Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 37 by jquimelli
7 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-37

Um tema recorrente em todo os móveis apresentados em Êxodo 37 é a madeira de acácia e o ouro. A madeira de acácia é conhecida por sua durabilidade e solidez; o ouro é maleável e resistente à corrosão e ambos são conhecidos por serem pesados e densos. Embora os israelitas estivessem regularmente em movimento, Deus não escolheu nenhum material menor ou mais leve para os artigos pelos quais Israel O adoraria. No Tabernáculo, nada era modesto ou de qualidade inferior. Da mesma forma, embora a simplicidade seja necessária em nossa vida pessoal e social, em nosso serviço a Deus nada deve ser retido.

A Arca da Aliança, com os dois querubins a guardá-la, era onde Deus mostraria Sua presença divina. Aqui era onde Deus se comunicaria com o Seu povo, às vezes através de uma voz na nuvem, e às vezes através da luz que repousava no anjo à direita ou uma sombra repousando na da esquerda, significando aprovação ou desaprovação.

A construção dos móveis do santuário ilustra como Deus quer usar os seus servos no plano de salvação. Ele quer usar qualquer um que lhe permita. Quando não retivermos nada e permitirmos que Deus nos use e nos mude, Ele fará coisas incríveis.

Jeffrey Saelee
Cinegrafista freelancer
Líder da Juventude Hmong

https://www.revivalandreformation.org/?id=333
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 37 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2019, 0:45
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Ao Deus que faz até o impossível para nosso bem devemos, no mínimo, fazer nosso máximo possível para Ele. Deus tirou Seu povo do Egito e o levou ao deserto a fim de revelar-lhe verdades gloriosas; Deus usou Moisés para escrever estas verdades e transmiti-las a nós cerca de 3.500 depois.

Muitos são escravos de trabalho, pecado, tempo, dinheiro, vícios, etc. pensam que assim vivem uma vida de liberdade e prazeres – até perceberem que passam a vida vegetando: Existem, mas não usufruem da existência; estão vivos, mas não vivem a vida…

Deus intervém para libertar estas pessoas!

No deserto os israelitas tiveram coração disposto a entregar recursos à obra de Deus. Ali eles se envolveram com a construção do projeto de Deus para alcançar o mundo ao construírem o tabernáculo e suas mobílias. O deserto pode ser a perca do emprego, o falir de uma empresa, o fracasso de um relacionamento ou o roubo de algo importante.

O Santuário fala de redenção. Deus liberta-nos da escravidão do pecado e leva-nos à Sua Palavra onde encontramos a revelação da nossa redenção.

Os construtores fizeram…

1. A arca (vs. 1-5), conforme Deus apresentou em Êxodo 25:10-15.
2. O propiciatório (vs. 6-9), conforme Deus apresentou Êxodo 25:17-22.
3. A mesa (vs. 10-16), conforme Deus apresentou Êxodo 25:23-30.
4. O candelabro (vs. 17-24), conforme Deus apresentou Êxodo 25:31-39.
5. O altar de incenso (vs. 25-28), conforme Deus apresentou Êxodo 30:1-10.
6. O óleo da unção (v. 29), conforme Deus apresentou Êxodo 30:22-38.

Este texto deve ser lido (entendido) com cuidado. Não podemos alegorizar e fazê-lo dizer o que Deus não que ele diga. Uma interpretação alegórica por ser interessante, mas não verdadeira. Enxergar significados ocultos “em cada mobiliário, tecido, corrediças e cores, em vez de exegético, não passa de especulação” – declara Victor P. Hamilton.

Aparece neste capítulo o verbo FAZER no pretérito perfeito do indicativo (“FEZ”) quase 25 vezes referindo-se a Bezalel/Beseleel. Ele foi para Deus Seu mestre de obras; o artista escultor, artesão e construtor do Santuário. Além de tantas coisas, ele fez a arca da aliança – o móvel mais sagrado do Santuário.

Deus contou com as habilidades de Bezalel/Beseleel no passado para obras importantes neste mundo de pecado. Ele pode contar com você agora? – Heber Toth Armí.



ÊXODO 37 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de janeiro de 2019, 0:30
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“De ouro puro a cobriu; por dentro e por fora a cobriu…” (v.2).


