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JOSUÉ 1 – Todo o Pentateuco preparou a nova geração de fieis para entrar na Terra Prometida. Nessa reta final, Deus escolheu Josué, um brilhante general, um líder diferente de Moisés, um fiel mordomo do legado de Seu antecessor; o qual prontamente foi aceito pelo povo!
Josué não era um novato inexperiente. Ele já havia conduzido o povo de Deus à vitória contra os amalequitas durante o êxodo (Êxodo 17:8-13); ou seja, cerca de 40 anos antes de assumir a liderança. Agora, o plano de ataque consistia em entrar na tão esperada Terra Prometida.
O desafio era gigante. Os problemas eram titânicos. Os passos na direção de Canaã despertavam sentimentos medonhos. Humanamente, conquistar fortificações com gigantes, era impossível. Qualquer estratégia não era apenas arriscada, mas estava fadada ao fracasso. Porém, não sob a regência do Deus do impossível.
“Não há guia melhor do que Deus. Se os homens andarem no caminho que Deus lhes tem indicado terão um conselheiro cuja sabedoria está muito acima da sabedoria humana. Josué foi um sábio general porque Deus era seu Guia. A primeira espada que Josué usou foi a espada do Espírito, a Palavra de Deus”, observa Ellen White e, depois adverte: “Que aqueles que lidam com grandes responsabilidades leiam o primeiro livro de Josué” (CBASD, v.2, p.1095).
O caminho da vitória passa pelo estudo genuíno da Palavra de Deus, a qual veio a Josué “pouco antes de haver transposto o Jordão (ver Js 1:7-8). Este foi o segredo da vitória de Josué. Ele fez de Deus o seu guia”. “Josué, o comandante de Israel, buscou nos livros de Moisés diligentemente a orientação de Deus – Suas ordens, reprovações e restrições – a fim de não agir sem instrução. Josué temia confiar em sua própria sabedoria” (Idem, 1095-1096).
Josué havia nascido sob o amargor da escravidão egípcia. A libertação provida por Deus o motivava a abraçar o que faltada da promessa divina. Deus escolheu a pessoa certa!
Deus precisa de líderes que:
• Ouçam Sua voz atentamente.
• Estudem Sua Palavra para assimilar à própria vida.
• Liderem o povo através da Bíblia (Lei/Torá).
• Promovam a unidade e harmonia do povo para fazer a vontade de Deus.
Onde a Escritura Sagrada é a única regra de fé e prática, a vitória será certa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 34 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 34 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/34
Depois de tudo o que Moisés passou durante 120 anos, ele morreu bastante “jovem”. Sua visão era boa, seu passo era forte. Mas chegou a hora de Israel cruzar o rio Jordão e ele não pôde ir. Como Deus explicou a ele, Moisés quebrou a confiança em Deus e o representou mal quando atingiu a Rocha e gritou: “Devemos trazer-lhes água desta rocha?”
Moisés implorou para ir até “aquela boa terra!” – mas Deus disse Não. Oh, mas Deus mostrou a Moisés, do topo do Monte Nebo, a Terra Prometida – toda ela – na beleza da primavera!
Então Moisés deitou-se e morreu, e Deus o sepultou. Quanto tempo demorou a volta de Jesus para Moisés? Judas insinua que Satanás queria manter Moisés naquela sepultura, mas Jesus não discutiu com ele, Ele ressuscitou a Moisés de qualquer maneira. (Satanás pode pensar que ele está no comando, mas ele não está!)
Séculos depois, quando Jesus veio à Terra como um de nós, pouco antes de fazer o sacrifício para nossa salvação, Moisés – com Elias – desceu do céu para encorajar Jesus no Monte da Transfiguração. Assim ele também pisou na terra prometida!
Virginia Davidson
Spokane Valley Seventh-day Adventist Church
Washington EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/34
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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810 palavras
1 Moisés subiu ao monte Nebo. Em obediência à ordem do Senhor em 32.48-52. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moabe. A última etapa antes de entrar em Canaã (ver Nm 33.48-50), o lugar de onde Deus havia dado Suas ordens (ver Nm 35:1; 36:13) e de onde Moisés transmitiu a Israel as palavras do livro de Deuteronômio (ver Dt 1:5). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1184.
