Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 2 – Comentário Rosana Barros
2 de maio de 2017, 0:30
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“Porque Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer ao homem que Lhe agrada…” (v. 26).


Vaidade das possessões, vaidade da sabedoria e vaidade do trabalho. Afinal de contas, o que vale a pena neste mundo? Muitos têm construído verdadeiros impérios que são destruídos por herdeiros insensatos. Outros têm sacrificado família e saúde devido ao trabalho excessivo. A multiplicação da ciência e da tecnologia também tem tomado o tempo de milhares que fazem de tudo para alcançar um lugar no campo do conhecimento. Então, multidões têm descoberto que quando o avançar da idade revela que tudo o que construíram na verdade não trouxe a felicidade tão almejada, a mente inicia um processo de desânimo que pode resultar em depressão, a doença do século.

Como, pois, fugir de tal mal? A palavra-chave é TEMPERANÇA. A temperança é um dos remédios naturais que Deus nos deixou para que a nossa vida seja regida com equilíbrio. Ser temperante num mundo extremamente acelerado não é tarefa fácil e requer escolhas firmes, mesmo que possam causar opiniões contrárias. Desacelerar, hoje em dia, é considerado uma ação retrógrada e preguiçosa. Para se ter uma vida mais tranquila e mais dependente de Deus precisamos compreender o que Salomão compreendeu: a sabedoria, o conhecimento e o prazer são dons de Deus para os que Lhe agradam. Isto é, não são nossas próprias conquistas, são presentes do SENHOR. Separado de Deus, “quem pode comer ou quem pode alegrar-se?” (v. 25). Precisamos educar nossa mente na direção do que Jesus nos aconselhou: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).

Tudo é vaidade e correr atrás do vento” (v. 17), quando negligenciamos o conhecimento do SENHOR para encher nossas aljavas do que é corruptível e passageiro. Sendo que “a luz traz mais proveito do que as trevas” (v. 13), andar na luz de Deus requer renúncia do eu e comunhão com o Céu. Sabem amados, por vezes pensamos estar no caminho certo simplesmente pelo fato de preenchermos os requisitos de um “bom crente“. Quando a nossa vida deve ser para atingir o objetivo de sua criação: “os que criei para Minha glória, e que formei e fiz” (Isaías 43:7). Estamos, de fato, glorificando a Deus com os nossos bens, conhecimento e trabalho? Reconheça hoje que tudo “isto vem da mão de Deus” (v. 24), e que Ele enche de bênçãos “ao homem que Lhe agrada” (v. 26). Portanto, “use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens… Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador” (I Timóteo 2:1 e 3)
ISTO SIM, NÃO É VAIDADE!

Bom dia, servos temperantes do SENHOR!

Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes2 #RPSP



ECLESIASTES 1 – Comentário Pr Heber Toth Armí
1 de maio de 2017, 0:45
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Este livro é uma convocação universal da parte do filósofo Salomão que anseia nossa reflexão mais íntima e profunda sobre a vida e o sentido da nossa existência. São apenas doze capítulos, mas poderão alterar tua vida inteira para melhor, bem melhor!

Qoheleth, como é chamado em hebraico o livro “Eclesiastes”, pode significar um mestre, pregador ou filósofo que reúne uma assembleia objetivando apresentar a verdade ou elevados conceitos de vida. O livro era usado em leituras na festa judaica das cabanas – ou dos tabernáculos!

“A Bíblia contém simples e completo sistema de teologia e filosofia… Usada como compêndio em nossas escolas, a Bíblia fará em favor do espírito e da moral o que não pode ser feito por livros de ciência e de filosofia. Como um livro para disciplinar, e refinar o caráter, não tem rival… Não há posição social, nenhum aspecto da experiência humana, para que o estudo da Bíblia não seja prepara essencial” (Ellen G. White).

Eclesiastes é um sarcástico irônico da vida desprovida da revelação sábia procedente de Deus à humanidade. Até o capítulo 11 o sábio nos desafia a crer que uma existência sem Deus não tem verdadeiro e real sentido.

O primeiro capítulo nos introduz ao livro… vamos mergulhar fundo nessa filosofia espiritual?

Warren W. Wiersbe oferece estes pontos, que valem à pena considerar:

1. Nada muda:a) A terra (v. 4);

b) O sol (v. 5);

c) O vento (v. 6);

d) O mar (v. 7).

2. Nada é novo:

a) O ser humano deseja algo novo (v. 8);

b) O mundo não oferece nada de novo (vs. 9-10);

c) Por que pensamos que as coisas são novas? (v. 11).

