Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 33 by jquimelli
3 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-33

Moisés tira agora a tenda da congregação do meio do campo e a coloca “longe do acampamento”, indicando que a presença de Deus havia deixado o povo. Você já se sentiu totalmente separado de Deus, depois de ter caído?

A beleza deste capítulo é que, não obstante a gravidade da ofensa, Deus honra a Seu servo Moisés: “Você encontrou graça aos Meus olhos, e Eu te conheço pelo nome.” Que Deus clemente nós servimos!

Moisés deseja ter confirmação adicional da promessa de Deus e confiança de que o Senhor seria com Ele e assim ele pede: “Mostre-me sua glória.” Nenhum homem caído pode ficar na presença de Deus face a face, mas o respeito mútuo e a pureza de coração de Moisés haviam tornados próximos, neste momento, a criatura e o Criador.

Você quer sentir a presença íntima de Deus em sua vida hoje? Ponha de lado tudo que te pode separar dEle, e peça-Lhe para que Se faça evidente em tua vida. O mesmo Deus que passou diante de Moisés, quando escondido na fenda da rocha, pode Se revelar a você. Ele é o mesmo Jesus amável que veio para salvar você de seus pecados.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/10/01/exodo-33/ e https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/33
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
3 de janeiro de 2019, 0:45
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Não podemos ver a Deus por causa de nossos pecados. Eles separam-nos de Deus. Mas quando amamos mais a Deus que o pecado, poderemos desfrutar de Sua presença e companhia em nossa caminhada cristã.

1. A presença de um anjo de Deus já seria suficiente para que Suas promessas se cumprissem, mas devemos desejar, buscar e clamar mesmo pela presença de Deus (vs. 1-4);

2. A dureza de coração, a rebeldia, a ingratidão, a idolatria, a imoralidade, irritam o coração de Deus, separam-nos dEle e perdemos Suas bênçãos, proteção e cuidado (vs. 3, 5);

3. Ao aproximarmos de Deus é necessário tirar todo pecado, até mesmo a sutil vaidade impregnada no coração externalizada nos atavios desnecessários, como: brincos, pulseiras, colares, correntinha, piercing, pinturas, etc. (vs. 6-11);

4. Precisamos aprender com Moisés a buscar ao Senhor não apenas para obter milagres, mas para obter orientação, para saber o que fazer durante a caminhada cristã (vs. 12-14);

5. Nunca deveríamos dar sequer um passo sem a certeza da presença de Deus em nossa vida; em Sua presença encontramos descanso, segurança e orientação (vs. 14-17);

6. Quem ama a Deus sempre quer mais de Deus; Moisés não se contentou apenas em ter a presença de Deus, ele quis ver a Sua glória e foi atendido (vs. 18-23);

7. Quando mais nos aproximamos de Deus, mais nítido fica Seu caráter bondoso, misericordioso e compassivo que é perdoador e restaurador do pecador (v. 19), não vingativo, destrutivo ou autoritário.

“Algumas pessoas ficam satisfeitas com o perdão de Deus, que enfatizam os dons divinos. Outros progridem para um desejo pela presença dEle, que enfatizam a orientação de Deus. Tal como Moisés, dizem: ‘Se a tua presença não for comigo, eu não irei’. Mas existem outros, possivelmente poucos, que perseguem a mais alta intimidade, buscando um vislumbre da glória de Deus. Essas pessoas descobrem o verdadeiro propósito da oração” (Erwin W. Lutzer).

• A desgraça de nossa vida é passar mais tempo com qualquer coisa do que com Deus.
• A desgraça que enfrentamos é porque preferimos ao pecado antes que a Deus.
• A desgraça que atraímos é porque não buscamos a graça da presença divina.

Quanto mais buscamos a Deus, mais desejaremos Sua presença e obteremos a Sua glória! Reavivemo-nos – Heber Toth Armí.



ÊXODO 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de janeiro de 2019, 0:30
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“Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo…” (v.11).


O triste episódio anterior causara uma ruptura entre Deus e Seu povo. Apesar da promessa da guia do Anjo do Senhor (v.2), a declaração de que Deus não iria no meio deles durante a peregrinação causou-lhes grande comoção, de modo que se puseram a chorar e “tiraram de si os seus atavios desde o monte Horebe em diante” (v.6). Moisés possuía uma tenda especial de comunhão, conhecida como “tenda da congregação” (v.7), antes mesmo da construção do tabernáculo. Como de costume, a tenda era armada fora do arraial, em lugar distante e “todo aquele que buscava ao Senhor saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial” (v.7). Era uma espécie de refúgio de oração.

Os momentos em que Moisés se dirigia àquele lugar se tornaram em momentos de adoração coletiva. Ao avistar a nuvem de Deus que ficava “à porta da tenda; todo o povo se levantava, e cada um, à porta da sua tenda, adorava ao Senhor” (v.10). Enquanto isso, Moisés entretinha com Deus uma íntima comunhão, sincera devoção. Seu relacionamento com o Senhor só aumentava e fazia o seu coração desejar mais e mais de Sua doce companhia. As experiências no monte e na tenda da congregação não eram suficientes para aplacar o seu anelo em conhecer o Senhor e o Seu reto caminho. O maior líder que Israel já teve foi aquele que compreendeu que a comunhão do homem com Deus não se limita a duas ou mais experiências, mas que se estende por toda uma vida de busca e ardente desejo pelas coisas lá do alto.

