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MARCOS 14 – O evangelho escrito por Marcos tende a conduzir o leitor a uma decisão da qual não pode eximir-se.
Deus não determina o destino de ninguém, cada um o determina através do poder da decisão. A predestinação deturpa o caráter de Deus. “Deus não força a vontade de Suas criaturas. Ele não pode aceitar homenagem que não Lhe seja prestada de maneira voluntária e inteligente. Uma submissão forçada impediria todo verdadeiro desenvolvimento do espírito ou do caráter, tornaria o ser humano em simples máquina” (Ellen G. White).
Por isso, “faria muito bem para nós passar diariamente uma hora refletindo sobre a vida de Jesus. Devemos tomá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais. Ao meditar assim em Seu grande sacrifício por nós, nossa confiança Nele será mais constante, nosso amor vivificado, e seremos mais profundamente imbuídos de Seu espírito. Se queremos ser salvos afinal, teremos de aprender ao pé da cruz a lição de arrependimento e humilhação” (White).
Você decide fazer isso agora? Se sim, abra tua Bíblia e assimile estes pontos a tua vida:
• Os principais líderes religiosos tramam contra Jesus (vs. 1-2);
• Maria de Betânia unge a cabeça de Jesus numa ceia antes de Sua paixão (vs. 3-9);
• Judas trama contra Jesus e O vende, traindo-o pelo preço de um escravo (vs. 10-11);
• Era tempo de Páscoa, então Jesus celebra a última e a substitui pela Santa Ceia (vs. 12-25);
• Jesus canta um hino, sai para o Getsêmani e alerta a Pedro sobre os eventos iminentes visando salvá-lo (vs. 26-31);
• Jesus vai ao Gêtsêmani para consagrar-Se para o desafio a enfrentar, decide em oração tomar o cálice amargo e, então uma multidão enviada pelos líderes religiosos, liderada por Judas, prende ao Messias e O leva ao Sinédrio a fim de experimentar o cálice amargo (vs. 32-65).
• Depois de ser traído por Judas, Jesus experimenta a negação de Pedro (vs. 66-72).
Jesus foi acusado e condenado indignamente. Ele que só fez o bem recebeu o mal como ninguém. Ele praticou o bem para quem não merecia e recebeu o mal que não merecia. Ele fez isso por nós, com amor decidiu entregar-Se para nos salvar.
Aceitaremos ou rejeitaremos Seu sacrifício de amor? Decida-se! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 13 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MARCOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube
(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/12
Jesus tinha acabado de compartilhar a parábola da vinha de Deus. O copo dos 490 anos concedidos a Israel, de que falara o profeta Daniel, estava quase cheio. Tudo o que Deus poderia fazer para chamar as pessoas do perigo para a segurança havia sido feito.
Deus tinha feito tudo ao Seu alcance ao dar repetidos avisos através de Seus profetas. Seu maior desejo era o de reunir Seu povo sob Seu poderoso cuidado protetor e mantê-los a salvo dos ataques ferozes do inimigo, mas eles não quiseram ouvir.
II Crônicas 20:20 diz: ““Escutem-me, Judá e povo de Jerusalém! Tenham fé no Senhor, o seu Deus, e vocês serão sustentados; tenham fé nos profetas do Senhor, e terão a vitória” (NVI). Entretanto, eles não quiseram dar ouvidos aos profetas, deixando de receber Suas bênçãos. Assim, sua casa seria deixada desolada!
Caro leitor, como você está nesta questão? Você ouve os profetas e segue tudo o que eles dizem? Pelo Espírito Santo você terá poder para obedecer às orientações de Deus – o seu destino eterno depende disso!
Deus nos enviou Seus profetas para nos conduzir do perigo para a segurança. Você os ouvirá e os seguirá?
Jim Ayer
Vice-Presidente – Rádio Mundial Adventista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1215
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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968 palavras
1-37 Este capítulo em Marcos, como seus paralelos (Mt 24, Lc 21), tem sido um desafio aos intérpretes ao longo dos séculos. Está Jesus falando sobre a queda de Jerusalém em 70 d.C., ou sobre os eventos precedentes à Segunda Vinda, ou uma combinação dos dois? Muitos estudantes dos Evangelhos acreditam que esta passagem combina os dois eventos, constituindo os eventos relacionados à queda de Jerusalém uma prefiguração do que acontecerá no retorno de Cristo. Andrews Study Bible.
