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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 17 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/17
O que está escrito em nossos corações? É um impulso passageiro ou é algo que está cauterizado, cinzelado com uma ferramenta afiada, indelével? Para que se preocupar a respeito, se os outros não podem ver? Nossos corações podem parecer lugares privados, protegidos dos olhos curiosos ou críticos dos outros, mas nossos corações não são privados. Os segredos obscuros escondidos lá não são realmente secretos. Nossa condição é conhecida por nosso Criador. Nossas falhas não são apenas marcadas profundamente em nossos corações, mas também nas pontas do altar, aguardando o sacrifício que é o único remédio para nossa condição desesperadora. Sem a aplicação desse sacrifício em nosso favor, as gloriosas promessas são vãs. Sim, há algo que devemos fazer. Devemos nos curvar em arrependimento, admitindo nossas falhas diante do Senhor dos Exércitos, transferindo nossa confiança para Ele.
Precisamos que nossos corações sejam reiniciados, tenham um novo começo com o ar puro da salvação, com a água pura e refrescante da regeneração. Podemos escolher isso. Se o fizermos, Deus está pronto para nos recriar, para substituir nossos fardos por paz, alegria e regozijo na bondade de Deus. “Cura-me, Senhor, e serei curado; salva-me, e serei salvo. (v.14, NVI)
Art Kharns
Diretor de Música, Igreja Adventista de Simi Valley, Califórnia, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1026
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1028 palavras
1 Ponteiro de ferro. Um estilete (NVI, BJ) ou uma ferramenta para esculpir (ver Jó 19:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 456.
Diamante. Pedra afiada colocada no ferro para gravura em metal. … empregada neste versículo para mostrar que “o pecado de Judá” estava profundo e endelevelmente gravado “nas tábuas do coração” (ver 2Co 3:3). CBASD, vol. 4, p. 456.
Nas pontas. Muito provavelmente as pontas dos altares de culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 456.
2 Seus filhos se lembram. Educadas em um ambiente de idolatria, as crianças estariam inclinadas a adotar o mesmo caminho perverso. CBASD, vol. 4, p. 456.
Postes-ídolos. Do heb. ‘asherim. Aserá era o nome de uma deusa cananeia adorada com ritos licenciosos, cujo símbolo era uma árvore ou um poste de madeira (ver com de Jz 3:7; ver vol. 2, p. 21, 22). CBASD, vol. 4, p. 456.
Árvores frondosas.Embora Aserá não fosse um bosque, o santuário dessa deusa pagã geralmente estava ligado a um bosque, assim como os “altos montes” foram associados a altares pagãos (ver Dt 12:2, 3; Is 57:7). CBASD, vol. 4, p. 456, 457.
3 Ó monte do campo. Local onde as idolatrias eram realizadas, ou seja, nas montanhas. CBASD, vol. 4, p. 457.
Teus tesouros darei. Uma alusão aos despojos que os babilônios invasores levariam de Jerusalém, especialmente, do templo (ver 2Rs 24:10-16). CBASD, vol. 4, p. 457.
4 Te privarás da herança que Te dei. Rendição da “herança” de Judá aos caldeus … deixar a terra sem ser cultivada, ou permitindo que ela “descanse” (ver Êx 23:10, 11). O país de Judá, por causa de seu cativeiro próximo, “descansaria” e “desfrutaria seus sábados” (ver Lv 26:32-34; 2Cr 36:21). CBASD, vol. 4, p. 457.
5 Maldito o homem que confia no homem. Percebendo que boa parte dos problemas experimentados pela nação foram causadas por suas alianças com a Assíria e o Egito, o que indicava uma transferência da confiança no Senhor para o “braço” do homem, o profeta subitamente denuncia os responsáveis por essa confiança enganosa. … As nações das quais os israelitas dependiam de ajuda não eram mais do que um conjunto de seres humanos sujeitos às fraquezas comuns a toda a humanidade. A mensagem do profeta tem significado para os dias atuais. Como é fácil para as pessoas procurarem fontes humanas de ajuda e orientação, em vez de confiar no que Deus prometeu! CBASD, vol. 4, p. 457.
