Reavivados por Sua Palavra


ATOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ATOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ATOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 5 by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/5

Safira tinha pleno conhecimento (Atos 5:2) do que seu marido havia feito. Nossa consciência fala com base em nosso conhecimento, então tomamos nossas decisões sabendo o que o Espírito nos diz sobre o certo e o errado. Deus não força a consciência. Conscientemente escolher o errado quando nossa consciência incomoda nossa mente sobre o que é certo, é pecar contra o Espírito Santo. “A consciência é a voz de Deus, ouvida em meio ao conflito das paixões humanas; quando é resistida, o Espírito de Deus se entristece.” 5T 120.

Mais tarde (Atos 5:39-40) vemos homens semelhantes a nós impressionados (como sementes em solo rochoso) de que Deus está trabalhando, mas rapidamente se afastando da luz porque a Palavra não tinha desenvolvido raízes profundas. Hoje, estamos ouvindo o Espírito Santo ou apenas descartando seus chamados para nós como apenas um “sentimento?” Estamos enraizados na Palavra de tal forma que nos impedirá de nos endurecermos em relação às mensagens importantes de Deus?

Estou procurando ser sensível ao valioso trabalho do Espírito conforme Ele me dirige para longe do caminho errado e me atrai para o caminho certo. Espero que você também esteja se submetendo à liderança do Espírito Santo.

Melissa Joyeeta Das
Estudante do Seminário Adventista de Bangladesh

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1269
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2021, 0:50
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1 Entretanto. Há um forte contraste entre a generosidade bondosa de Barnabé e a avareza de Ananias e Safira. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 169.

2 Sua mulher. Fica claro que Safira foi uma cúmplice voluntaria. O pecado do casal foi planejado. CBASD, vol. 6, p. 169.

Reteve. A mesma palavra no grego descreve a ação de Acã na Septuaginta (Js 7.1). Bíblia Shedd.

A mera retenção de parte do preço da venda não seria, em si, um pecado. Na verdade, Ananias não tinha obrigação de dar nada. O dinheiro era dele podia dar todo ou apenas parte. Mas ele doou uma parte e agiu como se fosse tudo. Nisso consistiu o engano, que era uma mentira premeditada. CBASD, vol. 6, p. 169.

O testemunho de toda a igreja estava em risco por causa do pecado de uns poucos (cf Lv 10.1-2; Nm 16.23-35; Js 7.19-25; 2Sm 6.1-7). Bíblia de Genebra.

3 Satanás enchesse o seu coração. Realça-se a continuada atividade de Satanás (v. Lc 22.3; Jo 13.2, 27; 1Pe 5.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

mentisses ao Espírito Santo. No v. 4 Pedro diz a Ananias que ele tinha mentido a Deus. As palavras de Pedro indicam que o Espírito Santo é Deus (v. 9). Bíblia de Genebra.

O Espírito Santo é claramente pessoal e identificado com Deus no v. 4. Bíblia Shedd

9 Porque vocês entraram em acordo para tentar o Espírito do Senhor? Se nenhuma consequência drástica tivesse se seguido a esse ato de pecado, os resultados entre os crentes teriam sido mais graves quando se tomasse conhecimento da fraude. Não somente pareceria lucrativa a desonestidade, mas também se chegaria à conclusão de que o Espírito podia ser logrado. Era importante haver diretrizes definidas desde o início, a fim de não restarem dúvidas quanto ao fato de Deus não tolerar esse tipo de hipocrisia e de fraude. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 igreja. Usada aqui pela primeira vez em Atos. Andrews Study Bible.

12 Pórtico de Salomão. Uma galeria coberta com duas fileiras de colunas … do lado leste do átrio dos gentios no templo. Era o local mais indicado para todos se reunirem para cultuar e receberem o ensino dos apóstolos. Bíblia Shedd.

13 dos restantes, ninguém ousava ajuntar-se a eles. Nenhum dos crentes insinceros e superficiais ousava se identificar com a igreja. Os padrões de moralidade eram altos. Bíblia de Genebra.

