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MARCOS 16 – Este capítulo conclui a ousada mensagem de Marcos, e deixa os romanos e nós diante de uma importante decisão.
O capítulo contém os seguintes pontos, conforme destaca o Comentário Bíblico Adventista:
1. Um anjo anuncia a ressurreição de Cristo a três mulheres (vs. 1-8);
2. O próprio Cristo Se apresenta:
• a Maria Madalena (vs. 9-11);
• a dois outros no caminho para o campo (vs. 12-13);
• aos apóstolos (v. 14).
3. Os apóstolos são enviados a pregar o evangelho (v. 15-18).
4. Cristo ascende ao Céu (vs. 19-20).
Nesta passagem, é evidente “o poder de um forte amor a Cristo. Encontramos uma poderosa ilustração disso na conduta de Maria Madalena, da outra Maria e de Salomé, conforme este registro feito por Marcos. Ele nos revela que elas ‘compraram aromas’ e que ‘muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo’
“Com toda a razão, podemos crer que era preciso muita coragem para alguém fazer aquilo. Visitar um sepulcro, na penumbra do alvorecer, nos países do Oriente submeteria à provação a maioria das mulheres, sob quaisquer circunstâncias. Porém, visitar o sepulcro de alguém que fora executado como um malfeitor qualquer e levantar-se bem cedo, a fim de honrar a alguém que a nação delas havia desprezado – isso de fato, era uma notável ousadia…
“Por qual motivo vemos tão pouco desse fortíssimo amor por Jesus, entre os crentes de hoje? Por que tão raramente nos deparamos com santos que enfrentarão qualquer perigo, que passarão pelo fogo e pela água, por amor a Cristo? Só há uma resposta. É por causa da debilidade da fé e do baixo senso de obrigação para com Cristo, que prevalece tão largamente entre nós” (J. C. Ryle).
Importante considerar estas verdades:
• A ressurreição de Cristo nos dá certeza que a morte já não tem a última palavra. Só Jesus a tem.
• O Filho de Deus veio a este mundo, onde foi crucificado, morto e ressuscitado. Agora Ele está vivo intercedendo pelos pecadores no Céu. Se nossa vida não for impactada por isso, o que a impactará?
• O temor dos desafios por seguir e servir a Cristo deve ser menor que nosso amor e fervor por Ele.
Decida-se por Cristo que Se entregou por Ti! Reaviva-te! – Heber Toth Armí.
Compartilhe conosco como a forte mensagem de Marcos alcançou teu coração nestes 16 dias:
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 15 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/15
Tendo apresentado a Jesus como o ser surpreendente que faz todas as coisas bem, a narrativa de Marcos chega agora ao clímax com seu Herói compassivo recebendo a punição de um assassino. Entre o que Ele merecia e o que recebeu havia um abismo infinito. A mensagem que captamos é a seguinte: “Eis um mundo de injustiça!”
Esse grito, pronunciado pela primeira vez pelo sangue de Abel, permaneceu como uma música-tema na trilha sonora do filme da história da Terra. Cada um de nós conhece a dor de receber menos do que merece, em maior ou menor grau. Alguns de nós pertencem a grupos cujos membros recebem menos do que merecem. Os sofrimentos injustos, muitas vezes silenciosos, de todos os tempos encontram sua expressão mais alta no versículo 34, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Por que meu amoroso Deus permite que eu sofra injustiças?
Ao usar as palavras de Davi, Jesus associou Seu sofrimento diretamente ao sofrimento injusto recebido por Davi e ao sofrimento injusto de qualquer pessoa que passou pela experiência descrita no Salmo 22. Essa lamentação, tomada emprestada, certifica o Rei do céu como o Protagonista Principal e Advogado Supremo de todas as vítimas de injustiças. Quando formos vítimas, recebamos a Sua compaixão. Quando formos observadores, sigamos o Seu exemplo de interceder a favor dos injustiçados.
Ean Nugent
Engenheiro de software, Bowie, Maryland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1218
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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596 palavras
1. Conselho. O Sinédrio. Bíblia de Estudo Andrews.
7. Um, chamado Barrabás. O grego indica que ele tinha outro nome. Alguns manuscritos de Mt 27.16ss revelam que esse nome era “Jesus”. A omissão do nome “Jesus” explica-se pela reverência à Cristo. Bíblia Shedd.
O tumulto mencionado em Marcos não é documentado em outras fontes, mas, ao que parece, foi bem conhecido na Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.
15. Querendo contentar a multidão. Era mais do que um simples desejo de Pilatos; ele estava ansioso de agradar o povo, se possível, para que as descontroladas paixões da turba não desencadeassem uma revolta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 719.
21. Simão. Possivelmente Simão é o Níger (“negro”), o mesmo de Cirene (norte da África) de At 13:1. Bíblia Shedd.
23. mirra. Especiaria do deserto da Arábia, que, misturada ao vinho, era usada para aliviar a dor. Bíblia de Estudo Andrews.
24. crucificaram. O mais extremo método de execução dos romanos, reservado para os piores criminosos, como os revolucionários. A vítima era açoitada com um chicote feito de tiras de couro, em cujas extremidades prendiam pedaços de ossos e de chumbo. O condenado tinha de carregar uma viga da própria cruz, que pesava de 14 a 18 quilos. A vergonha (que incluía ser pendurado nu na cruz) era enorme, e a dor física, excruciante. Pesados pregos de ferro perfuravam o punho e os ossos do tornozelo. Era difícil respirar, o coração tinha problemas para bombear o sangue e, muitas vezes, a vítima tinha febre. A morte vinha lentamente, demorando, às vezes, de dois a três dias. Bíblia de Estudo Andrews.
25. hora terceira. Nove da manhã. Bíblia de Estudo Andrews.
26 Acusação. O motivo oficial da morte de Jesus foi Ele se ter feito Messias, i.e., segundo os judeus era pretendente o trono da Judeia. Bíblia Shedd.
31. Salvou os outros. Naquele momento, não pôde salvar-se porque não queria desistir de Sua missão expiatória que abriria uma fonte de salvação para os pecadores (Zc 13:1; Mc 10:45; Rm 5:8). Bíblia Shedd.
33. hora sexta …. hora nona. Meio-dia e três da tarde. Bíblia de Estudo Andrews.
34. Eloí… Citado de Sl 22.1 no aramaico. Ainda que seja paradoxal, reconhecemos que Jesus se identificou com nossos pecados (cf 2Co 5.21; Gl 3.13), de modo que Cristo sofreu, por nós, a inevitável separação entre Deus e o pecado. Bíblia Shedd.
35. Elias. Tradicionalmente, o judeu pedia socorro a Elias porque ele foi levado à presença de Deus. Bíblia Shedd.
37. Grande brado. De Jo 19.30, sabemos que Jesus bradou uma palavra (assim é, no grego) “consumado”. Foi o grito de triunfo. Bíblia Shedd.
38. Véu do santuário. Era o véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (cf b 6:19; 9:3; 20.20). Bíblia Shedd.
39. Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. Este é o ápice da narrativa de Marcos. Pela primeira vez no evangelho, alguém – além de Jesus – e ainda mais um gentio – o identificou corretamente como o Filho de Deus, conforme anunciado aos leitores desde o início (1:1). Bíblia de Estudo Andrews.
40. Salomé. Uma comparação com Mateus 27:56 indica que Salomé era, possivelmente, a mãe de Tiago e João, filhos de Zebedeu. CBASD, vol. 5, p. 720.
42. dia da preparação. Sexta-feira era o dia ordenado por Deus para o povo se preparar para o sábado (ver Êx. 16:22-26). Bíblia de Estudo Andrews.
43. É possível que as informações sobre o processo que abriram contra Jesus, no Sinédrio, chegaram até Marcos por intermédio de José.
44. Admirou-se. Normalmente, demorava muito mais para morrer. Bíblia Shedd.
47. Observaram. No texto grego, isto significa que as mulheres observavam atentamente o sepultamento de Jesus, fazendo planos para embalsamar Seu corpo depois que as horas sagradas do sábado tivessem passado (ver Lc 23:55-24:1). CBASD, vol. 5, p. 720.o.
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“Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona” (v.33).
As últimas cenas da vida de Cristo deveriam fazer parte de nossa meditação todos os dias. Este foi um conselho deixado pela escritora norte-americana Ellen G. White – que eu creio ter sido uma mulher inspirada por Deus com uma mensagem profética para os últimos dias. – Estas cenas, no entanto, precisam causar um impacto real em nossa vida. Ao ser levado perante Pilatos, Jesus foi acusado “de muitas coisas” (v.3). Mas nenhuma delas justificava a sua prisão e, muito menos, uma provável condenação. Ainda que amarrado como um malfeitor, estava claro para Pilatos quem era a inocente Vítima naquele caso. Diante das muitas acusações, “como ovelha muda” Jesus “não abriu a boca” (Is.53:7), e o governador logo percebeu “que por inveja os principais sacerdotes Lho haviam entregado” (v.10).
Certamente, Pilatos já tinha ouvido falar de Jesus, pois Sua fama havia alcançado toda a circunscrição romana. Contudo, estar diante dEle foi uma experiência que ele jamais esqueceria. Assim como as demais autoridades romanas, mais do que o desprezo pelo povo judeu era o desprezo de Pilatos pelos seus líderes religiosos. Ele não estava preocupado em agradar aqueles homens que ele considerava a pior estirpe do povo, mas em “contentar a multidão” (v.15). Pilatos percebeu que se a condenação não viesse por suas mãos, o próprio povo estava disposto a fazer isso.
Apesar de todas as evidências apontarem para um julgamento injusto e de perceber que Jesus não se tratava de alguém comum, Pilatos lançou sobre o povo a responsabilidade que se negava a assumir. Supondo que sua estratégia seria bem sucedida, escolheu dentre os presos o pior e o mais temido e o colocou como única opção de soltura caso Jesus fosse condenado. Qual não foi sua surpresa, e a do próprio Barrabás, os gritos da escolha insana foram acompanhados da sentença mais cruel e desumana: “Crucifica-O!” (v.13). Covardemente açoitado e humilhado, o nosso Salvador permaneceu em silêncio, não ousando proferir palavra alguma de reprovação. A cada açoite ou palavra depreciativa, Seu coração e Seu olhar só podiam revelar o mais puro amor e graça que O acompanharam até a cruz.
Sabendo o que lhe custaria o sacrifício de Cristo, Satanás incitou cada acusador e cada agressor da pior maneira possível. Entregue aos soldados, o Filho de Deus passou por momentos de tortura e humilhação. Aquele que desfrutava da adoração dos anjos no palácio do Céu, Se entregou à agressão humana no palácio romano. Praticamente sem forças, foi obrigado a carregar o Seu instrumento de morte. Perante a turba enfurecida que acompanhava o desfile da dor, a Sua resposta era a sabedoria do silêncio. E caindo pelo desgaste físico e emocional, um homem foi obrigado a carregar a Sua cruz.
Do lugar celeste ao “Lugar da Caveira” (v.22). De Rei dos reis a “Rei dos Judeus” (v.26). Da companhia dos santos anjos à companhia de “malfeitores” (v.28). O mais assombroso contraste podia ser visto na cruz. Mas “os que iam passando” (v.29), bem como “os principais sacerdotes com os escribas” (v.31), escarnecendo de Jesus, foram as testemunhas oculares mais estúpidas de toda a história. Testemunhas que jamais poderiam relatar os acontecimentos daquele fatídico dia com a precisão, a veracidade e a riqueza de detalhes contidos nos evangelhos. Em nossas mãos temos o privilégio de, pelo poder do Espírito Santo, sermos atraídos a Cristo através de Sua Palavra e de entender o Calvário melhor do que os que lá estavam.
Pela primeira e única vez em toda a eternidade, Jesus sentiu a separação do Pai. Aquele que é Um com Deus, clamava não por causa da dor física, mas da dor da separação. Ele carregou sobre Si os pecados de toda a humanidade e o Seu brado final “Está consumado” (Jo.19:30) fez estremecer Satanás e todo o seu exército. A sombra deu lugar à realidade quando à hora do sacrifício da manhã o Cordeiro de Deus foi crucificado, e à hora do sacrifício da tarde, Ele expirou. A maior missão de todos os tempos foi cumprida para que o maior dos eventos que este mundo já testemunhou pudesse acontecer: “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30).
Hoje, somos testemunhas oculares dos últimos momentos deste planeta caído. Mas a decisão de ser uma testemunha fiel de Cristo é individual . Atravessando séculos de indiferença e tempos de descaso, e até de tentativas frustradas de destruí-la, a Bíblia chegou até a nossa geração com o fim de não apenas relatar acontecimentos passados, mas de abrir os nossos olhos para um futuro bem próximo. Pois assim como o brado da cruz, Cristo está prestes a novamente declarar: “Feito está!” (Ap.16:17). Você está pronto(a) para este momento? O Grande Dia de Jesus se aproxima, quando “todo olho O verá” (Ap.1:7) e haverá apenas dois grupos de testemunhas: o de Apocalipse 6:15-16 e o de Apocalipse 12:17. De que grupo de testemunhas você deseja fazer parte? Agora é o momento de olhar para cruz e reconhecer: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus” (v.39). Vigiemos e oremos!
Bom dia, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:7)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Marcos15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MARCOS 15 – Diferentemente de Mateus que foi escrito aos judeus, o evangelho escrito por Marcos visa dar oportunidade aos romanos de saberem com Quem eles lidaram e oferecer-lhes a possibilidade de salvação.
Marcos, o evangelista dos romanos, dá “um retrato de Jesus como o poderoso Filho de Deus, cuja Palavra é Lei nos reinos natural e sobrenatural. O paradoxo é que esse forte Filho de Deus é servo do homem, Salvador e resgatador (Mc 10.45)” (Merril F. Unger).
Observe estes pontos:
1. Marcos revela o erro cometido pelos judeus que acabou envolvendo os romanos, os quais agiam baseando-se apenas em informações dos líderes judeus para crucificar Jesus (vs. 1-15).
Para evangelizar os romanos, Marcos oferece um contraste entre eles e os líderes judeus: “É incrível que um pagão [Pilatos] estivesse tentando salvar Jesus, enquanto os líderes religiosos, supostamente guardiões da fé, quisessem a Sua morte. É incrível que Jesus fosse chamado Rei dos judeus por um pagão e pelos seus soldados, enquanto Seu próprio povo, que há muito professava esperar por Ele, gritasse: Crucifica-O! É incrível que Pilatos tenha oferecido libertar Jesus, o doador da Vida, e a multidão quisesse Barrabás, um assassino” (William Johnsson).
2. Marcos revela quem era aquele que os romanos conduziram à morte; a base escriturística (v. 28) para entender o Servo sofredor apresentado por Marcos está em Isaías 53 (vs. 26-37).
Aquele que fez tantas coisas, mas agora, neste capítulo, “jaz impotente, crucificado entre criminosos, exposto ao sol e ao vento, às moscas e formigas” (Johnsson) é o Filho de Deus (v. 34); Sua morte teve impacto no Céu e na Terra (vs. 37-41).
3. Jesus morreu na sexta-feira antes da Páscoa Judaica. No sábado, permaneceu morto concedendo tempo à reflexão (vs. 42-47).
“Cristo na cruz desperta duas perguntas: ‘O quê?’ e ‘Quem?’ Consequentemente perguntaremos: ‘Qual o significado da cruz?’ A resposta da teologia de Marcos é: “A cruz não foi um erro judicial. Não foi um incidente infeliz na vida de um homem bom. Foi a revelação final do amor de Deus aos pecadores… Escolhendo a morte na cruz para derrotar o pecado, Cristo desafiou a morte e derrotou Satanás. Por meio dEle, a vida eterna se tornou possível” (Johnsson).
Portanto, reflita nisso! Não podemos ficar indiferentes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 14 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MARCOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/14
Até que você as conheça pessoalmente, certas pessoas podem parecer ter vidas perfeitas, sem problemas. Mas à medida que a amizade cresce e as pessoas se abrem umas com às outras, começamos a perceber que todos lutam contra emoções profundas.
Jesus às vezes é mencionado de forma que parece quase negar a realidade de Sua humanidade. É fácil fazer isso porque muito do contexto histórico em que Jesus viveu é estranho para nós. Além disso, gostamos de pensar em Jesus como tendo tudo sob controle porque, afinal, Ele é Deus. Mas não podemos negar que Jesus experimentou uma emoção profunda e avassaladora enquanto estava nesta terra.
No Jardim do Getsêmani, Jesus ficou “muito angustiado e perturbado” e disse aos seus três discípulos mais próximos: “Minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal a ponto de morrer” (Marcos 14:33-34). E é por isso que Ele trouxe Pedro, Tiago e João com Ele para o Getsêmani. Mesmo sendo o Rei do Universo, Ele precisava do apoio deles neste momento crucial de Seu ministério.
Todos precisam de amigos para apoiá-los em suas angústias. Imagine a diferença que você pode fazer na vida de alguém se for capaz de simplesmente dizer: “Estou aqui para ajudá-lo”.
Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1217
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Texto rodada anterior:
No Getsêmani, o quase insuportável peso do pecado tornou-se tão pesado que Jesus não conseguia enxergar vida além da morte no Calvário. Que pensamentos terríveis devem ter passado por Sua mente! Como: “O pecado é tão ofensivo a meu Pai a ponto de Nos separar para sempre?” Sua alma estremece diante de tal pensamento. Nunca, desde os tempos eternos, a Divindade havia experimentado um momento de separação entre Eles, até este instante.
Pai, “Afasta de mim este cálice” (v. 36); Pai, “Afasta de mim este cálice” (v. 39). Qual cálice? O cálice da separação do Pai. Você consegue, em sua imaginação, ouvir as palavras que saem de Sua trêmula boca? “Pai, por favor, eu estou com muito medo. Não posso suportar o pensamento de estar separado de Ti para sempre. Mas eu amo a humanidade, minha família terrena, de tal maneira que estou disposto a desistir de ser Deus, se necessário, a fim de salvá-los. Eu escolhi correr o risco da morte eterna a perder um só ser humano. Pai, “Que a Tua vontade seja feita!”
Você já descobriu o quão incrivelmente especial você é para Deus, a ponto de fazer tão profundo sacrifício em teu benefício?
Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1217
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1648 palavras
1 a Páscoa. A Páscoa era uma das mais importantes das festas judaicas, pois celebrava a libertação do povo da escravidão do Egito, quando o anjo da morte “passou por cima” das casas do povo de Israel (Êx 12.1-30). No tempo de Jesus, a Páscoa era celebrada no décimo quinto dia [14, cf outras fontes] do primeiro mês do calendário judeu (Nisan, que corresponde ao fim de março ou começo de abril). Era observada no último dia antes da primeira lua cheia, depois do equinócio da primavera [dia da primavera em que o dia e a noite tinham o mesmo tempo de duração]. Desde aquele dia, quando os cordeiros pascais eram sacrificados e comidos, todo fermento (que simbolizava o pecado) era removido da casa e só pão sem fermento (asmo) devia ser comido, durante sete dias. Bíblia de Genebra.
não durante a festa. Sendo uma das festas de peregrinação dos judeus, a Páscoa levava grande número de pessoas a Jerusalém. Josefo calculou que a população de cinquenta mil aumentava para três milhões de pessoas. Ainda que esses números sejam considerados muito exagerados (duzentos e cinquenta mil é o número mais provável), havia razão para as autoridades tremerem. Bíblia de Genebra.
Pães asmos. A festa judaica que durava oito dias após a Páscoa (8.15n). Bíblia Shedd.
2 durante a festa. O grego do original indica “no meio da multidão”. Bíblia Shedd.
3 uma mulher. De Jo 12.3, sabemos que era Maria, irmã de Marta e Lázaro. Bíblia Shedd.
alabastro. Alabastro é um tipo de gesso em sua forma pura ou translúcida, encontrado em depósitos de calcário, em cavernas e em saídas de correntes de água. Era usado frequentemente para se fazer vasos de unguento e era considerado um item de luxo. Bíblia de Genebra.
frasco de alabastro (NVI). Frasco lacrado com gargalo longo, o qual era partido na hora de usar o conteúdo e continha unguento suficiente para uma só aplicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nardo. Perfume feito de um óleo aromático extraído da raiz de uma planta cultivada especialmente na Índia [Bíblia de Genebra: “Himalaia”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
cabeça. Em Jo 12.3 frisa-se a unção dos pés de Jesus. Bíblia Shedd.
derramou sobre a cabeça. Quando um convidado chegava a uma festa, era costume do anfitrião ungir a cabeça do convidado com perfume. Simão parece que não havia feito isso para Jesus. Andrews Study Bible.
5 trezentos denários. Quase o valor de um ano de trabalho. Bíblia Shedd.
7 tende os pobres convosco sempre. Esta não é uma determinação para negligenciar os pobres. A citação é de Dt 15:11. Neste contexto, Deus fala aos filhos de Israel que se eles obedecessem os Seus mandamentos não haveria pobre entre eles. Mas se existissem pobres, o povo deveria estender suas mãos para ajudá-los. Ao longo dos Evangelhos, Jesus sempre está ao lado dos pobres. Mas neste momento, em termos de prioridade, a mulher fez a coisa certa. Andrews Study Bible.
8 Ela fez o que pôde. Ou seja, a mulher fez o melhor uso possível do que tinha nas mãos. Isso é o que Deus espera de todos, nada mais e nada menos. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 716.
ungir-Me para a sepultura. Jesus se refere à unção de cadáveres, com especiarias e perfumes, amplamente praticada na Palestina naqueles dias. Bíblia de Genebra.
10 Judas. Motivado pela avareza, trai ao seu Mestre. Maria, motivada pelo amor, oferece o preciosíssimo perfume (v 3). Bíblia Shedd.
12 primeiro dia da Festa dos Pães Asmos. Era 14 de Nisã (corresponde a Abril, época de nossa Páscoa). O cordeiro era sacrificado à tarde (c. 15 h) e comido por pelo menos 10 pessoas, entre o pôr-do-sol e a meia-noite. Bíblia Shedd.
Pães Asmos. Esta festa simbolizava a remoção do pecado na vida dos crentes israelitas (Êx 12.14-20). A refeição da Páscoa caía no primeiro dia desta festa …, o décimo quarto dia depois do começo do ano judaico (Êx 12.6). Bíblia de Genebra.
sacrifício do cordeiro pascal. Jesus morreu na Páscoa, a festa que celebra o modo como o sangue de um cordeiro protegeu os israelitas do juízo de Deus no Egito. A morte de Jesus mostra a profunda continuidade no plano divino da redenção (cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.
13 Dois dos Seus discípulos. Pedro e João (Lc 22.8). Bíblia Shedd.
homem trazendo um cântaro de água. Podia ser facilmente indicado, porque em geral somente as mulheres carregavam potes de água. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus quis manter secreto o local. Bíblia Shedd.
14 Onde é o meu salão de hóspedes … ? (NVI). Era costume que quem tivesse um salão disponível em Jerusalém o cedesse, mediante solicitação, a qualquer peregrino que desejasse celebrar a Páscoa. Parece que Jesus tinha combinado previamente com o dono da casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Façam ali os preparativos. Isso incluiria os alimentos para a refeição: pães sem fermento, vinho, ervas amargas, molho e o cordeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Comendo, reclinados à mesa (NVI). A princípio, a refeição da Páscoa era comida de pé (Êx 12.11), mas nos tempos de Jesus o costume era comê-lo em posição reclinada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Porventura, sou eu? Em gr espera-se resposta negativa. Bíblia Shedd.
20 mete comigo a mão no prato. Pão ou carne eram mergulhados numa tigela central cheia de molho.O detalhe dá ênfase à profunda traição pessoal, uma vez que a comunhão à mesa era uma prova de genuína amizade (cf. 2.16). Bíblia de Genebra.
23 deu graças (NVI). A palavra “eucaristia” [Gr Eucharist, Ing Thanksgiving, cf Andrews Study Bible] deriva do termo grego usado aqui. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Tendo cantado um hino. Um dos salmos (114-118 ou 136), cantado antes das duas orações finais de celebração da Páscoa. Bíblia Shedd.
28 para a Galileia. O anjo, no túmulo, lembra esta promessa e alude à negação por parte de Pedro (16.7). Bíblia de Genebra.
30 hoje. Segundo o cômputo judaico, ao pôr do sol já havia começado o sexto dia da semana, e o julgamento e a crucifixão ocorreriam antes do pôr de sol seguinte. CBASD, vol. 5, p. 717.
32 Getsêmani. Jardim ou pomar na encosta inferior do monte das Oliveiras, um dos locais prediletos de Jesus (v. Lc 22.39; Jo 18.2). O nome é hebraico e significa (prensa de azeite”, lugar para espremer o azeite de oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 E, levando consigo. Jesus levou os discípulos mais chegados, desejoso de companhia e conforto destes. Anos depois, eles escreviam tudo o que ali se passou. Bíblia Shedd.
tomado de pavor. Esta expressão é única em Marcos e expressa profundo sofrimento emocional (9.15; 16.5-6). Bíblia de Genebra.
34 vigiai. A oração alerta, urgente e relevante é o único caminho seguro para vencer a tentação (cf 1Pe 5.8s). Bíblia Shedd.
36 Aba. Uma palavra coloquial aramaica para “pai”, que expressa o estreito relacionamento de Jesus com Deus, o Pai. Bíblia de Genebra.
41 Basta! Nos papiros, a palavra grega assim traduzida ocorre em recibos para indicar que o pagamento integral fora efetuado … . Jesus quis dizer que os discípulos haviam dormido o suficiente ou que o debate desse assunto específico estava terminado. CBASD, vol. 5, p. 717.
43 turba. Era um bando composto de guardas do templo comandados por ordem do Sinédrio, juntamente com os servos (escravos) do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.
João (18.3) mostra que pelo menos alguns soldados da coorte romana estavam no grupo enviado para prender Jesus, junto com os guardas do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 beijar. Um sinal de respeito que os discípulos mostravam para com os mestres. Depois de comer no mesmo prato (v. 20, nota), Judas agora finge submissão e respeito. Bíblia de Genebra.
48 salteador. …em vista da acusação feita contra Jesus, em Seu julgamento (Lc 23.2), a tradução “insurrecionista” fica melhor. Bíblia de Genebra.
49 todos os dias. Temos aqui uma sugestão confirmando que o ministério de Jesus em Jerusalém foi mais amplo do que Marcos relata. Só João nos fornece dados mais completos sobre a atividade de Jesus na Judeia. Bíblia Shedd.
50 todos fugiram. O abandono vergonhoso de Jesus por parte dos discípulos adverte a futuros crentes da urgência de vigiar e orar para não escaparem de Sua presença. Bíblia Shedd.
51 um jovem. Teria sido o próprio Marcos (cf At 12.12, 25; 13.13; 15:37-39; Cl 4.10; 2Tm 4.11). Possivelmente, Judas e a turba foram primeiro à casa de Marcos (local do cenáculo, vv 14 ss) para prender a Jesus. Marcos, acordado depressa, sem tempo para vestir, os teria acompanhado até o jardim. Quase foi preso nessa ocasião. Bíblia Shedd.
55-65 É provável que tenhamos, aqui, um relatório do procedimento que houve no Sinédrio, por parte de um dos líderes que ali estivera e que mais tarde se tornou crente em Cristo (cf At 6.7). Bíblia Shedd.
61. Bendito. Uma forma de designar a Divindade, a fim de evitar o uso do sagrado nome de Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 5, p. 717.
62 És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Segundo a opinião comum dos judeus, o Messias não seria divino. Jesus reivindica Sua plena divindade. Bíblia Shedd.
65 cuspir nele. Cuspir no rosto indicava exclusão do grupo (Nm 12.14-15), como se fosse por impureza ritual. Neste ponto o Sinédrio rompeu definitivamente com Jesus. Bíblia de Genebra.
vendaram-Lhe os olhos (NVI). Uma antiga interpretação de Is 11.2-4 sustentava que o Messias podia julgar pelo olfato, sem a ajuda da vista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
66-72 Estes vv procedem, diretamente, das palavras de Pedro, principal fonte de informações deste evangelho de Marcos. Não esqueçamos que, ainda que Pedro tivesse negado a Cristo, foi ele quem ainda teve coragem de seguir a Jesus até à corte de Caifás e ali ficar durante longas horas. A história de sua negação é contada em todos os evangelhos para mostrar a graça perdoadora do Senhor desprezado. Bíblia Shedd.
68 Não o conheço, nem sei do que você está falando (NVI). Forma comum no direito judaico de apresentar uma negação formal e jurídica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
70 galileu. Os judeus da Judeia desprezavam os judeus da Galileia, pois eram considerados cultural e religiosamente inferiores. Os modos e o sotaque de Pedro denunciaram-no, especialmente no pátio de um aristocrata saduceu. Bíblia de Genebra.
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“Vigiai e orai para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (v.38).
Ungido com o mais puro nardo e com o coração pleno de compaixão por aquela mulher cuja gratidão foi maior do que o medo das acusações, Jesus Se preparava para os momentos finais de Sua missão. Indignado com o que julgou ser um “desperdício de bálsamo” (v.4), Judas assinou a sua própria sentença de morte ao trocar Jesus por míseras moedas de prata. O tempo em que andara com Cristo fora suficiente para saber que sua atitude não passaria desapercebida diante do Mestre. Logo sua ação seria exposta à reflexão.
Num espaço restrito apenas aos Seus doze companheiros mais íntimos, Jesus repartiu a ceia da Páscoa. Sua última advertência a Judas proclamava o amor que não possui rival. O traidor, contudo, não aceitando o último chamado, saiu dali para a sua própria condenação. E com a mesma disposição que Judas saiu para trair Jesus, os discípulos afirmavam tê-la para não abandoná-Lo. Disposição que foi frustrada tão logo a ameaça lhes cercou. Pois que “deixando-O, todos fugiram” (v.50).
A última passagem de Jesus pelo jardim do Getsêmani certamente foi o marco da pior batalha espiritual que Ele teve de enfrentar. Levando Consigo apenas três de Seus discípulos, Sua terrível angústia transpareceu-Lhe na face um semblante jamais visto. “Tomado de pavor e de angústia” (v.33), Aquele que há pouco havia entrado em Jerusalém com aclamações de louvor, sabia que estava prestes a beber do cálice que O faria sair de cidade santa carregando uma culpa que não Lhe pertencia. Pois “Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si; e nós O reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido” (Is.53:4).
Ao serem despertados pela primeira vez, os três discípulos logo contemplaram Jesus como nunca tinham visto antes. “Triste até à morte” (v.34), Seu rosto profundamente abatido estava regado com lágrimas e com sangue. A Sua advertência dada diretamente a Pedro não foi sem razão. Se ele tivesse vigiado e orado como Jesus ordenou, não teria passado pela experiência de negá-Lo. A exortação à vigilância nos condiciona a uma vida de constante dependência. Deus não nos chamou a fim de termos uma vida livre de problemas, mas prometeu estar conosco em todos os momentos de adversidade e nos fortalecer assim como Jesus foi fortalecido até o fim de Sua missão terrestre.
“Ainda dormis e repousais! Basta! Chegou a hora” (v.41)! Esse é o recado de Cristo a cada um de nós, hoje, amados! O traidor de todos os tempos sabe que “pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12) e avança a passos largos tentando destruir o maior número de pessoas que puder. Nunca houve tempo tão oportuno para cair em si e desatar a chorar (v.72) aos pés do Único que pode nos salvar! “Vigiai e orai” (v.38), pois eis que diante de nós já se descortina o “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). Perto está o dia em que veremos “o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu” (v.62). Façamos parte de Seu derradeiro exército de oração! Despertai, igreja do Deus vivo! “Levantai-vos, vamos!” (v.42). Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Marcos14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100