Todos os móveis e utensílios dos lugares Santo e Santíssimo do santuário eram de ouro puro ou cobertos de ouro puro. Tudo brilhava o esplendor do mais caro metal. As argolas e os varais serviam para a locomoção dos móveis que só poderiam ser carregados pelos sacerdotes e levitas. Imagino a emoção do povo ao poder contemplar apenas de longe aqueles objetos tão significativos sendo levados com extremo cuidado e reverência. Ninguém do povo comum poderia sequer tocar em qualquer daqueles objetos. Nunca houve na história da igreja cristã um lugar que ensinasse mais lições sobre reverência e santidade como o foi com o santuário terrestre.

Dentro dos limites do tabernáculo do deserto foram colocados na mais perfeita ordem os elementos que apontavam o caminho de Deus para uma vida de verdadeira comunhão. O conhecimento do sagrado, os preciosos momentos de assembleia solene, os rituais simbólicos, as ofertas oferecidas, tudo compunha o cenário da verdadeira adoração. Da prata das bases das colunas, do bronze dos objetos do pátio, do ouro puro que reluzia do interior do santuário à glória manifestada acima do propiciatório, havia um ardente desejo do Senhor de transmitir a seguinte mensagem: “Eu quero habitar no meio de vocês”. Foi com este mesmo desejo que Jesus veio até nós: “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo.1:14).

Cada detalhe da tenda da congregação era um convite à comunhão com Deus. Nada ali era objeto de particular adoração, mas tudo apontava para o Senhor como o único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração. Não era propósito de Deus que o santuário se tornasse lugar de uma religião incoerente, e sim lugar de testemunho do poder de Deus na vida de um povo que O servisse com integridade. Quando o Senhor ordenou que fizessem um lugar especial de adoração, em momento algum obrigou os filhos de Israel a ofertarem o que haviam trazido do Egito. Em todo o tempo, Moisés deixou bem claro de que as ofertas deviam ser voluntárias, de homens e mulheres que tivessem o coração disposto a doar. Eis o que sempre antecede a conversão dos verdadeiros adoradores: um coração disposto, um espírito voluntário.

Há uma profecia de cunho escatológico no livro do profeta Zacarias, que diz: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Não foi sem razão que os principais objetos e móveis do santuário foram feitos de ouro. O ouro simboliza pureza e realeza. Como povo santo e representante de Deus na Terra, a mais sublime lição de todas estava em Israel aprender a viver as palavras do Senhor através de uma comunhão experimental. As experiências do dia a dia, os sacrifícios diários e a imagem de um lugar que em todo o tempo declarava que Deus estava com eles deveriam quebrantar seus corações e levá-los a uma real experiência com o Senhor. Uma experiência viva, eficaz, transformadora e contínua.

O santuário terrestre e seus rituais não mais existem. Jesus, através de Sua vida, ministério e missão, revelou a Israel e ao mundo que nEle tudo se cumpriu e nEle podemos permanecer e viver, se tão somente aceitarmos o Seu diário convite de amor: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Quão maravilhoso é apegar-se a esta promessa! Jesus, porém, não prometeu que neste mundo não passaríamos por aflições. Pelo contrário, Ele nos advertiu que teremos de enfrentar momentos difíceis, mas que devemos nos alegrar com a certeza de Sua vitória. As provações, perseguições e aflições nunca serão motivo de derrota na vida dos que experimentam Deus todos os dias.

Comunhão, amados, não é leitura da Bíblia e oração superficiais. Comunhão é permitir que o Espírito Santo navegue com total liberdade no mar de nossa existência, nos reavivando e reformando “por dentro e por fora” (v.2), retirando de nossa vida tudo aquilo que nos afasta de Deus e preenchendo o lugar com as virtudes de Seu precioso fruto. Eu não escrevo como alguém que já tenha alcançado esta plena comunhão. Eu escrevo como alguém que a busca desesperadamente todos os dias. Hoje, Cristo está no Santíssimo do santuário celeste (Hb.8:2), intercedendo ao Pai por nós. Oxalá que o Espírito Santo esteja nos purificando e provando, e que façamos parte do precioso ouro que Jesus virá, em breve, reivindicar como Seu.

Bom dia, ouro do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo37 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 37 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de janeiro de 2019, 0:05
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506 palavras

Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.

a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.

A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.

6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.

10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.

17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.

23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.

29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.




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