15 a sombra de Pedro. Corresponde a artigos como os lenços de Paulo (19.12) e a borda do manto de Jesus (Mt 9.20). Não era o caso de algum desses objetos materiais possuir qualidades mágicas, mas o mínimo artigo ou sombra representava um meio direto de contato com Jesus ou Seus apóstolos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17,18 Os saduceus, o partido dos sacerdotes que controlavam o templo e seu serviço; foram os mais contestados pela pregação aberta de Cristo no recinto do templo (12; cf Mt 22.23n). Bíblia Shedd.

34 fariseu. partido popular dos judeus que dava ênfase à Lei como o caminho da salvação. Bíblia Shedd.

Gamaliel, renomado mestre de Paulo (22.3), representante da escola e Hilel, que favorecia uma interpretação mais liberal e humanizante da Lei.  Bíblia Shedd.

40 açoitaram-nos. Os apóstolos receberam a tradicional “quarentena de açoites menos um” (2Co 11.24). Bíblia de Genebra.

Compilação: TatianaW / JefersonQ



ATOS 05 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
31 de julho de 2021, 0:45
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“Ide e, apresentando-vos no templo, dizei ao povo todas as palavras desta Vida” (v.20).

Com um só coração e alma, os apóstolos e demais membros da igreja primitiva estavam vivendo, na prática, o evangelho do reino. Vendendo suas propriedades, os valores eram entregues “aos pés dos apóstolos” (v.2), que distribuíam aos que tinham necessidade. Aquela obra era prova da mudança efetuada na vida dos novos conversos. Estava enraizado como doutrina entre os judeus que a prosperidade em todos os sentidos era sinal da aprovação de Deus, considerando os doentes e os pobres alvos da ira divina contra os seus pecados. A igreja cristã, porém, cheia do poder do Espírito Santo, compreendeu o cerne do evangelho, que não se trata de uma próspera aparência, mas de ter Jesus Cristo e Suas palavras atuando na vida de forma que esta se torne tão-somente uma manifestação da vontade de Deus.

Ananias e Safira representam uma classe de professos cristãos que não entregaram o coração aos cuidados do Espírito Santo, de forma que, “levando o restante” (v.2), buscam aparentar aquilo que não possuem. Deus não exigiu dos novos conversos a venda de suas propriedades. Houve, contudo, uma obra do Espírito nos corações. Ao reter parte do valor da propriedade, Ananias “em acordo com sua mulher” (v.2) impediram a obra do Espírito Santo e permitiram que Satanás lhes enchesse o coração. Atitudes como esta não são tomadas da noite para o dia. Antes, são o resultado da rejeição aos apelos divinos e apego ao que é terreno e perecível. Aquele era um momento crucial na história da igreja cristã e o Senhor provou estar à frente de Seu povo lançando fora de Suas fileiras os impenitentes.

A sequência do capítulo toma um rumo completamente diferente de seu início. O contraste entre a covarde infidelidade do obstinado casal e a corajosa fidelidade dos apóstolos aponta para o grande conflito que se avoluma à medida em que nos aproximamos do fim. A generosidade dos novos conversos não visava promover a si mesmos, e sim a felicidade e bem-estar do outro. Sua bondade e discrição eram sinais evidentes da obra do Espírito Santo no coração. Não precisamos acender luzes em nossa direção. Precisamos permitir que o Espírito Santo acenda a luz de Cristo em nosso coração, santificando nossas intenções, palavras e ações. Então, tudo o que fizermos será uma clara manifestação de “todas as palavras desta Vida” (v.20).

É impossível silenciar aqueles que são guiados pelo Espírito Santo. “Deus outorgou” o dom de Seu Espírito “aos que Lhe obedecem” (v.32). E ainda que perseguidos e severamente provados, são estes que se alegram “por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas” (v.41) por causa do nome de Jesus. Como foi com os apóstolos na prisão e no Sinédrio, Deus cuidará de Sua última igreja concedendo-lhe firmeza de caráter e fé inabalável. Neste tempo de oportunidade, enquanto os ventos são retidos pela longanimidade de um Deus de amor, cada dia representa um avanço na vida dos que amam a Deus e buscam a Sua aprovação. Seu lema de vida tem sido: “Antes importa obedecer a Deus do que aos homens” (v.29). E seus passos são guardados e firmados no áureo Caminho seguro.