1 Este capítulo que se inicia, chamado por alguns de “o pequeno Apocalipse”, recebe uma boa ampliação em Mt 24 e Lc 21 e no Apocalipse. Isto se deve ao fato de as verdades aqui reveladas não nos foram dadas para responder a todas as perguntas acerca do futuro, mas para encorajar os crentes a resistir ao mal, ficar firmes na perseguição e esperar sempre em Cristo. Bíblia Shedd.
Este capítulo … faz predições em três áreas: a próxima destruição do templo (vs 1-4); futuras perseguições (vs. 5-25) e a vinda do Filho do Homem (vs. 26-37). Bíblia de Genebra.
Que pedras enormes! (NVI). Segundo Josefo (Antiguidades, 15.11.3), eram brancas, e algumas delas tinham 11,5 metros de comprimento, 3,7 de altura e 5,5 de largura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 não ficará pedra sobre pedra. Jerusalém foi saqueada e o templo foi queimado e destruído no ano de 79 d.C. por Tito, general romano (depois feito imperador). O Arco de Tito, comemorando a sua vitória, ainda existe em Roma. Bíblia de Genebra.
4 quando sucederão estas coisas. A pergunta dos discípulos tem em vista a destruição do templo. A resposta de Jesus parece incluir tanto este evento específico como o tempo que conduz à vinda do Filho do Homem (v. 26; cf Mt 24.3). Os eventos em torno da destruição do templo parecem anteceder e tipificar aqueles momentos associados à segunda vinda. Bíblia de Genebra.
que sinal haverá. Jesus deixa claro que perturbações como guerras e desastres não são os “sinais” ou indicadores do tempo em que Ele retornará. Eles não nos dizem quando Ele voltará, mas que Ele voltará. Andrews Study Bible.
5 Vede. Vigiai! Esteja alerta! Esteja de guarda! O maior foco deste capítulo. Existe o perigo da decepção e o perigo da complacência. Andrews Study Bible.
6 Muito virão. No ano 130 d.C., Bar Kochba – líder de uma rebelião judaica contra os romanos – reivindicava ser o Messias e era aceito como tal por seus seguidores, e a lista (de supostos messias) tem crescido desde então. Bíblia de Genebra.
Sou eu. Esta expressão é também o nome de Deus (Êx. 3.14) e é o título escolhido por Jesus (Jo 8.28, 58). Bíblia de Genebra.
9-13 Perseguições aguardam àqueles que se lançam à proclamação do evangelho em todo o mundo (v. 10). Bíblia Shedd.
9 tribunais. Sem dúvida, uma referência ao sinédrio local, ou tribunais, que se reuniam nas diversas sinagogas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 713.
açoitados. A infração dos regulamentos judaicos era sujeita ao castigo com açoites, sendo a pena máxima 39 açoites (v. 2Co 11.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 é necessário que o evangelho seja primeiro pregado a todas as nações. Perturbações e desastres acontecerão até que Jesus retorne. Mas nenhum destes é um indicador que Ele está próximo de chegar. O único indicador é que o evangelho será pregado a todas as nações. Mas somente saberá quando este sinal estiver cumprido. Andrews Study Bible.
nações. Gr ethne “gentios”, “nações”. Os gentios ouvirão o evangelho, e não apenas os judeus (cf Ap 7). Não há, entretanto, a mínima indicação relativa à eficiência da pregação, nenhuma sugestão de que o mundo se tornará cada vez mais cristão. Bíblia Shedd.
11. não vos preocupeis. Isto é, “não andeis ansiosos”. CBASD, vol. 5, p. 713.
13 perseverar até o fim. Esta afirmação pode também significar o fim da vida de cada pessoa. Bíblia de Genebra.
será salvo. Não da perseguição mas do juízo divino. Bíblia Shedd.
Esta perseverança não é para merecer a salvação, mas é a prova de que a verdadeira salvação, em certo sentido, já aconteceu (Rm 8.24). Bíblia de Genebra.
14 abominável da desolação. … a destruição de Jerusalém que aconteceu em 70 d.C. [cf. nota em Mt 24:15]. Andrews Study Bible.
fujam para os montes. Quando os romanos, em sua marcha para Jerusalém, no ano 69 d.C., saquearam Qumran, os membros desta comunidade esconderam seus manuscritos em cavernas, no alto das montanhas, acima do mar Morto. Eusébio, historiador da igreja, no século IV, afirma que os cristãos deixaram Jerusalém, naquele tempo, e fundaram a igreja em Pella, a leste do Jordão, cerca de 78 km ao norte de Jerusalém. Bíblia de Genebra.
