Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de março de 2021, 0:45
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“Pois assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-Me e vivei” (v.4).

Recusando-se em dar ouvidos ao Senhor e se converter dos seus maus caminhos, Israel colheria os resultados de sua insensatez. Sua condição foi revelada em uma lamentação que indicava a misericórdia divina ainda sendo manifestada, mesmo que apenas para conservar um décimo da nação (v.3). “Buscai ao Senhor e vivei” (v.6), era o apelo comovente que irrompia dos lábios do profeta. Seu ministério, contudo, não consistia em minimizar os juízos de Deus, mas declará-los com a clareza e a verdade necessárias; palavras que foram recebidas com rejeição: “Aborreceis na porta ao que vos repreende e abominais o que fala sinceramente” (v.10).

Este capítulo apresenta um Israel religioso, exímio cerimonialista e músico excepcional. No entanto, quanto à sua religião, Deus disse: “Aborreço” (v.21). Quanto às cerimônias: “nem atentarei” (v.22). E quanto aos louvores: “Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos” (v.23). Além de ter proferido um “Ai” que pode deixar bem confuso quem não compreende o contexto: “Ai de vós que desejais o Dia do Senhor!” (v.18).

Era um povo que sonhava com a vinda do Messias. Confiantes na promessa de um Salvador que descenderia da raiz de Davi, ostentava ser o povo da aliança, esquecendo-se, porém, do Deus da aliança. Os pobres e necessitados eram rejeitados e o tratamento de uns para com os outros era medido conforme o poder aquisitivo. Não havia amor genuíno, mas um jogo de interesses que fazia de Israel um povo com a mensagem certa, mas com as atitudes erradas.

Imagine que você vivesse no tempo da segunda guerra mundial e, buscando algum conforto, entrasse em uma igreja e se deparasse com Hitler pregando sobre o amor de Deus. Você conseguiria dar ouvidos a tal sermão? Creio que não. E o porquê desta resposta é um tanto lógica: porque as suas palavras não eram fiéis ao que ele realmente praticava. É fácil ser um bom crente de igreja, difícil é ser a igreja do único que é Bom (Mt.19:17). Tudo isso foi resumido por Tiago numa única sentença: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22). Ele ainda fez referência à prática dos mandamentos (Tg.1:25) e ao perigo que existe em não refrear a língua (Tg.1:26). E terminou explicando o que é, aos olhos de Deus, a verdadeira religião: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg.1:27).

Jesus está às portas de vir buscar as dízimas da terra, aqueles que buscam viver o evangelho que pregam. O Senhor não dirá a Seus justos: “Vinde benditos de Meu Pai, porque vocês construíram suntuosas igrejas, vestiram-se com decência e bom gosto, prepararam os melhores programas e cantaram como ninguém”. Mas Ele dirá: “Vinde benditos de Meu Pai… Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e fostes ver-Me” (Mt.25:34-36).

Precisamos parar de edificar “casas de pedras lavradas” (v.11) em um tempo que requer de nós a renúncia do eu em favor do próximo. E clamar ao Espírito Santo que nos conceda a prudência tão necessária nesses dias finais. Pois “o que for prudente guardará, então, silêncio, porque é tempo mau” (v.13). “Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei na porta o juízo” (v.15). Do contrário, “para que desejais vós o Dia do Senhor?” (v.18). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, prudentes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Amós5 #RPSP



AMÓS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de março de 2021, 0:40
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O pecador não pratica a justiça para ser salvo, pois isto é impossível. É a salvação que torna o pecador apto a praticar a justiça.
• Longe de Deus nossa existência sempre será moldada pelo pecado. Perto dEle, desprezamos o pecado.

Numa sociedade agitada, pautada pela cultura da pressa, caracterizada pelo estresse nosso de cada dia, temos tremenda dificuldade de ouvir a voz de Deus. Embora em nossos dias o problema de não ouvir a Deus só tenha aumentado, na história do pecado tal negligência sempre foi alvo de advertência divina (Isaías 55:1-7).

Por causa disso, temos orientações necessárias para moldar nossa vida corrida e sem tempo para Deus e as coisas relacionadas a Ele. Desde o capítulo três de Amós, Deus apela ao coração dos indiferentes, os quais nos dias de hoje podemos ser nós mesmos:
• “Ouvi a Palavra que o Senhor fala contra vós outros…” (3:1);
• “Ouvi esta Palavra…” (4:1);
• “Ouvi esta Palavra que levanto como lamentação sobre vós…” (5:1).