Pisga. Um nome comum que denotava um tipo particular de crista montanhosa. Várias “pisgas” são mencionadas na Bíblia. Bíblia Shedd.
2, 3 Dessa elevada altura Moisés contemplou o mar da Galileia (ao norte), o mar ocidental (Mediterrâneo), o sul do Neguebe (deserto do sul de Judá) e o vale do Jordão ao sul, até Zoar (antes localizada no fim do mar Morto, Gn 14.2). Bíblia Shedd.
5 morreu ali Moisés. Mostra que Deus é imparcial em Seus juízos (10.17), e que o maior dos líderes humanos não é insubstituível. Bíblia Shedd.
servo do SENHOR. Título especial usado em referência aos que o Senhor, como o Grande Rei, aceitou no Seu serviço; servem de membros da administração real de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Yahweh chamou Moisés de Seu servo (ver Js 1:2, 7). … A palavra traduzida por “servo”, em Hebreus, é therapon. As palavras terapêutico e terapia derivam dela. O termo indica um ministério fiel e compassivo, como o do médico que cuida de um enfermo. A solicitude terna, amável e inesgotável de Moisés por seu povo é registrada como seu mérito e para a glória de Deus. É interessante observar que a palavra grega moderna para “médico” é therapon. CBASD, vol. 1, p. 1184.
6 o sepultou.Ao invés de sepultar Moisés no monte Nebo, onde os israelitas teriam esperado encontrar sua sepultura, Deus o sepultou em algum lugar no vale onde os israelitas estavam acampando (comparar 3:29; 4:46). Manter sua sepultura em segredo pode ter sido para prevenir que o povo o transformasse em lugar de adoração. Andrews Study Bible.
sepultura. Somente Yahweh sabia o local exato onde Moisés morreu. O diabo teria ficado muito feliz em continuar mantendo Moisés nos laços da morte (ver Jd 9) e com esse propósito resistiu a Cristo. Moisés, porém, foi ressuscitado e levado ao Céu (ver Mc 9:2-4). CBASD, vol. 1, p. 1184.
7 vigor. Literalmente “frescor”. Assim, a frase seria: “seu frescor não o havia abandonado”. Isso significa que sua força física era tão vigorosa naquele momento como sempre havia sido. … Moisés estava sozinho na hora de sua morte. mas ele morreu nos braços de Deus; isso era suficiente (cf Sl 23:4). A morte não oferece uma perspectiva agradável, mas se ela vem quando o espírito está em íntima comunhão com o Espírito de Deus, não existe temor. CBASD, vol. 1, p. 1184-1185.
Moisés faleceu por ordem de Deus, não por velhice. Bíblia Shedd.
8 prantearam. Após a morte de seu líder incomparável, houve um grande vazio na vida da nação. CBASD, vol. 1, p. 1185.
9-12 Estes versículos finais, provavelmente foram escritos por inspiração divina, após o tempo de Josué [cf. v. 10], sendo então adicionados ao livro de Deuteronômio. Bíblia Shedd.
9 Moisés impôs sobre ele as mãos. A imposição de mãos simbolizava a transferência de poderes ou qualidade de um indivíduo para outro (cf Lv 16.21; Gn 48.14; At 6:6; 9.17; 1 Tm 4.14). Bíblia Shedd.
Quando Moisés lhe impôs as mãos, este líder relativamente jovem ficou cheio do espírito de sabedoria. Esse “espírito de sabedoria” incluía habilidade da administração civil e liderança militar. Já havia ter provado ter fé forte, coragem e dedicação ao dever. CBASD, vol. 1, p. 1185.
10-12 Não se levantou profeta igual a Moisés até Cristo, que é o Grande Profeta predito por Moisés, cf 18.15-18. Bíblia Shedd.
Até a vinda de Jesus, ninguém foi superior a Moisés. V. Hb 3.1-6, em que Moisés, o “servo” (Hb 3.5) é contrastado com cristo, o “Filho” (Hb 3.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 face a face. Moisés comungava com Deus de um modo jamais experimentado por outro homem, mas isso não significa que via a face de Deus (4.15n; Êx 33.11, 20; 2 Cr 3.1m). Bíblia Shedd.
10-12 Moisés, o homem que não queria ser mandado para o Egito porque era “pesado de língua” (Êx 4:10), proferiu os três discursos a Israel que compuseram o livro de Deuteronômio. Deus lhe deu o poder de se desenvolver de um balbuciante pastor a um líder nacional e orador poderoso. Sua coragem, humildade e sabedoria transformaram os escravos hebreus em uma nação. Mas Moisés era uma pessoa que não deixou o sucesso subir à sua cabeça. Ao final, Deus ainda era o melhor amigo de Moisés. Seu amor, respeito e admiração por Deus cresceram diariamente ao longo de sua vida. Moisés sabia que não fora nenhuma grandeza em si próprio que o fez bem sucedido; foi a grandeza do Todo-Poderoso Deus em quem ele confiava. Life Application Study Bible Kingsway.
Possamos nós também gozar dessa comunhão face a face, fazer a vontade de Deus, ter as credenciais divinas da sua poderosa mão, das obras realizadas em Deus! (ver Sl 90.16, 17). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.
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“Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o Senhor houvesse tratado face a face” (v.10).
De uma aparição na sarça ardente à diálogos face a face, Moisés experimentou a mais íntima comunhão com Deus. O início de seu chamado, porém, não foi nada promissor. Tímido e amedrontado, por vezes procurou esquivar-se de sua missão alegando a sua notória incapacidade. Habituado à pacata vida como pastor de ovelhas, sua habilidade social era limitada à sua família e à família de sua mulher. Certamente, sua ida ao Egito após quarenta anos no deserto foi um desafio bem maior do que quando de lá havia fugido. Teria que encarar de frente o lugar de um passado que preferia esquecer.
Quarenta anos também foi o tempo em que guiou Israel pelo deserto. Como pastor, aprendeu a cultivar a mansidão, a paciência e o amor, e também a usar a vara da disciplina quando necessário. Mas nenhum dos rebanhos de ovelhas que guiou poderia ser comparado a Israel. Após tantos anos em cativeiro, muitos hábitos nocivos precisavam ser eliminados e o grande líder descobriria que teria de deixar algumas ovelhinhas pelo caminho e que nem sempre o amor do pastor é suficiente para manter a salvo as ovelhas que decidem se afastar da segurança do aprisco.
Que relacionamento pessoal e singular com Deus Moisés experimentou! Nem o seu pecado no deserto de Zim, que lhe tirou o direito de entrar em Canaã, o privou do privilégio de continuar comungando da presença pessoal do Senhor. Sua desobediência não lhe permitiu entrar na terra prometida, mas o seu arrependimento e submissão concedeu-lhe uma visão panorâmica de Canaã na companhia do próprio Deus e, uma surpresa, sem dúvida alguma, insuperável. Amparado por seu melhor Amigo, o maior profeta de Israel descansou. E assim como foi retirado do rio Nilo para uma vida terrestre de propósitos grandiosos, do coração da Terra, o Senhor o ressuscitou para propósitos eternos.
Na ocasião da transfiguração de Cristo, o próprio Moisés e também o profeta Elias, apareceram “falando com Ele” (Mt.17:3). Foi algo tão real, que Pedro se propôs a construir tendas para os profetas de Deus ali repousarem. No livro de Judas também encontramos a cena de um conflito entre Satanás e Miguel (que é Jesus) pelo corpo de Moisés (Jd.9). O que indica que em sua ressurreição, o diabo reivindicou Moisés para si por causa do seu pecado, mas, como desde a primeira batalha (Ap.12:7-9), o Senhor obteve a vitória, concedendo a Moisés a graça de desfrutar da Canaã celeste.
