Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



Lucas 14 by Jobson Santos
25 de junho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/14

Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres à saúde e integridade. Como o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus? A proibição de trabalhar no sábado nos liberta de ter que ganhar o pão de cada dia e, desta forma, nos dá a oportunidade de ajudarmos a outros e, assim, celebrarmos o poder criador e sustentador de Deus. Somos livres para participar do ministério de cura de Jesus em todas as dimensões da vida. Torna-se nossa expressão de agradecimento a Deus por nossa própria cura do pecado e da doença.

A verdade que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos as nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos ir a descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações doadoras de vida. Podemos, por outro lado, descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.

Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar a outros o poder de cura de Jesus.

Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1233
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2021, 0:50
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677 palavras

1 ao entrar Elena casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.

1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores. Andrews Study Bible.

2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.

3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra.

7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.

11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.

exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.

12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”.CBASD, vol. 5, p. 890.

15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.

16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.

Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.

18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.

Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.

começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.

26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.

Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.

28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenasCBASD, vol. 5, p. 895.

34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.



LUCAS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de junho de 2021, 0:45
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“Se alguém vem a Mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser Meu discípulo” (v.26).

Ao criar o homem e a mulher e dar-lhes ordem de que se multiplicassem e enchessem a Terra, o Criador revelou o Seu amor pela família. E o primeiro dia em que nossos primeiros pais desfrutaram da companhia um do outro e das bênçãos da Terra recém-criada foi o sábado, o sétimo dia. Nesse  dia em especial, eles desfrutaram da companhia do Senhor a lhes revelar pessoalmente as maravilhas contidas na natureza perfeita. Na exuberante paisagem do Éden, a voz de Seu Criador soava a cada instante como um sopro de vida e saúde e, a partir daquele primeiro sábado, Adão e sua mulher perceberam que o sétimo dia é uma lembrança semanal do amor do Pai e de Seu desejo de estar sempre com eles os santificando.

A entrada do pecado no mundo rompeu esse elo presencial da criatura com o Criador e, como a nossa realidade de pandemia hoje, passamos a ter uma comunicação à distância com Deus. A construção do santuário terrestre, porém, revelava o desejo de Deus de morar com o Seu povo: “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx.25:8). Ainda que a Sua glória fosse velada para que os homens não fossem consumidos, a manifestação de Sua presença era sempre uma segurança para os verdadeiros adoradores. Mas o santuário era apenas uma sombra da realidade que surgiria na plenitude dos tempos. Pois “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo.1:14). Jesus, a Palavra viva, veio como o sopro de vida e saúde à humanidade, revelando a glória de Deus, ou seja, revelando o caráter divino.

Jesus veio para fazer exatamente o que Ele prefigurou após a queda do homem. Veio procurar quem estava perdido, revelar a Sua cura e vestir-nos com as Suas vestes de justiça (Leia Gn.3:8-21). E Ele não poderia fazer diferente do que fez no Éden, revelando ao homem o cheiro de vida para a vida que há no sétimo dia; a oportunidade de fazer ecoar no templo do tempo o mesmo sopro vital de que Adão e Eva haviam experimentado. Suas curas sabáticas eram envoltas de especial significado e lições oportunas a fim de que os princípios do reino de Deus fossem plenamente compreendidos e praticados. A hidropisia daquele homem, que é o acúmulo de líquido em um tecido ou em alguma cavidade do corpo, não era pior do que o acúmulo de preconceitos no coração dos líderes judeus. O maior milagre não estava na cura física, mas em que esta fosse uma porta de entrada para que as Escrituras fossem bem compreendidas e sabiamente aplicadas na vida de muitos.

E nem sempre somos aceitos ou compreendidos na prática de nossa fé. Notem que não foi a cura, mas o que Jesus ensinou através da cura que deixou os fariseus sem palavras (v.6). Enquanto procuravam conservar criteriosamente suas próprias tradições, buscando “os primeiros lugares” (v.7) como uma justa recompensa por suas boas obras, e se orgulhavam de serem os convidados mais ilustres nos principais banquetes e ajuntamentos de Judá, Jesus exaltou a humildade e condenou a presunção. Servir a Deus não é simplesmente se parecer com um cristão, mas assumir um estilo de vida em harmonia com a vontade de Deus ainda que não estejamos em evidência ou até sejamos rejeitados e perseguidos por aqueles que mais amamos.

Jesus foi até a cruz por causa daqueles que Deus mais ama: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). A cruz é a lição mais eficaz quando o assunto é abnegação. A nossa cruz representa, portanto, as coisas deste mundo que precisamos abrir mão a fim de seguir a Cristo. Mas não qualquer coisa. Cada um possui a sua cruz. Cada um de nós temos que abrir mão todos os dias de algo específico. Mas ao olhar para Jesus diariamente e para o sacrifício de amor que Ele fez por nós, a nossa cruz torna-se não mais um fardo pesado demais para carregar, mas uma “leve e momentânea tribulação” que “produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co.4:17).

A jornada está difícil? Existe um acúmulo de aflições turbando o seu coração? “Não se turbe o vosso coração”, disse o Senhor (Jo.14:1). O nosso Criador e Mestre divino deseja nos curar com o sopro da saúde e nos salvar com a palavra de vida que sai de Sua boca. Portanto, amados, coloquemos a nossa cruz sobre os ombros porque ela não é sinônimo de derrota, mas é símbolo de vitória. E ainda que incompreendidos pelos que mais amamos, lembremos que “ainda há lugar” (v.22) no reino de Deus; oremos por nossos familiares para que eles façam parte daqueles que terminarão de encher a casa de Deus (v.23). Até lá, seja uma bênção principalmente para os que não podem te recompensar e a sua recompensa será eterna, desfrutando da companhia de Deus na Nova Terra “de um sábado a outro” (Is.66:23). Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas14 #RPSP



LUCAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2021, 0:40
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LUCAS 14 – Na existência do cristão, muitas coisas precisam ser consideradas. Muitos que se dizem fieis (crentes) o são apenas na teoria; na prática, não passam de pagãos disfarçados de cristãos.

Religião, para muitos, é mera ilusão. O engano, muitas vezes, fala mais alto do que a verdade. E, Jesus não quer ninguém iludido, por isso proferiu os ensinamentos desse capítulo:

1. Religiosos egoístas enxergam a Bíblia como lhes convém; os conceitos pré-formados servem para condenar aqueles que agem de forma altruísta diante do que é certo. É mais fácil curar um homem hidrópico do que religiosos míopes (vs. 1-6).
• Note que, para muitos, a santidade do sábado ainda não está clara.
• Existem, atualmente, pessoas que distorcem ou rejeitam o dia sagrado instituído por Deus.
• Muitos preferem ser cegos espirituais.

2. Egoístas e orgulhosos precisam aprender a submissão total ao Deus que oferece gratuitamente a salvação. Não é melhor ser o melhor, estar à frente, nos primeiros lugares; é melhor ser humilde. Não é melhor servir àqueles que retribuirão, mas àqueles que nada têm para recompensar (vs. 7-14).

3. O cristão que não dá prioridade às coisas celestiais revela que Deus não é tão importante quanto professa crer (vs. 15-24).
• Alguém disse que as piores desculpas são as verdadeiras.
• Apesar dos materialistas, negociadores e hedonistas desinteressados de Deus, Cristo manterá Sua grande festa universal. Somos seus convidados; como responderemos?
• Nossas desculpas são indesculpáveis diante do Soberano Juiz do Universo!

4. Após tais advertências, Jesus ensinou sobre o verdadeiro discipulado. Veja os princípios (vs. 25-35):
a) Ninguém deve ocupar o lugar mais importante de nossa vida, a não ser Jesus;
b) Nem a nossa vida deve ser considerada, se quisermos seguir verdadeiramente a Jesus;
c) Tomar a cruz antecede ao ato de seguir a Jesus (tomar a cruz significa morrer para o eu);
d) É preciso avaliar o preço do discipulado a fim de decidir a favor ou contra Cristo;
e) Quem não renuncia tudo quanto tem não pode ser discípulo de Cristo;
f) Sem assimilação na vida do que foi dito anteriormente, o discipulado é uma ilusão tanto quanto sal que não salga.

Hipocrisia é ser pagão parecendo ser cristão. Ser plenamente cristão é o que interessa realmente para Cristo.

Viveremos intensamente o discipulado? – Heber Toth Armí.




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