Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 33 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 33 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/33
Minha esposa e eu adoramos cantar canções das Escrituras como uma forma de esconder a Palavra de Deus em nossos corações. Este capítulo contém uma de nossas promessas favoritas da Bíblia: “Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece” (Jeremias 33: 3, NVI). Qualquer desafio ou oportunidade que você esteja enfrentando hoje, tome a Palavra de Deus literalmente. “Clame a mim”, ele diz.
Quando criança, eu imaginava que deveria pedir as “coisas” que queria. Agora percebo que os maiores dons que o Pai deseja dar são sabedoria para saber como viver e a presença capacitadora de Seu Espírito Santo. Dê a Ele a oportunidade hoje de guiá-lo e capacitá-lo no caminho em que você deve andar. E lembre-se, não há nada difícil demais para Deus.
“Senhor, obrigado por Tua incrível promessa, não apenas para Jeremias, mas também para mim. Regozijo-me hoje por poder clamar a Ti a qualquer hora, em qualquer lugar, e por saber que não há nada difícil demais para Ti. Amém.”
Derek J. Morris
Presidente da TV Hope Channel
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1012
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
2 O SENHOR. Do heb. Yahweh, o tetragrama sagrado (ver vol. 1, p. 149-151. CBASD, vol. 4, p. 515
3 Coisas grandes. Ou, “coisas incompreensíveis”. CBASD, vol. 4, p. 515.
8 Purificá-los-ei. Para os que se arrependeram genuinamente, Deus estendeu a promessa de perdão pleno e gratuito. CBASD, vol. 4, p. 516
9 Por nome, por louvor. Não importa para quão longe uma pessoa tenha ido do caminho da retidão, ela pode ser aceita diante de Deus como se não tivesse pecado (CC, 62). CBASD, vol. 4, p. 516.
11 A voz de júbilo. Os sons de alegria que se silenciariam durante o exílio (ver com. de Jr 7:34) seriam novamente ouvidos na terra. CBASD, vol. 4, p. 516.
20 Minha aliança com o dia. Mais uma vez, como anteriormente, Deus garante a certeza da aliança com Seu povo ao Se referir à segurança da lei natural [sucessão de dias e noites] (ver com. de Jr 1:35). CBASD, vol. 4, p. 516.
24 As duas famílias que Deus elegeu. Reinos de Israel e Judá (ver Ez 35:10; 36:19, 20) [v. 26] …. [ou] família de Davi [real] e de Levi [sacerdotal] (v. 22]. CBASD, vol. 4, p. 516
Filed under: Sem categoria
“Invoca-Me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (v.3).
As revelações de Deus dadas a Seus profetas compõem uma estrutura bem estabelecida de palavras dadas à humanidade visando a salvação em resposta ao resultado positivo das decisões humanas. Como criaturas inteligentes e livres, temos a possibilidade de fazer escolhas, quer sejam boas quer sejam ruins. E são elas que definem a nossa posição e influenciam a nossa participação no grande conflito. Desde Abel e Caim, o Senhor tem se alegrado com o justo e revelado ao ímpio o Seu desejo de redimi-lo. A casa de Judá e a casa de Israel escolheram dar as costas ao Senhor e rejeitar os Seus profetas. Mas a fidelidade divina às Suas promessas seria concretizada na pessoa de Jesus Cristo, o “Senhor, Justiça Nossa” (v.16).
Trazendo “saúde e cura” (v.6), Cristo nos deixou o perfeito exemplo sobre a grande e sagrada obra da temperança. Olhemos para Jesus em seu jejum intermitente e derrotando Satanás pela vitória sobre o apetite. Olhemos Jesus retirando as enfermidades daqueles que criou para a Sua glória. Olhemos Jesus distribuindo alimento simples ao povo. Olhemos Jesus em Suas caminhadas evangelísticas, enquanto movido pela energia da luz solar enchia o peito do mais puro ar da manhã. Olhemos Jesus dormindo em paz em meio à tempestade. Olhemos Jesus fortalecendo a Sua confiança no Pai em Sua comunhão matinal diária. Olhemos Jesus rejeitando o fel que Lhe entorpeceria os sentidos. Em toda a Sua vida nesta Terra, Jesus obedeceu às leis físicas que Ele mesmo estabeleceu para o bem e a felicidade do homem.
