Reavivados por Sua Palavra


CANTARES 8 – Comentário Rosana Barros
20 de maio de 2017, 0:30
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“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado” (v. 7).


Afinal de contas, o que é o amor? Além de deixar bem claro o propósito divino para o casamento, vimos que este livro também é considerado uma ilustração do amor entre Cristo e Sua Igreja. A Bíblia utiliza a figura do casamento para ilustrar este amor cuja existência rompe todas as barreiras. Portanto, quando marido e mulher vivem o matrimônio dentro dos princípios estabelecidos por Deus em Sua Palavra, tornam-se um testemunho do mais perfeito amor.

Hoje lhe convido a sair um pouco do contexto terreno e meditar sobre o amor que é mais forte do que a morte. O apóstolo Paulo recebeu uma inspiração privilegiada a respeito desse assunto. Ele quem compara o amor de Cristo por Sua Igreja ao amor de um marido por sua esposa (Efésios 5:22-33). Foi ele também quem exaltou o amor de Deus, em Cristo, à plataforma maior do que a morte (Romanos 8:38-39). E foi Paulo quem traduziu em linguagem humana a essência do maior dos dons: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver AMOR, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (I Coríntios 13:1). O amor não é sentimento. O amor não é humano. O AMOR É DIVINO! Pois só “Deus é AMOR!” (I João 4:8).

Assim como não podemos produzir por nós mesmos as demais variedades de dons (I Coríntios 12:7-11), como poderíamos ter capacidade de produzir o maior deles? O amor é um dom de Deus e deve reger os demais. Imagine uma orquestra. Cada instrumentista desempenha a sua parte conforme o instrumento que tem em mãos. Mas o que seria da orquestra sem um maestro? O amor deve ser o maestro do dom ou dos dons que o Espírito Santo lhe outorgou. Se a sua vida não for regida por ele, “nada disso” lhe “aproveitará” (I Coríntios 13:3), “seria de todo desprezado” (v. 7).

Precisamos firmar a cada dia, uma aliança firme com o SENHOR. O selo do AMOR precisa estar “sobre o teu coração” e “sobre o teu braço” (v. 6). O compromisso que um dia fizestes com Deus deve ser manifestado de dentro para fora. Este é o amor que “jamais acaba” (I Coríntios 13:8). Este é o amor que habita no coração e é revelado nas atitudes. Quando o ser humano tenta inverter esta verdade, o resultado é um amor fajuto que não tem utilidade (I Co. 1:1), que não é nada (I Co. 13:2) e que não serve para nada (I Co. 13:3). É como um casamento sem amor. Existe o marido, a mulher, a aliança feita, ambos cumprem suas obrigações, mas vivem de aparência. Jesus mesmo reprovou a aparência de piedade ao repreender os escribas e fariseus: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu CORAÇÃO está longe de Mim” (Mateus 15:7-8).

De forma poética e inspirada por Deus (II Timóteo 3:16) recebemos de Cantares uma sabedoria que não se pode medir. O amor que brotou das Escrituras renovou o amor conjugal e deu um novo norte àqueles que ainda estão à procura deste amor excelente. Em breve, o Noivo virá buscar a Sua amada, aquela que O ama (João 14:15; Ap. 12:17) e que será “tida por digna da confiança do” seu Amado (v. 10). Assim como o casamento deve ser por toda a vida, a aliança que Cristo fez com Sua Igreja é para sempre! Eis que Ele está à porta e bate (Ap. 3:20). Todo aquele que abrir a porta do coração e permitir que o AMOR seja o seu regente, suas obras manifestarão a saudade que não cabe no peito: “Vem depressa, Amado meu” (v. 14). Cumprirá a missão que lhe foi confiada (Mateus 28:19-20), e como atalaia chamará o AMOR pelo nome: “Vem, SENHOR Jesus!” (Ap. 22:20).

Feliz sábado, Igreja “digna da confiança” (v. 10) do AMOR!

Desafio do dia: “Entregue um bilhete para seu cônjuge reafirmando a decisão de manter-se casado com ele(a) por toda a vida!” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 6).
Em oração, reafirme a decisão de manter-se “casado” com Cristo até o fim!

Rosana Garcia Barros


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CANTARES 7 – Comentário Rosana Barros
19 de maio de 2017, 0:30
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“Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias” (v. 6).


