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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/12
Sou a filha do meio. Não tive os privilégios de ser a mais velha e não fui mimada como a mais jovem. Sinto que tive que lutar por tudo. Isso pode ter parecido funcionar em alguns aspectos enquanto filha, mas também teve seu preço – aprendi a ver os outros como adversários. Quando me tornei cristã, percebi que existe outra maneira de viver: em companheirismo e em cooperação com Deus.
Oséias 12:3, NVI, referindo-se a Jacó, nos diz, “No ventre da mãe segurou o calcanhar de seu irmão; como homem lutou com Deus.”
Conhecemos a história. Só depois que Jacó soube que não tinha como vencer é que ele deixou de lutar contra o Senhor e se apegou ao Senhor. Minha pergunta é: Por que temos que chegar a esse ponto? Por que nossa primeira reação a Deus é de antagonismo em vez de cooperação? Essa atitude ruim faz parte da natureza humana pecaminosa. Deus deixa claro que deseja nos salvar e nos abençoar. Jesus diz: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Mateus 11:28.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da Igreja Adventista de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1120
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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548 palavras
1. O vento leste. Ver com. de Jr 18:17. Seguir o vento oriental é buscar vãs esperanças e planos impraticáveis. Em medida mais ampla, a alusão é feita ao poder destruidor do vento leste [do deserto], tornando-o figurativamente uma representação maior de algo que é vão e vazio. Ele representa o que é nocivo e destrutivo. O vento leste na Palestina, trazendo grandes extensões de resíduos de areia, é abrasador e destrutivo para a vegetação, opressivo para o homem, violento sobre o mar (ver Sl 48:7) e em terra (ver Jó 27:21; Jr 18:17). Portanto, seguir o vento leste significa destruição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 1019
2. Contenda. Jacó. Em um sentido particular, Jacó aqui representa o reino do norte, em contraste com Judá, mas num sentido mais amplo, o nome abrange tanto as dez tribos que compunham Israel, como as duas tribos que formavam Judá. CBASD, vol.4, p. 1020.
3. Pegou do calcanhar. … lutou com Deus. A menção do nome de Jacó (v. 2) faz referência, no v. 3, a dois eventos importantes na vida do patriarca. Evidentemente o objetivo de Oseias é admoestar seu povo a imitar o comportamento de seu progenitor e lembrá-lo da distinção que Jacó tinha obtido, assim, como um incentivo para que o imitassem. … O fim de toda a luta com Deus não era para conquistá-Lo, mas para conquistar a si mesmo. O reconhecimento da fraqueza é o nosso poder, e aqueles que se aproximam de Cristo com a súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn 32:26), descobrirão que isso alcança o poder de Deus. CBASD, vol.4, p. 1020.
4. Lutou. A experiência de Jacó como um exemplo a ser seguido pelo povo de Deus é mais integralmente descrita e tratada neste versículo, a fim de estimular Israel a fazer o mesmo. Essa experiência traz algumas lições importantes: (1) A eficácia da oração fervorosa e persistente nessa luta (ver Ef :18; Fp 4:6; 1Ts 5:17). … (2) Somente com a ajuda de Deus podemos superar o problema do mal em nossa vida. CBASD, vol.4, p. 1020, 1021
10. Símiles. Trata-se de comparações semelhantes parábolas, símbolos que mostram o invisível por meio do visível. … A LXX, para esta oração, diz significativamente: “Eu fui representado por meio dos profetas.” As símiles tornaram as mensagens dos profetas mais cativantes, mais fáceis de entender e de serem lembradas. CBASD, vol.4, p. 1023.
11. Montões. Do heb. galim, “montes de pedras”, assim como os agricultores removiam as pedras do solo arável e as deixava empilhadas em montes inúteis para fácil remoção. Os altares idólatras, tanto de Gileade (que significa “montão da testemunha”; ver com. de Gn 31:47) quanto de Gilgal, deviam ser transformados em montes de pedra. CBASD, vol.4, p. 1023.
12. Jacó fugiu. A fuga de Jacó e a servidão a Labão (v. 12) são comparadas com a experiência de Israel no Egito (v. 13). CBASD, vol.4, p. 1024
13. Profeta. A alusão, aqui, é feita ao profeta Moisés (ver Êx 3:4-12; Sl 77:20; Is 63:11-14). Como o Israel antigo foi preservado pelo profeta Moisés, assim também o povo de Deus, hoje, é preservado por dar ouvidos aos mensageiros designados por Deus e por ordenar a vida em harmonia com os conselhos assim transmitidos (ver 2Pe 1:19). CBASD, vol.4, p. 1024
14. Ira. Por causa da falsidade de Efraim e de sua falta de devoção, ele provocou a ira amarga do Senhor. A culpa e a punição de Efraim não seriam eliminadas (ver com. de Jz 2:20; 2Rs 13:3). CBASD, vol.4, p. 1024
Sangue. Efraim havia derramado sangue em profusão (ver Os 4:2; 5:2). CBASD, vol.4, p. 1024
Opróbrio. A desonra que Efraim causou a Deus por meio da idolatria e da iniquidade retornou para ele. Aqueles que se rebelam contra Deus e trazem opróbrio ao Seu nome devem esperar a retribuição divina (ver 1Sm 2:30). CBASD, vol.4, p. 1024
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“No ventre, pegou do calcanhar de seu irmão; no vigor da sua idade, lutou com Deus” (v.3).
Desde o seu nascimento, Jacó revelou um caráter dúbio. Agarrado ao calcanhar de seu irmão gêmeo, ele saiu do ventre de sua mãe já lutando pela primazia. Cresceu ouvindo de Rebeca a promessa divina de que governaria sobre o seu irmão e isso lhe era um constante incentivo a buscar a oportunidade que confirmasse a profecia. Como o enganador no Éden, ele usou o apetite como meio de conquistar o direito da primogenitura (Gn.25:33-34). Aproveitando-se da cegueira de Isaque, se passou por Esaú, recebendo o que julgava ser a garantia da promessa. Como num filme, Jacó viu toda a sua vida envolta em mentiras e sua mente foi terrivelmente perturbada pela culpa enquanto vagava como fugitivo de seu próprio lar.
Foi no deserto, dormindo o sono da tristeza e da angústia, que Jacó teve o sonho que mudaria para sempre a sua vida e a história de sua descendência. Naquela escada mística (Gn.28:12), ele viu o caminho da salvação através da graça de um Deus que vai em busca do pecador. Pela primeira vez, Jacó “achou a Deus” (v.4). Logo após, apesar dos muitos anos de trabalho útil e bênçãos na casa de seu tio Labão, também foram anos de duras provas até que seu orgulho fosse transformado em humildade. Finalmente, Jacó estava pronto para voltar a Canaã, mas ainda precisava de uma última experiência; aquela que definiria o seu futuro e seria um símile da experiência do tempo de angústia nos dias finais.
O profeta Oseias resgatou a experiência de Jacó como um modelo para Israel. Ainda que Seu povo estivesse em situação de letargia, “o Deus dos Exércitos” (v.5) que lutou com Jacó estava em posição de batalha a fim de confirmá-lo como Israel, aquele que luta com Deus e com os homens e prevalece (Gn.32:28). Em vão lutou Jacó no ventre de sua mãe por uma posição terrena, mas foi “no vigor da sua idade” (v.3) que desferiu a luta que definiu o seu destino eterno. Em seu discurso laodiceano: “me tenho enriquecido e adquirido grandes bens; em todos esses meus esforços, não acharão em mim iniquidade alguma, nada que seja pecado” (v.8), Israel vivia o primeiro estado de Jacó, cego em seus próprios esforços inúteis. Necessitava da última luta vivificante e da conversão que levara Jacó a chorar e suplicar o favor divino (v.4).