Amados, não há presente maior e melhor do que desfrutar da comunhão com Aquele que nos criou e que nos salvou. Andar com Deus, eis o segredo da felicidade que por tanto tempo o homem tem tentado obter pelos meios errados. Nem a sabedoria, nem a força, nem as riquezas podem preencher o espaço que foi criado para a habitação do Eterno. Porque o Senhor “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Só em Jesus somos completos!
Foi no deserto de Zim que Moisés se deu conta de sua fraqueza e, quando mais se teve por indigno da graça divina, mais manifesta e real ela se tornou. Sua completa indignidade lançou a mais fulgurante luz sobre a graça revelada no plano da redenção. Ellen White escreveu: “Quando temos a compreensão de nossa fraqueza, aprendemos a confiar num poder que nos não é inerente […] Coisa alguma atinge tão plenamente aos mais íntimos motivos de conduta, como o sentimento do amor perdoador de Cristo” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.493).
Podemos até cometer algum deslize como Moisés, mas se estivermos em Cristo, e a Ele confessarmos o nosso pecado, Sua forte mão nos erguerá assim como ergueu Pedro das águas. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). Busque esta intimidade diária com Deus e, como a história de Moisés, a nossa história jamais terá fim. Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio34 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 34 – O final do último dos 6 livros escritos por Moisés, revela ao leitor que Deus “não passa a mão na cabeça” nem do melhor de Seus maiores líderes, caso cometam pecado.
Além de Deus mostrar toda a Terra Prometida do cume do monte Pisga (Nebo), Moisés pode ver que pecado é coisa séria. Suas consequências são seríssimas, mesmo havendo arrependimento. O pecado acelera a morte encurtando a vida, arranca sonhos acalentados no coração e conduz-nos à sepultura junto aos que morreram:
• Deve ser muito triste saber que nosso fim poderia ser diferente se no passado tivéssemos sido mais dependentes de Deus.
• Quão doloroso deve ser descobrir que não fosse por nossos pecados poderíamos desfrutar de maiores experiências maravilhosas antes do último suspiro.
“A morte de Moisés não foi uma tragédia, pois ele morreu na bendita esperança e com a fé firmada em Deus. Além disso, ele não ficou muito tempo na sepultura, uma vez que Deus, que é a própria Vida e Doador da vida, o ressuscitou. Isso é incrível! Enquanto os versos finais de Deuteronômio relatam a morte de Moisés, o Novo Testamento dá testemunho da sua ressurreição. Judas menciona especificamente como Satanás afirmou que Moisés lhe pertencia por causa de seu pecado, esperando mantê-lo na tumba como troféu (Jd 9). Mas Deus perdoou a impaciência e a falta de confiança de Moisés, assim como perdoa nossos pecados e ofensas quando nos arrependemos e os confessamos com honestidade e sinceridade (1Jo 1:7, 9). Nenhuma força do mal pode impedir Deus de agir; quando Ele é por nós, quem pode ser contra nós? A ressurreição de Moisés prova que os pecadores podem experimentar a ressurreição quando pedem perdão e renovam sua confiança em Deus” (Jirí Moskala).
• Quão felizes podemos ser ao saber que mesmo sofrendo as consequências do pecado, de ter nossos sonhos abortados por nossos pecados, e mesmo assim desfrutar de planos de Deus muito mais elevados que os nossos.
Tudo estava pronto para que Moisés partisse. Josué havia sido treinado por muitas décadas, e estava cheio do Espírito Santo ao Moisés impor as mãos sobre ele, dando-lhe sabedoria para liderar o povo de Deus no cumprimento da promessa (Deuteronômio 34:9).
Os planos de Deus se cumprem, apesar de nós! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 33 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 33 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/33
O ato final de Moisés, registrado na Bíblia antes de subir ao Monte Nebo para morrer, foi pronunciar a bênção de Deus sobre os filhos de Israel. Bênçãos eram muito estimadas nesse período, como evidenciado pela conhecida história de Jacó e Esaú em Gênesis 27. As bênçãos, inspiradas pelo próprio Deus, eram tanto instrucionais quanto proféticas. Quando Moisés estava abençoando os filhos de Israel, ele também estava predizendo como e onde seus descendentes viveriam e se multiplicariam.
