Reavivados por Sua Palavra


OSÉIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



OSÉIAS 11 by Jobson Santos
3 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/11

Deus amou aos Israelitas e os tirou de sua escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostaram das mensagens que Deus lhes deu por meio dos profetas. Então eles se afastaram de Deus e serviram a outros deuses. Deus amava Israel, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e do que Ele havia feito por eles (11:3,4).

O norte de Israel passaria por uma escravidão na Assíria semelhante à que haviam experimentado no Egito, porque se recusaram a voltar para Deus (11:5). Eles não poderiam evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios conselhos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam consistentemente se afastando de Deus (11:7).

O coração de Deus se contrai de dor por causa de Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?” (11:8, NVI) Se apenas Israel se arrependesse, Deus não o destruiria porque Ele é o “Santo” no meio deles (11:9). Ellen White diz: “Santidade é integridade, devoção total”. Nossa santidade é devoção total a Deus, e a santidade de Deus é Sua devoção perfeita a nós.

Até mesmo no tempo de Oséias, Deus ainda amava a pecadora nação de Israel, mas com profunda dor, ansioso para que voltasse a andar com Ele (11:10).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1119
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de março de 2021, 0:50
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638 palavras

Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12;  Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.

como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.

5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.

7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.

8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com frequência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.

Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.

9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira, nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo, totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.

Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.

O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.

10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniquidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.

12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.



OSEIAS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de março de 2021, 0:45
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“Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e Me inclinei para dar-lhes de comer” (v.4).

Em direto contraste com o amor de Deus estava a ingratidão de Israel. A ilustração da figura paterna que ensina a criança a andar, que a segura no colo, que cuida de suas feridas e lhe dá de comer é um retrato digno do cuidado do Senhor para com o Seu povo. Todavia, Israel se portou como um filho rebelde, rejeitando o Senhor, recusando-se “converter-se” (v.5). “Quanto mais” Deus “os chamava, tanto mais se” afastavam dEle; “sacrificavam a baalins e queimavam incenso às imagens de escultura” (v.2). Toda a nação estava corrompida e inclinada a desviar-se de Deus (v.7). Por outro lado, o amor do Pai permaneceu intacto: “Meu coração está comovido dentro de Mim, as Minhas compaixões, à uma, se acendem” (v.8).

Aos olhos humanos, a rebelião de Israel demandava castigo. Não obstante, o Senhor provaria mais uma vez que a Sua ira não é manifestada segundo a ira humana: “Não executarei o furor da Minha ira… porque Eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira” (v.9). Sendo experimentado nisso, o salmista Davi declamou a respeito do Senhor: “Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades” (Sl.103:10). Deus tinha um plano maior para o Seu povo, e este plano incluía o resgate de Seus filhos mediante “o castigo que nos traz a paz” (Is.53:5). Como leão que ruge a fim de ser ouvido a longa distância, o Senhor chamaria os filhos de Israel e novamente os congregaria, ainda que espalhados entre as nações.

O plano da redenção mediante o sacrifício de Seu Filho nos permite ter acesso direto ao Pai. Temos o sublime privilégio de nos achegar a Deus porque Jesus nos comprou esse direito por Sua morte e porque Ele vive. Temos feito diligentes esforços a fim de sermos instruídos nos mistérios da cruz? Um amor que “alivia o jugo” (v.4) de quem se recusa a aceitá-lo deve, no mínimo, ser o nosso principal objeto de estudo. A ingratidão do antigo Israel não foi tão grande quanto a do Israel espiritual de hoje. Enquanto o Consolador nos envolve “com laços de amor” (v.4), nosso coração insiste em desviar-se dEle. Enquanto Ele nos aponta para Jesus, recusamos nos converter a fim de não abrir mão de nossos pecados acariciados.

Mas ainda que diante de “uma geração má e adúltera” (Mt.12:39), Jesus cumpriu com perfeição Sua missão salvífica. E mesmo que a última geração tenha superado as iniquidades de Sodoma (Ez.16:47), a espera de Deus reflete o Seu grande amor por nós, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). “Andarão após o Senhor” (v.10) os filhos que reconhecerem a sua miserável condição e completa dependência do Pai, buscando andar em novidade de vida. A cruz não foi o fim e nem o início do ministério de Cristo. Ele é o “Pai da Eternidade” (Is.9:6), “o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14), o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8), o “sumo sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1), o nosso “Advogado junto ao Pai” (1Jo.2:1), “o Leão da tribo de Judá” (Ap.5:5), que ruge a fim de reunir os Seus escolhidos dos quatro cantos da Terra.

Olhemos para Jesus! Olhemos para Aquele que poupou as nossas costas dos açoites do inimigo e nossa fronte dos espinhos da vergonha! Olhemos para o precioso Cordeiro de Deus, cujos pés e mãos perfurados não foram capazes de deter o amor que se manifesta e salva até mesmo na “hora undécima” (Mt.20:6; Mt.23:42). Olhemos para Aquele que adiou o Seu reencontro com o Pai a fim de consolar uma filhinha que chorava (Jo.20:15). Olhemos para o Mestre que não levou em conta a cegueira dos discípulos no caminho de Emaús, mas pacientemente os instruiu e com eles sentou-Se “para dar-lhes de comer” (v.4; Lc.24:25-30). Olhemos para o nosso Mediador, que pensou em mim e em você ao orar: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da Sua Palavra” (Jo.17:20). “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro”, diz o Senhor (Is.45:22). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos amados do Pai!

* Oremos pelos nossos familiares e pelo batismo do Espírito Santo em nossa vida.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de março de 2021, 0:40
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Desfrutar de bênçãos sem valorizar, respeitar e honrar ao doador através da obediência são maneiras de agir que evidenciam irreverência, ingratidão e egoísmo no coração.

Apesar de nossa atitude inconsequente, Deus nos trata como filhos desobedientes, mas alvos de Seu amor insistente, perseverante e atraente.

Neste capítulo “vemos o anseio de Deus e Seu desapontamento descritos de maneira bastante vívida. Adore a Deus enquanto lê o texto, tentando conectar-se com as emoções ali descritas” – sugere Erwing Lutzer. Depois reflita:
• Deus amou desde o início, chama de onde o pecador se encontra, ensina durante a existência, toma nos braços, cura, atrai, Se inclina – Se isso não revela amor, graça e misericórdia no Antigo Testamento, o que seria? (vs. 1-4).
• Deus ama com amor mais elevado que o mais nobre e puro amor humano. Quem ama educa, corrige e para isso disciplina, castiga e conversa – Sem a revelação sobrenatural através dos profetas quem alcançaria tais informações sobre as emoções do Soberano do Universo? (vs. 5-9).
• Deus amará a tal ponto de esperar a reconciliação com o rebelde e irreverente. O fogo da paixão de Deus almeja derreter o gelado coração do pecador impenitente. Sua ação movida de compaixão almeja realizar a transformação que gera restauração total da degradação causada pelo pecado – Se isso não for salvação pela graça, o que seria? (vs. 10-12).

O amor de um casal apaixonado, ou de pais e mães dedicados, pode ilustrar, mas jamais se iguala ao amor de Deus por Seus filhos, ainda que indisciplinados.

Embora não correspondido, o amor de Deus não perde o valor nem passa a agir motivado pela vingança. Pelo contrário, oferece esperança ao que O traiu e está vivendo na desgraça.

O pecado pode até nos afastar de Deus, mas Deus não se afasta do pecador (Isaías 59:1-17). O Deus do impossível oferece amor incondicional, infinito e sobrenatural aos praticantes do mal.

Os que desistiram de Deus, O substituíram pela miséria do pecado, O ignoraram devido a preferirem os próprios caprichos, devem saber que o amor de Deus não desistiu de intentar alcançá-los. Portanto, em Oseias temos o mesmo amor revelado por Jesus nas parábolas de Lucas 15, que chega ao auge da revelação do amor divino na parábola do filho pródigo.

Reavivemo-nos e voltemo-nos para Deus urgentemente! – Heber Toth Armí.




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