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Comentário devocional:
Como os Salmos 91 e 92, este Salmo também fala acerca do julgamento final de Deus sobre os injustos. O Salmo deixa claro que os maus e arrogantes finalmente perecerão. Claramente ficará revelado o que era certo e o que era errado, o que era justo e o que era mau, porque a justiça finalmente será reestabelecida (v. 15).
Deus cuida dos justos, derrama sobre eles a Sua bondade e faz com que sintam o conforto de Sua presença “Não fosse a ajuda do Senhor, eu já estaria habitando no silêncio da morte” (v. 17, NIV). “O Senhor é a minha torre segura; o meu Deus é a rocha em que encontro refúgio” (v. 22, NVI).
No entanto, por detrás das maldades cometidas pelos homens, há um quadro mais amplo. Existe um conflito entre Cristo e Satanás. É importante perceber essa realidade. Os versos 20 e 21 mostram como os malfeitores condenam o inocente e planejam maldades utilizando as leis existentes. Eles se reúnem e tramam contra o sangue dos justos. Isso nos faz lembrar de como Cristo foi condenado e executado na cruz por pessoas ímpias.
Por trás de todo o mal encontramos a atuação de Satanás, o qual acabará por receber a destruição final. Devemos ampliar o nosso olhar a ponto de sermos capazes de ver o conflito cósmico que acontece ao nosso redor. Nós mesmos não somos, às vezes, apanhados na teia do mal por cultivarmos rancor contra alguém que nos prejudicou?
Se nos posicionarmos do lado do Senhor, Ele ficará do nosso lado no juízo para nos vindicar. No entanto, se não formos para Ele a fim de obtermos ajuda, compartilharemos com os ímpios do seu destino.
Sook -Young Kim
Kyungpook National University
Coréia do Sul
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/94 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/94/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 94 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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O salmista apela ao Senhor como juiz, para impor a justiça a malfeitores arrogantes, aqueles que Lhe são desobedientes. Bíblia de Genebra.
Deus é santo e justo; por isso, os ímpios não prevalecerão. O salmista apela para que Deus aja e detenha o fluxo do mal. Bíblia de Estudo Andrews.
Justiça é um tema maior nos salmos. O salmista louva a Deus porque Ele é justo; ele Lhe suplica que intervenha e traga justiça onde existe opressão e maldade; ele condena o ímpio que confia em sua fortuna; ele exalta os justos para com os vizinhos. A justiça nos salmos é mais do que apenas honestidade. É intervenção ativa em benefício do desamparado, especialmente o pobre. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Viúva … estrangeiro … órfãos. São as três classes que no oriente sempre estavam desamparadas por falta de parentes que lhes proporcionassem proteção, que fossem o “vingador” que exige justiça. A lei de Deus exige compaixão no seu cuidado (cf Tg 1.27). Bíblia Shedd.
7 O SENHOR não o vê. Os ímpios, em sua prosperidade, acredita que Deus não se importa com o que fazem. Bíblia de Genebra.
11 conhece os pensamentos do homem. O Senhor conhece até mesmo os pensamentos secretos, ocultos no coração (Sl 90.8). Bíblia de Genebra.
12, 13 Feliz é a pessoa que aprende as instruções divinas e aceita Sua disciplina, pois isso a guardará dos maus caminhos. A disciplina pode ser dolorosa, mas ensina bons hábitos, ajuda a colocar ordem na liberdade e estabelece limites adequados. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Agora percebe que é melhor ficar sob a disciplina de Deus, para depois entrar no descanso eterno (v.13), a ter a prosperidade material acima descrita que, longe de ser um sinal de estar fora do âmbito do castigo divino, é uma indicação de que o ímpio está caminhando para a sepultura eterna (13). Bíblia Shedd.
16 O salmo assume uma nota pessoal quando o autor se prepara para mencionar como Deus o livrou. Bíblia de Genebra.
17-19 Deus provê ajuda contra os malfeitores mas também dá vitória sobre o mal e provê conforto da ansiedade. Bíblia de Estudo Andrews.
17 no silêncio (NVI). Da morte. … Sem a ajuda de Deus, os ímpios teriam silenciado o salmista por colocá-lo na sepultura, mas agora é para os ímpios que a cova será cavada (cf. v. 13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 trono corrupto (NVI). Centro de autoridade que será usado para a iniquidade. O autor fala da injustiça no próprio governo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
trono da iniquidade (ARA). O trono de um rei que perverte a justiça. Todo rei de Israel tinha o dever de refletir o governo de Deus, particularmente a justiça e a compaixão divinas. Bíblia de Genebra.
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SALMO 94 – Você já viu injustiça usurpar o lugar da justiça? Notou que muitas vezes a corrupção parece mais forte que a honestidade? Percebeu que a maldade parece ofuscar a bondade?
Estas perguntas incomodam a muitos, principalmente aos cristãos. Mentes pensantes questionam aos crentes sobre a existência ou o caráter de Deus devido a existência de fatos incontestáveis em nossa sociedade cruel.
Conforme o Comentário Bíblico Adventista, o Salmo…
• …recorre a Deus em busca de resposta ao problema do aparente triunfo dos perversos (vs. 1-7);
• …dirige-se a líderes corruptos que se vangloriam da aparente indiferença de Deus frente ao problema citado acima (vs. 8-11);
• …busca uma resposta definitiva da proteção de Deus para o justo e para o triunfo da justiça (vs. 12-23).
O mal será exterminado. Seu fim está chegando. O pecado não irá aprisionar a ninguém mais.
Apesar disso, “Deus não é arbitrário”, pois Ele avisa e “está disposto a perdoar a todos os que se achegam a Ele. Mas não pode tolerar o mal indefinitivamente. A própria natureza deste último é destruidora e está voltada contra a vida […]. Aquele que vive de ódio e violência provavelmente também morrerá dessa maneira […]. A vingança de Deus não é somente justa, mas também é compassiva. A perpetuação do pecado arruinaria a felicidade do Universo e acabaria destruindo-o” (Rosalie Haffener Lee).
Considere…
1. Deus dá aos orgulhosos, estúpidos e arrogantes o que eles merecem.
2. Os espertos e lisos na prática de crueldades podem não ser descobertos e pegos agora, mas isso não significa que nunca responderão perante Deus os seus crimes.
3. Aqueles que se infiltram dissimuladamente entre o povo de Deus para explorá-los e insultar negligenciando a atuação do Deus do povo logo serão surpreendidos.
4. Deus sabe as intensões do coração e os pensamentos dos que praticam atos desprezíveis.
5. Homens e mulheres que permitem que a Palavra de Deus os instrua e corrija terão paz em meio à maldade, sentirão a presença confortadora de Deus e ficarão tranquilos sabendo que logo Deus agirá neste mundo.
6. Enquanto o dia do juízo não chega, os conversos a Deus encontram ânimo e segurança no presente desafiador.
7. Nada poderá driblar a Deus nem vencer definitivamente aos que Lhe pertencem.
Compartilhe isto! – Heber Toth Armí.
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“Bem-aventurado o homem, SENHOR, a quem Tu repreendes, a quem ensinas a Tua lei” (v. 12).
Quando estudamos a história de Israel e sua jornada, tanto no deserto quanto em Canaã, por inúmeras vezes nos deparamos com a intervenção divina quando o assunto era rebelião. Deus advertia, o povo se rebelava, e as consequências surgiam. Em não poucos casos, percebemos que a ira divina era convertida em misericórdia a cada vez que o povo se arrependia. Deus o perdoava, o povo voltava a obedecê-Lo e, passado algum tempo, geralmente uma ou duas gerações, e voltava a rebelar-se. E assim o SENHOR suportou este povo por séculos e séculos, repreendendo-os, ensinando-os e, acima de tudo, amando-os.
O salmista suplica ao “Deus das vinganças” (v. 1). Pela primeira vez encontramos esta expressão referindo-se a Deus, num pedido desesperado por justiça. A palavra VINGANÇA significa “ato de punir, castigo” pelo prejuízo causado pela parte culpada. Na ótica humana, vingança se refere a punir alguém pelo mal que causou. Porém, muitos esquecem que Deus não vê como vê o homem.
Quando a Bíblia diz: “A Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o SENHOR” (Romanos 12:19), não está afirmando que Deus faz vingança contra pessoas, mas contra o mal que nelas está. A vingança divina é sempre manifestada contra o pecado, e não contra o pecador. O pecador apenas sofre o “salário do pecado” (Romanos 6:23) que recusou-se a abandonar.
Nós servimos a um Deus misericordioso que tem prazer em nos ensinar a Sua lei, ainda que para isso precise nos repreender, pois toda a Palavra de Deus foi por Ele inspirada e é “útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (II Timóteo 3:16). Isto é, a Bíblia não é um livro comum para lermos e aceitarmos o que nos convém. A Bíblia é a palavra que sai da boca do SENHOR para nos garantir a vitória sobre o mal e nos ensinar o que precisamos aprender e não o que queremos.
Para todo aquele que vive cada dia como mais uma oportunidade de nEle crescer, de nEle aprender e dEle depender, não há o que temer quanto à Sua vingança. Deus jamais manifestou e nem manifestará o Seu juízo sem antes advertir expressa e persistentemente o pecador. Portanto, quando o SENHOR nos repreende, não somos por Ele acusados, e sim AMADOS. Prefira sempre ser repreendido por Deus do que ser acariciado pelo mal.
Bom dia, bem-aventurados!
Desafio do dia: Leia Efésios 6:12 e veja que Deus espera que o mesmo senso de vingança divino seja praticado por você com relação aos seus semelhantes, pois a nossa luta também não é contra pessoas.
*Leiam #Salmo94
Rosana Garcia Barros