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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 25 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 25 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/25
Certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas. Amós 3:7
Estamos cercados por um mundo que está à beira do julgamento divino. Como Jeremias, nós também temos uma solene mensagem de advertência a dar às pessoas de nossos dias. Jeremias foi instruído a dar uma mensagem severa que não seria bem recebida, mas ele o fez corajosamente. Enfrentou perseguições e perigos de morte mas manteve-se fiel ao seu chamado.
Ousadamente transmitiu uma mensagem impopular acerca dos julgamentos de Deus para com seu povo infiel, mas a mensagem também trazia esperança. Permaneça fiel e Deus o resgatará após setenta anos. Uau! Que promessa de esperança em meio a um futuro terrível!
Graças a Deus, nós também temos um resgate chegando. Jesus voltará muito em breve. Devemos suplicar a direção de Jesus durante a tempestade que se aproxima. Temos uma base bíblica sólida que permanecerá firme mesmo que as montanhas sejam lançadas ao mar. Agora é a hora de nos afastarmos do mal e atendermos ao chamado do Senhor. Confiemos em Jesus. Ele virá com a equipe de resgate definitiva e nos levará para casa! Louvado seja Deus.
Cheri Holmes
Enfermeira alto padrão
Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1043
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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788 palavras
1 No quarto ano de Jeoaquim. A mensagem do cap. 25 foi dada um ano após os primeiros judeus terem sido levados cativos para Babilônia (ver com. De Dn 1:1). CBASD, vol. 4, p. 483.
3 Começando de madrugada. Uma expressão idiomática para indicar esforço contínuo (ver com. De Jr 7:13). CBASD, vol. 4, p. 483.
5 Convertei-vos. Este apelo a arrependimento, conversão e obediência apresenta explicitamente a missão do verdadeiro profeta (ver 2Rs 17:13; Ez 18:30-32). CBASD, vol. 4, p. 483.
Para sempre. Se os israelitas tivessem cumprido seu destino divino, seu estabelecimento na terra teria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 483.
9 Meu servo. De modo semelhante, Ciro foi designado como “servo” de Deus, pois faria uma obra que Ele desejava que fosse feita (ver Is 44:24 – 45:5). CBASD, vol. 4, p. 483.
10 Voz de folguedo. A ilustração apresentada neste versículo representa a completa dissolução da vida familiar, tanto das épocas de alegria como da rotina diária (ver Ap 18:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 483.
12 Castigarei. Esta profecia contra Babilônia começou a ser cumprida quando “os medos e persas” tomaram a cidade, mataram Belsazar e destruíram o império babilônico (Dn 5:17-31). Embora Babilônia tenha sido usada por Deus para punir Seu próprio povo, isso não eximia os babilônios da punição por suas iniquidades (ver Jr 50, 51; cf. Is 10:5-16). CBASD, vol. 4, p. 484.
Rei da Babilônia. Como um dos principais inimigos de Israel nos tempos do AT, [também] no livro de Apocalipse, Babilônia se tornou um símbolo do cristianismo apóstata em sua oposição ao povo remanescente de Deus (ver com. de Ap 14:8; 17:5; 18:2). Os símbolos do livro de Apocalipse são extraídos, em grande parte, das experiências do Israel literal nos tempos antigos, ou são baseadas nas mensagens simbólicas dos profetas do AT (ver AA, 585). Por esta razão, é importante considerar cuidadosamente as equivalências na história e na profecia do AT quando forem estudados os símbolos do Apocalipse. É somente em comparação a esses contextos que os símbolos do Apocalipse tomam o sentido completo que o Espírito Santo planejou que eles transmitissem. Vários aspectos do castigo da Babilônia literal, demonstrados em Jeremias 25, são valiosos em conexão com o estudo do castigo da Babilônia mística demonstrado em Apocalipse 16 a 19 (ver com. de Is 14:4). CBASD, vol. 4, p. 484.
16 Para que bebam. Uma imagem do pânico e terror experimentados pelas várias nações enquanto os conquistadores babilônicos avançavam sobre elas. O vinho da ira de Deus (ver v. 15) os intoxicaria, por assim dizer, com pavor e desespero (ver Is 51:17, 22; Jr 51:7; Hc 2:16; cf. Ap 14:10; 17:4;18:3). CBASD, vol. 4, p. 485.
