Reavivados por Sua Palavra


SALMO 115 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

314 palavras

Introdução. O Salmo 115 apresenta a insensatez da adoração aos ídolos, que são obras das mãos humanas. O salmista exorta a todos os fiéis que exortem e louvem ao Deus vivo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 993.

1 Não a nós. O salmista deseja que Deus deixe de ser insultado e ridicularizado pelos pagãos. As pessoas estão sempre dispostas a louvar a si mesmas ou a serem louvadas por outros lábios. … Devido à tendência do coração humano ao orgulho, somos aconselhados a nos acautelarmos de “fazer ou receber lisonjas ou louvores”. CBASD, vol. 3, p. 993, 994.

8 Semelhantes a eles. Uma pessoa não se elevará mais do que o objeto de sua adoração (ver PP, 19). CBASD, vol. 3, p. 994.

10 A casa de Arão.Isto é, os sacerdotes. Como líderes espirituais e professores, os sacerdotes deveriam dar um exemplo de firme confiança no Senhor. CBASD, vol. 3, p. 994.

16 Deu-a Ele. Deus criou a Terra para ser o local de habitação do ser humano (ver Gn 1:28; Is 45:18). “Deus fez o mundo para ampliar o Céu. Ele desejava uma família maior” (EGW, RH, 25/06/1908). Este mesmo planeta será o último lar dos redimidos. Ele prometeu que os mansos “herdarão a terra” (Mt 5:5). CBASD, vol. 3, p. 994.

17 Não louvam. Os mortos estão num estado inconsciente e permanecem alheios a tudo o que acontece na terra ou no Céu. “Os mortos não sabem coisa nenhuma” (Ec 9:5; cf. Sl 146:4; 1Ts 4:13-17). A afirmação do salmista nega o conceito popular de que, na morte, a alma do ser humano sai do corpo e existe num estado de felicidade consciente nas esferas do alto. Seria natural que as almas dos redimidos estivessem ávidas para render louvores a Deus, que lhes elaborou tão maravilhosa redenção. No entanto, os mortos “dormem” inconscientemente nos túmulos e não podem louvar.  CBASD, vol. 3, p. 994.

18 Para sempre. Isto é, enquanto haja vida, porque os mortos não bendizem ao Senhor (ver v. 17). CBASD, vol. 3, p. 995.


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