Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 59 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de outubro de 2020, 0:45
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“Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça” (v.2).

Sobre Israel repousava a culpa por seus pecados, iniquidades e transgressões, cada qual representando uma forma diferente de separar-se de Deus. Erro de percurso, imoralidade e rebelião indicavam um afastamento total do Senhor e uma completa dependência dEle para mudar um quadro tão desanimador. O tema principal deste capítulo aborda o assunto mais evitado ou até ignorado pela maioria, mas que envolve a todos, “porque todos pecaram” (Rm.5:12). Não há como fugir desta realidade. A “lei do pecado que está nos [nossos] membros” (Rm.7:23) nos aprisiona a uma condição desfavorável e na maioria das vezes nos leva a praticar aquilo que não queremos fazer. Ignorar a existência do pecado não o torna inexistente, mas cria um obstáculo ainda maior à compreensão do significado da graça. Sobre isto, escreveu George Knight:

“É importante reconhecer que uma doutrina inadequada de pecado levará inevitavelmente a uma doutrina inadequada de salvação. Edward Vick ensina corretamente que ‘o primeiro elemento na perfeição cristã [ou em qualquer outro aspecto da salvação] é reconhecer que somos pecadores… Reconhecer que somos pecadores significa admitir que existe um poder que nos domina e nos impede de ser o que Deus quer que sejamos. Esse poder é o poder do pecado’” (Pecado e Salvação, p.29).

Israel cometeu o desatino de comparar o Senhor aos deuses de paus e pedras das nações pagãs, que “têm boca e não falam; têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; seus pés não andam” (Sl.115:5-7). Então, Deus revelou através de Seu profeta: “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o Seu ouvido, para não poder ouvir” (v.1). O problema não estava em que Deus havia esquecido do Seu povo, mas em que Seu povo havia esquecido do seu Deus. Tornaram-se indiferentes ao “assim diz o Senhor”. Não havia “justiça nos seus passos” (v.8) e andavam “falando mentiras” (v.4). Os seus pés corriam para o mal (v.7) e do coração proferiam “palavras de falsidade” (v.13). Esperavam pela luz e pelo resplendor, mas só havia trevas e escuridão (v.9).

Muitos há que têm lançado os seus pecados para “debaixo do tapete”, enquanto esperam que o poder de Deus se manifeste onde não há arrependimento e confissão. Somente quando os pecados de Israel deixaram de ser apenas um relato para se tornar uma confissão (v.9-15), foi que surgiu a esperança e a redenção (v.16-21). O pecado pode não ser o nosso assunto preferido nas Escrituras, mas ele está ali para nos lembrar de nossa real condição: condenados à morte (Rm.6:23). Somente a graça de Jesus pode nos livrar de nossa condenação: “Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm.5:8).

O Senhor dos Exércitos Se revestiu de Sua armadura (v.17) e prometeu ser fiel à aliança que havia feito com o Seu povo (v.21). Ele não só está revestido de Sua armadura, como nos dá o privilégio de usá-la também: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11). O “Espírito do Senhor” está prestes a ser derramado “como torrente impetuosa” (v.19) sobre o Seu remanescente, e “virá o Redentor” para salvar os “que se converterem, diz o Senhor” (v.20). Apesar da condição de pecadores, escolheram odiar o pecado e desviar-se do mal (v.15), por isso o Espírito Santo e a Palavra de Deus não se apartarão da boca deles, “nem da de [seus] filhos, nem da dos filhos de [seus] filhos, não se apartarão desde agora e para todo o sempre, diz o Senhor” (v.21).

Portanto, clame pela justiça, confesse os seus pecados diante de Deus, abrace a verdade que liberta e converta-se ao Redentor que breve virá! Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías59 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 59 – COM. TEXTO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 59 – Salvação é o negócio de Deus. Seus planos em relação ao Planeta danificado pelo pecado visam à salvação do pecador.

Deus quer salvar-nos do pecado, porém agarramo-nos ao pecado – infelizmente (vs. 1-2). Pecado separa-nos de Deus. Separados dEle, estamos distantes da verdadeira satisfação, alegria e vida.

Os versos 3-15 retratam a sociedade que está em pecado. Leia e veja se é de sua comunidade que o profeta está falando. Leia estes versos repetidas vezes em várias versões bíblicas. Sublinhe. Procure o significado das principais palavras no dicionário. Estude profundamente.