6 Confia no homem. Uma forte imagem de desolação e esterilidade. Nesta triste e desamparada condição, totalmente á parte das bênçãos que poderiam ter sido suas, a pessoa que confia no homem “não virá quando vier o bem”. CBASD, vol. 4, p. 457.
Terra salgada. Esta surpreendente imagem imediatamente chamaria a atenção para as costas desoladas do Mar Morto, estéril por causa do conteúdo salgado da água e do solo. CBASD, vol. 4, p. 457.
8 Árvore plantada junto ás águas … não receia. Recebendo muita umidade, esta árvore florescente não é ameaçada pela chegada de uma seca. Assim é com os justos, que recebem força para cada aflição por causa de sua confiança em Deus. CBASD, vol. 4, p. 457.
10 Coração. Literalmente, “rins” (BJ), como representação do interior do ser humano, dos motivos escondidos (ver com. de Sl 7:9). Deus julgará “a cada um conforme as suas obras” (ver Mt 16:27; Rm 14:12; 2Co 5:10; Ap 22:12). [Aos salvos serão atribuídas as obras e méritos perfeitos de Jesus.] O juízo não lidará apenas com as obras dos seres humanos, mas também levará em consideração o “fruto” e a influência dessas obras sobre os outros, tanto na vida como na morte. CBASD, vol. 4, p. 457, 458.
11 Como a perdiz. Experiência da pessoa gananciosa, cuja cobiça a levava a amontoar riquezas alheias e que, cedo ou tarde, elas fariam “para si asas” e desapareceriam (ver Pv 23:5). CBASD, vol. 4, p. 458.
14 Cura-me. Ver Jr 3:22; 30:17; 33:6. O profeta conhece o único que pode curar seu coração pecaminoso (ver Sl 6:2; 30:2; 103:1-3). CBASD, vol. 4, p. 458.
15 Que se cumpra! Estas são as palavras irônicas e debochadas de israelitas não arrependidos, em resposta ás advertências de juízo feitas por Jeremias. CBASD, vol. 4, p. 458.
16 Eu não me recusei a ser pastor. A frase foi traduzida na AA como: “não instei contigo para enviares sobre eles o mal”. CBASD, vol. 4, p. 458.
Nem tampouco desejei. O profeta protesta que, por não desejar ver “o dia da aflição” do juízo divino que ele predisse contra seu povo, ele não estava ansioso para ser o porta-voz de Deus. CBASD, vol. 4, p. 458.
19 Assim me disse o SENHOR. A partir daqui se inicia uma nova linha de profecias sem ligação direta com as anteriores. Esta mensagem foi enviada, possivelmente, depois das registradas em jeremias 14 a 17:18, e algum tempo antes do discurso do templo (ver com. de Jr 7:1; ver também PR|, 411). CBASD, vol. 4, p. 458.
21 Assim diz o SENHOR. Este versículo e os seguintes mostram que a profanação do sábado continuava em Jerusalém, principalmente nas “portas” da cidade (ver com. de Gn 19:1; Js 8:29). CBASD, vol. 4, p. 458.
Cargas. Pode ser visto um registro semelhante a respeito da quebra do sábado em Neemias 13:15 a 22. Estas cargas incluíam grãos, vinho, frutas, peixe e outros artigos comerciais trazidos de outros reinos para dentro da cidade, por meio daqueles que vinham ao templo para adorar [principalmente para serem comercializadas no domingo]. … Desta forma, a ilustração apresentada é da negligente observância do sábado, uma prática muito desagradável a Deus (ver Is 56:2-6; cf. Jr 58:13, 14). CBASD, vol. 4, p. 458.
25 Pelas portas desta cidade entrarão reis e príncipes. Seria difícil encontrar alguma passagem bíblica que relate mais acertadamente a grande importância da observância do sábado. Se os judeus tivessem sido leais às leis de Deus, e especialmente ao mandamento do sábado, bênçãos sem medida teriam sido deles. CBASD, vol. 4, p. 459.
Andando em carros e montados em cavalos. Símbolos de pompa real (1Rs 426; Zc 9:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 459.
Será para sempre habitada. Promessa de um destino glorioso que poderia ter sido de Jerusalém (ver DTN, 577; cf. PR, 46, 46, 564; ver também p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 459.
