Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de julho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOSUÉ 9 – Primeiro leia a Bíblia

JOSUÉ 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JOSUÉ 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOSUÉ 9 by Luís Uehara
28 de julho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/js/9

“… E não pediram conselho do Senhor” (v.14 ACF). Estas compreendem as palavras mais tristes de Josué 9. Por que eles não procuraram conhecer a vontade do Senhor? Será que eles ficaram orgulhosos, pensando que sua própria força havia ganho a vitória em Ai? Será que chegaram a considerar a presença de Deus no acampamento e o poder Dele em favor deles como algo garantido?

Não importa quão sábios nos tornemos aos nossos próprios olhos, outros vivem em torno de nós que são mais sábios e mais espertos em seus pensamentos e planos. Devemos sempre buscar a sabedoria de Deus para saber andar – mesmo nas “pequenas coisas” da vida. Isto porque cada escolha tem ramificações, positivas ou negativas, que afetam a nós mesmos e aos outros. E algumas dessas repercussões podem ter efeitos duradouros.

É sempre muito importante vivermos constantemente dentro da vontade de Deus.

Willie Edward Hucks II
Secretário Ministerial Associado
Conferência Geral

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/9
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOSUÉ 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de julho de 2022, 0:50
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1520 palavras

1-27 O relato de como os gibeonitas enganaram os líderes das tribos e obtiveram um pacto de submissão a Israel. É a primeira das três seções que contam como Israel passou a possuir a maior parte da terra. Os v. 1 e 2 introduzem as três unidades. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-6 À medida que as notícias de suas vitórias se espalharam, os israelitas experimentaram oposição de dois modos:  direta (os reis de sua área começaram a se unir contra eles); e indireta (os gibeonitas recorreram ao engano). Podemos esperar oposição similar ao obedecermos a vontade de Deus. Para se resguardar contra estas pressões, devemos confiar em Deus e nos comunicarmos diariamente com Ele. Ele nos dará força para resistir a pressões diretas e sabedoria para ver através da fraude e astúcia. Bíblia Shedd.

1-2 Estes dois versículos formam o pano de fundo dos caps 9-12. O temor dos israelitas que tinha imobilizado os cananeus em 5.1, aqui os une contra Josué e contra Israel. Há uma antecipação do Sl 2.1-3, a oposição a Deus e ao Seu governo, que culminou na crucificação de Jesus (At 4.25-27). A impotência dos governantes, no Sl 2, é amplamente ilustrada pela lista dos reis derrotados em Js 12. Bíblia de Genebra.

todos os reis. Sem dúvida, os relatos que chegaram a esses reis os encheram de ira e temor. O resultado foi a convocação desta reunião de emergência. Ouviram não só sobre a queda de Jericó e de Ai, mas também da grande reunião no monte Ebal, onde os israelitas proclamaram que a lei de Yahweh era a lei de toda a terra de Canaã. A convocação no monte Ebal mostrou com clareza que os filhos de Israel pretendiam ser os únicos governantes da terra. A ira que isso causou provavelmente superou o medo, e os reis resolveram resistir juntos, esperando, dessa maneira, impedir qualquer invasão a seu território. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 211. CBASD, vol. 2, p. 211.

daquém do Jordão. A referência com certeza é ao lado oeste do rio. CBASD, vol. 2, p. 211.

3 Gibeom situava-se oito quilômetros ao norte de Jerusalém. O nome significa “edificada sobre uma montanha”. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.

Para dizer o mínimo, a decisão de não resistir demonstrava certo grau de fé na força do Deus de Israel. Estavam dispostos a fazer uma aliança, que incluía a promessa de renunciar à idolatria e de aceitar o culto a Yahweh (PP, 506). CBASD, vol. 2, p. 212.

estratagema. A Igreja tem sido mais vítima das artimanhas do diabo do que dos seus ataques. O aspecto do pecado que deve ser mais temido é a dissimulação. É melhor enfrentar Caifás do que Judas. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.

por causa do nome. A abordagem que usaram foi falha, mas não há erro no fato de haverem dado o passo inicial, nesta ocasião, para servir o Deus verdadeiro. … Deus honrou sua fé limitada e não permitiu que Israel cancelasse a promessa que fizera a eles. O Senhor aceita as pessoas como são, e depois tenta levá-las a um serviço mais perfeito. Alguns, por motivos totalmente errados, começam a adorar a Deus; mesmo assim Ele aceita essa entrega e depois lhes inspira motivos mais louváveis. Assim aconteceu com os gibeonitas. No que se refere a privilégios espirituais, a eles foi aberta a plenitude das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 2, p. 214.