18 no inverno. A estação em que as densas chuvas deixavam os riachos transbordantes e impossíveis de ser atravessados, de modo que muitos seriam impedidos de alcançar um lugar de refúgio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 aqueles dias serão de tamanha tribulação. Este e os versos precedentes parecem ser referências à queda de Jerusalém, em 70 d.C. Contudo, a perseguição ao povo de Deus continua da tribulação do período de 1.260 anos (Ap 13:24-27). Logo antes da volta de Jesus o mal alcançará o seu auge, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7). Andrews Study Bible.
21 Cristo. Literalmente, o Messias. A palavra é usada aqui como um título e não como um nome pessoal. CBASD, vol. 5, p. 713.
24-26 A ênfase, aqui, focaliza claramente a segunda vinda do Senhor (cf Dn 7.13). Bíblia Shedd.
25 cairão. Ver com. de Mt 24.29. O texto grego ressalta o sentido de continuidade, como uma chuva de estrelas cadentes (ver com. de Ap 6.13). CBASD, vol. 5, p. 713.
30 esta geração. O cumprimento da promessa das profecias relativas à destruição de Jerusalém foi visto pela geração contemporânea de Jesus. Bíblia Shedd.
34 dá autoridade. Os dons do Espírito capacitam todo crente sincero a servir ao seu Senhor (cf 1Co 12; Rm 12; 1Pe 4.10s). Bíblia Shedd.
35 à tarde, … à meia noite, …ao cantar do galo, … pela manhã. Os quatro termos aqui utilizados se referem às quatro vigílias da noite, de acordo com o sistema romano que se empregava na Palestina. CBASD, vol. 5, p. 713.
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MARCOS 13 – Cristãos não devem ser movidos por curiosidade, mas, sim, pela expectativa. Conhecer o futuro não deve ser considerado tão importante quanto se preparar para os eventos finais. Mais que informação escatológica, cada crente deve ansiar pela transformação do caráter.
Após o conflito com líderes eclesiásticos de Seu tempo, Jesus proclamou Seu último sermão, com um tom profético enfatizando a vigilância no tempo do fim.
• Jesus iniciou desde onde estavam Seus discípulos, por isso despertou-lhes a curiosidade com profecias referentes à destruição do suntuoso templo construído por Herodes; então, eles indagaram: “Quando estas coisas vão acontecer? Que sinal teremos de que tudo caminha para um desfecho?” (vs. 1-4).
• Jesus sacia a curiosidade, mas avança para alertar Seus seguidores quanto à preparação para as adversidades iminentes: enganos, perseguição, decepção, falsa acusação, condenação e morte aos cristãos. A vida cristã não seria parecida a parques de diversões, mas a campos de batalha (vs. 9-13).
• Jesus alerta para a situação do mundo entre Sua ascensão aos Céus e Sua segunda vinda à Terra (vs. 14-27). O abominável da desolação é sinal para não permanecer onde e como está. A abominação desoladora refere-se imediatamente à destruição de Jerusalém por Tito Vespasiano no ano 70 d.C. Profecia dada por Daniel em Babilônia (Dn 9:26-27). Contudo, “os eventos relativos à queda de Jerusalém seriam uma prefiguração do que acontecerá por ocasião do retorno de Cristo” (Bíblia de Estudo Andrews).
Sobre “a tamanha tribulação” (v. 19), além de apontar diretamente para as ações de Roma no ano 70 d.C., também refere-se ao tempo antes do desfecho da história. “A perseguição ao povo de Deus continua na tribulação durante os 1.260 anos (Ap 12:13, 14) até a segunda vinda (Mc 13:24-27). Pouco antes da chegada de Cristo, o mal será predominante, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7)” (Bíblia Andrews).
• Após destacar os efeitos cataclísmicos e a glória de Seu retorno à Terra (vs. 24-27), Jesus contou uma parábola objetivando exortar-nos quanto à preparação (vs. 28-36).
Algumas considerações importantes: NÃO…
• …existirá um arrebatamento da igreja para, então salvar Israel.
• …há arrebatamento secreto na profecia de Cristo, nem vinda secreta (somente dos falsos cristos).
• …haverá tratamento diferente entre Israel e a Igreja.
• …consta na profecia sete anos de tribulação.