27 Não me ouvirdes. A falha dos israelenses em observar o sábado provocaria trágico resultado (ver 2Rs 25:9). CBASD, vol. 4, p. 459.
Não se apagará. Isto não indica que o fogo arderia sem cessar, mas que o “fogo” da justiça retributiva de Deus não se extinguiria até que Seu propósito estivesse completo. Jerusalém foi destruída com fogo pelos babilônios, em 586 a.C., e pelos romanos, em 70 a.D. em ambos os casos, nenhum esforço humano conseguiu interromper a deflagração, até que a obra de destruição a eles atribuída estivesse completa. CBASD, vol. 4, p. 459.
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“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (v.9).
A ilustração acerca do “pecado de Judá” (v.1) revela a dimensão da rebelião daquele povo. E a diferença entre os versos 5 e 7, o motivo de sua destruição. Escolheram a maldição (v.5) e rejeitaram a bênção (v.7). Atentem para os resultados da maldição contidos no verso 6 e para os resultados da bênção no verso 8. O conteúdo deste último verso como uma continuação do verso 7, é praticamente uma repetição do Salmo inaugural: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios… Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl.1:1 e 3).
Deixar de confiar em Deus para confiar em palavras humanas não é somente uma escolha errada, mas uma maldição. Deixar de seguir a voz de Deus para seguir a voz de nosso enganoso coração é, no mínimo, “insensato” (v.11). “Ouça a voz do seu coração” tornou-se uma frase ovacionada em um mundo cada vez mais destituído de princípios. E a vida é transformada em uma “roleta-russa” cujo desfecho termina em tragédia, trocando o vital pelo fatal. Pelo menos três princípios fundamentais estão contidos neste capítulo. Primeiro deles: “Bendito o homem que confia no Senhor” (v.7). Esta bem-aventurança é a garantia da vitória sobre o mal: “e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo.5:4). A confiança nos leva a ter um relacionamento pessoal com o nosso Salvador e, nEle, somos justificados.
O segundo princípio está contido no verso 10: “Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, Eu provo os pensamentos”. Deus sonda cada coração humano. Jesus revelou a importância deste princípio ao colocar uma “lupa” sobre os mandamentos no sermão da montanha. Ele ampliou a observância da lei e a tornou gloriosa (Is.42:21) ao deixar bem claro as obras que o Senhor leva em conta: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração, já adulterou com ela” (Mt.5:28). Quando Ele voltar, todos “conhecerão”, diz Jesus, “que Eu sou Aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras” (Ap.2:23). Ou seja, Deus não olha para o que fazemos, mas com que intenção fazemos.
E o terceiro e último princípio que gostaria de destacar é o que “Assim diz o Senhor: Guardai-vos por amor da vossa alma” (v.21). A santificação do sábado, quarto mandamento do Decálogo, faz parte não apenas de um conjunto de regras estabelecidas por Deus, mas da “lei da liberdade” (Tg.2:12) que nos guarda pelo amor de um Pai que criou o sétimo dia (Gn.2:1-3) para o nosso próprio bem (Mc.2:27). A obediência aos mandamentos do Senhor não consiste em uma fé cega, mas em uma confiança pré-estabelecida através de um relacionamento de amor com o Senhor dos mandamentos. Pois “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Bem observa George Knight: “É normal para o cristão guardar a lei, pois o próprio princípio da lei, que é amor a Deus e ao próximo, se acha escrito nas ‘tábuas de carne’ do coração (2Co. 3:3). Assim, o cristão está mais próximo da lei de Deus do que o legalista, pois os verdadeiros cristãos ‘nasceram do alto’ (Jo.3:3, 7) e tiveram a mente e o coração transformados (Rm.8:4-7)” (Pecado e Salvação, p.70-71).