A Minha presença irá contigo, e Eu te darei descanso” (v.14), foi a resposta do Senhor ao pedido de Moisés. Sendo o único a falar com Deus “face a face” (v.11), a presença do próprio Jesus lhe motivava a dar ainda maiores passos de fé. E foi nesse sentido que seu próximo pedido se mostrou ousado e inusitado: “Rogo-Te que me mostres a Tua glória” (v.18). A aparição do Senhor ao Seu servo Moisés, até então, era-lhe revelada por meio do Deus conosco, Jesus Cristo. Isto explica o fato de não haver contradição nos versos 11 e 20, e sim que a revelação da glória de Deus está relacionada com a perfeição de Sua criação antes do pecado e que o homem só poderá contemplá-la e viver quando o pecado for completamente erradicado. Portanto, o meu encontro com Cristo, a cada dia, definirá se O contemplarei em Sua glória e viverei, quando Ele regressar.

Quão insondáveis são as profundezas de Deus! Quão inesgotáveis as bênçãos provenientes da sagrada comunhão! Nenhuma mente humana pode conceber a grandiosidade dos meios divinos a fim de estabelecer cada vez mais íntimo acesso entre o justo e Deus. Foi assim que Enoque descobriu a mais pura e sublime amizade ao estabelecer a sua vida sobre a rocha da comunhão diária. Mais do que a sua conversação com homens, na maior parte do tempo estava em diálogo com o Eterno. A oração era a sua principal comunicação do dia. E no silêncio das paisagens naturais ainda conservadas em estado quase edênico, meditava e pacientemente aguardava a resposta do seu Senhor e Amigo.

Oh, quanto precisamos estabelecer idênticos laços de amizade com o Senhor! As experiências e testemunhos de vida são importantes e fortalecem a nossa fé, mas não são tudo. Precisamos viver experiências diárias com Jesus. E isto não significa que coisas sobrenaturais devam acontecer todos os dias, e sim que, ainda que o sobrenatural não aconteça, ou não nos seja revelado aos olhos, cremos que há um Deus que prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Você serve a um Deus que te conhece “pelo teu nome” (v.17), e que, todos os dias te chama: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Qual tem sido a tua resposta ao convite diário de Jesus? Ele é um Deus pessoal e deseja te preparar para ver a Sua glória, não mais te colocando “numa fenda da penha” (v.22), mas te elevando para o encontro com Ele “nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).

Bom dia, amigos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo33 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
3 de janeiro de 2019, 0:05
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1114 palavras

O capítulo 33 de Êxodo começa com o panorama do ser humano desalentado e oprimido por estar distante de Deus, e termina com a ideia de que ele pode ter segurança e força ao se aproximar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 724.

2,3 Anjo. No anjo vemos claramente a presença de Jesus Cristo, que nos reconciliou com Deus (Ef. 2.14-22) (Bíblia Shedd).

Não existe nenhum verdadeiro contraste entre o Senhor e o Anjo nesta passagem, já que o Anjo que deveria ir adiante já foi identificado como o próprio Senhor (23.20-23; Gn 16.7). A chave para entender a proposta de Deus se encontra no v. 3 (“Eu não subirei no meio de ti”). A questão era a moradia graciosa de Deus entre o povo (29.44-46). Se Deus não habitasse no meio de Israel, então não fazia sentido construir o tabernáculo; na verdade, Israel poderia “subir” imediatamente sem construi-lo (v.1). Em vez disso, outro acordo, já em operação (vs. 7-11) seria continuado. Deus se encontraria com Moisés e com os israelitas que o procurariam numa tenda “fora, bem longe do arraial” (v. 7). Esta nova “tenda da congregação” não era a habitação de Deus; Josué viveu lá (v. 11). Deus só vinha em certos momentos até à entrada da tenda numa coluna de nuvem para falar com Moisés (vs. 9-10) (Bíblia de Genebra).

Eu não subirei no meio de ti. Por amor, Deus diz aos israelitas que é melhor não ir com eles. Se novamente violassem a aliança, Sua presença significaria a completa destruição do povo. Algumas vezes, Deus em Sua misericórdia Se afasta de nós. Ele nunca nos obriga a aceitar Sua resença (Mt 13:53-58). CBASD, vol. 1, p. 722.

4 pôs-se a prantear.Poderia até se pensar que Israel se alegraria na possibilidade de receber a sua herança na terra sem a ameaça da constante presença de Deus. Ao invés disso, prantearam, pois Israel não seria mais uma nação de sacerdotes, desfrutando de comunhão imediata com Deus (19.3-6; 29.45-46). Este episódio é uma das grandes crises da história do êxodo (Bíblia de Genebra).

Atavios. Símbolos de um estado alegre, próspero, e de grande importância. Se o povo estava numa condição de arrependimento, não podia se vestir de uma maneira festiva. Os atavios do verdadeiro povo de Deus vêm do próprio Senhor (Ap. 21.1; Mt 22.11-12) (Bíblia Shedd).

