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“Respondeu Ester: O adversário e inimigo é este mau Hamã. Então, Hamã se perturbou perante o rei e a rainha” (v.6).
Enquanto Hamã tentava esquecer suas mágoas no banquete oferecido por Ester, não sabia ele que estava diante de uma judia, e mais, prima do homem a quem odiava. O rei não suportando mais o mistério de Ester, perguntou-lhe novamente: “Qual é a tua petição, rainha Ester?” (v.2). Revelando o seu propósito em forma de súplica, ela pediu por sua vida e pela vida de seu povo. Hamã foi desmascarado e, perturbado, cometeu o desatino de lançar-se aos pés da rainha, uma atitude desesperada que só fez aumentar a ira de Assuero. Sem imaginar, Hamã havia preparado a própria morte.
Impressionante as palavras de Ester no versículo quatro, outra prova de que foi realmente uma serva do Altíssimo: “[…] se ainda como servos e como servas nos tivessem vendido, calar-me-ia, porque o inimigo não merece que eu moleste o rei”. A preocupação de Ester não era com a perda do bem-estar ou do status real, mas com a vida. Não deve ser esta a nossa maior preocupação também? E aqui eu não me refiro à vida neste mundo, mas à vida eterna. Ester não teria aborrecido o rei e tomado o seu tempo se não fosse em defesa da vida. Enquanto Hamã queria a glória para si, Ester manifestou total desinteresse pela exaltação própria, não fazendo caso de tornar-se serva se preciso fosse. O fim de Hamã foi apenas a colheita do que ele mesmo plantou. Pois quem planta ódio colhe morte, e quem planta amor colhe vida.
Um inimigo está lhe oprimindo? Alguém lhe faz sofrer? Há uma citação que me marcou e que procuro lembrar sempre que necessário: “Graças, ó Deus, por me permitires ser humilhado(a), pois é exatamente assim que quero tornar-me humilde como Jesus” (O Décimo Primeiro Mandamento, p. 34). Jesus nos deixou a mais preciosa lição de humildade. Sua vida de serviço abnegado e de amor altruísta foi o maior dos exemplos de que podemos sim ter uma vida de serviço, ainda que para isso tenhamos que sofrer insultos, perseguições e humilhações. Cristo passou por tudo isso para que você e eu pudéssemos ter vida, e vida “em abundância” (Jo.10:10). Ele deixou o Céu para que possamos estar lá um dia.
Até lá, Deus tem provisão suficiente para Seus filhos fiéis. O Espírito Santo concede a coragem, a firmeza e a perseverança que tanto necessitamos, através de uma vida totalmente consagrada a Deus, disposta a subir ao monte da comunhão e descer ao vale do serviço abnegado. Seja como um servo na porta do palácio ou como uma rainha em seu trono, a nossa posição não importa diante do Senhor. Todos nós fomos chamados a uma obra sagrada de propósitos eternos. Como escreveu Ellen White: “Não deve haver nenhum desalento em relação com o trabalho de Deus. A fé do consagrado obreiro tem de resistir a cada prova que o alcance. Deus pode e está disposto a outorgar a Seus servos toda a fortaleza de que precisem e a dar-lhes sabedoria que suas variadas necessidades imponham” (Atos dos Apóstolos, CPB, p.242).
Que nossas orações estejam repletas de gratidão a Deus e de súplicas de uns pelos outros. E que, pela graça de Deus, nossas atitudes correspondam ao chamado que dEle recebemos. Pois “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Vigiemos e oremos!
Bom dia, servos do Deus Altíssimo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Ester7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ESTER 7 – Os eventos do livro de Ester não acontecem dentro do templo. Sua mensagem é para ser aplicada fora das quatro paredes da igreja. Todavia, a teologia deste livro é riquíssima, embora seja pouco explorada.