17 Recebi o cálice. Isto é, o profeta fez isto de modo figurado, ao “derramar” suas profecias contra as nações. CBASD, vol. 4, p. 485.
18 Judá. Jeremias começa a exposição dos juízos divinos com uma profecia do castigo pronunciado sobre seu povo por causa da iniquidade dele e, então, passa aos juízos que seriam infligidos às outras nações. CBASD, vol. 4, p. 485.
19 Faraó. Nessa época, o rei do Egito era Neco II (610-595 a.C.), que foi derrotado por Nabucodonosor, em Carquemis. CBASD, vol. 4, p. 485.
26 Depois de todos eles. Depois de forçar as outras nações a beber da taça da derrota, a própria Babilônia teria a mesma experiência. CBASD, vol. 4, p. 485.
27 Bebei, embebedai-vos. Jeremias parece voltar aos v. 15 e 16 (ver com. ali) retratando o pavor e o desespero que sobreviriam às pessoas pelas tristezas de lutas internacionais. CBASD, vol. 4, p. 485.
Vomitai. Uma representação impressionante de desistência ou entrega de despojos tomados na guerra. CBASD, vol. 4, p. 485.
29 Começo a castigar. Se Jerusalém não conseguiria escapar da invasão caldeia, certamente as nações ao redor não escapariam. Tanto elas como Judá seriam sábias se adotassem uma postura de submissão ao jugo babilônico (ver Jr 49:12). CBASD, vol. 4, p. 485.
30 Rugirá. Os v. 30 a 33 resumem a mensagem do cap. 25 por meio de uma ilustração dramática. … Estas palavras são paralelas a outro cumprimento no último conflito das nações, imediatamente antes da segunda vinda de Cristo (ver CG, 656, 657; PP, 340). CBASD, vol. 4, p. 485, 486.
31 À espada. Símbolo da destruição pela por meio da guerra. No conflito final das nações, os ímpios perecerão de vários modos (ver CG, 657). CBASD, vol. 4, p. 486.
33 Não serão pranteados. À desonra do castigo deles se acrescentaria a ausência do respeito devido ao serviço funerário corriqueiro. CBASD, vol. 4, p. 486.
34 Uivai, pastores. Referência aos falsos líderes do povo do pastoreio de Deus (ver com. De Jr 23:1). O mesmo ai é proferido contra os falsos líderes religiosos que, nos últimos dias, levarão o povo a confiar na mentira (GC, 655). CBASD, vol. 4, p. 486.
Revolvei-vos. Expressão de luto e pesar. CBASD, vol. 4, p. 486.
37 Malhadas. Literalmente, “solos de pastagem”. CBASD, vol. 4, p. 486.
38 Como o filho de leão. O Cordeiro de Deus também é “o Leão da tribo de Judá” (AP 5:5). A figura do leão traz à mente não só a ilustração da majestade do rei, mas também do poder destruidor, como o que o Senhor usará quando realizar Sua “obra estranha” de destruição dos ímpios (ver com. De Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 486.
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“Recebi o cálice da mão do Senhor e dei a beber a todas as nações às quais o Senhor me tinha enviado” (v.17).
O ministério de “Jeremias, o profeta” (v.2), consistia em anunciar palavras de juízo a um povo obstinado e rebelde. Durante muitos anos, sua vida foi considerada um estorvo nacional e, sua pregação, odiada de todos, principalmente dos líderes judeus que se recusavam a dar-lhe ouvidos. Em nenhum momento, porém, houve o registro de que o profeta houvesse rejeitado o seu chamado ou desistido de declarar as palavras da parte do Senhor. Apesar de sua condição emocionalmente frágil, Deus o tornou em muro intransponível preservando-lhe a vida e fortalecendo-lhe mediante Sua constante e consoladora presença.
Ao profeta foi revelado o tempo do cativeiro babilônico: setenta anos. Seria esse o período em que os judeus estariam sob o jugo de Babilônia, quando, cumprindo-se o seu término, poderiam retornar à sua terra natal. “Também, começando de madrugada” (v.4), Jeremias despertava a nação anunciando a palavra do Senhor, bem como os demais profetas, antes e depois dele, serviram a Deus declarando a mesma mensagem: “Convertei-vos agora, cada um do seu mau caminho e da maldade das suas ações, e habitai na terra que o Senhor vos deu e a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre. Não andeis após outros deuses para os servirdes e para os adorardes, nem Me provoqueis à ira com as obras de vossas mãos; não vos farei mal algum” (v.5-6).