“Ouvi a palavra do Senhor” (v.20), amados! Ele nos chama com grande urgência para uma entrega completa e genuína do coração. Aqueles que ouvem à voz angélica: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7), certamente têm compreendido que é impossível crer nesta mensagem sem associá-la com a observância do quarto mandamento: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:11). Os sinais mostram o cumprimento das profecias para o tempo do fim, e a nossa maior necessidade hoje é do poder dobrado do Espírito Santo a nos conduzir “a toda a verdade” (Jo.16:13), tornando-nos “santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Que à semelhança de Jeremias, possamos clamar a cada dia, de todo o nosso coração: “Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque Tu és o meu louvor” (v.14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles cuja esperança é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 17 – Pecado é independência e morte. Independência de Deus é a essência do pecado. Dependência de Deus é a essência da verdadeira religião. O maior dos pecados da humanidade não consiste em vícios, fantasias e quedas; é o fato de não buscar a Deus, não orientar-se por Sua Palavra.
O pecado é uma grande tolice. O idiota faz o que é errado pensando ser certo e, acusa quem faz certo acreditando estar errando. O pecado cega, ensurdece e embrutece as pessoas: Leva o pecador pelo caminho que conduz ao inferno fazendo-o sentir sensações de que está indo para o céu.
Atenção:
• O pecado substitui o amor a Deus no coração por amor a qualquer coisa, na maioria das vezes, banais (v. 1).
• O pecado influencia desde a infância a fim de anestesiar a consciência de toda pessoa. Isso é fato, pois o coração de tantas pessoas está repleto de pecado a tal ponto de que, só através de Deus, o pecador poderá discernir a intensidade de sua situação – embora muitos preferem suas próprias opiniões moldadas por tradições infernais (vs. 2-11, 19-27).
• O pecador, desejando ser um remanescente fiel e obter a salvação em Cristo Jesus, deve aceitar o diagnóstico divino e pedir perdão e restauração, libertação e cura (vs. 12-14).
• O pecador causa dor e sofrimento ao servo do Senhor, o qual clama por socorro e firma-se em Deus. O crente ergue os olhos do problema para Deus através da oração (vs. 15-18).
O pecador precisa saber que perdão não é libertação para pecar, mas libertação do pecado. O crente fiel é aquele que pranteia seus pecados, abandona tudo o que lhe afasta de Deus, objetivando viver dependendo de Seu poder.
Há maldição em confiar em si mesmo ou em qualquer outra pessoa, ensinamento ou coisa, que as afastam de Deus (vs. 5, 19-23), mas há bênção em confiar nEle e em Suas instruções (vs. 7-8, 24-26).
O sábado é como a aliança de compromisso visível entre Deus e Seus súditos (v. 27). Por isso, nunca foi fácil observá-lo corretamente! Sobre o sábado, devemos…
• Estudá-lo biblicamente!
• Discerni-lo espiritualmente!
• Revitalizá-lo urgentemente!
• Observá-lo corretamente!
• Proclamá-lo profusamente!
Como Jeremias, devemos ser porta-vozes de Deus e Sua Palavra, não de conceitos ou preconceitos humanos. Sejamos fieis, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 16 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 16 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/16
Não sei ainda por quanto tempo Deus quer que eu fique sem casar. Talvez eu permanecer solteiro seja uma maneira de evitar que alguma tragédia caia sobre a minha potencial família. Mesmo que Deus não tenha revelado Sua vontade quanto a este aspecto da minha vida, sei que Ele tem um plano para mim – assim como Ele tinha para Jeremias.
Você se lembra do que lemos no primeiro capítulo do livro? Jeremias relata que o Senhor lhe disse: “Antes de formá-lo no ventre Eu o escolhi; antes de você nascer, Eu o separei e o designei profeta às nações” (Jer 1:5).
Antes que nos transformássemos em fetos no útero de nossa mãe, Deus nos conhecia. Antes de nascermos, Deus nos abençoou e nos convidou a partilhar com os outros a mensagem de arrependimento do pecado e de esperança na Sua vinda.
Ore comigo:
“Querido Deus, nem sempre sei exatamente qual o Teu plano. Mas sei que Tens um plano para mim. Mantenha-me no centro da Tua vontade, independente de eu ser solteiro, casado, divorciado ou viúvo. Meu desejo é descobrir e seguir esse plano para a Tua glória. Amém”.
