Comentário devocional:
Hiram, rei de Tiro, havia sido como um irmão para Salomão e tinha fornecido madeira de cedro do Líbano para a construção do Templo. Mas aqueles dias ficaram no passado. A perversa Jezebel veio de Tiro e os seus habitantes se alegraram com a queda de Jerusalém.
Os cedros deram a Tiro os recursos de que precisava para explorar seu status como uma influente cidade portuária e tornar-se um estado mercantil poderoso, não inferior ao que é hoje a moderna Cingapura. Não tão encantadora, com certeza, mas igualmente próspera.
No entanto, esta prosperidade não iria durar. Os babilônios que haviam destruído a Jerusalém também haveriam de destruir a Tiro. A cidade ficaria sufocada com a poeira que os cavalos da Babilônia iriam levantar. Os exércitos iria invadir a cidade como uma onda crescente. E grandes ondas eram algo que Tiro compreendia muito bem.
Babilônia sitiou e tomou a cidade. Alguns elementos da previsão levaram algum tempo para se concretizar. A cidade foi reduzida ao pó, e até mesmo o pó foi varrido para o mar pelos soldados de Alexandre a fim de que uma ponte fosse construída para permitir aos exércitos inimigos a vitória sobre a parte da cidade que ficava numa ilha. Com o tempo todas as palavras do Senhor contra Tiro se cumpriram.
O esplendor da cultura e da civilização de Tiro nunca mais não seriam os mesmos e o império jamais seria revivido. De Deus não se zomba.
Aqueles que ferem o Seu povo ferem a Ele também e receberão o castigo divino. Se hoje ou no futuro, é uma mera questão de tempo.
Caso você se encontre perseguido por pessoas sem Deus no coração não tenha medo. A sua vitória já está prometida e garantida pelo sangue de Jesus. É apenas uma questão de tempo.
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/26/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 26
Comentário em áudio
Filed under: profecias, testemunho, verdade | Tags: escolhas, fidelidade, juízo, rebeldia
Comentário devocional:
O ministério do profeta Ezequiel se estendeu por quase o mesmo tempo que o de Daniel; ambos foram profetas durante o exílio babilônico. Enquanto Daniel se manteve como estadista na corte da Babilônia, Ezequiel recebeu mensagens divinas entre os exilados. Em Ezequiel 12, vemos o profeta encenando a mensagem de Deus através de uma apresentação dramática que deveria atrair a atenção e estimular o pensamento do povo a discernir o significado da mensagem.
O profeta Ezequiel usa o método dramático de apresentar a mensagem de Deus por causa da natureza rebelde dos israelitas. Eles chegaram a uma posição onde tendo olhos, não viam, e tendo ouvidos, não ouviam. Haviam perdido a sensibilidade moral para discernir as mensagens de aviso de Deus.
O foco da mensagem apresentada é a desgraça iminente dos judeus que ainda permaneciam em Judá e o cativeiro do rei Zedequias. Esta mensagem profética, como em outras vezes, é dada para preparar as pessoas, alertá-las sobre o futuro e aceitar as mensagens de Deus. Enquanto Ezequiel advertia os exilados na Babilônia, Jeremias (Jer 34:2-3) revelava sua mensagem a Zedequias de que os babilônios estavam vindo para destruir Jerusalém.
A representação do profeta encontra cumprimento exato na captura de Zedequias, ao tentar ele escapar por um buraco na parede, à noite, e depois ao ter os olhos vazados pelo rei Nabucodonosor em Ribla (v. 12). Embora Zedequias tenha sofrido este destino cruel nas mãos dos babilônios, Deus teve misericórdia em deixá-lo viver e, como prometido através de Jeremias, morrer em paz e não pela espada (Jer 34:4, 5).
