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Verificamos, graças aos avisos de nossos atentos leitores, que inadvertidamente repostamos os comentários selecionados sobre Josué 9 como se fossem os comentários de Josué 10.
O erro foi corrigido. Pedimos desculpas e agradecemos a compreensão.
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TEXTO BÍBLICO JOSUÉ 10 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JOSUÉ 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/js/10
Embora os filhos de Israel não tenham consultado a Deus antes de fazer um pacto com os cidadãos de Gibeom, Deus ainda usou essa decisão mal concebida para trazer vitórias decisivas no futuro. Permanecer em aliança com Gibeom levou à derrota de várias outras cidades nações.
Em nossas vidas, muitas vezes fazemos escolhas imprudentes que acabam tendo como consequência bons resultados. Mas tais resultados não podem ser creditados a alguma sabedoria inerente que possuímos; ao contrário, Deus governa sobre tudo, transformando nossas tolices em resultados que glorificam o Seu nome. Pode ser um relacionamento que a pessoa iniciou sem oração, ou um trabalho aceito que não estava dentro da vontade de Deus. Não importa; pois, apesar dos desafios que não faziam parte do plano original de Deus, ele ainda garante que receberá a glória que legitimamente pertence a Ele.
Willie Edward Hucks II
Secretário Ministerial Associado
Conferência Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/10
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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869 palavras
10.1 – 12.24 Estes capítulos (assim como os anteriores) relatam a brilhante estratégia de batalha dada por Deus para a conquista de Canaã e como ela foi executada por Josué, sob a bênção divina. Josué abriu caminho pelo centro da Palestina ao conquistar Jericó (cap. 6) e marchar pelos wadis (leitos secos de rios) de Gilgal até a região central montanhosa, tomando Ai (cap. 8) e posteriormente Gibeão (10.1-10). De sua posição elevada, em controle das montanhas centrais, Israel estava pronto para expandir com rapidez seu caminho para o sul (10:11-43) e depois para o norte (11.1-15). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Jerusalém. “Possessão de paz” [ou “provisão de paz”]. A cidade é mencionada com esse nome pela primeira vez. … Alguns tem contado em 28 as vezes em que Jerusalém foi sitiada, desde os dias de Josué até hoje. É uma ironia da história que a “cidade de paz” tenha tido tão pouca paz na sua longa existência. Não devemos esquecer que a desolação de Jerusalém está relacionada, no AT, com o seu afastamento de Deus e, no NT, com sua rejeição de Jesus Cristo (cf Lc 19.41-44; 23.28, 29). Bíblia Shedd.
As fontes rabínicas afirmam que a palavra deriva do nome que Abrão deu ao monte Moriá, lugar onde ofereceu seu filho, acrescentado do nome Salém, de Gênesis 14:18. Mais tarde, o monte Moriá se tornou o local em que Salomão edificou o templo (2Sm 24:18-25; 2Cr 3:1). … Abraão chamou o lugar de Yahweh-Jiré, ou seja, “o Senhor proverá” (Gn 22:14). … Segundo a interpretação rabínica, o nome Jerusalém seria uma combinação de Jiré e Salém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 218.
5-8 A aliança dos reis inimigos do sul na verdade ajudaram a Josué e seu exército. Porque os inimigos se reuniram para atacar Gibeom, Josué não teve que despender tempo nem recursos necessários para efetuar campanhas separadas contra cada uma das cidades fortificadas que compunham a coalizão. … os derrotou em uma única batalha porque confiou em Deus para dar a vitória a Israel. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Não retires as tuas mãos de teus servos (ARA; NVI: “Não abandone os seus servos”). A resposta de Josué mostra a sua integridade. Após ter sido enganado pelos gibeonitas, Josué e os líderes poderiam se demorar em ajudá-los. Em vez disso, eles responderam imediatamente ao seu pedido de ajuda. Life Application Study Bible Kingsway.
7 subiu. A rota de Gilgal até Gibeão é uma subida contínua. A distância entre as duas localidades era de quase 27 km. Caminhando a noite inteira, subindo o Wadi Kelt e o Wadi Suweinit, Josué chegou ao início da manhã ás imediações de Gibeão, antes mesmo que os amorreus percebessem que ele havia saído do acampamento em Gilgal. CBASD, vol. 2, p. 220.
