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“Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol” (v. 7).
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“O coração do sábio se inclina para o lado direito, mas o do estulto para o da esquerda” (v. 2).
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“… se é amor ou se é ódio que está à sua espera, não o sabe o homem. Tudo lhe está oculto” (v. 1).
A meteorologia é a ciência que estuda os fenômenos climáticos, dando-nos a possibilidade de saber a previsão do tempo e a proximidade de possíveis desastres naturais. Porém, esta mesma previsibilidade, infelizmente, não podemos ter com relação ao que fazemos neste mundo. Ainda que sejamos, aos olhos de Deus, justos e sábios, nunca saberemos ao certo o que nos espera no futuro. Nossas ações, por melhores e bem intencionadas que sejam, nem sempre são respondidas de maneira positiva. Mas existe algo completamente previsível: “Tudo igualmente sucede a todos” (v. 2). E, só para não restar dúvidas, “a todos sucede o mesmo” (v. 3).
Ninguém conhece o dia da morte, mas sabe que, enquanto estivermos neste mundo cujo “salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23), estamos todos sujeitos à mesma “remuneração”. Temos dentro de nós algo que pode decretar a nossa sentença de morte antes mesmo dela chegar de fato: o nosso coração. Pois “o coração dos homens está cheio de maldade” (v. 3). “Enganoso é o coração…” (Jeremias 17:9), lembram? Porém, enquanto há vida, há esperança (v. 4)!
Existem várias doutrinas sobre o estado dos mortos, mas a verdade sobre a morte é apenas UMA, e o sábio (como toda a Bíblia) deixa isto bem claro: “… mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque A SUA MEMÓRIA JAZ NO ESQUECIMENTO” (v. 5). Os sentimentos que dantes os governavam, já não existem (v. 6), nem tampouco qualquer obra ou conhecimento (v. 10). Portanto, precisamos realizar, EM VIDA, o que nos vier às mãos para fazer, conforme às nossas forças (v. 10), “pois o homem não sabe a sua hora” (v. 12).
De forma sábia e prudente, o SENHOR nos convida a procurar viver aqui um prenúncio do que viveremos na eternidade. O prazer de desfrutar com alegria das dádivas que Deus nos dá não é pecado, amados. O pecado está em permitir que os prazeres da vida ultrapassem os limites estipulados por Ele nas Escrituras. Mas se o nosso gozo não macular as alvas vestes que Jesus nos concede e nem esgotar o óleo do Espírito de nossa mente (v. 8), então devemos louvar a Deus pela porção de regozijo que Ele nos oferece “todos os dias” (v. 9). Este mundo já tornou-se triste o suficiente para que a nossa vida seja regida por “ódio ou inveja” (v. 6), ou qualquer outro tipo de sentimento que nos roube a esperança da vida eterna em Cristo Jesus.
A ilustração a respeito do pobre sábio descreve com exatidão esta verdade. Ainda que a sua sabedoria seja desprezada e suas palavras negligenciadas, “melhor é a sabedoria do que a força” (v. 16). Porque a sabedoria “dá vida ao seu possuidor” (Ec. 7:12), “mas um só pecador destrói muitas coisas boas” (v. 18). Não pense que você tem o poder de prever suas intenções. Fuja do mal enquanto há esperança (v. 4). “Vai” (v. 7) e desfruta da porção que Deus lhe confiou na companhia do cônjuge “que amas” (v. 9). “Em TODO TEMPO sejam alvas as tuas vestes e JAMAIS falte o óleo sobre a tua cabeça” (v. 8). Tudo o que Deus lhe confiar para fazer, não faça motivado por motivos egoístas, mas “conforme as tuas forças” (v. 10), “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16). E lembre-se:
Mais vale ouvir “as palavras dos sábios” em silêncio do que “os gritos de quem governa entre tolos” (v. 17). E a previsão do teu tempo porvir será a chegada da chuva serôdia, culminando no raiar do Sol da Justiça!
Bom dia, sábios do SENHOR (v. 4)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes9 #RPSP
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“Quem guarda o mandamento não experimenta nenhum mal; e o coração do sábio conhece o tempo e o modo” (v. 5).
O tema da submissão na Bíblia nunca foi visto como um princípio de fácil compreensão. O texto mais conhecido e mais polêmico a este respeito, encontra-se em Efésios 5:22: “As mulheres sejam SUBMISSAS ao seu próprio marido, como ao SENHOR”. Este verso tem sido interpretado como machista e fora do contexto atual, o que não é verdade. Já o texto de hoje indica uma submissão suprema (v. 4). Ou seja, o que o rei (governante) falar, cumpre-nos obedecer.