O perigo representado pelos cananeus restantes na terra Prometida era que eles fizessem Israel abandonar ao Senhor para servirem a outros deuses (Dt 7.4).

10 tudo quanto fez. As novas que os gibeonitas tinham ouvido são as mesmas que foram confessadas por Raabe (2.10, nota). A reação deles, porém, foi bastante diferente da reação dela. Bíblia de Genebra.

14 tomaram da provisão. Os líderes hebreus … tomaram das provisões deles para provar, manusear e testar por si mesmos, a fim de chegar a uma decisão acertada. Depois de tê-lo feito, sentiram-se confiantes no próprio juízo. CBASD, vol. 2, p. 214.

não pediram conselho. Deus havia ordenado que sua vontade fosse consultada por meio do sacerdote Eleazar, por meio do Urim e do Tumim (Nm 27.18-23). Josué poderia ter obtido orientação divina dessa maneira nesta importante decisão. Não se sabe qual teria sido a resposta do Senhor à situação. É possível que, mesmo assim, os gibeonitas fossem poupados; a misericórdia de Deus se estende a todos que procuram salvação. Ele proibira os israelitas de fazer aliança com os habitantes da terra, mas isso se devia a uma razão bem específica, a saber, para que não fossem tentados a seguir as abominações daquelas pessoas. Se qualquer desses povos pagãos, como Raabe, tivesse abandonado suas abominações e procurado a misericórdia divina, o Senhor o teria aceitado da mesma forma como mais tarde aceitou Nínive (Jn 3:10)Mas, em cada caso, a decisão final deve pertencer a Deus. Ele é o único capaz de ler tudo que se passa no coração. O Senhor não podia confiar tais decisões aos homens. … Teria sido perigoso confiar ao povo a autoridade de fazer paz mesmo com cidades isoladas, pois os cananeus poderiam simular o arrependimento. Tal engano tenderia a se espalhar com rapidez, e muitos habitantes da região fingiriam estar arrependidos, ainda que permanecessem tão idólatras de coração como sempre. CBASD, vol. 2, p. 214-215.

14, 15 Israel foi enganado, não por causa do “estratagema” dos pagãos, mas porque “não pediram conselho ao Senhor”. Muitos crentes estão decepcionados em sua espiritual simplesmente porque não usam a Palavra de Deus; para a vitória temos que conhecer o “conselho” de Deus e a Ele obedecer. Bíblia Shedd.

Nesse momento de dúvida e incerteza, o líder deveria ter buscado a Deus. Talvez pensou, como muitos cristãos hoje, que esse era um assunto que ele podia resolver sem incomodar o Senhor. No entanto, Deus instruiu a levar todos os problemas a Ele. Não devemos pensar que O cansamos ou perturbamos. Muitas armadilhas podem ser evitadas quando as preocupações são levadas ao Senhor, não confiando no próprio entendimento (Pv 3:5-7). CBASD, vol. 2, p. 213.

18 não os feriram. Embora congregação haja murmurado contra os príncipes, e estes tenham agido mal em fazer tal acordo, os israelitas se sentiram obrigados a manter o juramento. Uma vez feito o juramento, ela deve ser considerado sagrada, sempre que não obrigar a pessoa que a fez a realizar um ato errôneo (ver Pv 12:22; Sl 24:4; 15:4; PP, 506). … Se o cumprimento do juramento exigisse um ato pecaminoso, não teria sido obrigatório, porque não podemos nos forçar a cometer um pecado (ver Jz 11:29-40). … É evidente que Deus aprovou a conduta deles nesse quesito e Se desagradou de Saul quando, muito depois, infringiu a mesma promessa (2Sm 21:1-3). CBASD, vol. 2, p. 215.

