Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 20 by jquimelli
30 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-20/

Obviamente, nós, como cristãos, geralmente não somos culpados de sacrificar nossos filhos a Moloque hoje. Mas seríamos culpados de sacrificá-los ao fogo de outros deuses modernos como ceticismo, materialismo, racismo, emocionalismo, sensacionalismo? Ou culpados de adultério espiritual?

Tudo o que Deus ordenou no deserto baseou-se em princípios que afetam nossas vidas hoje. Se a pureza das relações familiares ou das relações no casamento forem corrompidas, a santidade da igreja será afetada, e logo a sociedade como um todo começará a desmoronar. Então, para proibir isso, Deus começa nos próprios alicerces … nossos filhos, nossos pais e nós! “Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos!” (Mateus 18:10 NVI). Se você amaldiçoar seus pais (a linhagem sanguínea a partir da qual eu te formei), meu sangue não poderá mais te cobrir. E se você corromper a instituição sagrada do casamento, ou tiver um caso com outros amantes (assim profanando o santuário do seu coração), seu coração e corpo não poderão mais ser Meu lar.

Examinemos minuciosamente nossos corações e peçamos o perdão do Senhor e Sua misericórdia (1Jo 1: 8,9).

Melody Mason

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/20
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 20 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
30 de janeiro de 2019, 0:45
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Práticas religiosas pagãs, por mais comoventes que sejam a ponto de entregar um filho para ser queimado em sacrifício, não geram um mínimo de santidade.

Moloque era um deus pagão que representava qualquer idolatria – fazia parte da cultura religiosa que causava repulsa em Deus (vs. 1-5).

Nem todo caminho leva a Deus; nem toda forma de religião é aprovada por Ele. Pelo contrário, por mais sincero que alguém seja no erro, o erro nunca deixará de ser opção errada. Deus não apenas condena o espiritualismo/espiritismo/ocultismo, mas Ele abomina quem se envereda para estas práticas. Tudo isso não passa de corrupção da verdadeira religião (v. 6).

Deus tem um alvo muito elevado, pois nos quer distante do pecado! O pecado mata. Quem peca assina sua sentença de morte!

1. Pecar contra os primeiros mandamentos resulta em pena de morte (vs. 1-6);

2. Deus apela ao Seu povo a viver em santidade: Não amaldiçoar pais, não adulterar nem perverter/deturpar/corromper o sexo para não assinar a sentença de morte (vs. 7-21);

3. Deus quer pureza de Seu povo liberto por Ele, Sua graça opera para transformar o que o pecado deformou. Deus relembra que quem é santificado não come porcarias (vs. 22-26);

4. Deus condena o espiritismo novamente ao concluir o capítulo (v. 27).

Parece que este capítulo reitera assuntos do capítulo 18, mas não. Este enfatiza a pena de morte para pecados daquele.

Refletindo sobre pena capital, José Flores Junior diz que o mandamento “Não matarás” proíbe o assassinato, que difere da pena de morte, a qual resulta de crimes hediondos. “Desde o princípio, Deus permitiu que o povo de Israel” diz ele, “aplicasse a pena capital para tipos específicos de transgressão. [ver Gênesis 9:6]. Aqui se encontra a primeira referência bíblica acerca da pena de morte como sentença judicial aplicada pelo ser humano”.

O método para aplicar a pena de morte era o apedrejamento e a fogueira (vs. 2, 14, 27). Deus é radical porque prefere eliminar o pecado antes que o pecado nos elimine radicalmente.

As advertências divinas aqui são preventivas. Deus quer frear a maré da corrupção, barrar a perversão. Deus nos quer distantes do pecado e uma sociedade menos corrompida.

ATENÇÃO! A ênfase divina não é matar, é santificar (vs. 7-8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de janeiro de 2019, 0:30
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“Ser-Me-eis santos porque Eu, o Senhor, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes Meus” (v.26).


Israel já era mui numeroso no deserto, e, certamente, se estabeleceria como uma nação deveras numerosa em Canaã. Era imprescindível que houvesse leis, inclusive, leis penais que inibissem a prática de crimes no meio do povo. Os crimes descritos no capítulo de hoje compõem, por assim dizer, a lista dos mais hediondos aos olhos de Deus. Suas sanções que incluem pena de morte e esterilidade já dizem por si só que a tolerância divina não os admite. Sacrifícios humanos, idolatria, imoralidade sexual, filhos rebeldes, alimentação imunda e feitiçaria eram práticas comuns entre os povos que habitavam Canaã, “porque fizeram todas estas coisas”, por isso o Senhor os lançaria para fora daquela terra (v.23).

Até hoje, as penas estabelecidas por Deus chamam a atenção para o rigor que possuem. Não parece haver piedade, contrastando com a compaixão do Salvador nas linhas que descrevem o Seu ministério terrestre. Todavia, este contraste desaparece quando examinamos toda a história de Israel e a misericórdia e paciência de Deus para com os filhos do Seu povo. De todos os reis de Judá, por exemplo, creio que Manassés foi o pior deles. Dentre os crimes citados neste capítulo, pelo menos 90% deles Manassés praticou, e ainda outros cometeu. Mas, quando preso por ganchos e cadeias, Manassés se humilhou diante de Deus e orou insistentemente. Resultado: o Senhor lhe perdoou, ele conduziu Israel a uma reforma e à verdadeira adoração, e dormiu em paz o sono da morte dos que serão despertados para a vida eterna na volta de Jesus.

Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. Suas leis e penas aplicadas aos transgressores, ao contrário do que aparentem, não eram para a morte, e sim para a vida. Quando uma mulher adúltera foi levada à presença de Jesus, a lei dizia que ela deveria morrer, mas também dizia que não apenas ela deveria morrer: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera” (v.10). Jesus estava diante de uma acusação justa, considerando que a mulher adulterou, mas também de um julgamento injusto, porque ela não adulterou sozinha. O povo corrompera tanto a pena como a motivação da pena e cada pedra que tinham em mãos era a materialização de seus corações endurecidos. Aquele, porém, que sonda os corações, jamais aplicaria uma pena de morte a alguém que estivesse disposto a ser por Ele transformado.

Amados, estamos cercados pelo mal que o pecado tem causado a este mundo. A respeito disto, está escrito: “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E “fechar os olhos para não ver” (v.4) as abominações que acontecem todos os dias, e o pior, que acontecem até mesmo dentre o professo povo de Deus não resolve nada, pelo contrário, só faz com que o pecado de um atinja também “a sua família” (v.5). Quando lemos o relato do rei Manassés, de seus pecados e de sua conversão (2Cr.33:1-20), percebemos que não cumpre a nós julgarmos a ninguém, mas, certamente, cumpre-nos falar e viver a vontade do Senhor como Seus atalaias e interceder por nossos irmãos. Porque não há repreensão mais eficaz para o impenitente do que o exemplo de uma vida consagrada a Deus.

Cumpre-nos viver como aqueles que estão à espera do selamento final. Porque, como nos dias do profeta Ezequiel, assim será nos últimos dias. O selo de Deus só será posto sobre a fronte daqueles “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” não somente na Terra, mas também no seio de Sua igreja (Ez.9:4). A profunda angústia levou o ímpio rei Manassés ao arrependimento. Creio que o Senhor trará grande angústia aos “Manassés” atuais a fim de que a pena de morte não seja o seu destino final. Nunca foi e nunca será desejo de Deus que o perverso morra em sua perversidade, mas “que ele se converta dos seus caminhos e viva” (Ez.18:23).

Seja hoje o dia de buscarmos ao Senhor com angústia de alma! Olhemos para a cruz, para o sacrifício do Inocente que sofreu a pena de morte pelos nossos pecados. Olhemos para a tumba vazia, para o Salvador que nos resgatou para a vida eterna. Cristo, eis o incomparável Exemplo!

Bom dia, selados para a eternidade!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico20 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de janeiro de 2019, 0:05
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LEVÍTICO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de janeiro de 2019, 0:05
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1498 palavras

Em Levítico 20, parece que a taça da misericórdia de Deus secou. Em vez de procurar conciliar os rebeldes, Ele ordena a pena de morte para quem sacrifica seus filhos a Moloque, amaldiçoa seus pais, ou participa de adultério (espiritual ou fisicamente). Na verdade, o pecado de sacrificar seus filhos a Moloque era tão grande que Deus diz que aqueles que praticam esse tipo de adoração abominável estão espiritualmente contaminando Seu santuário! Isso é muito sério! Conquanto Deus seja paciente e longânimo, Ele às vezes tem que dizer, até para seu próprio povo: “Basta!” Melodious Eco Mason, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/20/.

A maioria das ofensas mencionadas neste capítulo foi discutida nos capítulos 18 e 19. Ali, o apelo ao povo se dá essencialmente no nível espiritual, um apelo ao seu sendo de justiça. Aqui, as ofensas são consideradas crimes contra o estado e, portanto, devem ser punidas. A punição, geralmente, é a morte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 860.

No cap. 20, muitos dos mesmos pecados alistados no cap. 18 são mencionados de novo, mas desta vez com a especificação da pena de morte. O Deus de Israel é um Deus zeloso que não tolera rivais (v. nota em Êx 20.5). Requer lealdade exclusiva (v. Êx 20.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

que der de seus filhos a Moloque. Não era simplesmente uma dedicação da criança a Moloque, mas era sacrificá-la como oferta queimada (2Rs 23:10; Jr 32:35; ver Jr 7:31; 19:5; Ez 16:21; 23:37). CBASD, vol. 1, p. 860.

Sacrificar crianças aos deuses era uma prática comum em religiões antigas. Os amonitas, vizinhos de Israel, faziam do sacrifício de crianças a Moloque (seu deus nacional) uma parte vital de sua religião. Eles viam isso como um grande presente que eles poderiam oferecer para desviar o mal  ou para apaziguar deuses irados. Deus tornou claro que esta prática era detestável e estritamente proibida. Tanto nos tempos do AT como do NT o Seu caráter torna o sacrifício humano impensável: 1) Contrariamente aos deuses pagãos, Ele é um Deus de amor, que não precisa ser aplacado (Êx 34:6); 2) Ele é o Deus da vida, que proíbe o assassinato e encoraja práticas que conduzem à saúde e felicidade (Dt 30:15, 16). 3) Ele é o Deus do desamparado, que mostra especial cuidado com as crianças (Sl 72:4). 4) Ele é um Deus de altruísmo, que ao invés de demandar por sangue, dá Sua vida por outros (Is 53:4, 5). Life Application Study Bible.

será morto. A pena era severa contra os pecados graves da idolatria. do adultério, do incesto e das perversões sexuais, porque desonravam a Jeová e destruíam a estrutura da sociedade humana. Bíblia Shedd.

contaminando assim o Meu santuário. Tamanho pecado cometido pelo povo escolhido de Deus ou outro morador em Sua terra prometida automaticamente aparentemente contaminaria o Seu santuário, que representava Sua administração, no sentido de  arruinar Sua reputação (“nome”; Dt 12:5) no mundo. Andrews Study Bible.

6 Cf v. 27; 19.26. Consultar médiuns, na tentativa de se comunicar com os espíritos dos mortos, era um pecado que acarretava a penalidade da morte, tanto para o médium como para aquele que o consultava. Estes versículos também são uma condenação ao espiritismo dos nossos dias. Bíblia Shedd.

Somente Deus devia ser consultado – por meio do sacerdote ou de um profeta. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Todo mundo está interessado no que reserva o futuro, e frequentemente procuramos outros por orientação. Mas Deus nos adverte contra buscar conselho no oculto. Mediuns e espíritas eram banidos porque Deus não era a fonte de sua informação. No melhor caso, praticantes do oculto são fraudes, em cujas predições não se podem confiar. No pior, eles estão em contato com espíritos malignos e são, portanto, extremamente perigosos. Não precisamos buscar no oculto informação sobre o futuro. Deus nos deu a Bíblia para que tivéssemos, por ela, toda a informação que precisamos – e o que a Bíblia ensina é digno de confiança. Life Application Study Bible.

sede santos. Esta é, como foi enfatizado anteriormente, a nota tônica de levítico e o que Deus deseja que seu povo tenha em mente. A razão para isso é simplesmente: “Eu sou o Senhor vosso Deus”.  CBASD, vol. 1, p. 860.

8 Guardai os meus estatutos (ARA). NVI: “Obedeçam aos meus decretos”. O v. 7 destaca a santificação, sendo seguido da injunção “guardai os Meus estatutos”; então, surgem as palavras “Eu sou o SENHOR que vos santifico”. Santificar-se e guardar os estatutos divinos estão aqui combinados – como deve ser na vida real. A alegação de que a santificação pode ser obtida sem obediência à vontade de Deus é uma afirmação espúria. CBASD, vol. 1, p. 860.

9 Jesus citou este texto em Mc 7.10. Bíblia de Genebra.

seu sangue cairá sobre ele (ARA; NVI: “merece a morte”). Se alguém matasse esse tipo de réu, a responsabilidade por esta morte não cairia sobre quem o matou, mas sim sobre o próprio homem que se mostrasse digno de ser eliminado. Bíblia Shedd.

A morte parece uma penalidade severa por simplesmente amaldiçoar alguém. Que grande responsabilidade os pais tinham ao educar uma criança de modo que ela aprendesse a respeitar a autoridade. Disso a pessoa se lembra quando vê pais que se submete ao abuso de um filho que não apenas se recusa a obedecer, mas grita, chuta, rebela-se e até agride o pai ou a mãe. Esses pais se arrependem por não terem tomado atitude firme a tempo e por terem permitido que o filho agisse, sem terem imposto limites. No entanto, maior arrependimento poderá vir com a compreensão de que, se tivessem agido prontamente e com sabedoria, o filho poderia ter sido salvo para o reino de Deus. CBASD, vol. 1, p. 860.

10-21 Os detestáveis atos listados aqui eram muito comuns entre as nações pagãs de Canaã; suas religiões eram exuberantes em deusas do sexo, prostituição cultual e outros pecados grosseiros. As práticas religiosas imorais dos canaanitas refletiam uma cultura que tendia a corromper todo aquele que entrava em contato com ela. Em contraste, Deus estava construindo uma nação para exercer uma influência positiva no mundo. Ele não queria que os israelitas adotassem as práticas canaanitas e caíssem em devassidão. Assim, Ele preparou o povo para o que eles enfrentariam na terra prometida ao ordenar que evitassem pecados sexuais. Life Application Study Bible.

Não é agradável ler os v. 10-21, nem há intenção de sê-lo. As coisas mencionadas são vergonhosas e vis e, portanto, a sentença é, geralmente, a morte. CBASD, vol. 1, p. 860.

Esta lista de estatutos contra pecados sexuais incluem punições extremamente severas. Por quê? Deus não tolerava estas ações pelas seguintes razões: 1) Elas destroem o comprometimento existente entre os parceiros casados; 2) Elas destroem a santidade da família; 3) Elas distorcem o bem estar mental das pessoas; 4) Elas disseminam doenças. Os pecados sexuais sempre foram amplamente disseminados, mas a glorificação do sexo entre pessoas que não são casadas entre si frequentemente ocultam tragédias e sofrimento por trás dos bastidores. Quando a sociedade mostra pecados sexuais como atrativos, é fácil esquecer do lado escuro. Deus tem boas razões para proibir pecados sexuais: Ele nos ama e quer o melhor para nós. Life Application Study Bible.

12 fizeram confusão (ARA; NVI: “O que fizeram é depravação”). O incesto, mencionado em várias formas (11-21), é destruidor da vida familiar, corroendo a pureza do lar. Bíblia Shedd.

13 praticaram coisa abominável (ARA; NVI: “praticaram ato repugnante”). A homossexualidade foi um dos pecados de Sodoma, uma causa primária da sua destruição por Jeová, Gn 19.5, 13. Este pecado foi praticado em Israel, por alguns benjamitas, mas castigado pelas demais tribos, Jz 20.1-11. Bíblia Shedd.

16 Heródoto, historiador grego, mostra que este pecado fazia parte da religião supersticiosa do Egito; motivo adicional de condená-lo. Bíblia Shedd.

17 vir a nudez dela (ARA). NVI: “se envolver sexualmente com ela”.

20 morrerão sem filhos. Esta penalidade pode não ser muito drástica hoje, mas nos tempos antigos ela o era. Morrer sem filhos significava não ter parte na esperança de Israel, o que praticamente significava estar fora da aliança. CBASD, vol. 1, p. 860.

21 imundícia é (ARA; NVI: “comete impureza”). Se [o irmão] tivesse morrido, isto não seria mais pecado. Se não deixara descendência, não somente seria permitido, mas até exigido tomar sua viúva para lhe suscitar descendentes, Dt 25.5; Mt 22.24-30 Seria para “guardar seu nome vivo em Israel”. Bíblia Shedd.

22, 23. O fato de os cananeus terem sido punidos pelos vários pecados, até o ponto de extermínio, revela claramente que as Leis de Deus não eram apenas um código particular para Israel, mas que tinham sido gravadas até nas consciências dos próprios pagãos, Rm 1.18-27. Bíblia Shedd.

23 nos costumes da gente. Deus desejava que Seu povo se mantivesse separado das nações ao redor nos costumes, no vestuário, na moralidade e até na alimentação. O ideal de Deus para Israel é a separação completa do mundo. CBASD, vol. 1, p. 860.

26 separei-vos. Israel devia se distinguir de todas as outras nações, não apenas no modo de adorar, mas também nos ideais, objetivos, vida social e recreativa, dieta e vestuário. Deus “separou” Seu povo de todos os demais, não apenas para torná-lo diferente, mas para que representasse, em cada hábito, a perfeição do caráter divino. Assim, até as nações pagãs viriam a reconhecer a superioridades das leis de Deus (Dt 4:6-9). CBASD, vol. 1, p. 861.




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