Para mim, parece a síntese do jornal de cada semana, uma análise sintática de nossa triste realidade social, moral e espiritual.
• E para você?
• Qual a conclusão que você chegou?
• Compartilhe conosco!

Apesar da triste constatação, a despeito de não sermos o que deveríamos ser, ainda que não correspondamos com o que Deus espera de nós, embora nossos pecados causem um abismo ou um muro intransponível entre nós e Deus… ninguém precisa afogar-se no mar do desespero. Absolutamente!

Sim, o que vimos até aqui é verdade. O pecado é crudelíssimo. Nossos pecados nos levam ao afastamento de Deus; e, por fim, à morte eterna. Todavia, o texto não terminou. Há esperança. Existe solução para uma sociedade caótica. Há como resolver o problema oriundo de nossos terríveis pecados.

O próprio Deus entra em cena. Nada pode nos separar de Seu amor. Por isso, Ele Se torna o nosso Ajudador, Intercessor e Redentor. Ele é nosso único meio de Salvação. Nele, temos um Salvador (vs. 16-21; ver Romanos 8:37-39).
• Nada pode separar-nos do amor de Deus, nem mesmo a morte, nem mesmo as hostes satânicas, nem mesmo o pecado. Nada mesmo!
• O que nos é impossível (aproximar-nos de Deus em pecado), para Deus é possível (aproximar-se do pecador).
• Graças a essa possibilidade, Jesus é Emanuel, Deus conosco.

Somos salvos pelas obras – não nossas –, as de Cristo. Nossas obras só nos condenam. Precisamos aceitar, pela fé, a justiça de Cristo. Para que sejamos libertos do pecado e aguardemos confiantemente pela vida eterna, Deus dá o Espírito Santo àqueles que aceitam a Seu Filho (v. 21; ver Efésios 1:13-14).

“Senhor, graças Te dou porque mesmo com meus pecados, Tua mão não está encolhida para me salvar” – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 58 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 58 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 58 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 58 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COMENTÁRIO ALETA BAINBRIDGE (Associação Geral)

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



ISAÍAS 58 by Jobson Santos
18 de outubro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/58

Em um mundo faminto por justiça social, os cristãos devem reparar brechas, preencher lacunas e curar feridas. Devemos ser o coração e as mãos de Deus para os sofredores.

Deus sempre foi um guerreiro em prol da justiça, um defensor apaixonado dos indefesos. Aos olhos do Céu, a verdadeira religião se manifesta evitando fofocas e julgamentos, evitando palavras maliciosas, quebrando as correntes da injustiça, libertando corações oprimidos emocional e espiritualmente, compartilhando comida com os famintos, fornecendo lares para os sem-teto e cuidando de parentes que estão em necessidade. Não é suficiente simplesmente acreditar nas doutrinas certas ou ser vegano. Deus requer corações transformados. Ele o quer envolvido no resgate e na reparação.

Deus repreende rituais sem relacionamento, jejum sem obediência, religião sem compaixão. Ele adverte contra formas externas de religião sem reformas internas do coração. Ele deseja uma busca pela justiça com todas as forças da mente e do coração. Qualquer coisa menos do que isso é religião falsa, é um zombaria a respeito do coração de Deus.

De que adianta jejuar se você continua brigando com os membros da igreja? De que adianta devolver o dízimo se você negligencia atender aqueles que estão sofrendo? Deus deseja que suas escolhas e seu comportamento demonstrem de uma maneira prática as suas crenças.

Somos chamados para iluminar o mundo. Você vai deixar seu coração brilhar?

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=983
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ISAÍAS 58 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 0:50
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1124 palavras

1 Clama a plenos pulmões. Em Isaías 57:15 a 21, o profeta apresenta a mensagem celestial de reconciliação e paz. No cap 58, ele fala sobre o que constitui o arrependimento e o que é essencial para que as bênçãos prometidas sejam derramadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 324.