Não era desejo do Senhor aplicar nenhum de Seus juízos sobre qualquer povo ou nação, mas conduzi-los ao arrependimento e abençoá-los com toda sorte de bênçãos. No capítulo de hoje, Jeremias declarou o tempo em que profetizava em nome de Deus: “vinte e três anos” (v.3). Portanto, a nação estava cheia do conhecimento dos acontecimentos futuros, mas vazia do conhecimento que salva (Jo.17:3). Conhecer a Deus e fazer a Sua vontade não se trata de um conhecimento teórico de sinais e profecias, e sim do que fazemos com relação ao que nos é revelado.
Jesus foi obediente em tudo porque, “começando de madrugada” (v.3), buscava o poder do alto enquanto estreitava o Seu íntimo relacionamento com o Pai. A Bíblia relata que Ele “Se retirava para lugares solitários e orava” (v.16), o que geralmente fazia “alta madrugada” (Mc.1:35). Sua vida de obediência e altruísmo, portanto, era o resultado de sua comunhão com Deus. Assim também deseja Deus estabelecer este vínculo pessoal e diário com Seus filhos. Disse Jesus: “o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37). Assim como os profetas do Senhor eram enviados aos povos e nações para conduzi-los ao arrependimento e confirmá-los em seu reino terrestre, Jesus nos foi enviado com a mesma mensagem de salvação a fim de nos conduzir ao Seu reino celeste: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).
A mensagem da salvação em Cristo Jesus é dirigida “a todos os reinos do mundo sobre a face da Terra” (v.26), como está escrito: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Mas para que essa mensagem seja eficaz, a mensagem de juízo deve ser igualmente aceita e obedecida: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Há um clamor sendo erguido, não por apenas vinte e três anos, mas por quase dois mil anos. Há um cálice de ira que está prestes a cumprir o seu propósito não por apenas setenta anos, mas com consequências eternas. O cálice que Israel e as nações pagãs não queriam beber, mas logo será derramado “sobre todos os moradores da Terra” (v.29), foi o objeto da grande angústia de Cristo, ao suplicar: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice!” (Mt.26:39). Entretanto, como os impenitentes, Aquele que não tinha pecado algum teve de aceitar a vontade do Pai: “Tereis de bebê-lo” (v.28). Jesus tomou do cálice da cólera de Deus para que você e eu não tenhamos de bebê-lo. Oh, precioso Redentor!
Amados, “o Senhor tem contenda com as nações” e logo “entrará em juízo contra toda carne” (v.31). Não faça como Judá e as nações pagãs, rejeitando ouvir as palavras do Senhor e O provocando à ira com obras de corrupção, mas que, ao findar dos “tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade” (At.1:7), que Ele nos encontre como Suas testemunhas, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Hoje, agora, é o tempo da minha e da sua oportunidade. Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barrosz
#PrimeiroDeus #Jeremias25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 25 – É inacreditável como falsas doutrinas e falsos pregadores, mesmo gerando confusão na cabeça da multidão, atraem multidões aparentemente sinceras de coração.
Também é inacreditável como Deus, mesmo usando profetas e recursos variados para apresentar a verdade, não obtém o mesmo êxito que os charlatães que pisam à verdade para exaltar a mentira.
Ainda cabe mais uma observação para compor esta introdução: A vida do povo de Deus refletia a cultura pagã da época, embora a revelação de Deus sempre confrontou essa cultura. Paul R. House concluiu:
“Como Israel, os gentios também não foram criados para adorar deuses falsos e um poder sem limites. Jeremias cumpre seu papel de profeta aos gentios ao tornar conhecido esses fatos”.
Baseando-me no esboço do Comentário Bíblico Adventista apresento estes pontos:
1. Jeremias reprova a desobediência dos judeus aos profetas verdadeiros (vs. 1-7);
2. Jeremias prevê setenta anos de cativeiro para seu povo (vs. 8-11);
3. Jeremias profetiza a destruição de Babilônia que foi instrumento para disciplinar os judeus (vs. 12-14);
4. Tomando como símbolo um cálice de vinho, Jeremias prediz destruição de todas as nações (vs. 15-33);
5. O uivo dos pastores e profetas falsos profetizados por Jeremias, o profeta verdadeiro (vs. 34-38).
Agora, observe atentamente. Reflita:
• São assustadoras as consequências da idolatria, rebeldia e rejeição às profecias dadas por Deus: Os judeus perderiam sua pátria, ficariam exilados em Babilônia.