Uma das consequências que o pecado impôs ao ser humano foi manifestada na primeira percepção do homem e da mulher após a queda: “… percebendo que estavam nus…” (Gênesis 3:7). A vergonha da nudez impactou o coração do casal edênico, que acabara de perder as gloriosas vestes da luz divina. A partir daí, a corrupção do coração do homem deturpou o que o Criador havia feito para ser uma bênção. O sexo dentro do casamento foi estabelecido por Deus tanto para a procriação, quanto para o deleite do casal. Marido e mulher devem ter por privilégio a intimidade que os une como “uma só carne” (Gênesis 3:24).

O esposo praticamente desenhou a sua amada com palavras. O corpo de sua esposa lhe era um tesouro particular e ele conhecia cada parte dele com riqueza de detalhes. Ele a amava e a desejava. Perceba que antes de subir “à palmeira” (v. 8), ou seja, antes de desfrutar do “amor em delícias” (v. 6) de sua amada esposa, ele a admira desde a sua forma de andar (v. 1), ELE A CONQUISTA. O desejo sexual pode não ser o fator principal no casamento, mas com certeza é essencial. Diante de um mundo onde o apelo sensual tem sido tão explorado, onde a pornografia tem arruinado casamentos, ter uma vida sexual saudável, dentro dos limites estabelecidos por Deus, é realmente um privilégio.

O inimigo transformou o sexo em algo sujo e repugnante. Por isso que muitos casais casados têm sofrido com uma intimidade fria e com uma culpa infundada. As relações sexuais ilícitas são aquelas que ultrapassam os limites impostos pelo SENHOR em Sua Palavra (LEIA Romanos 1:26-27; Atos 15:28-29; Levítico 18). Admirar o corpo do cônjuge e desejá-lo não é pecado, mas faz parte do propósito de Deus para o casamento. Portanto, não leve em pouca consideração o cuidado com a aparência, com a saúde e com a higiene. A partir do momento em que você contraiu matrimônio com o seu cônjuge, o seu corpo foi entregue a ele e o dele a você: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, SEMELHANTEMENTE, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher” (I Coríntios 7:4). Em outras palavras: Casou? Então assuma o compromisso: “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu” (Ct. 6:3).

A Bíblia nos diz que o matrimônio, bem como o leito sem mácula é digno de honra (Hebreus 13:4). O que precisamos cultivar no casamento são pensamentos puros e respeitáveis, tornando a intimidade um momento onde não tenhamos vergonha da presença de Deus. O quarto do casal, mais do que qualquer outro cômodo da casa, deve ser o mais espiritual. Não permita que a condescendência com a imoralidade do mundo invada o lugar que deve ser imaculado. 
Nessa fase de nossa história, os votos matrimoniais são, muitas vezes, desconsiderados. Deus jamais quis que o casamento escondesse a multidão de pecados que são praticados. Sensualidade e práticas vulgares no relacionamento matrimonial estão educando a mente e o gosto moral para as práticas imorais fora da relação conjugal” (EGW, Conduta Sexual, p. 63).

Aos casados: Amem o cônjuge dos pés à cabeça e o valorize desta forma, com amor, respeito, fidelidade e pureza.
Aos solteiros: Encarem o estudo deste livro como uma preparação para um casamento feliz e abençoado.

Bom dia, reservados (v. 13) para o “amor em delícias” (v. 6)!

Desafio do dia: “Ore a Deus em particular, e peça ao Espírito Santo que lhe revele que tipo de amizades, entretenimento ou outra influência impura pode estar separando você de Deus” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 24) e de ter um relacionamento dentro dos limites que Ele estabeleceu.
Desafio “plus” [aos casados]: Como Salomão, façam um poema descrevendo o (a) seu (sua) amado (a) e declamem um para o outro.

Rosana Garcia Barros

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CANTARES 6 – Comentário Rosana Barros
18 de maio de 2017, 0:30
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“Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu…” (v. 3).


Todo casamento está sujeito a momentos difíceis. Esses momentos podem ser consequências de aborrecimentos do dia a dia, ou resultados de situações mais sérias. De qualquer forma, o que vai definir o fim de cada um deles é o amor entre os cônjuges e a maneira com que escolhem lidar com esses reveses. Não há uma fórmula mágica para se resolver problemas, mas há sim um método eficaz: o perdão.

Ao ser questionada sobre o paradeiro do seu amado, a resposta da esposa exclui qualquer resquício de que houve algum tipo de desavença entre eles. É como se ela tivesse dito:
— Ele está onde deve estar; ao meu lado. Porque eu sou dele e ele é meu.

