Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 35 by Jeferson Quimelli
5 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-35

Israel contribuiu para o tabernáculo de Deus manifestando espírito de boa vontade. A ideia de doar com um espírito voluntário é repetida cinco vezes (versos 5, 21, 22, 26, 29).

Apesar do estabelecimento da importância da obediência à Sua lei, a adoração de Deus é baseada na liberdade de escolha. Um espírito voluntário é fruto de um coração agradecido e este é o verdadeiro espírito de adoração, estabelecido na construção do tabernáculo.

Os presentes trazidos pelo povo eram o fruto da condição de seu coração. A beleza das doações preciosas de ouro, bronze, pedras raras, deveria agradar aos olhos, apenas como um lembrete da beleza da relação entre Deus e Seu povo. O simbolismo implícito dentro do tabernáculo deveria caracterizar a relação de Deus não só com Israel, mas com toda a raça humana.

Questões para reflexão: A beleza do santuário de Deus e das obras ali construídas contradizem com o mandamento dado em Êxodo 20:4? Como é diferente? Como pode o contexto apropriado dar novo entendimento ao significado das imagens?

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

https://www.revivalandreformation.org/?id=331
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
5 de janeiro de 2019, 0:45
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Planos elaborados precisam ser executados. O segredo do sucesso é sair do mundo das ideias à ação. Nada seria feito se não fosse a prontidão para agir.

Nos capítulos anteriores Deus apresenta Seu plano. A partir de agora o executará. O Santuário projetado será executado. O plano se tornará realidade. Como Deus, o maior estrategista, projetista e arquiteto executará Seus planos na Terra?

1. Primeiro, reuniu Seu povo através de Moisés dizendo que o trabalho deveria ser feito em seis dias e interrompido no sétimo. Deveria haver descanso programado para o sábado (vs. 1-3);

2. Segundo, Deus solicitou por meio de Moisés que o povo trouxesse materiais para a construção (vs. 4-9); duas particularidades saltam do texto. O povo…

• deveria trazer do que tivesse consigo – Deus não pede o que Seu povo não têm;
• não deveria ser pressionado, nem se sentir obrigado a doar – Deus espera doação de pessoas voluntárias, com coração disposto a entregar o que têm.

3. Terceiro, Moisés convocou para a obra homens hábeis para fazer tudo o que Deus ordenou – A obra para Deus não deve ser realizada relaxadamente (vs. 10-19);

4. Quarto, Moisés esperou resultado após solicitação ao povo. O espírito de generosidade inflamou no coração do povo, o qual trouxe tudo o que precisava, inclusive vieram pessoas com as habilidades solicitadas (vs. 20-29);

5. Quinto, Deus habilitou alguns com dons especiais para fazer o que exige mais atenção a fim de que Sua obra ficasse como Ele havia planejado. Deus chama individualmente alguns pelo nome e dá a capacidade que eles não têm para realizar algo extraordinário (vs. 30-35).

Para Deus, tudo deve ser o melhor. As bandas de músicas diabólicas ensaiam tanto antes de se apresentar para pessoas, mas, infelizmente muitos que atualmente fazem alguma coisa para Deus não se empenham tanto quanto elas.

Para alguns, trabalho e estudo exigem o máximo de seu tempo e habilidade; mas, consideram que, para Deus, qualquer coisa serve; dando a Ele o seu mínimo quando deveriam dar-Lhe o máximo.

Hoje, Deus quer pessoas de coração generoso a fim de fazer progredir Seus planos no mundo. Deus precisa de voluntários que deem o seu máximo para usar com habilidade os dons recebidos do Espírito Santo… Quem se dispõe?

Reavivemo-nos!– Heber Toth Armí.



ÊXODO 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de janeiro de 2019, 0:30
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“Os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao Senhor, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o Senhor tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés” (v.29).


Antes de proferir o Decálogo no monte Sinai, Deus orientou o Seu povo acerca da observância do sábado como um santo dia de descanso (Êx.16:29). Antes de dar as instruções sobre a construção do santuário, novamente enfatizou o descanso semanal sabático (Êx.23:12-13). Antes que Moisés descesse do monte, replicou: “Certamente, guardareis os Meus sábados”, e o instituiu como um sinal entre Ele e Seu povo (Êx.31:13). E, antes de iniciarem os preparativos para a construção do santuário, mais uma vez enfatizou a observância do “sábado do repouso solene ao Senhor” (v.2). Inquestionavelmente, Deus estabeleceu este dia como o porto seguro do viajante cansado e lembrança indelével de Sua criação.

A fidelidade quanto ao descanso do sétimo dia promoveria nos filhos de Israel a verdadeira adoração e confiança na provisão divina. O maná diário e a porção dobrada ao sexto dia era uma constante prova do cuidado do Senhor para com o Seu povo e despertava-lhe gratidão e espírito voluntário. Quando Moisés lhes transmitiu “a palavra que o Senhor ordenou” quanto às ofertas voluntárias, prontamente, “veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu e trouxe a oferta ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes sagradas. Vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração” (v.21-22). A introdução acerca do sábado em cada momento importante na jornada de Israel era uma lição de fidelidade e a oportunidade de fortalecer a identidade de um povo separado “de todos os povos da terra” (Êx.33:16).

Bezalel foi eleito pelo Senhor para liderar a obra da construção do santuário, “e o Espírito de Deus o encheu de habilidade, inteligência e conhecimento em todo artifício… e para toda sorte de lavores” (v.31 e 33). “Também lhe dispôs o coração para ensinar a outrem, a ele e a Aoliabe” (v.34). Aos dois cumpria não somente realizar a obra que lhes fora designada, mas também instruir a outros no mesmo ofício. A operação matemática das bênçãos de Deus sempre será a da multiplicação. O Seu desejo não era que Israel estabelecesse um reino de portas fechadas, mas que sua fama corresse o mundo, de forma que todos pudessem declarar: “Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6). Assim como precisamos das leis de trânsito para termos o mínimo de segurança nas estradas, quanto mais necessitamos das leis do Senhor para nos assegurar a vida.

Há um mundo perecendo porque lhe falta o conhecimento de Deus. Quando nos dispomos a, pela graça de Deus, andar em novidade de vida buscando ser fiéis aos Seus mandamentos, o Espírito Santo nos reveste com as vestes da justiça de Cristo e faz de nós obreiros habilidosos e multiplicadores de esperança. Somente quando entendemos que o sábado não é apenas um dia, mas a única obra da criação que o pecado não conseguiu destruir, nosso coração se enche de gratidão por ainda podermos desfrutar deste sagrado privilégio, adorando “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). O sábado é um tempo de encontro semanal entre a criatura e o Criador e um tempo oportuno de ensinar a outros sobre a verdade que um dia nos libertou.

Abandone os preconceitos com relação a este mandamento que é tão importante e válido quanto os demais (Tg.2:10), e, com humildade e sincero desejo de descobrir a verdade sobre o sábado, continue buscando na Palavra do Senhor as respostas às suas inquietações. Que o “Senhor do sábado” (Mt.12:8) te abençoe e te santifique neste dia e te conceda um coração transbordante de gratidão!

Feliz sábado, homens e mulheres de coração voluntário!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo35 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de janeiro de 2019, 0:05
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674 palavras

toda a congregação. Os israelitas estavam prontos para começar a planejada construção do tabernáculo (Êx 25-31) adiada por causa da apostasia (Êx 32; PP, 343) e pela necessidade de renovação da aliança (Êx 33, 34). Visto que esse era um projeto no qual todos do povo estavam interessados e envolvidos em razão de suas ofertas (25:2-7) e de seu trabalho (ver Êx 28:3; 35:10, 25, 36:4; 39:42), Moisés os reuniu para dar as primeiras instruções. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 732.

