Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 38 by jquimelli
8 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-38

Enquanto Bezalel fazia o altar da oferta queimada, seguindo o plano detalhado de Deus, eu me pergunto se ele entendia o significado daquela bela peça de mobília. Eu me pergunto quantos membros da raça humana, antes e depois de Bezalel, entenderam completamente o que Deus estava tentando nos dizer, quando instituiu a construção de altares.

Gerações antes dos israelitas se tornarem uma nação, o povo de Deus adorava em altares. Por todos esses anos, Deus estava diminuindo a distância entre a terra e o céu com línguas de fogo que desciam para consumir a oferta. Era uma evidência física constante de que Deus queria nos alcançar, apesar da separação causada pelo pecado; que a terra e o céu se relacionavam, que estavam em contato e afetados um pelo outro.

Os altares construídos de pedra, o altar feito por Bezaleel e todos os altares que viriam depois, constituíam uma corrente de promessas. Eles eram uma promessa de Deus de que quando Jesus morresse como um cordeiro trazido ao matadouro, a brecha em nosso relacionamento com Deus seria eternamente curada.

A separação que o pecado trouxe não era definitiva.

Esmeralda Dunne
Estudante Universitária
Voluntária da Escola Sabatina Infantil Hmong
Madison, Wisconsin, EUA

https://www.revivalandreformation.org/?id=334
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 38 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de janeiro de 2019, 0:45
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Já vi filme e livros de vários personagens bíblicos, como Moisés, Josué, Sansão, Noé, Abraão, Hagar, Rute, mas nunca vi nenhum livro ou filme de Bezalel.

Como alguém que fez tanto pode ser tão ignorado? O que ele fez foi muito mais importante do que Oscar Niemeyer fez. “Bezalel, filho de Uri, neto de Hur, da tribo de Judá, fez tudo o que o Senhor tinha ordenado a Moisés” (v. 22).

Por fazer tudo o que o Senhor ordenou a Moisés Bezalel deveria ser reconhecido, você não acha? Desde o capítulo 31 o texto descreve Bezalel e sua dedicação na realização da obra de Deus, a construção do Santuário no deserto. Oito vezes o verbo fazer está vinculado a ele neste capítulo.

Seu nome significa “à sombra de Deus”. Ele foi cheio do Espírito Santo para preparar o lugar mais santo da Terra, a casa de Deus. Ele “foi o principal artesão e artista do tabernáculo e sua mobília” (Siegfried H. Horn).

“Com ele estava Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, artesão e projetista, e também bordador em linho fino e de fios de tecido azul, roxo e vermelho” (v. 23). Bezalel e Aoliabe, essa dupla desconhecida, ficou especialmente responsável pela construção do sistema de adoração que apresentaria a mensagem de salvação a Israel e ao mundo por muitos anos.

Que responsabilidade! Com dedicação e esmero realizaram conforme Deus pediu, mas são desconhecidos. Assim, quando você fizer algo grande para Deus e não for reconhecido, saiba que Deus prepara a cada nascer do sol uma bela obra e a maioria de sua plateia ainda dorme. Lembre-se também destes dois homens que dedicaram a vida para fazer o único imóvel sob a orientação de Deus, e mesmo tendo caprichado, foram esquecidos.

Aqui neste capítulo temos a…

1. Construção do altar principal (vs. 1-7);
2. Construção da pia de bronze e sua base (v. 8);
3. Construção do Átrio (vs. 9-20);
4. Materiais usados na construção e na mobília do tabernáculo (vs. 21-31).

Era tão bem feita cada parte do tabernáculo que, “qualquer contato com a habitação de Deus causaria uma profunda impressão positiva, devido a sua beleza”, destaca Lawrence O. Richards.

Por mais que não sejamos reconhecidos, caprichemos naquilo que fazemos para Deus! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 38 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de janeiro de 2019, 0:30
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“Fez também a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze, dos espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação” (v.8).


Cada móvel do santuário fora feito de forma que pudessem ser facilmente transportados. Suas argolas e varais possuíam esta função e revelavam a natureza provisória daquele lugar, até que Israel pudesse erigir um templo fixo de adoração na terra prometida. Todas as vezes que o povo tinha de levantar acampamento, o tabernáculo era desmontado e ordenadamente movido. Deus delegara ao homem o sagrado privilégio de participar deste momento. Onde quer que estivesse a nação eleita, ali estava a presença de Deus e a Sua mensagem de salvação.

Na Antiguidade não havia o espelho que temos hoje. As pessoas usavam o bronze polido, tendo uma visão embaçada de sua própria imagem. Foi com os “espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação”, que fora feita “a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze” (v.8). A aplicação deste espelho foi utilizada por Tiago, ao declarar: “Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência” (Tg.1:23-24). Como já vimos em estudo anterior, há um caminho muito bem delineado na estrutura do santuário.

O altar do holocausto, simbolizando o sacrifício de Cristo, representa o primeiro passo da conversão. Em seguida, vem a bacia de bronze, ou pia da purificação, simbolizando o batismo, o reconhecimento do pecador de que precisa ser lavado e purificado dos seus pecados. Assim como o espelho revela a nossa aparência e imperfeições, o batismo é um testemunho público de que somos todos pecadores e carecemos da graciosa Água da Vida a fim de nos purificar e regenerar. Deus revelou em Seu santuário as etapas da vida cristã que não podem ser negligenciadas ou ignoradas. Cristo poderia ter vindo ao mundo simplesmente morrer pelos nossos pecados, mas Ele escolheu nos ensinar a viver a vontade de Deus e, mesmo sendo o próprio Deus, cumpriu fielmente cada etapa pré-estabelecida no santuário.