Após a captura de Zedequias, muitos judeus foram espalhados e dispersos entre as nações. Mas foram relativamente poucos estes que escaparam da espada, da fome e da peste que sobrevieram sobre Jerusalém. Através deles, as nações iriam aprender mais sobre o Deus de Israel (v. 16). Há sempre uma oportunidade para o remanescente que é fiel a Deus para que seja poupado da punição e sirva de exemplo vivo ao mundo do amor de Deus.
Quando a mensagem de aviso foi dada por Ezequiel aos exilados, houve entre eles incerteza, medo, desânimo e perda de esperança. Alguns entre eles disseram que a palavra do profeta levaria muito tempo para se cumprir ou que a visão iria falhar. Deus afirmou através de Ezequiel que os eventos previstos certamente aconteceriam, apesar da contestação dos falsos profetas. A desgraça sobre a casa de Israel era certa por causa de sua maldade e falta de confiança para acreditar nas mensagens dos verdadeiros profetas (Ezequiel e Jeremias). Deus, neste capítulo, alerta repetidamente as pessoas do perigo iminente e de que Sua Palavra certamente seria cumprida.
Como é trágico ver o povo escolhido de Deus não se voltar para Ele apesar da desgraça e do retorno iminente dos babilônios para atacar Jerusalém! O maligno está sempre tentando anular mensagens divinas com mensagens falsas que são facilmente aceitas.
Se nós, como remanescente final de Deus, não endurecermos nossos corações como o fez o Israel de outrora, mas atendermos às mensagens de Deus e as praticarmos em nossa vida diária, então cumpriremos o Seu propósito para o povo escolhido que é compartilhar o evangelho a todo o mundo.
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/12/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 12
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Recentemente, preguei uma série de sermões sobre Ezequiel. Quando eu cheguei ao capítulo sete, eu pulei e preguei sobre o capítulo oito. Para ser honesto, eu saltei capítulo sete porque é um capítulo difícil. Ele fala sobre juízo e eu sempre tive dificuldades nesta questão.
Quando eu era jovem, eu estava frequentemente em problemas. Eu era o que minha esposa chama de uma criança “a todo vapor”. Eu estava constantemente fazendo o que não deveria fazer e constantemente deixando de fazer o que eu deveria fazer. Como resultado disso, enfrentei muita disciplina e julgamento. Eu era manipulador e rápido para transferir a culpa e a responsabilidade para outras crianças na família, mas a justiça, mesmo que adiada com sucesso por algum tempo, sempre me encontrava com força total.
Eu nunca tive um grande interesse em juízo, de modo que pular o capítulo sete não foi uma coisa muito difícil de fazer. Mas, enquanto eu trabalhava nos próximos capítulos na minha série de sermões, o Senhor me convenceu a não pular este capítulo, mas voltar para ele e pregar o que estava no texto.
Enquanto eu estudava este capítulo e orava, algumas coisas se destacaram para mim, como a forma completa e devastadora que o juízo divino sobre Israel deveria ser e quão pessoal foi para Deus o ato de julgamento (observe todos os pronomes pessoais em versículos 8-9). Que completo fracasso foram os ídolos de Israel em protegê-los da Babilônia!
Esquadrinhei esse texto à procura de algum vislumbre da graça de Deus, mas tudo o que eu encontrei foi o Seu juízo pessoal e abrangente.
Foi então que Deus realmente começou a falar ao meu coração. Foi por causa da minha tendência em ver graça e juízo como se fossem desconectados entre si, e esperar que a intensidade da graça divina fosse muito maior do que a do Seu juízo é que eu não via a graça de Deus em Seu juízo.
Como pode um juízo estar cheio de graça? Quando, em minha infância, minha mãe me disciplinava, seu objetivo não era apenas me punir. Seu objetivo para mim era o mesmo que Deus tinha para Israel – o desenvolvimento de caráter e crescimento.
A disciplina de Deus é misericordiosa, porque nos alerta para o fato de que Deus leva o pecado a sério. A disciplina, que, por vezes, precisa ser severa, evita que o pecado se espalhe ainda mais rápido.