Estudemos a Palavra para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Estai de sobreaviso, vigiai [e orai], porque não sabeis quando será o tempo” (v.33).
Como mãe, me preocupo com meus filhos e desejo que eles cresçam saudáveis, que sejam prósperos e felizes em cada aspecto da vida e, principalmente, que sejam amigos de Jesus e futuros cidadãos do reino celeste. Mas ainda que o meu amor por eles seja tão forte, jamais poderia superar o amor de Deus por cada um de nós. Com a entrada do pecado no mundo, o Criador teve que ver aqueles que criou para a eternidade morrendo e matando uns aos outros. A fome, o choro, as guerras, as angústias, as doenças, as manifestações da natureza em ebulição, tudo isso machuca o coração do Senhor e se avoluma com o aumento da corrupção apontando para o maior evento de todos os tempos, “que está próximo, às portas” (v.29).
Diante do cenário estonteante do templo cujas pedras de mármore branco refletiam a luz do sol, grande admiração tomou conta do coração dos discípulos. Aquele lugar era o que tinham como referência de sagrado e despertava-lhes profunda reverência. Quando Jesus lhes disse que não ficaria “pedra sobre pedra” no templo “que não fosse derribada” (v.2), eles ficaram sobremodo aflitos. Mas, “Pedro, Tiago, João e André” (v.3) não guardaram a aflição para si. Em momento oportuno, pediram ao Mestre que lhes revelasse qual seria o sinal que precederia o fim dos tempos.
O relato que se segue apresenta não somente um, mas diversos sinais que devem ser observados sabendo que algo maior está para acontecer. E diante de tão solene mensagem, as primeiras palavras de Cristo foram: “Vede que ninguém vos engane” (v.5). Portanto, o primeiro sinal apontado por Ele, como grande evidência de que o fim está próximo, foi o engano. Sucessivamente, outros sinais foram apresentados como “princípio das dores” (v.8). Comparando o cumprimento do tempo profético com uma mulher que está prestes a dar à luz, Jesus revelou quais seriam as primeiras e as derradeiras “contrações” até que Ele viesse segunda vez.
Apesar da aplicação desta profecia ser também referente à destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., o seu maior enfoque está na segunda vinda de Jesus à Terra, a Sua gloriosa aparição. E de forma insistente, Ele mostrou aos Seus atentos discípulos a importância da vigilância: “Estai vós de sobreaviso” (v.9 e 23); “vigiai e orai” (v.33); “Vigiai” (v.35); “O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!” (v.37). Sobre o retorno do Senhor ser certo e repentino, o apóstolo Paulo escreveu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Portanto, amados, precisamos estar apercebidos, pois “a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (v.32).
O profeta Habacuque, compreendendo a importância de tal atitude, logo a colocou em prática: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa” (Hc.2:1). E a sua firme decisão logo resultou em uma resposta positiva: “Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hc.2:3). Nesse tempo de pandemia, quando as coisas andam tão incertas, precisamos nos apegar à promessa divina e clamar pelo Espírito Santo, orando uns pelos outros.
Deus tem um povo que, vigilante, tem aguardado o tempo determinado da vinda de Seu Salvador. Assim como as dores de parto vão aumentando de intensidade, os sinais têm se intensificado apontando para o maior evento de todos os tempos, que está “às portas” (v.29). Todos, crentes e descrentes, “verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (v.26). Não sabemos o dia e nem a hora, mas sabemos como devemos estar diante da expectativa do retorno do nosso Senhor: “com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
“Tamanha tribulação como nunca houve desde o princípio do mundo” (v.19) está prestes a acontecer. E, se estivermos vivos até lá, precisamos estar prontos para suportá-la. Vigiar, ou seja, estar atentos aos sinais e alicerçados na verdade, nos livrará dos enganos do maligno. Assim como o profeta Habacuque, aguardemos com perseverança a resposta do Senhor, olhando sempre para Jesus. Pois que, certamente, “a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Vigiemos e oremos!
Bom dia, “escolhidos” (v.27) do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Marcos13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 12 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MARCOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/12
Quantos mandamentos existem? Os judeus ortodoxos dizem que há 613. Muitos cristãos dizem que há dez. Outros cristãos olharão para Marcos 12 e dirão que Jesus reduziu os dez mandamentos a apenas dois: ame a Deus e ame ao próximo. Por que esses dois? Por que não “amar a Deus e devolver o dízimo”? Ou: “amar a Deus e comer espinafre”?
