai” (Mt.25:34). Uma recompensa que não merecemos, mas que pelos méritos de Cristo receberemos. Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela graça de Cristo!
* Deixe nos comentários (até meio-dia) o seu pedido de oração:
Rosana Garcia Barros
#2Reis21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/watch?v=puT4FmfqV84
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II REIS 21 – O reavivamento é sempre necessário porque o declínio espiritual pode acontecer imediatamente após grande movimento de consagração a Deus. Satanás incessantemente busca apagar as chamas ardentes do fogo do Espírito Santo.
Sua luta contra o povo de Deus atingiu em cheio ao filho do piedoso rei Ezequias, o qual nasceu durante a bênção dos 15 anos que Deus lhe dera. A bênção dos 15 anos tornou-se maldição quando Deus não foi considerado na visita dos babilônicos, e com o nascimento de Manassés que veio a ser o pior rei de Israel. Ele começou a reinar com 15 anos de idade porque nasceu no primeiro ano do Ezequias qual deveria ter morrido.
Com longo reinado de 55 anos, Manassés fez coisas terríveis dando todo espaço para Satanás tomar o lugar de Deus no povo judeu. Tudo o que Ezequias havia feito, seu filho desfez. Os mais vis pecados foram praticados por Manassés, logo após o maior reavivamento promovido por seu pai. Ele foi mais baixo na degradação espiritual do que os pagãos que ocuparam Canaã antes de Israel; consequentemente, Manassés foi um dos grandes responsáveis para levar Judá ao mesmo destino que a nação irmã, Israel (II Reis 21:1-18; 22:16-17; 24:3-4).
“A tradição diz que Isaías foi morto no reinado de Manassés. Certamente ele profetizou nos dias de Ezequias; por isso, provavelmente tornou-se mártir por ter protestado contra o paganismo de Manassés, no início de seu reinado”, destaca Paul Gardner.
“Essa perversidade gerou mais violência. Amom… filho de Manassés, foi assassinado por oficiais do palácio depois de apenas dois anos no trono (2Rs 21:19-26)”, observou Matthew Kenneth.
Algumas verdades merecem nossa reflexão:
• É possível que em certas circunstâncias, o melhor dos pais pode ter o pior dos filhos.
• Muitas vezes os pais podem não ter uma versão melhorada de si mesmos nos filhos, mas uma versão deploravelmente piorada.
• Nem sempre pais piedosos terão filhos consagrados a Deus, às vezes os filhos consagram-se ao pecado e ao seu autor.
• Às vezes os filhos não dão continuidade às boas obras dos pais, mas destroem tudo o que seus pais fizeram de bom.
Apesar dos pesares, Deus está sempre no controle da história, cuidando graciosamente de cada detalhe. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II REIS 20 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II REIS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/20/
Ezequias enfrenta outro desafio: a sua vida estava prestes a acabar! Dado o fato de que a vida neste mundo é curta, era natural que Ezequias chorasse pelo seu destino.
Isaías, por outro lado, foi o encarregado de entregar as mensagens divinas ao rei. Primeiro, de que ele iria morrer em breve e, a seguir, que ele não iria morrer tão cedo.
Será que Deus não estava totalmente seguro de Sua decisão quando enviou Isaías a Ezequias pela primeira vez? O que levou Deus a mudar de idéia? Novamente, isso está relacionado à liberdade de escolha que Deus nos concede. No plano infinito de Deus, era melhor para a vida de Ezequias que ela acabasse naquele momento, mas Deus concordou com a escolha do rei concedendo-lhe mais 15 anos de vida. Estes anos finais se provaram ser infrutíferos para Ezequias e abriram a porta para a invasão babilônica, mais à frente.
A lição mais difícil de aprender na vida é a da obediência. Ezequias não quis se submeter à vontade de Deus e Deus permitiu-lhe ver o resultado de sua má escolha.
Devemos aprender com Jesus, que demonstrou a total obediência em que viveu quando orou ao Pai para retirar dEle o amargo cálice: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mateus 26:39).
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/20
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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638 palavras
1 porque morrerás. A doença era fatal. A profecia previa os resultados que seguiriam as circunstâncias do momento. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1065.
2 orou. Ezequias não achou que fosse inútil orar, como se a mensagem profética tivesse tornado a morte inevitável. Quando a pessoa ora, Deus poderia fazer o que Ele não poderia se ela não orasse. Pedidos de cura, no entanto, devem ser feitos em espírito de submissão. Somente Deus sabe se a resposta a um pedido contribuirá para o bem da pessoa interessada e se redundará em Sua glória. … A extensão da vida de Ezequias o levou a um grande erro (v. 12-19). Se tivesse acrescentado à sua oração: “Todavia, não seja como eu quero, e si como Tu queres” (Mt 26:39), ele poderia ter morrido com o registro de dua vida imaculado. CBASD, vol. 2, p. 1065.
11 retroceder dez graus. Não há benefício em especular como Deus executa os milagres. O sinal veio como interferência direta de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1066.