Note:
• Deus é soberano: Ele comanda o Universo, controla o Planeta Terra e direciona a história mundial conforme Seus nobres propósitos. Ele usa indivíduos e eventos seculares objetivando estabelecer Seus planos. Quando não vemos nitidamente Sua presença, é certo que Ele está agindo nos bastidores para levar a cabo a salvação ao seu auge.
• Deus é justo: Em meio à injustiça e perseguição de Seu povo, Deus está atuando de forma invisível. Como Juiz universal, julga àqueles que intentam erradicar Seu povo e recompensa aos que defendem a justiça. Deus é intolerante à injustiça; mais cedo ou mais tarde Ele fará justiça contra os injustos.
• Deus toma providências: As adversidades não atrapalham as providências de Deus em prol de Seu povo. Ele pode usar pessoas improváveis e situações complexas para mostrar ser Ele soberano em qualquer situação. Sua defesa, Sua justiça e Sua providência não conhecem limites – devemos aprender a confiar em Seu poder.
Ester 7 pode parecer ter senso de justiça poética na forma em que Hamã foi punido por suas ações perversas, cruéis e corruptas; entretanto, a história geral do livro é uma narrativa séria e trágica de perseguição e genocídio planejados contra um povo, por capricho de um homem vaidoso. Tal cena será vista mais amplamente nos últimos capítulos da história humana, como está previsto em Apocalipse 13:11-18.
A queda do orgulhoso Hamã revela que a soberba precede a queda. A arrogância que anseia pela destruição alheia será destruída sem sair-se vencedora. Quem desejava a morte alheia teme a justiça contra sua injustiça. A ironia dramática mostra que a forca preparada para inocentes será usada por quem a preparou. O “feitiço” pode sim virar-se contra o “feiticeiro”. A injustiça cai na malha fina da justiça (Ester 7:9-10). Diante do tribunal celestial, o mesmo acontecerá àqueles que lutam contra Deus (Apocalipse 20).
Em certas condições pode parecer que, em nossa vida, o mal parece estar ganhando forças (Apocalipse 6:9-11); contudo, Ester 7 nos mostra que Deus está atento às injustiças e pode reverter qualquer situação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: ESTER 6 – Primeiro leia a Bíblia
ESTER 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESTER 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/et/6
“Quem o rei desejaria honrar mais do que eu?” Essencialmente, Hamã concluiu que ninguém em todo o reino merecia mais honra do que ele. Que suposição errônea!
Cego pela pretensão gigantesca, Hamã não conseguia ver a realidade, o que realmente acontecia ao seu redor. Quando estamos envoltos em nossa armadura protetora de auto-engrandecimento e jogos de poder, nossa percepção da realidade torna-se distorcida. Perdemos o contato com as realidades espirituais e psicológicas, inclusive profissionais. Vemos a vida apenas pelas lentes da autoproteção e da autopromoção.
Ao buscar prestígio e elogios, Hamã na verdade desonrou a si mesmo, o que o levou a ser envergonhado publicamente. A humilhação de Hamã contém uma lição de vida: busque a honra e será desonrado; busque a humildade e você será honrado. Sempre que lutamos pela adulação ou baseamos nossa segurança interior na aclamação pública, estamos nos preparando para uma potencial humilhação.
Lutar por honra ou elogios é como pisar em areia movediça, algo que o leva à derrota. Deixe Deus cuidar da honra! Deus vê seus esforços; Ele conhece o seu coração. Um dia, Ele vai te exaltar, e não destruir.
Deus se deleita em honrar corações humildes. Deixe-O lutar por você, assim como Ele fez por Mardoqueu.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/6
Comentários das rodadas anteriores em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2019/12/18/
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1102 palavras
1 naquela noite o rei não conseguiu dormir. Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35). Bíblia de Estudo Andrews.
O rei decidiu rever a história de seu reino e seus servos leram para ele sobre a boa ação de Mordecai. Isto pode parecer coincidência, mas Deus está sempre trabalhando. Deus tem estado trabalhando quieta e pacientemente em sua vida do mesmo modo. Os eventos que ocorrem ao mesmo tempo para o bem não são coincidência; eles são o resultado do controle soberano de Deus sobre a vida das pessoas (Life Application Study Bible).