Eu acho que é porque o segundo, ame o seu próximo, está lá para nos mostrar como o primeiro, amar a Deus, se parece com o segundo. Se realmente amarmos a Deus, desejaremos ser como Ele é e Deus faz questão de demonstrar amor ao Seu próximo. É por isso que Ele criou o próximo! Deus não se contentou em apenas sentar-se no céu e dizer: “Eu me amo, eu me amo”. Ele queria ser capaz de dizer: “Eu te amo, eu te amo”, e então ele fez a terra e a humanidade.
Você está demonstrando seu amor a Deus amando seu próximo? “Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.” 1 João 4:20.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1215
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1891 palavras
1 entrou Jesus a falar-lhes. Marcos omite as parábolas dos dois filhos e a das bodas. Ambas se encontram em Mateus e Lucas neste contexto. Aparentemente, Marcos escolheu o que mais o impressionou como uma representação das verdades que Cristo procurava ilustrar nessas parábolas finais. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 708.
lhes. Este pronome, aparentemente, se refere aos principais sacerdotes e escribas, uma vez que concorda com a terceira pessoa do plural (“eles”), no v. 12 (os que buscavam um meio de prendê-Lo). Bíblia de Genebra.
Um homem plantou uma vinha. Esta parábola usa a linguagem do cântico em Is 5:1-2. Nas duas passagens a vinha claramente simboliza Israel. Andrews Study Bible.
lagar. Do gr hupolenion, a vasilha ou recipiente sobre o qual se espremia o suco das uvas. CBASD, vol. 5, p. 708.
2 servos. Frequentemente, um termo para designar os profetas (Êx 14.31; 2Cr 1.3; Is 20.3; Am 3.7). Bíblia de Genebra.
6 Seu Filho amado. É provável que Jesus pensasse nas palavras do Pai por ocasião do Seu batismo [e a transfiguração, Mc 9.7]. CBASD, vol. 5, p. 709.
8. mataram-no e o atiraram para fora. A parábola descreve a rejeição dos líderes judeus a Jesus. Andrews Study Bible.
9 e passará a vinha a outros. Mt 21.43 lê: “Será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos”, sugerindo tanto a comunidade dos discípulos que estavam em torno de Jesus (Lc 22.29-30) quanto a missão dos gentios (Mt 8.11-12; Rm 9.22-26). Bíblia de Genebra.
12 desistindo, retiraram-se. Ver Mt 22:15. Isto é, depois de Jesus ter apresentado a parábola do homem sem a veste nupcial. CBASD, vol. 5, p. 709.
13-17 Esse episódio ocorreu provavelmente na terça-feira da Paixão, num dos átrios do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 fariseus … herodianos. Os fariseus eram nacionalistas religiosos que se opunham à dominação romana do povo judeu. Os herodianos eram provavelmente um grupo político que aprovava a acomodação de Herodes o Grande e de seu sucessor a Roma. Tanto os fariseus quanto os herodianos se opunham a Jesus e O consideravam um ameaça – os primeiros, porque Sua autoridade messiânica não se encaixava com a sua expectativa; os últimos temiam que Ele abalasse a estrutura política através de uma desestabilização do poder de Roma. Andrews Study Bible.
14 tributo. A taxa do censo ou “por cabeça”. Era uma fonte de discussão àquele tempo. Os herodianos a apoiavam; os fariseus não gostavam, mas pagavam; era impopular perante o povo comum; os zelotes se recusavam a pagá-la. Os esforços dos zelotes finalmente levaram à destruição de Jerusalém em 70 d.C. Se Jesus dissesse “sim”, Ele estaria ofendendo às multidões e perderia Sua popularidade. Se tivesse dito “não”, Ele poderia ser acusado de traição perante o poder imperial. Andrews Study Bible.
17 Deem a César o que é de César. Existem obrigações para com o estado que não entram em choque com nossas obrigações para com Deus (v. Rm 13:1-7; 1Tm 2.1-6; Tt 3.1,2; 1Pe 2.13-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 saduceus. Partido aristocrático no judaísmo cujos membros eram ricos, sempre ocupavam a posição de sumo sacerdote, aceitavam somente os cinco livros de Moisés (Gênesis – Deuteronômio: o Pentateuco), e não acreditavam na ressurreição ou em anjos. Andrews Study Bible.