Uma visão abrangente auxilia-nos a perceber a urgente mensagem de Amós. Conforme William MacDonald, temos que o pecado e a punição de Israel:
• Primeira intimação (capítulo 3);
• Segunda intimação (capítulo 4);
• Terceira intimação (5:1-17);
• O primeiro ai (5:18-27)
• O segundo ai (capítulo 6).

O cenário é de juízo e condenação. O pecado obstinado provoca o julgamento divino: Deus convoca Seu povo a uma audiência.

No capítulo em pauta, Deus chama Seu povo ao arrependimento verdadeiro, o qual não significa melhorar a aparência religiosa ou a reformar a casa de culto, mas a buscar genuinamente ao Criador a fim de obter vida plena. O verdadeiro reavivamento no coração deve revelar nas ações do cristão uma mudança de estilo de vida; a razão dessa convocação divina é que o convertido não deve fazer “a justiça virar pó” nem arrastar “a justiça na lama” (v. 7).
• Arrependimento que gera genuíno reavivamento vai além das meras canções animadas, atinge a essência da vida diária.

Deus pergunta: “Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso o que eu quero. Isso é tudo o que eu quero” (v. 24).

E você? Dará ouvidos a Deus? – Heber Toth Armí.



AMÓS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 4 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



AMÓS 4 by Jobson Santos
13 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/4

O julgamento de Deus é frequentemente mal interpretado como uma punição arbitrária com o objetivo de fazer os pecadores sofrerem por seus erros. Algumas pessoas esperam que o julgamento de Deus caia sobre seus inimigos. Outros têm medo de que caia sobre eles.

Amós 4 nos mostra que o julgamento de Deus não é simplesmente uma raiva descarregada contra os pecadores. É a maneira de Deus restaurar a justiça e trazer Seu povo obstinado de volta para Ele.

Amós profetizou ao povo de Israel durante uma época de prosperidade nacional. As pessoas fingiam ser religiosas, mas o coração estava longe de Deus. Elas adoravam ídolos, oprimiam os pobres e levavam uma vida luxuosa e auto-indulgente. (A situação deles não parece muito diferente da nossa hoje.)

Deus relata diversas maneiras como tentou chamar a atenção deles. Eles sofreram com seca, pestilência e guerra, mas ainda assim persistiram em sua rebelião. Esses julgamentos não foram totais; Deus descreve Israel como um “tição tirado do fogo” (v. 11 NVI). O desejo de Deus é salvar, não destruir. No entanto, Ele está trabalhando para ver a justiça restaurada. Por fim, o povo enfrentará um acerto de contas final com Deus (v. 12).

Amós 4 nos lembra como Deus leva a sério os maus tratos aos pobres e o erro judiciário. O julgamento é uma expressão de Seu amor pelos oprimidos. No entanto, é também a Sua maneira de nos trazer de volta a um relacionamento correto com ele.

Que possamos nos arrepender de nossos pecados e nos voltarmos para Ele em busca de misericórdia antes que chegue o dia do ajuste de contas.

Matthew Shallenberger
Pastor, Associação Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1129
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 0:50
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181 palavras

1. Vacas de Basã. … o fato de ambos os gêneros serem indicados nos verbos e pronomes em hebraico nos v. 1 a 3 sugere que Amós está repreendendo a vida dos amantes do luxo, incluindo homens e mulheres da capital de Israel. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.

Tenha cuidado de não desejar tanto os bens materiais a ponto de estar disposto a oprimir os outros e desgostar a Deus para obtê-los. Life Application Study Bible Kingsway.

6. Dentes limpos. Esta expressão denota fome, sendo paralela às palavras que se seguem, “falta de pão”. CBASD, vol. 4, p. 1068.

12. Prepara-te. A mensagem do profeta era: “Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir.” Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. … Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1069.

Um dia, cada um de nós encontrará Deus face a face para explicar o que fizemos ou recusamos fazer. Você está preparado para encontrá-lo? Life Application Study Bible Kingsway.



AMÓS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2021, 0:45
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“Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (v.12).

A profecia específica contra as mulheres de Samaria não foi exclusiva no que se trata de juízos contra as mulheres de Israel. Por duas vezes, Isaías repreendeu as filhas de Sião por sua arrogância e vaidade (Is.3:16-26) e por se mostrarem acomodadas e negligentes com relação ao seu importante papel no desenvolvimento e bem-estar do lar e da nação (Is.32:9-11). Em visão, Ezequiel também viu na entrada do Tabernáculo, “mulheres assentadas chorando a Tamuz”, um deus babilônico” (Ez.8:14). O profeta Amós, portanto, foi mais uma voz de advertência àquelas que foram escolhidas por Deus para uma missão de caráter sagrado e de propósitos eternos.