O mundo grita as dores do parto como prestes a dar à luz. A Terra geme os resultados de milênios de pecado e o coração humano acompanha essa involução. Enquanto Jacó dormia, “ali falou Deus conosco” (v.4). De semelhante modo, há esperança aos que ainda estão em sonolência espiritual. O Senhor deseja despertar os Seus filhos a fim de que sejam Suas testemunhas; para, como Jacó, a experiência de seu encontro com Deus sirva como modelo para os que ainda dormem. Há uma luta à nossa frente prestes a começar. Eu ouso afirmar que ela já começou a revelar os primeiros sinais de sua intensidade. E só estaremos prontos para entrar na Canaã celeste se sairmos vitoriosos com Cristo do conflito final.
O Espírito Santo está a apelar: “converte-te a teu Deus, guarda o amor e o juízo e no teu Deus espera sempre” (v.6). Como temos nós respondido ao Seu comovente e urgente apelo? Só teremos forças para prevalecer na última grande luta se, como Jacó, o nosso eu estiver escondido em Deus. Certamente, encontraremos resistência nessa árdua jornada, pois nem todos entenderão e aceitarão a nossa entrega genuína a Deus. Porém, somos chamados a guardar o amor e orar até mesmo por nossos inimigos e pelos que nos perseguem, revelando o caráter do nosso Pai (Mt.5:44). Mas se, dia após dia, confirmarmos a nossa perseverança, o Espírito nos conservará “íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts.5:23). Busquemos ao Senhor enquanto podemos achá-Lo, porque Ele “cumprirá a Sua palavra sobre a Terra, cabalmente e em breve” (Rm.9:28). Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que lutam com Deus e prevalecem!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Enquanto a natureza de Deus é inclinada a procurar pelo pecador, a nossa natureza é inclinada a se afastar de Deus. É por isso que precisamos da educação, repreensão e correção divina desde a infância. O pior, é que a maioria nunca aprende.
Perversão religiosa, ignorância espiritual e corrupção moral não ficarão sem punição. Deus quer livrar a humanidade de Sua ira contra o pecado, por isso Seu amor é revelado intensamente intentando alertar e atrair ao pecador. Caso o homem não queira seguir os planos divinos, terá de seguir o destino estipulado pelo pecado.
• Deuses de fantoches ou religião “fake fazem as pessoas brincarem de adoração como se fosse consagração verdadeira. Assim vivia Efraim, e assim vivem muitos crentes do século 21. Entretanto, Deus, almejando salvar ao pecador, reportou à história do início de Israel (vs. 1-6) quando Jacó, no ventre materno, lutou com seu irmão (Gênesis 25:26). Depois, já adulto, lutou com Deus (Gênesis 32:24-28); e, em Betel, se humilhou, chorou e orou, e então, encontrou-se com Deus. Houve, então, reavivamento e reforma (Gênesis 28:12-22; 35:1-15). A mesma atitude deveria ter manifestado Efraim e cada um de nós caso precisamos manifestar caso queiramos ser abençoados e salvos.
• Conquistas mundanas, sucesso material, fama secular e grandeza financeira não significam bênçãos nem segurança reais; o escândalo religioso, a moralidade em decadência, espiritualidade tola e lixo místico levam a sociedade à decadência, e muitos pensam que ela está se aperfeiçoando. Apesar dos pecadores não enxergarem a triste realidade, Deus desperta Seus agentes para revelar a podridão da alma e alertar do juízo vindouro contra o mal (vs. 7-11).
• Fraudulentos, hipócritas, traiçoeiros, trapaceiros, inconsequentes e perversos como Jacó podem se converter, se humilhar e se entregar ao Salvador antes que venha a desgraça por causa da rejeição aberta ao plano divino. Esperar pelo arrependimento é especialidade de Deus ligada ao perdão e Seu poder de reverter o quatro fatídico resultante do pecado (vs. 12-14; II Pedro 2:1-3; 3:7-13).
A prosperidade material cria paz e seguranças ilusórias nos indivíduos que “vegetam” neste mundo incerto, injusto, idólatra e imoral. A teologia da prosperidade prepara a humanidade para ir à perdição com tranquilidade (I Tessalonicenses 5:3).