Além disso, o juízo de Deus expõe quão completamente inúteis nossos ídolos são. Na verdade, ao enfrentar o juízo, o povo de Deus jogou a sua prata e ouro nas ruas como se fossem impuros (ver verso 19). Pela graça de Deus em Seu juízo nós também percebemos a inutilidade dos ídolos dos quais temos dependido para nos satisfazer e apagar nossos medos.
O juízo que Ezequiel profetizou não era eterno para Judá. No meio de seu juízo, eles tiveram a oportunidade de se arrepender e voltar para o único e verdadeiro Deus. Como o juízo divino continua válido também para nós, hoje, pela graça de Deus nós também temos a oportunidade de nos convertermos dos nossos ídolos e voltar para Deus. Há grandes novas da graça no juízo! Amém.
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/7/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 7
Comentário em áudio
Filed under: caráter de Deus, correção, desobediência, pecado, profecias | Tags: disciplina, ira, juízo, julgamento
Comentário devocional:
Este é um daqueles capítulos cuja leitura muitos procurariam evitar. Nele, Ezequiel é instruído por Deus para raspar a cabeça e a barba com uma espada bem afiada. Deveria, então, pegar e queimar uma terça parte, cortar outra terça parte com a espada ao redor da cidade e espalhar a parte restante ao vento, salvando algumas mechas para costurar em sua roupa e, destas, ainda, atirar algumas no fogo para queimar. A aplicação deste recurso visual é clara: Deus está julgando o seu povo por causa de sua rebeldia e Sua ira está prestes a ser derramada sobre eles.
Julgamento e ira são temas que todos nós tentamos evitar. Eu tenho uma amiga que é conhecida por sua compaixão. Ela ama as pessoas e passa a vida cuidando daquelas que sofrem. Muitas vezes ela passa noites em claro orando por pessoas que estão padecendo. Ela ama a todos, não apenas aqueles que também a amam, mas também aquelas que não gostam dela por qualquer motivo. Esta senhora não quer que ninguém sofra, mesmo que alguns possam considerá-la seu “inimigo”.
Minha amiga compassiva leu essas passagens em Ezequiel e julgou ser o tratamento de Deus muito severo e arbitrário por punir as pessoas de forma tão severa. Mas, à medida que continuou a estudar as Escrituras, ela aprendeu que não podemos retirar esses tipos de passagens de seu contexto, sem considerar o que houve antes e depois.
Os textos bíblicos escritos antes de Ezequiel revelam não somente séculos de promessas de bênçãos pela obediência, mas também de advertências de disciplina e castigos que se seguiriam à rebelião. Então, as pessoas não foram pegas de surpresa nem eram ignorantes do mal que haviam feito.
O passado de Israel também revela que durante séculos homens e mulheres de Deus lembraram a nação do amor de Deus e apaixonadamente apelaram ao povo para retornar à piedade. E, mais importante, revela que quando o Seu povo se arrependeu no passado, Deus os recebeu de volta. O capítulo cinco de Ezequiel não apresenta um Deus arbitrário, mas um Deus justo, que cumpre Suas promessas.
Assim como não podemos ler capítulos como este isolados do passado, não podemos lê-los isolados do futuro também. Na leitura de hoje, vemos que mesmo que tenhamos a tendência de minimizar o pecado, Deus o leva a sério, especialmente o pecado daqueles que tem maior conhecimento. Na leitura de amanhã, veremos que quando Deus traz julgamento, Ele também fornece graça. Amém.
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/5/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 5
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Ezequiel fechou o círculo em suas proclamações contra as nações. O monte Seir e Edom foram mencionados na primeira mensagem de Ezequiel, no capítulo 25. Agora Seir e Edom voltam ao foco. O objetivo desta mensagem contra Edom, foi proclamar que o juízo de Deus viria sobre eles devido a sua ira, inveja e ódio contra o Senhor e o seu povo (v. 11).