Deus deseja restabelecer em Seu povo “saúde e cura”, “paz e segurança” (v.6), “como no princípio” (v.7 e 11), “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.11). Temos uma verdade presente para ser vivida e uma palavra profética a ser considerada e obedecida: “Curto é o tempo de que dispomos. Não podemos passar por este mundo mais de uma vez; tiremos, pois, ao fazê-lo, o melhor proveito de nossa vida… Se abrirmos o coração e o lar aos divinos princípios da vida, poderemos ser condutos que levem correntes de força vivificante. De nosso lar fluirão rios de vida e de saúde, de beleza e fecundidade numa época como esta, em que tudo é desolação e esterilidade” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p.355).
Como a família de Israel e a família de Judá não foram rejeitadas por Deus (v.24), Ele também não rejeitou a Sua última família na Terra. Pelo contrário, Sua Palavra contém a essência de Seu maior desejo: restaurar no homem a Sua imagem. É olhando para Jesus que esta obra é realizada pelo Seu Espírito, como está escrito: “Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:17-18). É o nosso relacionamento com o Senhor e a conversão que permitimos Ele opere em nós que nos impulsiona e fortalece na obra de dar-Lhe glória (Ap.14:7): “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).
Lembre-se: esta obra não admite o orgulho, mas a humildade em reconhecer a própria indignidade e necessidade de constante aperfeiçoamento; e é uma obra individual para ser uma bênção ao corpo de Cristo, e não um fardo. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias33 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 33 – Se com nossos pecados, transgressões e insubmissão às orientações de Deus nosso choro pode durar uma noite, pela graça, misericórdia e bondade de Deus, a alegria certamente vem pela manhã (Salmo 30:5).
Ainda que as alianças com Deus sejam desprezadas e quebradas, Deus a renova. A graça divina nos livra de nossa desgraça. O perdão de Deus nos livra da condição precária que o pecado nos conduz. A disciplina divina visa despertar nossa vida a uma realidade que até então não foi percebida. O plano de Deus para nós é maior que nossas mais ousadas ambições.
Reflita:
• Reiteração da mensagem de esperança ao povo judeu aponta para um tempo quando Deus derrotaria a nação (Babilônia) que derrotou o Seu povo (os judeus). Além da restauração, Deus oferecerá Seu perdão aos transgressores de Seu povo (vs. 1-8).
• Promessa de restauração amplia a noção de remanescente fiel em Jerusalém. Um reavivamento se dará pela dinâmica e direta ação de Deus na Terra, a qual será tão gloriosa e impactante a tal ponto de atrair, inclusive, gentios de muitas partes do mundo para a adoração do Senhor (vs. 9-13).
• Confirmação das promessas antigas revela que nada impede Deus de realizar Seus planos no mundo, nem mesmo pecados e suas consequências na vida de Seu povo inconsequente. Mesmo que para isso seja necessário o próprio Deus entrar em cena, liderar diretamente e reinar como descendente de Davi para que Suas palavras se cumpram (vs. 14-26).
Deus não mede esforços para nos salvar. Ele fortalece Seu argumento com ilustrações visíveis:
• A promessa da perpetuidade da dinastia davídica e do sacerdócio levítico é tão firme quanto são o dia e a noite: Jesus é o descendente de Davi que viverá para reinar eternamente. Seu sacerdócio é mais nobre que o sacerdócio levítico.
• A aliança de Deus com Seu povo é tão fixa quanto as leis que regem a natureza. Deus não rejeita ao pecador, nem abandona quem O abandona. Sua igreja do Antigo Testamento aumentaria sob a regência de Cristo no Novo Testamento (Romanos 9-11).
Se Deus tivesse desistido dos pecadores já há muito tempo não haveria oportunidade de salvação para nenhum de nós. Portanto, aproveitemos que a graça está disponível para livrarmo-nos de nossas desgraças!
“Senhor, restaura-nos!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 32 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 32 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/32
Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: “Casas, campos e vinhas tornarão a ser comprados nesta terra”. (v. 15)
Deus tinha falado ao profeta Jeremias: Por causa dos pecados da nação de Israel e sua rejeição a Deus, eles seriam entreguem em cativeiro aos Babilônios. Nenhuma notícia poderia ter sido pior para Israel. Mas Deus também impressionou Jeremias a conduzir uma ilustração viva para dar esperança aos mesmos filhos rebeldes, uma demonstração de Sua misericórdia para com eles.
