Reavivados por Sua Palavra


SALMO 124 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de junho de 2020, 0:45
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“O nosso socorro está em o nome do Senhor, Criador do céu e da terra” (v.8).

Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado” (v.1), e o que seria de nós? Como nosso Criador, Deus sempre estabeleceu limites seguros para o nosso bem-estar. Fora da segurança divina não passamos de presas fáceis para as setas inflamadas do Maligno. E, “não fosse o Senhor” (v.2), “águas impetuosas teriam passado sobre a nossa alma” (v.5) e morreríamos em nossos pecados.

Ao término da criação, o Senhor estabeleceu um dia especial “por causa do homem” (Mc.2:27), a fim de que a humanidade jamais esquecesse de que Ele é o “Criador do céu e da terra” (v.8): o sábado. O sétimo dia da semana é o memorial da criação, santificado e abençoado (Gn.2:1-3) para um propósito específico: Lembrar-nos de que o Senhor é o nosso Criador e para servir de sinal entre Deus e o Seu povo. “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, e para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ez.20:20).

Amados, no grande conflito em que estamos envolvidos passamos por muitas provas e dificuldades. Mas, ao findar de cada semana de lutas, há um amoroso convite do Criador para descansarmos em Seu refúgio no tempo; um oásis em meio aos desertos desta vida. “Não fosse o Senhor” (v.1) instituir este áureo mandamento, e a humanidade já teria esquecido por completo do seu Criador. Não é sem razão que no quarto mandamento o Senhor inicia com a expressão “Lembra-te” (Êx.20:8).

Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Resta um refúgio para todo aquele que reconhece o Senhor como Criador. Há liberdade em guardar os mandamentos de Deus (Êx.20:2; Tg.2:10-12). Há bênção em seguir o “assim diz o Senhor” (Is.58:13-14). Um dia, conhecemos o Senhor e a Sua verdade, então “nos vimos livres” (v.7). Pois Cristo mesmo afirmou: “e, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).

Há algum tempo, milhares foram impactados pela história altruísta do jovem adventista do sétimo dia, Desmond Doss. O comovente testemunho de sua vida provou que o mesmo Deus que salvou os três jovens hebreus da fornalha de fogo ardente, é o mesmo que deseja, hoje, salvar-nos “como um pássaro do laço dos passarinheiros” (v.7). Ao recusar-se quebrar os mandamentos de Deus, inclusive o quarto mandamento, como os três amigos de Daniel, Desmond colocou a sua própria vida em risco. Mas o Senhor fez da terrível zona de guerra o seu “campo de Dura” (Dn.3:1), deixando na história mais um relato de fidelidade e livramento.

Nas cenas finais deste mundo, “quando os homens se [levantarem] contra nós” (v.2), veremos o cumprimento da fiel promessa: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido” (Sl.91:7). “Não fosse o Senhor” que estará ao nosso lado, e não suportaríamos o derradeiro tempo de angústia. Nesse tempo só haverá dois grupos: “os que guardam os mandamentos de Deus e fé em Jesus” (Ap.14:12) e “os que não conhecem a Deus e… que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8). Que façamos parte do primeiro grupo, ao qual Cristo prometeu: “E eis que estarei convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo124 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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