Literalmente, “o sono do rei fugiu.” Talvez ele estivesse tentando adivinhar qual seria o pedido de Ester. Uma vez ela havia se apressado a dar informações surpreendentes a Assuero (2.21,22). Não é provável, também, que naquela ocasião, também, Ester tenha se contentado em esperar uma convocação real; o assunto era urgente. À medida que as horas da noite passavam, a curiosidade e a imaginação do rei inventavam todos os tipos de possíveis conspirações contra sua vida. Para refrescar sua memória do incidente, e talvez com medo de que alguns dos conspiradores tivessem escapado, o rei pediu que se fizesse a leitura do registro. Além disso, o fato de que Ester havia convidado Hamã indicava fortemente que ele estava envolvido de alguma forma – como amigo ou inimigo, o rei não poderia saber. Não é de se estranhar que o rei não conseguisse dormir (CBASD, vol. 3, p. 532).
Esse versículo marca o centro literário da narrativa. Quando tudo parecia tenebroso em absoluto, uma série de aparentes insignificantes coincidências marcam o ponto crucial que começa a apresentar soluções à história. A insônia do rei, seu pedido para ouvir a leitura dos registros históricos, a abertura no trecho que relata a lealdade de Mardoqueu no passado, a obra barulhenta de carpintaria de Hamã logo de madrugada (5.14), sua entrada repentina no pátio do palácio e sua pressuposição de ser ele o homem a quem o rei desejava honrar – tudo isso testemunha da soberania de Deus sobre todos os acontecimentos da narrativa. As circunstâncias que pareciam meramente secundárias passam a assumir relevância fundamental. Assim como na história de José (Gn 41.1-45), o destino do herói é revertido pelo fato de o sono do monarca ter sido perturbado (cf Dn 2:1; 6.18 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
2 foi lido. Nessa ocasião, o escriba estava lendo registros históricos de acontecimentos de cinco anos antes (cp 3.7 com 2.16) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Provavelmente, o próprio rei não podia ler. É mais provável que servos especiais foram designados para a tarefa de leitura. Naqueles dias, a escrita e a leitura eram artes altamente especializadas, e somente aqueles que dedicavam seu tempo a elas poderiam se tornar proficientes(CBASD, vol. 3, p. 532).
3 honras. Havia entre os persas um ordem chamada “ordem dos benfeitores do rei”, constituída por indivíduos que prestaram algum serviço excepcional ao rei, os quais passaram a ser sobejamente recompensados. Mordecai, tendo denunciado uma conspiração contra o rei, deveria ter sido enquadrado naquele grupo, mas não foi (Bíblia Shedd).
5 Nem Hamã poderia entrar sem o convite do rei (4.11) (Bíblia Shedd).
6 De novo, fica evidente a ironia: assim como Hamã deixara de revelar ao rei a identidade de “certo povo” (3.8), também o rei deixa de mencionar a Hamã a identidade do “homem que o rei tem prazer de honrar” (v. 6) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
8 uma roupa do próprio rei. Na antiguidade, atribuía-se muito sentido das vestes reais; vestir as roupas do rei era sinal de grande favor concedido (1Sm 18.4). Usar vestes de outra pessoa era participar de seu poder, de sua estatura, de sua honra ou de sua santidade (2Rs 2.13,14; Is 61.3,10; Zc 3; Mc 5.27). A sugestão de Hamã, além de ser grande honraria para o contemplado, também bajulava bastante o rei; escolheu-se envergar uma veste dele em vez de suas riquezas (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Que o rei costuma usar. Ou, “o rei vestiu”. Usar uma peça de roupa anteriormente usada pelo rei, em circunstâncias normais, era uma violação da lei persa punível com a morte. Isto sugeriria que o portador pensava assumir a autoridade real. O rei, é claro, poderia autorizar uma exceção como uma indicação especial de favor pessoal (CBASD, vol. 3, p. 535).
