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1245 palavras
1 Ouvi-Me. Isaías se dirige aos piedosos de Israel, os que com sinceridade e fervor ansiavam pelo cumprimento das promessas feitas, mas que ficaram desanimados por causa da demora e do aparente fracasso (ver com. de Is 49:4; 14; 50:1). Eles se esqueceram de como o Senhor tinha conduzido os pais no passado (ver EF, 72). Deus os convida a se voltarem a Ele e esquecerem suas dúvidas e apreensões. Para os que os que buscam a justiça e o livramento só há um caminho para alcançar esses objetivos: obediência fiel à voz do Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 298.
Justiça. Os que semeiam retidão [v. 7] colherão justiça, êxito e livramento [v. 5]. Um é a causa, e o outro, o resultado. … Se fizesse apenas o que é correto, Israel poderia esperar justiça, êxito e livramento. CBASD, vol. 4, p. 298.
De que fostes cortado. Assim como a pedra é tomado da pedreira e se transforma em parte de um lindo templo, o povo de Israel foi tirado do Egito e da Mesopotâmia e preparado por Deus para ser Seu representante. Quantas maravilhas o Senhor fez em favor desse povo! Então, Ele os insta a ter ânimo e a crer pela fé que Ele fará o mesmo mais uma vez. CBASD, vol. 4, p. 298, 299.
2 Olhai para Abraão. Deus relembra Israel de sua origem como nação (Gn 11:28, 31; 12:1, 4, 5). Triunfos do passado devem inspirar coragem no presente e esperança no futuro (ver Os 1:10). CBASD, vol. 4, p. 299.
4 porque de Mim sairá a lei. Do heb. torah, que inclui toda a vontade de Deus revelada (ver com. de Dt 31:9; Sl 19:7). Deus promete continuar a revelação de Suas promessas a Israel (ver Am 3:7). CBASD, vol. 4, p. 299.
A palavra [torah] vem da raiz que significa … “almejar um alvo”. Já que o sentido básico de pecado é “errar o alvo que Deus propõe”, é importante reconhecer que a lei conduz à vontade de Deus, e nos aponta para a pessoa de Jesus Cristo. É neste sentido que consta aqui, como parte integrante da revelação de Deus, que é Sua palavra. Bíblia Shedd.
O Meu direito. A justiça divina seria outra vez estabelecida na Terra (ver com. de Is 42:4, 6), e a confiança no governo de Deus traria um espírito de paz e segurança. CBASD, vol. 4, p. 299.
5 Minha justiça. Isto é, “Meu livramento” (ver com. do v. 1). O livramento que Deus promete a Seu povo não tardará [Virá com certeza e no tempo certo]. CBASD, vol. 4, p. 299.
As terras do mar. nações gentílicas. CBASD, vol. 4, p. 299.
6 Os céus desaparecerão A hora se aproxima quando os céus atmosféricos “se desfarão” (2Pe 3:10, 11). Céus e terra podem passar, mas a vontade de Deus (ver com. de Is 51:4) permanece para sempre (ver Mt 5:18). CBASD, vol. 4, p. 299.
7 Que conheceis a justiça. Os que conhecem a justiça são definidos neste versículo como os que têm a lei de Deus – uma transcrição de Seu caráter – no coração. Sua vontade revelada (ver com. do v. 4) está gravada na mente deles, e seu caráter é semelhante ao caráter divino (ver Gl 2:20; Cl 1:27; 1Jo 3:2, 3). CBASD, vol. 4, p. 299.
8 A traça. Ver com. de Mt 6:19, 20; Cf Is 50:9. Pecado e pecadores desaparecerão, mas a justiça é permanente. A transgressão trará inevitavelmente a ruína, mas aobediência traz vida ebênção (Is 1:19, 20, 28; Jo 3:16; Rm 6:23; ver com. de Mt 7:21-28). CBASD, vol. 4, p. 299.
