Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I JOÃO 2 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I JOÃO 2 by Jobson Santos
16 de dezembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1jo/2

“Meus filhinhos”, João pastoralmente observa: “escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação [“o sacrifício para o perdão de nossos pecados”, NVT] pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo”(v. 1, 2 NVI). É praticamente impossível uma declaração mais clara do que esta a respeito do evangelho.

Mas João precisa voltar a falar a respeito dos mentirosos que afirmam viver “sem pecado”. No versículo 9, João chega ao coração do problema: “Quem afirma estar na luz, mas odeia seu irmão, continua nas trevas” (NVI). Um dos fatos tristes da história da igreja é que há muitos que pensam que podem amar a Deus sem amar aos semelhantes.

A segunda metade de João 2 lida com uma mentira ligada à Trindade. Eles negavam que Jesus era o divino Cristo e, portanto, estavam também negando o Pai (vs. 22, 23).

Aquele que permanecer no divino Cristo não só encontrará perdão (1Jo 1:9), mas também andará na luz dos mandamentos de Deus (v. 3-6), especialmente o mandamento de amar aos irmãos e irmãs (v. 9). De fato, permanecer nEle transformará nossa vida em todos os sentidos.

George Knight
Oregon, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1407
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2021, 0:50
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710 palavras

1 Para que não pequeis. Livrar-se totalmente do pecado é a meta estabelecida perante os filhos de Deus, e cada provisão foi feita para que todos possam alcançá-la. CBASD – Comentário bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 699.

Se, todavia, alguém pecar. Embora o objetivo de João seja a impecabilidade, João reconhece a possibilidade de um cristão sincero cometer um pecado (cf. com. de 1Jo 1:7-9). ele faz isso não para tolerar o pecado, mas para apresentar Aquele que pode salvar o cristão que tenha caído. CBASD, vol. 7, p. 699, 700.

9 Odeia. O menor traço de ódio é suficiente para mostrar que o Deus de amor não tem pleno domínio no coração (Mt 5:21, 22; MDC, 55-58). CBASD, vol. 7, p. 703.

16 A concupiscência da carne. A concupiscência da carne é o desejo que impele à indulgência ao mal. … Os escritores do NT consideram que o corpo humano tem disposição para o bem e também para o mal, portanto, está sujeito à redenção adquirida por Cristo (Rm 12:1; 1Co 6:15; Fp 1:20; 3:21). A expressão “concupiscência da carne” inclui tudo aquilo que tende irresistivelmente a uma complacência que contradiz a vontade de Deus. O apóstolo não acusa seus leitores de pecados vis, mas os adverte contra a inimizade entre Deus e todas as manifestações do pecado, a fim de salvá-los. CBASD, vol. 7, p. 707.

A concupiscência dos olhos. … pode ser entendida como uma referência ao prazer mental, estimulado através da visão. Grande parte do prazer pecaminoso do mundo se experimenta através dos olhos (ver com. de Mt 5:27, 28). Muitos dos que se apressam em negar qualquer intenção de ceder ao pecado aberto, sentem um vivo desejo de ler sobre o pecado, contemplá-lo em uma imagem, ou vê-lo retratado numa tela. Aqui se aplicam as palavras de 1Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia” (cf. com. de Gn 3:6). João pode ter pensado nos espetáculos de esportes brutais da arena romana, onde os homens lutavam entre si ou com animais selvagens até a morte. Esses esportes despertavam a mesma curiosidade mórbida que os espetáculos sádicos hoje. CBASD, vol. 7, p. 707.

soberba. Do gr. alazoneia, “vanglória”, “ostentação”, “exibição” (cf. com. de Tg 4:16). CBASD, vol. 7, p. 707.

Vida. A expressão “orgulho da vida”implica uma satisfação materialista com bens terrenos, um estado de espírito que substitui o espiritual pelo material. Todos, em diferentes graus, são propensos a tal orgulho e devem se precaver contra ele. Alguns se orgulham indevidamente de seu trabalho, outros, de suas posses, de sua própria beleza, ou de seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 707.