Talvez, se as pessoas soubessem simplesmente qual é o significado de submissão, não a considerassem tão absurda. SUBMISSÃO é a circunstância em que se DEVE obedecer. Guarde bem esta palavra: DEVE (voltaremos a destacá-la no capítulo 12). O problema é que a maioria confunde submissão com subserviência. Este último significa aquele que obedece de forma humilhante. Com certeza não é isto que pedem as Escrituras. A obediência nunca foi requisito para a salvação, mas DEVE ser resultado dela. Se Jesus não tivesse sido obediente até a morte, a morte seria o nosso destino eterno. Ele mesmo nos deixou exemplo quando declarou: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (João 15:10).
A submissão bíblica é, sem dúvidas, uma forma de tirarmos o foco de nós mesmos e de nossos propósitos egoístas e permitirmos que Deus faça resplandecer o Seu rosto sobre nós (v. 1). Não adianta ficarmos cogitando desculpas para a desobediência, mas precisamos buscar na Palavra como fugir da rebeldia. O limite das ordens de um rei ou governante foi muito bem definido por Pedro e os demais apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). O nosso dever cívico não deve ultrapassar o nosso dever cristão.
Estamos cercados de cenas que retratam a grande desigualdade social que há em nosso país e na grande maioria dos países do globo. Mesmo sendo, em grande parte, consequências da corrupção e má gestão pública, isto não nos autoriza a deixarmos de obedecer às autoridades. Assim também funciona no sentido espiritual. Muitos têm julgado que os perversos gozam privilégios ao passo que os cristãos têm sofrido apesar de fazer o bem (v. 10 e 14). Entretanto, a Bíblia diz que “o perverso não irá bem” (v. 13) e que, com certeza, o bem que “sucede aos que temem a Deus” (v. 12) é a promessa de um Reino onde o Rei é eternamente Justo. Portanto, o que DEVEMOS fazer não nos torna escravos de um Deus tirano, mas libertos pelo Rei dos reis. Tiremos, pois, o foco deste mundo e das obras que se fazem debaixo do sol, as quais não podemos compreender (v. 17), e busquemos viver aqui a nossa verdadeira cidadania: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (Efésios 2:19).
Bom dia, filhos do Rei dos reis!
Desafio do dia: Escreva o nome de cinco governantes e ore por eles. Coloque esta folha em um lugar estratégico para que você sempre lembre de orar.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes8 #RPSP
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“Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” (v. 29).
Você já foi a um velório ou enterro? Quais os sentimentos que geralmente se externam em um momento como esses? Tristeza, luto, muitas vezes desespero, não é mesmo? Familiares e amigos chorando a ausência do ente querido. Em contraste com este quadro, o nascimento de um bebê é um dos momentos mais felizes na vida dos pais, senão o mais feliz. Visitar um bebê é motivo de alegria e de celebração da vida. Mas parece que Salomão inverteu as coisas neste capítulo. Ele chega a afirmar que é melhor “o dia da morte… do que o dia do nascimento” (v. 1). Na verdade, o início do verso nos oferece a explicação: “Melhor é a boa fama do que o unguento precioso”. Para quem teve uma vida temente a Deus, a morte torna-se apenas um intervalo intrajornada até que Cristo volte e lhe conceda o galardão eterno. Por isso que “preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos Seus santos” (Salmo 116:15).
Entretanto, nós, os vivos, devemos tomar isto em consideração (v. 2), sabendo que ainda estamos sujeitos às vicissitudes da vida e que as nossas escolhas definirão o nosso destino final. A morte não é o fim para os que temem ao SENHOR, porque “quem teme a Deus de tudo isto sai ileso” (v. 18). Muitos têm vivido de um lado o extremismo (v. 16) e do outro, a loucura da insensatez (v. 17). Diante do fato de que “não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (v. 20), devemos reconhecer a nossa total e completa dependência do único Justo que já pisou sobre esta terra. Ao reconhecermos que sem Ele nada podemos fazer (João 15:5), estamos adquirindo a sabedoria que “dá vida ao seu possuidor” (v. 12). E nem a morte poderá afastar-nos do Amor que nos salvou (Romanos 8:38-39).