Os edomitas foram impiedosos quando Israel e Judá foram invadidos pelos assírios e babilônios, unindo suas espadas aos dos invasores. Agora eles mesmos serão perseguidos pela espada. Não há montanha, vale, ou ravina para onde eles possam fugir e se esconder.
No passado, em diversas ocasiões, os edomitas derramaram sangue inocente. Agora o sangue deles é que será derramado. A injustiça pode governar por um tempo, mas no juízo final ela se voltará contra a pessoa que não se arrepender.
Quando o Senhor voltar, como Ele julgará aqueles que são chamados pelo Seu nome? Somente poderemos encontrá-Lo em paz se tivermos buscado a paz e a justiça aqui, em nossa vida terrena. “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9 ARA).
Qual é a minha resposta quando os inocentes sofrem? Faço parte da multidão que os oprime, assim como aqueles que condenaram e crucificaram a Jesus? Ou me coloco ao lado da justiça e da verdade? No final das contas, é isto que o Juiz de toda a terra está procurando: pessoas que amam a paz e a bondade. Apesar das doutrinas certas terem a sua importância e o seu lugar no juízo final, não ajudará em nada termos apenas aceitado intelectualmente as doutrinas corretas. O que realmente importará é como eu tratei meu companheiros seres humanos.
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/35/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 35
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Este capítulo é uma profecia contra os moabitas, que eram os descendentes de Ló (Gên 19:37). Pedro o chama de “justo Ló” (2 Ped 2:7). Os moabitas viveram inicialmente no sudeste da Transjordânia e ocuparam a cidade de Ar, que estava no lado leste do Mar Morto (Deut 2:9).
Quando os israelitas quiseram ir para a terra de Canaã, os moabitas não lhes permitiram passar por suas terras. No entanto, Deus não permitiu que os israelitas lutassem contra os moabitas porque eles eram seus parentes (Deut 2:19).
Antes do tempo de Moisés, os moabitas adoravam o ídolo Quemos. Por causa disso Deus permitiu que os amorreus viessem e tomassem parte de suas terras (Núm 21:26). Mais tarde, no tempo de Moisés, Balaque, rei de Moabe, pediu a Balaão que amaldiçoasse Israel. Isto aconteceu quando os moabitas adoravam Baal-Peor e levaram os homens de Israel a fazer o mesmo (Núm 25:1-3).
Nos dias em que Jorão, o filho de Acabe, era o rei de Israel, Mesa, rei de Moabe se voltou contra Israel. Seu deus era Camos, e ele mesmo ofereceu seu filho a este deus em holocausto (2 Rs 3:27). Na guerra que se seguiu, Mesa, recusou-se a render-se a Israel. Então, Israel continuou a lutar contra os moabitas, e estes estavam em vias de serem exterminados. Foi quando Deus interveio, interrompendo a luta e permitindo que o remanescente dos moabitas retornasse para casa.
Aparentemente, não havia ainda chegado o momento para Deus exterminar os moabitas, mesmo sendo eles adoradores de ídolos, pois o Senhor queria que eles se arrependessem e voltassem para Ele.
No entanto, algumas cidades moabitas deveriam ser destruídas porque: (1) eles ainda adoravam o deus Camos (Jer 48:13); (2) Gabavam-se contra o Deus de Israel e escarneciam de Judá (v. 27, 29, 42); (3) diziam que o reino de Judá não era diferente de todas as outras nações, porque Judá havia sido destruída pelos babilônios (Ez 25:8), e (4) eles amaldiçoavam o povo de Judá e violavam suas fronteiras de Judá ( Sof 2:8).
A mensagem de destruição de Deus para Moabe era condicional. Ele enviou esta mensagem aos moabitas através de Jeremias para que eles se arrependessem e retornassem para o Senhor. Se os moabitas tivessem se arrependido, Deus os teria libertado da prisão espiritual da adoração de ídolos e restaurado (v. 47).
