Reavivados por Sua Palavra


Juízes 5 by jquimelli
12 de fevereiro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Em Juízes 5, Débora e Baraque cantam um dueto, um “cântico novo ao Senhor” como diz Salmo 96:1. Um bonito exemplo de louvor a Deus: novo, atual e específico.

Débora e Baraque poderiam ter cantado o hino de Miriam, da libertação de Deus de Israel no Mar Vermelho. Em vez disso, compuseram uma nova canção, detalhando o que Deus havia acabado de realizar por eles. Ao relatar na canção o que Deus havia feito a Israel, ao libertá-los de Sísera, eles honraram ao Deus do presente, o Grande EU SOU [YWHW].

Devemos cantar a respeito do que Deus fez por nós no passado, mas também devemos cantar canções novas, a respeito do que Deus tem feito por nós agora. Muitas vezes eu falho em não escrever, não registrar, os poderosos atos de Deus na minha vida no presente. E quando eu falho em lembrar como Deus tem conduzido a minha vida, começo a temer pelo futuro.

Que possamos cantar novas músicas para o Senhor, canções pessoais que detalhem como Deus está trabalhando especificamente em nossas vidas hoje.

Brennon Kirstein
Capelão da Southern Adventist University

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/jdg/5 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/5 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jdg/5/
Texto original expandido em:https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/11/17/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Juízes 5
Comentário em áudio
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Patriarcas e Profetas, cap. 7



Juízes 5 – Comentário Pr Heber Toth Armí by pastorheber
12 de fevereiro de 2016, 0:45
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JUÍZES 5 – Ao ser respondida a oração feita a Deus, geralmente gera adoração. O clamor a Deus resulta em gratidão no coração, o qual extravasa em louvor.

Débora cantou porque o povo orou! Merril F. Unger divide esta inspirada versão poética da seguinte forma: DÉBORA…

1. …entoa louvores ao Senhor de modo vívido (vs. 1-5);
2. …descreve a condição do povo e sua libertação (vs. 6-11);
3. …celebra a vitória e os vitoriosos (vs. 12-22);
4. …saúda a destruição do inimigo (vs. 23-31).

Orações rompem maldições, libertam de opressões, e abalam o império do inimigo; contudo, por que deixar de lado esse recurso tão poderoso? Israel ficou 20 anos sofrendo por negligenciar a oração durante estes anos.

• Reflita: Qual é tua situação? Até quando vais ignorar a oração? Clame com mais fervor ao Senhor?

Observe esta análise realizada por Jack W. Hayford: “Faça sua escolha, pois todas têm má fama. A sociedade não vê com bons olhos nenhuma destas palavras:

“Deus.

“Igreja.

“Bíblia.

“Jesus.

“Oração.

“A maioria indaga sobre a primeira, desgosta-se com a segunda, não consegue entender a terceira, usa a quarta para maldizer.

“Depois… ineficaz ou imperfeitamente, todos nós tentamos a última”.

O que mais me impressiona não é a resposta da oração, mas, mesmo após tentarmos tudo, esgotarmos nossos recursos, deixar Deus de lado por anos, mas ao lembrarmos dEle e orarmos, Ele nos atente e nos surpreende! Portanto…

• Ore e comemore com Débora. Celebre o poder divino! “Débora comemorou a vitória num cântico muito exaltado e sublime. Ela atribuiu a Deus toda a glória do livramento deles, e mandou que o povo O louvasse por Suas obras maravilhosas” (Ellen G. White).

• Glorifique/testemunhe a/de Deus com Débora. Em seu cântico inspirado Débora “conclamou os reis e príncipes das nações ao redor para que ouvissem o que Deus realizara em favor de Israel, e ficassem advertidos quanto a não causar-lhe dano. Ela mostrou que a honra e o poder pertencem a Deus, não a homens e a seus ídolos. Descreveu as extraordinárias manifestações da majestade e do poder divino exibidas no Sinal. Expôs perante Israel sua indefesa e aflitiva condição, sob a opressão dos inimigos, e relatou com veemente linguagem a história de sua libertação” (White).

Precisamos orar mais a Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Juízes 5 – Comentários selecionados by jquimelli
12 de fevereiro de 2016, 0:30
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cantaram Débora e Baraque. O cântico de Débora é reconhecido como um dos melhores exemplos de uma ode de triunfo, preservada na literatura hebraica. Bíblia Shedd.

…famoso por sua antiguidade e pela sua notável qualidade literária. Bíblia de Genebra.

A letra desses cânticos chega a nós em forma de poesia do hebraico arcaico, difícil de traduzir. Bíblia de Estudo Andrews.

de Seir, marchando desde o campo de Edom. Ponto de partida de Israel para as batalhas de conquista (Dt 33.2) [O monte Seir era a cordilheira principal que passava por Edom]. Deus é retratado como o grande guerreiro indo à frente do Seu povo. Bíblia de Genebra.

os céus gotejaram. Talvez uma referência ao aguaceiro  que contribuiu para a derrota dos cananeus. Bíblia Shedd.

o Sinai. Uma lembrança da manifestação de poder divino nesse monte (Êx 19:16-19). Bíblia de Estudo Andrews.

Ver Sl 68.8. Um terremoto e uma tempestade surgiram quando Deus apareceu no monte Sinai (Êx 19.16-18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-8 Descreve a condição desolada da região norte  de Israel, sujeita à extorsão dos cananeus.

cessaram as caravanas (ARA; NVI: “as estradas estavam desertas”). Por causa das guarnições inimigas e dos bandos de assaltantes… as estradas eram inseguras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

ficaram desertas as aldeias  em Israel (ARA; NVI: “já tinham desistido os camponeses”). Já tinham fugido para as cidades muradas, buscando proteção. Bíblia de Estudo NVI Vida.

levantei-me por mãe em Israel. Os príncipes não assumiriam a liderança (subentendido no v. 2), mas uma mulher foi suscitada para conduzir Israel. Contrastar esse “mãe em Israel” com a desesperançosa mãe de Sísera (v. 28). Bíblia de Genebra.

Escolheram-se deuses novos. Essa é uma representação poética do cilco do pecado e do castigo (2.11-19). A idolatria sempre traz sofrimento à cidade. Bíblia de Genebra.

O motivo da miséria é sempre a substituição do único Deus por deuses falsos. Bíblia Shedd.

não se via escudo nem lança entre quarenta mil em Israel. Os cananeus, como os filisteus posteriormente, proibiram todo o comércio dos ferreiros e o armamento entre os hebreus. Dificilmente se encontrava um escudo ou lança em bom estado entre os 40 mil homens do exército. Essa política eliminava todo perigo de reação por parte dos hebreus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 342.

10 Vocês, que cavalgam em brancos jumentos. Alusão aos nobres e aos ricos (v. 10.4; 12.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jumentas eram cavalgadas pela nobreza; o cântico é dirigido aos chefes mencionados nos vs. 2, 9. Bíblia de Genebra.

13-18 Os guerreiros do Senhor que se reuniram para a batalha. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Maquir. O primogênito de Manassés (Js 17.1). …a referência aqui diz respeito àqueles a oeste do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 grande discussão. A falta da participação de Rúben, Gileade, Dã e Aser (v. 17) demonstra que Israel não estava unido. Bíblia de Genebra.

15c-17 Denúncia merecida vem sobre as tribos que colocaram sua segurança individual acima do desafio dos seus irmãos. Bíblia Shedd.

17 Gileade. O país do outro lado do Jordão, ao sul e ao leste do mar da Galileia. É tratado aqui como se fosse uma das tribos. O escritor aparentemente utilizou a palavra “Gileade” em lugar de Gade, a tribo que habitava nesse território.CBASD, vol. 2, p. 344.

16 Por que ficaste entre os currais… ? Os israelitas que viviam a certa distância do conflito não se envolveram quando sua ajuda foi necessária. Bíblia de Estudo Andrews.

19 Vieram reis. Uma aliança de reis de cidades, com suas forças armadas, juntaram-se a Jabim, rei de Hazor, principal cidade da região norte. Bíblia Shedd.

Megido. Por causa de sua localização estratégica, a “planície de Megido” (2Cr 35.22) tem sido um campo de batalha frequente desde os primórdios. Ali, o faraó Tutmés III derrotou uma coligação cananéia em 1468 a.C., e ali, em 1917 c.C., os britânicos comandados pelo general Allenby pôs fim ao domínio dos turcos na Palestina ao vencê-los no vale de Jezreel defronte a Megido. Na história bíblica, as forças de Israel comandadas por Débora e Baraque esmagaram os cananeus “junto às águas de Megido” (v. 19), e ali morreu Josias, o bom rei de Judá, numa batalha contra o faraó neco II, em 609 a.C. (2Rs 23.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

[Nota: Alguns comentaristas evangélicos consideram que a referência em Ap 16.16 ao “lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom”, como o local da “batalha do grande dia do Deus todo-poderoso”, Ap. 16:14, se refira ao monte Megido. Teólogos adventistas, no entanto, consideram que a batalha do Armagedom faça referência ao evento que começou no monte ao lado, o monte Carmelo, ou seja, a grande batalha entre o bem e o mal  nas pessoas de Elias e Acabe e seus profetas, que terminou com a morte dos profetas de Baal no riacho do Quisom, aos pés de Megido, 1Rs 18. Ou seja, o Armagedom será uma questão de adoração ou não ao Deus verdadeiro, envolvendo a observância de Sua vontade como expressa em Seus mandamentos e não uma guerra literal de uma confederação de países contra Israel, como muitos interpretam. Mais informações em CBASD, vol. 7, p. 937 e 938 e nas Lições da Escola Sabatina de 1989 e 1996 e Seminário Revelações do Apocalipse, ambos compilados em formato zip/pdf aqui (pesquise as várias ocorrências do termo Armagedom).]

20 Desde os céus pelejaram as estrelas. Ou seja, os poderes do céu ajudaram o povo de Deus a vencer a batalha. Bíblia de Estudo Andrews.

23 amaldiçoaram a Meroz. Os israelitas que habitavam em Meroz não fizeram nada para ajudar o exército de Baraque e Débora, embora morassem perto de onde ocorreu a batalha. A negligência voluntária era pecado. Por não terem agido como israelitas, sofreriam a mesma maldição lançada sobre os cananeus. Bíblia de Estudo Andrews.

Essa cidade israelita em Naftali foi amaldiçoada por causa de sua recusa de ajudar o exército do Senhor. Outras cidades também foram severamente castigadas por se recusarem a participar das guerras do Senhor (ver 8.15-17; 21.5-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 coalhada. Leite artificialmente azedado sacudindo-se leite num odre de couro e depois deixando-o fermentar (devido às bactérias que permaneciam no odre depois do uso anterior). Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 martelo (NVI). O quadro seguinte surge da combinação desse relato poético da ação de Jael com a descrição literal de Juízes 4:2. Enquanto Sísera dormia, Jael se aproximou silenciosamente e o golpeou com um martelo, quebrando sua cabeça. Apesar de ferido mortalmente, lutou a seus pés. De acordo com Juízes 5:27, ele se encurvou (no hebraico, kara’, “curvar-se sobre os joelhos”), e ali morreu (literalmente, “tratado com violência”). Depois disso Jael perfurou-lhe as têmporas com a estaca, prendendo-o ao chão. Não é possível saber quanto da linguagem desse poema é literal. CBASD, vol. 2, p. 345.

28-30 A ansiedade no coração provocada pela demora do comandante cananeu é dramatizada pela conversa imaginada da mãe de Sísera, consigo e com as damas. Uma vez que era o costume do capitão supervisionar a distribuição dos despojos, é sugerido que a demora seria devido à vastidão dos despojos. Bíblia Shedd.

30 uma ou duas moças, a cada homem. A palavra hebraica traduzida por “moças” nesta passagem se refere a mulheres capturadas para servir de objetos sexuais nas mãos de Sísera e de suas tropas. Bíblia de Estudo Andrews.

estofos de várias cores. Os artigos mais finos e valiosos eram reservados para o comandante. Bíblia Shedd.

31 O cântico termina com uma oração para que a presente vitória seja o modelo em todas as batalhas futuras contra os inimigos do Senhor (ver Nm 10.35; Sl 68.1, 2).

os que Te amam. A conclusão do cântico se torna clara: os que se rebelam contra o Senhor perecem; porém os que O amam e servem-nO serão exaltados como o Sol (cf Dn 12.3). Bíblia Shedd.

quarenta anos. Número convencional de anos para representar uma geração. Bíblia de Estudo NVI Vida.

a terra ficou em paz. Como teria sido conveniente se o povo, nesse período de sossego, tivesse andado no caminho do Senhor. A lição para hoje é de que, neste tempo de relativa paz, a igreja de Deus é desafiada a viver de acordo com a luz da verdade presente e, assim, acelerar o término da obra de Deus e a consumação do destino glorioso do povo remanescenteCBASD, vol. 2, p. 346.




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