O evangelho da prosperidade é perversão da verdade bíblica; portanto, devemos conhecer pessoalmente a Cristo e o evangelho descrito na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/11
Deus amou aos Israelitas e os tirou de sua escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostaram das mensagens que Deus lhes deu por meio dos profetas. Então eles se afastaram de Deus e serviram a outros deuses. Deus amava Israel, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e do que Ele havia feito por eles (11:3,4).
O norte de Israel passaria por uma escravidão na Assíria semelhante à que haviam experimentado no Egito, porque se recusaram a voltar para Deus (11:5). Eles não poderiam evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios conselhos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam consistentemente se afastando de Deus (11:7).
O coração de Deus se contrai de dor por causa de Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?” (11:8, NVI) Se apenas Israel se arrependesse, Deus não o destruiria porque Ele é o “Santo” no meio deles (11:9). Ellen White diz: “Santidade é integridade, devoção total”. Nossa santidade é devoção total a Deus, e a santidade de Deus é Sua devoção perfeita a nós.
Até mesmo no tempo de Oséias, Deus ainda amava a pecadora nação de Israel, mas com profunda dor, ansioso para que voltasse a andar com Ele (11:10).
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1119
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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638 palavras
4 Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12; Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.
como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.
5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.
7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.
8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com frequência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.
Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.
9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira, nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo, totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.
Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.
O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.
10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniquidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.
12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.
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“Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e Me inclinei para dar-lhes de comer” (v.4).
Em direto contraste com o amor de Deus estava a ingratidão de Israel. A ilustração da figura paterna que ensina a criança a andar, que a segura no colo, que cuida de suas feridas e lhe dá de comer é um retrato digno do cuidado do Senhor para com o Seu povo. Todavia, Israel se portou como um filho rebelde, rejeitando o Senhor, recusando-se “converter-se” (v.5). “Quanto mais” Deus “os chamava, tanto mais se” afastavam dEle; “sacrificavam a baalins e queimavam incenso às imagens de escultura” (v.2). Toda a nação estava corrompida e inclinada a desviar-se de Deus (v.7). Por outro lado, o amor do Pai permaneceu intacto: “Meu coração está comovido dentro de Mim, as Minhas compaixões, à uma, se acendem” (v.8).
Aos olhos humanos, a rebelião de Israel demandava castigo. Não obstante, o Senhor provaria mais uma vez que a Sua ira não é manifestada segundo a ira humana: “Não executarei o furor da Minha ira… porque Eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira” (v.9). Sendo experimentado nisso, o salmista Davi declamou a respeito do Senhor: “Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades” (Sl.103:10). Deus tinha um plano maior para o Seu povo, e este plano incluía o resgate de Seus filhos mediante “o castigo que nos traz a paz” (Is.53:5). Como leão que ruge a fim de ser ouvido a longa distância, o Senhor chamaria os filhos de Israel e novamente os congregaria, ainda que espalhados entre as nações.
O plano da redenção mediante o sacrifício de Seu Filho nos permite ter acesso direto ao Pai. Temos o sublime privilégio de nos achegar a Deus porque Jesus nos comprou esse direito por Sua morte e porque Ele vive. Temos feito diligentes esforços a fim de sermos instruídos nos mistérios da cruz? Um amor que “alivia o jugo” (v.4) de quem se recusa a aceitá-lo deve, no mínimo, ser o nosso principal objeto de estudo. A ingratidão do antigo Israel não foi tão grande quanto a do Israel espiritual de hoje. Enquanto o Consolador nos envolve “com laços de amor” (v.4), nosso coração insiste em desviar-se dEle. Enquanto Ele nos aponta para Jesus, recusamos nos converter a fim de não abrir mão de nossos pecados acariciados.
Mas ainda que diante de “uma geração má e adúltera” (Mt.12:39), Jesus cumpriu com perfeição Sua missão salvífica. E mesmo que a última geração tenha superado as iniquidades de Sodoma (Ez.16:47), a espera de Deus reflete o Seu grande amor por nós, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). “Andarão após o Senhor” (v.10) os filhos que reconhecerem a sua miserável condição e completa dependência do Pai, buscando andar em novidade de vida. A cruz não foi o fim e nem o início do ministério de Cristo. Ele é o “Pai da Eternidade” (Is.9:6), “o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14), o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8), o “sumo sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1), o nosso “Advogado junto ao Pai” (1Jo.2:1), “o Leão da tribo de Judá” (Ap.5:5), que ruge a fim de reunir os Seus escolhidos dos quatro cantos da Terra.
Olhemos para Jesus! Olhemos para Aquele que poupou as nossas costas dos açoites do inimigo e nossa fronte dos espinhos da vergonha! Olhemos para o precioso Cordeiro de Deus, cujos pés e mãos perfurados não foram capazes de deter o amor que se manifesta e salva até mesmo na “hora undécima” (Mt.20:6; Mt.23:42). Olhemos para Aquele que adiou o Seu reencontro com o Pai a fim de consolar uma filhinha que chorava (Jo.20:15). Olhemos para o Mestre que não levou em conta a cegueira dos discípulos no caminho de Emaús, mas pacientemente os instruiu e com eles sentou-Se “para dar-lhes de comer” (v.4; Lc.24:25-30). Olhemos para o nosso Mediador, que pensou em mim e em você ao orar: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da Sua Palavra” (Jo.17:20). “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro”, diz o Senhor (Is.45:22). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos amados do Pai!
* Oremos pelos nossos familiares e pelo batismo do Espírito Santo em nossa vida.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Desfrutar de bênçãos sem valorizar, respeitar e honrar ao doador através da obediência são maneiras de agir que evidenciam irreverência, ingratidão e egoísmo no coração.
Apesar de nossa atitude inconsequente, Deus nos trata como filhos desobedientes, mas alvos de Seu amor insistente, perseverante e atraente.
Neste capítulo “vemos o anseio de Deus e Seu desapontamento descritos de maneira bastante vívida. Adore a Deus enquanto lê o texto, tentando conectar-se com as emoções ali descritas” – sugere Erwing Lutzer. Depois reflita:
• Deus amou desde o início, chama de onde o pecador se encontra, ensina durante a existência, toma nos braços, cura, atrai, Se inclina – Se isso não revela amor, graça e misericórdia no Antigo Testamento, o que seria? (vs. 1-4).
• Deus ama com amor mais elevado que o mais nobre e puro amor humano. Quem ama educa, corrige e para isso disciplina, castiga e conversa – Sem a revelação sobrenatural através dos profetas quem alcançaria tais informações sobre as emoções do Soberano do Universo? (vs. 5-9).
• Deus amará a tal ponto de esperar a reconciliação com o rebelde e irreverente. O fogo da paixão de Deus almeja derreter o gelado coração do pecador impenitente. Sua ação movida de compaixão almeja realizar a transformação que gera restauração total da degradação causada pelo pecado – Se isso não for salvação pela graça, o que seria? (vs. 10-12).
O amor de um casal apaixonado, ou de pais e mães dedicados, pode ilustrar, mas jamais se iguala ao amor de Deus por Seus filhos, ainda que indisciplinados.
Embora não correspondido, o amor de Deus não perde o valor nem passa a agir motivado pela vingança. Pelo contrário, oferece esperança ao que O traiu e está vivendo na desgraça.
O pecado pode até nos afastar de Deus, mas Deus não se afasta do pecador (Isaías 59:1-17). O Deus do impossível oferece amor incondicional, infinito e sobrenatural aos praticantes do mal.
Os que desistiram de Deus, O substituíram pela miséria do pecado, O ignoraram devido a preferirem os próprios caprichos, devem saber que o amor de Deus não desistiu de intentar alcançá-los. Portanto, em Oseias temos o mesmo amor revelado por Jesus nas parábolas de Lucas 15, que chega ao auge da revelação do amor divino na parábola do filho pródigo.
Reavivemo-nos e voltemo-nos para Deus urgentemente! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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