Muito antes dessa profecia por Jeremias, Rute, uma mulher moabita, creu em Deus, através da influência da vida piedosa de Noemi. Que possamos ser como Noemi e através da nossa vida piedosa influenciar os nossos vizinhos a crerem em Deus e serem fiéis a Ele como aconteceu com sua nora Rute.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/48/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 48
Comentário devocional:
Isaías continua a falar sobre o fim dos tempos. Satanás e o exército do céu serão “presos” pelas circunstâncias do milênio e a seguir, juntamente com os governantes da terra, serão punidos no julgamento executivo de Deus, quando serão destruídos (24:22). Então o Senhor “reinará no monte Sião” (24:25b NVI).
Isaías está tão entusiasmado que abre o capítulo 25 com um louvor de gratidão. Ele diz como Deus o impressionou com a realização das “maravilhas … há muito planejadas” (v. 1d NVI). O profeta vê as cidades do mundo transformadas em montes de entulho (v. 2a), cidades fortificadas em ruínas (v. 2b), palácios destruídos (v. 2c ) que jamais serão reconstruídos (v. 2d).
Um povo forte, o povo de Deus, entretanto, glorificará ao Senhor (v. 3a-b) porque durante todo o tempo, e em especial no tempo de angústia (Daniel 12:1), Deus foi “a fortaleza do necessitado” (v. 4b ARA), “refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v. 4c). O Senhor, neste tempo, subjugou os cruéis e silenciou o triunfo dos tiranos (v. 5a -b).
Isaías vê, ainda, o Senhor colocar um banquete para os salvos (v. 6a). Este é o período após a ressurreição de que fala Daniel ( Dan. 12:1-2). O ajuntamento dos ressuscitados significa que a morte foi destruída “para sempre” (v. 8a NVI). “Deus mesmo, então, “enxugará as lágrimas de todo rosto” (v. 8b), cena que João também contemplou (Apoc. 21:4).
Nenhum rei terreno permite que seu povo se assente com ele. Os salvos, entretanto, se assentarão com seu Deus e dirão: “Este é o nosso Deus; nós confiamos nEle, e Ele nos salvou. Este é o Senhor, nós confiamos nEle; Exultemos e alegremo-nos pois Ele nos salvou” (v. 9 NVI).
Por fim, Isaías mostra em contraste o destino dos inimigos de Deus (Moabe), quando Deus abaterá o orgulho deles a ponto de destruir completamente suas fortalezas e seus muros (v. 10-12).
O mal em todas as suas formas estará, então, totalmente exterminado naquele tempo em que o Senhor reinar em Jerusalém, “no monte Sião”.
Querido Deus,
Isaías nos faz almejar fortemente pelo nosso resgate e maravilhoso banquete no Monte Sião. Concede-nos o privilégio de participarmos desse grande evento. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto biblico: Isaías 25
Filed under: acontecimentos finais | Tags: juízo, justiça divina, proteção
Comentário devocional:
Neste capítulo Isaías se refere ao fim dos tempos. Ele descreve vividamente uma série de eventos que acontecerão consecutivamente. Fenômenos devastadores acontecerão dentro do plano do Senhor (v. 1), o que também é mencionado em Joel 1:15. “O Senhor vai arrasar a terra … e espalhará seus habitantes” (v. 1 NVI). Estes eventos alcançarão a todos. O sacerdote sofrerá junto com o povo, o mestre com o servo, a senhora com sua criada, o credor com o devedor (v. 2).
“A terra será completamente arrasada e totalmente saqueada” (v. 3a), um tema que também é mencionado por outros profetas. Os mais altos líderes perderão o seu poder: “definham os nobres da terra” (v. 4). A terra está poluída e contaminada fisica e moralmente porque “seus habitantes … desobedeceram às leis, violaram os decretos e quebraram a aliança” (v. 5 NVI). Os que vivem na Terra são considerados culpados “e poucos homens restarão” (v. 6 ARA).
As colheitas sofrerão (v. 7). Cessarão as manifestações musicais (v. 8). As cidades ficarão em ruínas e as casas silenciosas (v. 10 e 12). Note que Isaías não está descrevendo apenas uma cidade, mas toda a terra (v. 13).
Neste tempo, os fiéis erguerão as vozes e cantarão de alegria (v. 14). O nome do Senhor, o Deus de Israel espiritual, é glorificado devido ao derramamento do Espírito em todo o mundo (Joel 2:28): “Desde os confins da terra ouvimos cantar: ‘Glória seja dada ao justo!” (v. 16 NVI).
O profetizado tempo de angústia fará os fiéis dizerem como Isaías: “Ai de mim … Os traidores agem traiçoeiramente!” conosco (v. 16 NVI). O terror confronta os habitantes da terra (v. 17). As pessoas fogem do terror, mas aquele que escapar de um perigo cairá em outro (v. 18). A descrição é de algo que não é humanamente concebido: “as represas do alto de abrem, e tremem os fundamentos da terra” (v. 18c NVI). A terra se despedaça, é sacudida violentamente, cambaleando como um bêbado (v. 19-20).
Neste dia o Senhor castigará o exército do céu (Satanás e seus anjos), assim como os reis da terra (v. 21). Os reis ficarão confinados ao túmulo e Satanás condenado à solidão na terra por 1000 anos. “Depois de muitos dias” [1000 anos], os reis viverão novamente e serão destruídos com Satanás” no julgamento executivo, pelo Messias Guerreiro, Jesus Cristo, em Sua erradicação definitiva do mal (v. 22).
No céu, o sol e a lua não serão mais necessários porque naquele tempo “o Senhor dos Exércitos reinará no monte Sião e em Jerusalém”, na presença de Seu povo (v. 23 NVI).
Querido Deus,
Isaías abre nossos olhos para o fato de que estás no controle da história e dos eventos futuros. Por favor, assuma também o controle de nossas vidas e cuida de nós, para que permaneçamos firmes alegres em meio aos perturbadores acontecimentos que ocorrerão ao nosso redor. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/24/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 24
Comentário devocional:
Isaías tem mais a dizer sobre a punição que Deus traria aos moabitas, além do já mencionado no capítulo 15. Informação adicional sobre este período em que os assírios causaram grande destruição é encontrada em 2 Reis 17 a 19, quando Oséias reinava em Samaria, o Reino do Norte de Israel, e Ezequias reinava sobre Judá, o reino do sul.
Deus, ao trazer julgamentos sobre Moabe, condena seu orgulho e arrogância (v. 6).
Quando Isaías menciona a palavra “destruidor ” (v. 4), ele não pensa somente nos assírios, ele a utiliza num contexto mais amplo do que daquele momento histórico. Ele tem em mente a Satanás e seus ajudantes, os impérios do mundo a quem ele usa.
Isaías nessa visão olha para o futuro e vê que “o opressor terá fim” (v. 4b). Ele vê que um juiz se assentaria no trono em busca de justiça e retidão (v. 5). Este é Jesus Cristo, o filho de Davi, o Messias. E além de assentar-se no trono que se baseia na verdade, também seria nosso advogado no Céu, buscando e fazendo justiça.
No verso 7 Isaías se volta para os juízos de Deus contra Moabe e para a agitação causada por Satanás entre as nações. Enquanto Isaías explica a punição de Moabe, que não teria mais colheitas nem mais cantos alegres (v. 7-8), mais uma vez ele olha para além das duras realidades deste mundo e enxerga as realidades do céu: o coração de Deus está sofrendo e Ele chora: “Pelo que prantearei … regarte-ei com as minhas lágrimas” (v. 9 ARA) porque “foram-se a alegria e a exultação” (v.10 NVI). Enquanto Satanás exulta com a destruição causada por ele, Deus lamenta pelo sofrimento dos impenintentes (v. 11). Esse é o Deus a quem servimos, um Deus amoroso que lamenta qualquer escolha errada, seja de pessoas do seu povo ou de outros povos.
A razão para toda essa triste realidade ao tempo de Isaías são os lugares altos para onde as pessoas iam adorar seus ídolos ao mesmo tempo em que ia ao santuário buscar a Deus em oração (v. 12). Deus, através de Isaías, diz que “o esplendor de Moabe e toda a sua grande população serão desprezados” (v. 14a NVI). Isto aconteceu quando o comandante do exército assírio veio para Ashdod e a tomou. Apenas um pequeno e fraco remanescente de Moabe seria deixado (verso 14b).
Querido Deus,
Moabe trouxe punição severa sobre si mesmo pelo seu orgulho e ódio e por causa de seu coração dividido. Senhor, ajuda-nos a enxergarmos como o Seu coração chora e derrama lágrimas por nossa causa, ao desejar e buscar nossa pureza e entrega completas. Que o Seu amor nos motive a isso. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/16/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 16
Este capítulo continua o tema da última parte do capítulo 9. O primeiro “ai” (verso 1 -2) apresenta o julgamento divino contra o povo de Deus por causa da falta de justiça e dos roubos e abusos praticados contra os pobres, as viúvas e os órfãos. Deus tem o direito de julgar o Seu povo.
O segundo “ai” ( vs 5-6) é dirigido contra a Assíria. Primeiro vemos como a Assíria é usada como um instrumento de punição contra o povo de Deus. Depois vemos como o orgulho leva o rei da Assíria a vangloriar-se de que seus líderes e deuses são superiores e a fazer planos para destruir totalmente a Judá (vs. 7-11). Finalmente descobrimos que o Senhor punirá a Assíria por causa de sua arrogância (vs.12 -19). Deus tem o direito de julgar a todas as nações.
Mas como se pode dizer que a Assíria será uma ferramenta na mão de Deus para castigar o Seu povo (versos 5 -6) sendo que os Assírios não sabiam que estavam sendo usados por Deus? Devido a Judá ter permitido o espírito de Satanás preenchê-los, Deus retira Sua mão protetora e autoriza a Assíria a realizar seus planos maus. A esperança ressurge com a afirmação de que um remanescente confiará no “Santo de Israel ” e será trazido de volta (v. 20-21).
Nossa resposta à disciplina reflete a condição do nosso coração. A disciplina pode endurecer a alguns (Êxodo 7:22), ou fazer com que outros retornem para Deus (v. 21). O remanescente compreende que um Deus misericordioso busca “dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito” (Is. 57:15).
Vemos nos juízos de Deus um objetivo misericordioso. “Nem todos os que foram levados cativos eram impenitentes. Entre eles havia alguns que tinham permanecido leais a Deus, e outros que se haviam humilhado perante Ele. Por intermédio desses, os “filhos do Deus vivo” (Oséias 1:10), Ele levaria multidões no reino assírio ao conhecimento dos atributos de Seu caráter e beneficência da Sua lei” (Profetas e Reis, 150). Imagine no céu ouvir um assírio dizer a um dos remanescentes: “É por sua causa que estou aqui. Você era um prisioneiro em meu país, mas me apresentou a um Deus amoroso”. Essa foi a experiência de Naamã, comandante do exército do rei da Síria (2 Reis 5:1), o qual através do testemunho de uma jovem escrava israelita em sua casa veio a encontrar cura física e espiritual em Deus. Isso nos leva a exclamar juntamente com Paulo: “Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!” (Romanos 11:33, NVI).
Oração: “Senhor, que minhas palavras e ações possam levar outros a ver Jesus em mim, hoje. Amém”.
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-10/