9 Josué lhes sobreveio de repente, porque toda a noite veio subindo de Gilgal (ARA; NVI: “Depois de uma noite inteira de marcha desde Gilgal, Josué os apanhou de surpresa”). Josué era um homem de ação. A tarefa em suas mãos exigia ação imediata. CBASD, vol. 2, p. 220.
11 grandes pedras (ARA; NVI: “grandes pedras de granizo”).
12 Sol… lua. Essas palavras retóricas dirigem-se ao Sol e à lua, mas, na realidade são uma oração ao Senhor. Bíblia de Genebra.
Sol, detém-te. Essas palavras descrevem o que aconteceu na linguagem diária, que não explica a natureza do milagre. Bíblia de Genebra.
Uma vez que não há referência a este milagre na história de outras nações, há possibilidade de que Deus fez o milagre só nesta região. Em vez de paralisar o movimento da terra em seu eixo, há a possibilidade de se prolongar o dia pela refração da luz. Bíblia Shedd.
A verdade é que não sabemos o que aconteceu – mas sabemos que houve a intervenção divina. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 Livro dos Justos (ARA; NVI: “Livro de Jasar”). A palavra yashar é também traduzida por “reto”e “herói”. Bíblia Shedd.
Relato antigo das guerras de Israel (talvez inteiramente na forma poética…), mas que nunca veio a fazer parte das Escrituras canônicas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O livro de Jasar (também mencionado em 2 Sm 1:18) era provavelmente uma coleção de eventos históricos musicados. Life Application Study Bible Kingsway.
24 ponde o pé sobre o pescoço destes reis. A humilhação pública dos líderes inimigos derrotados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este era um costume muito comum, no oriente, à luz dos monumentos egípcios e assírios. Bíblia Shedd.
26 os pendurou. O povo hebreu não pendurava pessoas vivas nos tempos do AT. A vítima era morta e depois pendurada para servir de exemplo e dissuadir outros de crimes semelhantes. No entanto, segundo a lei (Dt 21:23), o corpo não deviaficar pendurado durante a noite, para que a terra não se contaminasse. CBASD, vol. 2, p. 223.
37 Josué executou a condenação sobre ela (ARA; NVI: “Destruíram totalmente a cidade”).
40 feriu Josué toda aquela terra, a região montanhosa, o Neguebe, as campinas, as descidas das águas e todos os seus reis (ARA; NVI: “Josué conquistou a região toda, incluindo a serra central, o Neguebe, a Sefelá e as vertentes, e derrotou todos os seus reis”).
41 Gósen era uma cidade pequena das montanhas de Judá, distinta da terra habitada pelos israelitas no delta do Egito (cf Gn 47.4, 11). Bíblia Shedd.
42 de uma vez, tomou Josué todos estes reis e as suas terras. (ARA; NVI: “subjugou todos estes reis e conquistou suas terras numa única campanha”).
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“Não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o Senhor, assim, atendido à voz de um homem; porque o Senhor pelejava por Israel” (v.14).
O rei de Jerusalém, sabendo que Gibeão havia feito paz com Israel, “temeu muito; porque Gibeão era cidade grande […] e todos os seus homens eram valentes” (v.2). Então, criou uma espécie de “organização das nações unidas” com mais quatro reis a fim de irem pelejar contra os gibeonitas. Eu diria que, muito mais do que valentes, os gibeonitas foram espertos, pois provaram que o uso da inteligência vale mais do que a valentia. Ao fazerem um acordo de paz com Israel, teriam o exército do Senhor a favor deles. E cercados pelas forças bélicas daquelas nações, pediram a ajuda a Josué que, prontamente, convocou todos os homens de guerra em favor dos gibeonitas.
Percebendo que o conflito se estenderia, Josué clamou pela intervenção divina. Resultado: “O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro” (v.13). A Bíblia relata que jamais houve dia semelhante a este (v.14). O Rei do Universo atendeu a um pedido inusitado de um simples homem servo. O sol não deixou de dar a sua claridade quando em horas de escuridão. Deus é o Sol da Justiça! Ele deseja fazer em nossa vida exatamente o que fez na vida do Seu povo. Como fez Josué, o Senhor só aguarda o nosso pedido. Quantas vezes nos encontramos em situações em que tudo parece escuro e o que mais desejamos é encontrar uma luz no fim do túnel. Amados, Deus não deseja ser apenas uma luz no fim do túnel em nossa existência. Ele deseja brilhar em nós como o sol, dissipando todas as trevas. Pois onde Deus prevalece, a escuridão desvanece!
O Senhor não atendeu ao pedido de Josué porque ele era mais especial do que os outros. Mas porque, antes de ser líder de Israel, Josué era servo de Deus, fazendo tudo “como ordenara o Senhor, Deus de Israel” (v.40). Isto não significa que tudo quanto pedirmos, Deus nos atenderá conforme à nossa vontade. E sim, que aquele que deposita a sua confiança em Deus e busca servi-Lo, terá sempre a firme segurança de que Ele está no controle de todas as coisas. O apóstolo Paulo sofria com “um espinho na carne” (2Co.12:7) e, por três vezes, pediu a Deus que o livrasse daquele infortúnio. Mas, apesar de ter sido negado o seu pedido, a resposta de Jesus lhe foi suficiente: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).
Até as lutas e provas desta vida são usadas em nosso favor, para fortalecer a fé, confirmar a perseverança, moldar o caráter e nos levar a reconhecer a nossa total dependência de Deus. Como escreveu Tiago: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Josué, em sua fraqueza, foi perseverante. Paulo, em sua fraqueza, perseverou. O chamado de Deus para nós, hoje, não é diferente: “A Minha graça vos basta”, nos diz Jesus. “Sede, pois, perseverantes e Eu brilharei em vocês, ainda que nas mais densas trevas”.
Acredite: a nossa vida nas mãos de Cristo é transformada na mais clara luz, para a glória do Pai. “Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti” (Is.60:1). Vigiemos e oremos!
Bom dia, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#Josué10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 10 – Aos que se consagram, Deus opera grandiosas maravilhas. Isso está bem claro em Josué 3:5. A forma de consagração está em no início do livro, quando Deus diz que o sucesso humano resulta da absorção da palavra divina, na busca por coragem no poder divino, e na confiança na presença de Deus (Josué 1:6-9).
O Deus que declarou que a Terra é Sua propriedade (Levítico 25:23), é o “Soberano de toda a Terra” (Josué 3:11-13). Esse Deus foi reconhecido por Raabe, de Jericó, como sendo “Deus em cima nos Céus e embaixo na Terra” (Josué 2:11); o Qual pode fazer grandes maravilhas. Em Josué 3:14-17 revela-nos que Deus parou abruptamente às correntezas do transbordante rio Jordão para Seu povo passar à seco dentro do seu leito.
Em Josué 6:20 diz que Deus fez algo nunca visto antes: Os fortes muros de pedra da fortificada cidade de Jericó ruíram apenas com gritos e toques de trombetas dos israelitas. Em Josué 7:7 encontramos que Deus entregou o exército de Ai nas mãos de Seu povo, o qual contou com uma extraordinária estratégia bélica orientada por Ele. Além disso, um dos grandes feitos de Deus foi salvar a família de Raabe que, mesmo sendo de Canaã, depositou Sua convicção e fé nEle (Josué 6:22-23).
Em Josué 10, Deus mostra-Se mais poderoso que o sol e a lua – astros importantes considerados como deuses pelos pagãos. Estes grandes astros, que seguem seu curso sistematicamente, foram interrompidos em sua trajetória regular diante da voz de comando de Josué. Assim, o dia que seria curto demais para terminar a grande tarefa/guerra contra cinco exércitos que se uniram para atacar Israel, tornou-se grande suficiente para ir além da vitória desses cinco exércitos (Josué 10:1-27). “Naquele mesmo dia” o exército de Josué também tomou ao sul as cidades de Maquedá e Libna (Josué 10:28-31). Que dia extraordinário!
As atividades desse dia encerraram quando o texto afirma que Laquis foi tomada “no dia seguinte” (Josué 10:32). Mais maravilhas de Deus notam-se na conquista de toda a região “desde Cades-Barneia até Gaza, e toda a região de Gósen, e de lá até Gibeom” (Josué 10:32-43).
Se confiarmos no Soberano que administra o Universo, desfrutaremos de Suas grandes maravilhas operadas em nosso favor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOSUÉ 9 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/js/9
“… E não pediram conselho do Senhor” (v.14 ACF). Estas compreendem as palavras mais tristes de Josué 9. Por que eles não procuraram conhecer a vontade do Senhor? Será que eles ficaram orgulhosos, pensando que sua própria força havia ganho a vitória em Ai? Será que chegaram a considerar a presença de Deus no acampamento e o poder Dele em favor deles como algo garantido?
Não importa quão sábios nos tornemos aos nossos próprios olhos, outros vivem em torno de nós que são mais sábios e mais espertos em seus pensamentos e planos. Devemos sempre buscar a sabedoria de Deus para saber andar – mesmo nas “pequenas coisas” da vida. Isto porque cada escolha tem ramificações, positivas ou negativas, que afetam a nós mesmos e aos outros. E algumas dessas repercussões podem ter efeitos duradouros.
É sempre muito importante vivermos constantemente dentro da vontade de Deus.
Willie Edward Hucks II
Secretário Ministerial Associado
Conferência Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/9
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1520 palavras
1-27 O relato de como os gibeonitas enganaram os líderes das tribos e obtiveram um pacto de submissão a Israel. É a primeira das três seções que contam como Israel passou a possuir a maior parte da terra. Os v. 1 e 2 introduzem as três unidades. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-6 À medida que as notícias de suas vitórias se espalharam, os israelitas experimentaram oposição de dois modos: direta (os reis de sua área começaram a se unir contra eles); e indireta (os gibeonitas recorreram ao engano). Podemos esperar oposição similar ao obedecermos a vontade de Deus. Para se resguardar contra estas pressões, devemos confiar em Deus e nos comunicarmos diariamente com Ele. Ele nos dará força para resistir a pressões diretas e sabedoria para ver através da fraude e astúcia. Bíblia Shedd.
1-2 Estes dois versículos formam o pano de fundo dos caps 9-12. O temor dos israelitas que tinha imobilizado os cananeus em 5.1, aqui os une contra Josué e contra Israel. Há uma antecipação do Sl 2.1-3, a oposição a Deus e ao Seu governo, que culminou na crucificação de Jesus (At 4.25-27). A impotência dos governantes, no Sl 2, é amplamente ilustrada pela lista dos reis derrotados em Js 12. Bíblia de Genebra.
1 todos os reis. Sem dúvida, os relatos que chegaram a esses reis os encheram de ira e temor. O resultado foi a convocação desta reunião de emergência. Ouviram não só sobre a queda de Jericó e de Ai, mas também da grande reunião no monte Ebal, onde os israelitas proclamaram que a lei de Yahweh era a lei de toda a terra de Canaã. A convocação no monte Ebal mostrou com clareza que os filhos de Israel pretendiam ser os únicos governantes da terra. A ira que isso causou provavelmente superou o medo, e os reis resolveram resistir juntos, esperando, dessa maneira, impedir qualquer invasão a seu território. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 211. CBASD, vol. 2, p. 211.
daquém do Jordão. A referência com certeza é ao lado oeste do rio. CBASD, vol. 2, p. 211.
3 Gibeom situava-se oito quilômetros ao norte de Jerusalém. O nome significa “edificada sobre uma montanha”. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.
Para dizer o mínimo, a decisão de não resistir demonstrava certo grau de fé na força do Deus de Israel. Estavam dispostos a fazer uma aliança, que incluía a promessa de renunciar à idolatria e de aceitar o culto a Yahweh (PP, 506). CBASD, vol. 2, p. 212.
4 estratagema. A Igreja tem sido mais vítima das artimanhas do diabo do que dos seus ataques. O aspecto do pecado que deve ser mais temido é a dissimulação. É melhor enfrentar Caifás do que Judas. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.
9 por causa do nome. A abordagem que usaram foi falha, mas não há erro no fato de haverem dado o passo inicial, nesta ocasião, para servir o Deus verdadeiro. … Deus honrou sua fé limitada e não permitiu que Israel cancelasse a promessa que fizera a eles. O Senhor aceita as pessoas como são, e depois tenta levá-las a um serviço mais perfeito. Alguns, por motivos totalmente errados, começam a adorar a Deus; mesmo assim Ele aceita essa entrega e depois lhes inspira motivos mais louváveis. Assim aconteceu com os gibeonitas. No que se refere a privilégios espirituais, a eles foi aberta a plenitude das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 2, p. 214.
O perigo representado pelos cananeus restantes na terra Prometida era que eles fizessem Israel abandonar ao Senhor para servirem a outros deuses (Dt 7.4).
10 tudo quanto fez. As novas que os gibeonitas tinham ouvido são as mesmas que foram confessadas por Raabe (2.10, nota). A reação deles, porém, foi bastante diferente da reação dela. Bíblia de Genebra.
14 tomaram da provisão. Os líderes hebreus … tomaram das provisões deles para provar, manusear e testar por si mesmos, a fim de chegar a uma decisão acertada. Depois de tê-lo feito, sentiram-se confiantes no próprio juízo. CBASD, vol. 2, p. 214.
não pediram conselho. Deus havia ordenado que sua vontade fosse consultada por meio do sacerdote Eleazar, por meio do Urim e do Tumim (Nm 27.18-23). Josué poderia ter obtido orientação divina dessa maneira nesta importante decisão. Não se sabe qual teria sido a resposta do Senhor à situação. É possível que, mesmo assim, os gibeonitas fossem poupados; a misericórdia de Deus se estende a todos que procuram salvação. Ele proibira os israelitas de fazer aliança com os habitantes da terra, mas isso se devia a uma razão bem específica, a saber, para que não fossem tentados a seguir as abominações daquelas pessoas. Se qualquer desses povos pagãos, como Raabe, tivesse abandonado suas abominações e procurado a misericórdia divina, o Senhor o teria aceitado da mesma forma como mais tarde aceitou Nínive (Jn 3:10)Mas, em cada caso, a decisão final deve pertencer a Deus. Ele é o único capaz de ler tudo que se passa no coração. O Senhor não podia confiar tais decisões aos homens. … Teria sido perigoso confiar ao povo a autoridade de fazer paz mesmo com cidades isoladas, pois os cananeus poderiam simular o arrependimento. Tal engano tenderia a se espalhar com rapidez, e muitos habitantes da região fingiriam estar arrependidos, ainda que permanecessem tão idólatras de coração como sempre. CBASD, vol. 2, p. 214-215.
14, 15 Israel foi enganado, não por causa do “estratagema” dos pagãos, mas porque “não pediram conselho ao Senhor”. Muitos crentes estão decepcionados em sua espiritual simplesmente porque não usam a Palavra de Deus; para a vitória temos que conhecer o “conselho” de Deus e a Ele obedecer. Bíblia Shedd.
Nesse momento de dúvida e incerteza, o líder deveria ter buscado a Deus. Talvez pensou, como muitos cristãos hoje, que esse era um assunto que ele podia resolver sem incomodar o Senhor. No entanto, Deus instruiu a levar todos os problemas a Ele. Não devemos pensar que O cansamos ou perturbamos. Muitas armadilhas podem ser evitadas quando as preocupações são levadas ao Senhor, não confiando no próprio entendimento (Pv 3:5-7). CBASD, vol. 2, p. 213.
18 não os feriram. Embora congregação haja murmurado contra os príncipes, e estes tenham agido mal em fazer tal acordo, os israelitas se sentiram obrigados a manter o juramento. Uma vez feito o juramento, ela deve ser considerado sagrada, sempre que não obrigar a pessoa que a fez a realizar um ato errôneo (ver Pv 12:22; Sl 24:4; 15:4; PP, 506). … Se o cumprimento do juramento exigisse um ato pecaminoso, não teria sido obrigatório, porque não podemos nos forçar a cometer um pecado (ver Jz 11:29-40). … É evidente que Deus aprovou a conduta deles nesse quesito e Se desagradou de Saul quando, muito depois, infringiu a mesma promessa (2Sm 21:1-3). CBASD, vol. 2, p. 215.
Toda a congregação murmurou. Murmurar (contra Moisés, Arão e, em última análise, contra o Senhor) foi uma atividade comum de Israel no deserto (Êx 15.24; 16.2, 7-9; 17.3; Nm 14.2, 27, 36). Bíblia de Genebra.
Talvez o povo temesse as consequências de não ter levado a cabo a ordem divina de destruir todos os cananeus, mas é mais provável que suas queixas proviessem de não poderem apropriar-se das cidades e possessões gibeonitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 lenhadores e carregadores de água (NVI; ARA: “rachadores de lenha e tiradores de água”). Expressão convencional para os empregados domésticos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 Por que nos enganastes… ? Israel colhia aquilo que havia semeado: assim como os filhos de Jacó “responderam com dolo” aos heveus quando o patriarca estava vivo (Gn 34:13), desta vez os israelitas foram enganados por eles. Bíblia de Estudo Andrews.
23 debaixo de maldição. A predição de Noé de que Canaã passaria algum dia a ser servo de Sem (Gn 9.25, 26) é parcialmente cumprida nesse acontecimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
para a casa de meu Deus. Provavelmente especifica como os gibeonitas deviam servir “toda a comunidade” (v. 21). O culto no tabernáculo (e, posteriormente, no templo) exigia muita lenha e água (para os sacrifícios e as lavagens) e, consequentemente, muito trabalho braçal. A partir dessa ocasião, essa mão de obra seria oferecida pelos gibeonitas, talvez num sistema de turnos. Dessa maneira, entraram no serviço do Senhor. Quando Salomão se tornou rei, o tabernáculo e o altar estavam em Gibeom (2Cr 1.3, 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 A fé evidenciada por essas pessoas foi de tal modo recompensada que, embora sua trapaça tenha sido punida com o fato de serem condenadas a atividades servis, a vida deles foi preservada; e, até certo ponto, foram incorporados a Israel e associados ao serviço da casa de Deus. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.
A designação de tarefas humildes aos gibeonitas foi a punição que receberam por sua atitude enganosa. Se tivessem agido de maneira honesta com Israel, sua vida teria sido poupada, e talvez até ficassem isentos da servidão. Todavia, mesmo uma maldição pode se tornar uma bênção. É verdade que foram servos, mas seu serviço era para a casa de Deus. Ao fazer a obra da casa do Senhor, estariam numa posição em que prontamente poderiam aprender sobre o Deus verdadeiro. Dessa maneira, foram colocados sob uma forte influência que lhes impediria de voltar à idolatria dos pais. Ainda que fossem escravos de Israel, seriam livres no Senhor, pois, em Seu serviço, até o ofício mais baixo é liberdade e Sua obra é a recompensa. CBASD, vol. 2, p. 215- 216.
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“Então, os israelitas tomaram da provisão e não pediram conselho ao Senhor” (v.14).
Após as conquistas contra Jericó e contra Ai, Israel tornou-se prova inequívoca de que os boatos acerca dele eram verdadeiros e que era só uma questão de tempo conquistar toda a terra de Canaã. Sabendo disso, os reis das nações daquele lugar se uniram para pelejar contra os israelitas (v.2). Porém, houve um povo que usou “de estratagema” (v.4) para enganar a Israel e livrar-se da destruição. A estratégia dos gibeonitas era fazer com Israel uma aliança, fingindo ser um povo “de uma terra mui distante” (v.9). E esta aliança uma vez firmada não poderia ser revogada. E assim se fez. Josué e os príncipes de Israel não consultaram a Deus para firmar o juramento e, quando descobriram a verdade, já era tarde demais; não pelo fato de envolver um acordo entre homens, mas um juramento que envolvia o nome do Senhor.
Quando lemos este capítulo, dá a entender que o povo de Canaã não era apenas conhecedor dos milagres de Deus, mas de Suas leis também. Podemos notar que os gibeonitas sabiam muito bem o que estavam fazendo e que, ainda que fossem desmascarados, estariam debaixo de um juramento solene e imutável. Foi assim que suas vidas foram preservadas e passaram a assumir a condição de servos em Israel (v.27). O pouco conhecimento que tinham acerca de Israel e de suas leis lhes preservou a vida. “Pois o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (Os.4:14). Assim diz o Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6).
O conhecimento segundo a Bíblia é chamado de verdade. Cristo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6). Também está escrito: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Ou seja, através do conhecimento das Escrituras conhecemos a Jesus e este conhecimento (que é a verdade) nos liberta do pecado. É uma sequência lógica e salvífica. Lutar com as nossas próprias forças só nos levará ao mesmo fim que teve Jericó e Ai: perdição. O desejo do Senhor para com Israel é o mesmo que Ele tem para conosco hoje. Que não busquemos a nossa própria vontade, e sim “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Então, Ele mesmo nos dirá: “Porque esta é a aliança que firmarei com você […] diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei, Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo […] porque todos Me conhecerão” (Jr.31:33,34).
Na maioria das vezes, Jesus introduzia Seus ensinamentos com a expressão: “Em verdade, em verdade vos digo”; demonstrando por Suas palavras a essência de Seu caráter. Cristo é a própria verdade e Ele deseja revelar-Se a nós; por isso nos deixou a Sua Palavra. Vimos que é por falta de conhecimento que muitos perecem. E “não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos” (Mt.18:14). Portanto, prossigamos em estudar a Palavra de Deus, pedindo que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13), e ainda que o inimigo se manifeste com suas disfarçadas estratégias, não seremos enganados. Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que conhecem a Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100