Ele fez Jeremias comprar um pedaço de propriedade no mesmo lugar que deveria ser assumido pelo exército invasor. Isso era para deixar claro que embora Deus traga julgamento sobre aqueles que O desafiam, Ele está sempre pronto para mostrar misericórdia e devolvê-los ao seu lugar anterior, conforme eles se arrependem dos seus maus caminhos.
Nos encontramos na mesma situação. Por causa de nossa rebelião, provações e tribulações são frequentemente permitidas. Mas, assim como Jeremias falou palavras de esperança a Israel da antiguidade, Deus em Sua palavra evidencia Sua misericórdia amorosa e nos lembra que Ele tem um lugar melhor nos aguardando ao voltarmos para Ele.
James Milam Hurst
Pastor, Igreja Adventista do Sétimo Dia, Hurst, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1014
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
12 Na presença de todos os judeus que se assentavam no pátio da guarda. Isto demonstra que Jeremias não foi posto em confinamento fechado, mas estava no pátio da prisão (ver v. 2). Esta parábola viva, encenada na presença de muitas testemunhas, logo seria conhecida em toda a cidade. Por meio deste ato de aparente loucura, o profeta enfatizou a convicção de sua predição de sua predição de que o povo, embora levado cativo pelos babilônios, retornaria para seu próprio pais (ver v. 15). CBASD, vol. 4, p. 512.
14 Vaso de barro. Não era incomum, para os antigos, colocar os seus tesouros mais preciosos nestes recipientes (ver 2Co 4:7), porque proviam mais proteção contra umidade e deterioração do que os vasos feitos de madeira. Os famosos vasos do Mar Morto foram preservados neste tipo de vaso. CBASD, vol. 4, p. 512.
24 As trincheiras. Isto e, as torres ou rampas que eram usadas nas operações de cerco (ver com. de Jr 6:6). CBASD, vol. 4, p. 513.
Filed under: Sem categoria
“Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que Me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos” (v.39).
Certamente não há obra mais desafiadora do que a educação de filhos. Cada dia, pais e filhos entram em uma sala de aulas imprevisível, repleta de provas e novos aprendizados. Há dias de aprovação e vitórias, mas há também aqueles de frustração e derrotas. Têm dias em que parece que tudo começa errado, mas, no fim, percebemos as oportunidades que nos foram dadas para o aperfeiçoamento de nosso caráter; assim como aqueles em que parece que está dando tudo certo, mas não deixam de ser provas a testar a nossa capacidade de reconhecer a mão de Deus em todas as coisas. O desejo constante do Senhor para o Seu povo sempre foi o de nos unir num só propósito, num só pensamento, e isto inclui, principalmente, a educação doméstica.
Encarcerado pela acusação de falar o que o rei e o povo não queriam ouvir, Jeremias ainda enfrentou o dilema de seguir uma estranha ordem de Deus. Ele teria de comprar uma propriedade campestre nas imediações de Jerusalém. Ora, para quem pregava que logo toda aquela terra seria invadida, destruída e desabitada, aquela seria uma atitude imprudente e até incoerente diante daqueles que o ouviam. Jeremias deve ter pensado que aquele negócio poderia causar ainda mais a invalidação de sua pregação. Pois como o profeta estaria adquirindo uma propriedade no lugar em que constantemente gritava e clamava: “Violência e destruição!” (Jr.20:8)? Não fazia sentido algum!
Mas o profeta reconhecia a voz de Deus e o que dEle procedia, e, entendendo “que isto era a Palavra do Senhor” (v.8), comprou o campo em Anatote conforme todos os trâmites legais da época. Por mais que fosse inicialmente absurda, aquela compra representava a promessa do Senhor de que traria o Seu povo de volta para casa. E não somente os traria de volta, como também trabalharia para o bem dos pais e dos filhos, colocando em seus corações o temor do Senhor (v.40). Aqueles que antes foram a causa da ira e da tristeza de Deus, se tornariam o motivo da alegria do coração de Deus (v.41). Aquele campo, portanto, significava a promessa de amor de um Pai que não desiste de Seus filhinhos.
