Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de junho de 2021, 0:45
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“Estai de sobreaviso, vigiai [e orai], porque não sabeis quando será o tempo” (v.33).

Como mãe, me preocupo com meus filhos e desejo que eles cresçam saudáveis, que sejam prósperos e felizes em cada aspecto da vida e, principalmente, que sejam amigos de Jesus e futuros cidadãos do reino celeste. Mas ainda que o meu amor por eles seja tão forte, jamais poderia superar o amor de Deus por cada um de nós. Com a entrada do pecado no mundo, o Criador teve que ver aqueles que criou para a eternidade morrendo e matando uns aos outros. A fome, o choro, as guerras, as angústias, as doenças, as manifestações da natureza em ebulição, tudo isso machuca o coração do Senhor e se avoluma com o aumento da corrupção apontando para o maior evento de todos os tempos, “que está próximo, às portas” (v.29).

Diante do cenário estonteante do templo cujas pedras de mármore branco refletiam a luz do sol, grande admiração tomou conta do coração dos discípulos. Aquele lugar era o que tinham como referência de sagrado e despertava-lhes profunda reverência. Quando Jesus lhes disse que não ficaria “pedra sobre pedra” no templo “que não fosse derribada” (v.2), eles ficaram sobremodo aflitos. Mas, “Pedro, Tiago, João e André” (v.3) não guardaram a aflição para si. Em momento oportuno, pediram ao Mestre que lhes revelasse qual seria o sinal que precederia o fim dos tempos.

O relato que se segue apresenta não somente um, mas diversos sinais que devem ser observados sabendo que algo maior está para acontecer. E diante de tão solene mensagem, as primeiras palavras de Cristo foram: “Vede que ninguém vos engane” (v.5). Portanto, o primeiro sinal apontado por Ele, como grande evidência de que o fim está próximo, foi o engano. Sucessivamente, outros sinais foram apresentados como “princípio das dores” (v.8). Comparando o cumprimento do tempo profético com uma mulher que está prestes a dar à luz, Jesus revelou quais seriam as primeiras e as derradeiras “contrações” até que Ele viesse segunda vez.

Apesar da aplicação desta profecia ser também referente à destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., o seu maior enfoque está na segunda vinda de Jesus à Terra, a Sua gloriosa aparição. E de forma insistente, Ele mostrou aos Seus atentos discípulos a importância da vigilância: “Estai vós de sobreaviso” (v.9 e 23); “vigiai e orai” (v.33); “Vigiai” (v.35); “O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!” (v.37). Sobre o retorno do Senhor ser certo e repentino, o apóstolo Paulo escreveu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Portanto, amados, precisamos estar apercebidos, pois “a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (v.32).

O profeta Habacuque, compreendendo a importância de tal atitude, logo a colocou em prática: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa” (Hc.2:1). E a sua firme decisão logo resultou em uma resposta positiva: “Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hc.2:3). Nesse tempo de pandemia, quando as coisas andam tão incertas, precisamos nos apegar à promessa divina e clamar pelo Espírito Santo, orando uns pelos outros.

Deus tem um povo que, vigilante, tem aguardado o tempo determinado da vinda de Seu Salvador. Assim como as dores de parto vão aumentando de intensidade, os sinais têm se intensificado apontando para o maior evento de todos os tempos, que está “às portas” (v.29). Todos, crentes e descrentes, “verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (v.26). Não sabemos o dia e nem a hora, mas sabemos como devemos estar diante da expectativa do retorno do nosso Senhor: “com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Tamanha tribulação como nunca houve desde o princípio do mundo” (v.19) está prestes a acontecer. E, se estivermos vivos até lá, precisamos estar prontos para suportá-la. Vigiar, ou seja, estar atentos aos sinais e alicerçados na verdade, nos livrará dos enganos do maligno. Assim como o profeta Habacuque, aguardemos com perseverança a resposta do Senhor, olhando sempre para Jesus. Pois que, certamente, “a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “escolhidos” (v.27) do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Marcos13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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