Independente de ter acontecido ou não algum contratempo, a relação entre eles não foi afetada. O amor prevaleceu. A aliança não foi rompida por um mal-entendido. Houve reconciliação. E para haver reconciliação, antes, importa haver decisão. Se eu decido perdoar ou se eu decido pedir perdão, estou dando o primeiro passo na edificação de um casamento onde o amor ensinado por Deus prevalece e a “grande cólera” (Ap. 12:12) do inimigo desvanece.

O esposo reafirma o seu amor por “uma só” (v. 9) quando, da mesma forma que antes, descreve a sua amada com o mesmo apreço e admiração. Um homem que elogia a sua mulher, que cuida dela e que alimenta a sua autoestima a cada dia, terá sempre uma mulher feliz, realizada e confiante. Muitas mulheres têm buscado no excesso de vaidade os elogios e a valorização dos de fora. De “n” maneiras procuram chamar a atenção do marido, mas se este não corresponde às suas expectativas, anseiam pelos olhares alheios.

Eu nunca me esqueço de uma frase que o pastor que celebrou meu casamento falou para o meu noivo, hoje meu esposo: “Você tem que fazer da sua mulher a mulher mais linda”! Percebam o que diz o coro no verso 1: “Para onde foi o teu amado, ó MAIS FORMOSA ENTRE AS MULHERES?” É dever do marido não adornar a sua esposa ou torná-la desejável a outros, mas amá-la e admirá-la a ponto de que, naturalmente, isto seja notado pelos de fora: “… e lhe chamaram ditosa… e a louvaram” (v. 9). Isto não quer dizer exposição da vida privada, muito pelo contrário, devemos ter muito cuidado com a superexposição principalmente nesta geração onde as redes sociais têm destruído famílias. Isto quer dizer que um relacionamento baseado no amor, no perdão e no compromisso feito um com o outro, é um dos mais poderosos testemunhos de que o propósito do SENHOR para o casamento é real, é verdadeiro e é possível.

Maridos, se a sua esposa se sentir a rainha (v. 12) da sua vida, você será considerado rei por onde for: “Seu marido é estimado entre os juízes quando se assenta com os anciãos da terra” (Pv. 31:23).
Esposas, tenham paciência e uma vida de oração. Que a tua beleza brote de dentro para fora no temor do SENHOR (Pv. 31:30).

Que o SENHOR Deus, Todo-Poderoso, derrame o melhor de Suas bênçãos sobre cada casal!

Bom dia, reis e rainhas do lar!

Desafio do dia: “[Para o casal] Orem de joelhos, com as mãos dadas, pedindo amor sincero e altruísta, expulsando qualquer sentimento egoísta e manipulador” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 10).

Rosana Garcia Barros

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CANTARES 5 – Comentário Rosana Barros
17 de maio de 2017, 0:30
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“O seu falar é muitíssimo doce; sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, tal, o meu esposo, ó filhas de Jerusalém” (v. 16).


A noiva consentiu (4:16). O noivo aceitou. O casamento consumou. A festa começou (v. 1).

A celebração de um casamento é um momento de alegria, uma promoção do amor e da união entre um homem e uma mulher que decidiram firmar uma aliança perante Deus e as testemunhas. Porém, a emoção do pedido, a felicidade da aceitação e o deleite da festa são passageiros e não podem servir de alicerce para a vida a dois. O amor, o respeito, a cumplicidade e, acima de tudo, a comunhão com Deus, devem compor o alicerce de todo casamento.

O sonho da esposa (v. 2) revela uma inquietação. Tudo indica que, ainda em sonho, o seu esposo pede permissão para entrar em seus aposentos (v. 2) e chega a colocar uma das mãos pela fresta da porta (v. 4). Só que ela já estava pronta para dormir e se demora em atender. Quando finalmente resolve abrir a porta, seu amado já “tinha ido embora” (v. 6). Apesar da linguagem figurada, podemos extrair uma grande lição desses versos. Na construção de um casamento sólido e feliz também acontecem erros de percurso. Em alguns momentos surgirão imprevistos na edificação que custarão para o casal, mais investimento e mão de obra. Como assim?

Todo casamento precisa de um investimento básico: TEMPO. E com base nele, as portas se abrem para outros dois: diálogo e intimidade sexual. Observem que há um diálogo entre a esposa e o esposo no capítulo de hoje. E se fôssemos “traduzir” numa linguagem informal, ficaria mais ou menos assim:

— Olá, amor, cheguei cansado do trabalho e tudo o que preciso é relaxar em seus braços.