Ainda Me procuram dia a dia. Exteriormente, a nação de Judá professava seguir o Senhor, mas o coração estava longe dEle. As pessoas se apegavam a formas externas da religião e negligenciavam seus princípios básicos. Jejuavam e oravam, observavam o sábado e as festas sagradas, apresentavam ofertas no templo e participavam das assembleias solenes, ao mesmo tempo em que se envolviam com toda forma de iniquidade (Is 1:11-15). CBASD, vol. 4, p. 325.

Por que jejuamos … ? A hipocrisia permeava a vida religiosa (ver com. de Mt 6:2). Eles pensavam que recebiam a aceitação de Deus por meio da aflição física. … Esqueceram-se de que a essência da verdadeira religião é o exercício da justiça, misericórdia e humildade (Mq 6:8; ver com. de Is 57:15). CBASD, vol. 4, p. 325.

Cuidais dos vossos próprios interesses. As pessoas jejuavam porque queriam assim obter a aprovação divina. Não compreendiam o significado espiritual do jejum e da observância do sábado, e criam que cumprir as formas de religião lhes permitia satisfazer as próprias paixões e oprimir o pobre e o desamparado. CBASD, vol. 4, p. 325.

Exigis que se faça todo o vosso trabalho. Literalmente, “oprime todos os vossos trabalhadores” (ver Lv 19:13; Tg 5:4). CBASD, vol. 4, p. 325.

Para contendas e rixas. As formas do jejum eram religiosamente seguidas, mas o espírito do verdadeiro jejum (ver v. 6)  havia se perdido. Práticas rigorosas serviam apenas para causar irritação. O jejum conforme ordenado por Deus (v. 6) teria resultado num viver virtuoso. CBASD, vol. 4, p. 325.

Seria este o jejum … ? Eles jejuavam apenas para garantir o favor de Deus e assegurar a aprovação de seus atos maus, como se a abstinência de alimento fosse mais importante para Deus do que se afastar da iniquidade (ver com. de Mt 6:16). CBASD, vol. 4, p. 325.

Que soltes as ligaduras. O verdadeiro jejum foi designado para purificar as inclinações e reformar a vida. Mas, entre os judeus, as práticas religiosas tinham se tornado um manto para ocultar a opressão dos fracos, o roubo às viúvas e aos órfãos, e todas as formas de suborno, engano e injustiça (Is 1:17, 23; Os 4:2; Am 2:6, 3:10; 4:1; 5:11; 8:4-6; Mq 6:11, 12). O verdadeiro propósito da religião é libertar o ser humano dos fardos do pecado, eliminar a intolerância e a opressão e promover justiça, liberdade e paz. Deus queria que Seus filhos fossem livres, mas os líderes de Israel os estavam convertendo em escravos e mendigos. CBASD, vol. 4, p. 325. [Destaque acrescido].

Repartas o teu pão. A verdadeira religião é prática. Sem dúvida, inclui os ritos e as cerimônias da igreja, mas é na atitude perante o próximo que se manifesta a presença ou a ausência da verdadeira religião. Não é tanto uma questão de se abster do alimento quanto o é de compartilhar o alimento com o faminto. A bondade na prática é o único tipo de religião reconhecida no juízo final (Mt 25:34-46). CBASD, vol. 4, p. 325.

Tua cura. O que se faz para o bem de outros resulta em benefício para si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 325.

Tua retaguarda. Quando são trilhados os caminhos que Deus escolhe, pode-se ter a certeza de Sua presença e proteção. CBASD, vol. 4, p. 326.

Se tirares do meio de ti o jugo. Com crítica, censura, fofocas e insinuações, muitas pessoas tornam o fardo do próximo quase insuportável. Muitos cristãos são esmagados e enviados à sepultura desanimados e derrotados por terem sido objeto de escárnio de de outros cristãos. Deus não pode Se aproximar de Seu povo enquanto este estiver ocupado em criticar e oprimir o próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.

10 Se abrires a tua alma ao faminto. Isto é, ter interesse pessoal. Se a igreja vivesse à altura de suas oportunidades e responsabilidades, se seus membros fossem cristãos tanto em espírito como no nome, logo se cumpriria a missão, e o Senhor voltaria em glória. Vidas de serviço egoísta afastam a luz da glória de Deus (ver Is 9:2; 60:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 326. [Destaque acrescido.]