1-3  A obra do tabernáculo começa com uma admoestação para se guardar o sábado, da mesma maneira que as instruções para a obra tinham sido concluídas com tal exortação. Bíblia de Genebra.

seis dias. Os hebreus estavam envolvidos num empreendimento sagrado e podiam pensar que isso seria desculpa para trabalhar no sábado. No entanto, não deviam permitir que a natureza sagrada do trabalho os enganasse, levando-os a negligenciar a observância desse dia. Essa é uma lição para os ministros e outros que fazem o trabalho de Deus no Seu dia. A construção do tabernáculo, com as diferentes habilidades e os materiais requeridos, era trabalho material, e, portanto, não constituía uma ocupação apropriada para o santo dia do Senhor. CBASD, vol. 1, p. 732.

Não acendereis fogo. Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável. O clima relativamente quente da região do Sinai tornava desnecessário o aquecimento artificial, e o fogo seria usado apenas para cozinhar. … Esta ordem ainda é obedecida de forma rigorosa, mesmo em lugares de clima frio, pelos judeus caraítas, que não permitem fogo nem luz em seus lares no dia de sábado. Contudo, muitos dos judeus consideram que a ordem era de caráter transitório e usam tanto fogo quanto luz, mesmo na Palestina. Contudo, judeus estritamente ortodoxos não cozinham aos sábados. CBASD, vol. 1, p. 732.

Deus quer tirar até a tentação de fazer vários tipos de trabalho; o único fogo, aqui que queima no sábado, é o fogo dos altares do templo de Deus. Bíblia Shedd.

35:4 – 39:43 Esta seção inteira baseia-se nos capítulos 25-31, mas segue uma ordem diferente. Enquanto os capítulos 25-31 deram as instruções para o tabernáculo, esta seção descreve a sua construção. Bíblia deGenebra.

Semelhante repetição era uma característica da literatura do antigo Oriente Médio e tinha o propósito de fixar na mente do leitor os pormenores de uma narrativa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11-19 Um resumo dos objetos sagrados descritos nos capítulos 25 até 30. Bíblia Shedd.

21 Todos aqueles cujos corações foram movidos deram alegremente para a Tenda do Encontro (também chamada de tabernáculo). Com grande entusiasmo eles deram porque sabiam quão importante sua oferta era para a construção da casa de Deus. Pilotos de avião e operadores de computadores podem pressionar botões de teste para verificar se seus equipamentos estão funcionando apropriadamente. Deus tem um botão rápido de teste para verificar nosso nível de comprometimento – nossas carteiras. Life Application Study Bible NVI.

22 fivelas, pendentes, anéis. As pequenas economias do povo nômade sempre se constituíram de joias e enfeites. Mesmo quando os atavios não eram mais usados (33.6), eram guardados como dinheiro. Bíblia Shedd.

25 mulheres hábeis traziam o que tinham fiado. Fiar era uma arte comum entre as mulheres dessa época, ricas ou pobres. Havia trabalho para todos na construção do tabernáculo e de sua mobília. CBASD, vol. 1, p. 732.

26 pelos de cabra. O método mais comum de fazer material para tendas; era o ofício do apóstolo Paulo, que lhe dava o sustento durante as viagens missionárias (At 18.3). Até hoje se fabricam tendas desse tipo no Oriente. Bíblia Shedd.

Todas que fiavam roupas fizeram uma linda contribuição para o tabernáculo. Bom trabalhadores se orgulham da qualidade e beleza de seu trabalho. Deus se interessa coma  qualidade e beleza do que você faz. Seja você um executivo de negócios ou um caixa de loja, seu trabalho deveria refletir as habilidades criativas que Deus lhe deu. Life Application Study Bible NVI.

27 príncipes. Não no sentido de filhos de família real, mas líderes entre o povo, talvez os chefes de mil (18.25). Bíblia Shedd.

29 oferta voluntária. Generosidade e fidelidade são o que torna nosso serviço aceitável a Deus (PJ, 402), e Ele nos recompensa segundo Sua generosidade (PJ, 397). CBASD, vol. 1, p. 732.



ÊXODO 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
5 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 34 by Jeferson Quimelli
4 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-34

Deus proíbe novamente a feitura de imagens de fundição e ordena que os altares e imagens sejam destruídos e os bosques onde estes ídolos eram adorados sejam cortados. Infelizmente, essas medidas não foram sempre seguidas. Mais tarde, ídolos foram colocados até no templo de Jerusalém pelo rei Manassés de Judá no século VII a.C. O culto de adoração a “Asherah” era muito difundido na época, de acordo com o registro arqueológico da descoberta de centenas de deusas de barro. Certamente Deus sabia a tentação que essas imagens seriam para Israel.

E quanto às nossas vidas, hoje? Se o tempo demorasse, o que os arqueólogos diriam de nós, milhares de anos à frente, ao escavarem nossas casas? Como interpretariam as negras telas de TV situadas nas paredes de nossas salas de estar e quartos, com assentos posicionados estrategicamente de frente para elas? Será que as interpretariam como objetos de adoração? Quanto tempo passamos com a Palavra de Deus todos os dias, em comparação com as outras distrações da vida?

As palavras de Deus encontradas neste capítulo ainda são verdadeiras para nós: “Porque o SENHOR, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso.” Ele deseja ser o nosso tudo em todos!

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/34
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 34 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
4 de janeiro de 2019, 0:45
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Há neste capítulo muitas verdades espirituais. Há muita teologia em cada parágrafo. Há muitas lições práticas, das quais devemos atentar.

Observe os seguintes tópicos:

1. Embora Moisés soubesse tudo o que estava escrito nas duas tábuas dos Dez Mandamentos que ele havia despedaçado, Deus não pediu que ele reescrevesse. Só foi pedido que Moisés preparasse novas tábuas de pedras e levasse para Deus escrevê-las novamente – Estas são as especiais e morais Leis de Deus (vs. 1-4);

2. Uma visão correta do caráter amoroso de Deus orienta a oração dos seres humanos desprovidos da glória divina. Quanto mais Moisés avançava em seu relacionamento com Deus, mais percebia que Deus é misericordioso, gracioso, paciente, amoroso, fiel, leal, perdoador… embora intolerante ao pecado (vs. 5-17);

3. Há temas tão relevantes que Deus reitera sempre que vê necessidade. Nos versos 18-27, Deus relembra Moisés da importância da…

• festa dos pães asmos;
• redenção dos primogênitos;
• santidade do sábado;
• festa das semanas;
• festa da colheita.

4. Aquele que passa tempo na presença de Deus reflete Sua glória. Quem vive na presença divina certamente não será mais o mesmo. Moisés esteve por 40 dias ininterruptos na presença de Deus; não parou nem para comer nem para beber nada, então, sua face resplandeceu diante dos israelitas (vs. 28-35).

Por três vezes Deus quis que fosse inserida a orientação de que é proibido cozinhar o cabrito no leite de sua própria mãe (Êxodo 23:19; 34:26; Deuteronômio 14:21).

Hans Joechen Boecker apresenta várias opções interpretativas deste mandamento, alegando que elas são questionáveis. Após analisar as principais interpretações, oferece sua compreensão, que segue:

“No leite materno, o animal recém-nascido encontra o elixir de vida propriamente dito; o leite materno transmite a energia do início da vida. Utilizar o leite materno para cozinhar o filhote destruiria a ordem da criação, pois mesclaria de forma negativa a esfera da vida com a esfera da morte”.

Deus se preocupa com pequenos detalhes. Ele é o autor da vida e quer que seres humanos preservem a vida de Suas criaturas. O leite é símbolo da vida, e não quer que esteja vinculado com a morte. Deus é o Criador, por isso é também o Legislador. Tudo o que Ele faz revela cuidado com o pecador.

Feliz sábado! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 34 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de janeiro de 2019, 0:30
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“E, passando o Senhor por diante dele, clamou: Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (v.6).


Ainda em seu lugar de comunhão pessoal, Moisés recebeu de Deus a ordem de lavrar duas novas tábuas de pedra, a fim de que o Senhor nelas escrevesse “as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas” (v.1). Moisés subiria novamente ao monte Sinai para um encontro particular com Deus. Após o devido preparo, “pela manhã de madrugada, subiu ao monte… levando nas mãos as duas tábuas de pedra” (v.4). Como um vislumbre do segundo advento, Moisés contemplou o Senhor vindo em uma nuvem e proclamando “o nome do Senhor” (v.5). O idoso líder reagiu com palavras de louvor e adoração. “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, O adorou” (v.8) e intercedeu em favor dos filhos de Israel (v.9).

A resposta de Deus veio em forma de aliança. Toda promessa do Senhor é assinada com o zelo de um Deus que não precisa de terceiros para cumpri-las. No contrato do Céu as cláusulas são pétreas. Deus estabelece com o Seu povo um contrato de adesão a fim de que possamos usufruir de seus benefícios pela obediência e plena confiança em Suas palavras. O que Ele estabelece como promessa é sempre fiel e verdadeiro. Como Moisés, precisamos ir ao encontro dEle, nas primeiras horas de cada dia, “levando nas mãos” as tábuas de carne do nosso coração (2Co.3:3), exaltando o nome do Senhor e, em atitude de adoração, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Quando há uma íntima relação entre o Senhor e o verdadeiro adorador, há também a resposta do adorador a este encontro privilegiado. Não há espaço para alianças corruptíveis no coração daquele que compreende que “o nome do Senhor é Zeloso” (v.14). O ministério terrestre de Cristo nos deixou o supremo exemplo da fidelidade para com a aliança divina. Mesmo recebendo pecadores e comendo com eles (Lc.15:2), Jesus deixou bem claro o cumprimento de Sua missão de resgate e o limite de ir ao pecador a fim de salvá-lo do pecado, ao proferir as três parábolas de Lucas 15. Não fazer aliança “com os moradores da terra” (v.15) em nossos dias, significa atender à advertência escrita pelo apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

A infidelidade para com Deus, ou idolatria, começa com pequenos passos em direção ao pecado. A contemplação tem o poder de transformar tanto para o bem como para o mal. Jesus mesmo afirmou: “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” (Mt.6:22-23). Moisés estava sempre a contemplar o Senhor e Suas obras, sempre a buscar mais de Sua presença, sempre perseverando em avançar no conhecimento de Deus e de Sua vontade. E foi por esta contemplação e busca incansável que todos “viam que a pele do seu rosto resplandecia” (v.35) de santa consagração. Deus faz brilhar a Sua luz na face de todo aquele que verdadeiramente O invoca e confia em Suas promessas. Foi assim com Moisés, foi assim com Jesus (Mt.17:2), foi assim com Estêvão (At.6:15) e tem sido assim com todos que têm se apegado às fiéis promessas do “Assim diz o Senhor”.

“Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1Co.10:14). Apeguemo-nos à forte destra dAquele que escreveu com Seu Espírito “as dez palavras” (v.28) que nos guardam. À infidelidade de Israel e dos povos da terra, o Senhor respondeu por intermédio de Seu servo Oséias: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus”, e continuou dizendo, “o Meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os.6:1 e 6). Que conhecimento é este? No próprio livro de Oséias encontramos a resposta: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3).

Em Sua intercessão por nós, Jesus também declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Conhecer a Deus, eis a chave que nos abrirá os portais da eternidade! Que enquanto aqui estivermos, perseveremos em crescer neste conhecimento que transforma, que ilumina e que salva.

Bom dia, adoradores do Deus Zeloso!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo34 #RPSP

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