O Senhor nos diz hoje: “Eu amo os que Me amam, e os que de madrugada Me buscam Me acharão” (Pv.8:17). Muito se fala em pregar o evangelho, e devemos fazê-lo, pois esta é a nossa missão. Mas precisamos lembrar que a primitiva pregação do evangelho não aconteceu até que o poder do Espírito Santo fosse derramado; poder que foi antecedido por um maravilhoso movimento de oração. Se queremos receber a promessa da chuva serôdia, precisamos, a cada dia, ser receptáculos da chuva temporã. Os primeiros raios do sol precisam nos encontrar em nosso lugar de oração a clamar pelo Espírito Santo. A obra do Senhor há de ser finalizada pelo remanescente que sai de seus refúgios de comunhão, “todos os dias”, na igreja “e de casa em casa”, e não cessam “de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo” (v.42). Uma obra que abalará o mundo, pois que não é humana, mas divina. Pois se “esta obra vem de homens, perecerá; mas, se é de Deus”, ninguém poderá destruí-la (v.38-39).

Jesus foi exaltado “a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (v.31). Como o Israel espiritual de Deus, estamos dispostos a permitir que essa obra aconteça em nós? Estamos dispostos a renunciar tudo aquilo que nos afasta de Deus e dos propósitos que Ele tem em nossa vida? Aqueles homens e mulheres da primitiva piedade entregaram tudo no altar do Senhor, inclusive a própria vida. Que não sejamos achados mentindo “ao Espírito Santo” (v.3) nem tampouco “lutando contra Deus” (v.39). Mas que, cheios do Espírito, façamos parte dos restantes que dirão ao mundo, por preceito e por exemplo, “todas as palavras desta Vida” (v.20), ainda que caiam os céus. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, restantes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2021, 0:40
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ATOS 5 – A igreja que avança mesmo sob forte ameaça torna-se ameaça ao reino das trevas. Satanás enfurece-se, por isso, trabalha para intentar atrapalhar o desenvolvimento da obra de Deus no mundo.

No capítulo anterior, a Igreja foi perseguida; prenderam os líderes espirituais, receberam a proibição de continuarem a missão. Líderes deste mundo intentam coagir a pregação visando eliminar a influência do Céu na Terra. Apesar disso, a vitória foi possível mediante a combinação da oração com a pregação. Consequentemente, a igreja superou a opressão.

Neste capítulo, as estratégias diabólicas mudaram. Ele não conseguiu destruir a igreja com ameaças, prisões e proibições políticas; então, inseriu táticas mais sutis. Ele conduziu crentes falsos à igreja. Assim, temos poderoso exemplo de como se origina a hipocrisia. A intenção do diabo é minar o poder da verdade. Seu alvo é interromper o poder existente na Palavra combinada com oração.

Observe mais atentamente estes pontos:
1. Os crentes consagrados, cheios do Espírito Santo, estavam cheios de vida, entusiasmo, ousadia e dinamismo entre si, todos se ajudando e se satisfaziam investindo na Igreja (4:32-37).
2. Os crentes hipócritas penetraram e fizeram votos, os quais não cumpriram. Estes falsos crentes não suportaram o poder da verdade, e morreram fulminados na Igreja. A morte instantânea de Ananias e Safira demonstra o desagrado divino por crentes fraudulentos (5:1-10).
3. O poder de Deus avança mesmo contra o poder do diabo. A igreja primitiva firmada na oração e na pregação avançou apesar da intenção satânica de destruição. A igreja crescia diante de cada prova vencida. Nada a impedia de avançar (5:11-16).
4. Os problemas não cessam mesmo quando o Espírito Santo atua claramente na Igreja. Após o caso dos cristãos interesseiros, egoístas e mentirosos, os apóstolos foram presos. Miraculosamente foram libertos em seguida. Depois, levaram-nos novamente à prisão, mas, finalmente, foram libertos. Tudo isso não os impedia de pregar (5:17-33).
5. Deus interferiu nas estratégias de Satanás através de Gamaliel, que sabiamente amenizou a oposição da liderança eclesiástica. Após açoitarem aos apóstolos, os dispensaram; então, com os crentes, “todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e anunciar a Jesus, o Cristo” (5:34-42).

Utilizemos mais a oração e a Palavra na pregação, pois esta é a estratégia evangelística divina! – Heber Toth Armí.