… e rejeitavam categoricamente a tradição oral … Tais crenças colocavam-nos em conflito com os fariseus e a piedade comum judaica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 Não provém o vosso erro …? A forma interrogativa em grego significa que Jesus esperava uma resposta afirmativa. CBASD, vol. 5, p. 709
28 um dos escribas … vendo. O escriba escolhido para este complô final dos fariseus a fim de prender Jesus (ver com. de Mt 22:34, 35) parecia ser de coração sincero. Ele foi justo em reconhecer que “Jesus lhe houvera respondido bem”. CBASD, vol. 5, p. 709.
28 qual é o mais importante? Os rabinos judeus contavam 613 estatutos na lei, e procuravam diferenciar entre mandamentos “pesados” (ou “mais importante”) e “leves” (ou “menos importantes”). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Ouve, ó Israel. Palavras iniciais da confissão judaica de fé chamada Shema (Dt 6:4). O judeu piedoso a repetia a cada manhã e tarde, afirmando sua crença em um único Deus (monoteísmo). Jesus reafirma isto. Andrews Study Bible.
O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Ver com. de Dt 6:4. A passagem das Escrituras aqui citada tem sido a senha sagrada de Israel através de sua extensa história. Ela reflete a crença distintiva dos judeus no Deus único e verdadeiro, em contraste com os múltiplos deuses das outras nações. Estas palavras eram pronunciadas para iniciar o serviço de oração pela manhã e à tarde no templo, e são uma parte regular das reuniões nas sinagogas até o dia de hoje. CBASD, vol. 5, p. 709.
A unidade do Deus único (fato que nega o politeísmo) implica no Seu absoluto direito sobre toda a Criação em geral, e sobre o homem em particular. … Agostinho proclamou: “Ama a Deus e faze o que queres”, porque o amor purifica as intenções. Bíblia Shedd.
[Nota: A Lei do Thelema, divulgada pelo satanista Alester Crowley – filósofo base da Sociedade Alternativa/Movimento Hippie – prega: “Faze o que queres e cumprirás a lei”. Altera a frase de Agostinho, retirando dela o essencial: o amor a Deus.]
30 de todo o teu entendimento. Jesus expande o texto de Dt 6:5 para incluir o entendimento. Ele chama Seus discípulos a uma religião holística: o coração e a alma (emocional), o entendimento/mente (intelecto) e a força (físico). Andrews Study Bible.
31 Jesus acrescentou ao shema’ o mandamento de Lev 19.18, para demonstrar que o amor ao próximo é o fruto natural e lógico do amor a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O primeiro e o segundo mandamentos não podem se separar. Bíblia Shedd.
Amarás o teu próximo [vizinho, NJKV] como a ti mesmo. Jesus fala de três objetos de amor: Deus, o próximo e a si mesmo. Se alguém não tem um senso positivo de auto-estima, o amor pelo próximo estará longe do ideal que Deus requer. Andrews Study Bible.
É fato conhecido da psicologia que quem não valoriza a si mesmo não pode valorizar ao seu próximo. Bíblia Shedd.
32 com verdade disseste. O escriba reconheceu que as respostas de Jesus eram precisas e adequadas … e, então, honestamente elogia a Jesus. CBASD, vol. 5, p. 709.
33 holocaustos. Comparar com 1Sm 1:22. Esta admissão voluntária por parte do escriba demonstra sua percepção da importância relativa e do significado do ritual do templo. CBASD, vol. 5, p. 709.
todos os sacrifícios e ofertas (NVI). Sem dúvida, a comparação foi inspirada pelo fato de o debate ter-se dado no átrio do templo (v. 11.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 Não estás longe do reino de Deus. O escriba discernia a verdade (ver v. 33) e sinceramente a reconhecia como verdade (ver v. 32). Ele estava no limiar do reino. CBASD, vol. 5, p. 709.
35 os mestres da lei dizem que o Cristo é filho de Davi. A maioria do povo sabia que o Messias viria da família de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 O Senhor disse ao meu Senhor (NVI). Deus disse ao Senhor de Davi, i.e., o superior de Davi – em última análise, o Messias (v.nota em Sl 110.1). O propósito da citação era demonstrar que o Messias era mais que descendente de Davi – era Senhor de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O primeiro “senhor” traduz a palavra Yahweh, enquanto o segundo, o termo Adonai (lit “meu senhor”), ambos do AT. Destaca-se, aqui, a impossibilidade de acontecer que um filho apenas humano seja senhor do seu pai. Davi declara, assim, que o Cristo é divino. Bíblia Shedd.
Disse o Senhor ao meu Senhor (ARA). Esta citação de Sl 110:1 quer deixar claro que o Messias não era meramente um descendente de Davi, mas Ele é o Senhor. Ele existe antes de Davi na Sua origem e é divino. Mas também, de forma paradoxal, Ele é o filho humano de Davi. Esta é a apresentação da teologia de Marcos de Deus Se tornando homem que João apresenta de uma forma diferente no prólogo de seu Evangelho (Jo 1:1-18). Andrews Study Bible.
Jesus mostra que, conquanto o Messias descenda de Davi, sua dignidade real e poder sobrepujam os de Davi, porque Davi se dirige a este Rei, chamando-O de “meu Senhor” 9Sl. 110.1). … Uma tal interpretação clara e fiel das Escrituras é ouvida “alegremente”. Bíblia de Genebra.
38-40 O desafio e as duras palavras de Jesus são reservadas para aqueles que se orgulham de sua piedade e ao mesmo tempo oprimem o socialmente marginal, como o pobre e as viúvas indefesas. Andrews Study Bible.
38 Guardai-vos dos escribas. Marcos apresenta somente um resumo do que foi um discurso bastante longo sobre a hipocrisia dos escriba e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 710.
vestes talares (ARA. NVI: roupas especiais). Os mestres da lei usavam túnicas compridas de linho branco que tinham franjas e quase chegavam ao chão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estas vestes longas chegavam até os pés e faziam parte da vestimenta geralmente usada pelos doutores da lei como uma identificação de sua profissão. CBASD, vol. 5, p. 710.
39 lugares mais importantes nas sinagogas. Referência aos assentos defronte à “arca” que continha os rolos sagrados. Os que se assentavam ali podiam ser vistos na sinagoga por todos os adoradores. Bíblia de Estudo NVI Vida.
41 gazofilácio (ARA). Marcos … se refere aqui … às arcas das ofertas que se encontravam no amplo átrio das mulheres. CBASD, vol. 5, p. 710.
caixas de ofertas (NVI).Localizadas no átrio das mulheres. Tanto homens quanto mulheres tinham permissão de entrar nesse átrio, mas as mulheres não podiam ultrapassá-lo para adentrar o recinto do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
42 viúva pobre. Do gr. ptochos, “mendigo” ou “indigente”. Lucas usa penichros, uma forma poética tardia de penes, que indica aquele que vive apenas com o essencial e precisa trabalhar cada dia a fim de ter alimento para o dia seguinte (cf Lc 21:2). CBASD, vol. 5, p. 710.
moedas. Gr. lepta “finas”. Bíblia Shedd.
… uma moeda de cobre que pesava menos de um grama e valia poucos centavos …. O lepton [singular] era a menor moeda judaica de cobre em circulação. CBASD, vol. 5, p. 710.
quadrante. Do gr kodrantes, que equivale a dois lepta, ou “moedas” … e que equivalia a 1/64 de um denário romano, o salário de um dia no tempo de Cristo … Com frequência se tem dado ênfase à pequenez intrínseca da oferta da viúva, mas se deveria dar mais ênfase à comparativa grandeza de seu sacrifício. CBASD, vol. 5, p. 710.
43 mais do que … todos. Significa que ela deu mais do que todos os doadores ricos juntos. Em realidade, à vista de Deus não é realmente a extensão da dádiva que conta, e sim o motivo que a impulsiona. Deus está interessado na magnitude do amor e da consagração que a dádiva representa, não em seu valor monetário. Esta é a única base que Deus emprega para recompensar as pessoas, como Jesus ilustrou na parábola dos trabalhadores na vinha (ver com. de Mt 20:15). O louvor de Jesus a essa viúva estava baseado no espírito que impulsionou sua oferta. CBASD, vol. 5, p. 710.
44 sobrava. Do gr. perisseuma, que significa “abundância”, mas também “o que sobra” ou “o excesso”. Os ricos tinham dinheiro de sobra;tinham mais do que necessitavam. Eles deram de seu excedente, e isso não lhes custava nada. O valor de suas ofertas em termos de amor e consagração era pequeno ou nada, porque elas não representavam abnegação. CBASD, vol. 5, p. 710.
tudo o que possuía. Uma evidência do máximo amor possível e da consagração a Deus. CBASD, vol. 5, p. 710.
sustento (ARA. NVI: tudo o que possuía para viver). Do gr. bios, “subsistência”. … Com toda segurança, a viúva não sabia de onde proviria sua próxima refeição. CBASD, vol. 5, p. 710.