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1027
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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388 palavras
2 Não tomarás mulher. Esta proibição ocorreu na juventude do profeta, porque os jovens hebreus geralmente se casavam em uma idade precoce (ver com. de Gn 38:1; 2Rs 22:1; 23:36; ver vol.2, p. 134, 135). A razão desta proibição é indicada em Jeremias 16:3 e 4. Pais e filhos em breve sofreriam a mais dura fatalidade. O estado civil de Jeremias como solteiro era, portanto, um sinal para aquela geração rebelde (ver Is 8:18; Ez 24:24, 27). Conduzir o trabalho de Deus, muitas vezes, requer sacrifícios pessoais (Lc 14:26; ver com. de 1Co 7:29). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 453.
4 Não serão pranteados. Visto que os judeus consideravam muito importantes as observâncias e cerimônias fúnebres, negligenciá-las era uma grande desonra (ver Jr 9:20-22; 14:16). CBASD, vol. 4, p. 454.
6 Nem se farão por eles incisões, nem por eles se raparão as cabeças. Estas práticas pagãs pelos mortos foram proibidas na lei (ver Lv 19:28; 21:5; Dt 14:1; cf. Jr 7:29). Evidentemente, os israelitas adotaram esses costumes, seguindo-os com frequência cada vez maior durante os reinados de Acaz e Manassés (ver Jr 41:5; Mq 1:16). CBASD, vol. 4, p. 454.
8 Casa do banquete. Jeremias não devia apenas evitar o lugar de luto (ver v. 5), ele também deveria se abster de frequentar qualquer ocasião social de alegria ou diversão. Na consciência de sua missão solitária, ele deveria permanecer distante de tais encontros. CBASD, vol. 4, p. 454.
10 Qual é a nossa iniquidade … ? Os apóstatas, por causa de seu embotamento espiritual ou surpresa hipócrita … não conseguiam ver que seus pecados eram piores do que os outros e encontravam falso e reconfortante alívio na comparação. CBASD, vol. 4, p. 454.
14 Nunca mais se dirá. O cativeiro de Babilônia estaria mais vívido na mente deles do que a escravidão egípcia. Quando os exilados voltassem, eles pensariam em sua libertação de Babilônia como notável sinal de misericórdia e poder divinos, e não no êxodo do Egito. CBASD, vol. 4, p. 454.
15 Terra do Norte. Isto é, Babilônia [referindo-se ao caminho dos conquistadores e do cativeiro]. Isto é, Babilônia (ver com. de Jr 1:14). CBASD, vol. 4, p. 454.
16 Muitos pescadores. Metáfora representativa dos invasores babilônios, que cercariam Judá e Jerusalém com uma pesca de arrastão, não permitindo que ninguém escapasse (ver Am 4:2; Hc 1:15). CBASD, vol. 4, p. 454.
Caçadores. Outra ilustração dos invasores, talvez enfatizando o pensamento de buscar o israelita individualmente por meio de captura ou morte, enquanto os “pescadores” ilustram a tomadas dos judeus como um todo numa rede da campanha militar. CBASD, vol. 4, p. 454.
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“Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Eis que farei cessar neste lugar, perante vós e em vossos dias, a voz de regozijo e a voz de alegria, o canto do noivo e o da noiva” (v.9).
Em uma terra desprovida do temor do Senhor e cercado de pessoas que constantemente o desprezavam, Jeremias teve de enfrentar a dura realidade de que não poderia constituir uma família. Sua vida solitária também era um recado vivo da condição de Israel: entregue à própria sorte. De maneira insistente e resoluta, a nação eleita abandonou o Senhor e desprezou a Sua Lei. Nada do que o profeta falasse era levado em consideração. Pelo contrário, suas palavras e sua vida eram-lhes uma constante advertência que lhes causava desconforto e lhes despertava o desejo de fazê-lo calar.
Assim como o celibato de Jeremias, Jerusalém se tornaria em terra estéril e desolada. Os pecados da nação e “a dureza do seu coração maligno” (v.12) estavam diante dos olhos do Senhor (v.17). Através do ministério profético de Jeremias, Deus buscou o Seu povo e revelou que a religião que viviam era falsa e destituída de poder. O templo do Senhor não era sinônimo de salvação e seus rituais eram vazios e inúteis. Mas a incoerência em que viviam logo se tornaria em terrível ruína e sofrimento. Além de ser um recado vivo da condição de seu povo, Jeremias também foi poupado de formar uma família em meio a uma geração condenada à destruição.