Existem momentos em que parece que a vontade de Deus não faz muito sentido dentro do contexto em que vivemos. Como Jeremias, desejamos que o Senhor nos esclareça o que para nós parece obscuro. Mas assim como o profeta reconheceu e cumpriu a vontade divina e só depois questionou, nesse sentido, a ordem dos fatores pode alterar o resultado. O nosso relacionamento pessoal com Deus define as nossas ações diante dos dilemas da vida. Jeremias estava preso inocentemente e não fazia o menor sentido comprar um lugar condenado à destruição, mas apesar de suas limitações, apesar de suas dúvidas, ele obedeceu simplesmente porque aquela era a vontade do Deus a quem amava e servia.
A nós foram deixadas orientações bem claras a respeito de como vivermos nesses últimos dias e a melhor forma e lugar de educarmos os nossos filhos e de mantê-los o mais longe possível das influências deste século. Mas à vista da sociedade e da cultura em que vivemos, não parece lógico e nem razoável fazer a vontade de Deus. Então, tentamos aplacar a consciência da mesma forma que o rei Zedequias fez: encarcerando a palavra profética em lugar onde possa ser vista, enquanto a relativizamos, afirmando: “Veja bem, não é bem assim”. O que acontece conosco é que temos medo de sair de nossa zona de conforto e de sermos ridicularizados tal qual foi o profeta.
Meus amados irmãos, é com muita tristeza que eu me incluo neste grupo de covardes que ainda não tomaram uma firme decisão pelo que é correto. Mas também é com um profundo sentimento de gratidão que eu me incluo entre aqueles que clamam de dia e de noite para que a vontade de Deus seja soberana em minha vida; para que eu e minha casa possamos viver os planos de Deus independente da opinião ou da rejeição alheia; para que vivamos de acordo com a verdade presente ainda que nós mesmos não compreendamos os propósitos do Senhor confiando de que, cada um deles, possuem um objetivo, e é este: “assim lhes trarei todo o bem que lhes estou prometendo” (v.42), diz o Senhor. Para o “seu bem e bem de seus filhos” (v.39): “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 32 – Agir com fé parece loucura numa cultura incrédula. Depender das promessas de Deus e viver Seus princípios quando tudo conspira contra e quando a lógica circunstancial parece indicar direção oposta é a atitude mais sábia que alguém pode ter.
O exército babilônico acampava ao redor de Jerusalém, a tentativa dos judeus de obterem auxílio por meio de aliança com o Egito resultou em frustração, Jeremias estava preso por parecer favorável ao inimigo, ninguém dava crédito às suas palavras de juízo. A terra prometida estava comprometida. A sociedade e a religião estavam em caos total.
Hanameel, primo de Jeremias, o procurou na prisão e ofereceu-lhe um campo frente ao lugar do acampamento inimigo a fim de preservar a herança familiar. Uma terra sem valor, prestes a ser devastada. Jeremias comprou a terra por dezessete peças de prata. Loucura? Jeremias seguiu a orientação divina, a qual sempre será vista como loucura numa sociedade incrédula, mesmo religiosa.
O esboço do capítulo auxilia-nos a interpretá-lo sabiamente:
• A introdução trata do contexto da profecia: Décimo ano do reinado de Zedequias em Judá e décimo oitavo ano do reinado de Nabucodonosor em Babilônia, cujo exército cercava Jerusalém. O profeta estava preso e era questionado (vs. 1-5).
• Deus revela e orienta ao profeta sobre seu primo Hanameel e suas intenções. Jeremias compra seu campo em Anatote. As escrituras foram devidamente guardadas por Baruque (vs. 6-25).
• Deus responde a perplexa oração do profeta mostrando que, apesar do juízo iminente, Ele restauraria tudo novamente; então, os moradores de Judá poderiam comprar e vender propriedades outra vez (vs. 26-44).
“Comprar um terreno em Anatote era uma forma deliberada de esperança. Todos os atos com base na esperança expõem-se ao ridículo, porque parecem impraticáveis, dissociados da realidade visível. Porém, na verdade, eles são a realidade que está sendo edificada, mas ainda não pode ser vista. A esperança nos leva a atitudes relacionadas às promessas de Deus […]. A esperança age na convicção de que Deus vai completar o trabalho que foi iniciado, mesmo contra todas as evidências, especialmente quando estas são adversas” (Eugene Peterson).
Apesar das circunstâncias, temos razões para reavivar-nos! Deus não conhece problemas insolúveis, nada Lhe é difícil demais. Confiar nEle é a decisão mais sábia, ainda que pareça loucura!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.