11 O SENHOR te guiará. Para ser guiada por Deus, a pessoa deve primeiramente abandonar o eu e se entregar por completo à obra do Mestre. Deus não pode guiar os obstinados, convencidos e egoístas. CBASD, vol. 4, p. 326.

Fartará a tua alma até em lugares áridos. Em tempos de aridez espiritual, Deus promete refrigério aos que buscam com sinceridade ser uma bênção ao próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.

12 Os teus filhos edificarão as antigas ruínas … serás chamado restaurador de brechas. Aqui se descreve uma grande obra de reavivamento, reforma e restauração. Havia uma brecha no muro, devido à falta da prática da verdadeira religião (v. 3-5). CBASD, vol. 4, p. 326.

13 Desviares o pé. A obra de restauração deve começar com um reavivamento da verdadeira observância do sábado, cuja essência é a comunhão com Deus e recordação do Seu poder criador, no dia que Ele tornou sagrado. … Nunca foi o propósito divino que o sábado fosse um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o ser humano pudesse se familiarizar com o caráter e os propósitos do Criador (ver com. de Êx 20:8). CBASD, vol. 4, p. 326.

Teus próprios interesses. A essência do pecado é o egoísmo; fazer o que se deseja, sem levar em consideração a Deus ou ao próximo. O sábado dá ao ser humano a oportunidade de subjugar o egoísmo e cultivar o hábito de fazer o que agrada a Deus (1Jo 3:22) e que contribui para o bem-estar de outros. Quando compreendido e observado corretamente, ele se torna a chave para a felicidade do ser humano tanto aqui quanto no porvir. A verdadeira observância do sábado conduzirá à reforma descrita em Isaías 58:5 a 12. Os que não participam do espírito do sábado como Deus ordenou não percebem o que estão perdendo. O sábado é uma das maiores bênçãos do Criador aos seres criados. CBASD, vol. 4, p. 326, 327.

Deleitoso. Os que consideram o sábado uma carga não descobriram seu verdadeiro significado e valor. A mera observância do sábado tem pouco valor. CBASD, vol. 4, p. 327.

E o honrares. Eis a prova decisiva para se determinar o que é certo e apropriado fazer no sábado: Isso honra a Deus? Toda atividade cujo objetivo seja aprender mais dos caminhos, do caráter, das obras e da vontade do Criador, ou que seja um canal pelo qual Seu amor pode alcançar o coração e a vida do próximo, é sem dúvida, uma honra a Deus. CBASD, vol. 4, p. 327.

14 Então, te deleitarás. Os que fazem do sábado o que Deus planejou que ele fosse têm comunhão íntima com Ele.  CBASD, vol. 4, p. 327.

Os altos da terra. Promete-se prosperidade material e espiritual a que de coração toma parte no espírito do sábado (ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 4, p. 327.



ISAÍAS 58 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de outubro de 2020, 0:45
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“Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (v.12).

A prática do jejum era muito comum no antigo Israel. Encontramos a primeira referência ao jejum na Bíblia quando Moisés subiu ao monte para receber as segundas tábuas da Lei, e “ali, esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras” (Êx.34:28). O primeiro jejum bíblico, portanto, estava intimamente relacionado com os mandamentos de Deus, e antecedeu o momento em que a pele do rosto de Moisés “resplandecia, depois de haver falado com Deus”, de forma que “pôs um véu sobre o rosto” (Êx.34:29 e 33). Uma experiência marcante que assinalou o recomeço de um povo chamado para iluminar o mundo com a glória do Senhor.

Também encontramos outra experiência marcante sobre o jejum, quando o profeta Elias fugiu da ira de Jezabel e, após ser alimentado com a água e o pão do Céu, “com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” (1Rs.19:8). O próprio Jesus experimentou o jejum, quando “foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo”, onde jejuou “quarenta dias e quarenta noites” (Mt.4:1 e 2). Há três semelhanças especiais nestes três jejuns que gostaria de destacar:

1. Todos estavam no deserto;
2. Todos jejuaram durante quarenta dias e quarenta noites;
3. Todos subiram em um monte;

A abstinência no comer e no beber, porém, não é um fim em si mesma. Moisés subiu ao monte e ali permaneceu abstinente porque Deus o levou para lá e o sustentou pelo Seu poder. Elias caminhou tantos dias sustentado pelo alimento e bebida do Céu. Mas o nosso Salvador foi o único cujo relato diz que “teve fome” (Mt.4:2) e ainda teve de enfrentar os dardos inflamados do Maligno. Ele não teve a sua face resplandecendo como a de Moisés. Ele não ouviu a voz de Deus como Elias ouviu na caverna. Mas, sustentado pelo trio espiritual da fé: Jejum, oração e a Palavra de Deus, “O deixou o diabo, e eis que vieram anjos e O serviram” (Mt.4:11).