As bênçãos também foram baseadas no caráter ou comportamento passado do receptor. Em Gênesis 34, Simeão e Levi violentamente vingam a sua irmã, o que enfurece seu pai, que os deixa de fora do testamento, juntamente com os seus descendentes. Na bênção de Moisés, é interessante notar que a tribo de Simeão foi omitida e, subsequentemente, sua linhagem dispersou-se por Israel. Já à tribo de Levi, por causa de sua fidelidade, Deus estendeu a graça e a bênção deles foi restaurada.
Embora nossos pecados tenham consequências, Deus deseja estender Suas bênçãos e graça àqueles que são fiéis, assim como fez com os antigos israelitas!
Karina Sherwin-Bloom
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Cedar Lake
Michigan EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/33
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1186 palavras
[Dt 33] Registra a bênção final de Moisés. Consiste em uma introdução (1-2), um pronunciamento de bênçãos (6-25) e uma conclusão (26-29). A bênção é um discurso profético de oração e louvor, em forma poética, na qual Moisés declara o favor divino concedido individualmente às tribos. Bíblia Shedd.
1 O tema de abertura aqui é a gloriosa natureza de Deus. A referência é à entrega da lei quando, no meio do fogo e com a mediação dos anjos, Deus desceu ao Sinai (Sl 18.7-9; Hc 3.3, 4). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.
2 Sinai… Seir… Parã. Montanhas associadas à outorga da lei (v. Gn 21.21 e nota; Jz 5.4, 5; Hc 3.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Das miríades de santos. Isto é, desde Sua habitação no céu onde há incontáveis seres santos, onde ele está entronizado em glória (ver 1Rs 22:19; Jó 1:6; Sl 89:7; Dn 7:10). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1181.
de Seir (ARA; NVI: “desde o Seir”).
3 todos os Teus santos. Isto é, o povo de Israel, a nação santa (ver Êx 19:6; Dt 7:6; 14:2, 21; 26:19). CBASD, vol. 1, p. 1181.
e aprendem das Tuas palavras (ARA; NVI: “de Ti recebem instrução”).
5 rei. O Senhor, e não um monarca terrestre, devia ser rei em Israel (v. Jz 8.23 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Seu povo amado (ARA; NVI: “Jesurum”. Tb v.26).
6-25 Note a diferença das bênçãos que Deus deu a cada tribo. A uma Ele deu as melhores terras, força para outra, e segurança para outra. Muitas vezes vemos alguém com uma bênção particular e pensamos que Deus deve amar mais aquela pessoa do que os demais. Em vez disso, pense que Deus desenvolve em todas as pessoas seus talentos únicos. Todos esses dons são necessários para completar Seu plano. Não tenha inveja dos dons que outros têm. Em vez disso, olhe para os dons que Deus deu para você, e decida realizar a tarefa que somente você está qualificado a fazer. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Viva Rúben e não morra; e não sejam poucos os seus homens! O segundo “não” neste versículo não está no hebraico. Esta é uma referência implícita ao pecado com Bila (Gn 35:22). Rúben era o primogênito (Gn 49:3), mas nunca chegou a ter relevância nacional. … contudo, Moisés assegurou aos rubenitas que não despareceriam por completo de Israel. CBASD, vol. 1, p. 1181.
7 Ouve, ó SENHOR, a voz de Judá e introduze-o no seu povo.Esta bênção subentende o papel guerreiro dos reis davídicos, descendentes de Judá, ao conduzirem Israel à batalha. Bíblia de Genebra.
Sendo a tribo real (Gn 49.8-10), Judá teria de defender a Israel de seus inimigos. Ao fazê-lo, precisava da ajuda divina. Bíblia Shedd.
8-11 Levi. Jacó também profetizara a dispersão de Levi (Gn 49.5-7). Mas Levi foi abençoada por haver mostrado devoção ao Senhor (8, 9) e foi escolhida pelo Senhor para importantíssimo ministério, especialmente o do sacerdócio (que pertencia aos descendentes de Arão). Bíblia Shedd.
