Reavivados por Sua Palavra


I PEDRO 5 by Jobson Santos
11 de dezembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1pe/5

Neste capítulo final da primeira epístola de Pedro, ele apresenta conselhos claros para os líderes e os administradores da igreja, usando como credencial sua experiência como testemunha ocular dos sofrimentos de Cristo. “não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho” (vs. 2, 3 NVI).

Às vezes hesitamos em destacar as recompensas de fazer o que é correto, mas Pedro não hesita em fazer isso, lembrando-nos que a coroa de glória que receberemos por cuidar dos que estão sob nossa influência nunca irá desaparecer (v. 4). Ele encoraja os membros mais jovens das congregações a submeterem-se aos de mais idade e com mais experiência, mas, em seguida, afirma, em essência: “todos vocês devem se submeter em humildade uns aos outros” (v. 5).

“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (v. 7 NVI). Muitos anos atrás, com três crianças disputando espaço no meu colo na igreja, a mulher atrás de mim rabiscou este versículo em um pedaço de papel e o passou para mim. Desde então, ele permanece como uma das minhas promessas favoritas das Escrituras.

Ao encerrar sua carta, mais uma vez Pedro lembra a seus ouvintes acerca do tema do grande conflito – um adversário real chamado Satanás procura levar os crentes a abandonar a fé e dar as costas a Cristo Jesus. Esta é a mensagem que Pedro diria a você hoje: Seja vigilante! Resista! Permaneça firme na fé!

Pr. Cindy Tutsch, DMin
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1402
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I PEDRO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de dezembro de 2021, 0:50
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269 palavras

Eu, presbítero como eles. Literalmente, “o companheiro presbítero”. Pedro não dá nenhum indício de primazia. Ele se contenta em assumir o mesmo título que aplicou aos oficiais da igreja. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 640.

2 Sórdida ganância. O serviço à igreja nunca deve ser realizado como meio de enriquecimento pessoal (ver com. de 1Tm 3:8). CBASD, vol. 7, p. 641.

4 Imarcescível (ARA; NVI: “imperecível”). Natureza eterna da recompensa. CBASD, vol. 7, p. 642.

8 Como leão que ruge. Como um leão faminto que ruge para assustar e capturar sua presa. Uma figura própria para representar o diabo que, por meio da perseguição, tentava assustar os cristãos e forçá-los à apostasia. CBASD, vol. 7, p. 643.

Procurando. Nenhum leão espera que a presa venha a seu território, tampouco Satanás aguarda as vítimas caírem em suas armadilhas. Ele perambula longas distâncias para encontrar e caçar os que deseja capturar. CBASD, vol. 7, p. 643.

Devorar. Assim como o leão despedaça a presa, o diabo arrasta suas vítimas do seio da igreja para devorá-las, CBASD, vol. 7, p. 643.

13. Babilônia. Não há apoio para a ideia de Pedro ter trabalhado na cidade de Babilônia. A tradição confirma que seus últimos esforços missionários ocorreram em Roma, bem como sua morte (ver AA, 537,538). Sabe-se que os cristãos apostólicos usavam o título enigmático “Babilônia” para se referir à capital romana, a fim de evitar represálias políticas (ver com. de Ap 14:18). De modo geral, os eruditos concordam que Pedro usou o termo Babilônia para fazer referência velada a Roma. CBASD, vol. 7, p. 643.

14 Ósculo do amor. Isto é, beijo de amor (comparar com as palavras de Paulo, no com. de Rm 16:6; 1Co 16:20; 2Co 13:12). CBASD, vol. 7, p. 646.

 

Obs: Caso você deseje um comentário a respeito de algum versículo, por favor deixe seu pedido sob forma de comentário que lhe responderemos tão logo pudermos.



1PEDRO 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de dezembro de 2021, 0:45
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“Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (v.8).

