Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 4 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



AMÓS 4 by Jobson Santos
13 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/4

O julgamento de Deus é frequentemente mal interpretado como uma punição arbitrária com o objetivo de fazer os pecadores sofrerem por seus erros. Algumas pessoas esperam que o julgamento de Deus caia sobre seus inimigos. Outros têm medo de que caia sobre eles.

Amós 4 nos mostra que o julgamento de Deus não é simplesmente uma raiva descarregada contra os pecadores. É a maneira de Deus restaurar a justiça e trazer Seu povo obstinado de volta para Ele.

Amós profetizou ao povo de Israel durante uma época de prosperidade nacional. As pessoas fingiam ser religiosas, mas o coração estava longe de Deus. Elas adoravam ídolos, oprimiam os pobres e levavam uma vida luxuosa e auto-indulgente. (A situação deles não parece muito diferente da nossa hoje.)

Deus relata diversas maneiras como tentou chamar a atenção deles. Eles sofreram com seca, pestilência e guerra, mas ainda assim persistiram em sua rebelião. Esses julgamentos não foram totais; Deus descreve Israel como um “tição tirado do fogo” (v. 11 NVI). O desejo de Deus é salvar, não destruir. No entanto, Ele está trabalhando para ver a justiça restaurada. Por fim, o povo enfrentará um acerto de contas final com Deus (v. 12).

Amós 4 nos lembra como Deus leva a sério os maus tratos aos pobres e o erro judiciário. O julgamento é uma expressão de Seu amor pelos oprimidos. No entanto, é também a Sua maneira de nos trazer de volta a um relacionamento correto com ele.

Que possamos nos arrepender de nossos pecados e nos voltarmos para Ele em busca de misericórdia antes que chegue o dia do ajuste de contas.

Matthew Shallenberger
Pastor, Associação Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1129
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 0:50
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181 palavras

1. Vacas de Basã. … o fato de ambos os gêneros serem indicados nos verbos e pronomes em hebraico nos v. 1 a 3 sugere que Amós está repreendendo a vida dos amantes do luxo, incluindo homens e mulheres da capital de Israel. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.

Tenha cuidado de não desejar tanto os bens materiais a ponto de estar disposto a oprimir os outros e desgostar a Deus para obtê-los. Life Application Study Bible Kingsway.

6. Dentes limpos. Esta expressão denota fome, sendo paralela às palavras que se seguem, “falta de pão”. CBASD, vol. 4, p. 1068.

12. Prepara-te. A mensagem do profeta era: “Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir.” Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. … Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1069.

Um dia, cada um de nós encontrará Deus face a face para explicar o que fizemos ou recusamos fazer. Você está preparado para encontrá-lo? Life Application Study Bible Kingsway.



AMÓS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2021, 0:45
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“Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (v.12).

A profecia específica contra as mulheres de Samaria não foi exclusiva no que se trata de juízos contra as mulheres de Israel. Por duas vezes, Isaías repreendeu as filhas de Sião por sua arrogância e vaidade (Is.3:16-26) e por se mostrarem acomodadas e negligentes com relação ao seu importante papel no desenvolvimento e bem-estar do lar e da nação (Is.32:9-11). Em visão, Ezequiel também viu na entrada do Tabernáculo, “mulheres assentadas chorando a Tamuz”, um deus babilônico” (Ez.8:14). O profeta Amós, portanto, foi mais uma voz de advertência àquelas que foram escolhidas por Deus para uma missão de caráter sagrado e de propósitos eternos.

A cegueira espiritual de Israel se deu, em grande parte, pelo procedimento insensato e indiferente daquelas que deveriam iluminar seus lares com a luz provinda das Escrituras. Mas qual as “vacas de Basã” (v.1), que viviam em campos férteis engordando a fim de serem abatidas, as mulheres de Israel exigiam de seus maridos uma vida de ostentação ignorando, mesmo que de forma indireta, que o seu luxo custava o que poderia dar alívio aos necessitados, caminhando, sem perceber, como o gado cevado para a morte iminente. Era um tempo em que as mulheres se preocupavam apenas com o embelezamento de si mesmas e de suas casas, enquanto seus filhos cresciam em um lar economicamente próspero e nominalmente religioso, mas espiritualmente falido.

Que dor não sentiam os profetas de Deus em ver seu povo se autodestruindo! Imagino esses homens de Deus com lágrimas nos olhos e voz embargada ao proferir essas palavras difíceis. Principalmente ao perceberem que suas mensagens eram consideradas alarmistas e fanáticas. Amós descreveu a religião de Israel como uma religião ativa e publicamente divulgada. Havia sacrifícios matinais diários, devolução de dízimos “de três em três dias”, “sacrifício de louvores do que é levedado”, “ofertas voluntárias”, tudo isso sendo publicado, porque disso gostavam (v.4-5). Era a típica religião de aparências. Resultado dessa religiosidade: “Vinde a Betel e transgredi, a Gilgal, e multiplicai as transgressões” (v.4).

Resumindo, amados: Estava tudo errado. Tudo errado! O que julgavam ser meios de se aproximarem de Deus, na verdade os afastavam ainda mais do Senhor e de Sua santa vontade. Com isso, os meios divinos não foram reconhecidos a fim de que se convertessem a Ele. O Senhor enviou a fome, a seca, as pragas na vegetação, a doença e até mesmo a destruição de suas cidades, mas nem assim se converteram ao Senhor nem tampouco se arrependeram de seus pecados. Era naquela situação degradante que teriam de se deparar com o “Senhor, Deus dos Exércitos” (v.13). Um último e comovente apelo foi erguido ainda assim: “Prepara-te, ó Israel” (v.12)!

Não é o capítulo de hoje uma mensagem atual? De que forma nos encontramos, mulheres? De que forma nos encontramos, Israel de Deus? Onde estão os nossos olhos e onde está o nosso coração? Olhando para o Céu, para o Autor e Consumador de nossa fé, com o coração humilde e silente a fim de ouvir e aceitar os planos do Senhor em nossa vida? Ou olhando para baixo, para este mundo corrupto, contemplando e admirando as redes sociais e as selfies que tão somente revelam a vaidade humana? O que mais precisa acontecer para que despertemos de nosso sono letal? Vocês acham que Deus considera como de pequena importância a insensibilidade do Seu povo enquanto milhares de pessoas morrem todos os dias? É à nossa geração que Jesus tem clamado a plenos pulmões enquanto estende perante o Pai as marcas de Seu sacrifício: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mc.7:6).

Prepara-te, ó Israel! Prepara-te “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Porque “vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (Sl.50:3). O nosso coração deve arder nesta expectativa e buscar o preparo necessário não importando se Jesus volte hoje, amanhã ou daqui há cem anos. Sinceramente, amados, nunca foi a minha intenção compartilhar qualquer palavra alarmista, mas o meu coração tem ardido cada dia mais na certeza de que logo nos encontraremos com o nosso Deus. Não é tempo de oferecer ao Senhor louvores levedados por nossos gostos pessoais corrompidos. É tempo de viver na presença de Deus ainda que o mundo e até mesmo aqueles que mais amamos nos humilhem ou ignorem. “Prepara-te, povo Meu!”, diz o Espírito Santo a cada um de nós. “Prepara-te […] “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, Israel que despertou!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Amós4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 0:40
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Se a apatia é negativa em qualquer relacionamento, e a indiferença e frieza causam problemas dentro do casamento, quanto mais se estas condutas, apatia, indiferença e frieza são trazidas para o compromisso com Deus.

A mensagem de Amós se deve ao fato que “Israel tornou-se uma nação de opressores viciados em opulência e de sincretistas religiosos (4.1-5; 6:1-7). Apesar das tentativas específicas efetuadas por Deus com o propósito de trazê-lo ao arrependimento, permanece indiferente ou até mesmo ignorante a respeito da maneira e da razão de Yahewh agir (4.6-13)” (Paul R. House).

Warren Wiersbe complementa: Nesse tempo, “os valores do povo eram errados, seu reavivamento religioso era uma farsa e haviam se recusado a ouvir as advertências que Deus havia lhes dado”.

Na mensagem de Amós, Deus quer falar a nós que:

1. Vaidade, luxo e prazeres desenfreados são pecados sob a plataforma do orgulho que resulta em ganância insaciável a tal ponto de oprimir aos necessitados, desvirtuar valores e corromper a bênção dos laços matrimoniais; tudo isso atrai o justo julgamento divino (vs. 1-3).
• É importante ter dinheiro, contudo é imprescindível fazer uma autoanálise a fim de avaliar se não estamos perdendo as coisas que o dinheiro não pode comprar: Caráter, família unida, amizades verdadeiras, paz, salvação e vida eterna.

2. Hipocrisia, corrupção religiosa e analfabetismo bíblico resultam de compromissos frouxos, religião meramente formal, e da perversão da adoração. Uma espiritualidade com estes traços revelam uma religiosidade de aparência que, para Deus, carece de reavivamento e reforma espirituais com urgência (vs. 4-5).
• É importante ter uma religião tanto quanto é importante que ela seja verdadeira. Contudo, não basta pertencer à igreja de Deus, é necessário ser cristão de verdade!

3. Obstinação frente à disciplina, desprezo pela solução divina e amor ao pecado impedem o desenvolvimento de um verdadeiro reavivamento, resultando em um processo divino de julgamento; pois, após usar muitos métodos disciplinares, teimosamente o povo de Deus permaneceu em seus pecados (vs. 6-13).
• Verdadeiro reavivamento surge quanto há disposição para ouvir a Deus e arrependimento genuíno dos pecados cometidos.

“É devido à falta de fé que deixamos de receber o cumprimento das promessas de Deus. Devemos trabalhar, orar e crer. Devemos avançar firme e diligentemente, confiando no Senhor, e dizendo: ‘Não fracassaremos nem nos desanimaremos’” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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