Amados, o que o profeta Isaías escreveu e que “a plenos pulmões” (v.1) teve de clamar, é a essência que envolveu esses três jejuns especiais: o amor e a fidelidade a Deus. A fé operante de Moisés, de Elias e de Cristo se fundem para nos dizer que o verdadeiro jejum está em fazer a vontade do Pai. Não foi sem razão que na transfiguração de Jesus, em “um alto monte… apareceram Moisés e Elias, falando com Ele” (Mt.17:3). O jejum não é um botão que acionamos para que os nossos desejos sejam realizados e nem tampouco um instrumento de penitência. O jejum aceitável a Deus é aquele que nos eleva ao monte da comunhão para de lá descermos iluminados de santa consagração a fim de sermos uma bênção para os nossos semelhantes.

Moisés foi usado por Deus para lembrar o povo dos mandamentos que haviam esquecido, inclusive o mandamento do sábado: “Considerai que o Senhor vos deu o sábado” (Êx.16:29). “Elias restaurou o altar do Senhor, que estava em ruínas” (1Rs.18:30). Jesus declarou e viveu estas palavras: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt.5:17). O capítulo de hoje é um clamor para que possamos viver esta real experiência com Deus e, por meio dela, nossos filhos façam parte da geração que edificará “as antigas ruínas” (v.12). Um clamor para que vivamos o evangelho prático, que mesmo seja o deserto o último lugar de nossa existência, ou a experiência de alguns dias, confiemos de que, se perseverarmos, o Senhor converterá o deserto em “um jardim regado e… um manancial cujas águas jamais faltam” (v.11).

Quer receber a força do alto para superar os desertos de sua vida? Então, suba ao monte da comunhão e desça de lá para ser uma bênção. Uma vida consagrada a Deus e ao próximo, eis o verdadeiro jejum. E não há dia mais oportuno para isso do que o sábado, pois “é lícito, no sábado, fazer o bem” (Lc.6:9). Ou seja, fazer do sábado um dia de cura e salvação está em conformidade com a Lei de Deus e nos leva a gozar das bênçãos celestiais, “porque a boca do Senhor o disse” (v.14). Não perca o privilégio de experimentar este jejum que restaura, liberta e promove a verdadeira paz. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Entra no descanso do teu Senhor, e Ele “fartará a tua alma até em lugares áridos” (v.11). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, reparadores de brechas e restauradores de veredas!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías58 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 58 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 58 – Meras formalidades, rituais externos, cultos mecânicos, cerimônias vazias de significados, louvor de boca para fora, indiferença no momento da pregação, despreparo na apresentação da mensagem bíblica, falta de espiritualidade fora da igreja, hipocrisia, e muito mais – diversos tipos de práticas religiosas desprovidas da aprovação divina.

Orar, jejuar, dizimar e até guardar o sábado sem um real relacionamento e submissão exclusiva a Deus durante as 24 horas, dos sete dias das 52 semanas do ano, é inaceitável ao Soberano do Universo.

Deus disciplina Seus filhos para que eles cresçam, amadureçam e aprendam a viver a religião corretamente. O propósito de Deus era que os judeus voltassem do exílio babilônico com uma visão mais abrangente do que significava ser verdadeiramente religioso conforme Seus conceitos.

Muitas vezes, precisamos ser disciplinados por Deus. “O exílio desmonta nossas perspectivas complacentes, e nos capacita a perceber que a restauração pode ser encontrada somente no caráter oculto de Deus, bem longe de nosso pragmatismo e controle… O exílio pode também nos preparar ao longo do caminho para recebermos benefícios sem precedentes” (James Houston).