9 Desperta, desperta. Aqui, também encontramos dois exemplos de vocativos duplos. O que é isso? Na Bíblia, um vocativo duplo é um sinal de profunda emoção e preocupação, como “Marta, Marta …” (Lucas 10:41), ou “Simão, Simão” (Lucas 22:31). Quando os justos em Judá apelam a Deus, eles gritam: Desperta! Desperta! Veste de força, o teu braço, ó Senhor; acorda, como em dias passados” (v.9 NVI). Foi Deus quem, no passado, abateu o Egito (v. 9 ARA) e feriu o dragão (Satanás). No verso 17, é Deus quem responde a Jerusalém: “Desperta, desperta! Levanta-te, ó Jerusalém” (ARA). Ele reconhece a dor que no futuro infligiria ao Seu povo através do poder da Babilônia, levando a eles a “ruína e destruição, fome e espada” (v.19 NVI), com a profanação do templo e o incêndio da cidade. Ron E M Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/16/.
Nos dias passados. Representando os piedosos de Israel, Isaías roga a Deus que repita os grandes feitos de livramento que marcaram o passado (ver com. dos v. 1 e 2). CBASD, vol. 4, p. 299.
Egito. Heb. rahabh, lit “o orgulhoso”, “o insolente”. Aplica-se claramente aoEgito, como também em Sl 89.10, onde aparece o nome Raabe (cf Sl 87.4). A referência específica é a derrota sofrida pelos exércitos do Egito, ao perseguir os israelitas, depois do Êxodo. Bíblia Shedd.
monstro marinho. O crocodilo do Nilo tem servido como símbolo do Egito. Bíblia Shedd.
10 Secou o mar. Referência à travessia do Mar Vermelho (ver Êx 14:21; cf. Is 43:16). CBASD, vol. 4, p. 299.
11 Os resgatados. Ver com. de Is 35:10. Isaías outra vez prediz o retorno do cativeiro babilônico. Da mesma forma, “todo o Israel” (Rm 11:26), ou os filhos espirituais de Abraão (Gl 3:29), será libertado da tirania da babilônia espiritual (Ap 18:1-4; 19:1, 2; 21:1-4). CBASD, vol. 4, p. 299.
12 Eu, Eu. A repetição do pronome enfatiza o Senhor como a fonte da confiança de Israel. Se Deus estava com eles, quem seria contra eles (ver Rm 8:31)? CBASD, vol. 4, p. 299.
13 Esqueceres do SENHOR. Esta foi a causa de todas as dificuldades que sobrevieram a Israel e de todas as que ainda enfrentariam. Paulo fala do perigo de se esquecer de Deus (ver Rm 1:20-24). CBASD, vol. 4, p. 300.
14 Não descerá à sepultura. Nenhum poder na Terra poderia frustrar o propósito divino de libertar os Seus quando chegasse a hora. CBASD, vol. 4, p. 300.
16 Minhas palavras. Isto é, as palavras de Deus na boca de Isaías. CBASD, vol. 4, p. 300.
Estenda novos céus. Ou, “estabeleça os céus”(ver com. de Is 40:12). Isaías contempla a terra restaurada ao seu estado edênico (ver Is 65:17; 66:22; 2Pe 3:13). CBASD, vol. 4, p. 300.
16 Tu és o meu povo. Isto é um grande conforto e encorajamento para os israelitas que antes do cativeiro ouviram a sentença: “Não sois o meu povo!”. Bíblia Shedd.
17 Desperta, desperta. No v. 9, Israel dirige estas palavras ao Senhor. Aqui, Deus fala a uma Jerusalém pecadora para despertá-la de um estupor causado pelo cálice da ira de Deus. Aplicação de castigo é associada em geral ao derramamento da taça da ira (Sl 75:8; Jr 25:15, 16; Ez 23:32-34; Ap 14:10). Exorta-se com fervor a Jerusalém para que desperte e volte a si antes que seja tarde demais. CBASD, vol. 4, p. 300.
18 Nenhum a guiou.Os filhos de Jerusalém tinham perecido na batalha (Is 49:20, 21), e ela se encontrava só no exílio (ver com. de Is 49:21). Ela teve muitos filhos, mas nenhum deles estava presente para ajudá-la. Na hora de maior necessidade, ela se encontrava totalmente abandonada. O alívio só viria de Deus. CBASD, vol. 4, p. 300.
Justamente os líderes políticos de Jerusalém tinham sido politiqueiros internacionais, e por isso foram os primeiros a ir para o cativeiro, na leva de 605. a.C. Bíblia Shedd.
19 Estas duas coisas. A primeira (fome e espada) ocasionou a outra: desolação e destruição (ver Ez 14:21; Ap 6:8). CBASD, vol. 4, p. 300.