12 enviou cartas. Astrônomos babilônicos notaram que havia ocorrido um milagre do relógio de sol (ver 2Cr 32:31). Quando Merodaque-Baladã ouviu o que havia ocorrido, enviou mensageiros para felicitar a Ezequias e aprender mais sobre o Deus que podia operar esse tipo de milagre (ver PR, 344). CBASD, vol. 2, p. 1067.
13 toda a casa do seu tesouro. Ezequias se sentiu lisonjeado com essa atenção por parte do “rei e Babilônia”. Ao mostrar seus tesouros aos embaixadores e revelar seus recursos, ele estava oferecendo uma isca aos gananciosos caldeus, que voltariam para tomar esses tesouros e levá-los para a Babilônia menos de um século depois dessa visita. CBASD, vol. 2, p. 1067.
14 Então, Isaías, o profeta, veio. Ezequias cometera um grave erro que punha em perigo a segurança de sua nação, e o profeta foi enviado para repreendê-lo. … Por meio de Isaías, o Senhor instou com Seu povo para não se associar com poderes estrangeiros, mas a confiar em Deus (Is 8:9-13; 30:1-7; 31:1-5). CBASD, vol. 2, p. 1067.
Babilônia. Nessa época, Babilônia, sujeita à Assíria, era considerada uma nação fraca, insignificante e tão distante que nunca seria uma ameaça. No entanto, já se tornava objeto de atenção profética (Is 13; 14:1-23; 43:14; 46:1, 2; 47:1-15; Mq 4:10). Em breve Babilônia, e não a Assíria, seria o grande inimigo e o poder que promoveria a queda de Judá. CBASD, vol. 2, p. 1067.
15 Que viram em tua casa? Eles viram o que Ezequias lhes mostrou. Era uma grande oportunidade de testemunhar para o Senhor. Deus o curara de uma doença mortal. O impressionante milagre da sombra do sol despertou interesse generalizado. Ezequias deveria ter testemunhado da maravilhosa misericórdia e do poder de Deus e deveria ter enviado os mensageiros de Merodaque-Baladã de volta bem instruídos a respeito do que Deus pode fazer e faz por Seus filhos em toda a Terra. Porém, ele falhou. A pergunta a Ezequias é feita às pessoas do século 21. O Senhor pergunta: o que as pessoas veem em nosso lar e em nossa vida?
nos meus tesouros. Ezequias estava muito preocupado com seus tesouros terrenos. Teria sido melhor se ele tivesse valorizado o tesouro celestial e dado um vislumbre da Pérola de grande preço aos mensageiros babilônios. CBASD, vol. 2, p. 1067.
17 levado para a Babilônia. Esta predição foi cumprida quase um século depois. Os exércitos de Nabucodonosor levaram os tesouros de Judá para Babilônia (2Rs 24:25). CBASD, vol. 2, p. 1067.
18 teus próprios filhos. “Filhos”, em hebraico, geralmente representa a posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1067.
19 Boa é a palavra. Ezequias reconheceu que as palavras de Isaías eram as palavras doSenhor e que eram boas. Ele sabia que merecia a reprovação. CBASD, vol. 2, p. 1068.
haverá paz e segurança. Ezequias estava satisfeito com o fato de que o juízo não ocorreria em seus dias e que haveria paz e prosperidade em seu reinado. Esta foi uma reação natural, mas egoísta. Ele deveria se preocupar com os problemas que seu ato imprudente acarretaria sobre sua posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1068.
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“Perguntou ele: Que viram em tua casa? Respondeu Ezequias: Viram tudo quanto há em minha casa; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu não lhes mostrasse” (v.15).
Não fomos criados para morrer. A morte tem sido uma intrusa depois que o homem trocou o planejamento divino pelo pecado. É por isso que em toda a história da humanidade, por mais que a morte esteja presente em tudo o que tem vida, numa folha que cai, numa flor que murcha, no luto por um ente querido; tudo o que tem vida anda para o triste e fatídico final: a morte. Somos obrigados a conviver com ela, mas aceitá-la não faz parte de nossa natureza, pois Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Ou seja, fomos criados para viver.
Como todos que prezam pela vida, Ezequias não estava pronto para morrer, e clamou ao Senhor pela cura. Em prantos, apelou a Deus que considerasse os seus anos de fidelidade, e sua súplica foi ouvida e atendida. Quinze anos a mais lhe foram concedidos e o retrocesso da sombra “no relógio de Acaz” (v.11) foi a sua garantia. Após um tratamento natural, já com a saúde restabelecida, Ezequias recebeu cartas e presentes do rei da Babilônia. Desta vez, porém, Ezequias não teve a mesma atitude que teve com as cartas de Senaqueribe. Como o conteúdo se mostrou amistoso, ao invés de estender as cartas babilônicas perante Deus, “Ezequias se agradou dos mensageiros e lhes mostrou toda a casa do seu tesouro […] nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio que Ezequias não lhes mostrasse” (v.13).
Ezequias expôs todas as suas riquezas. Contudo, esqueceu do principal: o Senhor Deus. Aqueles mensageiros foram enviados a um rei que esperavam encontrar moribundo ou até morto. Ezequias teve a oportunidade ímpar de mostrar àqueles pagãos o poder de Deus, o Único capaz de curar enfermidades mortais e de fazer o sol retroceder. Trocou o testemunho pelo testamento. Entretanto, tudo o que deixaria por herança a seus herdeiros seria destruído e espalhado no futuro. Mas parece que essa desgraça não o afetou, pois não aconteceria com ele.
Meus amados, precisamos estar atentos nestes últimos dias. Estamos vivendo na prorrogação deste mundo caído. E o inimigo de Deus nem sempre se apresenta como um inimigo voraz como Senaqueribe. Mas também se manifesta como o rei da Babilônia, com cartas amistosas e presentes que encantam, porém, que mostram seus terríveis efeitos mais cedo ou mais tarde. A pergunta para nós continua sendo a mesma: “Que viram em tua casa?” (v.15). A nossa casa não deve ser um espetáculo para ser divulgado, mas um cenário do poder operante de Deus. A oportunidade desperdiçada por Ezequias pode não ter lhe trazido danos pessoais, entretanto, abriu as portas para o futuro caos entre o povo que como rei procurava proteger.
O Senhor está disposto a curar nossas enfermidades e a interferir na ordem natural das coisas por amor a todo aquele que com inteireza de coração O busca. Ele ouve as nossas orações, vê as nossas lágrimas e está disposto a realizar milagres em nossa vida. Só que nem sempre a cura ou o sobrenatural correspondem ao verdadeiro milagre que Deus deseja realizar. O verdadeiro milagre não nasce no nosso coração, mas no coração de Deus. Entendem? Nem sempre o que considero um milagre o é na essência. A essência do milagre está na firme confiança: “Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm.14:8).
O maior desejo do Senhor não é o de nos conceder curas e tesouros nesta terra, mas que estes apontem para a eternidade. Deus não nos chamou para servirmos como exposição de bênçãos, e sim como cooperadores em Sua incansável obra de salvar. Entendendo que vivemos em tempos emprestados, que o mundo veja em nossa casa a presença de um Deus de amor que deseja acrescentar anos sem fim à nossa vida. O Senhor tem retrocedido não apenas dez graus no relógio das profecias, mas um tempo sobremodo longânimo, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Que o maior dos milagres muito em breve aconteça na minha e na sua vida: “E lhes enxugará dos olhos toda a lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4). Vigiemos e oremos!
Bom dia, lares de esperança!
Rosana Garcia Barros
#2Reis20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 20 – O astuto inimigo de Deus não brinca em serviço. Satanás tem metas e estratégias bem elaboradas para alcançar seus propósitos. Ele é perseverante, incansável, intenso e implacável em suas ações.
Embora a preguiça seja pecado, Satanás não se apega à ociosidade. Pela pressão, argumentos lógicos e ameaças intimidadoras, ele não conseguiu destruir a confiança e fé que Ezequias colocara em Deus; assim como fez com Jó, na sequência perseverantemente fez investida tocando a saúde dele.
Neste quesito, Ezequias titubeou. Contudo, o que prevalece é a graça, misericórdia e bondade de Deus para com Seu povo e Sua determinação em fazer acontecer Seus planos em detrimento dos planos do diabo.
Ezequias não confiou que Deus sabia que era seu momento de morrer. Ele deveria entregar-se à vontade de Deus, não suplicar pelo contrário. Ele não deveria ter confiado em seus feitos, ou usar suas boas obras para negociar com Deus (II Reis 20:1-11).
• Isso revela que até as pessoas mais consagradas tendem a escorregar, cair e falhar em sua caminhada com Deus.
Um sinal seria concedido revelando que Deus é gracioso e atende às súplicas de Seus servos ainda que respondê-las não seja o que Ele realmente deseja. Além disso, Isaías não faria uma oração poderosa para curar Ezequias; apresentou um tratamento natural para a cura. Consequentemente, 15 anos foram acrescentados à vida de Ezequias; nesse tempo, ele provou que Deus estava certo em pedir-lhe que colocasse em ordem sua casa.
O sinal foi o retrocesso da sombra; aliás, o sol retornaria sua trajetória por 40 minutos. Como tal astro era considerado deus, os pagãos se entusiasmaram quando saberam que um homem influenciou, de certa forma, ao sol. Por isso, os babilônios enviaram nobres homens para testificar do ocorrido no restabelecimento de Ezequias; este, porém, negligenciou testemunhar de Deus. Em lugar de falar dEle, apresentou bens materiais e seu arsenal visando impressioná-los. O resultado foi contrário ao que o rei esperava. Terríveis consequências viriam sobre seu povo (II Reis 20:12-21).
• Até mesmo nossas boas intenções podem colocar tudo a perder.
• Se Deus não estiver por trás da história, Satanás destrói tudo o que tem que ver com Ele na Terra.
Portanto, confiemos em Deus! Ele sabe o que é melhor! Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.