10-13 Mordecai expôs um complô para assassinar Assuero – portanto ele salvou a vida do rei (2.21-23). Apesar do seu bom ato estar registrado no livro históricos, Mordecai não tinha sido recompensado. Mas Deus estava guardando a recompensa de Mordecai para o momento certo. Exatamente quando Hamã estava para enforcar Mordecai injustamente, o rei estava pronto para dar a recompensa. A despeito das promessas de Deus em recompensar nossas boas ações, nós às vezes sentimos que nossa “retribuição” está demorando demais. Sejamos pacientes. Deus sabe quando Ele fará o melhor para nós (Life Application Study Bible).
10 apressa-te. O rei não admite demora em um assunto que já esperou tempo demais (CBASD, vol. 3, p. 536).
o judeu Mordecai. A nacionalidade e ocupação de Mordecai foram, sem dúvida, anotadas no Livro das Crônicas de onde o servo tinha lido naquela noite, e a partir delas o rei soube dos fatos que, então, declarava. Ele pode ter usado a expressão exata que encontrou no relato (CBASD, vol. 3, p. 535).
10,11 O arrogante Hamã teve que conduzir seu arquiinimigo montado no cavalo real e proclamar a apreciação real sobre Mordecai. O orgulho leva à destruição mesmo que leve um longo tempo (Andrews Study Bible).
12 voltou. Mordecai voltou à sua antiga condição e ao emprego. O rei considerou a honra assim demonstrada a Mordecai uma recompensa suficiente. Do ponto de vista oriental, isto seria de valor mais simbólico e prático do que uma recompensa em dinheiro (CBASD, vol. 3, p. 535).
cabeça coberta. Um sinal de luto e vergonha (2Sm 15:30; Jer 13:3) (Andrews Study Bible).
13 A família de Hamã ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia de Estudo Andrews).
14 Um dos grande propósitos do autor é mostrar que aquele que põe um laço para a vida de seu vizinho está em grave perigo de ele mesmo cair na armadilha. As pessoas muitas vezes encontram os mesmos males que procuraram infligir a outros (ver Mt 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 536).
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“[…] Se Mordecai, perante o qual já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele; antes, certamente, cairás diante dele” (v.13).
Lembram de como terminou o capítulo de ontem? Zeres e os amigos de Hamã o aconselharam a construir uma forca para que, pela manhã, Mordecai fosse enforcado nela. Aparentemente, mais uma situação sem saída. Ester nem estava sabendo desta nova trama e só tomaria conhecimento quando já fosse tarde demais. Mas aos Seus amados, Deus provê Seus cuidados “enquanto dormem” (Sl.127:2). “Naquela noite, o rei não pôde dormir, então, mandou trazer o Livro dos Feitos Memoráveis, e nele se leu diante do rei” (v.1). Em uma espécie de leitura de ninar, Assuero tentava adormecer quando algo que estava ali lhe despertou a atenção: Mordecai, que denunciou uma trama contra a vida do rei, não havia sido honrado como deveria; pelo contrário, “nada lhe foi conferido” (v.3).
Provavelmente, ainda fosse madrugada quando o rei procurou sanar a sua ingratidão. E quem já estava no pátio à espera do rei? Hamã. O seu ódio por Mordecai era tão grande que ele madrugou para ser o primeiro a falar com o rei e lhe pedir a ordem de enforcamento. Qual não foi a sua surpresa, ao invés de solicitar permissão para falar com Assuero, o rei mesmo o chamou. Imagino o seu coração exultante e pensando que só poderia ser a confirmação de que mais uma vez os seus planos seriam satisfeitos. Hamã não via a hora de ver o alvo de sua ira sendo condenado e morto. Aos seus olhos, tudo estava conspirando a seu favor. Mal sabia que seus planos malignos estavam prestes a se voltar contra ele mesmo.