18 Última hora. A principal preocupação dos escritores da Bíblia que buscavam preparar os seus leitores com o encontro com Jesus era espiritual e não cronológica. Eles não pretendiam fornecer dados cronológicos sobre os últimos dias (cf. com. de At 1:6, 7). A mensagem de João teve o valor imediato de estimular seus irmãos na fé a viver na expectativa do breve retorno de Cristo. Estimulou-os a viver, como todos os cristãos deveriam, como se cada dia fosse o último. O solene anúncio: “É a última hora”, também moveria os crentes a testemunhar mais fervorosamente, apressando o advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 708.

O anticristo. A palavra pode significar … “aquele que se opõe a Cristo”, ou “alguém que reivindica o lugar de Cristo”, ou quem combina essas duas funções. O título de vice-Cristo, ou vice-regente de Cristo, transmitiria uma ideia semelhante quando usado por alguém que falsamente alegava ser investido da autoridade de Jesus. O apóstolo João é o único que usa o vocábulo “anticristo” no NT (aqui, e em 1Jo 2:22; 4:3; 2Jo 7), porém não dá nenhuma pista definitiva para a identificação de uma pessoa específica, pessoas ou instituição. ele supõe que seus leitores já conheciam o tema, que esperavam a vinda do “anticristo” e que acreditavam que sua presença indicava a proximidade dos últimos dias. Sem dúvida, João pensava em heresias de sua época como o docetismo e o cerintianismo, ramificações do gnosticismo (ver p. 625, 626; vol. 6, p. 40-45; ver também com. de 1Jo 2:22; 2Jo 7). É oportuno recordar que o “anticristo” original é Satanás, que se opõe a Cristo com a ajuda de diversos instrumentos humanos. Antes de o homem ter sido criado, Satanás tentou destituir a Cristo (ver com. de Is 14:12-14; Ez 28:12, 13) e, desde então, tem inspirado sem cessar toda oposição contra Deus e Seu Filho Jesus Cristo (cf. com. de 2Ts 2:8, 9). CBASD, vol. 7, p. 708, 709.



1João 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de dezembro de 2021, 0:45
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“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (v.1).

O surgimento do pecado no coração de Lúcifer deu início ao pior conflito dos séculos. E a entrada do pecado no mundo, através de nossos primeiros pais, resultou em consequências terríveis e, na vida de muitos, irreversíveis. Faz parte da razão humana o poder de decisão. O Senhor nos criou e nos dotou da liberdade de escolha, contudo, como Deus de amor, estabeleceu um prazo de validade para o mal. O Criador, em Sua onisciência, já sabia que o homem pecaria, mas o Seu amor foi maior do que a nossa rebeldia. Mesmo antes da fundação do mundo, já havia a solução através do perfeito plano da salvação. A vitória de Cristo nos garantiu uma defesa incontestável e insuperável: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (v.1).

Todos os pecados do mundo, desde Adão até o último ser humano antes do segundo advento de Jesus, foram pagos na cruz (v.2). Esta é uma garantia irrevogável. Mas será que basta apenas acreditar nesta verdade? Israel esperava pelo Messias, e verdadeiramente acreditava na promessa. Porém, a falta de conhecimento do Pai os fez rejeitar o Filho, pois Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). Jesus lidava com as pessoas ao Seu redor com um amor tão grande e, ao mesmo tempo, ensinava com uma autoridade e paciência, sem fazer acepção alguma, que foi visto como um rebelde e, não poucas vezes, como um blasfemo. Rejeitado, humilhado e desprezado, prosseguia em fazer a vontade do Pai independente das reações negativas de muitos. Pela falta de conhecimento do amor do Pai, o povo não reconheceu o amor do Filho e perdeu o sublime privilégio de conhecer a vida eterna. Pois “a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).

Conhecer a Jesus está intimamente ligado à observância dos Seus mandamentos, e ambos não podem ser separados. Aquele que diz que conhece a Deus e vive em desobediência “é mentiroso, e nele não está a verdade” (v.4). “Aquele, entretanto, que guarda a Sua Palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus” (v.5). Permanecer em Cristo deve nos levar a “andar assim como Ele andou” (v.6). As obras de Jesus manifestadas na vida através de um espírito manso e humilde (Mt.11:29), são as maiores evidências da atuação do Espírito Santo. Não se trata de algo forçado, mas naturalmente realizado por Deus através da nossa entrega diária a Ele. Transformação e aperfeiçoamento de caráter só acontecem quando permitimos que o Espírito de Deus derrame em nosso coração a inscrição do perfeito amor (Rm.5:5). Um amor que inunda o nosso coração e nos faz amar até mesmo quem não merece, é a prova contundente de que o maior dos dons é sobrenatural e é divino.

Filhos, pais e jovens são chamados a viver o ministério de Jesus, o ministério do amor. Andar como Ele andou é prosseguir no caminho sobremodo luminoso. Ele não nos deu “mandamento novo” (v.7), e sim “novo mandamento” (v.8), ou seja, um mandamento que sempre existiu, mas que em Cristo foi engrandecido, aperfeiçoado (Is.42:21). João chamou de cego espiritual aquele “que odeia a seu irmão” (v.11). E não adianta pagar “penitência” ocupando-se em atividades religiosas e filantrópicas enquanto o coração range de ódio e de inveja. Não há como amar a Deus e odiar aqueles que foram resgatados por alto preço. Como também não há como amar a Deus e amar o mundo e o que ele oferece (v.15-16). Paulo, por exemplo, só percebeu sua cegueira espiritual quando sua visão física foi interrompida. Sinceramente errado, ele não percebia a sua incoerência até que a luz de Jesus lhe iluminou o coração.

E nós, possuindo “unção que vem do Santo” (v.20) e conhecendo que “já é a última hora” (v.18), só não seremos enganados por nosso coração corrupto e pelos anticristos e mentirosos que saem “de nosso meio” (v.19), se, como o apóstolo dos gentios e como o discípulo do amor, permanecermos nas verdades que ouvimos “desde o princípio” (v.24). Permanecendo em Cristo até que Ele venha, não nos afastaremos “envergonhados na Sua vinda” (v.28), mas, nascidos dEle (v.29), receberemos a fiel “promessa que Ele mesmo nos fez, a vida eterna” (v.25). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhinhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1João2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I JOÃO 2 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2021, 0:40
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I JOÃO 2 – Quando há conflitos, brigas e divisões numa comunidade é preciso saber o jeito certo de resolver. Igrejas cristãs com crentes genuínos enfrentam problemas de relacionamento, o certo não é se afastar, mas resolver os problemas.

Conforme pontuou Merrill F. Unger, após João apontar o fundamento da comunhão (a encarnação e a vida eterna 1:1-4) e revelar as condições da comunhão (andar na luz e confessar os pecados 1:5-10), João continuar aprofundando o tema:

1. Cristo, o advogado e a comunhão:
• Cristo, atuando como advogado, mantém a comunhão voltada para Deus (v. 1);
• A eficácia de Cristo como advogado (v. 2).

2. Obediência e comunhão:
• A certeza de estar em comunhão: a obediência (vs. 3-5);
• O dever do crente que afirma estar em comunhão: Imitar a Cristo permanecendo nEle (v. 6).

3. O amor fraternal e a comunhão:
• Amor, a expressão da comunhão (vs. 7-8);
• O ódio, a negação da comunhão (vs. 9-11).

4. Maturidade espiritual e a comunhão:
• A família do Pai (v. 12);
• A comunhão e crescimento cristão (vs. 13-14).

5. O perigo da secularidade e a comunhão:
• Alerta sobre o perigo: “não ameis o mundo”; “nem o que nele há” (v. 15);
• A razão do alerta: O amor pelo mundo exclui o amor de Deus e, o mundo é passageiro e efêmero (vs. 15-17).

6. A lealdade à fé e a comunhão:
• Desvio doutrinário, o adversário da comunhão (vs. 18-21);
• A essência do desvio doutrinário: Negação da divindade de Jesus (vs. 22-23).

7. Permanência em Cristo e a comunhão:
• O apego à verdade (vs. 24-26);
• A confiança no Espírito Santo (vs. 27-29).

Pelas dificuldades existentes nas comunidades seria mais fácil não congregar com outros irmãos. Além dos problemas de relacionamento, quantas coisas nos distraem tais como choro de crianças, e cochichos, na hora do culto! Contudo, congregar é o melhor método para promover a maturidade, utilizado por Aquele que instituiu a igreja como comunidade.

A falta de comunhão revela imaturidade. Como aprender tolerância se todos fossem iguais? Como desenvolver atos de graça se todos fossem merecedores de nossas boas ações?

No capítulo estudado temos a receita para desenvolver a comunhão, apliquemos cada princípio a nossa vida e reavivemo-nos!

Combatamos a desunião! Lutemos para promover a comunhão entre os irmãos! – Heber Toth Armí




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