Semelhante à natureza transitória do tabernáculo do deserto, como santuários do Espírito Santo, temos o sagrado privilégio de sermos representantes de Deus e de Sua Palavra onde quer que estivermos. Como peregrinos em busca do Lar, é nossa missão buscar viver como Cristo viveu e ensinar a outros enquanto caminhamos. Precisamos trocar os espelhos do passado e, contemplar, “como por espelho, a glória do Senhor”, a fim de que sejamos “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, Deus aceitará as nossas ofertas e não permitirá que nenhuma delas passe despercebida, enumerando-as para a eternidade, como está escrito: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).

Olhemos para Cristo, e, certamente, viveremos!

Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo38 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 38 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de janeiro de 2019, 0:05
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634 palavras

bronze … espelhos. Espelhos de vidro eram desconhecidos na antiguidade, mas o bronze altamente polido dava uma imagem refletida adequada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não foram mencionados antes. Eram de bronze polido e tinham forma oval. Estes espelhos eram usados pelas mulheres do Egito, como em grande parte do Oriente, desde tempos remotos. Visto que Moisés parece não ter ordenado que se dessem estes espelhos, as mulheres devem tê-los oferecido com espírito de consagrada abnegação. Sem dúvida, eram de grande valor e a dedicação deles a Deus foi, portanto, um exemplo de devoção (ver Mt 26:6-13). Essas mulheres piedosas estimavam mais o adorno do espírito do que o da aparência exterior (1Pe 3:1-5). Sua dádiva testificou que amavam mais a Deus do que a si mesmas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 738.

A entrega dos espelhos, feitos de cobre polido, era uma demonstração de um interesse mais sublime do que o pela aparência exterior (cf 1Pe 3.3 com Is 3.16-24). Bíblia Shedd.

cem côvados. O átrio tinha as seguintes medidas: 46 metros de comprimento e 23 de largura. A entrada se voltava para a direção leste, e, consequentemente, os lados norte e sul formavam seu comprimento.Bíblia Shedd.

21 enumeração das coisas. Aqui temos um tipo de relatório contábil, registrando como foram empregados os recursos de mão de obra e de ofertas para a construção do Tabernáculo. Assim também temos de dar conta do bom uso dos talentos que Cristo nos concede (Mt 25.14-30). Tanto as riquezas recebidas dos egípcios como a habilidade recebida da inspiração direta de Deus, tinham sua finalidade para erguer uma casa de adoração. Bíblia Shedd.

Itamar. Na construção do tabernáculo, Moisés estabeleceu os passos a seguir, mas Itamar supervisionou o projeto. Todos temos diferentes talentos e habilidades. Deus não pediu a Moisés para construir ele mesmo o tabernáculo, mas para que ele motivasse especialistas para que o fizessem. Olhe para áreas onde Deus lhe concedeu dons e então busque oportunidades para permitir que Deus use seus dons. Life Application Study Bible.

24 todo o ouro. “Todo o ouro” pesaria pouco mais de uma tonelada. Isso seria um cubo de ouro de 37,25 cm de lado. O ouro abundante no Egito, era importando da Etiópia. CBASD, vol. 1, p. 738.

talentos. Valiam 30 quilos cada um. siclo. Um talento tinha 3.000 ciclos, o que quer dizer que o siclo do santuário pesava cerca de 10 gramas. Bíblia Shedd.

25 a prata. O peso da prata seria de 3 toneladas e 440 kg. CBASD, vol. 1, p. 738.

O ouro provinha de ofertas voluntárias do povo (35.20-29), mas a prata resultava do imposto de recenseamento de cada israelita (30.11-16), resgate que cada um dava ao ser contado. Bíblia Shedd.

26 beca. Moeda de 5 gramas de prata e valor de meio siclo. Os arrolados, de vinte anos de idade para cima, eram 603.550, que dariam 301.775 siclos de prata, ou seja, 100 talentos e 1.775 siclos, que é o total dado no v. 25. Não houve sonegação! Bíblia Shedd.

27 Nenhum siclo dessa oferta sagrada para as coisas de Deus restava depois de completar o Tabernáculo (28). Bíblia Shedd.

29 o bronze, na verdade, era cobre. Era muito menos bronze do que o ouro ou a prata, embora esse metal tivesse menos valor. Isto se explica pelo fato de que outros metais representavam a riqueza portátil, enquanto quase não valia a pena carregar o bronze (cobre). Os utensílios de comer eram de madeira ou barro, e raramente de cobre. Bíblia Shedd.

O peso seria de 2 toneladas e 420 kg. A isso deve ser acrescentado o valor das pedras preciosas, das especiarias, da madeira, dos tecidos, das peles de animais. Isso demonstra a generosidade do povo (ver Sl 105:37). Quando os hebreus deixaram o Egito, pediram tesouros e objetos de valor aos egípcios (ver com de Êx 3:22; 12:35, 36). Sem dúvida também tinham acabado de adquirir muitas riquezas da derrota sobre os amalequitas (Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 738.




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