Reavivados por Sua Palavra


II PEDRO 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II PEDRO 1 – Primeiro leia a Bíblia

II PEDRO 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)   II PEDRO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



II PEDRO 1 by Jobson Santos
12 de dezembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2pe/1

Conta-se a história de uma mulher que passou mais de 20 anos cuidando de um homem rico. À medida que a morte se aproximava, o homem decidiu deixar uma parte considerável de sua riqueza para a mulher que tão ternamente cuidou dele. Ele escreveu tudo em um pedaço de papel e entregou a ela. Ela agradeceu, levou o pedaço de papel para seu humilde apartamento em Londres e pregou-o na parede. Como ela não sabia ler, ela não tinha ideia do que dizia.

Ao longo dos anos após a morte do homem, a mulher continuou a viver na pobreza. Poucos dias antes dela morrer, o pastor veio visitá-la. Ele perguntou a ela sobre o pedaço de papel pregado na parede. Enquanto ele lia para ela, ela de repente percebeu tudo o que havia perdido. Essa folha de papel possuía a promessa de tudo que ela sempre precisou para uma vida boa e confortável.

Tudo o que precisamos para uma vida boa pode ser encontrado nas grandes e preciosas promessas de Deus. Essas promessas se cumprem não apenas nos dons, mas se tornam ainda mais verdadeiras no presente que o próprio Jesus é para nós. Reivindique sua herança hoje!

Dan Martella
Pastor e administrador aposentado, Hanford, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1403
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



2PEDRO 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de dezembro de 2021, 0:45
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“Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (v.21).

Em sua segunda carta, o apóstolo Pedro já não mais se refere aos “forasteiros da Dispersão” (1Pe.1:1), mas aos que “obtiveram fé igualmente preciosa na justiça” (v.1) de Jesus Cristo, assim como ele e os demais conversos haviam obtido. A preciosa graça que os havia alcançado rasgaria as cortinas do tempo até atingir o coração da última geração de cristãos dos últimos dias. O que o pastor Pedro escreveu, certamente alcançaria as últimas ovelhas do rebanho do Senhor. Mesmo após a sua morte, sua voz não seria calada e, por meio destas cartas, tremendas advertências nos são dadas para que possamos crescer “no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (v.2); o conhecimento fundamental e indispensável para “todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm.4:8).

Conduzidos “à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude” (v.3), os filhos de Deus têm recebido grande luz, e, à cada geração, apesar das trevas morais e espirituais que têm se multiplicado, Deus os têm suprido de sabedoria e entendimento. O conhecimento de Deus e do Seu Cristo através de uma vida de comunhão e de relacionamento diários, e a plena esperança nas Suas “preciosas e mui grandes promessas”, os estão tornando “coparticipantes da natureza divina” (v.4). Santo e sagrado privilégio! O ser humano é convidado a refletir o caráter de Cristo ainda aqui, através da diligente prática dos seguintes atributos, perfeitamente associados, nesta ordem:

1. Fé;
2. Virtude;
3. Conhecimento;
4. Domínio Próprio;
5. Perseverança;
6. Piedade;
7. Fraternidade;
8. Amor.

Através destas coisas, existindo em nós e em nós aumentando (v.8), o Espírito Santo cuida de produzir e multiplicar o Seu sublime fruto. E Pedro enfatizou a importância de uma procura diligente quanto a “confirmar a [nossa] vocação e eleição” (v.10), o que lança por terra a teoria de “uma vez salvo, salvo para sempre”. Assim como o próprio Jesus cumpriu com diligência cada etapa de Seu ministério terrestre, perdendo a Sua vida para reconquistá-la ao terceiro dia, como Seus discípulos, somos chamados para morrer para as “paixões que há no mundo” (v.4) e viver segundo a eleição até que, por Sua graça, alcancemos o galardão naquele grande Dia. “Pois desta maneira é que [nos] será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (v.11).

O pecado nos tornou naturalmente egoístas e, dentro deste contexto, nossas tendências estão sempre voltadas a atender as nossas próprias vontades e ambições. Abrimos mão dos benefícios da providência divina quando nos rebaixamos a atender aos caprichos de nosso enganoso e corrupto coração. Somente a constante entrega do humilde suplicante pode promover a transformação do coração e o crescimento tão necessário do conhecimento de Deus e de Cristo. Aquele que nos guia “a toda a verdade” (Jo.16:16), possui verdades de valor inestimável para o nosso tempo, mas nem todos estão dispostos a aceitá-las e vivenciá-las, como enfatizou Ellen White:

“Os que apresentam a verdade para este tempo não devem esperar ser recebidos com mais favor do que o foram os primeiros reformadores. A grande controvérsia entre a verdade e o erro, entre Cristo e Satanás, há de aumentar em intensidade até ao final da história deste mundo” (O Grande Conflito, CPB, p.66).

A Bíblia não é um livro comum, nem tampouco um compêndio de “fábulas engenhosamente inventadas” (v.16). Toda ela aponta para o reencontro da criatura com o Seu Criador. “Porque o Senhor cumprirá a Sua palavra sobre a terra, cabalmente e em breve” (Rm.9:28). E assim como Pedro foi testemunha ocular na primeira vinda do nosso Salvador, nós o seremos em Sua segunda vinda. Busquemos, pois, com muito mais empenho, estar confirmados na verdade presente (v.12), pois, conforme “a palavra profética”, ela é como “uma candeia que brilha em lugar tenebroso”, e nos aponta o caminho para Casa. Lembrem-se: “Crede no Senhor, vosso Deus e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “coparticipantes da natureza divina” (v.4)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Pedro1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II Pedro 1 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2021, 0:40
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II PEDRO 1 – Reflita…
• Teus relacionamentos interpessoais evidenciam teu relacionamento com Deus, ou ausência de intimidade com Ele?
• Como podemos dizer que somos cristãos se não conhecemos nem refletimos a Cristo?
• Como podemos refletir a Cristo se não conhecemos suficientemente Sua Palavra?
• Como podemos viver os princípios do reino sem estudarmos todo o conselho de Deus?
• Como podemos alcançar o ideal que Cristo espera de nós se não ensinamos as pessoas por preceito e exemplo a guardarem todas as coisas?

Como nos faz falta estudar mais detidamente a Palavra de Deus! Nesta carta, observa Edouard Cothenet, “observa-se a importância dada ao ‘conhecimento’” (ver 1:3, 8; 2:20). Multidões desconhecem a Bíblia. Poucos cristãos estão realmente bem inteirados da teologia pregada por Pedro.

• Vamos estudar a Palavra?

Merril F. Unger enfatiza que “a palavra ‘conhecer’ e suas cognatas ocorrem treze vezes” nesta carta de três capítulos. Conhecer a verdade é a melhor forma de aprender a discernir o certo do errado. O primeiro capítulo tem princípios que valem a pena abrigar no coração:
• O conhecimento bíblico promove a graça e a paz de Jesus, a piedade e desperta a consciência nas promessas que tornam pecadores em participantes da natureza divina, transformando a conduta radicalmente (vs. 1-4);
• Como uma pirâmide, ao caráter do cristão são postos os atributos divinos quando o indivíduo utiliza todas as suas forças e habilidades para acrescentar cada tijolinho, cujo topo é o amor (vs. 5-7);
• O cristão íntegro não é ocioso nem infrutífero no pleno conhecimento de Jesus, pois possui todos os aspectos de uma vida cristã genuína; sem possuir todos os tijolinhos de um caráter cristão, a cegueira transforma ilusão em convicção, contaminação em purificação, libertinagem em liberdade e, perdição em salvação (vs. 8-11);
• A exortação é essencial para combater a enfermidade espiritual, a apatia religiosa e a negligência à prática da piedade. Os apelos são fundamentais para despertar os apáticos e mornos na fé a tal ponto de resultar num reavivamento e reforma completos (vs. 12-15);
• O conhecimento da Palavra de Deus, a interpretação correta das profecias, e, a submissão ao Espírito Santo, não podem faltar no desenvolvimento espiritual (vs. 16-21).

Sem conhecer genuinamente à Escritura Sagrada fica inviável aprender os princípios para obter uma vida realmente consagrada. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí




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