Após a Sua ressurreição, assentado à praia com sete de Seus discípulos, por três vezes Jesus perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu Me amas?” (Jo.21:16). A insistência do Mestre pela terceira vez, no entanto, entristeceu o coração daquele que O negara por três vezes, e, dotado de uma humildade que antes lhe faltava, o arrependido discípulo, por fim, respondeu: “Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que eu Te amo”. Então, também pela terceira vez, a ordem foi proferida: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). Assim como o Senhor confiou o ministério pastoral a Pedro, outros também receberiam o mesmo chamado. Pedro destacou alguns princípios que devem reger este sagrado ministério:

1. O pastor deve conduzir o seu “rebanho” espontaneamente, “não por constrangimento” (v.2), e cuidar de suas necessidades;
2. O pastor não faz o seu trabalho por ganância, “mas de boa vontade” (v.2), ainda que tenha de passar por privações;
3. O pastor deve ser um modelo de Cristo para o rebanho (v.3). Deve ser o primeiro a dar o exemplo.

Diante dos deveres dos presbíteros, Pedro não deixou a cargo somente destes líderes o dever cristão de seguir as orientações de Deus, mas continuou sua fala a uma classe especial: “Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingindo-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça” (v.5). O cumprimento do dever sempre vem acompanhado de uma recompensa. Deus mostra a Sua misericórdia e graça para conosco, mesmo diante da verdade de que “nEle vivemos, nos movemos, e existimos” (At.17:28). Trata-se de um dever cristão a união entre líderes e liderados na obra de salvação. Enquanto não houver esta unidade imprescindível, em espírito de humildade; enquanto o povo de Deus não se humilhar “sob a poderosa mão de Deus” (v.6), a derradeira chuva não cairá.

Semelhante a Daniel e seus companheiros em Babilônia, o Senhor tem chamado os jovens cristãos desta geração a fechar a boca de leões e glorificar o Seu nome em meio às chamas. Jovens que, à semelhança de José, fujam da tentação e do pecado (Gn.39:12); que assim como Samuel, estejam dispostos a dizer ao Senhor: “Fala, porque o Teu servo ouve” (1Sm.3:10). Jovens como o reformador escocês George Wishart, que dedicou sua juventude à serviço de Deus. Ou como a norte-americana Ellen G. White, que mesmo jovem e com a saúde debilitada, tornou-se um poderoso instrumento nas mãos do Senhor. Todos estes passaram por diversos sofrimentos, mas, “firmes na fé”, resistiram ao maligno (v.9). Certamente, o Senhor tem levantado na nossa “irmandade espalhada pelo mundo” (v.9), um exército de jovens fiéis revestidos da armadura de Deus, pronto para combater “o bom combate” (2Tm.4:7).

Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à Sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar” (v.10). É na mais alta temperatura do crisol que sai o mais puro ouro. Pois assim diz o Senhor: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Quando as chamas da última perseguição envolverem o mundo, haverá a definitiva separação entre o trigo e o joio, entre o ouro e a escória. Não mais haverá líderes e liderados, mas dois grupos: os salvos e os perdidos. Cumprir-se-á o que está escrito: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11).

Perseveremos firmes, amados, sendo reavivados e santificados pela Palavra de Deus, “lançando sobre Ele toda a [nossa] ansiedade, porque Ele tem cuidado de [nós]” (v.7). “Paz a todos vós que vos achais em Cristo” (v.14). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, “rebanho de Deus” (v.2)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Pedro5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I PEDRO 5 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
11 de dezembro de 2021, 0:40
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I PEDRO 5 – Precisamos conhecer e viver o evangelho para que seu poder tenha realmente importância em nossa existência.

“O evangelho é o poder de Deus que nos salva do castigo e do poder do pecado, da condenação e da contaminação”, observa William McDonald. Ligado a isso, ele declara: “Conhecer Deus é vida eterna (João 17:3) e crescer no conhecimento de Deus é crescer em santidade. Quanto mais O conhecemos, mas nos tornamos semelhantes a Ele”.

• Teus atos revelam que você conhece mais a Deus ou mais ao diabo?

Além disso, o cristão que é apático aos chamados de Cristo está iludido com seu cristianismo pervertido. A teologia de Pedro apresenta cinco chamados, ele declara que é chamado…
• …das trevas do pecado para a maravilhosa luz de Jesus (I Pedro 2:2-9);
• …para seguir a Cristo em meio às dificuldades por viver a verdade (I Pedro 2:21-25);
• …para pagar o mal com bênçãos (I Pedro 3:9);
• …para a eterna glória de Deus Pai (I Pedro 5:10);
• …a refletir a glória e virtudes do caráter divino (II Pedro 1:3-7).

Tem indivíduos que ainda precisam aceitar estes chamados evangélicos para serem cristãos genuínos. Observe os pontos:
• Liderança eclesiástica: Cristo pastoreia Seu rebanho através dos líderes da Igreja (vs. 1-5);
• Membros da igreja: devem aprender a lidar com momentos difíceis, manterem-se firmes e confiantes em Deus (vs. 6-11);
• Conclusão da carta: despedida (vs. 12-14).

Pastores e anciãos são instituídos por Cristo para guiar Sua igreja no crescimento e amadurecimento na fé e na graça.

“Pedro refere-se também a este tema apresentando a Cristo como o supremo Pastor (vs. 5). Isso quer dizer que os presbíteros não possuem nenhuma autoridade, senão por delegação de Cristo, como representantes Seus, já que Ele é o único dono do rebanho. Quando Jesus transmitiu esse cargo a Pedro, disse-lhe de forma significativa: ‘Apascenta meus cordeirinhos, apascenta minhas ovelhas’ (João 21:15-17). Nem Pedro, nem os presbíteros devem esquecer que o rebanho não lhes pertence e que não podem impor às ovelhas suas próprias concepções” (Edouard Cothenet).

Como exemplo “a estratégia de Pedro para atingir seu objetivo [que é fortalecer seus leitores] reforça a identidade e a crença das igrejas para que eles possam continuar existindo como cristãos em um ambiente pagão e hostil” (Álvaro César Pestana).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



Feliz sábado! by Ivan Barros
10 de dezembro de 2021, 19:01
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Feliz sábado, amigos!


Feliz sábado! by Ivan Barros
10 de dezembro de 2021, 18:38
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I PEDRO 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I PEDRO 4 – Primeiro leia a Bíblia

I PEDRO 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I PEDRO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I PEDRO 4 by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1pe/4

Continuando seu discurso dos versos 18-22 do cap. 3, Pedro lembra aos seus leitores dos sofrimentos de Cristo como motivação para que eles modelem suas vidas, tanto pensamentos quanto ações, conforme o exemplo d’Aquele que morreu em nosso lugar. Nós ainda podemos cometer erros (ver Mensagens aos Jovens, p. 338), mas escolhemos firmemente nos desviar da vida anterior de rebelião contra Deus.

Antigos amigos ou pessoas seculares podem expressar raiva e ódio contra cristãos que não participam com eles em suas más práticas, entretanto a única opinião que importa é a de Jesus Cristo. O evangelho não foi pregado às almas dos mortos; foi pregado às pessoas enquanto estavam vivas mas que agora estão mortas. Aqueles que morreram (v. 6) serão julgados com base em como viveram após terem conhecido a Cristo. Eles não terão uma “segunda oportunidade” de ouvir o evangelho.

Depois de um último apelo para permanecermos fiéis a Jesus em meio a perseguição e julgamento, Pedro lembra-nos que a nossa segurança eterna está em nosso fiel Criador, o “Pastor das nossas almas” (I Ped 2:25).

Pr. Cindy Tutsch, DMin
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1401
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I PEDRO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2021, 0:50
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Borracheiras. Do gr. oinophlugia, de oinos, “vinho”, e phluo, “transbordar”. A passagem se refere à atitude devassa nas festas com bebedeiras. CBASD, vol. 7, p. 633.

Orgias. Do gr. komoi, palavra usada com frequência na literatura secular para se referir a procissões e festas descontrolada, caracterizadas por bebedeira e sensualidade. CBASD, vol. 7, p. 633.

Difamando-os. Os pagãos falavam mal dos cristãos porque julgavam que eles assumiam uma postura de superioridade ao se recusarem a participar do “mesmo excesso de devassidão”. Com frequência, esse conceito pagão errôneo era o que despertava perseguição. CBASD, vol. 7, p. 633.

Para este fim. Cada um será julgado com base em sua resposta pessoal à medida da verdade que recebeu. CBASD, vol. 7, p. 634.

A mortos. As Escrituras ensinam o estado de inconsciência após a morte (ver com. de 1Pe 3:19). Logo,  a única conclusão coerente com os ensinos da Escritura como um todo é que os “mortos”, na época de Pedro, haviam ouvido o evangelho antes de morrerem. CBASD, vol. 7, p. 634.

O fim de todas as coisas. Isto é, o fim do mundo.  CBASD, vol. 7, p. 635.

8 Amor. Do gr. agape, “amor” (ver com. de Mt 5:43; 1Co 13:1). O amor não conhece fronteiras e nunca falha. Ele une em comunhão cristã pessoas de diferentes origens e opiniões. Qualquer problema da igreja pode ser resolvido em uma atmosfera de amor inteligente e altruísta. CBASD, vol. 7, p. 635.

Cobre. Uma citação de Pv 10:12; ver com. de Tg 5:20. Quando falta amor, há a tendência de ampliar os defeitos e falhas dos outros. Quando o amor reina, as pessoas ficam dispostas a perdoar e esquecer. Além disso, um espírito de amor fraternal certamente atrai a atenção dos não conversos e leva muitos deles ao conhecimento salvador de Jesus Cristo. CBASD, vol. 7, p. 635.

11 Oráculos (ARA; NVI: “a palavra”). Do gr. logia (ver com. de At. 7:38; Rm 3:2). Um exemplo da “multiforme graça” de Deus (v. 10) é a habilidade de falar com fluência e convicção. No entanto, tal dom só deve ser usado para a glória do Senhor. Os talentos dados por Deus devem ser cuidados e desenvolvidos com segurança, a fim de que a propagação do evangelho nunca seja atrapalhada pela falta de sinceridade ou frivolidade. CBASD, vol. 7, p. 636.

12 Fogo ardente. A ferrenha perseguição de Nero logo assolaria a igreja; as perturbações crescentes entre judeus e romanos era um prelúdio do holocausto iminente. Satanás tentou todas as estratégias que conseguiu imaginar para destruir a infante igreja. Levando em conta que a hora do juízo se aproxima, os cristãos atuais fariam bem em dar ouvidos às palavras de Pedro à igreja de sua época. CBASD, vol. 7, p. 636.

17 Casa de Deus. Isto é, a igreja (ver com. de 1Tm 3:15). CBASD, vol. 7, p. 638.

18 Se é com dificuldade que o justo é salvo. Neste versículo, o apóstolo cita a LXX [a Septuaginta, versão em latim do AT] (de Pv 11:31; ver com. ali). É somente em virtude dos méritos de Cristo que os justos são salvos. É só pelo fé nEle que podem reclamar a misericórdia divina no dia do juízo. CBASD, vol. 7, p. 638.

19 Encomendem. A segurança do cristão está na certeza de que Deus nunca abandona Seus filhos (ver com. de 2Tm 1:12; 2:19). Como pastor, Pedro guia seus irmãos de fé ao único Porto Seguro diante da tempestuosa perseguição. CBASD, vol. 7, p. 638.

A sua alma. Eles confiam sua vida ao único capaz de protegê-los do mal e de fortalecê-los para suportar o sofrimento (sobre “alma”, ver com. de Mt 10:28). CBASD, vol. 7, p. 638.

Prática do bem. O cristão deve fazer seu melhor, pela graça e pelo poder de Deus, em qualquer circunstância, e deixar o restante nas mãos do Senhor.  CBASD, vol. 7, p. 639.

 

Obs: Caso você deseje um comentário a respeito de algum outro versículo em particular, por favor deixe seu pedido sob forma de comentário que lhe responderemos tão logo pudermos.



1 PEDRO 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de dezembro de 2021, 0:45
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“Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados” (v.8).

Uma nova vida em Cristo requer abnegação e renúncia do que é mau e dedicação e serviço “na prática do bem” (v.19). Sepultado o velho homem nas águas do batismo, é dado o “start” da vida cristã a fim de que o Espírito Santo conceda doses diárias da pureza de Cristo. O batismo, porém, como um símbolo da morte e ressurreição de Cristo, não é garantia de santidade, mas apenas o início da jornada cristã. Pedro aprendeu esta lição à duras penas. Só compreendeu que não eram as suas obras, mas a perfeita obra do Senhor que o salvaria, quando o cantar do galo o despertou para encontrar o olhar penetrante e perdoador de seu Redentor. Cristo mesmo, após ser batizado, foi levado pelo Espírito ao deserto, de onde saiu vitorioso contra o diabo. Aqueles entendem o batismo como um fim em si mesmo ou a solução de tudo, geralmente terminam como as sementes lançadas entre pedras ou entre espinhos (Mt.13:20-22), e logo abandonam o evangelho que um dia os cativou.

A exortação de Pedro rompe as barreiras do tempo e chega até nós como uma mensagem tão atual quanto as notícias de amanhã: “no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (v.2). E qual é a vontade de Deus? O apóstolo Paulo nos responde: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts.4:3). Precisamos estudar a Palavra de Deus não para obter informações, mas para sermos por ela transformados. E esta transformação causa estranheza entre aqueles que eram acostumados ao nosso antigo estilo de vida. Alguns compreendem, outros, porém, tornam-se nossos perseguidores. “Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão” (v.4). E quer nós, os vivos, quanto aqueles que já morreram, todos tivemos a oportunidade de ser alcançados pelo evangelho (v.6), porque Deus é o mesmo e não muda, desde o princípio (Ml.3:6; Tg.1:17). Só ao Senhor competirá “julgar vivos e mortos [ou seja, aqueles que já morreram e serão ressuscitados]” (v.5) no dia do Seu juízo.

Ora, o fim de todas as coisas está próximo” (v.7), meus irmãos, e “a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (v.17). E o que irá separar os cabritos das ovelhas (Mt.25:32), será justamente o amor e a obediência. Todos aqueles que permitiram que a perfeita obra do Espírito Santo fosse completada, que não a tomaram por mérito próprio, que preferiram se humilhar a revidar, que suspiraram e gemeram “por causa das abominações” que eram cometidas na Terra (Ez.9:4), estes, colocados pelo Rei da Glória à Sua destra, ouvirão: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Estes tiveram “amor intenso uns para com os outros” (v.8), amaram os seus inimigos e, aos seus perseguidores, retribuíram com orações (Mt.5:44). Eis a genuína transformação realizada pela Palavra do Amor!

Amados, “como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (v.10), que nossas palavras e serviço glorifiquem a Deus, “por meio de Jesus Cristo, a Quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” (v.11). Portanto, não estranhemos “o fogo ardente que surge no meio de [nós]”, dando ênfase a este tipo de coisa (v.12), mas que a alegria que brota de um coração diariamente purificado pelo sangue de Cristo, nos motive a perseverar até alcançarmos a exultante alegria de ver o nosso Salvador regressar. “Se, pelo nome de Cristo, [somos] injuriados, bem-aventurados [somos], porque sobre [nós] repousa o Espírito da glória de Deus” (v.14). É melhor sofrermos fazendo a vontade de Deus do que praticando o que não nos convém. Não considere, pois, “sofrer como cristão” (v.16) motivo de vergonha, mas como oportunidade de glorificar “a Deus com esse nome” (v.16). Vigiemos e oremos!

Bom dia, cristãos que glorificam a Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Pedro4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100