3. Nada é compreensível:

a) A vida é difícil, mas é uma dádiva de Deus (v. 13);

b) Tentar fugir da vida não a torna mais fácil (v. 14);

c) Nem tudo pode ser mudado (v. 15);

d) A sabedoria e a experiência não resolvem problema algum (vs. 16-18).

Sem rumo, a vida é um constante andar em círculos, é correr atrás do vento. Tudo trará sensação de vazio à alma. “Tudo é um tédio só”; “Tudo é um vazio só – como nadar contra a maré”.

Só Deus dá real sentido à vida! “Senhor, aviva-nos!” – Heber Toth Armí.



ECLESIASTES 1 – Comentário Rosana Barros
1 de maio de 2017, 0:30
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“Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (v. 2).


Apesar de não haver a citação específica da autoria deste livro, ele próprio corrobora para atribuir a Salomão o título de autor. “Qoheleth”, título hebraico do livro, significa “O Pregador” e define bem o seu objetivo: uma pregação que não possui prazo de validade. O início do livro parece mais um desfecho. O verso 2 já expõe a que conclusão chegou o pregador: “tudo é vaidade”. Então, a partir desta suma, Salomão explica a razão de sua teoria.
 
Por mais que avancemos no tempo e que a história nos confirme de que a cada geração o mundo se torna palco de novas descobertas e de novas conquistas, o sábio rei afirma que “Geração vai e geração vem” (v. 4) e “nada há, pois, novo debaixo do sol” (v. 9). Ou seja, o homem pode criar inovações tecnológicas, pode avançar em descobertas científicas, pode até inventar coisas que as gerações passadas nunca imaginaram que pudessem existir, porém, como o vento, tudo isso um dia passa.
 
A palavra hebraica usada para vaidade é “hebel” que quer dizer “vapor ou sopro”. O que tanto valorizamos ontem, amanhã pode não ter mais utilidade e assim sucessivamente.
Um dia, quando o meu filho mais velho tinha por volta dos sete anos de idade, eu estava fazendo uma arrumação em meu guarda-roupa e encontrei uma fita K7. Imediatamente ele começou a puxar a fita enquanto perguntava: “Mãe, o que é isso?” Eu ri muito na hora e percebi que aquele “estranho” objeto que já havia sido uma “sensação”, agora não passa de uma peça de museu.
 
A nossa vida não tem sentido se for resumida apenas aos louros desta Terra. Como a fita K7, “Já não há lembrança das coisas que precederam” (v. 11). Tudo aqui passa. E com o passado foram as conquistas, as derrotas e todas as vaidades que fizeram de alguns, nomes que marcaram a história. Enquanto as “novidades” desta Terra ocuparem o espaço que só Deus pode preencher, as pessoas continuarão enfadadas e iludidas por algo cujos resultados só faz aumentar a tristeza (v. 18). Quem entende que a “novidade de vida” (Romanos 6:4) só pode vir por meio de Cristo, viverá aplicando “o coração a esquadrinhar” (v. 13) como caminhar até encontrá-Lo face a face.
 
Portanto, amados, não apliquemos o coração em coisas que têm prazo de vencimento, “onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no Céu… porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mateus 6:19-21).
 
Bom dia, aplicadores da “Bolsa de Valores” eternos!
 
Desafio do dia: Reflita sobre onde você tem aplicado o seu coração ultimamente. Isto tem lhe aproximado ou lhe afastado do SENHOR? Ore para que Deus afaste de sua vida tudo o que possa tirar a sua parte nos depósitos celestes.
 
Rosana Garcia Barros
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PROVÉRBIOS 31 – Comentário Rosana Barros
30 de abril de 2017, 0:25
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“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias” (v. 10).

Quando pensamos em Provérbios 31 rapidamente lembramos do louvor da mulher virtuosa. Em forma poética e ao mesmo tempo em linguagem acessível, esta “mulher de força” tornou-se o padrão que toda mulher piedosa deseja alcançar. Porém, há outra mulher neste capítulo, que mesmo não sendo protagonista, deveria igualmente ser admirada. Observe com cuidado o que diz o verso 1:”Palavras do rei Lemuel, de Massá, as quais LHE ENSINOU SUA MÃE”. As palavras deste capítulo vieram de uma mãe. Uma mulher que compreendeu o seu papel no lar e cujas palavras excederam a excelência de tronos.

