Reavivados por Sua Palavra


TIAGO 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de dezembro de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO TIAGO 4 – Primeiro leia a Bíblia

TIAGO 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

TIAGO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



TIAGO 4 by Jobson Santos
5 de dezembro de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/tg/4

Nosso destino eterno depende de um fator principal: o caráter do nosso coração. Vamos colocar Deus em primeiro lugar? Vamos escolhê-lO?

Tiago fala sobre ter que escolher entre Deus e o mundo. “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus.” Tiago 4: 4.

Deus quer que o escolhamos. Se os desejos de nosso coração giram em torno de nós mesmos, isso se manifestará por meio de nossas ações. O orgulho é uma batalha constante assim como a questão do egoísmo. Tiago 4:6 nos diz “Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: ‘Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes’ “.

Para que realmente entendamos a palavra de Deus, temos que nos humilhar e vir até Ele. As repreensões e julgamentos de Cristo não produzirão o devido efeito se não nos humilharmos. O orgulho em nosso caráter nos coloca em uma mentalidade em que acreditamos que somos superiores. Nenhuma de nossas melhores ações e realizações pode chegar perto do caráter de Deus. Submeta-se a Deus e a Seus planos Ele o libertará do orgulho.

Anna Drozdov
Estudante, Academia Adventista dos Grandes Lagos, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1396
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



TIAGO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de dezembro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

781 palavras

1-3 Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: “Qual a origem das brigas, guerras e contendas?” (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva. Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente. Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/10/.

1 De onde. O apóstolo fala dos males específicos dentro da igreja, produto de línguas desenfreadas e corações facciosos. A causa de toda divisão e contenda é o egoísmo (Tg 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 579.

Nos vossos membros. Referência ao corpo propriamente dito ou à igreja. A despeito da interpretação, o egoísmo que constantemente busca reconhecimento e satisfação é a fonte de todo conflito pessoal que, com frequência, leva a discussões. CBASD, vol. 7, p. 579.

3 Não recebeis. Respostas à oração dependem tanto da natureza dos pedidos quanto do espírito com que se pede (Lc 11:9). CBASD, vol. 7, p. 580.

Amizade do mundo. Isto é, amizade com o mundo. O principal objetivo do “mundo” é satisfazer o desejo de complacência pessoal. O evangelho convida o ser humano a servir ao próximo. Entre o espírito e a prática do “mundo” e o da igreja deve haver uma diferença marcante (I Jo 2:15). CBASD, vol. 7, p. 580.

6 Graça. Do gr. charis (Rm 3:24). Devido ao amor de Deus por Seu povo, continuamente se renova e se amplia entre eles a graça para habilitá-lo a resistir às tentações mundanas. Aquele que, com sinceridade ora pela graça, estará constantemente desenvolvendo o caráter cristão. Deus pede obediência completa, mas também provê força suficiente para nos capacitar a obedecer (Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 581.

7 Sujeitai-vos. Tiago dá início a uma série de dez imperativos, aos quais todo membro de igreja sujeito ao perigo de se tornar “amigo” do mundo (v. 4) faria bem em atentar. Para que Deus conceda Sua “graça”, (v. 6) os “humildes” devem estar dispostos a submeter sua vontade ao plano divino. Submissão implica confiança plena de que todos os desígnios de Deus são para o bem (Hb 12:9). CBASD, vol. 7, p. 581.

8 Purificai as mãos. Purificar as mãos simboliza a remoção da culpa (ver Dt 21:6; Sl 24:4; 26:6; 73:13; Mt 27:24; ver com. de Is 1:15, 16).  CBASD, vol. 7, p. 582.

Ânimo dobre. Do gr. dipsuchos, literalmente “duas almas”. Essa palavra descreve bem o vacilante do v. 6 [de Tiago 1]. Sua mente está dividida entre a sedução dos prazeres terrenos e a vontade de ser totalmente fiel a Deus. … A lealdade deve ser completa. CBASD, vol. 7, p. 551, 582.

10 Humilhai-vos. Ver Mt 11:29; 23:12; Tg 1:9. Tiago resume desta forma as várias admoestações sobre a lealdade completa à vontade de Deus. Para quem é honesto consigo mesmo, sua deplorável condição produz um espírito humilde diante de Deus, que está sempre disposto a perdoar (Is 57:15). CBASD, vol. 7, p. 582.