Apesar de ter recebido do próprio Deus o título de homem mais sábio que já pisou sobre esta Terra, Salomão confessou que por mais que buscasse a sabedoria, ainda a considerava algo muito distante de ser alcançado (v. 23). Então, ele inicia um tipo de “investigação” (v. 25) cuja conclusão dá a entender que ele excluiu qualquer possibilidade de haver alguma mulher dentro dos padrões que ele mesmo formou. A expressão “como esperava” (v. 28) deixa bem claro que a Bíblia não está excluindo as mulheres de serem sábias, mas que a própria experiência de Salomão com mulheres que quase o levaram à perdição, o fez chegar à conclusão de que desviar-se do plano original de Deus (Gênesis 2:24) para enredar-se com mulheres que não têm o temor do SENHOR, é lançar-se em um cárcere (v. 26).
Amados, diante da afirmação de que “quem teme a Deus de tudo isto sai ileso” (v. 18), precisamos dar ouvidos ao urgente clamor do Espírito Santo para nós hoje: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7). Muito em breve Jesus voltará e precisamos estar prontos. Logo, todos, homens e mulheres, estaremos diante do justo Juiz que não faz distinção entre nós (Romanos 3:22), pois TODOS pecamos e carecemos da glória de Deus (Romanos 3:23).
Que os momentos tristes e difíceis purifiquem o nosso coração (v. 3). Que aguardemos com paciência (v. 8) e que não sejamos governados pela ira (v. 9). Que deixemos as coisas que para trás ficam (v. 10) e prossigamos “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:14).
Bom dia, homens e mulheres salvos pela graça de Cristo!
Desafio do dia: Peça ao SENHOR que o ajude a fugir de tudo aquilo que tem lhe afastado de Seus propósitos.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes7 #RPSP
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“É certo que há muitas coisas que só aumentam a vaidade, mas que aproveita isto ao homem?” (v. 11).
Propositadamente, não incluí no texto de ontem a vaidade das riquezas porque o capítulo de hoje é uma continuação acerca deste assunto. A abundância de riquezas e a falta delas sempre foram motivos de contendas entre os homens. O ser humano é insaciável (v. 7) e a ganância tem trazido tantos males para o mundo quanto os trágicos efeitos de uma epidemia. “O proveito da terra é para todos” (Ec. 5:9), mas nem todos têm usufruído desta dádiva divina. Muitos têm depositado sua segurança em algo que é inseguro e incerto e privado a si mesmos e ao próximo das bênçãos da caridade.
Cresci em uma família que sempre foi bem estruturada financeiramente. Meu pai tinha um comércio e levávamos uma tranquila vida de classe média. Até que o comércio entrou em falência e nossa situação mudou completamente. Precisei enfrentar um ensino público defasado e, não fosse a generosidade de um irmão na fé que me concedeu uma bolsa de estudos em seu colégio, não teria concluído com êxito o ensino médio. Sempre gostei muito de estudar, mas precisei ir trabalhar ao invés de ingressar numa faculdade. Me entristeceu o tempo em que tive que ficar afastada dos livros, porém, hoje olho para trás e percebo o quanto aquela experiência me fez crescer. No pouco que tínhamos, o SENHOR jamais permitiu que nos faltasse o básico. E com minha mãe, aprendi e tenho aprendido lições de economia e de altruísmo que escola alguma pode superar.
“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta” (Ec. 5:10) é uma verdade tão real quanto o fato de você estar lendo este texto neste exato momento. Quem ama ter muito, nunca se sentirá satisfeito com o que tem. Mas aquele que experimenta compartilhar o que possui, quanto mais distribui, mais tem. Na matemática de Deus, o subtrair equivale ao multiplicar. Experimente abrir as portas do seu guarda-roupa, e verá que quanto mais roupas dá, mais roupas tem. Experimente abrir as portas da sua dispensa, e perceberá que a feira que não durava um mês renderá muito mais. Isto é barganha? Não, amados. Isto é cumprimento de uma promessa divina: “O que dá ao pobre não terá falta” (Pv. 28:27).
Deus, sendo o dono do ouro e da prata (Ageu 2:8), deseja dar o melhor para os Seus filhos. Mas Ele nunca dará para um justo além ou aquém do que ele possa administrar. Muito mais do que riquezas terrestres, Ele deseja nos dar tesouros celestes. Este foi o propósito de Jesus no pedido feito ao jovem rico. A versão deste relato, aos olhos de Marcos, descortinou a real intenção de tal pedido: “E, Jesus, fitando-o, O AMOU” (Marcos 10:21). “Vai, vende tudo o que tens”, atingiu no alvo o pecado que não o deixava dormir em paz (Ec. 5:12). “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16:26). “Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mateus 6:24).