Eles tiraram as vestes festivas associadas com a idolatria (cf. Gn 35.4) e assumiram a postura de pranteadores (Bíblia de Genebra).

6 De Horebe em diante. Isto indica que os israelitas deixaram de usar adornos ou atavios, pelo menos por um tempo, como sinal do sincero propósito de obedecer a Deus. CBASD, vol. 1, p. 723.

7 tomar… Armá-la. As formas verbais hebraicas usadas aqui indicam que esta foi a prática normal durante o período no Sinai. Esta “tenda da congregação” era uma estrutura temporária que servia como um lugar de encontro para Deus e Moisés até que o verdadeiro tabernáculo pudesse ser construído (Bíblia de Genebra).

Tenda da congregação. Parece ser o “escritório” da legislação cívica guardado pelo chefe do exército, Josué (11). Depois de construído o Tabernáculo, este também recebeu o título de “Tenda da Congregação”, acumulando a função cívica da tenda original de Moisés, que por simples que tenha sido, era o lugar da revelação da glória de Deus (9-10). Fora do arraial. Havia perigo se Deus manifestasse Sua glória no meio do povo (Bíblia Shedd).

Fora… bem longe. A ausência da presença de Deus no arraial é enfatizada (Bíblia de Genebra).

11 Face a face. Nota-se que a iniciativa sempre está com Deus, que pela Sua graça nos abre o caminho da oração e nos manda buscar Sua face, até o dia de hoje. A parte mais importante desta comunhão é escutar a voz de Deus. (Falava o SENHOR). Isto pode ser feito quando lemos a Bíblia com fé, meditamos naquilo que temos lido, e resolvemos, pela graça de Deus, pôr em prática tudo que ali aprendemos (Bíblia Shedd).

Amizade com Deus era um privilégio real para Moisés, fora do alcance para os outros hebreus. Mas não está fora do alcance para nós, hoje. Jesus chamou Seus discípulos – e, por extensão, a todos os Seus seguidores – Seus amigos (Jo 15:15). Ele chamou você para ser Seu amigo. Você confiará nEle como Moisés fez? Life Application Study Bible NVI.

14 te darei descanso. O uso do pronome singular “tu” significa que a promessa de 3.13-15 para todo Israel é agora repetida a Moisés, individualmente (Bíblia de Genebra).

15 comigo. Moisés engloba o povo em sua prece. O tratamento no plural (“não nos faça” faz a conexão entre Moisés e Israel. Se Deus escolhesse não ir com o Seu povo habitando entre eles, não haveria sentido ir à Terra Prometida. O objetivo não era apenas o leite e mel em Canaã, mas uma terra santa onde Deus iria habitar no meio do Seu povo (Bíblia de Genebra).

16 separados. A distinção de Israel estava baseada na presença graciosa do próprio Deus (Bíblia de Genebra).

17 achaste graça aos Meus olhos. Deus inclui Israel em favor de Moisés. Israel dependia de Moisés como mediador (Bíblia de Genebra).

18 me mostres a Tua glória. Tendo experimentado a misericórdia de Deus, Moisés ansiava pela revelação completa (Bíblia de Genebra).

Muitas vezes a culpa nos faz fugir da presença do Senhor. Isto aconteceu com nossos primeiros pais quando “esconderam-se” (Gn 3:8). Moisés ficava na presença do Senhor e não tinha medo porque sua vida estava em harmonia com a vontade de seu Criador. Quanto mais se conhece a Deus, mais se anseia conhecê-Lo. Na presença divina há “plenitude de alegria” e na Sua destra há “delícias perpetuamente” (Sl 16:11). CBASD, vol. 1, p. 724.

19-23 A autorevelação de Deus envolve Seu nome (3:14) que é intimamente ligado à Sua natureza. Bondade é um elemento chave neste caráter (Andrews Study Bible).

20 Não Me poderás ver. Se com o surgimento de um anjo, os soldados romanos, à entrada da tumba de Cristo, “ficaram como se estivessem mortos” (Mt 28:4), o que pode acontecer se um pecador entrar na presença de Deus? Jacó se maravilhou de ter visto Deus “face a face” e ainda ter permanecido com vida (Gn 32:30). CBASD, vol. 1, p. 724.

23 costas. A bondade do Senhor velou o que Moisés não podia suportar e revelou tudo o que podia suportar (Bíblia de Genebra).

Moisés veria as costas de Deus mas não Sua face, após ter visto “Seus pés” e onde pisava (24.10). Note que Deus está falando de Si mesmo em termos humanos de modo que possa ser entendido por seres finitos (Andrews Study Bible).

Ver as costasde Deus significa que somente podemos ver por onde Deus passou. Podemos somente vê-Lo pelo que ele faz e como Ele age.Não podemos compreender como Deus realmente é à parte de jesus Cristo (Jo 14:9). Jesus prometeu mostrar-Se a Si próprio a todo que acreditar. Life Application Study Bible NVI.



ÊXODO 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
3 de janeiro de 2019, 0:05
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