11-12 Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus. Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/10/.

11 Não faleis mal. Ou, “parai de falar mal” ou “deixai de difamar”. Tiago deixa de se ocupar dos deveres dos membros da igreja para com o Senhor, a quem professam servir, e condena alguns males específicos que prejudicam a igreja. A falta de humildade perante Deus inevitavelmente leva a uma falta similar perante o semelhante. A prática de criticar os irmãos de fé revela flagrante egoísmo e se torna fonte de dissensão na igreja (Tg 3:2-6). CBASD, vol. 7, p. 583.

14 E logo se dissipa. Isto é, a vida humana começa a desaparecer quase tão logo quanto se inicia. Como o vapor, a vida pode se dissipar repentinamente. CBASD, vol. 7, p. 584.

16 Pretensões. Do gr. alazoneiai, “alardes”. Está implícita a confiança presunçosa na esperteza, habilidade e força. Esses membros que confiavam em si mesmos agiam como se o futuro estivesse nas mãos deles e seu êxito dependesse de sua capacidade. CBASD, vol. 7, p. 584.

17 E não o faz. Aqueles que são apenas “ouvintes” e não “praticantes” mostram que sua religião é “vã” (Tg 1:23, 26). Uma pessoa de fé pervertida confia apenas no conhecimento e prova sua falsidade quando evita atos que o crente sincero faria com alegria (Tg 2:17, 20, 26). Esta também é uma repreensão para quem negligencia o estudo da Palavra de Deus, tendo em vista que mais conhecimento aumentaria sua obrigação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 585.



TIAGO 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de dezembro de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará” (v.10).

Assim como o pecado teve início no Céu, no coração de um ser criado perfeito (Ez.28:15), o mistério da iniquidade foi transmitido a todos nós a partir da queda de nossos primeiros pais. O salmista Davi escreveu: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Desde então, a humanidade, que foi criada à imagem e semelhança de seu Criador, recebeu uma mácula cujo salário é a morte (Rm.6:23). Mas o Senhor provou o Seu grande amor para conosco quando “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Cristo recebeu em nosso lugar “o castigo que nos traz a paz” (Is.53:5), mas, após a Sua ascensão, o Pai nos enviou outro Consolador, que Ele concede a todos aqueles que perseverante e sinceramente O buscam.

A cobiça, a inveja e a contenda nada mais são do que o desejo humano em possuir o que não convém, e “não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gl.5:21). Desses pecados derivam as guerras e conflitos, cujo objetivo é denominado por Tiago de “nada”. Numa guerra entre povos, por exemplo, há algum benefício? Seus territórios ficam devastados; a população, assassinada ou abatida pela fome e pela violência; o governo, fragilizado; a economia, destruída. Ou seja, precisam se reerguer do NADA. E quando acontecem guerras internas no meio de uma mesma comunidade? Jesus mesmo afirmou: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12:25).

Enquanto as contendas e invejas se originam da carne (Gl.5:19-20), as boas obras têm origem no fruto do Espírito Santo (Gl.5:22-23). Quando o texto nos diz que pedimos e não recebemos, porque não sabemos pedir (v.3), nos remete direto às seguintes palavras de Cristo: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem” (Lc.11:13). A profecia de Joel revela um tempo em que o Espírito Santo seria derramado “sobre toda a carne” (Jl.2:28), como um presente concedido a todos, mas “acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Todo aquele que, em atitude de humilde submissão, pedir pela guia divina, dando as costas para o mundo e afligindo a alma “por causa de todas as abominações que se cometem” na Terra (Ez.9:4), receberá do alto a porção dobrada do Espírito Santo e alcançará a vitória final.

