Reavivados por Sua Palavra


SALMO 93 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de maio de 2020, 0:45
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“Fidelíssimos são os Teus testemunhos; à Tua casa convém a santidade, Senhor, para todo o sempre” (v.5).

Firmado o mundo em seu lugar no Universo, o Criador deixou na Terra a assinatura inconfundível de Sua existência, majestade e poder. Mesmo após a entrada do pecado, Seus atributos divinos podem ser “percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20), o que faz da natureza um dos livros do Céu, da ciência da verdadeira educação. Contemplar as obras de Deus deve compor a nossa comunhão diária como parte integrante dela. Foi assim que Jesus passou os Seus dias na Terra, deixando-nos perfeito exemplo.

O céu com sua singular pintura matinal ou com as variadas cores do pôr do sol, a vegetação com seus tons de verde calmantes, as flores com suas formas, cores, tamanhos e perfumes diversos, os animais, desde a minúscula formiga, até o maior dos mamíferos, cada detalhe da criação revela preciosas lições que o nosso Senhor e Salvador não ignorou. Aquele que “estava no princípio com Deus” (Jo.1:2), extraía das singelas flores do campo ou da menor das sementes o mais elevado conhecimento. E foi ao som do “bramido das águas” e por sobre “os poderosos vagalhões do mar” (v.4) que Seus pés andaram apontando para a fiel promessa de que Ele está conosco nas tempestades da vida e tem o controle de todas as coisas.

As crianças possuem uma aguçada predileção pela simplicidade e pela natureza. Talvez seja por isso que o adulto não tenha a mesma empolgação e atenção de uma criança quando vê uma borboleta, por exemplo. Com o tempo, acabamos perdendo essa percepção que foi tão explorada e valorizada no ministério de Cristo. Então, passamos a ter uma noção equivocada do reino dos Céus como um lugar de formalidades, quando o próprio Jesus o comparou a um alegre jardim de infância: “Deixai vir a Mim os pequeninos, porque dos tais é o reino de Deus” (Lc.18:16).

Precisamos receber as boas-novas do reino de Deus com a alegria e simplicidade de uma criança, ou jamais entraremos nele. Foi justamente esta mensagem que impactou o culto e obediente jovem rico. Mas sua impecável vida piedosa não era suficiente. Ele precisava negar o seu próprio eu a fim de desfrutar da alegria de seguir a Jesus. Foi-lhe dito: “Uma coisa ainda te falta” (Lc.18:22). O que falta ainda em nossa vida para que possamos, de fato, seguir as pegadas de Cristo? Não confundam ser criança com ser imaturo. Não foi isso que Jesus quis dizer. Além de simples e humilde, a criança também é dependente, e é essa dependência que nos leva para mais perto de Deus e de Sua vontade.

O nosso Criador também é o nosso Pai que deseja nos levar de volta para casa. Se confessarmos diariamente: “Reina o Senhor” (v.1) em minha vida, então desfrutaremos de Suas fidelíssimas promessas como uma criança desfruta das dádivas paternas. A nossa alegria estará em sermos, pela graça de Deus, santos como Ele é santo (1Pe.1:15-16) e em aguardar e apressar a vinda do nosso Rei e Senhor (2Pe.3:12). Que Ele nos encontre como Suas crianças que não veem a hora de receber o presente eterno. Vigiemos e oremos!

Bom dia, crianças do reino de Deus!

Desafio da semana: Todos os dias, faça parte de sua comunhão pessoal meditar em alguma obra de Deus na natureza. Você perceberá o quanto o Senhor tem para lhe ensinar.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo93 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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