A cegueira espiritual de Israel se deu, em grande parte, pelo procedimento insensato e indiferente daquelas que deveriam iluminar seus lares com a luz provinda das Escrituras. Mas qual as “vacas de Basã” (v.1), que viviam em campos férteis engordando a fim de serem abatidas, as mulheres de Israel exigiam de seus maridos uma vida de ostentação ignorando, mesmo que de forma indireta, que o seu luxo custava o que poderia dar alívio aos necessitados, caminhando, sem perceber, como o gado cevado para a morte iminente. Era um tempo em que as mulheres se preocupavam apenas com o embelezamento de si mesmas e de suas casas, enquanto seus filhos cresciam em um lar economicamente próspero e nominalmente religioso, mas espiritualmente falido.

Que dor não sentiam os profetas de Deus em ver seu povo se autodestruindo! Imagino esses homens de Deus com lágrimas nos olhos e voz embargada ao proferir essas palavras difíceis. Principalmente ao perceberem que suas mensagens eram consideradas alarmistas e fanáticas. Amós descreveu a religião de Israel como uma religião ativa e publicamente divulgada. Havia sacrifícios matinais diários, devolução de dízimos “de três em três dias”, “sacrifício de louvores do que é levedado”, “ofertas voluntárias”, tudo isso sendo publicado, porque disso gostavam (v.4-5). Era a típica religião de aparências. Resultado dessa religiosidade: “Vinde a Betel e transgredi, a Gilgal, e multiplicai as transgressões” (v.4).

Resumindo, amados: Estava tudo errado. Tudo errado! O que julgavam ser meios de se aproximarem de Deus, na verdade os afastavam ainda mais do Senhor e de Sua santa vontade. Com isso, os meios divinos não foram reconhecidos a fim de que se convertessem a Ele. O Senhor enviou a fome, a seca, as pragas na vegetação, a doença e até mesmo a destruição de suas cidades, mas nem assim se converteram ao Senhor nem tampouco se arrependeram de seus pecados. Era naquela situação degradante que teriam de se deparar com o “Senhor, Deus dos Exércitos” (v.13). Um último e comovente apelo foi erguido ainda assim: “Prepara-te, ó Israel” (v.12)!

Não é o capítulo de hoje uma mensagem atual? De que forma nos encontramos, mulheres? De que forma nos encontramos, Israel de Deus? Onde estão os nossos olhos e onde está o nosso coração? Olhando para o Céu, para o Autor e Consumador de nossa fé, com o coração humilde e silente a fim de ouvir e aceitar os planos do Senhor em nossa vida? Ou olhando para baixo, para este mundo corrupto, contemplando e admirando as redes sociais e as selfies que tão somente revelam a vaidade humana? O que mais precisa acontecer para que despertemos de nosso sono letal? Vocês acham que Deus considera como de pequena importância a insensibilidade do Seu povo enquanto milhares de pessoas morrem todos os dias? É à nossa geração que Jesus tem clamado a plenos pulmões enquanto estende perante o Pai as marcas de Seu sacrifício: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mc.7:6).

Prepara-te, ó Israel! Prepara-te “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Porque “vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (Sl.50:3). O nosso coração deve arder nesta expectativa e buscar o preparo necessário não importando se Jesus volte hoje, amanhã ou daqui há cem anos. Sinceramente, amados, nunca foi a minha intenção compartilhar qualquer palavra alarmista, mas o meu coração tem ardido cada dia mais na certeza de que logo nos encontraremos com o nosso Deus. Não é tempo de oferecer ao Senhor louvores levedados por nossos gostos pessoais corrompidos. É tempo de viver na presença de Deus ainda que o mundo e até mesmo aqueles que mais amamos nos humilhem ou ignorem. “Prepara-te, povo Meu!”, diz o Espírito Santo a cada um de nós. “Prepara-te […] “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, Israel que despertou!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Amós4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 0:40
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Se a apatia é negativa em qualquer relacionamento, e a indiferença e frieza causam problemas dentro do casamento, quanto mais se estas condutas, apatia, indiferença e frieza são trazidas para o compromisso com Deus.

A mensagem de Amós se deve ao fato que “Israel tornou-se uma nação de opressores viciados em opulência e de sincretistas religiosos (4.1-5; 6:1-7). Apesar das tentativas específicas efetuadas por Deus com o propósito de trazê-lo ao arrependimento, permanece indiferente ou até mesmo ignorante a respeito da maneira e da razão de Yahewh agir (4.6-13)” (Paul R. House).

Warren Wiersbe complementa: Nesse tempo, “os valores do povo eram errados, seu reavivamento religioso era uma farsa e haviam se recusado a ouvir as advertências que Deus havia lhes dado”.

Na mensagem de Amós, Deus quer falar a nós que:

1. Vaidade, luxo e prazeres desenfreados são pecados sob a plataforma do orgulho que resulta em ganância insaciável a tal ponto de oprimir aos necessitados, desvirtuar valores e corromper a bênção dos laços matrimoniais; tudo isso atrai o justo julgamento divino (vs. 1-3).
• É importante ter dinheiro, contudo é imprescindível fazer uma autoanálise a fim de avaliar se não estamos perdendo as coisas que o dinheiro não pode comprar: Caráter, família unida, amizades verdadeiras, paz, salvação e vida eterna.

2. Hipocrisia, corrupção religiosa e analfabetismo bíblico resultam de compromissos frouxos, religião meramente formal, e da perversão da adoração. Uma espiritualidade com estes traços revelam uma religiosidade de aparência que, para Deus, carece de reavivamento e reforma espirituais com urgência (vs. 4-5).
• É importante ter uma religião tanto quanto é importante que ela seja verdadeira. Contudo, não basta pertencer à igreja de Deus, é necessário ser cristão de verdade!

3. Obstinação frente à disciplina, desprezo pela solução divina e amor ao pecado impedem o desenvolvimento de um verdadeiro reavivamento, resultando em um processo divino de julgamento; pois, após usar muitos métodos disciplinares, teimosamente o povo de Deus permaneceu em seus pecados (vs. 6-13).
• Verdadeiro reavivamento surge quanto há disposição para ouvir a Deus e arrependimento genuíno dos pecados cometidos.

“É devido à falta de fé que deixamos de receber o cumprimento das promessas de Deus. Devemos trabalhar, orar e crer. Devemos avançar firme e diligentemente, confiando no Senhor, e dizendo: ‘Não fracassaremos nem nos desanimaremos’” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



AMÓS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 3 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



AMÓS 3 by Jobson Santos
12 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/3

Neste capítulo, Amós apela às pessoas negligentes e sem sensibilidade espiritual para que tomem conhecimento da justiça e dos juízos de Deus (vv. 1-8) dirigidos àqueles que continuam a pecar e não se arrependem. Deus é revelado como justo e santo (vv. 9-15).

A punição divina foi pronunciada por causa da extrema corrupção, cobiça e luxo que os levou a se esquecerem dos mais simples deveres para com os vizinhos e a oprimirem violentamente os pobres. Os grandes e os ricos utilizavam mal a sua riqueza e influência, as quais, se bem utilizadas, poderiam ter solucionado a corrupção e a pobreza existentes.

Deus declara que sua relação especial com Israel não poderia continuar por mais tempo por eles se apegarem às suas iniquidades, semelhante a duas pessoas que não podem caminhar juntos (v.3), a menos que caminhem na mesma direção (tenham um propósito comum).

Quando Israel, a família de Deus, recusou viver de acordo com seus altos privilégios e aceitar suas responsabilidades, sua posição favorecida lhe foi retirada e concedida à igreja, a família espiritual de Deus. Quanto maior é o conhecimento da vontade de Deus, maior é a responsabilidade e maior a recompensa.

Deepati Vara Prasad
Casa Publicadora Watchman, Índia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1128
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



AMÓS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de março de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

802 palavras

1. Ouvi a palavra. Esta frase ocorre no início dos cap. 3, 4 e 5. Estes capítulos apresentam três mensagens distintas que apontam de forma definitiva os pecados de Israel e anunciam a aproximação do julgamento de Deus. Na primeira das três, Deus denuncia Israel diante do tribunal da justiça divina e salienta o distanciamento que então havia entre Ele e Seu povo (ver v. 3, 10; sobre esta mensagem, ver o v. 3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1063.

Toda a família. Isto indica que o chamado divino é dado às 12 tribos, a quem o Senhor manifestou Seu grande favor, trazendo-as “da terra do Egito” (ver Am 2:10). CBASD, vol. 4, p. 1063.

2. Punirei. Por causa dos elevados privilégios e da luz abundante que o Senhor fizera brilhar sobre seu caminho, Ele particularmente puniria Israel por suas iniquidades. Quanto mais claramente se conhece o parentesco espiritual com Deus, mais repreensível é rejeitá-Lo e mais merecedor se faz das consequências de tal ação. Não se deve abusar de grandes privilégios senão eles trarão grandes penalidades (ver Lc 12:47, 48). CBASD, vol. 4, p. 1063.

Por todas as vossas iniquidades. Amós condena veementemente os ricos e poderosos por utilizarem mal a riqueza e a influência, bênçãos que deveriam ter sido usadas para remediar a corrupção e a pobreza. CBASD, vol. 4, p. 1063.

3. Acordo. Literalmente, “ter um compromisso”. Assim como duas pessoas não andam juntas se não tiverem um propósito comum, do mesmo modo, o Senhor indica que o relacionamento especial com Israel (v. 2) não pode continuar, pois os israelitas estavam apegados a suas iniquidades. … O caminhar com Deus não significa um ato ocasional, mas um hábito que surge a partir de uma relação estabelecida. Significa uma companhia baseada em harmonia entre espírito e mente. CBASD, vol. 4, p. 1063, 1064.

4. Rugirá o leão … ? Como regra, o leão ruge mais terrivelmente quando está prestes a saltar sobre a sua presa. Da mesma forma, quando Deus fala por meio de um profeta, as pessoas podem ter certeza de que Ele está prestes a punir Seu povo (cf. Am 1:2, 3:8). CBASD, vol. 4, p. 1064.

7. Certamente, o SENHOR Deus. Todas as ameaças de males sobre Israel se cumpririam, mas não antes o povo ser avisado por meio dos profetas ( ver Jo 13:19; 14:29). A misericórdia de Deus é demonstrada pelo fato de Ele não impor Seus juízos sobre as pessoas sem primeiro alertá-las por meio de Seus profetas. Ele anuncia o mal por vir, na esperança de não ter de infligi-lo. … no tempo presente, antes da destruição do mundo, por ocasião da segunda volta de Cristo, Deus claramente adverte as pessoas por meio das profecias registradas em Sua Palavra (ver GC, 594, 598; T7, 14). CBASD, vol. 4, p. 1064.

Mesmo na ira Deus é misericordioso: sempre avisou seu povo através dos profetas antes de puni-los. As advertências sobre o pecado e o julgamento aplicam-se às pessoas hoje assim como fizeram com Israel. E porque fomos avisados sobre o nosso pecado, não temos desculpas quando somos punição. Deus havia avisado seu povo através de seus profetas para que não racionalizassem ou se queixassem quando Deus os punisse por se recusarem a se arrepender. Preste atenção nas advertências da palavra de Deus sobre o julgamento. Suas advertências são uma maneira de mostrar misericórdia a você. Life Application Study Bible Kingsway.

8. Quem não profetizará? Como o rugido de um leão provoca medo em homens e animais, a palavra divina produz seu efeito sobre o profeta, e ele não pode deixar de falar (cf. Jr 1:7; 20:9; At 4:19, 20, 1Co 9:16). CBASD, vol. 4, p. 1064, 1065.

9. Ajuntai-vos. … o profeta faz uma chamada figurativa para que os espectadores se reunirem em volta e observarem os “grandes tumultos” e as opressões em curso na cidade. Em vez de “os grandes tumultos”, a LXX diz “muitas coisas assombrosas”, o que implica que as ações executadas em Samaria eram uma grande surpresa mesmo para os pagãos. CBASD, vol. 4, p. 1065.

10 Não soube fazer. É característico da cegueira moral e espiritual causada pelo pecado que o pecador não só deixe de fazer o bem, mas, por fim, seja incapaz de perceber isso (comparar com Os 4:6). CBASD, vol. 4, p. 1065.

Israel já não sabia como fazer o que era certo. Quanto mais pecaram, mais difícil era lembrar o que Deus queria. O mesmo é verdade para nós. Quanto mais aguardamos para lidar com o pecado, maior será seu poder sobre nós. Finalmente, esquecemos o que significa ser justo. Você está à beira do esquecimento? Life Application Study Bible Kingsway.

12. Como o pastor livra da boca do leão as duas pernas ou um pedacinho da orelha. Tão extenso seria o castigo divino, que todos, exceto um remanescente piedoso de Israel, seriam condenados. Para o pastor Amós (ver com. de Am 1:1, 7:14), esta ilustração era bastante natural. CBASD, vol. 4, p. 1065.

14. As pontas do altar. Eram as projeções nos quatro cantos do altar (ver Êx 27:2; 29:12; Lv 16:18). O profeta prediz que esses pontos de idolatria resultarão na destruição dos idólatras. CBASD, vol. 4, p. 1065.