Amados, se nossos pais enfrentaram tempos difíceis, nós vivemos em tempos ainda piores que já começam a revelar os sinais que se avolumam para os dias finais. De forma insistente e urgente o Espírito Santo continua apelando a cada coração. Assim como cessaria a misericórdia de Deus para com os filhos de Israel (v.13), logo se encerrará o tempo de graça estabelecido para todas as nações da Terra. Pois “o Meu Espírito não agirá para sempre no homem”, diz o Senhor (Gn.6:3). Antes, porém, que Deus faça cessar “a voz de regozijo e a voz de alegria” (v.9) na Terra, há três mensagens sendo proclamadas “em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. “Caiu, caiu a grande Babilônia, que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição”. “Se alguém adora a besta e a sua imagem, e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira… Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:7-10, 12).
Semelhante a Jeremias que tinha um relacionamento pessoal com Deus a ponto de exclamar com propriedade: “Ó Senhor, força minha, e fortaleza minha, e refúgio meu no dia da angústia” (v.19), seja esta a nossa oração diária, rendendo sempre graças a Deus por Sua suficiente provisão. Encaremos esses dias difíceis em que estamos vivendo como um alerta divino e oportunidade que Ele nos concede para nos moldar e nos preparar como membros da família celestial. Como foi com Jeremias, pode ser que a solidão seja algo que lhe aflige. Que o Espírito Santo lhe ilumine os olhos da fé para que você possa ver o futuro eterno e glorioso que Ele tem preparado para os que O amam, um lar onde você terá uma família tão grande “que ninguém podia enumerar” (Ap.7:9). Vigiemos e oremos!
Bom dia, membros da família celestial!
* Oremos para que os nossos familiares atendam ao apelo do Espírito Santo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias16 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 16 – Ficou evidente no capítulo anterior que, aqueles que amam a Deus sofrem nas mãos daqueles que amam ao mundo. Os interesses diferentes causam tensão entre os conversos e os inconversos, entre os sinceros e os falsos crentes, entre os genuínos e os hipócritas em sua fé.
Assim como não há como Deus preservar a saúde de quem se alimentam incorretamente, não há como Deus salvar aqueles que preferem o pecado que mata em vez que o perdão que vivifica.
Por mais difícil que seria para Jeremias, Ele decidiria ficar ao lado do Senhor. Por mais desafiador que fosse pregar, Jeremias estava disposto – mas, isso se deu apenas depois que Deus o repreendeu, e ele se arrependeu.
• Restaurado e preparado para ilustrar a verdade e intentar impactar o coração duro do povo de Deus (vs. 1-9), agora “Jeremias devia se abster totalmente de se casar e ter filhos… Por que Deus proibiu Jeremias de formar família? Para que sua própria vida fosse uma lição objetiva sobre o terrível tempo em que as famílias se dissolveriam e a dor da separação se tornaria um pesado fardo para os sobreviventes”, explica Imre Tokics.
• Além desse destino solitário, Jeremias também foi “proibido de entrar numa casa em que houvesse luto. Isso simbolizaria a atitude do Senhor a respeito da relutância deles em responder aos Seus chamados para que arrependessem e experimentassem um reavivamento”, diz Tokics.
• E tem mais. Jeremias “também não devia se unir às festas de alegria e celebração” do povo. “Isso devia simbolizar o momento futuro em que os babilônios poriam fim a toda sua alegria e regozijo” complementa Tokics.
• A intolerância e a obstinada rejeição à mensagem de Deus não dava opção senão a destruição. Deus avisa antes o que fará em breve (vs. 10-13). Ele nunca age sem comunicar mesmo para quem não quer ouvir. Contudo, Deus não tem prazer em ver o mal.
• A apostasia recebe juízo para que, no final, um remanescente experimente bênçãos sobrenaturais, restauração total e cura radical. Embora Deus seja intolerante ao pecado, Ele é misericordioso para oferecer perdão que resulta em aceitação e purificação (vs. 14-21).
“Senhor, certamente Te rejeitamos assim como o antigo Israel, mas queremos apegar-nos a Ti como fez o relutante Jeremias. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.