Toda a congregação murmurou. Murmurar (contra Moisés, Arão e, em última análise, contra o Senhor) foi uma atividade comum de Israel no deserto (Êx 15.24; 16.2, 7-9; 17.3; Nm 14.2, 27, 36). Bíblia de Genebra.

Talvez o povo temesse as consequências de não ter levado a cabo a ordem divina de destruir todos os cananeus, mas é mais provável que suas queixas proviessem de não poderem apropriar-se das cidades e possessões gibeonitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 lenhadores e carregadores de água (NVI; ARA: “rachadores de lenha e tiradores de água”). Expressão convencional para os empregados domésticos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Por que nos enganastes… ? Israel colhia aquilo que havia semeado: assim como os filhos de Jacó “responderam com dolo” aos heveus quando o patriarca estava vivo (Gn 34:13), desta vez os israelitas foram enganados por eles. Bíblia de Estudo Andrews.

23 debaixo de maldição. A predição de Noé de que Canaã passaria algum dia a ser servo de Sem (Gn 9.25, 26) é parcialmente cumprida nesse acontecimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para a casa de meu Deus. Provavelmente especifica como os gibeonitas deviam servir “toda a comunidade” (v. 21). O culto no tabernáculo (e, posteriormente, no templo) exigia muita lenha e água (para os sacrifícios e as lavagens) e, consequentemente, muito trabalho braçal. A partir dessa ocasião, essa mão de obra seria oferecida pelos gibeonitas, talvez num sistema de turnos. Dessa maneira, entraram no serviço do Senhor. Quando Salomão se tornou rei, o tabernáculo e o altar estavam em Gibeom (2Cr 1.3, 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 A fé evidenciada por essas pessoas foi de tal modo recompensada que, embora sua trapaça tenha sido punida com o fato de serem condenadas a atividades servis, a vida deles foi preservada; e, até certo ponto, foram incorporados a Israel e associados ao serviço da casa de Deus. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.

A designação de tarefas humildes aos gibeonitas foi a punição que receberam por sua atitude enganosa. Se tivessem agido de maneira honesta com Israel, sua vida teria sido poupada, e talvez até ficassem isentos da servidão. Todavia, mesmo uma maldição pode se tornar uma bênção. É verdade que foram servos, mas seu serviço era para a casa de Deus. Ao fazer a obra da casa do Senhor, estariam numa posição em que prontamente poderiam aprender sobre o Deus verdadeiro. Dessa maneira, foram colocados sob uma forte influência que lhes impediria de voltar à idolatria dos pais. Ainda que fossem escravos de Israel, seriam livres no Senhor, pois, em Seu serviço, até o ofício mais baixo é liberdade e Sua obra é a recompensa. CBASD, vol. 2, p. 215- 216.



Josué 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de julho de 2022, 0:45
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“Então, os israelitas tomaram da provisão e não pediram conselho ao Senhor” (v.14).

Após as conquistas contra Jericó e contra Ai, Israel tornou-se prova inequívoca de que os boatos acerca dele eram verdadeiros e que era só uma questão de tempo conquistar toda a terra de Canaã. Sabendo disso, os reis das nações daquele lugar se uniram para pelejar contra os israelitas (v.2). Porém, houve um povo que usou “de estratagema” (v.4) para enganar a Israel e livrar-se da destruição. A estratégia dos gibeonitas era fazer com Israel uma aliança, fingindo ser um povo “de uma terra mui distante” (v.9). E esta aliança uma vez firmada não poderia ser revogada. E assim se fez. Josué e os príncipes de Israel não consultaram a Deus para firmar o juramento e, quando descobriram a verdade, já era tarde demais; não pelo fato de envolver um acordo entre homens, mas um juramento que envolvia o nome do Senhor.

Quando lemos este capítulo, dá a entender que o povo de Canaã não era apenas conhecedor dos milagres de Deus, mas de Suas leis também. Podemos notar que os gibeonitas sabiam muito bem o que estavam fazendo e que, ainda que fossem desmascarados, estariam debaixo de um juramento solene e imutável. Foi assim que suas vidas foram preservadas e passaram a assumir a condição de servos em Israel (v.27). O pouco conhecimento que tinham acerca de Israel e de suas leis lhes preservou a vida. “Pois o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (Os.4:14). Assim diz o Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6).

O conhecimento segundo a Bíblia é chamado de verdade. Cristo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6). Também está escrito: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Ou seja, através do conhecimento das Escrituras conhecemos a Jesus e este conhecimento (que é a verdade) nos liberta do pecado. É uma sequência lógica e salvífica. Lutar com as nossas próprias forças só nos levará ao mesmo fim que teve Jericó e Ai: perdição. O desejo do Senhor para com Israel é o mesmo que Ele tem para conosco hoje. Que não busquemos a nossa própria vontade, e sim “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Então, Ele mesmo nos dirá: “Porque esta é a aliança que firmarei com você […] diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei, Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo […] porque todos Me conhecerão” (Jr.31:33,34).

Na maioria das vezes, Jesus introduzia Seus ensinamentos com a expressão: “Em verdade, em verdade vos digo”; demonstrando por Suas palavras a essência de Seu caráter. Cristo é a própria verdade e Ele deseja revelar-Se a nós; por isso nos deixou a Sua Palavra. Vimos que é por falta de conhecimento que muitos perecem. E “não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos” (Mt.18:14). Portanto, prossigamos em estudar a Palavra de Deus, pedindo que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13), e ainda que o inimigo se manifeste com suas disfarçadas estratégias, não seremos enganados. Vigiemos e oremos!

Bom dia, aqueles que conhecem a Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOSUÉ 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de julho de 2022, 0:40
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JOSUÉ 9 – A submissão a Deus é um aprendizado constante, que muitas vezes experimenta falhas. Depender de Deus constantemente é o maior desafio do ser humano que luta contra o orgulho, o egoísmo, a vaidade e a independência inata do coração corrompido pelo pecado.

Embora sendo líder experiente, preparado e escolhido por Deus, Josué era como qualquer outro ser humano, finito, frágil e carente da graça celestial diante de suas falhas. Ainda que grandes personagens possam ter virtudes, acontece de ter momentos de fraquezas.

Em Josué 9, como líder do povo de Deus, Josué tomou decisão errada, embora parecia perfeitamente correta. Isso porque Deus não foi consultado. Os gibeonitas maquinaram um engano, e Josué caiu facilmente na estratégia do inimigo.

A virtude de Josué se nota quando não comete um erro para consertar outro. Ele não ataca os gibeonitas nem desfaz o acordo. Ele honra o acordo feito, mesmo que foi baseado no engano. O temor a Deus faz com que Seus servos resolvam erros com acertos. Foi assim que os gibeonitas foram protegidos pelo exército do povo de Deus e se tornaram “lenhadores e carregadores de água para a comunidade e para o altar do Senhor, no local que o Senhor escolhesse” (Josué 9:26-27).

Ainda que sejamos experientes e maduros espiritualmente, não deixemos de consultar a Deus diante de decisões aparentemente óbvias. O inimigo é tão astuto que se preocupa com cada detalhe visando enganar; além das vestes envelhecidas, bolsas remendadas e comidas secas e mofadas, parece que os gibeonitas agiram baseando-se numa revelação de Deus a Moisés: As nações distantes de Canaã deveriam ser poupadas (Deuteronômio 7:1-2; 20:10-18). Todos os detalhes para enganar pautaram-se nesta orientação divina!
• O enganador pode usar a Bíblia para iludir o povo da Bíblia!
• Mal utilizada, a Palavra de Deus torna-se instrumento do inimigo (Lucas 4:9-12).

O inimigo de Deus levanta líderes espirituais operando milagres como os verdadeiros servos de Deus (Mateus 7:22-23; 24:24). No tempo do fim, um poder falará como cordeiro tentando se passar por Jesus, o Cordeiro de Deus, e realizará “grandes sinais, chegando a fazer [como o profeta Elias] descer fogo do Céu a Terra” para “enganar os habitantes da Terra” (Apocalipse 13:11-14).

Para não sermos enganados, consultemos incessantemente a Deus! Precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.




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