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“Respondeu-lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?” (v.24).
De uma parábola a uma situação da vida real, este capítulo reforça o princípio da fidelidade a Deus e aos homens. A fim de restaurar a Sua aliança tantas vezes quebrada por Israel, o Senhor enviou os Seus servos, os profetas, “dos quais espancaram uns e mataram outros” (v.5). Geração após geração Deus levantava os Seus atalaias com mensagens de advertência e de juízo, e seus líderes eram os primeiros a rejeitar a Palavra do Senhor. Desta forma, ao enviar ao mundo “Seu Filho amado” (v.6), pela dureza de seus corações fizeram com Ele pior do que fizeram aos profetas, matando-O e atirando-O “para fora da vinha” (v.8) como um indigente. Na ambição de construir um reino, rejeitaram “a principal pedra, angular” (v.10).
A notoriedade da sabedoria de Jesus e de Seus ensinamentos era constantemente ameaçada por perguntas formuladas com vistas a fazê-Lo tropeçar nas próprias palavras. O ódio nacional contra Roma, pelos encargos que tinham de se submeter, principalmente quanto aos encargos tributários, era o combustível principal dos líderes judeus; ódio que era transmitido ao povo em forma de interpretações das Escrituras conforme suas expectativas quanto ao Messias como um líder militar e político. Ao ouvirem de Jesus: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (v.17), “muito se admiraram dEle” (v.18), mas não podiam aceitar que Aquele fosse o Ungido de Deus que os livraria do jugo romano. Com os olhos fixos em um reino terreno, perderam de vista o “reino de Deus” (v.34).
Os saduceus, por outro lado, tinham a ressurreição como seu objeto de debate favorito. Descrentes sobre a ressurreição, apresentaram a Jesus o fundamento arenoso de sua crença: suas próprias conclusões a respeito do que “Moisés nos deixou escrito” (v.19). A Bíblia fala a respeito de duas ressurreições: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Dn.12:2). Quando o Senhor voltar em glória, “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos” (Ap.20:5). “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (Jo.5:28-29).
O “Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.26), “não é Deus de mortos, e sim de vivos” (v.27). Esses patriarcas que hoje dormem no pó da terra um dia ouvirão a mesma voz que despertou Lázaro do sono da morte (Jo.11:43). Pois aqueles que morrem em Cristo foram salvos da morte eterna e logo serão despertados para encontrar o “Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17). A ressurreição de Jesus e Sua vitória sobre a morte é a nossa garantia de que “nem a morte […] poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38, 39). Paulo também escreveu que “se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. […] Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1Co.15:17, 19).
O nosso amor, serviço e fidelidade, portanto, devem ser dedicados Àquele que não nos prometeu um reino aqui nesta terra de pecado, mas um reino eterno em uma terra renovada e purificada (Ap.21:1). O grande mandamento que deve estar escrito nas tábuas de nosso coração consiste em amar a Deus e ao nosso próximo não pelos critérios humanos, mas acima de “todos os holocaustos e sacrifícios” (v.33), acima de toda tentativa de justificação própria (v.40). Pois a fidelidade não é uma barganha com Deus, e sim uma resposta de gratidão ao Deus que nos salvou e que, por Sua graça e bondade, promove a transformação do nosso caráter um dia de cada vez.
A genuína compreensão das Escrituras resulta na “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). É uma obra divina, e não humana. A nossa parte é a de, como aquele escriba, aceitar e crer: “Muito bem, Mestre, e com verdade disseste” (v.32). Assim fazendo, Jesus nos diz: “Não estás longe do reino de Deus” (v.34). Está na hora do povo que se chama pelo nome de Deus parar de oferecer a Ele do que lhe sobra e colocar tudo o que possui no altar do Senhor. Não entendam mal, amados. Não falo aqui de recursos materiais, mas de uma vida de fidelidade integral. Quando compreendemos que Deus nos enviou o Seu Filho amado como oferta em nosso lugar, os recursos materiais já não são mais motivo de preocupação, e, como a “viúva pobre” (v.42), ofertar se torna um ato voluntário de amor ao Deus que nos salvou.
Logo o nosso Senhor voltará. Quer vivos, quer ressuscitados, que possamos ouvir naquele grande Dia: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt.25:21). Vigiemos e oremos!
Bom dia, servos fiéis de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Marcos12 #RPSP
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