• Por outro lado, a graça, misericórdia e bondade de Deus nos são imensuráveis: Deus põe limite ao cativeiro: 70 anos.
• Não é o pecador, nem o pecado, nem o instrumento da disciplina divina (neste caso, Babilônia) nem o diabo, nem o cativeiro; nada, nem ninguém têm a última palavra, a não ser Deus!
• É exatamente por isso que todas as nações também serão julgadas. Na história mundial Deus teve, tem e terá a última palavra. Portanto, os falsos pregadores e seus seguidores devem ficar atentos; do contrário, serão expostos como mentirosos e condenados.
O julgamento divino é descrito com diversas figuras:
• Cálice com bebida;
• Tempestade ensurdecedora;
• Matança de ovelhas;
• Leão feroz.
Como Juiz, Deus terá a última palavra – como se vê detalhado e ampliado o julgamento em Apocalipse, o último livro bíblico. Apocalipse 17-18 também mostra juízo aos reinos do mundo, culminando com Babilônia!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 24 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/24
Deus usa duas cestas de frutas para ilustrar Sua mensagem deste capítulo. Uma cesta tem figos perfeitos, maduros e prontos para serem comidos. A outra cesta tem figos podres que não prestam para serem comidos. Observe que Deus mostra que Seu povo está dividido em dois grupos. Apesar da idolatria e infidelidade da liderança política e religiosa, ainda há um grande grupo de Seu povo a quem Ele retrata como “figos muito bons!”
Nos versículos 5-7, Deus expressa Seu grande plano para que os “figos bons” sejam tirados da terra para evitar os castigos. Ele promete trazê-los de volta, restaurá-los e dar-lhes um novo coração para que O conheçam ainda melhor. Ele promete que será o Deus deles e que com o novo coração eles se voltarão para Ele como nunca dantes!
É disso que precisamos, comprometimento total, olhos apenas para Deus. Precisamos de um coração verdadeiramente convertido e afastado do poder destrutivo do pecado. Não mais Laodicéia morna, mas completamente entregues ao nosso Salvador.
Oração:
“Oh, Senhor, ajuda-me a ser encontrado na cesta de figos bons! E, por favor, dê-me um novo coração que seja completamente entregue a Ti. Amém.”
Dan Houghton
Hart Research Center
Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1018
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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624 palavras
1 Fez-me ver. Isto é, em visão (ver Jr. 1:11-13;Zc 1:8). CBASD, vol. 4, p. 480.
Jeconias. O contexto sugere que a visão ocorreu pouco tempo depois de Jeoaquim ter sido levado cativo (597 a.C.), provavelmente antes do final do ano. CBASD, vol. 4, p. 480.
Os artífices, e os ferreiros. Ver 2Rs 24:14. A remoção desses trabalhadores restringia a possibilidade de fabricação de armas ou de defesa (ver com. de 1Sm 13:10). CBASD, vol. 4, p. 480.
2 Temporão. O fruto “que amadurece antes do verão” (Is 28:4), era considerado iguaria seleta. CBASD, vol. 4, p. 480.
5 Favorecerei. Os que fossem levado cativos estavam destinados a se sair melhor dos que os que permanecessem na terra … Eles pareciam estar dispostos a aceitar a liderança do Deus, mesmo que isso significasse um cativeiro pessoal. CBASD, vol. 4, p. 480.
6 Favoravelmente. A condição material e econômica dos judeus na Babilônia na época do retorno do cativeiro estava muito acima da situação de escravos ou prisioneiros (ver Jr 29:4-7, 28; cf. Ed 2:1, 64-70). Os livros de Esdras e Neemias indicam o favor que os cativos e Judá desfrutavam sob os imperadores persas. A experiência de Daniel e seus companheiros prova quão alto os judeus subiram nos círculos governamentais. Na verdade, foi por causa dessa situação satisfatória que muitos judeus do cativeiro não retornaram à terra natal quando tiveram oportunidade. No entanto, o benefício real que Deus tinha em mente era o restabelecimento deles na Palestina e a completa restauração aos privilégios da aliança. CBASD, vol. 4, p. 480, 481.
8 Aos que ficaram nesta terra. A história subsequente revelou que os que foram deixados saíram-se muito pior do que aqueles levados cativos. CBASD, vol. 4, p. 481.
10 Consumam de sobre a terra. Muitos dos judeus que permaneceram na Judeia após a terceira deportação para Babilônia, em 586 a.C., voluntariamente fugiram para o Egito após o assassinato de Gedalias poucos meses mais tarde. Agiram assim a despeito da advertência de Jeremias de que tal plano de ação anularia o objetivo que os conduziu para lá: medo de mais sofrimento nas mãos de Nabucodonosor (ver Jr 42). Não admira que Deus represente essas pessoas obstinadas como “figos ruins”. CBASD, vol. 4, p. 481.
Comentário adicional: A mensagem de Jeremias deve ter sido decepcionante para as pessoas boas. Enquanto aqueles retratados pelos figos ruins ficariam na terra, as pessoas retratadas pelos bons figos teriam que ir para o cativeiro babilônico! E Deus disse que isso era para o próprio bem deles! Como aceitar isto? … Tudo se resume em como vemos as coisas. Nossa perspectiva cobre apenas os poucos dias que temos nesta terra. A perspectiva de Deus é muito mais ampla. … Essa perspectiva é encontrada em dois lugares. Primeiro, nos versos 8 a 10. Deus limpará a terra. O rei e o restante que ficar na terra e aqueles que fugiram em busca da segurança no Egito experimentarão espada, fome e peste. Em segundo lugar, em 2 Crônicas 36, a Escritura registra que os líderes e o povo transgrediram mais e mais. Deus insistiu com eles através de seus profetas até que não houvesse mais nenhum remédio. Então, o juízo veio em ondas. Aqueles que sobreviveram à destruição (os figos bons) foram levados para a Babilônia como servos. Observe um ponto muito importante aqui. O povo de Deus deveria permanecer na terra do seu cativeiro até que a terra agrícola gozasse seus sábados, para cumprir os 70 anos em que a terra pôde descansar. Deus havia orientado Seu povo a deixar a terra descansar a cada sete anos, mas o povo decidiu que não era economicamente viável fazer isso! Agora, Ele vai deixar a terra descansar para compensar todos esses anos em que sua Palavra tinha sido ignorada. Mas este capítulo também tem uma boa notícia! Todos nós precisamos de uma boa notícia para o dia de hoje! Deus promete a restauração de Seu povo e um novo coração! (v. 5-7). Dan Houghton em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/25/
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“Dar-lhes-ei coração para que Me conheçam que Eu sou o Senhor; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus; porque se voltarão para Mim de todo o seu coração” (v.7).
A visão dos dois cestos de figo representava a situação dos filhos de Judá no período do exílio babilônico. O fato de os figos terem sido recolhidos em cestos, indica que o Senhor mesmo separaria os frutos bons dos frutos ruins. A rendição daqueles que foram levados como exilados os favoreceu em terra estranha, de forma que Deus os conservou e os conduziu à verdadeira adoração. Já os que insistiram em permanecer em Jerusalém ou em fugir para as terras do Egito, sofreram as consequências da desobediência, sendo privados da bênção do Senhor.
Diferente da atitude do grande patriarca de Israel, a maioria escolheu não dar ouvidos ao Senhor e permanecer na terra natal ou voltar à terra onde outrora havia sido liberta da escravidão. Quando Deus disse a Abraão: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei” (Gn.12:1), o resultado foi obediência. Abraão não questionou a ordem de Deus, mas prontamente obedeceu. Simplesmente porque ele fez uma coisa: ele confiou nas palavras de Deus.
A descrença dos filhos de Judá os levou à triste realidade de frutos “ruins, que, de ruins que eram, não se podiam comer” (v.2). Ou seja, que não prestavam para mais nada, senão para serem lançados fora. E essa mesma realidade incrédula pode ser percebida hoje também. Notem bem que as advertências que temos estudado não foram dadas a povos pagãos, mas ao povo escolhido de Deus. Judá tornou-se uma nação arrogante e, cheios de si, seus líderes transmitiam “ao restante de Jerusalém” (v.8) uma religião repleta de rituais, mas vazia de Deus.