O primeiro conselho dado por aquela sábia mãe a seu filho redunda em um contraste com o modelo estabelecido nas Escrituras a partir do verso 10: “Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos às que destroem os reis” (v. 3). Foi quando os filhos de Deus olharam e tomaram para si as filhas dos homens (Gênesis 6:2), que o mundo entrou numa corrupção tão terrível cujo desfecho foi a destruição pelo dilúvio (Gênesis 6:5-7). Não deve ser passado por alto um conselho tão antigo e ao mesmo tempo tão contemporâneo. Relacionamentos sem a aprovação de Deus são fadados ao fracasso e geram problemas de ordem social seja qual for a época.

O segundo conselho requer uma abstinência do álcool e de tudo o que pudesse entorpecer a mente. Sabemos que naquele tempo não havia as drogas atuais, mas o vinho fermentado ou as bebidas misturadas, além de serem usadas para bebedices, também o eram para torpor de doentes e condenados à morte. O verso 6 não se trata de uma autorização especial, mas de um contexto histórico. A Cristo mesmo, em Sua profunda agonia na cruz, foi-Lhe oferecida uma bebida entorpecente, uma espécie de mistura de vinagre e fel, a qual o nosso Salvador rejeitou.

O terceiro conselho trata-se mais de uma ordem, que poderia resumir-se a isto: “Abre a boca” (v. 8 e 9) só se for para fazer justiça! 

Isto é, cuidado com as tuas palavras e que da tua boca só proceda bênção. Então, começa o “Bê a bá” da mulher segundo o coração de Deus. Geralmente é um texto muito admirado por mulheres, mas que deveria fazer parte do acervo de leituras de todo homem, principalmente daqueles cujos propósitos ainda não se uniram em aliança com uma mulher. Em forma de acróstico com as 22 letras do alfabeto hebraico, o louvado texto apresenta uma mulher agradável, forte e sábia. Era exatamente o tipo de mulher que deveria ocupar a posição de rainha, ao lado de Lemuel.

Como mãe, desejo e peço ao SENHOR que desde já prepare para meus filhos mulheres virtuosas que antes de serem rainhas do lar, sejam súditas do Rei dos reis. As palavras de uma mãe temente a Deus acompanham seus filhos na jornada da vida e produzem resultados que somente o Céu revelará com exatidão. Assim como Agur, independente de quem tenha sido Lemuel, com certeza foi alguém que reconheceu na sabedoria de sua mãe, a voz de ordem do SENHOR: “… Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros” (II Crônicas 20:20).

Não existem mulheres naturalmente virtuosas, e sim mulheres que buscam viver essas virtudes. Busquemos, pois, mulheres do SENHOR, viver com humildade a Palavra de Deus, permitindo que Ele opere em nós os frutos de Suas virtudes. Mães, busquemos a sabedoria do Céu, conduzindo a herança do SENHOR para escolhas que lhe confira à vida o tempo que se chama eternidade. Filhos, dêem ouvidos aos conselhos de sua mãe, pois são “como maçãs de ouro em salvas de prata” (Pv. 25:11). 

Bom dia, sábios do SENHOR!

Desafio do dia: Compartilhe conosco sua experiência com o estudo do livro de Provérbios e convide amigos para juntos estudarmos Eclesiastes a partir de amanhã!

Rosana Garcia Barros

#RPSP #PrimeiroDeus #Provérbios31



PROVÉRBIOS 30 – Comentário Rosana Barros
29 de abril de 2017, 0:30
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“Toda palavra de Deus é pura; Ele é escudo para os que nEle confiam. Nada acrescentes às Suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso” (v. 5-6).


Independente de quem foi Agur, de onde ele veio ou das conjecturas a seu respeito, estas palavras inspiradas revelam tanta sabedoria como as que temos estudado até agora. O desabafo de alguém que reconhece a sua condição pecaminosa e a sua total dependência do Todo-Poderoso nunca será por Ele rejeitado. Agur, seja ele quem for, traçou uma espécie de passo a passo na direção de Deus. Além de reconhecer a Sua incapacidade, ele exaltou o Criador e ergueu em plataforma insuperável a santa e pura Palavra de Deus. O seu pedido, semelhante ao de Salomão (I Reis 3:9), também não envolveu benefícios materiais, muito pelo contrário, ele pede fuga contra “a falsidade e a mentira” (v. 8) e sustento que não o afaste de Deus.
 
Longe da intenção de ser tido melhor do que seus semelhantes, o sábio descreve a verdadeira intenção do coração do perverso: maldição que não dispensa nem os próprios progenitores (v. 11), orgulho próprio (v. 12-13) e ganância desmedida (v. 14-15). Logo em seguida faz um jogo de palavras incluindo três e quatro opções negativas e também positivas, usando de ilustrações para auferir sabedoria. Mas de tudo o que ele disse, se tivesse resumido nos versos 5 e 6, já teríamos desfrutado de uma verdade absoluta: A Palavra de Deus é pura e não precisa e nem deve receber acréscimo algum! “Puríssima é a Tua Palavra” (Salmo 119:140), exclamou o salmista! Não há verdade em nada que a contrarie. Por isso que logo após exaltar a pureza da Bíblia, Agur pede livramento contra a falsidade e contra a mentira. Ele não temia a morte, mas o afastamento de Deus e de Sua Palavra.
 
A corrupção humana está atingindo o seu limite e até a vida, que é o bem mais precioso que temos, está perdendo o seu valor. Pessoas morrem por muito pouco ou por quase nada. Pessoas tiram a própria vida por razões banais. O ser humano perdeu a noção de que há diferença entre o certo e o errado. Não fazendo distinção entre o bem e o mal, cai na cilada maligna de preencher a vida com coisas que promovem prazeres momentâneos, desprezando a sabedoria da Palavra divina. Que terrível engano! Rejeitando o escudo protetor de Deus, os homens tornam-se vulneráveis às consequências de seus próprios procedimentos insensatos (v. 32).
 
O que ocorre hoje no meio cristão é uma massa falida de falsos adoradores em busca de êxtase emocional e de milagres condicionais. A Bíblia torna-se um objeto de decoração ou uma espécie de amuleto que só serve se for aberta onde possa atender as necessidades particulares de cada um. Ou seja, muitos têm “acrescentado” às Escrituras a sua própria interpretação. Não a buscam no sentido de ouvir a voz do SENHOR, mas de favorecer as suas próprias vontades. E, como sanguessugas, suas orações se resumem em: “Dá, Dá” (v. 15). E se Deus “ousar”, com o perdão da expressão, não atendê-las ou se as provações lhe batem a porta, simplesmente dão as costas e com o coração endurecido dizem: “Não conheço o SENHOR” (Êxodo 5:2).
 
Meus amados, todos os que almejam a vida eterna precisam conhecer a Deus: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (João 17:3). E como podemos conhecê-Lo? Através da Sua pura Palavra! Por isso, não desistam de buscá-la e por ela serem santificados (João 17:17). Como Agur, clamemos ao SENHOR que nos livre de ensinos mentirosos que têm levado multidões à destruição. Cristo mesmo nos advertiu para termos cuidado, principalmente agora nos últimos dias (Mateus 24:24). Satanás bem sabe que pouco tempo lhe resta e tem feito de tudo para “roubar, matar e destruir” (João 10:10) todos os que têm dado as costas às profecias e aos mandamentos de Deus. Estes serão achados mentirosos e não poderão ter parte na Cidade Santa (Apocalipse 21:27). Um povo está sendo santificado e, por fim, será por Deus glorificado (I Coríntios 15:52): “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). Oxalá que você e eu façamos parte do seleto remanescente que perseverará até o fim em defesa de Deus e de Sua eterna Palavra (Salmo 119:160)!
 
Bom dia, remanescente do SENHOR!
 
Desafio do dia: “É lícito, nos sábados, fazer o bem” (Mateus 12:12). Que o SENHOR nos dê mãos que ajudem, palavras que confortem e pés formosos “que anunciam coisas boas!” (Romanos 10:15).
 
Rosana Garcia Barros
reavivadosporsuapalavra.org
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PROVÉRBIOS 29 – Comentário Rosana Barros
28 de abril de 2017, 0:30
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“Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma” (v. 17).


Existe um trabalho cujas atribuições são imprevisíveis e tão difíceis que exigem total disponibilidade. A qualquer momento pode haver uma emergência e não há como mensurar o quanto de labor diário será necessário. Cada dia reserva surpresas à parte e o estado de humor tem grande influência sobre os “clientes”. Este serviço requer olhos sempre atentos e mãos sempre dispostas. É preciso ser um pouco de cada coisa: professor, educador físico, nutricionista, psicólogo, enfermeiro, plantonista, vigilante, chefe de cozinha, camareira, artesão, conselheiro espiritual. A jornada de trabalho é de 24h, sem férias, salário ou benefícios trabalhistas. E se adoecer, trate logo de melhorar, porque também não há auxílio doença e nem licença por questões de saúde. Eu não sei qual é a sua profissão, mas sei que certamente você não estudaria em troca de um trabalho assim.

Depois de toda aquela descrição, você lembrou de alguém? Alguém que carregou os seus primeiros quilos dentro de si por nove meses. Alguém que sentiu dores para que você sentisse vida fora do ventre. Que percebeu que um pedaço do seu coração estava em seus braços. Que chorou com sua primeira vacina. Que perdeu diversas noites de sono para lhe alimentar e acalentar. Que transforma em torcida organizada cada conquista sua. Que sofre com suas quedas. Que te repreende  quando necessário, mas que te ama o tempo todo. Que chora escondido quando você a magoa, ou que não contém as lágrimas diante de seus atos insensatos. Que pode não receber remuneração monetária, mas que trocaria todo o dinheiro do mundo pela sua felicidade. Eis que lhes apresento A MATERNIDADE!

De tudo o que temos aprendido neste livro, pelo menos 80% deve ser ensinado pela mãe. Sem desmerecer a paternidade, cumpre à mãe, como mulher que edifica a sua casa (Pv. 14:1), ter participação mais ativa e mais próxima dos filhos. Todos os dias enfrento desafios, e cada um deles não se compara a dez metas das maiores multinacionais. Requer muita sabedoria, controle emocional, raciocínio rápido, domínio próprio e muito, muito amor. A disciplina faz parte da educação e saber aplicá-la e dosá-la na medida certa não é tarefa fácil. Mas a Palavra do SENHOR nos diz que precisamos usar “a vara e a disciplina” (v. 15) para que o resultado seja o de filhos sábios. Contrariando este contexto, “a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe” (v. 15). Crianças entregues ao ócio, liberdade excessiva e que não são submetidas a regras, certamente serão vergonha para a mãe e tristeza para o pai.

Não sou uma mãe perfeita e estou bem longe de ser. Cada filho possui particularidades que precisam ser trabalhadas com muito cuidado e atenção e quantas vezes eu tenho errado tentando acertar. Há pouco mais de três anos meu marido e eu optamos por ele ser o provedor do lar e eu me dedicar integralmente à educação dos nossos filhos. Percebi o chamado de Deus nesta direção e resolvi fazer a Sua vontade. Desde então tem sido um desafio após outro, afinal, o “título” de mãe em tempo integral não é algo bem visto onde a mulher precisa ser um “animal” de carga para ser valorizada. E um dia desses, com o coração pesaroso pelas circunstâncias e por achar que ainda não estou cumprindo fielmente a parte que como mãe me corresponde, em oração pedi que o SENHOR falasse comigo, nem que fosse para apontar os meus erros, e Ele assim me respondeu:
“Eu contenderei com os que contendem contigo e SALVAREI OS TEUS FILHOS… Todo homem saberá que Eu sou o SENHOR, o Teu Salvador e o Teu Redentor, o Poderoso de Jacó” (Isaías 49:25 e 26). Eu fiquei sem palavras diante de tal resposta. Glórias ao SENHOR!

Podemos ser conhecedores da Bíblia de Gênesis a Apocalipse. Podemos ter muitas graduações e especializações. Podemos aplicar a disciplina e a vara em nossos filhos e lhes impor autoridade. Entretanto, o resultado SALVAÇÃO só o SENHOR pode dar. Percebi que não adianta ficar cobrando de mim mesma o que só Deus pode realizar. Que não existe responsabilidade que cause mais estafa mental e física do que a maternidade, mas que não há nenhuma outra obra tão poderosa em todo o planeta. Diante de uma época onde jogos virtuais têm ceifado a vida de crianças e adolescentes, ser mãe é uma corrida contra o tempo e um caso de vida ou morte. O mundo está se corrompendo por dar as costas às profecias da Palavra de Deus (v. 18), e mães que decidem vestir-se para a batalha com a armadura certa (Efésios 18:10-18), certamente no SENHOR estarão seguras (v. 25) e serão bem-sucedidas em seu labor:

“Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé e amor, e santificação, com bom senso” (II Timóteo 2:15).

Mãe, acredite, ainda que não sejas valorizada aqui, muito em breve serás honrada no mundo porvir! Aleluia!

Bom dia, mães segundo o coração de Deus!

Desafio do dia: Lembram do nosso jejum das quartas-feiras? Não desanime. Oremos e jejuemos por nossas famílias e elas serão mais influentes do que muitos sermões!

Rosana Garcia Barros
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PROVÉRBIOS 28 – Comentário Rosana Barros
27 de abril de 2017, 0:30
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“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (v. 13).


Diante do estudo destes provérbios em forma de antítese, a Bíblia mais uma vez nos confirma que Deus faz distinção entre o certo e o errado, o justo e o perverso, a bênção e a maldição. Não há como buscar ao SENHOR e não ser por Ele transformado. A conversão promove mudanças e o justo começa a experimentar uma novidade de vida que os ímpios não conseguem entender (v. 5).
 
Ricos passam a compartilhar as suas riquezas. Egoístas deixam de o ser e priorizam mais os outros do que a si mesmos. Ébrios abandonam o vício e tornam-se exemplares sacerdotes do lar. Prostitutas tornam-se respeitáveis mães de família. Jovens entregues à luxúria e às orgias tornam-se valorosos porta-vozes de Deus e de Sua Palavra. Religiosos fariseus passam a ser praticantes da verdadeira religião (Tiago 1:27). Para o mundo tudo isto é loucura. Para Deus é a conjugação de dois verbos: CONFESSAR e DEIXAR.
JAMAIS haverá prosperidade na vida de quem encobre os seus pecados! Fazer isso é como alguém que varre toda a sujeira da casa para debaixo do tapete. Um dia o “tapete” da vida será levantado e toda a imundícia, exposta (Eclesiastes 12:14)!
 
Os reis da Terra estão embriagados com o vinho da devassidão da grande meretriz (Apocalipse 17:1-2). A suma do mundo é: “Siga a voz do seu coração!”
A suma da Palavra de Deus é: “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque ISTO É DEVER DE TODO HOMEM” (Eclesiastes 12:13).
A verdadeira felicidade está no “constante… temor de Deus” (v. 14) e, aquele que teme a Deus, guarda os Seus mandamentos. Mas, “o que desvia os ouvidos de ouvir a lei, ATÉ A SUA ORAÇÃO SERÁ ABOMINÁVEL” (v. 9). A quem você tem dado ouvidos? Não foi sem razão que Cristo nos advertiu: “Vede que ninguém vos engane” (Mateus 24:4).
 
Por onde você tem andado?
“O que anda em integridade será salvo, mas o perverso em seus caminhos cairá logo” (v. 18). A sua vida tem refletido o caráter de Jesus ou você tem tentado usurpar o lugar que só a Ele pertence? Ser cristão não é simplesmente viver para Cristo, mas ter Cristo na vida. Nunca seremos exemplo para ninguém, mas Jesus nos chama como Suas testemunhas (Atos 1:8), para proclamar as Suas preciosas verdades. Verdades que precisam ser ditas, mesmo que causem dor (v. 23). O problema é que as igrejas não enchem se a mensagem não for a que as pessoas querem ouvir. Os gazofilácios não terão dinheiro se não houver milagres e expulsão de demônios. ESTÁ ESCRITO: “Nem todo o que Me diz: SENHOR! SENHOR! entrará no reino dos céus, mas AQUELE QUE FAZ A VONTADE DE MEU PAI, que está nos céus” (Mateus 7:21). Jesus foi cristalino, meus irmãos! Assim como Ele veio a este mundo e fez a vontade do Pai, estamos aqui para fazer a mesma coisa. Não confie em si mesmo, pois “o que confia no seu próprio coração é insensato” (v. 26) e “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9). Escolha ser temente a Deus e fiel aos Seus mandamentos e, certamente, você “será cumulado de bênçãos” (v. 20) e suas orações chegarão ao trono divino como aroma suave e agradável (Apocalipse 8:4).
 
Bom dia, filhos prudentes (v. 7) do Pai!
 
Desafio do dia: “Examinais as Escrituras” (João 5:39)! Não se contente com uma leitura superficial. Estude a Palavra de Deus e o Espírito Santo continuará lhe guiando “a toda a verdade” (João 16:13).
 
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios28 #RPSP


PROVÉRBIOS 27 – Comentário Rosana Barros
26 de abril de 2017, 0:30
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“Como o crisol prova a prata, e o forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe” (v. 21).


Tem um ditado que diz mais ou menos assim: Quer conhecer alguém? Dê poder para ele.
No contexto do verso acima poderíamos criar a seguinte versão:
Quer conhecer alguém? Elogie-o.

A Bíblia adverte sobre o auto elogio e aconselha que o louvor por nossas ações não saia de nossos próprios lábios, mas da boca do estranho (v. 2). Em uma época onde as palestras e livros motivacionais e de auto ajuda estão no auge, este conselho parece mais um balde de água fria. Onde predomina a depressão, a reclusão e a anti socialização, a auto estima tem sido evocada como uma ferramenta imprescindível e até curativa. Só que o verso acima, longe de ser um “bullying” ao amor próprio, é uma reflexão sobre o limite da auto estima. Gostar de si mesmo é até imprescindível para que possamos praticar o segundo maior mandamento: “Amarás o teu próximo COMO A TI MESMO” (Mateus 22:39). Eis o limite apresentado por Jesus, um pouco mais a frente: “o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mateus 23:12).

A provação não se trata apenas de algo externo, mas, principalmente interno. Quando o nosso ego é massageado, há o grande perigo de trocarmos a glória de Deus pelo orgulho próprio. Por isso que é muito melhor “a repreensão franca do que o amor encoberto” (v. 5). Pois “leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos” (v. 6). Receber conselhos cordiais é como “o óleo e o perfume” que “alegram o coração” (v. 9). Contudo, entramos numa zona de risco iminente quando buscamos os holofotes para nós mesmos.

Precisamos buscar a prudência para nos esconder do mal (v. 12) e isto inclui até a auto exposição que vemos hoje. Use suas redes sociais com sabedoria e se elas lhe têm sido uma pedra de tropeço, se desfaça delas. O que você imagina ser uma exposição inocente, pode se tornar pior do que “a ira impetuosa” (v. 4). Quando fazemos o possível para fugir do mal, Deus faz o impossível para que ele não nos alcance.

Escolha atentar para os sábios conselhos do SENHOR, pois “o que atenta para o seu SENHOR será honrado” (v. 18). Porém, “procurar a própria honra não é honra” (Pv. 25:27). Portanto, aceite o terno convite do Pai: “Sê sábio, filho meu, e alegra o Meu coração” (v. 11). Que tudo o que façamos seja com o real objetivo de filhos que querem alegrar o coração de seu Pai!

Bom dia, filhos sábios do Pai!

Desafio do dia: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Filipenses 2:3).

Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus  #RPSP  #Provérbios27



PROVÉRBIOS 26 #RPSP Comentário Rosana Barros
25 de abril de 2017, 0:30
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Sem lenha, o fogo se apaga; e não havendo maldizente, cessa a contenda (v. 20).


De uma forma insistente e persuasiva, o SENHOR dá o Seu recado sobre o perigo em cair na armadilha dos insensatos. O mau uso da língua é veneno que mortifica tanto quem o destila quanto quem o recebe. E só para não restar dúvidas, até aquele que diz: “Fiz isso por brincadeira” (v. 19), não é tido por inocente.

O mundo tem despertado para os malefícios do consumo da carne na alimentação e uma das maiores motivações tem sido o amor pelos animais. Sem desmerecer um objetivo tão nobre, e até bíblico (Provérbios 12:10), a abstinência da carne animal não deve sobrepor a abstinência do falar injurioso. Não adianta ser vegano e devorar os semelhantes. Pois “as palavras do intrigante são como feridas; elas descem ao mais íntimo do ventre” (v. 22).

É um problema tão grave e tão maligno diante de Deus, que é comparado a um ato insano. Quem, em sã consciência, pegaria um cachorro de rua pelas orelhas? Mas esta atitude é comparada a “quem se mete em questão alheia” (v. 17). Intrometimento, fofoca, contenda, são atos detestáveis diante de um Deus que é amor, paz e bondade. Todo aquele que deseja desfrutar da eternidade na Nova Terra enfrentará essas questões com a devida seriedade e discernimento espiritual. E procurará preencher a mente com o que é lícito diante do SENHOR: “Finalmente, irmãos, tudo o que é VERDADEIRO, tudo o que é RESPEITÁVEL, tudo o que é JUSTO, tudo o que é PURO, tudo o que é AMÁVEL, tudo o que é de BOA FAMA, se alguma VIRTUDE há e se algum LOUVOR existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4:8).

E quando a malícia vem de forma sutil? Quando o insensato age dissimuladamente? Sobre isto declarou Ellen White:
Intimamente ligada à bisbilhotice está a insinuação encoberta, esquiva, pela qual o coração impuro procura insinuar o mal que não ousa exprimir abertamente. Os jovens devem ser ensinados a evitar toda aproximação de tal prática como evitariam a lepra” (Educação, p. 236). A triste realidade é que pais têm ensinado aos filhos que não há problema algum em fazer “comentários” sobre a vida alheia e que este deve ser o principal assunto nas refeições e nas rodas de conversas. O que estamos fazendo com esta geração onde as notícias correm na velocidade da luz? Destruir a vida alheia com palavras, ainda que por “brincadeira”, é pecado; quem assim insiste em agir, se não se arrepender a tempo, é réu de morte (Romanos 6:23).

Não é fácil ficar em silêncio quando muitas vezes é a sua imagem que está em jogo. Em nossa ânsia por justiça própria, abrimos nossos lábios para tentar resolver à própria maneira o que só Deus pode resolver. Então, o SENHOR nos diz: “Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele” (v. 4). Não devemos revidar! Palavras e atitudes más não devem resultar na mesma coisa. Não sejamos lenha para a fogueira do mal, e a contenda cessará. É claro que “a língua falsa aborrece a quem feriu” (v. 28), mas, no devido tempo, “a sua malícia se descobrirá publicamente” (v. 26). Se “a maldição sem causa não se cumpre” (v. 2), devemos confiar na misericordiosa justiça divina e procurar viver um procedimento santo e digno do nosso chamado: “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (I Pedro 2:15).

Bom dia, prudentes do SENHOR!

Desafio do dia: “Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o Juiz está às portas” (Tiago 5:9).

Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios26



PROVÉRBIOS 25 #RPSP Comentário Rosana Barros
24 de abril de 2017, 0:30
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“Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber, porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o SENHOR lhe retribuirá” (v. 21-22).

Há uma linha de raciocínio muito interessante neste capítulo. Ele inicia falando a respeito de qual deve ser a nossa atitude diante das autoridades (rei), em seguida da atitude com relação ao próximo e termina sobre qual deve ser a atitude de cada um, individualmente.

Você já se olhou no espelho hoje? O espelho revela a descrição física de cada “mau elemento” condenado à pena máxima: morte. Sendo a morte o salário do pecado (Romanos 6:23), estaríamos todos condenados, não fosse a recompensa paga. Cristo veio e assumiu o meu e o teu lugar naquela cruz. Ele veio alimentar quem não merecia (João 6:48), dar de beber a quem não merecia (João 4:14) e ainda prometeu um galardão a estes. Vocês compreendem a grandiosidade da misericórdia divina? Ela é estendida a imerecedores! A respeito disso, escreveu Ellen White: “Nosso único direito à Sua misericórdia é nossa grande necessidade” (A Ciência do Bom Viver, p. 161).

Mediante este entendimento, fica mais fácil compreender os versos áureos de hoje. O amor que outrora levou o Criador à cruz deve ser o mesmo que leva o pecador à luz. E esta luz refletida no imerecedor faz com que ele mesmo perceba que não há melhor forma de dar destaque à luz do que nas trevas. Os inimigos e perseguidores tornam-se oportunidades de exercitar o amor que Cristo imprimiu em nossos corações. E em meio às trevas de perseguições e de injustiças, recebemos a chance de iluminar. Sabemos que alimento e água são as necessidades básicas que todos nós precisamos para sobreviver. É como se a Bíblia nos dissesse que, se nossos adversários estão passando por situação de vida ou morte, e está ao nosso alcance oferecer vida, então é exatamente isso que devemos fazer.

Não cabe a nós vituperar a vida de ninguém (v. 9-10). Muito menos termos “língua fingida” (v. 23). Nossas palavras devem ser “como maçãs de ouro em salvas de prata” (v. 11), para que possamos amontoar brasas vivas sobre a cabeça dos que nos aborrecem. O sentido sobre a expressão “brasas vivas” é incerto, mas, a respeito dela, há o seguinte comentário: “A bondade a um inimigo, procurando-o, quando, na verdade, ele deveria tomar a iniciativa para se reconciliar, pode trazer sobre a cabeça dele brasas vivas de arrependimento e tristeza pelo pecado, que queimarão a má vontade e o tornarão um amigo e servo do SENHOR” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 3, p. 1168). Isto é real e pode ser experimentado por cada pessoa que encontrou em Cristo a verdadeira razão de viver. Este tipo de pessoa não se alegra com a queda do inimigo (Provérbios 24:17), mas, se preciso for, se faz de “tapete” para amortecer a queda. Escolha ser um “mensageiro fiel” (v. 13) do SENHOR, iluminando até o caminho dos teus perseguidores, e, certamente, “o SENHOR te retribuirá” (v. 22).

Bom dia, pacificadores, leiam Romanos 12:20!

Desafio do dia: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” – Jesus Cristo. 

Rosana Garcia Barros 
#PrimeiroDeus  #Provérbios25