— Ah não, amor! Já tomei banho, me deitei e tudo o que quero é dormir!

Na agitação em que vivemos um diálogo como esses não é absurdo de se ouvir, mas extremamente comum. As atividades do dia consomem as forças e o tempo, e muitas vezes não resta aos cônjuges uma fração de vigor para desfrutar da companhia um do outro. Eis uma realidade que tem roubado de muitos lares a fidelidade e o amor. O apóstolo Paulo escreveu solene advertência aos casais sobre este perigo: “Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, PARA QUE SATANÁS NÃO VOS TENTE POR CAUSA DA INCONTINÊNCIA” (I Coríntios 7:5).

Tanto o diálogo como a intimidade sexual deve fazer parte do dia a dia de todo casal. E quando eu falo de intimidade sexual diária não me refiro ao ato sexual em si, mas às carícias, beijos e abraços que, acompanhados de palavras de apreço e de carinho fazem parte do contexto íntimo do casamento. Esposa, que o seu marido lhe seja o único homem “totalmente desejável” (v. 16), TODOS OS DIAS. Esposo, que você só deseje a sua querida e exclusiva esposa (v. 2), TODOS OS DIAS. Não permitam que o que deveria ser um investimento se transforme em um demolidor de sonhos. Deus nos concedeu o tempo como um presente que deve ser compartilhado principalmente com aqueles que amamos. Portanto, invista tempo no seu casamento. Pode ser que a mão de obra inicial seja um pouco mais pesada, que seja difícil no início, mas, no final, você colherá resultados satisfatórios e “frutos excelentes” (4:16).

Bom dia, amados e amadas de Deus!

Desafio do dia: “Surpreenda o seu cônjuge com um pequeno presente ou lembrança (flores, carta, ou uma comida preferida, por exemplo), reafirmando assim seu carinho e amor” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 18).

Rosana Garcia Barros

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CANTARES 4 – Comentário Rosana Barros
16 de maio de 2017, 0:30
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“Jardim fechado és tu, minha irmã, noiva minha, manancial recluso, fonte selada” (v. 12).


Dentre os princípios basilares da Bíblia, está a castidade antes do casamento. O casamento deve anteceder o momento de acesso ao jardim de “frutos excelentes” (v. 16). Quando este princípio é violado os resultados são sofrimento, decepção, vergonha e desilusão. A maioria tem transformado o que deveria ser um ‘jardim fechado’ em ‘aberto ao público’. E quanta tristeza isso tem causado! A pureza tem sido violada já nos primeiros anos de vida, quando crianças são submetidas a ver e ouvir o que lhes obscurece as entradas da alma e enegrece o infante coração. Precisamos compreender que Deus Se preocupa com cada detalhe de nossa vida, inclusive com a nossa conduta sexual, e os Seus pensamentos para nós são “pensamentos de paz e não de mal” (Jeremias 29:11), para que sejamos felizes em nossos relacionamentos.

As poesias deste livro nos trazem o deleite que Deus deseja nos oferecer dentro do casamento. O amor, a libido entre os cônjuges e a doçura das palavras não podem e não devem ser consumidos pelo tempo. Mas o tempo deve revelar o amadurecimento e o crescimento mútuo do casal que um dia decidiu dar o passo excelente sob a bênção do SENHOR. A pureza no sentido de preservar seus corpos para o sexo dentro do casamento deve perdurar no sentido de preservar a pureza matrimonial: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4).

Quando eu estava no terceiro ano do ensino médio, dois colegas de turma decidiram fazer uma lista secreta. Eles escreveram os nomes das meninas que consideravam não serem mais virgens de um lado, e de outro, as que julgavam ainda ser. O problema é que a lista vazou e o único nome que escreveram como a virgem da sala, foi o meu. As meninas caíram como feras em cima deles. E o escárnio sobrou para quem? Para mim. Apelidos como ‘nossa senhora’, ‘santa’ e outros vieram, mas o que achavam que estava me afetando, alimentou em meu coração um sentimento de gratidão por Deus ter me preservado para o homem que Ele escolheria para mim. Não digo isto por vanglória, amados, mas para que os jovens que têm acompanhado o “Reavivados” entendam que ser “acusado” de diferente dos demais quando esta diferença está em ser fiel a Deus, deve ser considerado um privilégio.

Contudo, há esperança para todo aquele que foi machucado e maculado por experiências ruins. Lembre-se da mulher samaritana (João 4:1-30). Ela é um dos mais lindos testemunhos de que Jesus não desiste de ninguém. Cristo quebrou todos os protocolos da época para oferecer àquela mulher a água “do poço das águas vivas” (v. 15). Não permita que o inimigo das almas, que suas más lembranças, que suas feridas ou que os outros lhe impeçam de ouvir a doce voz do Mestre a lhe oferecer a água da vida e a lhe chamar para um recomeço. Enquanto o olhar de reprovação do mundo lhe diz que você nunca vai deixar de ir buscar água em poços de infelicidade, o olhar do teu Salvador não cessa de repousar sobre você e de lhe oferecer a água da eternidade.

De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua Palavra” (Salmo 119:9).

Sejam as esposas como a igreja de Cristo, santas e sem defeito (v. 7, Efésios 5:27).

Que cada marido “ame a própria esposa como a si mesmo” (Efésios 5:33) e “como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Efésios 5:24).

Para todo aquele que seguiu por caminhos errados, o SENHOR diz hoje: “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ezequiel 18:27).

E para aqueles que foram machucados pelas agruras da vida, Jesus os acalenta hoje, dizendo: “Vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Qualquer que tenha sido a tua experiência, aceite AGORA o chamado de Deus e acredite que Ele tem o melhor para você!

Bom dia, igreja pura do SENHOR!

Desafio do dia: “Hoje, ainda antes de deitar, peça ao Espírito Santo para que examine seu coração e após isso, confesse qualquer impureza em pensamento ou ação que possa ser revelada. Há perdão quando existe confissão” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 22).

Rosana Garcia Barros

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CANTARES 3 – Comentário Rosana Barros
15 de maio de 2017, 0:30
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“… encontrei logo o amado da minha alma…” (v. 4).

Conheci meu esposo em um passeio promovido pela igreja. A partir daí surgiu uma bela amizade onde, paulatinamente, foi despertando o interesse um no outro. Nesse meio tempo eu havia firmado um propósito com Deus de que só iria namorar com aquele que Ele me mostrasse que realmente seria o homem da minha vida, enquanto meu esposo também havia pedido em oração para casar com a mulher certa. Foram seis meses como amigos, até que começamos a namorar. E entre namoro e casamento foram dois anos. Nós namoramos, noivamos e casamos certos de que estávamos dando passos firmes em direção a um casamento sólido e feliz. Eu posso dizer com propriedade que “encontrei logo o amado da minha alma” (v. 4).

Porém, a procura pela pessoa certa nem sempre é tão bem-sucedida. Muitos têm buscado por alguém que satisfaça a sua lista de desejos, antes de buscar Aquele que deseja dar-nos o melhor. A ansiedade provocada pela expectativa de ser feliz tem desvirtuado o verdadeiro sentido do casamento: fazer o outro feliz. E muitos lares são destruídos pela insatisfação pessoal e pela decisão prematura. O conselho dado no final do verso 5 deve ser seriamente considerado: “não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira”.

“E viveram felizes para sempre” é o sonho de todos que foram doutrinados pelo mundo encantado do faz de conta. Só que o príncipe acaba virando sapo e a princesa, bruxa, na primeira decepção que acontece. A maturidade precisa ser desenvolvida antes do casamento para que a certeza do passo seguinte motive a não deixar escapar com atitudes insensatas aquela que poderia ser a pessoa certa. Precisamos entender que todos estamos sujeitos a erros e que não existe a pessoa “perfeita” no sentido cinematográfico e sim no sentido de que perfeita é a pessoa que Deus escolheu para mim.

A procura da esposa pelo seu amado rodeando a cidade, “pelas ruas e pelas praças” (v. 2) e o fato de tê-lo conduzido à casa de sua mãe (v. 4), mostram a importância dada à aprovação dos pais para o início de um relacionamento, mesmo que julgue ter encontrado a pessoa certa. A opinião e conselhos dados pelos pais ou pessoas com mais experiência devem ser levados em bastante consideração antes que seja marcado o “dia do seu desposório” (v. 11). Para que não seja este dia um motivo de arrependimento, e sim um “dia do júbilo do seu coração” (v. 11).

Deus tem coroas de honra para aqueles que buscaram nEle a primazia do amor. Todo aquele que primeiro busca ao SENHOR e não O deixa ir, não irá precipitar-se em unir-se em matrimônio. Contudo, ainda assim, o nosso Deus tem poder para transformar um suposto fracasso em vitória. Você pode ter iniciado mal, mas Deus tem o poder de renovar todas as coisas. Ore, clame, suplique e Deus fará subir do deserto “toda sorte” (v. 6) de bênçãos para o teu casamento e enviará anjos que como “valentes” (v. 7) estarão ao teu redor e os “temores noturnos” (v. 8) não conseguirão destruir o que Deus criou para ser “até que a morte os separe”.

Bom dia, amados do SENHOR!

Desafio do dia: 
Solteiros: Faça um propósito de oração para que o SENHOR o conduza a um casamento abençoado.
Casados: Faça um propósito de oração para viver um casamento abençoado.

Rosana Garcia Barros 

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CANTARES 2 – Comentário Rosana Barros
14 de maio de 2017, 0:30
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“Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens” (v. 2-3).


A fidelidade conjugal nunca foi tão banalizada. Vivemos em um tempo em que a malícia e o apelo sensual não estão mais disfarçados nas letras das músicas e programas de “humor”, eles estão completamente expostos. Filmes, novelas e até desenhos animados têm deturpado o que Deus criou para ser sagrado dentro do casamento.
 
Certo dia, meu esposo e eu estávamos num ginásio observando nosso filho mais velho jogar futebol. Num momento em que meu esposo começou a jogar no celular, algumas crianças entre sete e nove anos de idade foram se aproximando. Então, puxando conversa, as próprias crianças começaram a dizer o tipo de jogos que tinham no celular: OS PIORES! E sem precisar perguntar, disseram que assistiam lutas de MMA na companhia dos pais e de madrugada!!! 😳 E quando pensei que não poderia piorar, confessaram que assistiam vídeos de SEXO PESADO! Chocante? Eu fiquei aterrorizada! Mas o que isto tem a ver com o capítulo de hoje? TUDO!
 
Maridos que são tementes a Deus e fiéis à esposa, e mulheres submissas e fiéis a seu marido, certamente fazem de tudo para que a depravação não entre no lar, nem pelo ver e nem pelo ouvir. Aplicando a tese de que o esposo também se trata de uma ilustração cristocêntrica, dar ouvidos a Jesus, “Ouço a voz do meu amado” (v. 8), é a única forma de calar o “lixo” que o mundo tem oferecido. Como ovelhas de Cristo, precisamos reconhecer-Lhe a voz: “vai adiante delas, e elas O seguem, porque Lhe reconhecem a voz” (João 10:4). A fidelidade no casamento é um dos maiores pilares na construção do caráter dos filhos. Cônjuges que manifestam em seu cotidiano um amor baseado em pensamentos puros e respeitáveis (Filipenses 4:8), estão educando filhos que fugirão da lascívia (Gênesis 39:12) e que não despertarão o amor “até que este o queira” (v. 7).
 
Pais e mães cujo lema é “O meu amado é meu, e eu sou dele” (v. 16), hão de dar maior contribuição ao mundo do que os maiores estadistas. O chamado de Cristo à Sua Igreja hoje, é: “Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem” (v. 10 e 13). Jesus nos chama para vivermos casamentos sólidos e felizes; para que nossos lares sejam verdadeiros pedacinhos do Céu na Terra. E em contraste com a depravação do mundo, sentiremos saudades dAquele que sempre é fiel (II Timóteo 2:13) e com anelo de vê-Lo em breve, diremos: “Volta, amado meu” (v. 17)!
 
Bom dia e um feliz dia das mães a todas as mamães reavivadas!
 
Desafio do dia: Identifique as “raposinhas” (v. 15) que podem estar prejudicando o seu relacionamento conjugal e maculando o seu lar. Em oração, peça ao SENHOR que as elimine.
 
Rosana Garcia Barros
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CANTARES 1 – Comentário Rosana Barros
13 de maio de 2017, 0:30
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“Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho” (v. 2).


Apesar de não pronunciar o nome de Deus e de não haver citações deste livro no novo testamento, “Shir Hashirim” (seu nome em hebraico) revela o mais excelente dos cânticos. Sua linguagem poética aborda o amor entre marido e mulher, reforçando o plano original do Criador a respeito do casamento (Gênesis 2:24), além de também ser considerado uma metáfora do amor entre Cristo e Sua Igreja.
 
Salomão foi o homem com o maior registro bíblico em número de matrimônios: “tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas…“. Agora atentem para o final do verso: “… e suas mulheres lhe perverteram o coração” (I Reis 11:3). Duas coisas o rei destacou neste livro: a monogamia e o monoteísmo. A poligamia, além de ter corrompido o seu coração, o levou à prática do politeísmo, o que quase o corrompeu por completo não fosse a misericórdia de Deus. O que Salomão escreveu não foram palavras de um hipócrita, mas de um homem que descobriu que o prazer dentro de UM casamento sob a bênção do SENHOR é melhor do que mil mulheres.
 
O amor ganha destaque e até termos de intimidade sexual são utilizados (v. 13) para descrever a relação que deve haver entre homem e mulher dentro do casamento. A intimidade entre os sexos opostos foi criada por Deus para ser um deleite entre esposo e esposa e para fortalecer ainda mais os laços afetivos. Assim como Cristo fez com Sua noiva (Igreja) uma aliança perpétua (Efésios 5:25), os votos feitos entre marido e mulher, perante o altar ou diante de um juiz, deve corresponder à semelhante compromisso.
 
Se o seu estado civil for CASADO, você e seu cônjuge devem viver o amor mútuo todos os dias. Palavras de apreciação (v. 15-16) e atitudes amáveis tornam não somente o casamento feliz, mas toda a casa exala de dentro para fora o incomparável aroma do amor: “não é sem razão que te amam” (v. 4). Um lar cujo amor é o principal atributo, sempre será motivo de alegria e de boas lembranças (v. 4).
 
Prepare o seu coração para estes próximos sete dias, pois, o amor está no ar, o seu casamento vai ganhar um novo sentido e uma blindagem celestial.
 
Feliz sábado, amados e amadas!
 
Desafio do dia: Você já beijou o seu cônjuge hoje? Além de um apaixonante beijo, digam um para o outro as palavras dos versos 15 e 16 e orem juntos. Deus abençoe o seu casamento!
 
Rosana Garcia Barros
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ECLESIASTES 12 Comentário Pr Heber Toth Armí
12 de maio de 2017, 0:45
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O livro não poderia encerrar com uma conclusão melhor. Você precisa ler!

“Eclesiastes pede uma resposta pessoal a Deus em conexão com estes dois eventos: ‘Lembra-te de teu Criador’ (12:1), ‘Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos’ (12:13). E, para que estes dois convites sejam seriamente considerados, insere entre eles um parêntese sobre a autoridade e a inspiração de suas obras (12:9-12)”.

Jacques Doukhan ainda destaca que o texto de 12:2-6 “não é sobre a velhice, como geralmente se interpreta, mas sobre o tempo do fim […]. A expressão [‘os dias maus’] é única em toda a Bíblia […]. A forma em que se apresentam os eventos é típica de uma linguagem escatológica: ‘Quando’ (12:3), literalmente, ‘no dia em que’. Esta é a forma em que se apresenta o dia grande dia da vinda de Deus nas profecias bíblicas [Joel 3:14-18; Zacarias 3:10]”.

Observe mais estes detalhes:

  • O sol escurece (12:2; Joel 2:10-11, 31; Marcos 13:24, 26).
  • O florescer da amendoeira (12:5) equivale ao tempo de Deus agir (Jeremias 1:12).
  • A mulher que parou de trabalhar no moinho (12:3) sugere catástrofe repentina, seguido por silêncio pelo fechamento das portas – fim das atividades sociais e econômicas (12:4; Mateus 24:41).
  • Há atmosfera de desolação e mortes absolutas (12:4-5; Jeremias 4:23-28);
  • A humanidade vai para a tumba. É o fim do mundo (12:6-7).

Temer a Deus é uma filosofia de vida (12:13-14; Salmo 33:18; Jó 28:24-28; Deuteronômio 10:12-14; Eclesiastes 3:14; 5:7; 7:18; 8:12). “O temor de Deus é a essência da religião bíblica. Não é um sentimento etéreo ou uma doutrina abstrata; é uma relação dinâmica. Para Eclesiastes, o temor de Deus é a implicação direta do Juízo… (12:14)”, comenta Doukhan.

Compare tudo isso com Apocalipse 14:6-12. Ali é citado o juízo vinculado ao temor a Deus e à guarda dos mandamentos. A mensagem de Eclesiastes deve ser tão estudada e pregada quanto à de Apocalipse.

O Pregador, diz o Dr. Ruben Aguilar, “deseja, com muita paixão, que seus ouvintes reconheçam que tudo na vida, sem fé, sem lei e sem a presença do juízo, é uma vã ilusão: ‘Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade’ (Eclesiastes 12:8)”.

Qual filosofia de vida vais aderir? A de Deus ou a tua própria? Reflita! – Heber Toth Armí.



ECLESIASTES 12 – Comentário Rosana Barros
12 de maio de 2017, 0:30
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O último capítulo de Eclesiastes aborda quatro dos temas bíblicos mais questionados no meio cristão: criação, morte, observância dos mandamentos e juízo. Vejamos hoje que, assim como “O Pregador” (v. 9) escreveu “com retidão palavras de verdade” (v. 10), “dadas pelo único Pastor” (v. 11), toda a Bíblia explica a verdade sobre estes quatro assuntos, sem deixar margem de dúvida. Comecemos:
1. “Lembra-te do teu Criador” (v 1): o relato da criação apresentado em Gênesis é tão real quanto o relato da redenção apresentado nos evangelhos. A expressão “Lembra-te”, também aparece no quarto mandamento da Lei de Deus (Êxodo 20:8-11), aliás, o único mandamento que nos remete a Deus como Criador. O livro de Salmos confirma o relato de Gênesis (Salmo 33:6 e 9; Salmo 104). Jesus confirmou a criação (Marcos 10:6). Paulo confirmou a criação (Romanos 1:20; I Coríntios 15:45; I Timóteo 2:13-14). O livro de Hebreus confirma o relato de Gênesis (Hebreus 11:3).
2. “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (v. 7). Além de ser mais uma confirmação do relato da criação do homem (Gênesis 2:7), também desmistifica a verdade sobre a morte. A Bíblia afirma que a matéria-prima, pó da terra, volta para o Seu lugar, e o espírito, ou seja, fôlego de vida, retorna para Deus, o Doador da vida. A palavra usada é “ruach“, que significa “vento”, “sopro”, e não uma entidade fora do corpo. Pois nós não temos uma alma, nós somos uma alma (Ezequiel 18:4). A Bíblia também afirma que a morte é um sono (João 5:28-29), e que os mortos não sabem coisa alguma (Eclesiastes 9:5-6). O próprio Jesus comparou a morte com o sono (João 11:11-14) e o apóstolo Paulo também (I Tessalonicenses 4:13-14).
3. “De tudo o que se tem ouvido, a suma é:
Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (v. 13): a conclusão apresentada por Salomão é a mesma que foi apresentada a Adão e Eva antes do pecado, aos homens antes do dilúvio, a Israel no êxodo e a nós hoje (Apocalipse 14:7, 14:12). Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15). Tiago reforçou: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago 2:10 e só para não restar dúvidas, leia até o verso 12). João confirmou: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (I João 5:3). O povo de Deus dos últimos dias serão conhecidos como “os que guardam os mandamentos de Deus” (Apocalipse 12:17). E, preste bastante atenção: a observância dos mandamentos não foi algo para os judeus, mas “É O DEVER DE TODO HOMEM” (v. 13).
4. “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (v. 14): Chegará o dia em que todo ser humano terá de prestar contas ao justo Juiz (Atos 17:31). “Manifesta se tornará a obra de cada um” (I Coríntios 3:13) e cada um será julgado com base na “lei da liberdade” (Tiago 2:12). Tiago chama os dez mandamentos de lei da liberdade, lei sob a qual seremos todos julgados, e ainda reforça: “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (Tiago 1:25). Paulo afirmou em Romanos 13:10 que “o cumprimento da lei é o amor”. Veja só o que João escreveu: “Nisto é em nós aperfeiçoado o amor, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (I João 4:17). A Lei de Deus, além de ser uma expressão do Seu caráter, é uma manifestação do Seu amor.
Amados, o Espírito Santo tem nos guiado “a TODA a verdade” (João 16:13). A função da verdade é de nos libertar (João 8:32). E “para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (Gálatas 5:1). A escravidão deste mundo destrói, a liberdade em Cristo nos salva e nos move a cumprirmos o nosso DEVER (v. 13) por amor. Não fomos salvos por obedecer, mas obedecemos porque já fomos salvos. Porque amamos a Deus!
Resumindo: O Criador tanto nos amou que nos deu o Seu único Filho, para que todo o que nEle crê, ou seja, que é fiel aos Seus mandamentos, não durma o sono da morte para sempre, mas receba a vida eterna (João 3:16).
Bom dia, libertos pela verdade!
Desafio do dia: Escreva ou imprima os dez mandamentos (Êxodo 20:3-17) e coloque em um lugar visível de sua casa. Lembre-se: obedecê-los é seu DEVER!
Rosana Garcia Barros
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