Nossa geração de cristãos, chamada por Deus de Laodiceia, nos coloca diante da mesma visão dada a Jeremias centenas de anos atrás. Estamos no cesto dos frutos bons ou no cesto dos frutos ruins? Os laodiceanos são aqueles que não rejeitam a Deus totalmente, mas que também não O servem por completo. Ou seja, se intitulam cristãos, vivem como cristãos, se orgulham de ser chamados cristãos, mas não se gloriam em conhecer a Deus e sim em seus próprios méritos: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma”, porém, não sabem que são figos “muito ruins” (v.3), infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Ap.3:17).
O fato de fazermos parte desta geração não nos condiciona a vivermos a realidade de Laodiceia. Podemos, pela graça maravilhosa de Jesus, fazer parte da cesta dos “figos temporãos” (v.2), se tão-somente buscarmos nEle tudo o que precisamos para a nossa subsistência espiritual: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).
A declaração de Cristo “Venho sem demora” (Ap.3:11) nunca esteve tão perto de seu cumprimento. O mundo geme e grita as dores de um planeta que não suportará mais tanto tempo as consequências advindas das ações dos “que destroem a Terra” (Ap.11:18). O Senhor está separando os frutos bons dos frutos ruins e tem clamado com a linguagem da súplica e das lágrimas para que todos tenham a oportunidade de ouvir o Seu último convite. Volte-se para o Senhor “de todo o seu coração” (v.7)! Permita que Deus lhe conceda um coração que O conheça e que seja completamente conduzido por Ele. Então, recolhido no cesto divino dos bons frutos, terás o olhar do Pai a seu favor e Ele lhe conduzirá ao “Reino do Filho do Seu amor” (Cl.1:13), onde Jesus verá “o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11). Vigiemos e oremos!
Bom dia, figos muito bons!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 24 – Parece que ouvidos são inúteis aos que escolhem não ouvir a verdade. Parece que olhos também são inúteis para quem não quer ver que Deus tem razão em Suas revelações. Como bem colocou Stephen Charnock:
“Um homem pode ser teologicamente instruído e espiritualmente ignorante”.
Portanto, não é o contato com a verdade que liberta-nos do pecado e das armadilhas do diabo, mas o compromisso com Deus e a aceitação absoluta de Sua revelação. Jeremias pregou, profetizou e alertou inspirado por Deus, mas seus ouvintes não lhe deram ouvidos.
• O texto mostra que falsos profetas tem mais influência que os verdadeiros.
Por isso, “no final do capítulo anterior, tivemos a predição da destruição total de Jerusalém, e que ela seria abandonada e esquecida, e, qualquer que tenha sido o efeito que possa ter tido sobre outros, temos razões para pensar que deixou o profeta muito melancólico. Agora, neste capítulo, Deus o encoraja, mostrando-lhe que, embora a desolação parecesse geral, ainda assim não estariam todos igualmente envolvidos nela, mas Deus saberia como distinguir, como apartar, o precioso do vil”.
Depois de fazer esta observação, Matthew Henry esboça a visão que Deus dá a Jeremias a fim de influenciar o indignado coração do profeta por causa da dureza do coração do povo:
1. A visão de dois cestos de figos, um deles com figos bons, e o outro com figos muito maus (vs. 1-3);
2. A explicação dessa visão, aplicando a visão dos…
• …bons figos àqueles que já tinham sido enviados em cativeiro, para seu bem (vs. 4-7);
• …maus figos àqueles que seriam posteriormente enviados em cativeiro, para seu castigo (vs. 8-10).
“Muitos dos judeus, que permaneceram na Judeia após a terceira deportação para Babilônia, em 586 a.C., voluntariamente fugiram para o Egito após o assassinato de Gedalias poucos meses mais tarde. Agiram assim a despeito da advertência de Jeremias de que tal plano de ação anularia o objetivo que os conduziu para lá: medo de mais sofrimento nas mãos de Nabucodonosor (ver Jr 42). Não admira que Deus represente essas pessoas obstinadas como ‘figos ruins’” (Comentário Bíblico Adventista).
• Há figos ruins/imprestáveis; e, também figos bons.
• Avalie-se estudando Jeremias 24.
• Que tipo de figo você é para Deus?
Sejamos bons figos! Pela graça é possível! – Heber Toth Armí.