Quando estudamos o livro de Daniel, aprendemos que, conforme as profecias, estamos vivendo no tempo do grande dia da expiação, ou do juízo. Tempo de humilhar o coração perante Deus. Tempo de arrependimento e confissão. Tempo de profunda reflexão e de purificação. Cumpre-nos, portanto, mais do que qualquer geração passada, considerar com muito interesse a exortação de Tiago: “Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração. Afligi-vos, lamentai, chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará” (v.10). E todo aquele que entende que esta entrega e submissão deve ser pessoal, não irá se ocupar em falar mal e nem em julgar a seu irmão, mas estará bem ocupado “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Aqueles que têm seus pés iluminados pela guia do Espírito Santo, como Filipe, andarão em obediência à Sua voz pelas estradas da vida (At.8:26). As palavras de correção de Tiago, no entanto, mostram o desejo do Senhor em redirecionar todos os que têm vivido de modo contrário. Ainda há tempo para nos despirmos de nossas “arrogantes pretensões” (v.16), e dizermos: “Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (v.15). Porque “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl.5:25). O Senhor está cumprindo a Sua promessa. O Espírito Santo está sendo derramado. Portanto, “cada um salve a sua vida” (Jr.51:6), sabendo que “o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna” (Gl.5:8).

Que possamos estar unidos pelo Espírito Santo num mesmo propósito, como escreveu Lutero aos reformadores que estavam sofrendo severa perseguição: “Nossa principal necessidade, nosso trabalho principal, é a oração; saiba o povo que, no momento, se encontra exposto ao gume da espada e à cólera de Satanás, e ore” (O Grande Conflito, CPB, p.207). Portanto, amados, vigiemos e oremos!

Feliz semana, guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Tiago4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO TIAGO 4 – Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
5 de dezembro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

TIAGO 4 – A prática descrita por Tiago deve penetrar fundo em nossa alma e causar a mudança que nenhuma teoria filosófica opera.

Por causa do imperativo “falem e ajam como quem vai ser julgado pela lei da liberdade” (2:12), Tiago alerta quanto ao cuidado com a língua em cada página de sua epístola, como sintetiza Álvaro César Pestana: A língua…
· …deve expressar convicção e não dúvida (1:5-8);
· …não deve culpar a Deus por nada (1:13);
· …não deve ser muito usada, especialmente se estamos bravos (1:19);
· …é a medida da espiritualidade e da religião (1:26);
· …não deve fazer acepção de pessoas (2:3);
· …não deve substituir as obras (2:14, 16);
· [omitidos pela limitação de espaço, tendo em vista a objetividade os comentário sobre 3:1-18]
· …não deve julgar (4:11-12);
· …não deve fazer planos orgulhosos (4:13);
· …não deve se queixar (5:9);
· …não deve jurar (5:12);
· … deve orar, cantar, confessar e ajudar (5:13-20).

Pense! Como seriam os relacionamentos se estes itens fossem devidamente seguidos? E, a vida na empresa/escola/lazer/família/comissões da igreja?

Agora, debruce sobre o quarto capítulo, em que Thomas D. Lea observa: “Tiago via uma epidemia de mundanismo entre seus leitores. Em 4.1-10 adverte contra o mundanismo e mostra os efeitos na vida de oração dos leitores. Em 4.11-12 e nos versículos 13-17 ele mostra que o mundanismo produz tanto um espírito de crítica quanto uma autoconfiança sem Deus”; por isso, “em 4:7-10, Tiago profere uma rajada de dez apelos imperativos à submissão a Deus e à prevenção do mundanismo”. Depois alerta: “Uma prova do mundanismo citado por Tiago é o espírito de crítica (4.11-12)”.

Um ditado da sabedoria judaica reza: “As más línguas matam três pessoas: A que fala, a que escuta e a pessoa sobre a qual se fala”.

Resumindo: Se quisermos reavivamento precisamos combater a cobiça, o descontrole, o orgulho, a reclamação, a crítica às pessoas, a jactância e a arrogância e, então, promovermos a humildade, a harmonia e a submissão a Deus! Aceitaremos? – Heber Toth Armí.

Ellen G. White ressalta:
· “É correto cultivar o ânimo de espírito por meio da santificação na verdade; mas não é correto condescender com pilhérias e piadas, com frivolidades e futilidades, com palavras de crítica e condenação a outros”.
· “O tempo gasto em criticar os motivos e atos dos servos de Cristo, seriam mais bem empregados em oração”.




%d blogueiros gostam disto: