Reavivados por Sua Palavra


I Samuel 15 – Comentário Pr Heber Toth Armí
18 de março de 2016, 0:45
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I SAMUEL 15 – Sabemos advogar nossa causa. Criamos mecanismos de defesas para anestesiar até nossas atitudes mais horrendas.

“Alguém já disse que a ‘racionalização’ é uma técnica mental que permite que sejamos injustos com os outros sem que nos sintamos culpados. Gosto dessa definição. No entanto, ela é simplista demais” – expressa Gene Getz. E, continua: “Há algo mais envolvido. A racionalização é uma maneira de nos auto-enganarmos”.

Assim, Gene Getz diz do capítulo em análise:

“Quando Saul foi ungido rei, o Senhor o instruiu a destruir os amalequitas, pois eles haviam atacado impiedosamente os filhos de Israel no deserto. Ele não deveria poupar nada, nem mesmo seus ‘bois e ovelhas, camelos e jumentos’” [v. 3].

“Infelizmente, Saul desobedeceu ao Senhor. Ele reteve ‘o melhor… tudo o que era bom’ (v. 9). O Senhor ficou insatisfeito com aquilo – assim como Samuel. Em meio a sua dor, Samuel foi ver Saul e o confrontou com sua desobediência”.

“Ele racionalizou e colocou a culpa em seus homens. Ele disse a Samuel: ‘Os soldados os trouxeram dos amalequitas; eles pouparam o melhor das ovelhas e dos bois para sacrificarem ao Senhor, o teu Deus’ (v. 15, NVI)”.

Percebeu? – “Teu”, não “meu/nosso” Deus!

Ousadia, atrevimento e insubordinação de Saul a Deus e às Suas orientações tornaram-no inadequado à regência do povo do qual nasceria o Messias – o Filho de Deus encarnado.

Note este esboço feito por Merril F. Unger:

1. Saul é incumbido de exterminar Amaleque (vs. 1-8);
2. Desobediência e rejeição de Saul (vs. 9-31);
3. Destruição de Agague (vs. 32-33);
4. Samuel se afasta de Saul (vs. 34-35).

Convite à reflexão:

• Pecados acabam conosco…

• Afastar culpas usando desculpas – ainda que lógicas, inteligentes e racionais –, não isenta ninguém das consequências fatais de nossos erros.

• Os orgulhosos, quando confrontados por um servo de Deus, inventam várias respostas que não coadunam com sinceridade, arrependimento e confissão, mas com racionalização.

• Coração audacioso/astuto torna a consciência do pecador impenetrável diante da repreensão, deixando o indivíduo perdido, inalcançável pelo perdão divino.

• Por mais excelente/nobre que seja a racionalização (sacrificar ao Senhor), não nos torna obedientes diante de Deus.

• Atitudes impenitentes afastam pecadores do Senhor deixando espaço livre ao tentador.

• Diante do Senhor, não adianta “o jeitinho brasileiro”.

“Senhor, reconheço meus erros. Perdoa-me” – Heber Toth Armí.



Rute 4 – Comentário Pr Heber Toth Armí
3 de março de 2016, 0:45
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RUTE 4 – Deus não é machista e, nem tampouco a cultura bíblica. Além disso, a Bíblia não é exclusivista, ou regionalista. Rute era mulher, pagã, estrangeira, descendente de incesto (relação sexual da filha com o pai – ver Gênesis 19:37).

• “O livro de Rute é, em essência, um relato acerca de uma mulher, um livro sobre o qual Deus colocou seu selo de aprovação ao incluí-lo na biblioteca divina” (J. Vernon McGee).

Merril F. Unger destaca três pontos deste capítulo:

• O parente mais próximo renuncia ao seu direito (vs. 1-8).
• Boaz efetiva o resgate e casa com Rute (vs. 9-17).
• Genealogia messiânica (vs. 18-22).

“O livro de Rute conclui com uma curta genealogia, ligando Perez (filho de Judá) com Davi. Obede, filho de Rute e Boaz, torna-se o pai de Jessé, e Jessé, o pai de Davi, o maior rei de Israel. O próprio Messias viria ao mundo mil anos depois do grande monarca, sendo chamado filho de Davi”, comenta Hernandes Dias Lopes. E, então, acrescenta:

“O autor do livro de Rute não olha apenas para Obede, ele levanta seus olhos e vê mais além. Ele olha para a história da redenção. Deus não estava trabalhando apenas para prover bênçãos materiais a Noemi, Rute e ao povo de Belém. Ele estava preparando o cenário para a chegada de Davi… O nome Davi trazia consigo a esperança do Messias em um novo tempo de paz, justiça e liberdade, em que o pecado e a morte seriam vencidos. O livro de Rute abre as cortinas da esperança e aponta para Jesus”.

Sendo assim, se você, como…

• …Noemi, afastou-se do povo de Deus, retorne imediatamente!
• …Rute, precisa unir-se ao povo de Deus, faça-o imediatamente!

A história de Rute é uma grande história em poucos capítulos. Entretanto, extraímos extraordinárias lições para nossa vida, fé e caminhada rumo ao Salvador que quer transformar-nos! Quer fazer a máxima diferença? Deixe a Bíblia reger cada momento de tua existência!

• Alguém disse: “A maioria das pessoas quer mudar o mundo para melhorar sua vida. Quanto esforço mal empregado. Se tão somente se melhorassem a si mesmas, estariam melhor e também o estaria o mundo”.

Aceitar Jesus fez a diferença na vida de Rute! Aceite-O também de coração; então, teu viver será bem diferente! – Heber Toth Armí.

Escreva o que mais te impressionou lendo, meditando e aprendendo no livro de Rute…



JUÍZES 15 – Comentário Pr Heber Toth Armí
22 de fevereiro de 2016, 10:08
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JUÍZES 15 – Aqueles que empenham-se em conhecer a Bíblia descobrirão que suas ações contrárias às orientações da Bíblia resultam em destruição da vida.

Leia, estude, medite e reflita nos princípios divinos da história de Sansão. Não permita que os prazeres deste mundo faça que tua vida seja uma pura ilusão, desembocando num mar de frustração, amargura e decepção.

1. Não é sábio envolver-se com pessoas que não têm princípios, tais pessoas têm comportamentos tão cruéis que é de arrepiar os cabelos: A mulher de Sansão já havia sido dada a outro homem quando ele voltou “arrependido” reconciliar-se com ela e sua família. Irado, ele queimou plantações dos filisteus com 300 raposas; furiosos, os filisteus queimaram a mulher que era de Sansão e o pai dela. Sansão também se vingou deles por isso (vs. 1-8).

2. Um homem de muitas habilidades, orgulhoso, prepotente e arrogante, geralmente não têm amigos; vive uma vida solitária e só se mete em confusão. Os filisteus odiavam a Sansão e, inclusive os judeus o consideravam como inimigo. Os homens da tribo de Judá amarraram a Sansão e o entregaram aos filisteus (vs. 9-13).

3. Deus é misericordioso com Seu povo mesmo quando este está vivendo sob a regência do pecado, indiferença e comprometido com o mal. O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, o qual soltou-se das cordas, tomou uma queixada de jumento e arrasou com mil homens inimigos do povo de Deus (vs. 14-20).

É impressionante neste relato a misericórdia divina. Quando alguém louva a si mesmo pelas vitórias que Deus concedeu, Deus permite que necessidades o alcance objetivando levá-lo a reconhecer sua dependência do Autor da vida e das habilidades (vs. 15-19).

Síntese:

• Os sentimentos nos enganam.
• A vingança não é solução, causa mais confusão.
• A vitória e a salvação originam em Deus, sempre!

“Fisicamente falando, Sansão foi o homem mais forte da Terra; mas no domínio de si mesmo, na integridade e firmeza foi um dos mais fracos. Muitos tomam erradamente as paixões fortes como caráter forte; mas a verdade é que aquele que é dominado por sua paixão, é homem fraco. A verdadeira grandeza do homem é medida pela força de sentimentos que ele domina e não pelos sentimentos que o dominam” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Juízes 9 – Comentário Pr Heber Toth Armí
16 de fevereiro de 2016, 0:45
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JUÍZES 9 – Injustiças. Promiscuidades. Imoralidades. Brutalidades. Sangue. Guerra. Opressão. Humilhação. Retaliação. Sofrimento. Angústia. Clamor, etc. Tudo está presente em nossa sociedade; como esteve nos tempos dos Juízes.

• Em Juízes, líderes políticos eram tão corrutos quanto os nossos. Consequentemente, o povo padece, fica sem parâmetros corretos e descamba para o mal.

Sobre o capítulo em apreço, Paul R. House destaca:

“O filho de Gideão, Abimeleque, não possui nenhum escrúpulo em tornar-se. Ele toma o poder e governa por três anos antes de perder a vida nas mãos de uma mulher que atira uma pedra de moinho na sua cabeça […]. Abimeleque não não é escolhido por Deus, não protege o povo, não segue a Lei e não leva a nação a servir ao Senhor […]. É igualmente verdadeiro que os constituintes de Abimeleque como rei são oportunistas interesseiros. São pessoas que, como Abimeleque, não têm qualquer vontade de servir Yahweh, de forma que tanto essas pessoas quanto o rei estão teológica e eticamente falidos. A reação divina é retribuir a impiedade de Abimeleque e de quem lhe outorgou poder”

Reflexão:

• Por que existe na Bíblia o livro de Juízes?
• Que mensagem Deus quer nos transmitir?
• Por que tantos personagens um pior que o outro?
• Que vantagem tem para nós ler sobre pessoas corruptas do passado?
• Por que o Espírito Santo dedicou-se a inspirar essas páginas de relatos tão sangrentos e depravados?
• Que graça tem ler sobre tantas desgraças?

Note o que Arthur E. Cundall observou:

“Muitos acontecimentos em Juízes entristecem ao leitor. Talvez nenhum outro livro da Bíblia demonstre tão claramente a fragilidade humana. Em contrapartida, o livro apresenta sinais inconfundíveis da compaixão e da paciência divina”.

• A Bíblia é como um manual de instrução que visa orientar-nos, repreender-nos, corrigir-nos e salvar-nos. Nela encontramos um Deus disposto a ajudar-nos, por amor, misericórdia e graça. Sendo que a realidade dos tempos dos juízes se assemelha a nossa sociedade, prova que o livro é mais atual que o jornal que ainda circulará amanhã!

“Podemos perceber, ao refletir sobre a vida desses salvadores menores, a necessidade de um Salvador supremo em nossa época atual, alguém de vida pura e capaz de libertar com perfeição, não apenas para esta vida passageira, mas para toda a eternidade” (Cundall).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Juízes 8 – Comentário Pr Heber Toth Armí
15 de fevereiro de 2016, 23:30
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JUÍZES 8 – Por melhores que as pessoas sejam aqui neste mundo, a tendência mais forte será sempre para o mal. Infelizmente… Decepcionante!

A parte boa é que a Bíblia não esconde “os podres” de seus personagens. Observe, nestes dez pontos, as últimas informações sobre o juiz e libertador Jerubaal, conhecido por Gideão:

1. Reclamação dos efraimitas por Gideão não tê-los convidado à guerra (v. 1);

2. Gideão parabeniza os efraimitas por ter ajudado a batalhar contra os inimigos fugitivos (vs. 2-3);

3. Destemidamente, Gideão arrasou Sucote e Penuel por não ajudar seu esgotado exército (vs. 4-17);

4. Após executar dois reis midianitas – Zeba e Salmuna, Gideão partiu para vingar seus irmãos (vs. 18-21).

5. Realizados pelo sucesso de Gideão, os israelitas o convidaram para reinar sobre eles; porém, ele recusou com base teológica (v. 23);

6. A despeito de sua resposta correta sobre reinar, Gideão fez estola sacerdotal, a qual tornou-se objeto de adoração – idolatria – na cidade de Ofra (vs. 24-27);

7. Pelo poder divino, Gideão promoveu a paz em Israel por 40 anos (v. 28);

8. Gideão tornou-se polígamo, tomou para si muitas mulheres. Teve um filho com uma concubina que se tornou líder perverso (vs. 29-31);

9. Após a morte de Gideão, os filhos de Deus descambaram novamente; trocaram a adoração a Deus por deuses fabricados por homens (v. 33);

10. Israel esqueceu-se de Deus e desprezou a família de Gideão, o qual tanto fez pelo povo (vs. 34-35).

Devemos aprender com os acertos e os erros de Gideão. Nem tudo o que Deus revelou em Sua palavra em relação ao comportamento daqueles que Ele usou deve ser aplicado a nossa vida.

Precisamos…

• …começar bem e terminar bem a jornada da fé;
• …pedir discernimento a Deus para enxergar nossas falhas de caráter;
• …de reavivamento e reforma espirituais!

Aprendamos ainda que, a vida é injusta. Gideão foi questionado pelos efraimitas (vs. 1-3), ridicularizado pelos habitantes de Sucote e Penuel (v. 15), e, finalmente, esquecido pelo seu povo (v. 35).

Assim, quando você fizer algo bom pelas pessoas e ninguém reconhecer ou agradecer-te, não fique chateado! Deus faz um espetáculo a cada amanhecer e sua plateia dorme; ou mesmo no entardecer, e Seu povo prefere fazer qualquer coisa, menos contemplar sua obra de arte! – Heber Toth Armí.



Juízes 6 – Comentário Pr Heber Toth Armí
13 de fevereiro de 2016, 0:45
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JUÍZES 6 – O Deus da graça não se limita com a desgraça humana. Ele entra em cena em nossa desgraça para outorgar-nos Sua preciosa graça.

1. Quando o povo de Deus pratica o mal, o mal toma conta. Assim, mesmo com boas intenções e empenho no trabalho, os resultados serão ruins (vs. 1-5).

2. A vida coletiva do povo de Deus reflete a vida particular junto a Deus. Não é possível ter vida no culto sem culto na vida. Dificilmente se verá entusiasmo na casa de Deus, se em casa não estamos sinceramente entusiasmados com Deus. Deus repreende tal atitude (vs. 6-10).

3. Contudo, no caos da desgraça humana Deus mostra-Se amoroso e cheio de graça, ao levantar alguém para livrar Seu povo quando este clama por Ele em desespero (vs. 11-40).

Observe: Temos a tendência de enfatizar tão-somente aspectos positivos dos heróis bíblicos; consequentemente consideramos Gideão exemplo de…

• Homem esforçado (v. 11);
• Conhecedor da história (v. 13);
• Humildade (vs. 14-15);
• Generosidade (v. 18);
• Submissão (v. 20);
• Prudência (v. 27);
• Coragem (7:16);
• Valentia (7:17).

Entretanto, com olhar mais atento, nota-se nele uma pessoa questionadora, cheia de dúvidas – inclusive teológicas –, acusador de Deus (v. 13). Deus o elogia e confere-lhe a missão com garantia de sucesso (v. 14), mas ele arranja desculpas esfarrapadas (v. 15). Deus reitera a garantia de sucesso; porém, ele embroma, faz-se de coitado (vs. 16-24).

Mesmo após Deus revestir Gideão com poder do Espírito para combater a idolatria em Israel, ele pediu provas e mais provas a Deus: Que insegurança! (vs. 25-40). Contudo, Deus o usou! Surpreendente, não?

O livro de Juízes apresenta nitidamente o lado negativo da humanidade, inclusive do povo de Deus. Por outro lado, “a mais positiva mensagem do livro de Juízes é a persistência e paciência do amor de Deus. Seu povo O abandonava, por qualquer coisa, e Ele estava sempre disposto a recebê-lo de volta” (Roy E. Gane).

A boa notícia é que Deus não mudou; a péssima, o ser humano também não! Por isso, Gane diz: “As lutas do povo de Deus naquele tempo correspondem às batalhas do povo de Deus em todos os tempos, principalmente dos nossos, um pouco antes da peleja final contra as forças unidas do mal”.

Confie em Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Juízes 5 – Comentário Pr Heber Toth Armí
12 de fevereiro de 2016, 0:45
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JUÍZES 5 – Ao ser respondida a oração feita a Deus, geralmente gera adoração. O clamor a Deus resulta em gratidão no coração, o qual extravasa em louvor.

Débora cantou porque o povo orou! Merril F. Unger divide esta inspirada versão poética da seguinte forma: DÉBORA…

1. …entoa louvores ao Senhor de modo vívido (vs. 1-5);
2. …descreve a condição do povo e sua libertação (vs. 6-11);
3. …celebra a vitória e os vitoriosos (vs. 12-22);
4. …saúda a destruição do inimigo (vs. 23-31).

Orações rompem maldições, libertam de opressões, e abalam o império do inimigo; contudo, por que deixar de lado esse recurso tão poderoso? Israel ficou 20 anos sofrendo por negligenciar a oração durante estes anos.

• Reflita: Qual é tua situação? Até quando vais ignorar a oração? Clame com mais fervor ao Senhor?

Observe esta análise realizada por Jack W. Hayford: “Faça sua escolha, pois todas têm má fama. A sociedade não vê com bons olhos nenhuma destas palavras:

“Deus.

“Igreja.

“Bíblia.

“Jesus.

“Oração.

“A maioria indaga sobre a primeira, desgosta-se com a segunda, não consegue entender a terceira, usa a quarta para maldizer.

“Depois… ineficaz ou imperfeitamente, todos nós tentamos a última”.

O que mais me impressiona não é a resposta da oração, mas, mesmo após tentarmos tudo, esgotarmos nossos recursos, deixar Deus de lado por anos, mas ao lembrarmos dEle e orarmos, Ele nos atente e nos surpreende! Portanto…

• Ore e comemore com Débora. Celebre o poder divino! “Débora comemorou a vitória num cântico muito exaltado e sublime. Ela atribuiu a Deus toda a glória do livramento deles, e mandou que o povo O louvasse por Suas obras maravilhosas” (Ellen G. White).

• Glorifique/testemunhe a/de Deus com Débora. Em seu cântico inspirado Débora “conclamou os reis e príncipes das nações ao redor para que ouvissem o que Deus realizara em favor de Israel, e ficassem advertidos quanto a não causar-lhe dano. Ela mostrou que a honra e o poder pertencem a Deus, não a homens e a seus ídolos. Descreveu as extraordinárias manifestações da majestade e do poder divino exibidas no Sinal. Expôs perante Israel sua indefesa e aflitiva condição, sob a opressão dos inimigos, e relatou com veemente linguagem a história de sua libertação” (White).

Precisamos orar mais a Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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