ATOS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ATOS 4 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ATOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 4 by Jobson Santos
30 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/4

Infelizmente, quando milagres acontecem, o diabo entra em ação objetivando parar as bênçãos. Por essa razão não demorou muito até Pedro e João serem presos pelos líderes religiosos da época e rudemente questionados, “Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?” (v. 7, NVI). Eles poderiam ter ficado com medo e respondido de forma a contornar a questão ou tirar o foco de Jesus. Afinal de contas, eles sabiam o que havia acontecido com Jesus. Ele fora crucificado! Mas eles não tentaram encobrir a verdade. Em vez disso, Pedro, com ousadia, respondeu: “saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores” (v. 10).

Está chegando a hora em que todos os cristãos fiéis serão levados aos tribunais por causa de sua fé. Na verdade, muitos de nossos irmãos ao redor do mundo já estão experimentando este tipo de provação. Mas a Bíblia nos diz: “Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo. Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria” (1 Pedro 4:12, 13, NVI).

Em Mateus 10:32 somos lembrados das palavras de Jesus: “Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus”.

O objetivo da nossa vida deve ser esse: obter a aprovação de Deus e não dos homens. Portanto, não importa o que aconteça, seja fiel a Deus hoje!

Melody Mason
Líder do programa Unidos em Oração
Conferência Geral da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1268
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2021, 0:50
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581 palavras

1 Falavam eles ainda. Nesta época e mesmo depois, as atividades dos apóstolos interessavam profundamente às hostis autoridades judaicas. A notícia da cura do coxo deve ter se espalhado com rapidez pela cidade e, pela primeira vez desde a crucifixão, os líderes do Sinédrio que condenaram o Senhor, entraram em contato novamente com o cristianismo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 154.

2 Anunciarem, em Jesus, a ressurreição. Os apóstolos pregavam a doutrina da ressurreição “em Jesus”, isto é, falando de Sua ressurreição, a qual servia de prova da ressurreição geral dos mortos, doutrina que os saduceus rejeitavam. CBASD, vol. 6, p. 155.

4 Porém aceitaram. Os novos cristãos não se deixaram deter pela prisão dos apóstolos. Creram em Jesus, a quem Pedro havia anunciado como o profeta predito por Moisés. Cada indivíduo que creu passou a fazer parte do crescente grupo de conversos que aderiu à igreja. CBASD, vol. 6, p. 156.

7 Com que poder[…]? Os líderes admitiam que o coxo fora curado por uma manifestação de poder, era algo óbvio demais para se negar. Mas a pergunta lançava a suspeita de que o milagre fora resultado de poder do mal, uma sugestão semelhante à acusação lançada sobre Jesus. CBASD, vol. 6, p. 157.

8 Autoridades do povo. O cristão deve demonstrar respeito pelas autoridades (Mt 22:21; Rm 13:7; I Pe 2:13-17). CBASD, vol. 6, p. 157.

10 A quem vós crucificastes. Há uma ousadia surpreendente nesta declaração. Pedro não hesita em declarar que, embora Pilatos tenha dado a sentença formal, foram eles, os homens que o interrogavam, é que haviam crucificado Jesus. Ele não se intimidou em confessar que o Nazareno era o Messias. Pedro proclama que Cristo ressuscitara dos mortos e continuava a curar assim como no período que passou na Terra. CBASD, vol. 6, p. 158.

12 Nenhum outro nome. Pedro havia aprendido a ligar ao nome a personalidade e o poder de quem tinha o nome. Para quem o conhecia e aceitava, o nome de Jesus Cristo era a única fonte de livramento e salvação. CBASD, vol. 6, p. 158.

13 Pedro e João. O autor não relata João falando, mas, sem dúvida, por seu porte e influência, ele também revelou coragem. CBASD, vol. 6, p. 159.

16 Não o podemos negar. A estrutura da declaração sugere não só o desejo de negar, mas também a admissão da falta de qualquer poder de fazê-lo. Eles tinham as evidências, mas se recusaram a seguir a conclusão lógica e aceitar o Cristo que demonstrara poder. Tal recusa é pior do que nunca ter ouvido a verdade. CBASD, vol. 6, p. 160.

17 Divulgação. Os líderes temiam que a história do milagre se espalhasse pela cidade e pelo país, resultando na aceitação generalizada de Jesus Cristo como Messias e Filho de Deus. Esta seria a consequência lógica e, sem dúvida, muitos foram conduzidos à fé em Cristo dessa maneira. CBASD, vol. 6, p. 160.

18 Nós não podemos deixar de falar. Eles eram apóstolos de Jesus que haviam recebido a ordem expressa de testemunhar dEle. CBASD, vol. 6, p. 161.

24 Levantaram a voz. Depois de ouvir o relato dos apóstolos, os cristãos reunidos ergueram a voz em louvor e adoração ao Deus que interviera de maneira tão marcante. CBASD, vol. 6, p. 162.

31 Tremeu o lugar. Ao se levar em conta outras manifestações da presença do Espírito de Deus, pode-se concluir que este tremor não foi um terremoto, mas um evento sobrenatural. Foi uma renovação da maravilha ocorrida no dia de Pentecostes. CBASD, vol. 6, p. 164.

33 Com grande poder. O testemunho dos apóstolos não era apresentado na forma que eles próprios possuíam, mas num poder que jamais poderiam criar dentro de si. O Espírito divino, doador de energia, estava neles. CBASD, vol. 6, p. 165.

36 Barnabé. Esta é a primeira referência a Barnabé, o homem que viajaria com Paulo na primeira jornada missionária. […] Era parente de João Marcos (Cl 4:10), que habitava em  Jerusalém (At 12:12). CBASD, vol. 6, p. 166.



ATOS 04 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2021, 0:45
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“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (v.32).

A maravilhosa cura e o ousado discurso de Pedro despertaram o interesse de milhares de judeus. Tanto, que muitos “dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o número de homens a quase cinco mil” (v.4). Não obstante, alguns ficaram “ressentidos por ensinarem eles o povo e anunciarem, em Jesus, a ressurreição dentre os mortos” (v.2). Os sacerdotes e os saduceus, bem como “as autoridades, os anciãos e os escribas” (v.5), reuniram-se a fim de interrogar a Pedro e João.

Com intrepidez e “cheio do Espírito Santo” (v.8), Pedro passou a lhes falar como se tivesse frequentado a escola dos rabis e, tanto ele como João, demonstraram que, acima da educação judaica está aquela em que Cristo é o excelente Mestre. Contudo, se ainda assim as palavras não fossem suficientes, a prova maior estava “com eles”, de forma que aqueles líderes judeus “nada tinham que dizer em contrário” (v.14). E debaixo de várias ameaças, os discípulos permaneceram firmes em sua fé, sendo esta a resposta de ambos: “Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (v.19-20).

Aqueles homens estavam sendo impedidos de exercer livremente a sua fé. Eram considerados traidores da nação pelos rabinos judeus, que estudavam a melhor forma de coibir a sua pregação. Nem imaginavam que o movimento que apontavam como uma ameaça era, na verdade, o início de uma ceifa que está prestes a amadurecer (Ap.14:15). As primícias do ministério terrestre de Cristo compunham uma igreja que orava. Uma igreja que mesmo odiada e perseguida não temia enfrentar a represália com um “Assim diz o Senhor”. Uma igreja onde “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (v.32). Era a igreja dentro de uma igreja. Daí, vem a pergunta: Onde está esta igreja hoje?

Avancemos para o livro do Apocalipse. Eis a igreja de nossos dias, descrita pelo próprio Jesus: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:15-17). Esse é o retrato escrito da última igreja de Cristo na Terra. Uma igreja que se orgulha do que tem enquanto Jesus está do lado de fora! Ele mesmo diz que está à porta e bate (Ap.3:20). Ah, meus irmãos, Jesus é um cavalheiro, Ele jamais vai entrar em lugar algum sem ser convidado! Ele está à porta. Ele bate. Ele não desiste. Mas Ele nunca vai invadir a minha e a sua vida, porque Ele não invade, Ele espera para entrar com a devida permissão.

Aquela igreja orou! Aquela igreja clamou! Aquela prima comunidade cristã estava unida como um só coração e alma. Talvez, o nosso maior problema, hoje, seja exatamente a liberdade de crença da qual tanto nos orgulhamos. Porque é no fogo que se forja o mais puro ouro. Assistindo a um sermão na internet, me deparei com a seguinte citação de um professor universitário ateu, que parecia descrever em detalhes a igreja de Laodiceia:

“É possível que nós estejamos num dos momentos mais religiosos da história humana, haja vista a grande quantidade de manifestações, associações, instituições, congressos e etc. É possível. E é possível que uma parte dessa nova religiosidade tenha a ver com a imersão de um homem líquido, que dá muito pouca importância a algo que não lhe favoreça… Hoje, o desafio é cristianizar os cristãos, e parar de dizer ‘Senhor, Senhor’ e começar a entender o desafio que significa uma opção de entrega. Como enfrentar um ambiente que é formalmente religioso e na prática é completamente egoísta?… Como falar de Deus pra quem tem Deus no carro, na casa, na camiseta, mas só não tem Deus no coração e na atitude?… Como falar da Lei para os doutores da Lei, para os escribas e fariseus; aqueles que pagam o dízimo sobre o cominho e não entenderam o básico? Esse é o desafio contemporâneo do mundo líquido”.

Uau! Como contra-argumentar o que tem sido tão evidente em nosso meio? A igreja cristã primitiva crescia não porque as pessoas iam em busca de bênçãos, mas porque, verdadeiramente, desejavam ser uma bênção. Oh, meus irmãos, precisamos, em nome de Jesus, deixar de sermos cristãos rasos, que não têm profundidade, que não têm o mínimo necessário para que as pessoas encontrem em nós a imagem do Deus que afirmamos seguir! Que neste dia, as nossas palavras e ações não sejam motivadas por fotografias ou curtidas nas redes sociais, mas, que movidos pelo Espírito Santo, a nossa vida seja uma bênção aos nossos semelhantes, ainda que apenas visualizados pelo Céu. Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja abençoadora!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 4 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

ATOS 4 – Não existe nada mais poderoso que um cristão moldado e nutrido pela Palavra divina e fortalecido pela oração. Igrejas que não se esforçam para manter unida a Palavra e a oração enfraquecem frente a qualquer tentação ou provação.

A pregação suscita oposição; a oposição faz prosperar a igreja cheia do Espírito Santo. A oposição à igreja de Deus se levanta de onde deveria haver apoio. Observando a crescente popularidade do nome de Jesus na sociedade, os líderes eclesiásticos mandaram prender Pedro e João para que não pregassem mais o Cristo crucificado, ressurreto dos mortos e prestes a vir (vs. 1-3).

• Pedro, que algumas semanas antes negara a seu Senhor movido por medo, age destemidamente; sem vestígio de medo, desafia as autoridades eclesiásticas que induziram a morte de Jesus (vs. 9-12, 19-20).

Sacerdotes e guardas prendem aos discípulos por perturbação e heresia. O problema é que, quem, de fato, perturba, é o perseguidor e acusador daqueles que verdadeiramente servem a Cristo. Analise a história através da Palavra de Deus e verás esta infeliz constatação. Contudo, a Palavra chegou até nós, depois de 2000 anos de perseguição, martírio e opressão, pelo poder que existe nela vinculado à oração (vs. 4-31).

Aqueles que são ameaçados pela força ou argumentos humanos encontram refúgio e solução no poder da oração ligado à Palavra de Deus. Os crentes em comunhão entre si e com Deus…
1. …exaltam a onipotência do Criador revelado na criação (v. 24);
2. …que se baseia na Palavra divina discorrem sobre os opositores do Ungido do Senhor (vs. 25-28);
3. …não pedem tranquilidade e sossego, apenas que Deus observe as ameaças e, suplicam por mais ousadia para continuar a missão de compartilhar a Palavra acompanhada de poder sobrenatural (vs. 29-30).

A oração é comunhão com Deus e une os membros da igreja de Cristo (vs. 32-37). A oração não é uma estratégia psicológica sem sentido. Pois, certamente, Deus ouve nossas orações quando saem do coração com sinceridade. Deus confirma o recebimento no céu fazendo a terra tremer (v. 31).

O resultado na igreja?
• Ousadia na pregação;
• Reverência;
• Oportunidade para avançar com a missão;
• Altruísmo, desprendimento, em vez de egoísmo;
• Unidade.

Apesar das ameaças desafiadoras, a igreja que ora avança poderosamente pregando a Palavra. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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