Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I JOÃO 4 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I JOÃO 4 by Jobson Santos
18 de dezembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1jo/4

A vida baseada no medo é uma prisão.

Quando você vive em constante medo – medo das reações dos outros, medo do futuro, medo de perder a aprovação de Deus – seu sistema nervoso fica sobrecarregado; seu cérebro se torna disfuncional; seu sistema imunológico fica enfraquecido. Você fica hipervigilante e tenso. O medo mantém sua alma acorrentada, drenando seu potencial.

Devido a influências herdadas e ambientais, nossas vidas são frequentemente pintadas em tons de medo. Adaptamos nossas reações e escolhas a fim de evitar a raiva, o abandono e o abuso de outras pessoas. Por medo, mentimos.

Deus deseja que vivamos sem medo. Por quê? Se você está cheio de medo, não consegue amar a Deus de verdade porque teme vir a errar tanto que Ele o abandone; você não consegue amar os outros porque tem medo do que eles possam fazer ou dizer; você não consegue amar a vida porque a ansiedade invade a sua mente. Lembre-se também: você não consegue amar alguém de quem tem medo.

Deus quer expulsar o medo que está tomando conta do seu coração para que você possa amar de todo o coração. Deus deseja inundar você com um amor tão perfeito de tal forma que você seja liberto das reações e escolhas baseadas no medo. Quando você vive no amor, você vive em Deus.

Você ainda sofre com as muletas do medo? Deixe Deus lhe ensinar a amar.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1409
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2021, 0:50
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768 palavras

1, 2 provai os espíritos. Muitos afirmam ser guiados pelo Espírito Santo, quando, na verdade, o espírito que os guia não vem de Deus (1Tm 4:1). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Espírito. Uma mensagem sobrenatural pode vir de Deus, através de Seu Espírito (3.24), ou do diabo, através de um demônio (cf. 2.18-23). Bíblia Shedd.

falsos profetas. O profeta verdadeiro fala da parte de Deus, sendo “impelido” pelo Espírito Santo (2Pe 1.21). Falsos profetas, como os gnósticos dos dias de João, falam sob a influência de espíritos afastados de Deus. Cristo advertiu dos falsos profetas (Mt 7:5; 24:11), assim como Paulo (1Tm 4.1) e Pedro (2Pe 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Confessa. Não é o simples reconhecimento de quem é Jesus. Isto os demônios fazem (Mc 1.24; 3:11; cf Tg 2.19). É uma confissão em sujeição a Ele com o propósito de glorificá-lO (Jo 16.4-6). Bíblia Shedd.

todo espírito que confessa … Jesus. A pessoa pode ser provada verificando se suas palavras sobre Jesus estão de acordo com o que João e os outros autores da Bíblia dizem. Outra prova sobre mestre e profetas é encontrada em Is 8:20; Jr 28:9 e Mt 7:20. Bíblia de Estudo Andrews.

Jesus Cristo veio em carne. João exclui assim (entre outros) os gnósticos, sobretudo os ceríntios, para quem o Cristo divino veio sobre o Jesus humano no seu batismo e depois o abandonou na cruz, de modo que foi somente o homem Jesus que morreu. Bíblia de Estudo NVI Vida.

João distingue o evangelho do erro dos docéticos, os quais diziam que Jesus Cristo não era verdadeiramente humano … A natureza humana de Cristo era essencial para que ele pudesse morrer por nossos pecados. Bíblia de Genebra.

4 tendes vencido. Tendes resistido aos ensinos dos falsos profetas. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Nisto. Se a pessoa está em harmonia com o que João ensina. Bíblia de Estudo Andrews.

7-21 Um chamado para os filhos de Deus amarem como o Pai ama. Bíblia de Estudo Andrews.

O amor de Deus Pai por “seu Filho unigênito” (v. 9) é a fonte do amor que une a congregação dos crentes como uma família. Ao dar-nos o Seu Filho, o Pai fez-nos conhecer o amor perfeito e a vida eterna que o Pai e o Filho sempre tiveram. Bíblia de Genebra.

8 Deus é amor. O amor é a essência da natureza de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

9 Filho unigênito. O termo grego [unigênito] também pode ser traduzido por “um e único Filho”, referindo-se antes à singularidade de Cristo do que à Sua eterna geração. Bíblia de Genebra.

10 propiciação pelos nossos pecados. Cristo afastou a justa ira de Deus e satisfez as exigências da justiça divina em nosso favor. Fez isto a fim de cumprir o amor de Deus. Bíblia de Genebra.

12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós. … o amor de uns pelos outros evidencia a presença de Deus em seus filhos. Bíblia de Estudo Andrews.

Dessa forma, o Deus a quem “ninguém jamais viu” é visto nos que amam, pois Deus habita neles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Deus é amor. O amor de Deus é demonstrado em Sua fidelidade à aliança e na Sua busca incansável pelos pecadores, apesar da rebeldia ou indiferença destes (v. 8; Êx 34.5-7). Bíblia de Genebra.

17 mantenhamos confiança. A confiança no amor de Deus, enquanto ele preenche nossa vida, desfaz todo o medo do juízo (Hb 4:15, 16; ver outros aspectos da SEGURANÇA cristã em Rm 8:31-39). Bíblia de Estudo Andrews.

como ele. Como Cristo. O fato de sermos semelhantes a Cristo no amor é sinal de que Deus, que é amor, vivem em nós; por isso, podemos ter confiança, no Dia do Juízo, de que somos salvos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 No amor não há medo. Não há medo de sermos condenados por Deus, pois o amor genuíno confirma a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O amor é o antídoto do temor. Onde há amor aperfeiçoado, o próprio terror da morte desvanece, o que é amplamente demonstrado pelos mártires. Bíblia Shedd.

O amor de Deus é perfeito em si mesmo e traz a promessa da perfeição tão logo o recebemos (vs. 12, 17; 2.5). Mas, visto estarmos sendo aperfeiçoados em Seu amor ao longo do tempo (3.2), os remanescentes do temor podem coexistir temporariamente com o amor. O “perfeito amor” da parte de Deus “lança fora o medo” de forma progressiva, não instantânea. Bíblia de Genebra.

19, 20 Nós amamos porque. O amor inacreditável de Deus desperta nosso amor em resposta, um amor que transborda em tudo ao redor. Bíblia de Estudo Andrews.

21 Foi Cristo que uniu Dt 6.4 e Lv 19.18 declarando que toda a obrigação do homem está resumida no duplo mandamento de amar a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40). Bíblia Shedd.



1João 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de dezembro de 2021, 0:45
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“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (v.8).

O amor revelado em Jesus é a chave que abre o coração humano para compreender o amor com que Ele deseja que nos amemos uns aos outros. Confessar “que Jesus Cristo veio em carne” (v.2), possui um significado muito maior do que simplesmente professar nEle crer. Confessar o nome de Jesus envolve um compromisso de vida ou morte. E, na época em que João escreveu, a acentuada perseguição provava quem realmente era uma testemunha de Cristo. Dar ouvidos a esta mensagem, portanto, não era apenas uma questão de aceitar o evangelho, mas de vivê-lo conforme as verdades reveladas. Decisão esta que exigia fé, coragem e abnegação da própria vida.

O maior dos dons, aumentado e aperfeiçoado na vida cristã, promove o sublime e indispensável conhecimento de Deus, o conhecimento que supera todos os demais e blinda a mente contra “o espírito do erro” (v.6). Podemos dizer que o amor é a fé em ação, como bem escreveu o apóstolo Paulo: “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Entretanto, esse amor produzido pela fé em Cristo, é manifestado em nós através de um ato que antecedeu a nossa fé: “em haver Deus enviado o Seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dEle” (v.9). Ou seja, é um amor que não vem de nós; um amor que está além do nosso alcance produzir; um amor extravagante em graça; “é dom de Deus” (Ef.2:8).

E “se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (v.11). O fato de jamais termos visto a Deus e, ainda assim, declarar amá-Lo, só se torna uma verdade quando permitimos que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor de Deus e este amor seja revertido, por preceito e por exemplo, na vida de outros. Há no mundo um equivocado conceito de amor que acaba por confundir a muitos. Amor não se resume a gracejos e atitudes isoladas de simpatia. “Deus é amor” (v.16), e esta verdade, por si só, deveria despertar em nós um senso urgente de meditarmos na vida de Cristo e nela buscarmos a essência do evangelho.

Os profetas foram escolhidos pelo Senhor para transmitir as Suas palavras à humanidade. Jesus foi enviado à Terra como a própria Palavra, o Verbo que “Se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14). Mas Jesus não nos deixou órfãos, e “nisto conhecemos que permanecemos nEle, e Ele, em nós: em que nos deu do Seu Espírito” (v.13). Portanto, confessar “que Jesus é o Filho de Deus” (v.15) é ser Sua testemunha a todas as nações pelo poder do Espírito Santo. É o Espírito que aperfeiçoa o perfeito amor em nossos corações, “para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (v.17) e não medo, porque “o perfeito amor lança fora o medo” (v.18).

Portanto, amados irmãos, “nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (v.19). Simples assim. O amor de Deus na vida promove o amor altruísta; amor que regenera, cura, perdoa e salva. Que pela comunhão diária, perseveremos em ser aperfeiçoados no amor pela oração e pelo estudo das Escrituras. Sejamos, pois, vasos de honra cheios e transbordantes do amor divino!

Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (v.21). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, nascidos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1João4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I JOÃO 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2021, 0:40
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I JOÃO 4 – O amor do cristão difere do incrédulo. Neste capítulo, os tópicos destacados por Merrill F. Unger continuam na questão da comunhão. Observe com atenção:
1. O discernimento do erro e a comunhão:
• A presença do erro (v. 1);
• O claro teste do erro (vs. 2-6).
2. O amor e a manifestação da comunhão:
• Amor, característica da família (vs. 7-8);
• A suprema manifestação de amor (vs. 9-10);
• A obrigação de amar (vs. 11-12);
• O amor e a presença de Deus dentro de nós (vs. 13-16);
• A perfeição do amor em nós (vs. 17-18).
3. O incentivo ao amor e a comunhão:
• O incentivo ao amor é o amor de Deus por nós ao entregar Seu Filho (v. 19);
• A comunhão do amor. Nosso amor pelos irmãos prova nosso amor por Deus (vs. 20-21).

Nossa ligação a Cristo e Sua vontade é a proteção contra o erro e a falta de amor tão evidente não apenas na sociedade secular, mas também nos círculos religiosos das igrejas cristãs.

A falta de amor em nossas comunidades é a prova do quanto estamos desprovidos de espiritualidade. Nossa sociedade secular tem ditado até mesmo o ritmo das pessoas que alegam estar ligadas a Cristo.

A natureza de Deus é “verdade” que é intolerante com a falsidade; assim, como também, Seu caráter é essencialmente “amor,” que é intolerante à hipocrisia, à frieza, ao ódio e à indiferença. Por isso, quem tem Jesus no coração não vive preso a esses sentimentos diabólicos nem amarrado às injustiças e imoralidades sociais.

O efeito do amor e da verdade de Deus é visto nas decisões e atitudes de cada um de Seus representantes convertidos da filosofia secular. Assim, você tem Cristo no coração ou não tem, você é cristão ou não é.
• Tuas ações falam mais alto que tuas declarações!

Sendo que existem falsos cristãos, fique atento ao que toda pessoa intenta ensinar e, recorra sempre à Bíblia para examinar as doutrinas proclamadas por quem quer que seja. Assim como existem heresias, que são verdades adulteradas, há também sentimentos fingidos, como também existem cristãos falsificados. Então, muito cuidado!

Concentre-se em firmar tua vida em Deus e em Sua revelação, a fim de que não sejas um cristão apenas de fachada.

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.




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