8, 9 A bênção sobre Levi reflete a fidelidade deles ao tempo do bezerro de ouro, quando Levi pôs-se ao lado de Moisés e atuou no julgamento contra os descendentes de seus irmãos pecaminosos (Êx 32.27-29). Bíblia de Genebra.
A tribo de Levi teria a alta honra da liderança espiritual dos israelitas. CBASD, vol. 1, p. 1181.
9 pois guardou a Tua palavra e observou a Tua aliança. Levi comprova sua devoção ao Senhor no teste pelo qual passou, no Sinai (Êx 32.26-29). A lealdade a Deus tivera precedência sobre as relações de família. Bíblia Shedd.
13-17 José. Moisés ora para que essa tribo seja abençoada com abundância material da natureza (13-16) e com poder militar (17). Bíblia Shedd.
Com a bênção do Senhor, a terra de José na parte central de Canaã seria excepcionalmente fértil e produtiva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 as suas pontas (ARA; NVI: “seus chifres”).
miríades de Efraim… milhares de Manassés (ARA; NVI: “dezenas de milhares de Efraim … milhares de Manassés”). O irmão mais novo [Efraim] teria preeminência sobre o mais velho [Manassés], que tem apenas “milhares”, cf Gn 48.14ss. Bíblia Shedd.
18, 19 Zebulom teria sucesso no comércio, e Issacar teria prosperidade na agricultura pátria. Bíblia Shedd.
19 chuparão a abundância dos mares (ARA; NVI: “farão um banquete com a riqueza dos mares”).
20, 21 O povo da tribo de Gade recebeu o melhor da nova terra porque obedeceram a Deus ao punir os ímpios inimigos de Israel. Punir é desagradável tanto para quem aplica quanto para quem recebe, mas é parte necessária do crescimento. Se você está em posição que exige que por vezes você corrija outros, não se omita de cumprir sua tarefa. Entenda que disciplina realista é importante para o desenvolvimento do caráter. Sempre se esforce para ser sempre justo e misericordioso, mantendo em mente o melhor interesse da pessoa que deve receber a punição. Life Application Study Bible Kingsway.
20 Bendito aquele que faz dilatar Gade (ARA; NVI: “Bendito é aquele que amplia os domínios de Gade”).
21 E se proveu da melhor parte… marchou adiante do povo. Pastagens para seus animais (v 3.12-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Essa tribo [Gade] preferiu habitar o lado oriental do Jordão, mas, ao mesmo tempo, ajudou as outras tribos a conquistarem sua herança, cf 3.18. Bíblia Shedd.
22 Dã… saltará de Basã (ARA; NVI: “vem saltando desde Basã”). Como um leão ou serpente (Gn 49.17), Dã seria perigoso para os adversários. Muitos danitas, depois, migraram para o extremo norte de Israel. Bíblia Shedd.
23 Naftali… possuirá o lago e o sul. Essa tribo foi favorecida por possuir uma bela e fértil região, especialmente na sua parte sul, junto às praias do mar da Galileia. Bíblia Shedd.
24 Aser… banhe em azeite o pé. Território famoso por suas oliveiras. Bíblia Shedd.
Banhar os pés com óleo era um sinal de prosperidade. Life Application Study Bible Kingsway.
25 Sejam de ferro e bronze os teus ferrolhos (ARA; NVI: “as trancas das suas portas”). A referência é à proteção de Aser contra os inimigos vindos do norte. Bíblia Shedd.
26 ó amado (ARA; NVI: “Jesurum”).
27 Deus… por baixo de ti estende os braços eternos (ARA; NVI: “e para segurá-lo estão os braços eternos”).
A canção de Moisés declara que somente Deus é nosso refúgio, nossa única segurança verdadeira. Quão frequentemente colocamos a confiança de nossas vidas a outras coisas – talvez dinheiro, carreira, uma causa nobre ou o desejo de uma vida longa. Mas nosso único refúgio verdadeiro é o Deus eterno, que sempre estende Seus braços para nos amparar quando os suportes instáveis em que confiamos falham e caem. Nenhuma tormenta pode nos destruir quando nos refugiamos nEle. .. Viver por Deus neste mundo pode parecer um negócio arriscado. Mas são os ateus que estão em solo instável. Porque Deus é nosso refúgio, podemos ousar ser ousados. Life Application Study Bible Kingsway.
26-29 Esta estrofe final tem abençoado os corações do povo de Deus através dos séculos. O Senhor é o Deus majestoso (v. 26), o Deus eterno (v. 27), o Deus protetor e providencial (v. 28). A grande bênção de Israel era que Ele era o Deus deles. Bíblia de Genebra.
Os últimos versículos deste capítulo são um encorajamento a ter fé em Deus. Ele é supremo. Ele abençoa grandemente Seus filhos fiéis, dando-lhes segurança, paz e abundância de coisas boas. Finalmente, Ele lhes dará uma herança eterna. Por isso, os filhos de Deus devem sempre ter bom ânimo. CBASD, vol. 1, p. 1183
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“Esta é a bênção que Moisés, homem de Deus, deu aos filhos de Israel, antes da sua morte” (v.1).
Convocado pelo Senhor para subir ao monte Nebo, Moisés precisava despedir-se do povo que por tantos anos havia guiado e aprendido a amar como filhos. Não deve ter sido fácil para o idoso líder deixar para trás aquelas milhares de pessoas que tanto amava e pelas quais tantas vezes intercedeu. Um misto de sentimentos e recordações devem ter ocupado seus últimos instantes de vida nesta terra. Suas últimas palavras foram uma bênção especial à cada tribo de Israel. Como Jacó abençoou seus doze filhos (Gn.49), assim foi aflorada a paternidade de Moisés ao despedir-se dos filhos de Israel.
A bênção de cada tribo representava um pouco de sua história e de como cada uma assumiria uma função diferente em benefício de toda a nação. De Rúben a Aser, cumpria-lhes executar o que Deus havia estabelecido e viver em paz uns com os outros. As habilidades deveriam ser esquecidas ou as motivações egoístas abandonadas a fim de dar lugar à vontade de Deus, mas nem essas coisas poderiam afetar o propósito divino final. O papel central de cada tribo era o de exaltar o nome do Senhor e torná-lo grandioso entre as demais nações. Sobre este último discurso, Ellen White escreveu: “Pela última vez, Moisés achou-se na assembleia de seu povo. Novamente o Espírito de Deus repousou sobre ele, e na linguagem mais sublime e tocante pronunciou uma bênção sobre cada uma das tribos, finalizando com uma bênção sobre todas elas” (Patriarcas e Profetas, CPB, p. 344).
Semelhante à bênção dada às tribos de Israel, Deus possui uma bênção para cada filho Seu. Como membros do corpo de Cristo, somos chamados a elevar este corpo à estatura de um povo “cheio da bênção do Senhor” (v.23); que guarda a Sua Palavra e observa a Sua aliança (v.9). Contudo, como Laodiceia, corremos o risco de viver suas características como se fossem uma obrigação histórica a ser cumprida, quando, na verdade, é uma realidade que deve ser trocada por um coração no qual Cristo habita, através da constante e maravilhosa obra do Espírito Santo.
Tão perto como estamos do Grande Dia do Senhor, importa que o povo de Deus se coloque aos pés de Jesus e aprenda de Suas palavras (v.3). “Não há outro, ó amado, semelhante a Deus” (v.26), que, em Sua infinita misericórdia, nos concede a maior de todas as bênçãos: a salvação em Cristo Jesus. Portanto, “[povo] salvo pelo Senhor” (v.29), mesmo que ainda seja difícil dizer adeus para aqueles que amamos, lembremos que há uma bênção eterna reservada para nós ao lado dAquele que nos amou até à morte e morte de cruz (Fp.2:8).
Há uma promessa fiel e verdadeira para os filhos do Reino, apenas aguardando o tempo de seu cumprimento: “Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (Is.35:10). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Reino Celeste!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio33 #RPSP
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