Ao ouvir que o rei desejava honrar a alguém, pensou: “Ora, quem mais o rei honraria, senão a mim?” (v.6). Cheio de orgulho próprio deu início a uma lista de tudo o que desejava receber para si mesmo. Mas, ó, que tremenda foi sua queda! Rapidamente, Hamã caiu da terra da ilusão e sentiu-se como esmigalhado ao saber que tudo aquilo seria feito ao homem a quem odiava. Ele foi obrigado a honrar seu inimigo e conduzi-lo pela praça principal da cidade gritando em alto e bom som: “Assim se faz ao homem a quem o rei deseja honrar” (v.11). Ao terminar a sua sessão de tortura, Hamã saiu correndo para casa para despejar a sua raiva e terrível frustração; e aquelas mesmas pessoas que sugeriram a morte de Mordecai, perceberam que não estavam lidando com qualquer homem, mas com um homem que pertencia à nação “cujo Deus é o Senhor” (Sl.33:12).
Amados, ninguém pode prevalecer contra aquele que teme ao Senhor. Ninguém planeja o mal contra os filhos de Deus sem que Deus já tenha anteriormente traçado planos de vitória para os Seus. Existem situações em que, por Seu Espírito, Ele nos revela e nos dá sabedoria para sabermos como sair ilesos. Mas também existem aquelas que nós nem fazemos ideia, assim como Mordecai não tinha a mínima noção do porquê estava sendo homenageado somente naquele dia, depois de tanto tempo do ocorrido. Pois “o Senhor guarda a todos os que O amam; porém os ímpios serão exterminados” (Sl.145:20).
Existem momentos em que Deus nos mostra, através das circunstâncias, que existem pessoas que não querem o nosso bem e que até, de uma forma muito sutil, desejam e planejam o nosso mal. Como escapar, então, de situações como essas? Lembremos da atitude de Ester e do povo: eles se uniram em oração. Em primeiro lugar, busquemos ao Senhor, e pela força de Seu poder Ele nos dará livramento na hora certa, quer seja sem nem ao menos notarmos, ou por ações motivadas pelo Espírito Santo, porque “Perto está o Senhor de todos os que O invocam, de todos os que O invocam em verdade” (Sl.145:18).
Se você se curvar diante de Deus, certamente, como Mordecai, permanecerá em pé diante dos homens. O relacionamento pessoal com Deus nos eleva à atmosfera pura e santa de Seu caráter, e nos prepara para agirmos ou simplesmente ficarmos parados, sabendo que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm.8:28). É por isso que Satanás é inimigo de nosso relacionamento com Deus e faz de tudo para simplesmente vivermos iludidos em uma religião superficial. Precisamos orar, descansar e confiar no Senhor; pois “se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm.8:31). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Ester6 #RPSP
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ESTER 6 – É possível usar e abusar do poder. O poder pode ser usado positiva ou negativamente. Dependendo como é usado, resultará em bênçãos ou trará estragos, desgraças e maldições.
Abuso do poder é visto primeiramente no rei autoritário; Xerxes/Assuero depôs sua esposa Vasti sem dó e piedade apenas porque ela não satisfez seus reclamos depravados de desfilar perante seus amigos bêbados (Ester 1).
Hamã, um grande político, abusa do poder ao usar sua posição de influência para persuadir o rei a emitir um decreto que permitiria a erradicação dos judeus do Império Persa. O auge de sua crueldade no abuso do poder revela-se em sua ordem de construir uma forca para enformar Mardoqueu/Mordecai (Ester 5:14).
O bom uso do poder é visto claramente na atitude da rainha Ester. Sua coragem e determinação reveladas em suas ações resultam poderosos exemplos de como é possível usar a influência para o bem. Ela arriscou-se para salvar seu povo em vulnerabilidade (Ester 4:15-16).
É também notória a forma em que Mardoqueu, tio de Ester, fez uso do poder, enquanto trabalhava de porteiro no palácio real. Sem se render à ameaça de Hamã, encorajou Ester a agir com coragem diante das situações absurdamente adversas. Ele também ousou frustrar a conspiração que visava assassinar o rei; fez isso sem intenção de tirar vantagens – em contraste com Hamã, que andava buscando honras para si (Ester 6:1-14).