20 Como o antílope. Eles são como um animal selvagem capturado numa rede, tentando freneticamente escapar e que, finalmente, desistem devido ao cansaço. CBASD, vol. 4, p. 300.
22 Minha ira. Ao castigar Israel, Deus lidou com o povo como um pai amoroso lida com um filho desviado (ver Pv 3:11, 12; Hb 12:5-11; Ap 3:19). CBASD, vol. 4, p. 300.
Jamais dele beberás. A hora da libertação está próxima. CBASD, vol. 4, p. 300.
23 pô-lo-ei nas mãos dos que te atormentaram. A razão para passar adiante a taça da fúria divina aos opressores de Israel é claramente apresentada em Isaías 10:5 a 13; e 49:25. A crueldade desmedida dos conquistadores de Israel demandava justiça. CBASD, vol. 4, p. 300.
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“Ponho as Minhas palavras na tua boca e te protejo com a sombra da Minha mão, para que Eu estenda novos céus, funde nova terra e diga a Sião: Tu és o Meu povo” (v.16).
Dentre as nações existentes e as multidões que se espalhavam pela Terra, Deus viu um coração sincero e fiel: “porque era ele único” (v.2). De Abraão, o Senhor suscitou uma grande nação a fim de ser Sua testemunha em toda o mundo, um povo que proclamaria a Sua justiça e em cujo coração estaria a Sua lei (v.7). Sião ou Jerusalém foi estabelecida para ser a capital da justiça e do governo divino como um símbolo terreno do que é eterno. Um lugar favorecido com a glória de Deus não apenas para benefício próprio, mas “como luz dos povos” (v.4).
Apesar da degradação espiritual e moral do povo, assim como viu em Abraão um piedoso crente, o Senhor ainda possuía um remanescente fiel: “Ouvi-Me vós, os que procurais a justiça, os que buscais o Senhor” (v.1). “Atendei-Me, povo Meu, e escutai-Me, nação Minha” (v.4). A Bíblia contém 1.085 versículos em que aparece a palavra ouvir, sendo que em alguns deles, aparece mais de uma vez. Nas cartas às igrejas de Apocalipse, encontramos a seguinte sentença encerrando cada uma delas: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.2:7, 11, 17 e 29; 3:6, 13 e 22). Algo assim repetido e reforçado certamente deve ser levado em máxima consideração.
Conforme um estudo realizado na Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, o último sentido que o ser humano perde antes da morte é a audição. Nesse estudo foi verificado que o cérebro responde aos sons mesmo que a pessoa esteja em estado de inconsciência, pouco antes da morte. Fazendo uma analogia, podemos dizer que ainda que muitos estejam em estado de inconsciência espiritual, quase a perecer, o Espírito do Senhor fala a seus corações até o último instante. Tão perto como estamos do fim deste mundo de pecado, há uma voz a clamar: “Desperta, desperta, levanta-te” (v.17)! Aproxima-se a meia-noite com o grito final: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). Como as dez virgens, todas se levantarão, mas nem todas participarão da “perpétua alegria” (v.11).
A nossa resposta à voz divina, hoje, é o que definirá se morreremos “como mosquitos” (v.6), ou se iremos “a Sião com júbilo” (v.11). Ouça o Senhor a lhe falar nesse instante: “Eu, Eu sou o aquele que vos consola” (v.12), que “fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão, como o jardim do Senhor” (v.3), logo “os céus desaparecerão como a fumaça, e a terra envelhecerá como um vestido… mas a Minha salvação durará para sempre, e a Minha justiça não será anulada” (v.6). “Assim voltarão os resgatados do Senhor e virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido” (v.11), pois o Seu povo “lá não morrerá, lá não descerá à sepultura; o seu pão não lhe faltará” (v.14).
Cristo tomou da nossa mão “o cálice de atordoamento”, o cálice da ira de Deus (v.22) e bebeu em nosso lugar (Mt.26:39). “Pelo que agora ouve isto” (v.21), “os que procurais a justiça” (v.1): Jesus é a nossa justiça (Jr.23:6). Ele é a nossa luz e a nossa salvação (Sl.27:1). “Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniquidade não vos servirá de tropeço” (Ez.18:30). Deus nos chama para ser “um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor” (Sf.3:12), que espera, segundo a promessa do Senhor, “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13), que, seguindo o exemplo do seu Salvador, ensina, prega, cura e se compadece das multidões “aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (Mt.9:35-36).
Nos últimos instantes desta Terra enferma, em que a voz do Espírito se avoluma para erguer o apelo final, “os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10). Então, será declarada a sentença definitiva: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (Hb.10:35-36). Pois “aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Perseveremos, amados! Despertai, igreja do Deus vivo! Que a Lei do Senhor esteja escrita em nossos corações (2Co.3:3). “Levantai os olhos para os céus” (v.6)! “Eis que o Senhor fez ouvir até às extremidades da Terra estas palavras…: Eis que vem o teu Salvador; vem com Ele a sua recompensa, e diante dEle, o seu galardão. Chamar-vos-ão Povo Santo, Remidos-Do-Senhor” (Is.62:11-12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, resgatados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías51 #RPSP
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ISAÍAS 51 – Promessas são valiosas, principalmente num contexto em que se elas forem cumpridas, nossa vida seria mais feliz, realizada e satisfeita.
Charles H. Spurgeon desafia-nos: “Tome a promessa de Deus, pois ela é suficiente, e mais do que suficiente, mesmo que todas as fontes da terra se sequem”.
As promessas de Deus visam à esperança da humanidade. Suas promessas inspiram até os mais desesperados, se confiarem nEle. Elas norteiam a direção que devemos não apenas olhar, mas também seguir. Por isso, sua importância para nós.
1. Deus formou um povo para Si de Abraão, o pai da fé, o precursor da promessa de bênção a toda nação, tribo língua e povo, que é Jesus, o Messias. Ele cumpriu promessas feitas no passado, e cumprirá as que ainda faltam serem concretizadas (vs. 1-3).
2. Deus revela, abre o futuro, promete bênçãos aos perdidos, desesperados e condenados. Ele diz que libertará os cativos, iluminará o mundo e trará salvação aos povos (vs. 4-6). Ao Seu povo, especificamente Ele declara: “Ouçam agora, vocês que sabem a diferença entre o certo e o errado, que guardam o meu ensinamento no coração: Não deem atenção às zombarias e, quando foram insultados, não deixem que isso os abale. Esses insultos e zombarias estão carcomidos de traças, vêm de cérebros afetados por cupins, mas minha forma de endireitar as coisas é duradoura, minha salvação é perene” (vs. 7-8).
3. As promessas de Deus despertam o povo que pensa que Deus está indiferente no presente em relação passado (vs. 9-11). Contudo, mal sabem os crentes que os indiferentes são eles mesmos, não Deus. Por isso, Deus estimula a crença, a fé e a confiança dos temerosos e aflitos a dependerem dEle (vs. 12-16).
4. As promessas de Deus visam libertação, mesmo depois de um momento de correção sem muitos resultados almejados. Ninguém se importa pelas nações como Deus. Ninguém consola os arruinados como Deus. Ele age para salvar, ainda que tenha que enfrentar fortes oponentes (vs. 17-23).
Quem está dormindo não vê Deus acordado. Deus quer nos despertar e faz o maior barulho para que acordemos. Ele quer nos atrair a Ele e a Seus grandiosos e maravilhosos planos. Permitiremos ser acordados por Deus? (Romanos 13:11-14). Deus nos desperta com promessas! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 50 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 50 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/50
A cada manhã o Senhor acordava Jesus, despertava o Seu ouvido (v. 4), como discípulo fiel. Foi essa rotina matinal de se tornar cheio do Espírito e submissão diária, aprendendo a levar adiante a missão de Deus no mundo, que preparou Jesus a oferecer as costas àqueles que O feriam (v. 6; ver Marcos 15:15).
Durante anos ministrei uma disciplina universitária sobre a vida de Jesus. Por volta da terceira semana, eu desafiava meus alunos a tentarem esta experiência: durante 10 dias pedirem a Deus que os acordasse todas as manhãs, como havia feito com Jesus, a fim de passarem tempo com Ele. No início, muitos estudantes que estudavam até tarde da noite não acreditavam que seria possível acordar cedo sem um despertador, simplesmente pelo sussurro do Senhor. Para grande surpresa deles, isto acontecia a todos aqueles que sinceramente desejavam passar tempo com Deus pela manhã.
“Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus. Estão com demasiada pressa. Com passos precipitados se apressam a atravessar o círculo da amável presença de Cristo, detendo-se somente um momento no recinto sagrado, não esperando por conselho. Não têm tempo de ficar com o Mestre divino. Com seus fardos voltam eles a seus trabalhos. Estes trabalhadores nunca poderão alcançar o maior êxito antes que aprendam o segredo da força. Devem dar a si mesmos tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual. … Não uma parada momentânea em Sua presença, mas um contato pessoal com Cristo, assentando-nos em Sua companhia – tal é a nossa necessidade” (Educação, p 260-261).
Ron E M Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Ásia-Pacífico Norte
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=975
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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636 palavras
As profecias dos capítulos que estamos estudando se realizaram em Jesus, portanto sua compreensão é de grande importância para todos.
1 Onde esta a carta de divorcio de vossa mãe. A mãe é Judá, os filhos são os judeus, e o pai é Deus. Não havia certificado de divorcio, pois Deus não havia Se divorciado de Judá (ver Dt 24:1-4); ela é que O havia deixado. Oseias, contemporâneo de Isaías, apresenta parábola semelhante (ver Os 1-3; cf. Ez 16:8, 15). Deus jamais renunciou aos seus direitos como esposo legal de Judá, e tentou de todos os meios possíveis persuadi-la a voltar (comparar com a experiência de Oseias com Gômer, em Os 2). CBASD – Comentário Biblico Adventista do Setimo Dia, vol. 4, p. 295.
Meu credor. A metáfora muda. Judá, no cativeiro babilônico, será escrava e concluiria que seu Amo a vendera para satisfazer a exigência de credores (ver Lv 25:39; Dt 15:12). Deus, porem, não tem credores. Os judeus, por sua má conduta, se venderam e se tornaram servos do pecado (Is 52:3; cf. Rm 6:16). Essa foi a razão por que foram feitos escravos de pagãos. CBASD, vol. 4, p. 296.
2 Acaso, se encolheu tanto a Minha mão … ? A sujeição de Judá aos pagãos se devia à incapacidade de Deus de salvá-la? Não! Ele salvou Israel do Egito, da Assíria e ainda o salvaria de Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 296.
4 O SENHOR Deus Me deu língua de eruditos. Este versículo introduz uma nova seção. O Messias … vem como Mestre da humanidade. No entanto, é instruído pelo Pai (ver Jo 3:2; 5:19; 8:28; DTN, 208, 417). CBASD, vol. 4, p. 296.
Dizer boa palavra. O Messias viria ao mundo como a “Palavra” viva (Jo 1:1, NVI) ou porta-voz de Deus, e Sua missão constante era confortar e instruir os que estavam cansados do pecado (Mt 11:28; ver DTN, 208, 417; PJ, 139, 336). O inquieto coração dos pecadores só encontra paz na salvação generosamente oferecida por meio de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 296.
5 O SENHOR Deus me abriu os ouvidos, e Eu não fui rebelde, nao Me retraí. Os “ouvidos” de Cristo estavam sempre prontos a ouvir o que o Pai falava (ver com. do v. 4). Ele nunca buscou fazer Sua própria vontade, mas a de Seu Pai, que O enviou (Sl 40:6, 8; Jo 5:30; ver com. de Lc 2:49). Mesmo na amarga experiência do jardim do Getsêmani, Ele não recusou o “cálice” levado a Seus lábios trêmulos (Mt 26:42; Fp 2:8). CBASD, vol. 4, p. 296.
6 Ofereci as costas aos que Me feriam. A previsão do v. 6 se cumpriu quando Jesus foi açoitado (Mc 15:15). CBASD, vol. 4, p. 296.
8 Perto está o que Me justifica; quem contenderá comigo? O Pai estava próximo quando Jesus foi pendurado na cruz, embora Jesus tenha Se sentido abandonado (ver DTN, 753, 754). CBASD, vol. 4, p. 296.
Quem é Meu adversário? Satanás, “o acusador” (Ap 12:10; cf. Zc 3:1), atacou Cristo, mas suas alegações nao eram válidas (ver Jo 14:30). Cristo era inocente e sabia que o acusador era ciente disso. As acusações apresentadas contra Cristo revelaram a maldade dos que tentavam incriminá-Lo. CBASD, vol. 4, p. 296.
9 Deus Me ajuda. A confiança no amor do Pai e a perfeita submissão à Sua vontade sustentaram o Salvador durante o ultimo conflito contra os poderes das trevas (sobre a confiança em momentos difíceis, ver Sl 37:3-20, 32-40). CBASD, vol. 4, p. 296.
Consumidos. Ou, “gastos”, isto é, perecerão (ver Sl 102:26). CBASD, vol. 4, p. 296.
10 Andou em trevas. Há momentos de trevas e perplexidade mesmo para os que seguem o Senhor. O inimigo desencoraja e confunde. Assim foi a experiência de Jó, e, mais tarde, de João Batista. É privilégio de todos que se encontram em circunstâncias semelhantes depositar a confiança em Deus. No tempo certo, Ele manifesta Seu poder. CBASD, vol. 4, p. 297.
11 Eia! Todos vós que acendeis fogo. Existe sempre o perigo de os que professam servir ao Senhor abandonem o caminho do Céu para andar em seus próprios caminhos. Em lugar da luz do Céu, buscam a sua própria. Como Nadabe e Abiú, oferecem “fogo estranho” perante o Senhor (Lv 10:1, 2; ver com. de Mt 6:22, 23).
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“O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos” (v.4).
No texto de hoje, o Senhor iniciou Sua fala esclarecendo o fato de que o sentimento de abandono e de descaso que Seu povo experimentava não tinha fundamento nEle, mas em suas próprias escolhas (v.1). Suas iniquidades estavam fazendo separação entre eles e o seu Deus. O Senhor vinha, e ninguém aparecia. Chamava, e ninguém respondia (v.2). E, aos poucos, foram perdendo a comunhão que os podia livrar de toda aquela sensação de desalento.
A palavra erudito significa aquele que é disciplinado, instruído, ensinado. E a “língua de eruditos” é uma promessa condicional. Isto é, ela está disponível a todo aquele em que “todas as manhãs” se dispõe a ser despertado pelo Senhor e dEle ouvir a sabedoria, para que “saiba dizer boa palavra ao cansado” (v.4). O Espírito do Senhor tem nos apelado para que haja entre nós um despertamento. Despertamento para que os Seus servos abandonem toda e qualquer rebeldia que os impeçam de ouvir a Sua voz com clareza (v.5) e que se empenhem por serem encontrados “por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (2Pe.3:14).
No entanto, parece que a continuação do capítulo mostra um discurso, aos olhos humanos, nada motivador. Ele diz que o erudito ofereceu as costas aos que o feriam e o rosto a quem lhe afrontava e cuspia (v.6). Quem, em sã consciência, é capaz de se humilhar desta forma? Somente aquele que está escondido no esconderijo do Altíssimo (Sl.91:1). Quem deu as costas ao açoite sem reclamar, foi afrontado e cuspido na face sem proferir palavra? Aquele que foi ultrajado, mas permaneceu fiel. Aquele que, pelo exemplo, nos ensinou o que significa, de fato, ser um servo do Senhor. Aquele que “todas as manhãs” estava, em primeiro lugar, na presença do Pai: Jesus Cristo.
A vida de Jesus contrasta completamente com o discurso humano de autoajuda. De acordo com a sabedoria humana, a melhor forma de libertar a nossa mente de maus pensamentos é expressando tudo o que pensamos e não levando “desaforo” para casa. Mas a psicologia de Cristo nos ensina que a cura emocional advém de uma cura espiritual, e que este “tratamento” deve ser diário e matinal, diretamente com o Médico dos médicos. Esta “consulta” diária é gratuita, não tem fila de espera e é 100% garantida. É o único Médico que você não precisa marcar consulta, mas Ele mesmo te chama, manhã após manhã: “Quem há entre vós que tema ao Senhor e que ouça a voz do Seu Servo?” (v.10).
Jesus disse que as Suas ovelhas vão adiante dEle “porque Lhe reconhecem a voz” (Jo.10:4). A cada dia, as ovelhinhas de Jesus são por Ele alimentadas, dessedentadas e conduzidas a pastos verdejantes. E ainda que se levantem adversários, confiando na companhia e proteção dAquele que as acompanha até no “vale da sombra da morte” (Sl.23:4), com profunda convicção erguem suas vozes: “Perto está O que me justifica; quem contenderá comigo?” (v.8). “Eis que o Senhor Deus me ajuda; quem há que me condene?” (v.9).
Amados de Deus, o que pensamos estar fazendo quando trocamos a voz de Jesus pelo som da televisão? Que loucura é esta de trocar a presença de Deus pela tela de um celular? Onde está o povo cujos joelhos tocam o chão e o coração toca o Céu? Aquele que se fez Servo está às portas de voltar como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16). É hora de dizer aos adversários: “Chegue-se para mim” (v.8) e mostrar-lhes que servimos ao Deus Todo-Poderoso que não conhece derrota! Ao contrário do que pensa o mundo, não é vergonhoso sofrer pelo nome de Jesus (v.7). Vergonha e horror sentirão todos os que acenderam fogo e armaram “setas incendiárias” (v.11) contra as ovelhinhas do Senhor! Portanto, ovelhinha do bom Pastor, “confie em o nome do Senhor e se firme sobre o seu Deus” (v.10), “todas as manhãs” (v.4), até a manhã gloriosa. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías50 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 50 – O Messias é o foco do profeta Isaías. Se ele “pretendesse transmitir apenas informações, ele daria todos os detalhes com relação ao Messias de uma só vez. Mas, a fim de ensinar, persuadir e dar ao seu público um encontro com o Servo do Senhor, ele desenvolve um rico tecido de temas recorrentes, como em uma sinfonia. Ele desdobra a mensagem de Deus em passos para que cada aspecto seja entendido em relação ao restante do quadro. Isaías é um artista cuja tela é o coração do seu ouvinte” (Roy Gane).
“A ‘essência’ deste capítulo na Bíblia Sagrada dá este sentido, de maneira muito concisa: Cristo mostra que o abandono dos judeus não deve ser imputada a Ele, pela Sua capacidade de salvar, pela Sua obediência naquela missão e pela Sua confiança na ajuda do Pai. O profeta conclui com uma exortação à confiança em Deus, não em nós mesmos” (Matthew Henry).
O Senhor não desampara a humanidade. A vinda do Messias está predita em todo o livro de Isaías. Está chegando ao seu auge. Debruce na Palavra de Deus e confira o cumprimento das profecias!
Procura-se alguém para um determinado cargo. O candidato precisa preencher todos os requisitos, além de estar disposto a assumir o cargo. Veja:
1. Subordinação: Deus o Pai.
2. Expediente: Tempo integral.
3. Cargo: Salvador da humanidade.
4. Objetivo do Cargo: O trabalho consiste em salvar a humanidade, presente e futura, do pecado. Deve executar o trabalho sob condições terríveis. Ao fim da tarefa, a vida será sacrificada de forma muito cruel em benefícios alheio.
5. Detalhamento das atividades:
• Liderar um grupo de doze homens
• Curar enfermos, ressuscitar mortos, alimentar famintos.
• Pregar, ensinar e trabalhar pelos outros ininterruptamente.
• Levar os fardos e pecados dos pecadores.
• Morrer para que os condenados à morte possam viver.
6. Qualificações e competências:
• Requer-se carpintaria; preferência por pesca.
• Nunca suprimir a verdade; sempre falar com amor.
• Exibir grande dignidade, tanto e compaixão.
• Denunciar a hipocrisia, o pecado e a incredulidade.
• Nunca ser cruel ou rude.
• Tratar cada pessoa como se fosse especial.
7. Data da aprovação: 30 d.C.
Claramente, o único candidato possível para este cargo é Jesus. E se Ele rejeitasse o cargo? Ele aceitou. Não devemos rejeitar Sua autoridade!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 49 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 49 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/49
À reclamação de Israel de que Deus os esqueceu, Ele responde com algumas das palavras mais ternas encontradas em toda a Escritura: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei” (vv 15-16, ARA). Que amor incrível é esse!
Este lindo capítulo termina com um retrato poderoso dos exilados retornando para o lar. Novamente, um terno quadro de família é oferecido: “eles trarão os teus filhos nos braços, e as tuas filhas serão levadas sobre os ombros.” (v. 22b). Reis e rainhas os trarão e se prostrarão diante de ti (v. 23). Esses filhos da glória serão arrancados das garras do inimigo! Aleluia! O que poderia causar isso? A resposta é tão simples quanto tranquilizadora: porque Deus disse “contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos” (v. 25, ARA).
Não estamos sozinhos, pais. Nós nunca estivemos e nunca estaremos sozinhos – jamais! Jesus é Aquele que lutará contra o inimigo de nossos filhos em benefício da salvação deles! Aleluia!
Ron E M Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Ásia-Pacífico Norte
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=974
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara