Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 17 by jquimelli
27 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-17/

Deus ama dar presentes a Seus filhos. Levítico 17 nos dá um maravilhoso exemplo disso. Aqui Deus adverte o seu povo contra o uso indevido de um dom que derramava de seus sacrifícios: o sangue. Deus, através de Moisés, diz ao seu povo “… Eu o dei [o sangue] a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”(v. 11 NVI).

Talvez isso contradiga seu conceito de sacrifício. Não é o sacrifício um presente do adorador para Deus? Sim, isso é verdade. Um sacrifício é trazido pelo adorador, mas o sangue do sacrifício faz com que o povo de Deus fique consciente de onde a expiação (perdão e reconciliação com Deus) vem. Não vem do trabalho duro do devoto ao cuidar das ovelhas no campo, ou sua generosidade em trazer um animal perfeito para o sacrifício.

Deus está declarando que o perdão vem somente com o dom do sangue, apontando para o sacrifício de Jesus na cruz. Assim como Paulo claramente aponta em sua carta aos Romanos: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (6:23 NVI).

Eric Sayler
Pastor, IASD Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 17 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2019, 0:45
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Você come morcilha ou alguma receita preparada com sangue? Sabia que o sangue é o filtro do corpo, o qual absorve todas as impurezas, por isso frente a doenças pede-se exames de sangue? Além disso, você sabia que Deus proíbe comer sangue?

O servo de Deus fiel às Suas orientações não come aquele churrasco que vem pingando sangue. Ele cuida para não contaminar seu corpo que é o templo do Espírito Santo. Cuidar da saúde implica deixar o corpo limpo e apropriado para a santa presença do Espírito Santo.

Este capítulo apresenta os seguintes pontos que merecem nossa atenção porque não é invenção de Moisés, mas Deus Lhe falou e ele escreveu (vs. 1-2).

1. Deus pede que os sacrifícios não sejam fora do Santuário, caso acontecesse, a pessoa seria culpada de derramar sangue de forma imprópria; portanto, pagaria com sua vida por esse ato (vs. 3-4). O ritual de sacrifício só teria sentido se as orientações de Deus fossem seguidas. No processo da salvação não é como a pessoa quer, mas como o Salvador orienta.

2. O animal deveria ser morto como oferta de paz perante Deus e, o sacerdote deveria aspergir/borrifar sangue no altar de Deus (vs. 5-6). O sangue é sujo e vida, representa nosso pecado e nossa vida. Nossa contribuição para a salvação é a entrega de nossa vida pecaminosa a Deus.

3. Satanás desvirtua o propósito de Deus; ele adultera o culto e a adoração além de manipular o sistema divino de salvação. Quem não segue toda a Palavra que sai da boca de Deus torna-se presa fácil dele e desvia-se da salvação disponível a todo pecador (vs. 7-9).

4. A razão de Deus proibir comer sangue é pelo fato de sangue ser vida. Deve-se respeitar a vida. Sangue representa a morte. Ao comer carne que não seja imunda (Levítico 11), deve-se antes retirar todo o sangue e enterrá-lo (vs. 10-14). Isso vale para judeu e estrangeiro – nós!

5. Deus não é a favor de comer carne de animal encontrado morto ou despedaçado (vs. 15-16), nosso corpo é Sua morada.

Que tipo de carne se come hoje? Quem está mantendo limpo o lugar de habitação de Deus?

Jesus deu Seu sangue por nós para que vivamos. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de janeiro de 2019, 0:30
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“Nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, com os quais eles se prostituem; isso lhes será por estatuto perpétuo nas suas gerações” (v.7).


Haviam práticas pagãs observadas pelos povos vizinhos que, de igual forma, eram realizadas no Egito. Uma delas era o sacrifício aos deuses pagãos. Deus orientou o Seu povo para abster-se de tais práticas, pois elas, na verdade, não passavam de cultos a demônios. Ou seja, só o Senhor Deus é digno de toda adoração; só o Senhor é Deus, e não há outro. Fora disso, a adoração é adulterada. O Senhor mesmo disse: “Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Nos dois primeiros mandamentos do Decálogo, está escrito: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura… não as adorarás, nem lhes darás culto…” (Êx.20:3-5). Só ao Senhor devemos prestar culto! Somente a Ele!

Semelhantemente, os pagãos tinham costume de beber do sangue de seus sacrifícios aos deuses estranhos, inclusive, sacrifícios humanos. Deus advertiu o Seu povo a não contaminar-se com a mesma prática. O derramamento de sangue no santuário prefigurava a Cristo, que verteria o Seu sangue para o perdão de nossos pecados. Ellen White escreveu: “Fazendo os homens violarem o segundo mandamento, visava Satanás rebaixar suas concepções acerca do Ser divino. Pondo de lado o quarto, fá-los-ia esquecer-se completamente de Deus. A reivindicação divina à reverência e culto, acima dos deuses dos gentios, baseia-se no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem sua existência” (Patriarcas e Profetas, p.239).

A ênfase do capítulo de hoje está, portanto, na contrafação à verdadeira adoração. Só o Senhor é Deus, o Senhor é único! A idolatria afasta o povo de Deus e, por consequência, o coloca em terreno inimigo. Não era apenas uma proibição quanto ao consumo de sangue de animais, mas uma questão que afetava o relacionamento entre o povo e Deus, que feria a identidade de um povo escolhido para ser santo. Podemos afirmar categoricamente que servimos somente ao Senhor? Ellen White também escreveu: “Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Assim, em todos os séculos, do meio da apostasia e rebelião, Deus reúne um povo que Lhe é fiel, povo em cujo coração está a Sua lei.” (Is.51:7; Patriarcas e Profetas, p.241).

Cuidado com as contrafações atuais! Elas não deixaram de existir, só mudaram de forma. A última batalha universal não será por força ou violência, mas pela diferença entre os verdadeiros e os falsos adoradores, os que conhecem ao Senhor e os que não O conhecem. E Satanás está usando todas as suas armas “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Que Deus nos ajude e continue a nos santificar através de Sua Palavra. “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11).

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico17 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
27 de janeiro de 2019, 0:05
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1399 palavras

Os capítulos 17 -26 são por vezes chamados de “código da santidade”, porque focaliza o que significa viver uma vida santa. O verso central é 19.2: “Sejam santos porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (NVI). Life Application Study Bible NVI.

17.1 – 27.34 Nestes capítulos, o Senhor exige que a santidade atinja, claramente, cada aspecto da vida de Israel. Considerando temas tão diversos como o comportamento sexual e o Ano do Jubileu, os crimes capitais e os pães do tabernáculo, o Senhor ensina Israel a refletir a Sua santidade no seu comportamento. Bíblia de Genebra.

3-9 No período em que Israel esteve no deserto, os animais só podiam ser mortos no tabernáculo, mesmo para refeições normais. Isso visava impedir que sacrifícios secretos fossem oferecidos a ídolos (v. 7). Bíblia de Genebra.

3 sacrificar um boi, um cordeiro ou um cabrito. Animais que podiam ser sacrificados. Essa lei permitia o abate desses animais, mesmo quando utilizados como alimento, somente se sacrificados no santuário do Senhor. A razão era evitar que os israelitas abatessem esses animais como sacrifícios a demônios (ver v. 7). A lei foi instituída enquanto o povo israelita estava acampado em volta do santuário no ermo [wilderness]. Mais tarde, quando se espalharam em Canaã, lhes foi permitido abater animais sacrificáveis para sua alimentação fora do santuário se o seu sangue fosse drenado, no mesmo tratamento dado a animais de caça (Dt 12:20-25; comparar com Lv 17:13). Andrews Study Bible.

Por que os israelitas eram proibidos de sacrificar fora da área do tabernáculo? Deus havia estabelecido tempos e lugares específicos para sacrifícios e cada ocasião era permeada de simbolismo. Se o povo sacrificasse de acordo com sua vontade, eles poderiam facilmente adicionar ou subtrair algo da Lei de Deus para que se ajustasse ao seu estilo de vida. Muitas religiões pagãs permitiam que cada sacerdote individual estabelecesse suas próprias regras; As ordens de Deus ajudavam os israelitas a resistirem à tentação de seguir o padrão pagão. Quando os israelitas caiu em idolatria, foi porque “cada um fazia o que achava certo”. Life Application Study Bible NVI.

Quando os filhos de Israel saíram do Egito, um grande grupo de pessoas, principalmente egípcios, saiu com eles. A Bíblia os chama de “mistura de gente”, literalmente uma “multidão mista” (Êx 12:38;Nm 11:4). Uma palavra ainda melhor seria “turba”, usada em algumas versões. Eles viviam causando problemas e se rebelavam constantemente. Estavam dentre os que exigiram carne como alimento, o que resultou na morte de milhares (Nm 11:4-6, 18-20, 31-33). Embora testemunhassem diariamente o milagre divino do maná que caía do céu, eram ingratos e profanos. Como tantos que vivem da caridade alheia, suas exigências aumentavam constantemente. Parece razoável assumir que essa multidão procurava continuar seus cultos e festivais pagãos. No Egito havia as mais degradantes formas de paganismo. Dentre elas, o culto ao demônio era provavelmente a pior (Lv 17:7). Nesse culto, bodes eram sacrificados. Abusos assim começaram a se infiltrar entre os israelitas e uma reforma foi necessária. Antes do estabelecimento do santuário, o pai da família era também seu sacerdote e, como tal, oferecia sacrifícios por sua casa. Quando o tabernáculo foi construído, os sacerdotes assumiram as ofertas e uma grande mudança ocorreu na vida de Israel. Os pais entregaram aos levitas algumas de suas antigas prerrogativas, e isso pode ter provocado insatisfação. O mais difícil foi atender à ordem de que todo sacrifício de animais devia, dali em diante, ser feito no santuário e todas as festas comumente celebradas em conexão com os sacrifícios deviam ser feitas também ali. Essa mudança, em si mesma, não causaria dificuldade ao povo, pois o santuário ocupava posição central no acampamento, com facilidade de acesso a todos. O arranjo, porém, acabaria automaticamente com as festas de convívio da multidão mista e, pode-se supor, muitos israelitas participavam entusiasticamente das mesmas. É possível inferir, do v. 7, quão longe os israelitas foram na participação desses cultos pagãos. … Deus não proibiu encontros sociais, mas estes deviam estar de acordo com as normas envolvendo o santuário. Não devia haver festas pagãs. … A ordem de matar os animais na porta do santuário foi suspensa depois que Israel entrou em Canaã (ver Dt 12:15, 20, 21). Todos os animais sacrificais deviam ser levados ao tabernáculo, mas se o animal era para alimento diário, então devia ser morto em casa. Presumivelmente nessa época Israel havia aprendido a lição que Deus pretendia ensinar; além disso, a multidão mista já não era uma armadilha para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 845-847.

demônios (ARA; NVI: “ídolos em forma de bode”). A palavra para “demônios” é, literalmente, “bodes”, o mesmo termo utilizado para o bode do Senhor e o Bode de Azazel no cap. 16. Talvez os israelitas associassem Azazel com este bode e o vissem como um bode-demônio a quem deviam sacrificar para que não lhes causasse dano. De qualquer forma, sacrificar a qualquer um a não ser ao Senhor era uma “imoralidade” espiritual que violava a aliança exclusiva com Ele (comparar com Êx 20:3). A ideia que sacrifícios pagãos eram feitos a demônios (não a divindades) aparece em Dt 32:17 e 1Co 10:20. Andrews Study Bible.

Os ídolos em formato de bode (também chamados demônios) eram objeto de adoração e sacrifício em tempos antigos, particularmente no Egito, de onde eles haviam recentemente escapado. Deus não queria que o povo fizesse esse tipo de sacrifício no deserto ou na terra prometida, para onde se dirigiam. Life Application Study Bible NVI.

A prostituição simboliza a apostasia, a falta de fidelidade a Deus e, naquelas épocas, se relacionava mormente com a idolatria com seus ritos perversos. Bíblia Shedd.

11 Pois a vida da carne está no sangue. Temos, neste versículo, uma das mais importantes afirmações teológicas do Livro do Levítico. A vida é sagrada porque pertence a Deus. Como sinal de respeito pela vida e pelo Criador, nenhum israelita poderia comer sangue, pois a vida da carne está no sangue (cf. Gn 9.4-6). Bíblia de Genebra.

Como a vida era sagrada, o sangue (um símbolo da vida) devia ser tratado com respeito (Gn 9.5, 6). Por isso, era rigorosamente proibido comer sangue. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Sete vezes nos livros de Moisés a proibição de comer sangue é repetida … A razão dada é que o sangue representa a vida; de fato, sangue é vida. Isso é verdade em sentido literal.  … O sangue ocupa um lugar elevado no plano da salvação. O sangue de Cristo é repetidamente descrito como o elemento vital da redenção. … É o sangue que faz a expiação por causa da vida que há nele. O sangue de Cristo faz expiação [v. 11] porque representa a vida dEle. A morte de Cristo cumpriu um propósito: uma vida por outras. Assim, a vida e a morte de Cristo asseguram a salvação. Por Sua morte, Cristo pagou o preço e satisfez os reclamos da lei; através de Sua vida, Ele nos assegura vida (ver Rm 5:10).  CBASD, vol. 1, p. 847-848.

Eu vo-lo tenho dado. O sistema sacrificial do Antigo Testamento era um dom gracioso de Deus ao Seu povo. Bíblia de Genebra.

14 Porque comer ou beber sangue foi proibido? A proibição contra comer sangue tem suas origens nas instruções dadas a Noé (Gn 9:4). Deus proibiu comer e beber sangue por várias razões: 1) Desencorajar práticas pagãs. Israel deveria ser separada e distinta das nações à sua volta. Comer sangue era uma prática pagã comum. Isso era feito geralmente com a intenção de ganhar as características do animal sacrificado (resistência, força, velocidade, etc.). O povo de Deus deveria confiar nEle, não ingerir sangue para sua força. 2) Para preservar o simbolismo do sacrifício. O sangue simbolizava a vida do animal que era sacrificado em lugar do pecador. … 3) Proteger o povo de infecções porque muitas doenças mortais são transmitidas através do sangue. Os judeus levavam a sério essa proibição, e foi por causa disso que os ouvintes de Jesus ficaram tão contrariados quando Ele disse que eles deveriam beber o Seu sangue (Jo 6:53-56). Contudo, Jesus, sendo o próprio Deus e o definitivo sacrifício requerido pelos pecados, estava pedindo aos ouvintes que se identificassem com Ele completamente. Ele quer que tomemos Sua vida em nós e quer participar de nossas vidas. Life Application Study Bible NVI.

15 animal encontrado morto ou despedaçado. Quando um animal morria de alguma doença, ou era morto por algum animal, era provável que seu sangue não houvesse sido devidamente removido, portanto não seria uma comida lícita para o homem. Além disso, a doença que ceifou o animal podia ser uma ameaça à saúde daqueles que o comessem. Bíblia Shedd.



LEVÍTICO 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2019, 0:05
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