No livro de Ester, “o autor faz uma reflexão sobre os objetivos do uso do poder. Quem quer que possua poder como um fim em si mesmo acabará como Hamã; e qualquer que use o poder como Mardoqueu será honrado, como disse Jesus: ‘O maior entre vocês será servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado’ (Mt 23:11-12)” (Bíblia do Discípulo).
Contrastando Hamã e Mardoqueu, pode-se refletir no uso e abuso do poder. Enquanto o poder usado corretamente…
• …possui motivações altruístas; o poder corrompido possui motivações egoístas.
• …se dispõe a servir; o poder baseado no orgulho, egoísmo e vaidade abusa da autoridade.
• …age com coragem pacífica; o poder deturpado age com violência infundada.
• …se pauta na verdade; o poder maligno se pauta em fraudes.
Usemos nossa influência corretamente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ESTER 5 – Primeiro leia a Bíblia
ESTER 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESTER 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/et/5
Que tipo de pessoa espera que os outros exibam servidão bajuladora? Alguém como Hamã, que sofria de um caso grave de grandiosidade.
Enquanto Ester lutava para salvar vidas, Hamã planejava tirar uma vida. Quando Mordecai não lhe demonstrou subserviência, Hamã sentiu-se diminuído e ficou furioso. A pretensão sempre exige tratamento preferencial, um reconhecimento da singularidade de alguém.
Todos nós temos um pouco de Hamã em nós. Desejamos ser apreciados e valorizados. Parte disso é normal; palavras gentis e afirmações são boas para o coração. Mas quando atacamos com raiva se criticados, se menosprezamos os outros como inferiores, sem nossa visão superior, se exageramos nossas habilidades e nos vangloriamos de nossas realizações, se nos sentimos merecedores de tratamento especial, então nos tornamos como Hamã. Pior ainda, nos tornamos como o diabo, que achava que merecia um reconhecimento especial.
Quando vivemos grandiosamente, os relacionamentos sofrem. Somos incapazes de ouvir qualquer coisa que contradiga nossa visão de nós mesmos. Se somos maltratados ou não reconhecidos, ficamos furiosos ou descemos ao mais sombrio desespero, enraizados na insegurança interior.
Senhor, cura nossa pretensão. Ajude-nos a nos enxergar e aos outros apenas através de Seus olhos.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/5
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864 palavras
1 terceiro dia. O terceiro dia é geralmente um momento decisivo das histórias bíblicas (Gên 22:4; 31:22; 34:25; Êx 19:11; Jz 20:30; Mt 16:21; Mc 9:31; Lc 9:22, etc.) (Andrews Study Bible).
2 tocou a ponta. Estender o cetro indicava favor real e aceitação; tocar o cetro significava o reconhecimento do favor assim exibido. Ao entrar no pátio interior, Ester já havia violado a lei (Et 4:11; cf. Et 6:4). Assuero deve ter reconhecido que só uma emergência teria levado Ester a se aproximar do trono sem ser convocada (CBASD, vol. 3, p. 530).
3 até metade do reino. Fórmula usual para uma promessa sem limites (Mc 6.23). O rei era facilmente induzido, pelas paixões, a fazer extravagâncias, tanto para o bem como para o mal (Bíblia Shedd).
4 Sabedora do caráter volúvel do rei, Ester quis se assegurar de estar em situação favorável, antes de tocar naquele delicadíssimo assunto. Era este o rei que mandou algemar o oceano que sacudira seus navios! (Bíblia Shedd).
6 qual é a tua petição? Assuero entendeu, é claro, que não foi pelo simples prazer de agradar a ele e a seu primeiro-ministro num banquete que Ester se arriscou a vida se aproximando do trono sem ser convocada (CBASD, vol. 3, p. 530).
O rei renovou sua gentil sugestão e sua promessa generosa de que até metade de seu reino seria dado a Ester, uma expressão proverbial que garantia à rainha que nada lhe seria negado, dentro da razoabilidade. Aquilo que é apressadamente pedido é também apressadamente negado; o que é pedido com calma merece consideração. A providência de Deus colocou no coração de Ester que ela deveria adiar a sua petição por mais um dia. Ela não sabia por que, mas Deus sabia: o que aconteceria naquela noite de espera favoreceria a sua intenção e abriria caminho para seu êxito, pois Hamã alcançaria o ápice da maldade contra Mardoqueu e começaria a cair diante dele. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
As táticas de adiamento usadas por Ester não somente demonstram a sua sabedoria e senso de controle, mas também aumentam o suspense da história. Bíblia de Genebra.
8 Por que Ester não falou naquela mesma hora? Será que ela perdera a coragem? Possivelmente este segundo banquete fazia parte do seu plano. Ela precisava preparar bem o coração do rei porque o seu pedido seria ambicioso. Ela iria pedir ao rei para reverter um decreto irreversível, desistir de uma soma enorme de dinheiro, reconhecer que seu braço direito era um assassino manipulador, e ao mesmo tempo admitir que ela o havia enganado sobre sua origem durante os últimos 5 anos. Uma boa noite de sono e um pouco mais de tempo eram sua única esperança de suavizar o que ela tinha a certeza que seria um duro golpe. (Jean Boonstra, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/21/)
Você já convidou o próprio Rei para sua mesa de banquete? (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
9 não se levantara, nem se movera. Ou, “não se levantara nem tremia” (AA). (CBASD, vol. 3, p. 530).
Hamã enfurece-se tanto com o fato de uma única pessoa não lhe prestar homenagem, que as demais, que lhe tratam com reverência e honra, não lhe servem como consolo algum (cf 13) (Bíblia Shedd).
Hamã está inflado pela honra pela de ter sido convidado ao banquete de Ester. Ele teria, com prazer, sacado a sua espada e perseguido Mardoqueu por tê-lo afrontado; mas ele esperava vê-lo cair junto a todos os judeus e, assim, com dificuldade, absteve-se de apunhalá-lo. A pequena afronta que ele recebeu do judeu era como a mosca morta na vasilha de precioso unguento. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
O ódio e a amargura são como ervas daninhas com raízes profundas que crescem no coração e corrompem toda a vida. Hamã estava tão consumido pelo ódio contra Mordecai que não podia nem mesmo desfrutar a honra de ter sido convidado para o banquete de Ester. Hebreus 12:13 nos adverte que não “haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” Não permita que o ódio e sua consequente amargura se estabeleçam em seu coração. Como Hamã você terá este fogo virando-se contra você (ver 6:13; 7:9,10). Se a simples menção do nome de alguém provoca a sua ira, admita que a sua amargura é pecaminosa. Ignorar a amargura, escondê-la de outros ou fazer mudanças de aparência não são suficientes. Se a amargura não é totalmente eliminada, ela voltará a crescer, tornando as coisas ainda piores (Life Application Study Bible).
11 muitos filhos. Hamã tinha dez filhos (9.7-10). Heródoto (1.136) relata que os persas davam mais valor a ter muitos filhos que a qualquer outra coisa, a não ser o heroísmo na batalha; o rei persa mandava presentes ao súdito que tivesse o maior número de filhos (cf. Sl 127.3-5) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
13 tudo isso não me satisfaz. A alegria que este mundo dá está à mercê de circunstâncias desfavoráveis, “aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, para sempre” (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
14 lhe sugeriram: ”Mande fazer uma forca de mais de 22 metros de altura…” (NVI). Eles queriam que todas as pessoas da cidade vissem a morte de Mordecai e fossem lembradas das consequências de desobedecer a Hamã. Ironicamente, este mesmo cadafalso permitiu que todos vissem a morte de Hamã (Life Application Study Bible).