Ter riquezas não é pecado. O perigo está em não conseguir viver sem elas. Precisamos buscar no SENHOR, a mesma alegria e contentamento que descobriu o apóstolo Paulo: “Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE” (Filipenses 4:11-13).
Os pedidos de Jesus para nós sempre vêm acompanhados de um mesmo propósito: SALVAÇÃO. Não faça a escolha do jovem rico. Escolha crer que o melhor para a sua vida é seguir Aquele que deu tudo por você e que hoje, fitando-o com amor, te chama:
“Vem e segue-Me” (Marcos 10:21).
Feliz sábado, herdeiros das riquezas eternas!
Desafio do dia: Não tem dia melhor para nos desapegarmos das coisas como no sábado. Siga o exemplo de Jesus. Faça o bem. Compartilhe com quem precisa as dádivas que Deus têm lhe confiado.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Eclesiastes6
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“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras” (v. 2).
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“Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade” (v. 12).
As tribulações são momentos de nossa vida em que temos que suportar algum tipo de tristeza. Salomão denomina esses momentos de opressões. A expressão “vi a violência na mão dos opressores” (v. 1), dá a ideia de que para ser oprimido, é necessário haver pelo menos um opressor. Segundo o dicionário, opressão significa sujeitar alguém a fazer algo pelo emprego de violência. Podendo esta violência ser psicológica ou física, causando “lágrimas dos que foram oprimidos”. A vida de Jesus é um total contraste com este quadro. O Seu ministério foi uma revelação do verdadeiro caráter de Deus, cujo atributo principal se chama AMOR (I João 4:8). O Seu convite aos oprimidos foi: “Vinde a Mim” (Mateus 11:28) e a Sua promessa foi: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mateus 5:4).
Logo após, o rei concluiu que em melhor condição estão os que já morreram (v. 2) e aqueles que ainda nem nasceram, pois estão livres das “más obras que se fazem debaixo do sol” (v. 3). E não bastasse este cenário humano tão triste, o verso 4 apresenta outra realidade que, além de ser vaidade, é egoísta e completamente reprovada por Deus. A Bíblia está nos dizendo que o esforço do homem por galgar degraus cada vez mais altos e a corrida por alcançar excelência no que se faz é resultado “da inveja do homem contra o seu próximo” (v. 4). O que fazemos tem sido reflexo do poder do SENHOR em nossa vida? Ou fazemos para mostrar aos outros que o nosso trabalho é superior? Qual tem sido a finalidade das suas obras? Um tolo e preguiçoso (v. 5-6) acaba passando por melhor condição do que quem procura o crescimento e a destreza para humilhar o próximo. Cristo condenou tal atitude na disputa de Seus seguidores pelos lugares de honra: “Pois todo aquele que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado” (Lucas 14:11).
A nossa vida não deve ser um espetáculo para o mundo, mas luz que indica o espetáculo da glória de Deus (Mateus 5:14-16). E este é um processo que além de gradual (Pv. 4:18), não é solitário. O famoso “cordão de três dobras” tem recebido diversas interpretações que dividem os estudiosos em discussões que não têm importância diante de Deus. A mensagem central é que “é melhor serem dois do que um” (v. 9). Isto sim faz todo sentido. E Salomão não enfatizou aqui o casamento, mas a importância dos relacionamentos. Tanto que ele usou a figura de filhos e irmãos no verso 8. A solidão nunca foi plano de Deus e a vida de Cristo foi a maior prova disto. O Salvador nunca estava sozinho. Se não estava envolto por multidões, estava cercado por Seus discípulos. Se não estava na companhia de todos os discípulos, estava com aqueles com os quais compartilhou os momentos mais difíceis e marcantes de Seu ministério. E na ausência de todos, estava em “audiência” com Seu Pai. Ou seja, ficar só não era opção. E, a certeza de Sua companhia para os que procuram cumprir a missão que requer relacionamento inclui a certeza de que jamais estaremos sozinhos: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mateus 28:20).
A inversão da opressão, do orgulho e da solidão é a vida de Cristo. Eis o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14:6). Eis “O cordão de três dobras que não se rebenta”! Eis o nosso único exemplo: “deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos” (I Pedro 2:21).
Bom dia, imitadores de Cristo!
Desafio do dia: Faça um nó em um pedaço de fita e coloque em sua Bíblia como marca-página para que você sempre lembre da importância de Seu relacionamento com Jesus e com o próximo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes4 #RPSP
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“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (v. 1).