O capítulo em pauta ensina-nos muitas coisas importantíssimas:
• Se Deus não revelar por meio de Seus servos os nossos pecados pelo poder do Espírito Santo, muito dificilmente reconheceremos nossos pecados e transgressões (v. 1).
• Deus mostra que práticas espirituais, como jejum, com interesses egoístas, não resultam na submissão que Deus espera dos Seus filhos (vs. 2-3).
• Os que utilizam a religião para subestimar ou dominar aos outros, ou mesmo praticam alguns rituais para maquiar suas contendas, rixas e arrogâncias, não serão aceitos por Deus (v. 4).
• Mais que usar a religião como máscara, precisamos de relacionamento com Deus que gere transformação, mudança de vida, atitude e comportamento visíveis (vs. 5-7).
• Religião com resultados reais e extraordinários é aquela que brota do coração influenciado por Deus para representar Seu amor numa sociedade decadente (vs. 8-12).
• Guardar o sábado é insuficiente para Deus, precisamos saber como viver as 24 horas de cada sábado. Sucesso, bênçãos e proteção terão aqueles que honrarem ao Criador de fato e de verdade no santo dia instituído pelo próprio Legislador (vs. 13-14).

Há muitos religiosos absolutamente enganados! Este capítulo deveria ser muito estudado e propagado.

“Senhor, disciplina-nos para aprender – se for necessário! Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 58 – Comentário de Aleta Bainbridge by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 0:30
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O “verdadeiro jejum”, a adoração que agrada a Deus, será revelado na maneira como tratamos os outros (v. 6-12). É marcado pelo arrependimento genuíno e por vidas transformadas. As pessoas param de brigar e de explorar os fracos. A autoindulgência e a ganância são substituídas por generosidade de espírito e pelo cuidado dos pobres e dos que sofrem.

Vidas generosas como essas agradam a Deus e liberam as bênçãos que Ele está ansioso para conceder.

Quando procedemos assim tornamo-nos canais através dos quais as bênçãos da aliança de Deus fluem para os outros. Tornamo-nos locais de descanso e fontes de água para almas cansadas e sedentas. Tornamo-nos restauradores de vidas quebradas, no sentido literal e no sentido espiritual. O amor de Deus revelado em nossas vidas atrai o coração das pessoas para os caminhos antigos da verdadeira adoração e restaura a confiança em Deus e Suas leis.

Isaías destaca como a correta observância do sábado favorece essa experiência de regozijo no relacionamento com Deus que nos leva a tratar bem ao nosso irmão.

O descanso sabático é muito mais do que obedecer a letra da lei. Envolve entrega total a Deus e completa confiança em Sua obra por nós como Criador e Redentor. Os adoradores que experimentam essa dimensão espiritual do sábado desfrutam de intimidade com Deus e alcançam vitórias sobre suas falhas de caráter. E, por viverem numa atmosfera de paz e felicidade, desfrutam de relacionamentos agradáveis uns com os outros. O descanso sabático faz parte do verdadeiro jejum espiritual.

Aleta Bainbridge
Associação da Grande Sydney, Austrália

 

Postado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/07/17/

Texto integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/23/



ISAÍAS 57 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 57 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 57 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 57 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



ISAÍAS 57 by Jobson Santos
17 de outubro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/57

Que maior conforto poderia haver para aqueles cujos entes queridos foram arrebatados pelo grande inimigo, a Morte, do que os versos 1 e 2 deste capítulo! O Soberano do Universo está totalmente no controle da vida e da morte em todos os momentos: “Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer…” (Ec 3:1 NVI)

Além disso, os filhos de Deus nunca morrem sozinhos e sua morte nunca é desprovida de sentido. Ele os tira do reino “agora, mas ainda não” deste mundo com seu pecado, sofrimento e agonia. Eles dormem pacificamente até serem despertados para ver seu Senhor vindo nas nuvens do céu para inaugurar o tão esperado Reino da Glória. Que esperança! Que conforto para o povo de Deus!

Não é apenas na hora da morte que os ‘justos’ encontram paz. Os filhos do Servo Sofredor vivem continuamente numa atmosfera de paz e louvor (v. 19) que o mundo não pode dar ou compreender.

Por qual razão uma pessoa dotada de raciocínio escolheria viver fora do Reino de Deus repleto de Paz?

Aleta Bainbridge
Coordenadora do projeto “Parceiros de Ministério”
Associação da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=982
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara